Perfil de competências do enfermeiro

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Perfil de competências do enfermeiro no serviço de urgência

Perfil de competências do enfermeiro no serviço de urgência

O objetivo deste trabalho foi aproximarmo-nos de uma determinação do perfil de competência ideal do Enfermeiro do Serviço de Urgência e averiguar como se posicionam os enfermeiros que desempenham (ou desempenharam) funções no SU, nesse perfil. Desenvolveu-se um estudo qualitativo onde foram elaboradas entrevistas a enfermeiros peritos e elaborada a análise de conteúdo e um estudo quantitativo, trans- versal, correlacional utilizando um questionário de autopreenchimento, numa amostra de enfermeiros. Nos resultados destacamos a construção e validação da Escala de Competências dos Enfermeiros em Serviço de Urgência, com três fatores: decisão clínica, comunicação e liderança e organização e prestação de cuidados, que convergem com as categorias que surgiram do estudo qualitativo. Este instrumento pode contribuir para a identificação e mensuração de um Perfil de Competências do Enfermeiro no SU. Observámos ainda que os enfermeiros mais velhos e com mais experiência profissional se auto percecionam mais competentes. Os enfermeiros, em relação às enfermeiras, auto percecionam-se mais competentes na Comunicação e Liderança. Os enfermeiros com “formação específica” e mais “habilitações académicas” auto percecionam-se mais competentes em todos os fatores da ECESU e os que estão em “desempenho de funções atual em SU”, auto percecionam-se mais competentes na Organização e Prestação de Cuidados, na Decisão Clínica e no total da ECESU.
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Perfil de competências do enfermeiro no transporte inter-hospitalar da pessoa em situação crítica

Perfil de competências do enfermeiro no transporte inter-hospitalar da pessoa em situação crítica

A escolha do tema: “ O perfil de competências do enfermeiro para o acompanhamento da pessoa em situação crítica na transferência inter-hospitalar” teve como ponto de partida a experiência na prestação de cuidados a doentes em estado crítico em contexto de serviço de urgência (SU) médico-cirúrgico, onde o acompanhamento deste tipo de doentes em transferências inter-hospitalares é uma prática quase diária. Outra das motivações foi problemática/preocupação acima referida e verificada com alguma frequência, deste tipo de transporte ser realizado por equipas inexperientes ou com pouca experiência e sem formação específica.
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Perfil de competências do enfermeiro em funções na emergência pré-hospitalar

Perfil de competências do enfermeiro em funções na emergência pré-hospitalar

Consideramos também que, no que diz respeito ao grau de formação, e dando resposta ao objetivo “Identificar qual é a formação que um enfermeiro deve ter para ser enfermeiro de pré-hospitalar”, muito obstante os resultados do nosso estudo não apresentarem diferenças estatisticamente significativas, a realidade é que, de uma forma geral, acabamos por poder identificar uma certa estratificação dos resultados, onde se observa melhores pontuações médias dos Enfermeiros detentores de Mestrado e/ou Doutoramento, seguidos dos Enfermeiros possuidores de formação Pós-Graduada e, por último, os Enfermeiros detentores apenas da Licenciatura. Ficamos assim com a opinião de que um estudo mais aprofundado nesta área, e com uma amostra mais significativa, poderá revelar alguns dados interessantes, nomeadamente no sentido de procurar perceber melhor as características da formação com mais impacto no desenvolvimento de competências nesta área.
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Percepção das crianças em idade escolar sobre o profissional de enfermagem

Percepção das crianças em idade escolar sobre o profissional de enfermagem

Ainda segundo o Regulamento do perfil de competências do Enfermeiro de cuidados gerais de 2012, fazem parte das competências deste profissional: a capacidade de desenvolvimento de uma prática profissional com responsabilidade, de exercer a sua prática profissional de acordo com os quadros ético, deontológico e jurídico, de actuação de acordo com os fundamentos da prestação e gestão de cuidados, de promoção da saúde, de utilização do processo de Enfermagem, de estabelecimento de comunicação e relacionamento interpessoais eficazes, de promoção de um ambiente seguro, de promoção de cuidados de saúde interprofissionais, de delegação e supervisão de competências, de contribuição para a valorização profissional, de contribuição para a melhoria contínua da qualidade dos cuidados de Enfermagem e de desenvolvimento de processos de formação contínuos.
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Perfil de competência profissional do enfermeiro em emergências.

Perfil de competência profissional do enfermeiro em emergências.

Portanto, a proposta visou fornecer uma perspec- tiva diferente da até então estudada sobre a temática competência do enfermeiro em emergência, com o intuito de ser abrangente e integrativa. Desta forma, o estudo expôs um Perfil de Competências para o en- fermeiro trabalhar com excelência em qualquer nível de atenção em emergências. Ainda, deve-se salientar que há limitações na pesquisa pelo fato da mesma ter sido apenas avaliada por um pequeno grupo de experts. Embora todos tenham indicado que o Perfil é próprio para os enfermeiros em emergências é necessário veri- ficar a sua validade e a sua confiabilidade.
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Da gestão por competências às competências gerenciais do enfermeiro.

Da gestão por competências às competências gerenciais do enfermeiro.

Este artigo trata-se de uma revisão bibliográfica que teve como objetivos coletar maiores informações acerca da gestão por competências; entender os conceitos de perfil e competências na gestão de pessoas; compreender a questão das competências profissionais e a sua relação com as competências da organização; e por fim identificar as competências gerenciais necessárias ao trabalho do enfermeiro sob o aspecto do mercado de trabalho. A literatura evidenciou que o conceito de competência apresenta grandes resultados quando aplicado na gestão de pessoas, podendo proporcionar no contexto dos serviços de saúde, benefícios tanto para as organizações quanto para os profissionais e pacientes. Para isso, é necessário que os serviços de saúde se apropriem desse conhecimento, como possibilidade de alcançarem melhores resultados, assim como instituições de ensino e enfermeiros, que buscam uma formação que corresponda aos desafios da profissão e do mercado de trabalho.
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Formação do enfermeiro na perspectiva das competências: uma breve reflexão.

Formação do enfermeiro na perspectiva das competências: uma breve reflexão.

Assim, o discurso atual da reforma educacional volta-se ou centra-se na questão da formação de competências. É uma ampla reforma, implementada pelo Ministério da Educação - MEC, no sentido de modernização do sistema de formação profissional, que prevê, dentre outras ações, o Sistema de Formação, Avaliação e Certificação, baseado em Competências. Qual é a noção de competências ou de competência profissional que será avaliada e certificada? Ainda estão presentes na minha memória os debates ocorridos na área da Enfermagem, na década de 1980, que giravam em torno da ênfase na competência técnica, ou na competência científica e política, na formação do enfermeiro. É como se se pudesse desarticular o técnico do científico e do político, dentre outras dimensões inerentes ao exercício da profissão. Como avaliar por competências? É possível fragmentar o profissional em múltiplas competências? Eu sempre pensei em competência como um conjunto de conhecimentos e habilidades, adquiridos formalmente no sistema escolar, que fosse aperfeiçoando-se no exercício da profissão, e que permitisse ao profissional desempenhar o seu trabalho com qualidade, com competência... Entretanto, é uma nova noção de competência que se coloca. Como afirma Demo (6) , o perfil
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Competências do enfermeiro para o cuidado paliativo na atenção domiciliar.

Competências do enfermeiro para o cuidado paliativo na atenção domiciliar.

Na resolução de um problema o indivíduo imple- menta o que aprendeu a organizar durante a sua ex- periência profissional, e na possibilidade de situações repetidas ele não deveria fazer igual, mas poderá res- ponder de forma semelhante. Diante disso, chama-se a atenção para o risco de um perfil comportamental úni- co, que engesse o profissional numa postura assistencial que impossibilite a singularidade, o inesperado ou o inusitado contido nos eventos. A competência se reve- la em saber como agir, no aqui e agora, para além do que está prescrito, quando defrontamos com eventos de aparência conhecida, mas de expressão inesperada. (8)
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Avaliação de competências no ensino superior: um estudo com estudantes de enfermagem

Avaliação de competências no ensino superior: um estudo com estudantes de enfermagem

uma das partes mais importantes de todo o trabalho científico, uma vez que faz referência ao que já se tem descoberto sobre o assunto pesquisado, evitando que se perca tempo com investigações desnecessárias. Além disso, auxilia na melhoria e desenvolvimento de novos postulados, conceitos e paradigmas. Trata-se de uma actividade árdua por ser crítica e reflexiva. Também não se deve iniciar um processo de colocação de dados sem reflectir sobre eles, sem relacioná-los com a temática desenvolvida, sem interagir com o autor, apresentando um novo texto, com força argumentativa e conclusões adquiridas pela reflexão (Marques, 2004, p.17). Neste capítulo, fazemos referência à formação em enfermagem na Suíça e sua evolução, para compreendermos o contexto no qual este estudo foi realizado. O perfil do enfermeiro na Suíça e as suas competências, assim como, o papel do Ensino Clínico no Currículo de Enfermagem, são explicitados para justificar a revisão da literatura relativa a planos curriculares, competências, ensino clínico. 1
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A ética que se constrói no processo de formação de enfermeiros: concepções, espaços e estratégias.

A ética que se constrói no processo de formação de enfermeiros: concepções, espaços e estratégias.

Objetivo: discutir as concepções de professores sobre a dimensão ética da formação do enfermeiro, com base nas relações estabelecidas entre ética, competências e perfil profissional, bem como identificar os espaços e estratégias para o ensino da ética nesse processo de formação. Método: estudo qualitativo, delineado como estudo de caso. Os dados foram coletados entre grupos focais, com professores de seis cursos de graduação de enfermagem de uma universidade do Estado de Santa Catariana, totalizando 50 sujeitos. Tomando-se como base o discurso dos professores, foram analisadas as concepções e mútuas relações entre competências profissionais, processo formativo e ética. Resultados: os resultados foram organizados e exploram a discussão acerca das categorias temáticas: a ética que se constrói no processo de formação de enfermeiros, as concepções de professores e espaços e estratégias para o ensino da ética na formação em enfermagem. Conclusões: o tema da ética mostrou-se transversal no processo formativo. O estudo evidenciou o desafio de se criar espaços e estratégias de ensino e fomenta a discussão acerca das novas demandas por mudanças colocadas às escolas, da qualificação do cenário do cuidado e do exercício da educação problematizadora e crítica.
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O desenvolvimento de competências gerenciais do enfermeiro na perspectiva de docentes de disciplinas de Administração aplicada à Enfermagem.

O desenvolvimento de competências gerenciais do enfermeiro na perspectiva de docentes de disciplinas de Administração aplicada à Enfermagem.

Outras formas facilitadoras do desenvolvi- mento de competências gerenciais citadas pelos sujeitos foram: participação em programas de desenvolvimento pessoal e profissional, tais como cursos de aperfeiçoamento, pós-graduação (especialização e mestrado), voltados para a área de administração, economia e gestão em saúde; bem como a participação em grupos de pesquisa. Todos os sujeitos justiicam que muitas mudanças ocorrem e isto requer que o mesmo estude e se atu- alize constantemente. Ademais, é necessário que o proissional tenha lexibilidade e saiba identiicar em que situações seus conhecimentos podem ser mobilizados e articulados. Estas idéias são escla- recidas nas seguintes falas: [...] nestas duas últimas décadas a gente tem passado por mudanças cruciais no modelo gerencial e se a gente não se alinhar a esses novos modelos, não estudá-los, não entendê-los, [...] a gente ica completamente defasado (d5).
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Definição do perfil de competências das funções profissionais que efectuam atendimento ao público no Município de Oeiras

Definição do perfil de competências das funções profissionais que efectuam atendimento ao público no Município de Oeiras

Ao nível organizacional, os perfis de competências são necessários para assegurar que os resultados pretendidos são alcançados, definindo as competências necessárias à execução dos serviços com a qualidade, rapidez e preço exigidos pelos clientes, neste caso concreto os cidadãos/munícipes. Esta ferramenta de gestão tem particular importância nos momentos em que é necessário proceder ao recrutamento de novos colaboradores, na elaboração de planos de desenvolvimento de colaboradores preparando-os para a sua função ou para novas funções na organização, bem como na avaliação do seu desempenho.
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MEMC Jose Rui Ganilha

MEMC Jose Rui Ganilha

78 O PEI organiza a resposta do hospital, para qualquer situação ou incidente interno que possa vir a interromper a sua atividade normal mas para ser realmente eficaz, “é essencial que cada profissional se identifique como elemento fundamental neste processo e possa conhecer a sua missão, o seu papel e a sua Ação neste domínio de competências ” (DGS, 2010). Um dos primeiros passos na elaboração de um Plano de Emergência é a identificação de riscos. De modo a planear a resposta concreta ante as pessoas em situação de emergência multi-vítima ou catástrofe, é indispensável conhecer previamente quais os riscos com maior probabilidade de ocorrência, em que possam resultar acidentem graves ou catástrofes. Só o conhecimento desta possibilidade nos coloca em condições de a enfrentar. Sendo assim, é necessário conhecer antecipadamente os riscos, a sua localização, as ações preventivas e a atuação em caso de ocorrência de acidentes. Neste contexto o estágio no Comando Operações Distrital (CODIS) permitiu identificar para a zona onde está instalado o CMSH comporta riscos de origem natural - relacionados com as intempéries, nomeadamente cheias, inundações, estados de seca, quaisquer situações meteorológicas extremas e fenómenos relacionados com sismos; riscos derivados do desenvolvimento tecnológico - resultantes da ação humana em interação com o desenvolvimento tecnológico (incêndios, acidentes graves de tráfego aéreo, marítimo ou terrestre). O colapso de edifícios, epidemias e acidentes industriais com matérias perigosas, incluem-se nesta categoria.
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Processo de trabalho e competências gerenciais do enfermeiro da estratégia saúde da família

Processo de trabalho e competências gerenciais do enfermeiro da estratégia saúde da família

Objetivou-se identificar as dimensões do processo de trabalho do enfermeiro em uma unidade da Estratégia de Saúde da Família e, correlacionar as competências necessárias para o desenvolvimento de atividades gerenciais. Pesquisa descritiva que utilizou a técnica de observação não participante durante 160 horas de trabalho de quatro enfermeiros da referida unidade, de março a maio de 2011. Os resultados apontaram que a dimensão assistencial ocupa 42% do tempo dedicado pelos enfermeiros nas suas atividades, seguida da gerencial (33,0%), educativa (20,0%), participação política (2,5%). Na dimensão gerencial, as competências identificadas foram: comunicação (55,0%), liderança (33,0%), educação permanente (8,0%) e tomada de decisão (4,0%). Estas competências se inter-relacionam e se desenvolvem em conjunto com as funções administrativas: planejamento, coordenação, direção e controle. Para a consecução de suas atribuições na Estratégia de Saúde da Família o enfermeiro utiliza ferramentas administrativas, que exige deste profissional a mobilização constante de diferentes competências.
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O PERFIL DO ENFERMEIRO-EDUCADOR PARA O ENSINO DE GRADUAÇÃO

O PERFIL DO ENFERMEIRO-EDUCADOR PARA O ENSINO DE GRADUAÇÃO

A segunda característica levará o enfermeiro-educador e o educando a estabelecerem um confronto de idéias que norteiam a própria forma de ver a vida. Não se enseja com isso ditar regras ou normas, mas sim poder discutir, à luz da razão e do sentir, os diversos aspectos que a permeiam e lhe dão significado. O homem, ao ser compreendido como pessoa, terá a grata oportunidade de pôr a sua escala hierárquica de valores em questionamento e, uma vez sob questionamento, permitir- lhe-a reordená-la para que possa desenvolver-se e alcançar a felicidade. É fundamental que o enfermeiro- educador reflita sobre a sua própria escala e com isso auxilie o educando a pôr a sua própria em discussão.
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Competências do enfermeiro na gestão do conhecimento e capital intelectual

Competências do enfermeiro na gestão do conhecimento e capital intelectual

Nesse âmbito, vive-se numa sociedade espantosamente dinâmica, instável, desafiadora e, ao mesmo tempo, evolutiva. O enfermeiro que decidir permanecer esperando para ver o que acontece, corre o sério risco de ficar obsoleto e perder o campo de ação: seu espaço será ocupado por um profissional mais ágil e abrangente nas competências profissionais e organizacionais. Consequente- mente, entende-se que a adaptação à realidade atual será cada vez mais uma questão de desafios à sobrevivência.

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O enfermeiro na área da saúde coletiva: concepções e competências.

O enfermeiro na área da saúde coletiva: concepções e competências.

A contínua busca por conhecimentos é um traço importante e habilidade requerida para a atuação em saúde nos dias atuais. Entende-se que a formação não acaba ao término da graduação e estende-se durante a vida profissional, quando são requeridos novos conhecimentos e novas competências. Faz-se, assim, evi- dente a relevância de espaços de educação permanente, nos quais os profissionais possam discutir e aprofundar seus conhe- cimentos a fim de melhorar a assistência prestada (26) .

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relatório pdf    susana costa

relatório pdf susana costa

Quanto às competências de Enfº Especialista, o presente estágio permitiu o desenvolvimento e aperfeiçoamento das seguintes: Domínio da responsabilidade profissional, ética e legal; no Domínio da Melhoria da Qualidade: colabora em programas de melhoria contínua da qualidade, planeia programas de melhoria contínua (programa de preparação pré-operatória), cria e mantém um ambiente terapêutico e seguro, promove um ambiente físico, psicossocial, cultural e espiritual gerador de segurança e proteção dos indivíduos/grupo. E quanto às competências de EESIP, assiste a criança/jovem com a família, na maximização da sua saúde, diagnostica precocemente situações de risco que possam afetar negativamente a vida ou qualidade de vida da criança/jovem, cuida da criança/jovem e família nas situações de especial complexidade, presta cuidados específicos em resposta às necessidades do ciclo de vida e de desenvolvimento da criança e do jovem.
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A Pessoa com AVC, promoção do autocuidado nas AVD Higiene e Vestuário

A Pessoa com AVC, promoção do autocuidado nas AVD Higiene e Vestuário

A passagem por um serviço de internamento de reabilitação, contexto idêntico ao de onde exerço funções, verificou-se o período mais marcante do estágio, dando continuidade e complementando o objetivo central delineado, através do desenvolvimento das competências preconizadas para o EEER, nomeadamente na compreensão do processo de reabilitação da pessoa com AVC. Esta compreensão permitiu-me planear, executar e avaliar os cuidados de enfermagem e intervenções especializadas à pessoa, tanto no seu contexto de vida como no contexto de internamento, direcionando a minha intervenção para a promoção do autocuidado das suas AVD, integrando um planeamento de alta precoce e individualizado em conjunto com a pessoa e família/cuidador. Ao longo deste percurso tive ainda a oportunidade de prestar cuidados especializados a um vasto leque de utentes com outras patologias do foro neurológico, para além do AVC, levando-me a uma constante necessidade de aprofundar conteúdos por forma a sustentar a minha intervenção numa base sólida de conhecimentos, procurando ter sempre presente o capacitar “a pessoa com defici ncia, limita o da atividade e ou restri ão da participa o para a reinser o e e erc cio da cidadania” (Ordem dos Enfermeiros, 2010, p. 3).
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Relatório de Estágio ciriaco

Relatório de Estágio ciriaco

Orem define cinco métodos de ajuda (George, 2000) que poderão ser utilizados: agir ou fazer para outra pessoa; guiar ou orientar; proporcionar apoio físico e psicológico e proporcionar e manter ambiente de apoio ao desenvolvimento pessoal e ensinar. A Teoria dos Sistemas de Enfermagem determina como as necessidades de autocuidado da pessoa são preenchidas pelo enfermeiro, pela pessoa ou por ambos apresentando três classificações de sistemas de enfermagem: sistema totalmente compensatório (em que a pessoa é totalmente dependente e incapaz de realizar a acção de autocuidado); Sistema parcialmente compensatório (em que o enfermeiro e a pessoa executam em conjunto o cuidado) e Sistema de apoio e educação (em que a pessoa executa mas com supervisão e apoio do enfermeiro, sem o qual é incapaz de realizar) (Parker, 2005). A pessoa com paraplegia pode necessitar de qualquer um destes sistemas em diversas facetas do seu processo de reabilitação sendo que o objectivo último será a mestria na gestão da sua incapacidade e realização do seu autocuidado.
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