Perfil de solo

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Avaliação da infiltrabilidade de um perfil de solo tropical

Avaliação da infiltrabilidade de um perfil de solo tropical

Na natureza, o solo está constantemente sujeito a ciclos de secagem e umedecimento, antes, durante e depois da chuva ou devido às flutuações do nível das águas subterrâneas. Durante esses ciclos, como quase sempre o período de tempo é insuficiente para que ocorra o reequilíbrio de energia, há diferenças na sucção medida nos processos de enchimento e esvaziamento dos poros do solo, resultando que a curva descrita por um terreno durante a fase de umedecimento não é a mesma que a observada na fase de secagem. Este fenômeno é conhecido como histerese, ou seja, para o mesmo teor de umidade no solo, a água esta retida com uma energia diferente segundo o processo adotado para a variação da umidade do solo. É preciso que se entenda, no entanto, que a histerese não é nada mais nem nada menos que o resultado da falta de equilíbrio de energia, pois esta só ocorreria em grandes espaços de tempo e na natureza antes que esse equilíbrio tenha lugar, novas alterações de umidade surgem.
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TIPOS DE PROSPECÇÃO RISCOS DAS INVESTIGAÇÕES

TIPOS DE PROSPECÇÃO RISCOS DAS INVESTIGAÇÕES

OBJETIVOS: Obter informações geotécnicas ao longo de um perfil de solo. Determinar os índices de[r]

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Absorção de água pelas raízes do limoeiro sob distintas freqüências de irrigação.

Absorção de água pelas raízes do limoeiro sob distintas freqüências de irrigação.

Resumo: objetivou-se, nesse trabalho, caracterizar a absorção de água pelas raízes do limoeiro ‘Taiti’ (Citrus latifolia Tanaka) no perfil de solo sob diferentes intervalos de irrigação por microaspersão. O estudo foi realizado em condições semi-áridas, em solo franco arenoso, cuja absorção de água pelas raízes das plantas foi determinada a partir da umidade em diversas posições no perfil do solo entre duas irrigações, por meio de sondas de TDR. A distribuição radicular foi avaliada a partir de dados de comprimento e diâmetro das raízes nas mesmas posições das sondas de TDR. Conforme os resultados, verificou-se que: (i) à medida que as raízes se afastam do microaspersor, a extração de água pelas raízes do limoeiro é reduzida; (ii) o limoeiro extrai mais água do solo quando não há restrição de disponibilidade hídrica; (iii) sempre que os intervalos entre as irrigações aumentam, cresce também a área de extração de água pelo sistema radicular do limoeiro; (iv) as raízes das plantas com diâmetros entre 0,5-2 mm foram as que mais extraíram água do solo.
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Simulação do balanço de água no solo cultivado com trigo com modificação de dois modelos.

Simulação do balanço de água no solo cultivado com trigo com modificação de dois modelos.

O trigo é a principal cultura de inverno do estado do Rio Grande do Sul e o cálculo do balanço de água no solo é parte importante de modelos de crescimento, desenvolvimento e rendimento de culturas. O objetivo deste trabalho foi obter melhor estimativa do balanço de água no solo cultivado com trigo, modificando dois modelos de balanço de água nesse solo. Mediu-se o conteúdo de água no solo pelo método gravimétrico durante a estação de cultivo de dois cultivares de trigo em três datas de semeadura, em Santa Maria - RS, e a água disponível para a cultura foi representada pela fração de água no solo disponível para as plantas (FADS). O desempenho das versões originais e modificadas dos modelos de balanço de água no solo de Campbell & Diaz e de Amir & Sinclair foi avaliado pela raiz do quadrado médio do erro (RQME). O modelo de Campbell & Diaz modificado é mais realístico e com maior possibilidade de desempenho satisfatório em regiões de clima distinto daquele em que foi desenvolvido, mas o modelo de Amir & Sinclair modificado estimou melhor a água disponível no solo para a cultura do trigo na região do estudo. A profundidade máxima do sistema radicular de 0,30 m é mais apropriada para a simulação da fração de água disponível no solo, para a unidade de mapeamento de solo São Pedro.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA CURSO DE AGRONOMIA JOÃO PAULO GÓIS SOARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA CURSO DE AGRONOMIA JOÃO PAULO GÓIS SOARES

Aproximadamente 4.4 milhões de unidades produtivas pertencem a grupos familiares segundo o Censo Agropecuário 2006, Mas muitos produtores optaram pelas grandes produções e con- sequentemente quem tem melhor poder aquisitivo para comprar tratores, equipamentos agrí- colas e insumos se deu melhor nesse processo. Com isso, a tração animal vem como alternati- va para os pequenos e médios trabalhadores tornando-se viável financeiramente e proporcio- nando o aumento da produtividade além de ajudar na diminuição do êxodo rural. O objetivo desse trabalho foi avaliar a eficiência do uso da grade na quebra de torrões e nivelamento do solo. O experimento ocorreu com um trator simulando a velocidade aproximada do animal que foi de 3km . h-¹ com o ângulo de 20º adequado para tração animal. Foi utilizada uma área de 90 m² sendo avaliados três faixas de quinze metros, a qual a cada três metros, com o auxi- lio do perfilômetro, juntamente com uma câmera fotográfica, foi coletado o perfil do solo. Esses perfis eram coletados, sempre na mesma área, antes da passagem com a grade, depois da 1º e após a 2º gradagem. A estatística utilizada foi à descritiva utilizando o programa Mini- tab. Foram mensurados o perfil natural, área de mobilização, empolamento e índice de rugo- sidade do solo. Foi realizado o gráfico de controle. Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre as médias da área de elevação e índice de rugosidade, já para o empolamento houve diferença significativa. Portanto, o uso da grade para tração animal não mostrou eficiência no índice de rugosidade e na área de elevação, já para o empolamento di- minuiu significativamente. Para se ter uma melhor avaliação da eficiência da grade é reco- mendável que se faça uma comparação com outros implementos.
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Moisés Henriques 16  Computorizada

Moisés Henriques 16 Computorizada

A baropodografia computorizada estática avalia a distribuição das pressões plantares em cada pé mediante uma plataforma composta por milhares de sensores de pressão. Os dados recolhidos são analisados por um sistema computorizado que disponibiliza uma imagem que espelha a área de contacto com o solo e mostra o perfil de pressões plantares numa escala de cores, identificando áreas de hiperpressão a vermelho.

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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: INFLUÊNCIA DO SOLO NO DESEMPENHO TÉRMICO DE HABITAÇÕES COM CÔMODOS SUBTERRÂNEOS

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: INFLUÊNCIA DO SOLO NO DESEMPENHO TÉRMICO DE HABITAÇÕES COM CÔMODOS SUBTERRÂNEOS

Dentre os diversos fatores que interferem no desempenho térmico das edificações, a temperatura do solo nem sempre é considerada nas avaliações de desempenho térmico. Entretanto, a temperatura do solo é um fator que influencia o resultado final das trocas de calor dos ambientes, principalmente em edificações térreas. Desta forma, faz-se necessário avaliar esta influência devido à interação do solo com as paredes e piso de uma edificação, pois a transferência de calor através desses elementos tem uma extensão significativa na carga térmica total de uma edificação térrea. Além disso, em função do caráter tridimensional e transiente dos processos de troca de calor envolvendo o solo, a abordagem numérica torna-se uma ferramenta importante na análise do desempenho térmico das edificações. Neste contexto, o programa EnergyPlus surge como uma alternativa para a obtenção de tais resultados, principalmente por meio do pré-processador Basement. Diante dessas considerações, neste trabalho avalia-se os resultados fornecidos por meio das simulações realizadas no programa EnergyPlus, levando-se em consideração o efeito do processo de transferência de calor através do piso e paredes subterrâneos numa residência. A análise das alternativas de modelagem existente no programa mostra que o módulo Basement apresenta uma formulação mais sofisticada que, dentre as opções de simulação encontradas no EnergyPlus, gera valores de temperatura da interface piso/paredes e solo de forma mais precisa. Os resultados ainda indicam que o uso de outras alternativas de modelagem, no lugar do Basement, gera uma diferença significativa nos resultados encontrados para a temperatura interna do porão, alcançando um valor máximo de 1,9ºC, no verão, e 1,4ºC, no inverno. Verifica-se também a influência de alguns parâmetros nos resultados finais de desempenho térmico a partir da variação de alguns dados de entrada. Os resultados destas análises apontam que a variação do tipo de solo é capaz de alterar a temperatura interna do ambiente em até 0,4ºC. Além disso, o material de isolamento das paredes e piso do ambiente subterrâneo é capaz de manter a temperatura do ambiente interno mais elevada em até 0,5ºC em relação ao ambiente externo.
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Condutividade hidráulica do solo no campo: as simplificações do método do perfil...

Condutividade hidráulica do solo no campo: as simplificações do método do perfil...

valor da umidade de saturação e γ o coeficiente angular da reta lnK versus θ , obtém-se as equações da função K ( ) θ para cada profundidade, cujos parâmetros são apresentados na Tabela 11 juntamente com os coeficientes de determinação. Pode-se observar pelas Figuras 14 a 16 e as respectivas equações da Tabela 11, que há uma tendência de a condutividade hidráulica do solo aumentar em profundidade. Resultado semelhante foi obtido por Carvalho et al. (1996) num Latossolo Roxo Distrófico e por Aragão Júnior et al. (1983) num Podzólico Vermelho-Amarelo. Já Cadima et al. (1980) em seu estudo num Latossolo Vermelho-Amarelo textura média, concluíram que a variabilidade do parâmetro condutividade hidráulica no sentido vertical foi muito pronunciada e salientam que o uso de valores médios pode trazer erros consideráveis na estimativa de fluxo de água nesse solo. Porém os mesmos autores acreditam que a variabilidade em profundidades maiores devem ser menor em função da maior homogeneidade das camadas mais profundas.
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Balanço hídrico em plantios jovens de eucalipto na região de Belo Oriente, MG

Balanço hídrico em plantios jovens de eucalipto na região de Belo Oriente, MG

A condutância estomática é um mecanismo fisiológico eficientíssimo através do qual as plantas controlam a transpiração (JARVIS e MCNAUGHTON, 1986). Os estômatos têm uma importante participação no que diz respeito à retenção e liberação de água pela planta para a atmosfera, ou seja, no processo de evapotranspiração. Portanto, conhecer seu funcionamento e como ele reage ao déficit de saturação de vapor na atmosfera e à diminuição ou aumento da água disponível no solo é vital para um melhor entendimento do balanço hídrico em determinada cultura. Por estarem localizados na epiderme das folhas, os estômatos respondem muito rápido às variações climáticas, sendo responsável pelo fluxo de entrada do CO 2 para a realização da fotossíntese e o fluxo de perda
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Alterações na cor e no grau de floculação de um Latossolo Vermelho-Escuro sob cultivo contínuo de cana-de-açúcar

Alterações na cor e no grau de floculação de um Latossolo Vermelho-Escuro sob cultivo contínuo de cana-de-açúcar

O delineamento experimental foi o de parcelas subdivididas, com três repe- tições. As parcelas foram constituídas pelos dois tratamentos de cultivo: au- sência de cultivo (vegetação nativa) e cultivo intenso com a cultura da cana- de-açúcar. As subparcelas foram constituídas pelas seguintes profundidades no perfil do solo: 0-10, 10-20 e 20-30 cm. Optou-se por estudar até a profundi- dade de 30 cm, pois a maior parte da massa radicular ativa da cana-de-açúcar concentra-se nessa camada (Inforzato & Alvarez, 1957), que é a mais suscep- tível a alterações físicas e químicas e na qual a atividade do sistema radicular e da microbiota do solo são maiores.
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Seguimento do perfil do solo no corte e/ou levantamento de produtos agrícolas rasteiros.

Seguimento do perfil do solo no corte e/ou levantamento de produtos agrícolas rasteiros.

A robustez do processo de flutuação do garfo demanda um valor baixo da relação H/L, o que obriga às colhedoras a operarem com a barra de corte muito próximo ao solo, gerando interferência com o mesmo e até captação de terra pela plataforma, o que contamina o produto, como acontece na colheita do feijão. Uma forma de se contornar esta limitação, é através da utilização de mecanismos articulados, por exemplo pantográficos, em que o garfo gira em torno de um centro instantâneo ou articulação virtual que poderá estar localizada no caminho de fluxo do produto ou no subsolo, permitindo dimensionar-se as distâncias L e H com base apenas nas exigências do processo de flutuação do garfo, sem preocupação com relação a interferências da articulação física com o solo ou o produto.
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CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA NO PERFIL DO SOLO POR ÁGUAS RESIDUÁRIAS.

CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA NO PERFIL DO SOLO POR ÁGUAS RESIDUÁRIAS.

Para análise de coliformes presentes no solo seguiu-se o mesmo procedimento anterior, porém ao invés de utilizar solução salina, utilizou-se água peptonada, sendo a primeira diluição pesado 25g de solo e depositados em um frasco com 225 ml da água peptonada (Figura 1). Colocava-se o solo imerso na água em um saco estéril para homogeneização. Depois se retirava alíquota de 1mL da solução e depositando em um tubo contendo 9mL da água, repetindo para um terceiro tudo. Utilizaram-se os mesmos meios de cultura e procedimentos de determinação de coliformes. Para o isolamento de salmonella spp, presente no solo, utilizou-se a técnica de concentração por membrana filtrante, de 42 mm de porosidade por 142 mm de diâmetro descrito para analise do efluente tratado.
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PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE DINÂMICA AVANÇADA DE ESTRUTURAS DE AÇO COM LIGAÇÕES SEMIRRÍGIDAS E INTERAÇÃO COM O SOLO

PROPEC-Programa de Pós Graduação em Engenharia Cívil :: ANÁLISE DINÂMICA AVANÇADA DE ESTRUTURAS DE AÇO COM LIGAÇÕES SEMIRRÍGIDAS E INTERAÇÃO COM O SOLO

Como será explicitado nas seções seguintes, é proposta uma versão do sistema CS-ASA que contempla a metodologia numérica para análise do problema de ISE, juntamente[r]

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Modelo para estimativa da infiltração de água e perfil de umidade do solo.

Modelo para estimativa da infiltração de água e perfil de umidade do solo.

O escoamento superficial gerado durante a aplicação de chuva simulada foi conduzido a uma estrutura de coleta por meio da calha instalada na parte superior da coluna de PVC (Figura 3). Essa estrutura foi composta por dois reservatórios comunicantes por meio de uma mangueira flexível. O primeiro reservatório destinava-se a coletar toda a água escoada, enquanto no segundo foi instalado um equipamento medidor de nível de água, denominado Thalimedes, que registrava e armazenava a altura da lâmina de água dentro da estrutura de coleta. Dessa forma, pôde-se determinar a variação temporal da lâmina de água infiltrada (I) e taxa de infiltração (Ti), durante o tempo de condução dos testes experimentais. Os testes foram encerrados no momento em que ocorreu a saída de água por um dreno localizado na parte inferior da coluna de PVC. Considerou-se que a taxa de infiltração estável da água no solo (Tie) foi atingida, após ser verificada que a taxa de variação do nível d’água dentro da estrutura de coleta tornou-se constante.
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Variabilidade espacial de atributos físicos de um Latossolo Vermelho sob cultivo de cana-de-açúcar.

Variabilidade espacial de atributos físicos de um Latossolo Vermelho sob cultivo de cana-de-açúcar.

Cruzando as informações da Figura 1 e os mapas de krigagem (Figura 4), observa-se que no compartimento I a área apresenta um relevo com forma linear e declividade homogênea apresentando variabilidade menor para as variáveis em estudo, já no compartimento II o relevo possui formas côncavas e convexas condicionando maior variabilidade das variáveis em estudo. Machado (1994) e Marques Júnior & Lepsch (2000), afirmam que a posição topográfica dos solos na paisagem, influindo na drenagem do solo, é um dos principais fatores condicionantes da variabilidade espacial dos solos. Li et al. (2001) estudando a produção de algodão com auxílio da geoestatísitica e paisagem, verificaram que os atributos químicos e físicos têm forte relação com a paisagem. Pennock et al. (1992) e Boehm & Anderson (1997) encontraram relação da densidade do solo com a paisagem e Sobieraj et al. (2002) com a macroporosidade do solo.
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Emissão de gases de efeito estufa e estoque de carbono no solo em função do manejo e correção de acidez

Emissão de gases de efeito estufa e estoque de carbono no solo em função do manejo e correção de acidez

dois sistemas de cultivo (convencional e direto). O estudo a partir de emissões de gases de efeito estufa, apenas, não permite analisar o sistema de manejo de solo. A adoção da semeadura direta ainda é a principal prática de manejo conservacionista a ser considerada com efeitos diretos no aumento de carbono no sistema. Por outro lado, além da semeadura direta, o uso de calcário associado ao gesso melhora positivamente o índice de conservação de carbono no solo. O uso de gesso melhora as propriedades químicas, aumenta o aporte de C, o estoque de carbono no solo e, consequentemente, pode ser uma prática promissora, favorecendo a mitigação de C da atmosfera para a biosfera, além de promover aumentos de produtividade da soja.
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Penetrômetro de cone com taxa constante de penetração no solo: desenvolvimento e teste de funcionalidade.

Penetrômetro de cone com taxa constante de penetração no solo: desenvolvimento e teste de funcionalidade.

A maioria dos penetrômetros usados em estudos de manejo do solo emprega a força manual para a penetração da haste do equipamento, o que causa grande variabilidade devido à dificuldade de impor pressão constante ao longo do tempo de penetração, tal que permita velocidade constante durante todo o procedimento de penetração, especialmente quando há variação do estado de compactação do solo com o aprofundamento no perfil do solo. Para obter velocidade uniforme de penetração, alguns pesquisadores (BRADFORD, 1986; PERUMPRAL, 1987; ROONEY & LOWERY, 2000; WILFORD et al., 1972; ARRIAGA et al., 2002) adaptaram o penetrômetro ao sistema hidráulico de tratores ou de motores adaptados em veículos utilitários, usando a força hidráulica para imprimir velocidade de penetração aproximadamente constante. Esses sistemas têm a desvantagem de causarem efeito do tráfego pelo veículo nas áreas experimentais, muitas vezes com acesso restrito, sendo mais recomendados para outros usos que não a avaliação comparativa da compactação em sistemas de manejo de solo.
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Impacto da temperatura, irradiância e profundidade das sementes na emergência e germinação de Conyza bonariensis e Conyza canadensis resistentes ao glyphosate.

Impacto da temperatura, irradiância e profundidade das sementes na emergência e germinação de Conyza bonariensis e Conyza canadensis resistentes ao glyphosate.

RESUMO - O uso intenso de glyphosate em sistemas de produção de frutíferas e soja - em especial no sistema de semeadura direta da soja - favoreceu a seleção de biótipos resistentes ao glyphosate em Conyza bonariensis e C. canadensis (buva). Estudos da biologia destas espécies subsidiariam a proposição de estratégias visando o seu manejo integrado. Um programa de pesquisa foi desenvolvido com o objetivo de avaliar como a germinação das duas espécies foi influenciada pelas populações, composição do substrato de semeadura, profun dida de da se mente no perfil do substrat o, temp eratura e luz. Num primeiro experimento, os tratamentos foram organizados em esquema fatorial, em que o fator A consistiu das populações (duas de cada espécie), o fator B foi atribuído à composição do substrato (terra, areia e terra:areia) e o fator C foram as profundidades no perfil do substrato (0, 0,5, 1, 2 e 5 cm). No segundo experimento, foram testados o fator A; o fator B, que foi a temperatura (constante de 20, 25 ou 30 ºC, e alternada: 20/30 ºC); e o fator C, a condição lumino sa (luz, escuro ). No terceiro experimen to, os fat ores consistira m de espécies e temperatura (10, 15, 20, 25 e 30 ºC). Avaliaram-se a emergência de plântulas ou a germinação de sementes aos 12 dias após a instalação do experimento. De acordo com os resultados, chegou-se às seguintes conclusões: todos os biótipos das duas espécies tiveram emergência semelhante em relação ao perfil do solo; o aumento da profundidade da semente no perfil do solo reduziu a emergência de plântulas; o substrato arenoso favoreceu a germinação de sementes posicionadas a 0,5 e a 1,0 cm de profundidade; as duas espécies são fotoblásticas positivas; a temperatura ótima para germinação das espécies foi de 20 ºC, mas C. canadensis apresentou germinação melhor em temperaturas inferiores à ótima e C. bonariensis germinou melhor em temperaturas superiores a esta.
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Análise técnicoeconômica da recuperação de um solo sódico no peímetro irrigado curupentecosteCE. dis apbaraújo

Análise técnicoeconômica da recuperação de um solo sódico no peímetro irrigado curupentecosteCE. dis apbaraújo

Conforme Raij (2008), o gesso é o principal insumo para a correção de solos sódicos, atuando na remoção do sódio trocável que degrada a estrutura do solo, pelo cálcio, que promove a melhoria da estrutura. O gesso possui efeito floculante no solo, reduzindo a dispersão da argila. Este efeito é bem conhecido em solos sódicos, mas também pode ser observado em solos ácidos. Há registro de efeitos favoráveis do gesso no impedimento do encrostamento superficial ou na redução do adensamento de camadas do subsolo. O gesso pode, também, influir de forma favorável na condutividade hidráulica dos solos, melhorando assim a transmissão de água nos solos.
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Sonda espiral de TDR para a medida da umidade no perfil do solo.

Sonda espiral de TDR para a medida da umidade no perfil do solo.

paralelamente ao redor de um cilindro de PVC (Figura 2), na extremidade de uma haste de aço de 0,60 m de comprimento. O cabo coaxial que conecta a sonda ao equipamento de TDR foi guiado por dentro da haste metálica, para não atrapalhar sua inserção no solo. Mais detalhes sobre a construção da sonda podem ser obtidos em Vaz & Hopmans (2001). No experimento de laboratório foram utilizados dois equipamentos de TDR, o modelo 1502 C da Tektronix e o TDR-100 da Campbell, conectados por interface serial a um computador tipo PC. No caso do 1502 C utilizou-se o software WinTDR99, disponível gratuitamente na internet (http://soilphysics.usu.edu, Universidade de Utah, EUA), e para o TDR-100, o software PC-TDR100, fornecido pelo fabricante. O procedimento de medida consistiu da inserção vertical da sonda nas amostras de solo com diferentes umidades (Figura 1a) e da determinação da constante dielétrica para os dois equipamentos. Posteriormente, o solo era então retirado do cilindro de PVC e colocado em recipientes de Al para secagem completa em estufa (105 °C por 48 h), para determinação da umidade volumétrica θ (m 3 m -3 ) pela razão entre a massa de
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