Perdas de solo e água

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Influência dos perfis de precipitação nas perdas de solo e água

Influência dos perfis de precipitação nas perdas de solo e água

Na Figura 16 são apresentados o perfil de precipitação, as taxas de infiltração e de perda de água correspondentes à terceira aplicação do perfil constante, considerando as seis repetições realizadas. Este perfil apresentou as menores perdas de água, com coeficiente de escoamento igual a 0,36 e, consequentemente, as maiores taxas de infiltração entre todos os perfis considerados. O processo de infiltração foi governado pelo solo praticamente desde o início (tempo de empoçamento inferior a um minuto), evidenciando-se um declínio progressivo da taxa de infiltração decorrente tanto do aumento da lâmina de água infiltrada como pela formação do encrostamento da camada superficial. Neste caso não se chegou a evidenciar uma tendência de estabilização da taxa de infiltração, tendo esta atingido, ao final do teste, valor de 51 mm h -1 , o que fez com que a taxa de escoamento apresentasse uma tendência de aumento até o fim do ensaio. Os valores das taxas de infiltração obtidos neste teste foram superiores aos obtidos por outros autores, que realizaram testes nesta mesma área experimental.
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Infiltração de água e perdas de água e solo por erosão influenciadas por diferentes métodos de melhoramento da pastagem nativa gaúcha.

Infiltração de água e perdas de água e solo por erosão influenciadas por diferentes métodos de melhoramento da pastagem nativa gaúcha.

A paralisação do crescimento da pastagem nativa no período do inverno na região Sul do Brasil tem incentivado técnicas de melhoramento das pastagens. Com o objetivo de estudar a infiltração de água no solo e as perdas de solo e água por erosão influenciadas por métodos de melhoramento da pastagem nativa, realizou-se um estudo em área da Estação Experimental Agronômica da UFRGS, no município de Eldorado do Sul (RS), em um Podzólico Vermelho-Amarelo submetido ao uso prolongado com pastagem nativa, no qual se fez a introdução de uma mistura das espécies hibernais: aveia preta (Avena strigosa), azevém (Lolium multiflorum) e trevo vesiculoso (Trifolium vesiculosum). O delineamento experimental foi completamente casualizado e com cinco tratamentos que diferiram quanto à maneira de introdução das novas espécies: testemunha (a lanço), gradagem, plantio direto, convencional e subsolagem. As parcelas tinham a dimensão de 3,5 x 11,0 m e uma declividade aproximada de 0,107 m m -1 .
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Perdas de água e solo sob diferentes padrões de chuva simulada e condições de cobertura do solo .

Perdas de água e solo sob diferentes padrões de chuva simulada e condições de cobertura do solo .

As propriedades físicas do solo influenciam diretamente sobre o processo erosivo, principalmente aquelas que afetam a taxa de infiltração e permeabilidade e aquelas que influenciam sobre a resistência do solo às forças de dispersão, salpico e transporte. No mesmo sentido, BERTOL et al. (2008) comentam que as propriedades físicas do solo influenciam na erosão hídrica, podendo as mesmas serem alteradas por meio do preparo mecânico. VOLK et al. (2004), estudando a influência das condições físicas de superfície e subsuperfície do solo submetido a diferentes condições de manejo, observaram que a incorporação sistemática de resíduos culturais reduziu em 25% a perda de solo por erosão hídrica, quando comparada com sua retirada. Segundo os autores, as condições físicas de superfície e subsuperfície do solo que governam as perdas de solo por erosão hídrica são bem distintas daquelas que governam as perdas de água pelo mesmo fenômeno. SILVA et al. (2005) observaram que alguns atributos físicos do solo são modificados em função do manejo, fazendo com que as perdas de solo e água sejam mais acentuadas no sistema de cultivo convencional. Neste sistema de preparo, a camada compactada do solo é encontrada em maiores profundidades quando comparada ao sistema de plantio direto, no qual a pressão exercida pelas máquinas propicia a compactação em menores profundidades.
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Perdas de solo e água em um Argissolo Vermelho Amarelo, submetido a diferentes intensidades de chuva simulada.

Perdas de solo e água em um Argissolo Vermelho Amarelo, submetido a diferentes intensidades de chuva simulada.

Apesar da análise estatística apresentar resultados não significativos entre alguns tratamentos percebe-se, no entanto, que, sob o ponto de vista físico, há uma variação expressiva nos valores de perda de solo e água, obtidos para as diferentes chuvas simuladas (Tabela 3). Além disso, tomando ainda como base os valores apresentados, observa-se o efeito da energia cinética nas perdas de solo e água se observa um aumento de 9,7 vezes na perda de solo e de 6,4 vezes na perda de água, quando o valor da energia cinética foi aumentado de 138 para 321 J m -2 . Young & Wiersma (1973) verificaram que, para uma
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Perdas de solo e água em entressulcos em um Argissolo Vermelho-Amarelo submetido a quatro padrões de chuva.

Perdas de solo e água em entressulcos em um Argissolo Vermelho-Amarelo submetido a quatro padrões de chuva.

Os trabalhos de perdas de solo e água, utilizando aparelhos simuladores de chuvas, são uma maneira de apressar a obtenção de dados importantes a respeito de práticas de manejo do solo e culturas, visando à conservação do solo e da água. Segundo Agassi & Bradford (1999), a principal limitação na utilização de chuva simulada é a impossibilidade de reproduzir as características das chuvas naturais em termos de intensidade, duração e energia de impacto das gotas de chuva. Relataram, também, as dificuldades de se compararem os resultados obtidos, tendo em vista o uso de grande variedade de simuladores de chuva, intensidades de chuva e tipos de parcela.
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Perdas de solo, água e nitrogênio por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo.

Perdas de solo, água e nitrogênio por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo.

Gascho et al. (1998) verificaram que cerca de 2 % do N aplicado na forma de adubo foi perdido na enxurrada imediatamente após ter sido realizada a adubação de base na cultura do milho em preparo convencional, enquanto Berg et al. (1988) constataram aumento nas perdas de N com o aumento do volume de enxurrada, tanto no preparo de solo convencional quanto na semeadura direta. No estudo de Jones et al. (1985), os autores também observaram aumento das perdas de N na água da enxurrada, quando aumentaram as perdas de solo e água, tanto em condição de cultivo mínimo com trigo e sorgo quanto em condições de solo sem cultivo, o mesmo ocorrendo com o nitrato no trabalho de Chichester (1977). Nesse mesmo trabalho, o autor observou perdas de N da ordem de 10 kg ha -1 ano -1 em áreas descobertas,
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Perdas de solo e água em diferentes sistemas de manejo de um nitossolo háplico submetido à chuva simulada.

Perdas de solo e água em diferentes sistemas de manejo de um nitossolo háplico submetido à chuva simulada.

Nos tratamentos de semeadura direta (SDD e SDDQ), as concentrações de sedimentos na enxurrada foram muito baixas (Quadro 6), explicadas do mesmo modo como para as perdas de solo. Além disso, as microdepressões do terreno e o resíduo vegetal do campo dessecado, no caso da SDD, e as soqueiras do campo natural, remanescentes após a queima, no caso da SDDQ, retiveram na superfície do solo parte dos sedimentos transportados pela enxurrada. A elevada cobertura do solo no tratamento SDD (Quadro 3) também atuou como um “filtro” para o escoamento superficial da água e, principalmente, reduziu a desagregação do solo pelo impacto das gotas de chuva. As baixas concentrações de sedimentos na enxurrada também foram influenciadas pela consolidação e pela qualidade da estrutura do solo, provavelmente presentes no campo natural nesses dois tratamentos.
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Perdas de solo e água em plantio de Acacia mangium wild e savana em Roraima, norte da Amazônia.

Perdas de solo e água em plantio de Acacia mangium wild e savana em Roraima, norte da Amazônia.

A cobertura vegetal, portanto, tem papel relevante por atenuar os impactos das gotas de chuva e diminuir a velocidade do escoamento superficial. Sua eficiência em reduzir as perdas de solo por erosão pode ser atribuída principalmente à proteção da superfície do solo proporcionada pelas plantas, impedindo o impacto direto das gotas de chuva sobre a superfície, diminuindo a desagregação do solo e resultando em baixa concentração de sedimentos do escoamento superficial (run off). Além disso, com a presença de plantas, grande quantidade de água é transpirada, reduzindo a umidade do solo, contribuindo para o aumento da taxa de infiltração e a redução do volume de escoamento superficial. Pode, ainda, haver aumento do teor de matéria orgânica (Dedececk et al., 1986; Segafredo et al., 1997; Leite et al., 2003), que, incorporada ao solo, melhora a drenagem (Lira, 1999), reduz a tendência ao encrostamento do solo, aumenta a rugosidade superficial, melhora a estrutura do solo e facilita a penetração das raízes dos vegetais (Braun, 1961; Bertoni & Pestana, 1964; Foglino, 1965; Kiehl, 1985).
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Perdas de solo, água e nutrientes em sistemas agroflorestais no município de Sobral, CE

Perdas de solo, água e nutrientes em sistemas agroflorestais no município de Sobral, CE

depende do tipo de planta, de folhas e raízes. Vários são os trabalhos que evidenciam a eficiência da vegetação, da serrapilheira e dos restos culturais no controle da erosão (Melo Filho & Silva, 1993; Seganfredo et al. 1997; Shick et al., 2000a). Por outro lado, alguns pesquisadores (Brandt, 1989; Bertoni & Lombardi Neto, 1990; Erskine, 1991; Seganfredo et al., 1997) ponderam a possibilidade da co- bertura das árvores aumentar a erosão em alguns casos. De acordo com Bertoni & Lombardi Neto (1990), as gotas de chuva que são retidas pela copa das árvores tendem a se unir, formando outras de maior massa. A queda destas gotas a alturas superiores a 7 m é suficiente para que estas atinjam uma velocidade terminal semelhante quando estão em queda livre, sem serem subdivididas pelo atrito do ar. Em alturas inferiores a 7 m, a velocidade das gotas será proporcional ao seu peso. Portanto, é provável que os va- lores de perdas de solo e água observados no tratamento RL1 estejam associados à cobertura formada pelas árvores (e seus efeito sobre as gotas de chuva), juntamente com a menor cobertura vegetal do solo (Tabela 3).
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PERDAS DE SOLO, ÁGUA E NUTRIENTES EM ÁREA CULTIVADA COM HORTALIÇAS SOB SISTEMA DE PLANTIO DIRETO

PERDAS DE SOLO, ÁGUA E NUTRIENTES EM ÁREA CULTIVADA COM HORTALIÇAS SOB SISTEMA DE PLANTIO DIRETO

O objetivo deste trabalho foi avaliar as perdas por erosão hídrica, sob chuva natural, de solo, água e nutrientes em um Latossolo Vermelho distrófico cultivado com hortaliças sob diferentes sistemas de manejo. O trabalho realizado no campo experimental da Embrapa Hortaliças, em experimento iniciado em dezembro de 2007. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso com 3 repetições. Foram avaliados três sistemas de preparo do solo: Plantio Direto – PD; Plantio com Preparo Reduzido – PPR e Preparo Convencional – PC, ambos cultivados com repolho no inverno. Em cada parcela foi instalada uma unidade coletora de água e solo com área de 3m² e uma calha para coleta de sedimentos. As perdas de solo e água foram quantificadas no período de 17 de dezembro de 2011 a 27 de abril de 2012. Ao final, todo o sedimento depositado na calha foi analisado para os teores de nutrientes e matéria orgânica. O PD apresentou menor taxa de perda de água, com redução de 90%, quando comparado ao PC. Os sistemas PD e PPR apresentaram perdas de solo, 11 e 6 vezes menores, respectivamente, que o PC. As taxas de empobrecimento de P e K foram maiores nos sistemas conservacionistas (PD e PPR).
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Impacto da aplicação de dejetos de suínos nas perdas de solo e água: Comparação com uma série histórica

Impacto da aplicação de dejetos de suínos nas perdas de solo e água: Comparação com uma série histórica

cultivo, logo após a germinação das culturas. O PD apresentou menor perda de solo e água, reduzindo em 81 e 13%, respectivamente, em relação à PC. Diferenças nas perdas de solo e água foram menores, entre CM e RP, do que nos outros tratamentos. O teor de fósforo (P) e potassio (K) nas camadas superficiais do solo foi maior em PD do que em PC. Os teores de P e K nos sedimentos foram maiores no PD que no PC. Ainda, os teores de P e K foram significativamente maiores nos sedimentos do que na água, especialmente PD. A aplicação da dose única de DS na superfície do solo melhorou os teores de P e K do solo e diminuiu a erosão hídrica em relação ao histórico de 19 anos que antecederam esta pesquisa, em diferentes sistemas de manejo do solo e sem aplicação de DS.
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Perdas de solo e água por erosão hídrica influenciadas por métodos de preparo, classes de declive e níveis de fertilidade do solo.

Perdas de solo e água por erosão hídrica influenciadas por métodos de preparo, classes de declive e níveis de fertilidade do solo.

incorporação do calcário ao solo por meio de preparo do solo convencional (uma aração e duas gradagens), em toda a área experimental, exceto nas parcelas da classe de declividade intermediária, destinadas a receber, mais tarde, no período de primavera-verão, os tratamentos de preparo do solo sob a condição “solo com fertilidade atual”. Logo a seguir, foi implantada a cultura da aveia preta (Avena strigosa, S.) - safra de 1994, com o objetivo de uniformizar a área experimental e proporcionar cobertura ao solo. Em outubro de 1994, após a colheita da aveia preta, foram instaladas, em cada classe de declividade, as três parcelas principais de preparo do solo, com 24 m de comprimento, no sentido do declive, por 50 m de largura, correspondendo cada uma delas a um método de preparo do solo. Cada parcela de preparo, por sua vez, foi dividida ao meio, no sentido do declive, para estabelecer as duas condições (níveis) de fertilidade do solo pretendidas, a saber: “solo com fertilidade atual” e “solo com fertilidade corrigida”, como já mencionado. Logo a seguir, foram instaladas as unidades experimentais propriamente ditas (parcelas de erosão), com dimensões efetivas de 4 m de largura por 21 m de comprimento, no sentido do declive, destinadas à avaliação das perdas de solo e água por erosão hídrica, sendo as operações de preparo do solo e semeadura realizadas todas transversalmente ao declive, exceto na parcela do tratamento-testemunha ou “parcela-padrão”, a qual foi preparada no sentido da pendente, conforme explicado abaixo. Observaram- se 13 parcelas de erosão, cada uma delas correspondendo a um tratamento, sem repetição, de acordo com as limitações, tais como: distância do experimento da sede de trabalho, área física, pessoal, recursos financeiros e dificuldade do trabalho.
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Práticas agrícolas no cultivo da mandioca e suas relações com o escoamento superficial, perdas de solo e água.

Práticas agrícolas no cultivo da mandioca e suas relações com o escoamento superficial, perdas de solo e água.

A perda de água foi determinada pela relação da lâmina escoada e lâmina total precipitada. As taxas de perdas de solo e a concentração de sedimentos foram determinadas pela pesagem do material coletado durante 10 segundos, em potes plásticos com capacidade de 1 L, em intervalos de 3 min. Em seguida, o material foi pesado, sendo mantido em repouso por 24 horas, o sobrenadante pipetado, e separado do material sólido restante no fundo dos recipientes. Posteriormente, os potes foram levados para secagem em estufa a 65 ºC, durante 72 horas, para obtenção da massa de solo seco, seguindo o procedimento descrito por Cogo (1978).
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Características hidráulicas e perdas de solo e água sob cultivo do feijoeiro no semi-árido.

Características hidráulicas e perdas de solo e água sob cultivo do feijoeiro no semi-árido.

Como previsto, os valores reduzidos de perdas de solo para as parcelas com CM e CN, diferiram significativamente das médias dos demais tratamentos. A condição em nível (N1), a qual possuía 0,50 m de distância entre as fileiras de pe- dra, apresentou redução significativa de 26,31% nas perdas de solo em relação à condição em que as fileiras de pedra possuíam distância de 1,00 m (N2). A condição de plantio em cobertura morta foi a que apresentou a melhor condição de manejo para o cultivo do feijoeiro, uma vez que reduziu em 83,3, 89,7 e 87,7% as perdas de solo em relação aos cul- tivos N1, MA e N2, respectivamente. Reduções de 98% nas perdas de solo foram encontradas por Mello et al. (2003), no plantio de soja, utilizando palha dessecada em relação ao plantio convencional. Esses autores encontraram tais resul- tados em um Nitossolo Háplico alumínico em parcelas ex- perimentais com 18% de declive, sob chuva simulada, em São José do Cerrito, SC. Leite et al. (2004), estudando as perdas de solo e água por erosão hídrica sob chuva simula- da em diferentes sistemas de manejo em um Nitossolo Há- plico alumínico, no Planalto Sul-Catarinense, em parcelas
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FRAÇÕES DA MATÉRIA ORGÂNICA E PERDAS DE SOLO, ÁGUA E NUTRIENTES NO CULTIVO DE HORTALIÇAS SOB SISTEMAS DE MANEJO

FRAÇÕES DA MATÉRIA ORGÂNICA E PERDAS DE SOLO, ÁGUA E NUTRIENTES NO CULTIVO DE HORTALIÇAS SOB SISTEMAS DE MANEJO

O objetivo deste trabalho foi avaliar as perdas por erosão hídrica, sob chuva natural, de solo, água e nutrientes em um Latossolo Vermelho distrófico cultivado com hortaliças sob diferentes sistemas de manejo. O trabalho realizado no campo experimental da Embrapa Hortaliças, em experimento iniciado em dezembro de 2007. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso com 3 repetições. Foram avaliados três sistemas de preparo do solo: Plantio Direto – PD; Plantio com Preparo Reduzido – PPR e Preparo Convencional – PC, ambos cultivados com repolho no inverno. Em cada parcela foi instalada uma unidade coletora de água e solo com área de 3m² e uma calha para coleta de sedimentos. As perdas de solo e água foram quantificadas no período de 17 de dezembro de 2011 a 27 de abril de 2012. Ao final, todo o sedimento depositado na calha foi analisado para os teores de nutrientes e matéria orgânica. O PD apresentou menor taxa de perda de água, com redução de 90%, quando comparado ao PC. Os sistemas PD e PPR apresentaram perdas de solo, 11 e 6 vezes menores, respectivamente, que o PC. As taxas de empobrecimento de P e K foram maiores nos sistemas conservacionistas (PD e PPR).
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Perdas de solo e água em períodos de anomalias climáticas: "El Niño" e "La Niña" no sul do Brasil.

Perdas de solo e água em períodos de anomalias climáticas: "El Niño" e "La Niña" no sul do Brasil.

As perdas de água por escoamento superficial também foram elevadas durante as chuvas selecionadas do “El Niño”. Streck et al. (1998) verificaram, neste mesmo experimento, perdas médias de 19,4 %, para o período de 1996/97. Tal valor foi muito inferior ao verificado nas principais chuvas, e, em algumas, as perdas por enxurrada alcançaram mais de 50 % do volume total precipitado. Isso deveu-se, provavelmente, à freqüência e ao volume das chuvas, notadamente durante o “El Niño” de 1998 (Figura 2b), que mantiveram o solo com elevada umidade. Além disso, acresce-se o impacto das gotas de chuva de elevada intensidade, que, em solo descoberto, provoca
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Manejo da cobertura do solo e de práticas conservacionistas nas perdas de solo e água em Sumé, PB.

Manejo da cobertura do solo e de práticas conservacionistas nas perdas de solo e água em Sumé, PB.

A parcela descoberta e em alqueive contínuo (PW) perdeu em torno de 9,0 vezes mais água que a parcela com caatinga nativa (PCa) pelo valor médio do período de estudo (Tabela 3). Assim, a perda de água da parcela descoberta em relação à precipitação média anual (695 mm) foi de 29%, enquanto a perda de água da parcela com caatinga nativa foi de 3,2%. Os dados evidenciam que as áreas onde a vegetação nativa foi preservada, a mesma contribuiu para aumentar de forma significativa, a infiltração da água no solo. Da precipitação média anual de 695 mm, infiltrou-se 672 mm, na parcela com a caatinga. Esses dados ressaltam o importante papel que a cobertura vegetal pode desempenhar no controle das perdas de água por escoamento superficial, principalmente quando se considera a irregularidade e a baixa precipitação pluvial da região semi-árida do Nordeste do Brasil.
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Dinâmica hídrico-térmica e perdas de solo e água: influência do uso e geoforma do solo

Dinâmica hídrico-térmica e perdas de solo e água: influência do uso e geoforma do solo

A erosão hídrica tem sido considerada a forma mais importante de degradação dos solos tropicais. É frequente, processa-se com rapidez e causa elevados prejuízos ao setor agrícola, principalmente quando acelerada pela ação antrópica. Com objetivo de avaliar a influência do uso do solo (mata, plantio de café, plantio de eucalipto e pastagem) e da geoforma (côncava e convexa) nas perdas de água e solo, em condições de chuva natural, no período de março de 2009 a fevereiro de 2010, instalaram-se unidades experimentais de 11,0 m de comprimento e 3,5 m de largura em Latossolo Vermelho Amarelo, localizado em microbacia do município de Viçosa, MG. O volume de água escoado na parcela foi captado em caixa com vertedor triangular e quantificado por meio de linígrafo automático com sensor de pressão. A perda de solo foi determinada pelo método direto, usando caixa coletora de sedimentos. Considerando a necessidade de chuva em volume e intensidade apreciáveis para contar com escoamento superficial e a necessidade desse escoamento para provocar erosão hídrica, quantidades elevadas de sedimentos foram carregadas em associação com os maiores valores de escoamento nas parcelas experimentais, com coeficientes de correlação linear no intervalo entre 0,781 e 0,989, considerando períodos mensais entre março/2009 e fevereiro/2010. As perdas de
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Perdas de solo e água por erosão hídrica em sistemas florestais na região de Aracruz (ES).

Perdas de solo e água por erosão hídrica em sistemas florestais na região de Aracruz (ES).

Avaliaram-se as perdas de solo e água por erosão hídrica em sistemas florestais, relacionando-as com os limites admissíveis de perdas para as principais classes de solo nos Tabuleiros Costeiros da região de Aracruz (ES), com vistas em obter indicativos da adequação do manejo deste sistema de produção. O experimento foi instalado em parcelas em Argissolo Amarelo textura média/ argilosa (PA1), Plintossolo Háplico (FX) e Argissolo Amarelo moderadamente rochoso (PA8), com declividade variando de 1,8 a 8,2 %; 1,3 a 12,4 % e 28,8 a 35,5 %, respectivamente, contemplando três situações: eucalipto, mata nativa e solo descoberto. As perdas de solo por erosão hídrica para o sistema com eucalipto apresentaram a seguinte ordem: PA8 > PA1 > FX. As perdas de água por enxurrada para o sistema com eucalipto apresentaram a seguinte ordem: PA8 > FX > PA1, com uma variação de 9,09 a 70,48 mm, correspondendo a 0,79 e 6,1 % da precipitação total anual, respectivamente. As perdas de solo para o povoamento de eucalipto foram bem abaixo dos limites de tolerância para os solos referentes a cada classe, indicando a adequação do manejo deste sistema de produção em relação à erosão hídrica. O fato de as perdas de solo para o eucalipto ficarem relativamente próximas daquelas da mata nativa indica a sustentabilidade daquele ambiente no contexto de erosão.
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Potencial impacto das mudanças climáticas nas perdas de solo e água na microbacia do córrego Jaqueira, Alegre - ES

Potencial impacto das mudanças climáticas nas perdas de solo e água na microbacia do córrego Jaqueira, Alegre - ES

Os aumentos do escoamento superficial e das taxas de perdas de solo (Tabela 9) provocados pelo aumento da precipitação (Tabela 4), observados em 2020 A2, 2020 B2 e 2050 B2, podem ser explicados pelo fato da chuva constituir o principal agente responsável para a ocorrência da erosão hídrica, seja pelo impacto direto das gotas sobre a superfície do solo ou pela capacidade de produzir escoamento superficial. Convém ressaltar que não apenas a precipitação média anual é importante para a ocorrência de perdas de água e solo, mas sua distribuição sazonal, isto é, ao longo dos meses é também fundamental, o que pode ser evidenciado na simulação feita para a década de 2050, cenário B2, em que o extremo incremento da precipitação mensal de novembro, aumentou demasiadamente as taxas de perda de solo e o escoamento superficial. Além da lâmina precipitada, o conhecimento da distribuição do tamanho de gotas, sua velocidade de queda e energia cinética, são de grande importância para a estimação das perdas de solo e água, pois são responsáveis pela fragmentação dos agregados do solo em partículas coloidais, que podem promover o entupimento dos macroporos responsáveis pela drenagem de água, logo após o início da precipitação, selando a superfície do solo e impedindo a rápida infiltração da água; além disso, influencia também a intensidade, duração e a frequência das chuvas, no processo erosivo. Todavia, tais características não foram consideradas no presente estudo, uma vez que não são previstas nos modelos climáticos adotados pelo IPCC.
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