Perfil Psicológico

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Perfil psicológico de atletas brasileiros baseado na teoria do individualismo-coletivismo e na metodologia do modelo interativo

Perfil psicológico de atletas brasileiros baseado na teoria do individualismo-coletivismo e na metodologia do modelo interativo

Além disso, uma revisão mais pormenorizada das escalas psicométricas apresentadas na revisão de Individualismo-Coletivismo permite destacar os seguintes aspectos: a) nas primeiras proposições de escalas, os itens foram elaborados buscando abranger os conceitos de Individualismo-Coletivismo de uma forma geral; b) após a elaboração do modelo de Individualismo-Coletivismo: Horizontal e Vertical, os itens passaram a ser elaborados em função do perfil de cada grupo (IV, IH, CV, CH); c) na escala de cenários, as respostas procuraram capturar o perfil psicológico de cada grupo tipológico, resultando, portanto, em quatro respostas para cada cenário e d) apesar do avanço do modelo de Individualismo- Coletivismo: Horizontal e Vertical, por permitir a categorização dos indivíduos em grupos tipológicos, as propostas das escalas dos itens b e c, ao final, categorizam os indivíduos em Individualistas ou Coletivistas (horizontal ou vertical), permanecendo, ainda assim, a dicotomia entre estes constructos. Ou seja, um mesmo indivíduo não pode ser avaliado concomitantemente tanto no individualismo quanto no coletivismo, através destas escalas.
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PERFIL PSICOLÓGICO DE PACIENTES CANDIDATOS À CIRURGIA BARIÁTRICA.

PERFIL PSICOLÓGICO DE PACIENTES CANDIDATOS À CIRURGIA BARIÁTRICA.

RESUMO - Racional: O psicólogo que atua na área da cirurgia bariátrica tem papel de acolher, avaliar, preparar e conscientizar o paciente que vai ser submetido ao procedimento cirúrgico. A avaliação psicológica reveste-se de importância na medida em que obtém dados sobre história pessoal e familiar, além do rastreio de possíveis alterações psicopatológicas. Objetivo: Analisar as avaliações psicológicas dos pacientes de um serviço de cirurgia bariátrica de um hospital público, buscando traçar o perfil psicológico dos pacientes deste serviço. Métodos: Foram coletados dados de 827 pacientes entre 2001 e 2015, utilizando-se dados de uma entrevista, Inventário Beck de Depressão (BDI), Inventário Beck de Ansiedade (BAI) e Escala de Compulsão Alimentar Periódica (ECAP). Resultados: A idade média dos pacientes antes da operação foi 39 anos+10 e o IMC médio foi 51 kg/m²+7, sendo a maioria (81%) do gênero feminino. A pontuação média no BDI foi 14,8+8 e as mulheres tiveram pontuação significativamente maior que os homens. No BAI a pontuação média foi 11+ 8 e no ECAP 14+ 8, ambos sem diferença entre os grupos. Conclusão: A caracterização psicossocial dos pacientes avaliados aponta para a presença significativa de indicadores de depressão, com baixos níveis de ansiedade e de compulsão alimentar.
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Bullying na adolescência : perfil psicológico de agressores, vítimas e observadores

Bullying na adolescência : perfil psicológico de agressores, vítimas e observadores

O principal objetivo desta investigação passa pela elaboração de um perfil psicológico de agressores, vítimas e observadores de bullying. Pretende-se ainda analisar as diferenças de género em relação à empatia, autoestima e atitudes face à violência, bem como a forma como estas últimas se podem relacionar. Adicionalmente pretende-se avaliar as características psicométricas dos instrumentos de avaliação selecionados. Neste estudo participaram 101 adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos (46 do género masculino e 55 do género feminino). A recolha de dados realizou-se mediante a aplicação de quatro questionários: um questionário sobre comportamentos de bullying, o Questionnaire to Assess Affective and Cognitive Empathy (QACEC) (Veiga e Santos, 2011), a Escala de Auto-Estima de Rosenberg (RSES) (Pechorro, Mâroco, Poiares e Vieira, 2011, e a Escala de Atitudes face à Violência (EAV) (Martins, 2009). O RSES e a EAV revelaram-se, tal como no estudo original, úteis na medição da autoestima e atitudes face à violência, possuindo uma elevada consistência interna. Já o QACEC sofreu bastantes alterações na sua estrutura devido a muitos dos seus itens não se diferenciarem claramente da subescala da empatia afetiva, o que questiona a sua utilização em investigações futuras. Os resultados mostraram que os agressores apresentavam atitudes mais favoráveis à violência, quando comparados com as vítimas e os observadores. Verificou-se ainda que os adolescentes do género masculino tinham atitudes mais favoráveis à violência em relação às adolescentes do género feminino, que por sua vez apresentaram maiores níveis de empatia afetiva. Foram ainda obtidas associações positivas e negativas entre as três variáveis psicológicas em estudo.
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Perfil psicológico de crianças submetidas a adenoidectomia e/ou amigdalectomia no pré e pós-operatório.

Perfil psicológico de crianças submetidas a adenoidectomia e/ou amigdalectomia no pré e pós-operatório.

A adenoidectomia e/ou amigdalectomia são os procedimen- tos cirúrgicos mais realizados na Otorrinolaringologia. Traumas psi- cológicos infantis podem ser decorrentes das cirurgias ou da anestesia. Objetivo: Avaliar a assistência pré-operatória dada aos pacientes pelo perfil psicológico das crianças e de seus responsá- veis, no pré e pós-operatório. Tipo de Estudo: Clínico retrospecti- vo. Material e Método: Realizou-se um levantamento dos prontu- ários dos pacientes (entre 2 e 12 anos) submetidos à adenoidecto- mia e/ou amigdalectomia de fevereiro a dezembro de 2003 e ana- lisado o Protocolo de Assistência Psicológica Breve aplicado a es- ses pacientes e responsáveis. Resultado: Do total de 78 pacientes, 32 (41,0%) se encontravam na faixa etária pré-escolar e 46 (59,0%) em idade escolar. O sentimento predominante na idade pré-escolar foi o medo (59,4%), enquanto na escolar e de seus familiares foi a confiança: 63,0% e 48,72%, respectivamente. Quanto à expectativa do resultado cirúrgico tanto as crianças (73,08%) quanto seus fami- liares (96,15%) demonstraram otimismo. O temperamento emocio- nal introvertido foi observado na maioria das crianças (52,56%) e dos acompanhantes (51,28%). A reação emocional delas e dos acompanhantes foi de tranqüilidade: 68,18% e 97,73%, respectiva- mente, no pós-operatório imediato. Todas as crianças encontra- ram-se, num parecer psicológico final, sem contra-indicações para a cirurgia. Conclusão: Independente do sentimento predominante ou do temperamento emocional, uma assistência pré-operatória faz-se necessária. Devemos ter um programa educacional conten- do uma descrição verbal do procedimento juntamente com as sensações a serem experimentadas, associadas à interação dos pais com as crianças, visando diminuir o nível de ansiedade, a resposta ao estresse cirúrgico e possíveis seqüelas pós-operatórias.
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Perfil psicológico de migrantes através da forma IRF do MMPI.

Perfil psicológico de migrantes através da forma IRF do MMPI.

RESUMO - Devido à associação freqüentemente apontada na literatura entre o fenômeno da migração e o desenvolvimento de distúrbios mentais, este trabalho tencionou fornecer o perfil psicológico de uma amostra de migrantes, por meio de uma forma reduzida de um instrumento de valor clínico e empírico comprovado: o MMPI. Para tanto, 20 migrantes do sexo masculino, analfabetos e sem comprometimentos intelectuais severos foram submetidos à forma IRF do MMPI, desenvolvida nos Estados Unidos em 1980, destinada a sujeitos com essas características cognitivas. Os resultados se constituíram em altas pontuações na escala F de validade, relacionadas principalmente a questões de ordem cultural e incompreensão dos itens. Em termos clínicos, dentre os protocolos considerados confiáveis para análise, foi detectada uma tendência da IRF a produzir elevações nos resultados das escalas clínicas de um modo generalizado, indicando problemas relativos à padronização, valida- de e capacidade discriminativa do instrumento para uso na população brasileira não alfabetizada.
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A influência do perfil psicológico de gênero na escolha das atividades de lazer de atletas

A influência do perfil psicológico de gênero na escolha das atividades de lazer de atletas

O objetivo do presente estudo foi avaliar se o perfil psicológico de gênero influencia na escolha das atividades de Lazer de atletas escolares. Para tanto, a amostra foi composta por 112 alunos de ambos os sexos com média de idade igual a 16,78 ± 1,61 anos, participantes das equipes de Basquetebol, Voleibol, Handebol e Futsal, de uma instituição de ensino federal no Piauí. Estes atletas foram classificados em três grupos tipológicos de esquemas de gênero: Heteroesquemático Masculino (HM), Isoesquemático (ISO), Heteroesquemático Feminino (HF), avaliados pelo Inventário Masculino (IMEGA) e Feminino (IFEGA) de Esquema de Gênero do Autoconceito . Para a avaliação dos Hábitos de Lazer foi utilizado a Escala de Atividade de Hábitos de Lazer que avalia hábitos Hedonistas, Lúdico e Instrutivo . Para análise dos dados foram avaliadas as medidas descritivas e rodados os testes paramétricos: testes t para amostra independente, ANOVA One Way e o teste não paramétrico Kruskall-Wallis, com um nível de significância de p ≤ 0,05. Os resultados demonstraram que a amostra como um todo tem preferência por hábitos Lúdicos, já que os valores para este hábito foi estatisticamente maior (p<0,05) que para os demais (54,5%). Quando comparados por sexos observou-se diferenças significativas (p=0,001), onde os homens preferem hábitos lúdicos e as mulheres hábitos instrutivos. Ao comparar os atletas por grupos tipológicos de gênero verificou-se haver diferença significativa entre os perfis psicológicos quanto ao habito hedonista, onde homens e mulheres heteroesquemáticos masculino possuem maiores valores que os indivíduos heteroesquemáticos femininos e isoesquemáticos. Já para o hábito instrutivo os resultados demonstraram que os atletas heteroesquemáticos femininos apresentam maiores valores que os outros dois grupos. Atletas isoesquemáticos preferiram hábitos lúdicos. Estes resultados nos permitem concluir que o perfil psicológico de gênero influencia nos hábitos de lazer, e que estes hábitos estão relacionados aos comportamentos e atitudes condizentes com os esquemas de gênero de atletas escolares.
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Perfil psicológico do estudante de Medicina

Perfil psicológico do estudante de Medicina

É lícito supor que o perfil tenso, típico de estudantes de Medicina, abrange as complexidades intelectuais exigidas do aluno, a carga horária pouco flexível, a responsabilidade excessiva, a necessidade de amadurecimento precoce e comprometimento integral e as possíveis desilusões e situações conflitantes frequentes na vida desses estudantes, tudo isso culminando para edificar um perfil psicológico tendenciosamente estressado, severo e comprometido. A interface que o curso oferece entre situações primariamente empíricas e questões metafísicas, como a morte e seus tabus, também corrobora um aspecto psicológico tenso, retraído, pensativo e conflituoso.
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Perfil psicológico e comportamental de agressores sexuais de crianças.

Perfil psicológico e comportamental de agressores sexuais de crianças.

Foi realizada busca on-line nas bases de dados MedLine-PubMed e SciELO, considerando a literatura dos últimos 20 anos. Os textos foram pesquisados por área de interesse: psiquiatria forense, psicologia foren- se e medicina legal. Para a base de dados MedLine- PubMed, foram utilizados os seguintes termos: child sexual abuse, child molesters, sex of fender, forensic examination psychological profile. Para a base dados SciELO, foram utilizados os seguintes descritores: pedofilia, abusador, molestador, ofensa sexual, perfil psicológico, totalizando 39 artigos que preencheram os critérios para este estudo.
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Cyberbullying na adolescência : perfil psicológico de agressores, vítimas e observadores

Cyberbullying na adolescência : perfil psicológico de agressores, vítimas e observadores

O principal objetivo deste estudo passa por caracterizar o perfil psicológico dos agressores, vitimas e observadores de cyberbullying. Pretende-se, ainda, compreender as diferenças de género no que se refere aos níveis de empatia, autoestima e atitudes face à violência, bem como analisar de que forma estas últimas variáveis se relacionam entre si. Compreender as práticas mais utilizadas de cyberbullying, bem como analisar as qualidades psicométricas dos instrumentos de avaliação, foram, também, outros objetivos definidos no estudo. Para tal, foi utilizada uma amostra de 101 adolescentes, dos quais 46 pertenciam ao género masculino e 55 ao género feminino, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos, que responderam a três instrumentos de avaliação: Questionário sobre Cyberbullying, Escala de Atitudes face à Violência (Martins, 2009), Escala de Autoestima de Rosenberg (Pechorro, Marôco, Poiares & Vieira, 2011) e Questionnaire to Assess Affective and Cognitive Empathy (Veiga & Santos, 2011). Os resultados demonstram que, tal como em estudos anteriores, a EAV e a RSES apresentam-se como ferramentas úteis para o estudo das atitudes face à violência e da autoestima, na população adolescente. Já as qualidades psicométricas do QACEC levantaram algumas questões quanto à sua utilização futura. Este estudo permitiu caracterizar o perfil psicológico de vítimas e observadores de cyberbullying e realizar uma breve análise do perfil psicológico dos agressores, bem como compreender as diferenças de género em relação à empatia, autoestima e atitudes face à violência. Os resultados apontam, ainda, para a existência de relações, negativas e positivas, entre as três variáveis psicológicas estudadas e permitem compreender as práticas mais recorrentes de cyberbullying.
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As trincheiras, as vazantes, as correntes... segredos que ninguém ensina: a construção do perfil psicológico feminino no drama de Chico Buarque de Holanda

As trincheiras, as vazantes, as correntes... segredos que ninguém ensina: a construção do perfil psicológico feminino no drama de Chico Buarque de Holanda

à época de seu lançamento, em 1973, o regime militar proibiu a encenação da peça, considerando-a subversiva. Em função disso, somente em meados de 1979, com o princípio da chamada ―Abertura Política‖, Calabar pode ser retomado. Em função disso, Chico Buarque e Ruy Guerra refizeram criticamente a estrutura do texto, desenvolvendo melhor conflitos e personagens, e elucidando trechos demasiado datados ou confusos contidos na primeira versão. Fernando Peixoto, que assumiu a direção do espetáculo em 1980 e também na peça proibida em 1973, assim justifica a reescrita do texto: ―Parece possível conquistarmos novos critérios, certamente mais brandos, para a censura. É a ocasião de retomar um projeto que foi interrompido nos difíceis anos da repressão. Mas encenar Calabar agora não significa refazer o espetáculo anterior. Nem mesmo partir do texto original. Tudo se transformou: o país, nós mesmos, a linguagem teatral, as exigências culturais, a forma de encarar a temática, ainda que esta nos pareça essencial.‖ Cf. PEIXOTO, Fernando. Duas vezes Calabar (datas). In. BUARQUE, Chico; GUERRA, Ruy. Calabar: O elogio da traição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006. p. 15. Essa justificativa é plausível para que fosse escolhida a edição reformulada, até mesmo porque as alusões referentes à ditadura militar de Calabar não serão o principal motivo de análise. Quanto à questão temática que trata da construção do perfil psicológico feminino, que é sim, o objetivo do trabalho, tanto a nova versão quanto a anterior fornecem os mesmos subsídios para análise.
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Relação da depressão com perfil psicológico de gênero, tempo de prática de atividade física e percepção da imagem corporal em idosas ativas

Relação da depressão com perfil psicológico de gênero, tempo de prática de atividade física e percepção da imagem corporal em idosas ativas

Diante destas relações citadas anteriormente (atividade física, depressão e imagem corporal) buscou se, investigar se o perfil psicológico de gênero tinha influencia nestas variáveis, uma vez que a diferença sexual já é muito referenciada. Por exemplo, buscando investigar se o nível de depressão diferenciava entre homens e mulheres Rombaldi (2010) avaliou 972 sujeitos, com idades entre 20 e 69 anos, observando que os indivíduos do sexo feminino e idade avançada, que têm o hábito de fumar e são obesas, são mais depressivas. Percebe se que as questões socioculturais relacionadas com as experiências adversas, atributos psicológicos e fisiológicos associados com uma maior vulnerabilidade a eventos estressantes justificam este fato. Ou seja, é determinado por aspectos psicológicos e biológicos que se mesclam na gênese da depressão em mulheres.
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Perfil psicológico de atletas paraolímpicos brasileiros.

Perfil psicológico de atletas paraolímpicos brasileiros.

mento psicossocial e o da performance de cada atleta a longo prazo (nos próximos quatro-oito anos) e elaborar pa- râmetros para comparações em nível internacional (insta- lar um banco de dados sobre os atletas brasileiros no CPB ). Os objetivos gerais da preparação psicológica nesse pe- ríodo foram obter informações sobre o perfil psicológico de cada atleta e do grupo como um todo; dar suporte cien- tífico para o trabalho dos técnicos na área da psicologia do esporte; e fundamentar cientificamente o trabalho da pre- paração psicológica dos atletas para Sydney. Os objetivos específicos foram detectar problemas psicológicos especí- ficos relacionados com a competição esportiva; analisar os objetivos, metas e motivos para a prática esportiva de cada atleta; identificar fatores estressantes e motivadores antes e durante a competição; e analisar o tempo de reação, o nível de duração e a velocidade da percepção dos atletas.
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Elaboração de perfil psicológico de autores de homicídios através da avaliação da cena do crime

Elaboração de perfil psicológico de autores de homicídios através da avaliação da cena do crime

Uma habilidade especial individual não apresenta critérios pelos quais pode ser testada e sua confiabilidade verificada. Não há como avaliar se uma arte está certa ou errada. Desta forma, o perfil, como compreendido pelo senso comum, desperta desconforto e desconfiança quando discutido no escopo do sistema penal brasileiro. Receio este fundado e bastante discutido pelas correntes críticas da criminologia. O Perfil Criminal é avaliado e muitas vezes utilizado como conhecido pelo senso comum. Assim o receio de se ferir direitos dos investigados com a utilização da técnica é justificado. Submeter alguém a um processo baseado em inferências não confiáveis iria na contramão das garantias constitucionais do direito pátrio.
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Perfil psicológico dos pacientes com distúrbios funcionais colorretoanais: avaliação...

Perfil psicológico dos pacientes com distúrbios funcionais colorretoanais: avaliação...

Este estudo prospectivo foi realizado no ambulatório de Fisiologia do Cólon, Reto e Ânus do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São[r]

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A serenidade e a filha do amor: dissonâncias em Love child

A serenidade e a filha do amor: dissonâncias em Love child

En ese documental de Corea del Sur, una pareja de Hwaseong intenta sobrevivir por medio de recaudación de fondos en un juego de internet. Por eso, frecuentan hasta el agotamiento un cibercafé. Para jugar demasiado a precios bajos, ellos compran paquetes horarios. En el juego, la pareja tiene de superar diversas etapas y un personaje avatar, mezcla de hada y niño, necesita cuidados especiales para conducir a los jugadores hasta la victoria. De vuelta a casa por la mañana, después de jugar durante más de diez horas seguidas, descubren que su hija de tres meses de edad es muerta por desnutrición. La película sigue el período de juicio de esta pareja por el crimen de negligencia y asesinato de incapaz y es el primer caso de la adicción de juegos de internet - perfil psicológico que permite la atenuación de la pena de los padres de Sarang.
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Indicadores de qualidade de vida no trabalho para professores de instituições públicas de ensino superior: uma comparação entre Brasil e Canadá

Indicadores de qualidade de vida no trabalho para professores de instituições públicas de ensino superior: uma comparação entre Brasil e Canadá

O comprometimento de continuidade indica como o profissional está ciente dos custos associados a um eventual desligamento da instituição (MEYER e ALLEN, 1984 e 1991; MORIN, 2008). Uma pessoa que apresenta um forte comprometimento de continuidade mantém o seu trabalho porque precisa. Na amostra de professores brasileiros e canadenses, quando o nível de estresse relacionado ao trabalho e a idade aumentam, o nível de comprometimento de continuidade tem a tendência a se elevar também. Isso porque, em geral, parece que os professores mais velhos são mais propensos a se conformarem com seu trabalho e com sua perspectiva de vida do que os professores mais jovens. Por outro lado, quando o bem-estar psicológico diminui o comprometimento de continuidade tende a aumentar, porque a pessoa não tem estímulo para buscar outra instituição.
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Abuso psicológico na intimidade: prevalência e impacto na saúde mental em universitários

Abuso psicológico na intimidade: prevalência e impacto na saúde mental em universitários

Revised Conflict Tactics Scales - CTS-2 (Straus, Hamby, Boney-McCoy, & Sugarman, 1996; versão portuguesa Paiva & Figueiredo, 2002). Avalia prevalência de abuso físico, sexual e psicológico nos últimos 12 meses em oito categorias de resposta que variam de “uma vez no ano anterior” a “nunca aconteceu”. Este instrumento de autorrelato é constituído por 39 itens representativos de várias estratégias de resolução de conflitos agrupados em cinco escalas: negociação (e.g., “Mostrou que se preocupava comigo, mesmo que discordássemos”), agressão psicológica (e.g., “Insultou-me ou rogou-me pragas”), abuso físico sem sequelas (“Torceu-me o braço ou puxou-me o cabelo”), abuso físico com sequelas (e.g., “Fui ao médico por causa de uma luta com o(a) meu(minha) companheiro(a)”) e coerção sexual (e.g., “Recorreu a ameaças para fazer com que eu tivesse sexo oral ou anal com
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Capital psicológico positivo, satisfação com o trabalho e bem-estar afetivo com o trabalho : o efeito mediador da qualidade de vida no trabalho

Capital psicológico positivo, satisfação com o trabalho e bem-estar afetivo com o trabalho : o efeito mediador da qualidade de vida no trabalho

Duas das hipóteses deste estudo pretendiam estudar o efeito de mediação da qualidade de vida no trabalho na relação existente entre o capital psicológico positivo e a satisfação com o trabalho e o capital psicológico positivo e o bem-estar afetivo. Como referido anteriormente, ambas foram comprovadas, o que nos indica que o facto dos colaboradores apresentarem níveis de autoeficácia, esperança, otimismo e resiliência positivos fazem com que estes percecionem a qualidade de vida no trabalho mais positivamente, o que, consequentemente, lhes permite sentirem mais satisfeitos com o trabalho e com maiores níveis de bem-estar afetivo. Este é um facto importante dada a relação que a satisfação com o trabalho e o bem-estar afetivo apresentam com o desempenho organizacional (Ahmad et al., 2010; Greenberg, 2011; Rego & Cunha, 2008; Rego, Ribeiro & Cunha, 2009), compromisso (Ahmad et al. 2010), motivação (Herzberg et al., 1959; Locke, 1969) no local de trabalho e com a qualidade de vida do colaborador em geral e a sua saúde (Breitbart et al., 2015; Kok et al, 2013).
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ANÁLISE DO MAL-ESTAR DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO NA PERSPECTIVA DO PERFIL DA CLIENTELA E DAS QUEIXAS ACOLHIDAS NO ATENDIMENTO PSICOLÓGICO DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL

ANÁLISE DO MAL-ESTAR DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO NA PERSPECTIVA DO PERFIL DA CLIENTELA E DAS QUEIXAS ACOLHIDAS NO ATENDIMENTO PSICOLÓGICO DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL

Os estudos citados demonstraram que, a preocupação com o mal-estar, fatores de risco e qualidade de vida têm causado impactos signifi cati vos na vida acadêmica de milhares de estudantes de graduação. Nessa perspecti va, o presente arti go, tem como objeti vo analisar o mal- estar presente em estudantes de graduação de uma universidade federal, por meio da análise do perfi l da clientela e das principais queixas apresentadas no atendimento psicológico oferecido pela universidade. Pretende-se lançar luz sobre o problema, compreender melhor o mal-estar na qual estão sendo expostos e propor perspecti vas.
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Perfil da clientela de um programa de pronto-atendimento psicológico a estudantes universitários.

Perfil da clientela de um programa de pronto-atendimento psicológico a estudantes universitários.

A Figura 4 evidencia que a maioria dos alunos atendidos era ingressante na universidade (n=29, isto é, 50% em 2000 e n=40, aproximadamente 53% em 2001). Pode-se supor que a predominância de “calouros” entre os usuários do serviço esteja intimamente associada ao fato de haver na Unesp/Assis um grande número de alunos procedentes de outras cidades e Estados, uma vez que, como discutiremos de forma mais pormenorizada adiante, uma parcela considerável da clientela procura o PPAPA em virtude de dificuldades de se distanciar – pela primeira vez, na maioria das situações – do contexto familiar e de outras pessoas queridas do município de origem e estabelecer novos vínculos afetivos em uma cidade desconhecida. Além disso, a ocorrência de tal fenômeno pode ser considerada uma tendência em serviços de atendimento psicológico voltados especificamente a estudantes universitários, uma vez que também foi apontada por outros estudos (Calejón, 1996; Yamamoto, 1997).
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