Periodismo - Jornalismo

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Estudos sobre jornalismo digital no Brasil

Estudos sobre jornalismo digital no Brasil

www.compos.com.br/e-compos Dezembro de 2006 - 2/22 Resumen: ¿Quién son los pioneros en la investigación sobre el periodismo digital en Brasil? ¿Cuántas tesis y tesinas ya fueron presentadas sobre el tema? ¿Cuál es el ámbito de las publicaciones? Esas son preguntas que intentamos contestar en este artículo, cuyo objetivo es plantear un levantamiento prelimininar respecto a los estudios hechos en la primera década del desarrollo de esta modalidad periodística en el país. Nuestra hipótesis es que existen cuatro clusters de investigadores, ubicados en las regiones nordeste, centro-oeste, sudeste y sur.
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Antes do periodismo, as publicações ocasionais

Antes do periodismo, as publicações ocasionais

Elisabeth Bird e Robert Dardenne (1988) falam, igualmente, das notícias como sendo histórias construídas no seio de uma gramática da cultura. São, assim, histó‑ rias representativas dessa cultura e ajudam a compreender os seus valores e sím‑ bolos. Enquanto narrativas, as notícias possuem códigos simbólicos reconhecidos pela audiência, que, inclusivamente, balizam as fronteiras do aceitável e do inacei‑ tável. Ettema e Glasser (1998) acrescentam, por seu turno, que o reportório cultural determina a notícia, pois, segundo os autores, são as linhas de força de cada histó‑ ria, pré ‑existentes numa determinada cultura, que ajudam a construir os factos. Brown (1979) vai mais longe, sugerindo que as histórias que as notícias são refletem as preocupações sociais em cada momento, sendo essa uma das características que lhes confere êxito social. A Relação ilustra bem as ideias destes diferentes autores, quer como um dispositivo discursivo de natureza cultural, quer como um artefacto que indicia as omnipresentes preocupações quinhentistas com os destinos dos navios da Carreira da Índia, quer ainda como um balizador das fronteiras do acei‑ tável e do inaceitável, como transparece ao longo da narrativa no olhar simultanea‑ mente crítico e compadecido do autor sobre os comportamentos das personagens. Por seu turno, Phillips (1976) mostra que o jornalismo privilegia o concreto e particular e não o estrutural. O jornalismo favorece, assim, familiaridade acerca das coisas e não conhecimentos profundos sobre elas. A Relação é um exemplo antigo do que diz Phillips: reporta um caso singular que traz ao leitor um certo tipo de familiaridade quer com o acontecimento quer com os riscos da navegação quinhentista, uma familiaridade, aliás, bastante afastada do conhecimento estru‑ tural, como certamente concluiria a autora.
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Ciência, técnica e periodismo no Rio de Janeiro (1808-1852)

Ciência, técnica e periodismo no Rio de Janeiro (1808-1852)

Tal tem sido entre nós a marcha do jornalismo. A lei é culpada dos seus excessos. Já foi reformada, mas autorizando indistintamente a todos para se constituírem diretores do espírito público, órgãos de opinião nacional, os censores de seus empregados não exigindo garantia do escritor, pela qual não possa iludir a responsabilidade, tem animado aos perversos, tem exposto a inocência e a honra a toda sorte de sofrimentos, tem desgostado ao homem de bem, vendo-se entregue à discrição dos maldizentes, sem outro recurso que a forçada requisição; e exagerando o homem sensível, atacado no melindre de sua vida privada, o tem obrigado a lançar mão da vindita reprovada pelas leis, onde têm parecido não poucos desses temerários ou abjetos escritores. Assim os nossos legisladores se apressam em emendar uma lei que a experiência assaz tem mostrado quanto é insuficiente para obstar os primeiros abusos da imprensa. Assim o público tenha aprendido a prevenir-se contra jornais que não apresentam outro fim que terem os seus redatores à sua disposição essa arma temível, para com ela ferirem seus adversários ou rivais, saciaram paixões ignóbeis e impunemente espalharem pelo público em tom dogmático erros, opiniões falsas ou o fel de negras calúnias. 88
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A Contextualização no Ciberjornalismo

A Contextualização no Ciberjornalismo

ZAMITH, Fernando - Jornalismo participativo nos jornais de Portugal’, in García de Torres, E. (coord.) (no prelo) Cartografía del periodismo participativo - Estudio internacional de los contenidos generados por los usuarios en los diarios de Argentina, Colombia, España, Estados Unidos, Israel, México, Perú, Portugal y Venezuela.

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Architecture, urbanism, landscape architecture and design periodicals: divergent perspectives Abstract - Revistas de arquitetura, urbanismo, paisagismo e design: a divergência de perspectivas :: Brapci ::

Architecture, urbanism, landscape architecture and design periodicals: divergent perspectives Abstract - Revistas de arquitetura, urbanismo, paisagismo e design: a divergência de perspectivas :: Brapci ::

Ao percorrer a seção de revistas de uma boa biblioteca especializada em arquitetura, urbanismo, paisagismo e design (AUPD), ao mesmo tempo que um interessado encontrará uma coleção impressionante de publicações tratando de inúmeros aspectos em uma variedade de formatos, cores e acabamentos, um consulente com um olhar mais acadêmico terá dificuldade para identificar títulos que possam ser caracterizados como “periódicos científicos e técnicos”, nos padrões consagrados em outras áreas de conhecimento. Todavia, entre um boletim noticioso corporativo, volumes com o porte de livros, revistas fashion , sisudas publicações ou magazines de arranjos interiores, há um conjunto com um rico repertório de informações e documentação de uma época. Sem arriscarmos variegar em infindáveis discussões epistemológicas e semânticas, vamos apenas constatar e reconhecer empiricamente a natureza específica da difusão da informação e da cultura em AUPD através de um periodismo que se ocupa tanto de um jornalismo de serviço como oferece densas e impenetráveis monografias. É uma história de pelo menos três séculos de duração na França, país em que pesquisadores sistematizaram um trabalho sobre o periodismo francês de arquitetura do século XVIII ao XX, e contabilizaram, entre 1800 e 1970, 606 revistas. 1 Ou de um universo
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Introdução O periodismo jurídico

Introdução O periodismo jurídico

São posteriores ao Código Civil as duas revistas jurídicas portuguesas cuja edição ainda hoje se mant ém – a Revista de Legislação e de Jurisprudência e O Direito, cujos primeiros números foram publicados em 1868, nos meses de M aio e Dezembro, respectivament e. Devido à relevância dos seus cont eúdos e ao prestígio dos colaboradores, juristas conceituados que, ao longo de mais de um século contribuíram para o destaque dos dois títulos no ambient e jurídico nacional, podemos afirmar que eles cont êm grande part e da memória histórica do Direito em Portugal. Concebidas inicialment e como órgãos de informação de actualidades legislativas e jurisprudenciais, as primeiras revistas jurídicas, cujos redactores possuíam formação e experiência derivadas do jornalismo, só posteriorment e publicaram artigos de doutrina e de análise legislativa e jurisprudencial. Próximas dos jornais e do estilo jornalístico direct o e conciso que os caracteriza, as revistas jurídicas nos seus primórdios, t iveram como objectivos principais a divulgação da legislação e da jurisprudência e só depois a sua análise e crítica. Para tal contribuiu a actualidade e a dinâmica das suas edições.
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Prêmios em Jornalismo: paradigmas em transição

Prêmios em Jornalismo: paradigmas em transição

Nesse sentido, a emergência de uma grife por meio da certificação de ethos ou de mérito seria tanto ética (ênfase do dever-ser, pelo CEJ) quanto de responsabilidade social (meritocracia e reconhecimento a partir do julgamento do ente social legítimo da causa). Esta contextualização é importante para percebermos porque algumas redações e patrões dão tanta visibilidade a prêmios conquistados por seus repórteres e empregados. É realmente uma questão de se agregar valor. E, como na citação do professor Duarte (quando se trata de prêmios, todos ganham com isso 179 ), neste caso, as crianças, as ONG‟s, os repórteres, os jornais etc. Entretanto, em outro sentido, percebemos também que o assistencialismo e prêmios oriundos de organizações com este perfil não têm o mesmo impacto dos mais executivos (além de desenvolvidos em orçamento, parceiros). Os prêmios validam o que seria êxito e fracasso dentro de categorias de status simbólicos do campo jornalístico (bom jornalista, mau jornalista, jornalista socialmente responsável etc), que não serão abordados com o rigor conceitual 180 181 . Sem falar no mérito da certificação como credencial de acesso e legitimação da fala do jornalista premiado (com status duplicado para falar sobre a criança: com o condão do CEJ e da ANDI, por exemplo). Percebe-se aqui, que os prêmios relativos ao Jornalismo Público
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Repositório Institucional UFC: Revista Reticências: ninguém nasce mulher

Repositório Institucional UFC: Revista Reticências: ninguém nasce mulher

Este trabalho tem a finalidade de apresentar a segunda edição da Revista Reticências, publicação de autoria dos alunos do 5º semestre do curso de Jornalismo, pela disciplina Jornalismo Impresso I da Universidade Federal do Ceará (UFC). Apresentamos neste paper as etapas de produção ocorridas durante o segundo semestre de 2013, desde as discussões conceituais sobre pauta, apuração, técnica de entrevista, como a escolha do tema, produção de reportagens, ensaios fotográficos e a conclusão do trabalho com a diagramação da revista.

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Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun.  vol.36 número1

Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun. vol.36 número1

A obra Leitura e produção de gêneros acadêmicos em Jornalismo; brincadeira que dá prazer resulta da seleção de textos pro- duzidos por alunos e professores de curso de pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Trata-se de iniciativa cujo mérito principal é dinamizar e renovar as prá- ticas pedagógicas relacionadas ao ensino de Jornalismo, tornando a pós-graduação um espaço de inovação acadêmica. A produção, coordenada pela profa. dra. Maria das Graças Targino, ocorreu a partir de um eixo temático: os gêneros textuais e suas diversas formas de apresentação, o que possibilitou à turma aliar o estudo de uma temática curricular com a exploração de formatos criati- vos, em um contexto de reconfiguração e redefinição dos próprios gêneros. A coletânea apresenta um apanhado do resultado textual de um conjunto de dez atividades realizadas mediante técnicas,
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Saude soc.  vol.11 número1

Saude soc. vol.11 número1

Razões circunstanciais, próprias do momento pelo qual passa o jornalismo brasileiro também contribuem para a má qualidade do jornalismo voltado à saúde pública e para o estado de confl[r]

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INFORMACIÓN, INTERPRETACIÓN Y OPINIÓN EN LA REPRESENTACIÓN ESTADÍSTICA DE LA ACTUALIDAD :: Brapci ::

INFORMACIÓN, INTERPRETACIÓN Y OPINIÓN EN LA REPRESENTACIÓN ESTADÍSTICA DE LA ACTUALIDAD :: Brapci ::

Intentando separar la dualidad objetividad-subjetividad de la tripartición en géneros interpretativos señalada anteriormente, Marrone intenta poner en relación los diferentes actos semiósicos –fundamentalmente los expresivos–, a través del establecimiento de una especie de ‘barómetro pasional’: “antes incluso de mostrar las propias pasiones sobre el contenido del discurso, y cargarlo ideológicamente de valores positivos o negativos, es de hecho posible mostrar una cierta disposición emocional. Hay quien muestra separación de lo que dice y quien por el contrario se muestra turbado.” (Marrone: 2001, 129). Es lo que el autor conoce como el distacco diaforico. Este mayor o menor grado de separación que manifiesta el autor respecto al propio mensaje expresado no tiene por qué ser canalizado en cambio, de manera exclusiva a través de la parte textual. También en el concepto general del mensaje, o incluso de manera individual en la parte visual de la infografía. En la figura 7 por ejemplo observaremos como se hace muy presente la huella personal del autor. La elección de las migajas para representar la parte del pan que se reparte la mayor parte del pueblo argentino implica un juicio de valor que, sumado a una mayor imprecisión en la representación de las proporciones, nos debe inducir a considerar esta infografía más cercana al periodismo de opinión; con una finalidad que busca más el impacto emocional que el rigor informativo.
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Rev. Bras. Saude Mater. Infant.  vol.17 número1

Rev. Bras. Saude Mater. Infant. vol.17 número1

Felizmente esta experiência se estende a periódicos menos conhecidos e ainda jovens. No Brasil a existên- cia de uma Revista como o Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases revista única cujo escopo é precisamente a exposição de pesquisas relacionadas à fauna de espécies peçonhentas, impor- tantes também para o estudo daquelas doenças. Aliás seria lamentável que o Brasil não publicasse um periódico como esse. Num outro campo é notável a existência, no periodismo brasileiro, de Revistas como o Cadernos de Saúde Pública e a Revista de Saúde Pública, cujos escopos tratam de questões, as mais fundamentais da saúde coletiva no nosso país e de países em desenvolvimento, que trazem à luz a análise dos fatos mais significativos, do ponto de vista do desenvolvimento humano, para todos. É desnecessário comentar sobre a importância da publicação, nessas revistas, de artigos os mais relevantes. Por isso estas merecem ser lidas não só no Brasil.
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Literatura e Jornalismo literário

Literatura e Jornalismo literário

Nuno Teixeira Neves, citado por Ernesto Rodrigues, tem uma opinião muito pertinente no que diz respeito às semelhanças e diferenças entre Jornalismo e Literatura, ao dizer o seguinte: “Literatura e Jornalismo não são dois sectores da cultura estaticamente delimitados mas, sobretudo se por literatura entendermos a sua parte mais genuína, a poesia, dois polos de um campo de tensões em que é sempre possível e necessário, porque faz parte do jogo, tanto que os extremos se aproximem entre si e, em certas zonas marginais, se confundam, como se repilam e hostilizam, ambos os géneros de operações sendo para serviço de renovação e redefinição de qualquer delas.” (Rodrigues, E. 1998, p.409). O autor prossegue o catálogo de diferenças entre jornalismo e literatura explicando que “a literatura tende a extrair o que está fora do tempo daquilo que está no tempo e a cuja imagem restitui vida; o jornalismo tende a arrancar a temporalidade à degradação da intemporalidade que o obscurece a imagem palpitante dos acontecimentos. A literatura propõe-se surpreender a imobilidade profunda que sustenta o fluir da realidade; o jornalista procura detetar, para lá das cristalizações mentais do habitual institucionalizado, os factos insólitos ou agressivos que constituem as roturas ou, pelo menos, os estímulos diários.” (Rodrigues, E. 1998, p.409).
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Jornalismo Desportivo

Jornalismo Desportivo

Pode afirmar-se que o jornalismo desportivo é o jornalismo especializado que tem mais consumo por parte do público, contudo, ainda é uma área pouco estudada. Ser jornalista desportivo é ter uma especialização que combina as responsabilidades gerais da profissão com as exigências específicas impostas pelo objeto que está a ser noticiado. Apesar de permitir uma linguagem menos coloquial, um jornalista de desporto tem que ter a mesma credibilidade e valor que um jornalista de economia, política ou sociedade. O jornalista desportivo não escreve apenas sobre futebol, tem a capacidade de escrever sobre qualquer assunto. Os jornalistas desportivos não são diferentes dos outros. “Os primeiros jornalistas desportivos foram rotulados como jornalistas de segunda, já que a área de que tratavam estava ao alcance de qualquer um e todos podiam divulgar tais informações” (Alcoba, 2011, p. 65). Apenas a partir dos anos 20 é que a especialização – jornalista desportivo – começa a consolidar-se “dando finalmente uma dimensão nacional e popular ao fenómeno do desporto” (Pinheiro, 2009, p.220). Em Portugal, só em Janeiro de 1975, os profissionais da informação desportiva foram equiparados “aos restantes colegas da imprensa diária, reconhecendo-lhes o direito a uma carteira profissional e ao estatuto de jornalistas” (Pinheiro, 2009, p. 466). Assim, “o total amadorismo (entendido como atividade não remunerada) do jornalismo desportivo, característico nas décadas anteriores, cedeu definitivamente o lugar a um gradual profissionalismo (remunerado) dos jornalistas desportivos” (Pinheiro, 2009, p.388).
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Ao meu orientador, Professor Doutor Paulo Nuno Vicente, pela confiança que

Ao meu orientador, Professor Doutor Paulo Nuno Vicente, pela confiança que

Ian Bogost, Simon Ferrari e Bobby Schweizer (2010) afirmam que o preconceito está inerente ao jornalismo de opinião, onde os factos se tornam menos importantes que a persuasão. Os jornalistas decidem escolher a objetividade, incluindo os factos credíveis, enquanto os editorialistas escolhem o que lhes interessa para persuadir os leitores (p. 25). A diferença é que as páginas editoriais fornecem um espaço reconhecido para a opinião e os cartoons estão também devidamente identificados. Mas esta identificação ainda não existe para os newsgames editoriais (p. 31). Esta identificação é importante para que num meio de comunicação social o criador do newsgame, ao ser identificado, possa dar-lhe uma “voz pessoal” (Frasca, 2013, p. 261), permitindo assim aos leitores entenderem que o ponto de vista do criador do jogo não é necessariamente o do meio de comunicação onde está inserido.
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Jornalismo de dados: caraterização e fluxos de trabalho

Jornalismo de dados: caraterização e fluxos de trabalho

Aparece-nos então aqui o jornalismo de dados ligado ao processo de workflow, marcando-se a diferença entre esta forma de jornalismo e outras formas, através do workflow, através da forma como se trabalha. Face a estas formas de fazer jornalismo, quais os elementos diferenciadores do jornalismo de dados? Crucianelli (2013) salienta que o jornalismo de dados vem acrescentar novos elementos à forma como é feito o jornalismo: tratamento de grandes volumes de dados; visualização interativa desses dados; utilização da programação para desenvolver tarefas que vão desde a pura extração de dados, à limpeza dos datasets ou ao desenho de aplicações digitais de notícias (news apps). Para além destes elementos, que Crucianelli enumera, há a acrescentar um muito importante: a disponibilização dos dados crus utilizados para levar a cabo o trabalho jornalístico. Como forma de identificar mais facilmente o que serão produtos do jornalismo de dados, Crucianelli (2013) enumera “produtos” que emergem desta prática: artigos baseados em dados; visualizações interativas; conjuntos de dados abertos; aplicações digitais de notícias.
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Clubinho das Meninas: uma experiência em jornalismo digital infantil

Clubinho das Meninas: uma experiência em jornalismo digital infantil

O edutretenimento, um braço da educomunicação, trata-se basicamente de uma estratégia que divulga ideias com o objetivo de provocar mudanças comportamentais e sociais (SINGHAL; ROGERS, 2002). Como os próprios autores citam, o entretenimento tem invadido cada vez mais as diversas áreas da comunicação. No Brasil, já podemos perceber o fenômeno do infotretenimento, especialmente no jornalismo esportivo. O jornalista Tiago Leifert, por exemplo, revolucionou um dos mais tradicionais programas da Rede Globo, o Globo Esporte, inserindo entretenimento no produto essencialmente informativo. A estratégia funcionou tão bem que a Globo copiou o modelo para todos os programas regionais de esporte e outras emissoras já adotam a iniciativa também.
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ENSINO E FORMAÇÃO EM JORNALISMO: PERCURSOS DE UMA PESQUISA NO BRASIL E PORTUGAL

ENSINO E FORMAÇÃO EM JORNALISMO: PERCURSOS DE UMA PESQUISA NO BRASIL E PORTUGAL

O primeiro destino foi a Universidade Federal da Bahia – UFBA, por dois motivos. Primeiro, para garantir que as docentes lembrariam da promessa de entrevista à pesquisadora e segundo, pela inquietação que o campo pode provocar em se tratando de a comunicação e o jornalismo não terem sido a graduação da pesquisadora. Neste aspecto, conhecer o programa de ensino de comunicação e jornalismo da Faculdade de Comunicação - FACOM, das ementas dos cursos escolhidos para a pesquisa e o currículo das docentes foi essencial para o sucesso das entrevistas, antevendo-se uma das perguntas do lead das notícias em jornalismo: por que (a FACOM, eu, essa disciplina)?
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Vera Lucia Follain de Figueiredo

Vera Lucia Follain de Figueiredo

Nossa pesquisa pretendeu investigar até que ponto a web está reconfigurando o papel do jornalista on-line. Ele está rompendo com as funções que historicamente exerceu e incorporando novas a suas rotinas produtivas? Ou superpõe papéis adicionais para se adequar às exigências do novo meio, sem prejuízo dos herdados do jornalismo off-line? Para tanto, nosso ponto de partida foi o estudo pioneiro sobre o papel do jornalista na seleção das notícias realizado por David White (1999), em 1950, com um editor de primeira página, identificado como Mr. Gates, que trabalhava em um jornal norte-americano com tiragem de 30 mil exemplares numa cidade de cem mil habitantes. Em seu estudo, White aplicou a teoria do gatekeeping para mostrar em que ponto e de que maneira o editor aplica filtros na seleção das notícias. Primeira teoria a questionar a objetividade jornalística, o gatekeeping não é originário da comunicação. O criador do conceito foi o psicólogo Kurt Lewin, que observou os gatekeepers por meio da ótica psicológica, pesquisando como e por que os hábitos alimentares das famílias diferiam, como nos conta Barzilai-Nahon (2008). Entre os grupos que examinou, Lewin notou que as donas de casa controlavam as decisões sobre quais alimentos seriam consumidos em suas famílias, impondo barreiras ou criando incentivos. Lewin se referiu a elas pela primeira vez como gatekeepers, em 1947. Posteriormente, gatekeeping passou a ser um termo largamente aplicado ao processo de controle da informação conforme ela passa pelos diversos filtros ou gates, da produção à edição da notícia. No estudo de caso realizado por White, foi
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A brasilidade no jornalismo de Revista Nacional: uma análise do discurso das revistas Veja e Época na copa do mundo de futebol de 2014

A brasilidade no jornalismo de Revista Nacional: uma análise do discurso das revistas Veja e Época na copa do mundo de futebol de 2014

Considerando, então, o futebol (em especial, a Copa do Mundo) e o jornalismo (no caso, o jornalismo de revista nacional) como importantes fontes de observação da realidade social e cul[r]

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