Periodontite agressiva

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Prevalência de periodontite agressiva em adolescentes e adultos jovens do Vale do Paraíba

Prevalência de periodontite agressiva em adolescentes e adultos jovens do Vale do Paraíba

RESUMO: O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de periodontite agressiva localizada, periodontite agressiva generalizada e periodontite incipiente em uma população de 15 a 25 anos de idade (19,4 ± 3,44) da região do Vale do Paraíba - SP que procuraram tratamento odontológico clínico geral no Departamento de Odontologia da Uni- versidade de Taubaté, SP. Seiscentos pacientes, 244 do sexo masculino e 356 do sexo feminino, foram incluídos neste estudo. A condição periodontal da população estudada foi determinada em 6 sítios por dente por meio da avaliação das medidas de profundidade à sondagem e nível clínico de inserção, e confirmada por meio de exame radiográfico. Dez in- divíduos (1,66%) apresentaram periodontite agressiva localizada, 2 do sexo masculino (18,5 ± 2,12) e 8 do sexo femini- no (19,2 ± 3,91), 22 (3,66%) receberam diagnóstico de periodontite agressiva generalizada, sendo 6 do sexo masculino (19,1 ± 3,06) e 16 do sexo feminino (20,1 ± 2,71) e 86 (14,3%) foram diagnosticados com periodontite incipiente, 29 do sexo masculino (20,2 ± 2,87) e 57 do sexo feminino (21,1 ± 2,79). Houve correlação positiva entre sexo feminino e doen- ça periodontal.
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Prevalência de Porphyromonas gingivalis, genótipo fima II de Porphyromonas gingivalis e   em indivíduos com periodontite agressiva generalizada

Prevalência de Porphyromonas gingivalis, genótipo fima II de Porphyromonas gingivalis e em indivíduos com periodontite agressiva generalizada

Apesar de ter sido observada maior prevalência de P. gingivalis(64,4%), a proporção de indivíduos colonizados por essa bactéria foi menor que a encontrada em outros estudos, tanto em brasileiros, 15; 38 como em outras populações. 6; 39; 40 No Brasil, Cortelli 38 , Missailidis 15 e Imbronito 41 e seus colaboradores detectaram P. gingivalis em 80%, 86,7% e 73,3% dos pacientes com periodontite agressiva, respectivamente. No Chile, Gajardo e colaboradores 39 encontraram P. gingivalis em 88,8% dos indivíduos. No Japão, Miura e colaboradores 13 em 79,8% dos pacientes com periodontite agressiva e Takeuchi e seu grupo 40 relataram a ocorrência de P. gingivalis em 82,5% dos pacientes com a forma generalizada da doença. Feng e colaboradores 6 também observaram alta prevalência de P. gingivalis, encontrando essa bactéria em quase 100% dos chineses com periodontite agressiva estudados. A menor prevalência de P. gingivalis encontrada no presente estudo pode estar relacionada ao fato de ter sido avaliado apenas o sítio de maior profundidade de sondagem de cada paciente, enquanto os estudos supracitados analisaram múltiplos sítios. Por outro lado, ao avaliar amostras de múltiplos sítios por pacientes através de metodologia semelhante a utilizada por nós, Savitt e colaboradores observaram maior probabilidade de encontrar periodontopatógenos nos sítios com maior profundidade de sondagem. 42
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Uso sistêmico do etoricoxib como adjunto ao tratamento periodontal não cirúrgico em pacientes portadores de periodontite agressiva : avaliação a curto prazo

Uso sistêmico do etoricoxib como adjunto ao tratamento periodontal não cirúrgico em pacientes portadores de periodontite agressiva : avaliação a curto prazo

às diversas formas de periodontite, outros trabalhos demonstram que nem sempre o tratamento mecânico limita a severidade do dano tecidual na periodontite agressiva (BECK, SLADE, OFFENBACHER, 2000; POULIOT et al., 2000). Esta última premissa parece paradoxal, à luz do fato que no presente estudo, foi possível constatar o contrário, ou seja, a terapia não cirúrgica, de uma forma geral, foi capaz de contribuir significativamente para a melhora clínica a curto prazo e presume-se que tal achado se deva à atuação efetiva sobre o biofilme, o que implica em menor agressão direta ao hospedeiro e indiretamente, interfere positivamente na modulação da resposta imunoinflamatória. Ainda outros recentes trabalhos com periodontite agressiva reforçam os resultados do presente estudo (GUERRERO et al., 2005), ao evidenciarem média de redução de 2,1 mm na PS de bolsas profundas, dois meses após o tratamento não cirúrgico. Outro recente estudo realizou avaliação a curto prazo de 79 pacientes portadores de periodontite agressiva, onde foi constatada redução de mais de 67% do número de sítios com PS maior que 5 mm, dez semanas após terapia não-cirúrgica; ainda neste citado trabalho, os autores consideraram seus resultados como similares aos encontrados em periodontite crônica (HUGHES et al., 2006). Da mesma forma, outro estudo atual (XAJIGEORGIOU et al., 2006) evidenciou que 6 semanas após a RAR de pacientes com periodontite agressiva houve melhora significativa nos parâmetros clínicos avaliados e os autores atribuíram o resultado à terapia convencional não cirúrgica e não ao uso dos antibióticos, os quais estavam sendo igualmente investigados; os pesquisadores complementaram que o incremento de efeito do antibiótico associado à RAR só foi visto em bolsas com PS igual ou superior a 6 mm, o que sustentou o fato de que a terapia mecânica foi eficaz em todas as situações.
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Claritromicina como adjuvante ao debridamento periodontal no tratamento de periodontite agressiva generalizada: estudo controlado randomizado

Claritromicina como adjuvante ao debridamento periodontal no tratamento de periodontite agressiva generalizada: estudo controlado randomizado

A terapia mecânica periodontal realizada por meio de raspagem e alisamento radicular (RAR) é considerada o padrão ouro para tratamento das doenças periodontais (Cobb, 1996). Entretanto, em algumas condições periodontais, como a periodontite agressiva generalizada, a terapia mecânica pode falhar na descontaminação do sítio doente e assim haver a persistência da doença (Haffajee et al., 2003; Haffajee, 2006). Uma das possíveis explicações para isso é que alguns patógenos relacionados com a doença, como Aggregatibacter actinomycetemcomitans (Aa) e Porphyromonas gingivalis (Pg) têm a capacidade de invadir as células e evadir as defesas do hospedeiro. Mesmo após a terapia mecânica, esses microrganismos podem recolonizar o sítio levando a falha na terapia mecânica periodontal (Slots, Rosling, 1983, van Winkelhoff et al., 1992). Dessa forma, frequentemente a utilização de agentes antimicrobianos se faz necessário para o tratamento de periodontite agressiva generalizada.
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Efeito da terapia periodontal nas citocinas do fluido gengival crevicular de indivíduos com periodontite agressiva generalizada

Efeito da terapia periodontal nas citocinas do fluido gengival crevicular de indivíduos com periodontite agressiva generalizada

A doença periodontal é uma reação inflamatória destrutiva onde alterações bacterianas e fatores do hospedeiro, inatos e adquiridos, determinam o grau de comprometimento dos tecidos de suporte dos dentes. A periodontite agressiva é um tipo específico de doença periodontal com características clínicas distintas, que parece estar relacionada a algum defeito da resposta imune. O objetivo do nosso estudo foi examinar as mudanças nos níveis de citocinas do fluido gengival crevicular (GCF) de indivíduos com periodontite agressiva generalizada (PAgG) após a terapia periodontal. Assim, vinte e quatro indivíduos com PagG tiveram amostras de citocinas do fluido gengival coletadas e analisadas usando Luminex para sete citocinas: GM-CSF, IFN- , IL-10, IL-1 , IL-2, IL-6 and TNF- α. Os indivíduos foram aleatoriamente designados para uma raspagem e alisamento radicular (RAR) somente, ou RAR mais amoxicilina sistêmica (500 mg) e metronidazol (400 mg) 3 vezes ao dia durante 14 dias. Os parâmetros clínicos e as citocinas do GCF foram medidos no início, 6 e 12 meses após a terapia periodontal. Verificou-se que houve reduções significativas nos níveis de IL- 1 após 6 meses de acompanhamento, de IL-2 após 6 e 12 meses de acompanhamento e de GM-CSF após 12 meses de acompanhamento, além de um aumento nos níveis de IL-6, TNF- e IL-10 após 12 meses de acompanhamento. A razão IL-1 /IL-10 também reduziu significativamente nas duas visitas de acompanhamento. Os resultados indicaram que a terapia periodontal reverteu parcialmente o desequilíbrio entre a IL- 1 e IL-10. A redução de GM-CSF após a terapia implica que essa citocina pode estar associada à patogênese da PAgG.
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Detecção de porphyromonas gingivalis e dos genótipos fima II e IV em portadores de periodontite agressiva

Detecção de porphyromonas gingivalis e dos genótipos fima II e IV em portadores de periodontite agressiva

Miura et al. (2005) investigaram em seu estudo a prevalência dos genótipos de fimA de P. gingivalis em dezoito japoneses com periodontite agressiva. Os participantes deveriam exibir destruição periodontal severa e profundidade a sondagem > 5 mm em múltiplos sítios. Os autores ressaltaram a forte associação entre o genótipo do tipo II e o quadro de periodontite agressiva, porém destacaram que o nível de P. gingivalis nos sítios com fimA tipo I foi significantemente maior do que nos sítios colonizados pelos outros genótipos. Estes achados diferem dos resultados encontrados por outros estudos também com a população asiática, onde os genótipos fimA tipos II e IV foram frequentemente detectados em pacientes com periodontite e o genótipo fimA tipo I foi encontrado apenas em indivíduos com saúde periodontal (AMANO et al., 1999; AMANO et al., 2000). O estudo de Miura et al. (2005) foi o único que analisou, especificamente, a prevalência dos genótipos fimA em pacientes com periodontite agressiva, impossibilitando uma comparação com os estudos de Beikler et al. (2003) e Missailidis et al. (2004) que apresentaram, em conjunto, a distribuição dos diferentes genótipos em indivíduos com periodontite (crônica ou agressiva). Além disso, é importante destacar que o estudo de Miura et al. (2005) utilizou uma técnica quantitativa (PCR em tempo real) para a análise microbiológica e os demais estudos utilizaram um método quantitativo (PCR convencional).
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TRATAMENTO ORTODÔNTICO EM PACIENTES COM PERIODONTITE AGRESSIVA: CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS

TRATAMENTO ORTODÔNTICO EM PACIENTES COM PERIODONTITE AGRESSIVA: CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS

O objetivo desse trabalho foi confrontar as abordagens dos tratamentos envolvendo periodontite agressiva e ortodontia através de uma revisão de literatura baseada em artigos de condutas clínicas. Foi realizada uma busca na base de dados PubMed retroativa a 10 anos e utilizando palavras chaves Mesh. Ao final da seleção resultaram 13 artigos de casos clínicos e um artigo com uma série de casos. A maioria envolveu pacientes jovens e mulheres, e todos realizaram tratamento periodontal e ortodôntico para controle da periodontite agressiva. A perda óssea severa não contra indica o uso de aparelho ortodôntico, a movimentação dentária associada com um intenso controle periodontal apresenta-se como uma forma de sucesso no tratamento da doença.
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Detecção de leucotoxina de   em portadores de periodontite agressiva e seus familiares

Detecção de leucotoxina de em portadores de periodontite agressiva e seus familiares

que avaliam modelos de transmissão genética desta doença, há um consenso de que fatores genéticos com provável influência de fatores ambientais desenvolvam um papel nesta doença (DE CARVALHO et al., 2009). Llorente e Griffiths (2006) examinaram componentes familiares portadores de periodontite agressiva e diagnosticaram 8% com periodontite agressiva, 39% com periodontite crônica e 53% estavam saudáveis ou com gengivite. Dogan et al. (2008) encontraram 38% de membros familiares de portadores de periodontite agressiva com alguma forma de doença periodontal, 19% com periodontite agressiva e 19% com periodontite crônica. Neste estudo a maioria dos componentes familiares apresentaram quadros de periodontite agressiva (30,3%) e crônica (36,3%), em porcentagens superiores às encontradas nos estudos citados. Segundo aqueles autores, pais e irmãos de um indivíduo com periodontite agressiva, positivo para A. actinomycetemcomitans, podem exibir maior susceptibilidade para doenças periodontais destrutivas (DOGAN et al., 2008).
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Avaliação da simetria contralateral na distribuição da doença periodontal em pacientes com periodontites agressiva e crônica

Avaliação da simetria contralateral na distribuição da doença periodontal em pacientes com periodontites agressiva e crônica

Este estudo, ao comparar médias de sítios contralaterais para PS e NIC, incluindo apenas valores ≥ 5mm, não encontrou diferença estatística entre os sítios correspondentes direito-esquerdo nos grupos de periodontite agressiva e periodontite crônica. Este achado sugere a existência de um padrão simétrico na distribuição dos parâmetros clínicos da doença periodontal. Entretanto a análise individual de sítios foi realizada por meio do CCIC. Esta foi realizada somente quando em pelo menos 20% da amostra de cada grupo, existiam sítios contralaterais correspondentes com medidas clínicas ≥ 5 mm. Assim, de um total de 28 pares de sítios, 25 apresentavam este critério para NIC e 18 para PS no grupo periodontite agressiva, com significância estatística em 14 e 9 pares, respectivamente. Para a periodontite crônica, este padrão de correlação não foi encontrado, exceto nos sítios mésio e disto-linguais para NIC e sítios disto-linguais para PS, ambos nos dentes 16 e 26. Como hipótese, a correlação significativa entre estes sítios pode estar associada à cronologia de erupção, na qual os primeiros molares são os dentes permanentes com erupção mais precoce (34,35). Portanto, uma maior correlação direito-esquerda entre sítios homólogos parece existir para a periodontite agressiva em comparação a periodontite crônica.
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Polimorfismos nos genes , NOS2A e ESR2 em portadores de periodontite crônica e agressiva

Polimorfismos nos genes , NOS2A e ESR2 em portadores de periodontite crônica e agressiva

Este estudo teve por objetivo avaliar a relação entre tratamento periodontal prévio (TPP), hábitos de higiene oral e severidade da periodontite agressiva generalizada (PAG). Cinquenta e cinco indivíduos com PAG (28,5 ± 6,1 anos) foram analisados clinicamente com dados de Índice de Placa (IP), Índice Gengival (IG), profundidade de sondagem (PS), perda de inserção clínica (PIC), TPP, frequência de escovação, uso de fio dental e de antissépticos bucais. As médias de IP, IG, PS e PIC de todos os sítios foram, respectivamente, 33,8 ± 17,9; 13,8 ± 8,5; 3,4 ± 0,7 e 3,8 ± 0,9. Quanto aos hábitos de higiene oral, 72,7% escovavam os dentes pelo menos três vezes ao dia, 42% faziam uso diário de fio dental e 35% utilizavam algum antisséptico bucal. Esses dados não foram significantes quando relacionados à severidade da PAG. Indivíduos que nunca haviam recebido TPP (63,6%) indicaram maior percentual (p<0,05) de sítios com PS 4-6 mm (32,4% ± 13,1%) do que aqueles com TPP (25,5% ± 8,2%), porém após análise de regressão logística multivariada essa associação não foi mantida. Duas variáveis foram consideradas significativas: uso de fio dental e SS. Um segundo modelo foi realizado utilizando apenas as variáveis consideradas significativas, onde se pode verificar que os pacientes que não utilizavam o fio dental apresentavam uma chance reduzida em 84% de terem realizado TPP (p= 0,005; OR= 0,16; 95% IC= 0,04-0,59). Indivíduos diagnosticados com PAG que nunca haviam recebido TPP apresentaram uma tendência a uma maior proporção de sítios com PS moderada do que aqueles que já haviam recebido TPP, apesar da significância deste resultado não ser mantida após a regressão logística múltipla. Não foram encontradas diferenças significantes entre os hábitos de higiene oral e a severidade da DP nos pacientes com PAG. Houve uma relação significativa entre o uso de fio dental e a presença de tratamento periodontal prévio.
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Comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer: prevalência de infecção bucal...

Comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer: prevalência de infecção bucal...

Os avanços da ciência durante as últmas décadas expandiram enormemente os conhencimentos da fisiopatologia das doenças periodontais. Algumas condições sistêmicas que afetam a função dos neutrófilos, monócitos e linfócitos resultam na função e produção alterada de mediadores inflamatórios nos hospedeiros. Essas alterações podem se manifestar modificando clinicamente o curso da periodontite agressiva, sob a forma de início precoce e rápido desenvolvimento. Entretanto, a ciência evidenciou também o lado oposto da relação entre saúde sistêmica e saúde oral, isto é, os efeitos potenciais da DP sobre uma ampla variedade de sistemas e órgãos (Pussinen et al., 2003; Beck e Offenbacher, 2005; Friedwald et al., 2009; Southerland et al., 2012).
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Análise dos polimorfismos do gene HLA-G e do padrão de citocinas Th1/Th2 em pacientes com periodontite crônica e agressiva

Análise dos polimorfismos do gene HLA-G e do padrão de citocinas Th1/Th2 em pacientes com periodontite crônica e agressiva

A periodontite apresenta etiologia bacteriana associada à presença de um hospedeiro suscetível. Fatores imunogenéticos têm sido estudados para tentar explicar as formas mais agressivas da doença, estabelecer um diagnóstico precoce e definir um prognóstico mais confiável. O presente estudo teve como objetivos avaliar os polimorfismos do gene HLA-G (inserção e deleção de 14 pb e C/G +3142) e o perfil de citocinas (Th1 e Th2) em pacientes com periodontites crônica, periodontite agressiva e controles saudáveis. Em relação ao polimorfismo de 14 pb foi observado, nos pacientes com periodontite crônica, um aumento significante na frequência de homozigotos para o alelo de deleção, quando comparados aos controles. Este mesmo grupo apresentou a maior frequência deste alelo, o que foi marginalmente não significante. Além disso, nenhuma diferença significativa foi observada entre os pacientes com periodontite agressiva e os controles em relação aos polimorfismos de 14 pb e C/G +3142. Quando os haplótipos foram estimados, uma frequência aumentada do deleção/G e diminuída do inserção/G foi observada nos pacientes com periodontite crônica comparados aos controles, mas sem diferença estatística. Com relação à concentração sérica de citocinas (IL-2, IL-4, IL-5, IL-10, TNF-α e IFN-γ , não foi verificada diferença significativa entre os grupos estudados, embora os achados revelaram uma tendência a menores níveis de IL-5 e IL-10 no grupo com periodontite agressiva. Nossos resultados sugerem em relação ao HLA-G, que os pacientes homozigotos para o alelo de deleção, têm 3 vezes mais chance de apresentar periodontite crônica (OR = 3.07, 95% CI: 1.24-7.87), inferindo um papel de suscetibilidade deste polimorfismo na patogênese desta condição. Já os pacientes com periodontite agressiva, quando avaliados em relação ao perfil de citocinas, apresentaram uma tendência direcionada ao perfil Th2, sugerindo uma contribuição para o desenvolvimento da manifestação exacerbada da doença.
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O processamento das informações sociais numa amostra de adolescentes agressivos.

O processamento das informações sociais numa amostra de adolescentes agressivos.

No que se refere à presença de uma estratégia agressiva entre as respostas mencionadas pelos avaliados para uma situação hipotética de impasse interpessoal, foram obtidos os seguintes pe[r]

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Avaliação da mangiferina na periodontite induzida em ratos

Avaliação da mangiferina na periodontite induzida em ratos

Após os respectivos tratamentos anteriormente descritos, os animais anestesiados foram posicionados em mesa operatória apropriada a qual permitiu a manutenção da abertura bucal dos ratos, facilitando o acesso aos dentes da região posterior da mandíbula. Posteriormente ao posicionamento dos animais, foram realizados afastamentos temporários entre o primeiro e o segundo molar inferior direito, com o auxílio de uma sonda exploradora n° 5. Após o afastamento, procedeu-se a colocação da ligadura por meio de um fio de algodão de cor preta n° 24 (marca Corrente) ao redor do primeiro molar inferior direito. Os fios foram colocados ao nível do sulco gengival do primeiro molar inferior direito, e posicionado por meio de nós cirúrgicos. Esta ligadura atuou como irritante gengival e favoreceu o acúmulo de placa bacteriana, conforme técnica descrita por Johnson (47). Os primeiros molares inferiores do lado esquerdo não receberam a colocação da ligadura, e serviram como o controle sem-ligadura. O tratamento prévio à indução da periodontite (1 dia) fornece um indicativo de ação preventiva sobre a instalação da doença. Este protocolo experimental foi submetido ao CEEA/IB-UNESP e foi aprovado sobre nº 43/06.
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Ferimentos perfurantes do globo ocular por acidentes automobilísticos

Ferimentos perfurantes do globo ocular por acidentes automobilísticos

Face a essas conclusóes, recomenda-se que as associacóes de classe e as disciplinas de oftalmologia tomem uma posicão mais agressiva em prevencão, de um modo ge- ral[r]

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Estratégia agressiva de matrinxâ Brycon amazonicus: conviver quando possível, matar quando preciso

Estratégia agressiva de matrinxâ Brycon amazonicus: conviver quando possível, matar quando preciso

A estratégia de interação do matrinxã varia entre nadar em grupo ou disputar agressivamente o território de acordo com a disponibilidade de espaço. Um espaço maior provavelmente significa maior disponibilidade de recursos alimentares (Jan et al., 2003). Neste caso, o balanço entre defender um território e permanecer em grupo tende para a formação em schooling. Ao permanecer em grupo, os peixes têm de disputar o alimento com um número maior de indivíduos; entretanto, a vantagem na detecção e proteção contra predadores pode superar essa disputa em ambientes cujo recurso alimentar é mais abundante (Pitcher e Parrish, 1993). Observamos esse comportamento de interação não agressiva (schooling) quando havia maior espaço disponível, tanto em díades de matrinxã que iniciaram a interação em uma arena maior, quanto em díades que estavam lutando em uma arena menor mas cujo espaço disponível aumentou (Fig. 1). Ou seja, mesmo o matrinxã sendo uma espécie de alta motivação agressiva e cuja estratégia de luta escala em ataques agressivos após a definição da disputa (Parte 1 dessa tese), não é sob qualquer contexto que disputas ferozes por recursos ocorrerão. De fato, quando a interação entre as díades se iniciou em arenas maiores, o início do confronto ocorreu apenas mais tardiamente (Fig. 2).
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Avaliação do risco cardiovascular em indivíduos com periodontite

Avaliação do risco cardiovascular em indivíduos com periodontite

• Os grupos GSP e GCP não apresentaram alterações em relação ao intervalo de valores de referência dos demais fatores de risco tradicionais e. não tradicionais[r]

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MARIA ELIZABETH GEMAQUE COSTA

MARIA ELIZABETH GEMAQUE COSTA

Uma relação próxima entre diabetes e periodontite crônica tem sido demonstrada. Foram encontrados previamente Porphyromonas gingivalis (microorganismos patogênicos capaz de causar infecção) em pacientes diabéticos do tipo 2 com periodontite. Takeda et al. (2006) estudaram se outros marcadores biológicos vistos frequentemente em pacientes diabéticos do tipo 2 estavam relacionados ao desenvolvimento da periodontite. Participaram da pesquisa 97 pacientes diabéticos do tipo 2 com e sem periodontite, os quais tiveram suas condições periodontais e do diabetes avaliadas. A porcentagem (%) dos dentes com perda de inserção > 5 mm de todos os dentes de cada participante foi usada como índice da destruição periodontal. Foi feita a coleta de sangue dos mesmos e os níveis de hemoglobina glicada (HbA1c), proteínas glicosadas (AGEs), proteína c- reativa (CRP), citocinas (fator de necrose tumoral [ TNF ]- α e interleucinas [IL]-1β) foram verificados. As amostras da placa subgengival foram também examinadas para avaliar a ocorrência de Actinobacillus actinomycetemcomitans, Tannerella forsythensis, Treponema denticola e Prevotella intermedia. As proteínas glicosadas (AGEs) foram associadas significativamente com a destruição periodontal, visto que nenhum outro marcador bioquímico ou ocorrência bacteriana mostrou um relacionamento claro com esta condição. Estas proteínas podem estar associadas com a periodontite nos diabéticos e podem ser úteis como marcadores biológicos que refletem tal destruição.
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Avaliação e tratamento das sequelas estéticas da periodontite

Avaliação e tratamento das sequelas estéticas da periodontite

Do ponto de vista etiológico, a HD pode manifestar-se quando a dentina fica exposta por perda de esmalte seguida da acção constante de ácidos, que mantêm os túbulos abertos à superfície da dentina. Em alternativa, pode decorrer da exposição da superfície da dentina devido à perda de estruturas como o cemento, facilmente removível pela escovagem, abfracção ou pelo tratamento periodontal (destartarização e alisamento radicular; cirurgia periodontal). Todavia, é mais comum a associação de dois ou mais destes factores. Para além disto, pode ser causada por recessão gengival, que ocorre com a idade, periodontite crónica ou traumatismo de escovagem, sendo esta a razão mais frequentemente citada como causadora de exposição dos túbulos dentinários (Yilmaz et al., 2011; Aranha et al., 2009; Porto et al., 2009; Walters, 2005; Stabholtz et al., 2004; Ladalardo et al., 2004; Bergenholtz & Hasselgren, 2003). É, no entanto, digno de nota que nem sempre a dentina exposta leva a HD (Yilmaz et al., 2011).
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A prova no processo tributário : análise comparativa com o Direito Processual Civil e Penal : abordagem jurisprudencial

A prova no processo tributário : análise comparativa com o Direito Processual Civil e Penal : abordagem jurisprudencial

Conclui aquela decisão: “(…) o acto de liquidação em causa, como conduta actuante positiva e agressiva por parte da Administração Fiscal, acarreta para ela o ónus probatório dos [r]

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