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Descritores: Epidemiologia. Genética. Ambulatório hospitalar. ABSTRACT - PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE GENÉTICA MÉDICA DO AMBULATÓRIO MATERNO INFANTIL DA UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CAT

Descritores: Epidemiologia. Genética. Ambulatório hospitalar. ABSTRACT - PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE GENÉTICA MÉDICA DO AMBULATÓRIO MATERNO INFANTIL DA UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CAT

As doenças genéticas e anomalias congênitas representam a segunda causa de mortalidade infantil no Brasil, afetando 3% a 7% da população mundial. Reconhecendo isto, este estudo teve como objetivo traçar o perfil clínico-epidemiológico dos pacientes atendidos no serviço de genética médica no Ambulatório Materno Infantil (AMI) da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), no período compreendido entre maio de 2013 e março de 2014. Trata-se de um estudo transversal, realizado por meio de revisão padronizada dos prontuários dos pacientes. A população analisada foi composta pelos indivíduos que procuraram o especialista em genética médica do AMI, na cidade de Tubarão-SC, no período da pesquisa. No estudo foram avaliados 161 prontuários. Por meio da distribuição do diagnóstico clínico dos pacientes, foram averiguadas quais são as principais doenças genéticas incidentes na região, quais os exames mais utilizados pelos médicos para diagnosticá-las e quais situações devem ser alvo de intervenções específicas, tanto terapêuticas quanto profiláticas. No trabalho foi descrito também o desfecho dos pacientes ao final do atendimento e a presença/ausência de uma história familiar positiva para as respectivas doenças diagnosticadas. Em última instância, este estudo servirá de subsídio para construção de uma linha de cuidado integral para pacientes com doenças genéticas e anomalias congênitas na região.
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Perfil clínico epidemiológico da hanseníase : uma revisão integrativa

Perfil clínico epidemiológico da hanseníase : uma revisão integrativa

A elaboração da questão norteadora deste estudo foi definida a partir do seguinte questionamento: “Quais as informações encontradas sobre a temática, o perfil clínico epidemiológico da hanseníase, levando –se em consideração a produção científica no período estudado de 2007 a 2016?”. Utilizou-se como estratégia de identificação e seleção dos artigos o levantamento de estudos indexados nos bancos de dados disponíveis na Biblioteca Virtual de Saúde – BVS: Lilacs, Medline. No levantamento bibliográfico realizado pela internet utilizaram-se os descritores baseados nos Descritores em Ciências da Saúde (De CS): “Hanseníase (Leprosy), Doenças negligenciadas (Neglected diseases), Vigilância epidemiológica, (Epid emiological surveillance)”. Utilizando-os de forma isolada e em seguida de forma combinada, com suas variações nas línguas portuguesa, espanhol ou inglesa, garantindo uma forma mais criteriosa de seleção dos artigos. Utilizou-se uma abordagem de coleta de dados elaborando um formulário de forma a organizar os artigos proporcionando a determinação das características peculiares de cada um, observando-se os dissentimentos e concordâncias existentes. Tal metodologia permitiu separar os artigos de acordo com o título, ano, periódico, nome dos autores, objetivo, metodologia, principais resultados e conclusões. Para o refinamento adequado da pesquisa foram definidos como critérios de inclusão os artigos completos disponíveis gratuitamente nos idiomas português, inglês ou espanhol com resumos disponíveis nas bases de dados supracitadas, no período de janeiro de 2007 a Dezembro de 2016, que abordassem o tema “Perfil clínico epidemiológico da Hanseníase”. Como critério de exclusão os artigos que não apresentassem o tema abordado, que se repetissem nas bases de dados, periódicos que não fornecessem texto completo, artigos de revisão, dissertações, monografias, resumos, teses, cartas ao editor, artigo de opinião, de reflexão e editoriais.
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Perfil clínico e microbiológico de mulheres com vaginose bacteriana.

Perfil clínico e microbiológico de mulheres com vaginose bacteriana.

OBJETIVO: estudar o perfil clínico e microbiológico de mulheres portadoras de vaginose bacteriana participantes de um ensaio clínico randomizado, duplamente mascarado, que comparou aroeira e metronidazol, em uso vaginal, para tratamento do corrimento genital. MÉTODOS: o estudo constitui-se em uma série de casos de 277 mulheres portadoras de vaginose bacteriana diagnosticada, concomitantemente, pelos critérios de Amsel e Nugent, selecionadas a partir de um total de 462 recrutadas, utilizando as informações colhidas antes da intervenção. A análise dos dados foi efetuada utilizando-se o programa Epi-Info 3.32. Para comparar as frequências dos desfechos entre os grupos de intervenção, foi utilizado o teste do χ 2 e foi calculada a razão de risco e o intervalo de confiança a 95%. Foi feita análise por intenção
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PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: UM ESTUDO ECOLÓGICO

PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: UM ESTUDO ECOLÓGICO

OBJETIVO: Descrever o perfil clínico e epidemiológico da gestação na adolescência buscando possíveis diferenças em relação à gestação em mulheres adultas. MÉTODOS: Estudo ecológico a partir de dados secundários (DATA-SUS). Foram estudadas três grupos de variáveis: as relacionadas à mãe, as relacionadas ao parto e as relacionadas ao RN. A análise dos dados foi realizada pelo Teste Qui-quadrado de independência, considerando-se significante P ≤ 0,05. Foram utilizadas planilhas do Microsoft Excel, versão 2013, software Epi Info v.7, para a obtenção do Odds Ratio (OR), com intervalo de confiança (IC) de 95%. RESULTADOS: Foram avaliadas 48.277 gestações, sendo 4.453 (9,22%) em adolescentes com idade média de 16,92 anos (+1,16), e 43.824 (90,78%) em mulheres adultas com idade média de 27,89 anos (+ 5,77). As mães adolescentes eram solteiras (54,61%) e brancas (98,02%) em sua maioria e apresentaram gestação única (98,92%). A prematuridade ocorreu em 10,21%, 61,5% dos partos foram vaginais, com 99,73% ocorridos em ambiente hospitalar. Com relação ao recém-nascido, 51,99% eram do sexo masculino e o baixo peso ao nascer foi de 9,57%. Apgar < 7 no 1º minuto foi de 16,63%, e no 5º minuto, 2,14%. A presença de anomalias congênitas em filhos de mães adolescentes foi de 1,15%. CONCLUSÃO: A gravidez na adolescência se associou com menor número de consultas de pré-natal, maiores taxas de prematuridade e baixo peso, com maior ocorrência de parto vaginal e de anomalias congênitas no RN.
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PERFIL CLÍNICO- EPIDEMIOLÓGICO DE SAÚDE BUCAL EM PACIENTES DE HANSENÍASE

PERFIL CLÍNICO- EPIDEMIOLÓGICO DE SAÚDE BUCAL EM PACIENTES DE HANSENÍASE

do ICPOD. Outro fator relacionado ao aumento de ICPOD foi o não acesso ao serviço odontológico por 70% dos pacientes hansenianos, havendo diferença estatisticamente significante (p=0,0005) com o GC e a falta de orientação de higiene bucal em 60%, havendo diferença estatisticamente significante (p=0,01) com o GC. O ISS médio foi de 0,9ml/min e não apresentou associação com as doses do PQT e nem com o uso de prednisona. Dos pacientes do GE, 25% apresentaram hipossalivação, mas não houve aumento de ICPOD e nenhum dos grupos revelou alteração de pH salivar, variando de 5,85 a 7,34, com capacidade tampão dentro do padrão de normalidade. Conclui-se que perfil clínico-epidemiológico dos pacientes portadores de hanseníase assemelha-se a do grupo controle, não tendo sido diagnosticado nenhuma alteração da mucosa bucal específica para hanseníase, o que não anula, entretanto, a possibilidade da cavidade bucal ser fonte de infecção para hanseníase necessitando de confirmação histopatológica e/ou PCR para detecção de M.leprae viável. Além disso, os dados mostraram que a maioria dos pacientes hansenianos avaliados não tem acesso ao serviço odontológico, nem orientação de higiene bucal, resultante da falta de políticas públicas de saúde bucal para hansenianos.
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Perfil clínico de neonatos internados em uma Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal / Título abreviado: Perfil clínico de neonatos internados em uma UTIN

Perfil clínico de neonatos internados em uma Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal / Título abreviado: Perfil clínico de neonatos internados em uma UTIN

Estudos realizados para caracterizar as principais causas da prematuridade com base nas características maternas e assistenciais na gestação identificaram que este problema está diretamente relacionado com parto cesáreo, realização de menos de sete consultas pré-natal, menor idade materna 10 , baixa escolaridade materna, gestação múltipla, pré-natal inadequado 7 . Considerando os aspectos apresentados acima o presente estudo tem como objetivo caracterizar o perfil clínico de neonatos internados em uma UTIN de uma maternidade de hospital público no interior de Minas Gerais.
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PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

Eu,________________________________________________________________ abaixo assinado, concordo em participar da pesquisa intitulada "Perfil clínico- epidemiológico e qualidade de vida em crianças e adolescentes portadores de hanseníase no tratamento e pós alta no município de Palmas- TO, que será realizada juntamente com dados da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde do Tocantins, consulta aos prontuários nas Unidades Básicas de Saúde que fazem parte do programa de controle de hanseníase no município de Palmas, seguida de visita domiciliar para entrevista dos menores, com o objetivo de analizar o perfil clínico e epidemiológico, bem como mensurar o grau de qualidade de vida nos menores hansênicos envolvidos na pesquisa. Por se tratarem de menores de idade, os pais ou responsáveis foram esclarecidos sobre os objetivos da pesquisa e, para tanto, autorizarem a participação dos seus filhos, assinando este termo.
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Perfil clínico e eletrorretinográfico da comoção retiniana.

Perfil clínico e eletrorretinográfico da comoção retiniana.

Objetivo: Traçar perfil clínico, anatômico e funcional da comoção re- tiniana. Métodos: Pacientes com trauma ocular contuso e quadro fundos- cópico de comoção retiniana unilateral há menos de 72 horas foram submetidos ao exame de acuidade visual, biomicroscopia, oftalmoscopia binocular indireta, retinografia, angiografia fluoresceínica, tomografia de coerência óptica e eletrorretinografia de campo total. A eletrorretinografia foi repetida após 15 e 30 dias. A angiografia após 30 dias. Resultados: Foram incluídos 16 pacientes no estudo. No primeiro exame, havia diferença estatisticamente significante entre o olho atingido e o olho controle na amplitude de todas as respostas, sem alteração da relação b/a, e na latência da resposta de cones isolados e do flicker a 30 Hz. No segundo exame, manteve-se a diferença para os potenciais oscilatórios, que desapareceu no último exame. Na angiofluoresceinografia, todos os olhos acometidos mostravam áreas de hiperfluoresceência por transmis- são alternadas com áreas de hipofluorescência por bloqueio. Este defeito mantém-se após 30 dias. A tomografia de coerência óptica mostrou diminuição da refletividade na camada dos fotorreceptores. Conclusões: As alterações encontradas refletiram acometimento de fotorreceptores e de células ganglionares, mas não da camada de células bipolares, além de mobilização precoce de pigmento do epitélio pigmentado da retina. As alterações eletrorretinográficas desapareceram após 30 dias do trauma.
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Estudo do perfil clínico e imunológico dos possíveis e potenciais doadores de órgãos no Hospital de Pronto Socorro João XXIII.

Estudo do perfil clínico e imunológico dos possíveis e potenciais doadores de órgãos no Hospital de Pronto Socorro João XXIII.

Em diversos países há diferentes políticas de estímulo à doação através de doadores vivos, parentes ou não; entretanto, a doação de doadores cadáveres, ou seja, advinda de doadores em morte encefálica (ME), é prática recomendada e aceita em quase todo o mundo 6-11 . As políticas públicas levam em consideração questões sócio-culturais e legais tanto para a caracterização da ME, como para a organização das prioridades nas filas de transplantes. Há um aumento no número de pacientes que aguardam nas listas de espera em relação ao número de doações, o que leva a morte de alguns ainda na fila. Por outro lado, há subnotificação dos diagnósticos de ME no país e há poucos hospitais com serviços exclusivos de atenção à captação de órgãos 14-20 . Aliado a isto, as características dos doadores irão implicar na mortalidade precoce ou tardia do transplantado, assim como no número de transplantes realizados e no número de órgãos viáveis para transplante 7 . Para melhorar esta situação há que se conhecerem as características desses doadores, resultando em seu manejo mais racional e na expansão dos critérios de aceitação dos doadores. Para tal, faz-se necessária minuciosa pesquisa do perfil clínico dos potenciais doadores em nosso meio através de estudos que ainda são escassos.
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Perfil clínico-epidemiológico de pacientes com neurocisticercose atendidos no Hospital Universitário Regional de Maringá, Paraná, Brasil.

Perfil clínico-epidemiológico de pacientes com neurocisticercose atendidos no Hospital Universitário Regional de Maringá, Paraná, Brasil.

RESUMO - Este estudo propõe-se verificar o perfil clínico-epidemiológico da neurocisticercose (NCC) em pacientes atendidos no Hospital Universitário Regional de Maringá. Foram analisados 6100 prontuários dos setores de Neurologia, Neuropediatria, Neurocirurgia e Psiquiatria, de janeiro/1998 a dezembro/2004. Destes, foram selecionados 48 com diagnóstico de NCC. O número de casos de NCC observados superou aqueles notificados à Vigilância Epidemiológica nos anos de 1998, 1999, 2001, 2002 e 2004. Houve predomínio do gênero feminino (p<0,001), com idade entre 31-60 anos (43,7%) e residentes na zona urbana (93,8%). A epilepsia por NCC (IC=1,77;16,07; p=0,0024) foi de início tardio e generalizada em 91,7% dos pacientes, estando associada a cefaléia em 37,5% dos pacientes. Houve necessidade de internação em 22,9% dos pacientes, com tempo médio de internação de 3,91±3,35dias. Concluiu-se que o perfil clínico-epidemiológico observado é peculiar, apresentando alguns pontos em comum com estudos conduzidos em outras regiões endêmicas brasileiras.
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Cardiomiopatia chagásica: prognóstico no perfil clínico-hemodinâmico C.

Cardiomiopatia chagásica: prognóstico no perfil clínico-hemodinâmico C.

Todos os pacientes foram classificados de acordo com o perfil clínico-hemodinâmico de Stevenson e selecionamos apenas os que apresentavam sinais de baixo débito e congestão. Os critérios adotados para caracterização do baixo débito foram a presença de pelo menos dois dos seguintes sinais ou sintomas: PAS (pressão arterial sistólica) menor do que 90 mmHg sintomática, má perfusão em extremidades (enchimento capilar lentificado), alteração do nível de consciência ou insuficiência pré-renal. Na caracterização da presença de congestão, sendo também necessária a presença de pelos menos dois deles, utilizamos os seguintes critérios: estase jugular, estertores pulmonares, edema em região sacral, edema de membros inferiores ou hepatomegalia. Tal avaliação foi realizada simultaneamente por dois médicos especialistas em insuficiência cardíaca responsáveis pelo estudo.
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Diagnóstico de enfermagem Risco de quedas: prevalência e perfil clínico de pacientes hospitalizados.

Diagnóstico de enfermagem Risco de quedas: prevalência e perfil clínico de pacientes hospitalizados.

Objetivos: identificar a prevalência do diagnóstico de enfermagem Risco de quedas nas internações de pacientes adultos, em unidades clínicas e cirúrgicas, caracterizar o perfil clínico e identificar os fatores de risco dos pacientes com esse diagnóstico de enfermagem. Método: estudo transversal com amostra de 174 pacientes. Os dados foram coletados em sistema de prescrição de enfermagem informatizado e prontuário online e analisados estatisticamente. Resultados: a prevalência do diagnóstico de enfermagem Risco de quedas foi de 4%. O perfil dos pacientes apontou para idosos, sexo masculino (57%), internados nas unidades clínicas (63,2%), com tempo mediano de internação de 20 (10-24) dias, portadores de doenças neurológicas (26%), cardiovasculares (74,1%) e várias comorbidades (3 ± 1,8). Os fatores de risco prevalentes foram alteração neurológica (43,1%), mobilidade prejudicada (35,6%) e extremos de idade (10,3%). Conclusão: os achados contribuíram para evidenciar o perfil dos pacientes com risco de queda, internados em unidades clínicas e cirúrgicas, o que favorece o planejamento de intervenções preventivas a esse evento adverso.
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CASOS RECUPERADOS DA COVID-19: PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO

CASOS RECUPERADOS DA COVID-19: PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO

Objetivos: Descrever características clínicas e epidemiológicas dos indivíduos recuperados da doença COVID-19 na cidade de Brusque, Santa Catarina, Brasil. Métodos: Estudo observacional descritivo e retrospectivo de casos da COVID-19 compreendidas no período entre 27 de março de 2020 e 27 de maio de 2020. Foram revistos prontuários médicos de 104 indivíduos com diagnóstico laboratorial para SARS-CoV-2, analisando perfil clínico e epidemiológico, além de achados laboratoriais e de imagem e tratamento realizado. Foram utilizadas planilhas do Microsoft Excel, versão 2020, e software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®) versão 17.0 para obtenção de frequências e intervalos. Resultados: A média de idade dos acometidos foi de 40,1 anos, 51% eram do sexo masculino, em 14,4% dos casos houve necessidade de internação hospitalar dos quais 54,3% destes apresentavam uma ou mais comorbidades pré-existentes. O sintoma mais comum na admissão foi tosse (85,6%) e o menos comum foi dor abdominal (3,5%). Dos tratamentos utilizados, os antibióticos foram prescritos em 45,2% dos casos, sendo a azitromicina a medicação mais prevalente (39,5%). Conclusão: A doença causada pelo novo coronavírus, COVID-19, na cidade de Brusque, acometeu faixa etária mais nova, com menor necessidade de internações hospitalares e complicações. Por ser uma doença nova, com diferentes formas de evolução e acometimento, a experiência e os resultados de cada cidade podem contribuir no tratamento e na prevenção da vida dos indivíduos. Descritores: COVID-19. Coronavírus. Epidemiologia.
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Perfil clínico de 62 casos de distúrbios da diferenciação sexual.

Perfil clínico de 62 casos de distúrbios da diferenciação sexual.

Foram coletados os seguintes dados dos prontuários: demograia (naturalidade, residência atual, sexo de registro, data de nascimento); características clínicas (exame clínico da genitália e classiicação de Prader, presença de outras anomalias ou dismorias, exames laboratoriais ou de ima- gem); dados de história clínica (idade em que se iniciaram os sintomas, história neonatal, relato de crise adrenal ou de hipertensão, história familiar, gestacional e relato de fertili- dade). Foi considerada história familiar positiva a presença de: relato familiar de genitália ambígua; crise adrenal e/ou morte neonatal; infertilidade; criptorquidia, hipospádia e/ ou micropênis e síndromes semelhantes à apresentada pelo paciente. Além disso, coletaram-se informações sobre o cariótipo do paciente e sobre cirurgia de reparação genital. Vale ressaltar que a coleta de dados limitou-se à consulta de informações contidas nos prontuários.
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Úlceras cutâneas na hanseníase: perfil clínico-epidemiológico dos pacientes.

Úlceras cutâneas na hanseníase: perfil clínico-epidemiológico dos pacientes.

Realizou-se um estudo tranversal dos 79 casos de pacientes com hanseníase atendidos no ambulató- rio de hanseníase junto ao Serviço de Arquivo Médico do HCFMRP-USP nos anos de 2003 e 2004. Foram analisadas as características clínico-epidemiológicas como: idade, sexo, cor, forma clínica da hanseníase, baciloscopia, grau de incapacidade e co-morbidades. Os pacientes foram classificados conforme as histó- rias clínicas descritas nos prontuários a partir das quais foram constituídos dois grupos distintos para análise: Grupo 1 (G1)- hansenianos ulcerados (n=25) e Grupo 2 (G2)- hansenianos não ulcerados (n=54). O total de pacientes foi denominado de han- senianos (MH) total.
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SAHOS em crianças: perfil clínico e respiratório polissonográfico.

SAHOS em crianças: perfil clínico e respiratório polissonográfico.

entre 4 a 12 anos de idade sendo que os pais de 10,8% crianças relataram persistentes problemas relacionados ao sono dentro dos últimos seis meses; contudo, menos de 50% dos pais dest[r]

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Perfil clínico e critérios diagnósticos da mielorradiculopatia esquistossomótica.

Perfil clínico e critérios diagnósticos da mielorradiculopatia esquistossomótica.

RESUMO - Durante período de 20 anos (1972-1992), 56 pacientes com diagnóstico de mielorradiculopatia esquistossomótica foram internados em três hospitais de Belo Horizonte – Minas Gerais. Dados de cada paciente foram coletados retrospectivamente de seus prontuários. Em todos os casos, o diagnóstico foi presumido e baseou-se nos seguintes critérios: 1) quadro de comprometimento medular torácico baixo ou lombossacro (síndrome de cone medular e/ou cauda equina); 2) epidemiologia positiva para esquistossomose; 3) comprovação laboratorial de esquistossomose através de exame parasitológico de fezes ou biópsia retal; e 4) exclusão de outras patologias que pudessem causar quadro semelhante. Vários aspectos clínicos e epidemiológicos foram estudados para determinar o perfil diagnóstico da mielorradiculopatia esquistossomótica nesta amostra e são apresentados neste artigo. Reconhecendo os vários problemas no diagnóstico da mielorradiculopatia esquistossomótica, enfatizamos a importância de se pensar nesta entidade e sugerimos critérios para definição diagnóstica.
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Perfil clínico e microbiológico de cães com e sem otoacaríase.

Perfil clínico e microbiológico de cães com e sem otoacaríase.

Os objetivos do estudo foram identificar a presença de microrganismos nos condutos auditivos dos cães através dos exames citológico e microbiológico, assim como avaliar a associação des[r]

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Perfil clínico-hospitalar de crianças com cardiopatia congênita.

Perfil clínico-hospitalar de crianças com cardiopatia congênita.

Introdução: Crianças portadoras de cardiopatia congênita apresentam, desde o nascimento, anomalias funcionais e estruturais. A incidência desse quadro é de 8 a 10 a cada mil nascidos vivos. Objetivo: Caracterizar o perfil da criança portadora de cardiopatia congênita atendida em um hospital de referência no Estado do Paraná, Brasil. Métodos: Os dados foram obtidos a partir da análise de 77 prontuários de crianças de 0 a 10 anos. Para a caracterização da amostra, foram observados, além da faixa etária, aspectos físicos, como peso, altura e índice de massa corporal, tempo de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e permanência com cateter venoso central (CVC). Resultados: Dentre as cardiopatias congênitas observadas, a comunicação interventricular (CIV), a comunicação interatrial (CIA), a persistência do canal arterial (PCA), a hipertensão pulmonar (HP) e a tetralogia de Fallot (T4F) foram as mais recorrentes e, na maioria dos casos, cerca de 80% apresentaram duas ou mais cardiopatias. Conclusão: A criança portadora de cardiopatia congênita está, geralmente, abaixo do peso ideal, permanece internada em UTI por cerca de 16 dias, utiliza o acesso por meio do CVC em 70% do tempo (11 dias) e a maior parte delas (75,40%) apresenta até quatro doenças cardíacas, das quais as mais comuns são a CIV, CIA, PCA e T4F.
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Perfil clínico e epidemiológico de pacientes em reação hansênica.

Perfil clínico e epidemiológico de pacientes em reação hansênica.

Quanto às características clínicas a pesquisa eviden- ciou que os estados reacionais se manifestaram com maior frequência durante a realização do tratamento com PQT e que a maior parte[r]

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