Permeabilidade vascular

Top PDF Permeabilidade vascular:

Eicosanóides no aumento de permeabilidade vascular e componente celular da inflamação aguda em Piaractus mesopotamicus

Eicosanóides no aumento de permeabilidade vascular e componente celular da inflamação aguda em Piaractus mesopotamicus

RESUMO - Neste trabalho, investigou-se a cinética das alterações vasculares e celulares na aerocistite, induzida pela inoculação da Aeromonas hydrophila inativada em Piaractus mesopotamicus e inibição da atividade enzimática da fosfolipase A2 e ciclooxigenase na inflamação aguda. Para tanto, foram utilizadas a indometacina, meloxicam e a dexametasona, aplicados por via parenteral, 30 minutos antes do estímulo lesivo. As alterações de permeabilidade vascular foram avaliadas nos tempos de 30, 90, 120, 180 e 240 minutos pós-estímulo, observando-se que o máximo da exsudação plasmática ocorre com 180 MPE. O pré-tratamento com indometacina ou meloxicam, neste tempo, inibiu significativamente o aumento de permeabilidade vascular e a dexametasona apresentou um bloqueio mais precoce e efetivo do que os outros AINES, inibindo nos tempos de 120 e 180 MPE. O exsudato celular inflamatório foi avaliado seis, 24 e 48 horas após estímulo, verificando-se que a inoculação da bactéria causou aumento progressivo do acúmulo de células, atingindo o máximo após 24 HPE, sendo maior que nos outros grupos estudados. Neste tempo, verificou-se que todas as drogas testadas foram efetivas para a redução significativa do acúmulo celular. A contagem diferencial das células presentes no foco inflamado demonstrou predomínio de linfócitos e trombócitos, seguida de macrófagos e granulócitos, com acúmulo mais tardio destas últimas. O pré-tratamento com indometacina e dexametasona causou bloqueio no acúmulo de todas as células identificadas. Os resultados demonstraram que, entre as diferentes doses de cada droga testada, não foram observadas diferenças significativas. As avaliações sugeriram que os eicosanoides, assim como acontece em mamíferos, participam ativamente dos fenômenos vasculares e têm papel relevante na quimiotaxia de leucócitos.
Mostrar mais

93 Ler mais

Estudo da permeabilidade vascular e volume extra-celular na diferenciação das lesões...

Estudo da permeabilidade vascular e volume extra-celular na diferenciação das lesões...

INTRODUÇÃO: O estudo das lesões mamárias teve um grande avanço com o uso da Ressonância Magnética com contraste. Contudo, muitos achados ainda são comuns nas lesões benignas e malignas, muitas vezes sendo difícil sua diferenciação. O objetivo deste estudo foi estudar a permeabilidade vascular e o volume extra-celular (VEC) nas lesões nodulares benignas e malignas da mama, para verificar se isto poderia aumentar a diferenciação destas lesoes. Para isto, utilizamos o aplicativo do Full Time Point (FTP), que utiliza a sequência dinâmica do contraste e converte em mapa de cores e calcula permeabilidade e VEC. MÉTODOS: Foram incluídas no estudo 31 pacientes, com 57 lesões nodulares, 29 malignas e 28 benignas. Todas as pacientes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. As lesões foram primeiramente classificadas pelo radiologista leitor quanto à análise dinâmica do contraste de acordo com a classificação do BI-RADS ® . Posteriormente, as mesmas lesões foram selecionadas com o programa do FTP que calculou permeabilidade vascular e VEC das lesões. RESULTADOS: Os resultados mostraram que a permeabilidade foi diferente para lesões malignas e benignas, com média de 1,209 (±0,424) para maligno e 0,394 (±0,210) para benigno. O VEC não mostrou diferença estatisticamente significativa entre lesões benignas e malignas, com média de 0,666 (±0,123) para maligno e 0,708 (±0,151) para benigno. Quando correlacionado com a classificação das lesões pelo BI-RADS ® , evidenciamos também que as lesões tiveram permeabilidade diferente nas diferentes classificações , sendo de 0,39 (±0,22) para BI-RADS ® 3, 0,56 (±0,39) para BI-RADS ® 4 e 1,29 (±0,37) para BI-RADS ® 5, mostrando que nas lesões com maior malignidade, a permeabilidade foi maior. O VEC não foi diferente nas diversas classificações do BI-RADS ® . CONCLUSÕES: O estudo nos permite concluir
Mostrar mais

102 Ler mais

Evidência de alterações de permeabilidade vascular na dengue: quando a dosagem de albumina sérica define o quadro?.

Evidência de alterações de permeabilidade vascular na dengue: quando a dosagem de albumina sérica define o quadro?.

Evidência de extravasamento vascular decorrente do aumento da permeabilidade capilar caracteriza e diferencia febre hemorrágica da dengue. Este artigo avalia o valor de albumina sérica na detecção de alterações de permeabilidade vascular em casos de dengue. Quatorze pacientes diagnosticados com febre hemorrágica da dengue em dois hospitais privados em Recife, Brasil, entre janeiro e maio de 2002 foram seguidos com dosagens diárias de hematócrito e albumina sérica. Ultra-son e Raio X de tórax foram realizados. Oito (57%) casos apresentaram hemoconcentração de 20% ou mais. Hipoalbuminemia foi detectado em dez (71%) pacientes. Dosagem de albumina sérica aumentou a detecção de alterações de permeabilidade em seis (43%) casos na qual a hemoconcentração foi inferior a 20% e os sintomas foram compatíveis com um a resposta imune exacerbada. Raio-X foi normal em todos os casos. A utilização, portanto, de dosagem de albumina sérica aumenta a sensibilidade de detecção de casos de febre hemorrágica da dengue.
Mostrar mais

4 Ler mais

Avaliação da atividade anti-inflamatória e antinociceptiva do alcaloide curina em modelos experimentais de inflamação aguda e nocicepção

Avaliação da atividade anti-inflamatória e antinociceptiva do alcaloide curina em modelos experimentais de inflamação aguda e nocicepção

Muitas plantas, cuja indicação popular atua na inflamação, são alvos para o estudo de novas terapêuticas para esta área. O uso popular, como também novas ações terapêuticas são muitas vezes confirmados pelos resultados das pesquisas científicas (PEREIRA et al., 1999; Bezerra-Santos et al., 2006; ZAKARIA et al., 2010). O picão, nome popular da planta Bidens pilosa L. (Asteraceae), é popularmente usado para o tratamento de inflamações, hepatite, icterícia neonatal e diabetes (PEREIRA et al., 1999; HORIUCHI e SEYAMA, 2006; HORIUCHI et al., 2010). Estudos comprovaram suas ações imunossupressora (PEREIRA et al., 1999) e anti-inflamatória por inibir a produção de IgE, liberação de histamina pelos mastócitos, o aumento da permeabilidade vascular, além de prevenir a progressão das lesões da mucosa gástrica induzidas por HCl/EtOH, indometacina e estresse pelo frio. Esta planta é rica em flavonoides e derivados do ácido cafêico, que têm comprovada ação captadora de radicais livres (HORIUCHI e SEYAMA, 2006; HORIUCHI et al., 2010).
Mostrar mais

122 Ler mais

Angiogênese e doenças da retina.

Angiogênese e doenças da retina.

Angiogênese é o processo de formação de vasos sangüíneos a partir de vasos preexistentes, que ocorre em condições fisiológicas e patológicas. É fenômeno complexo no qual participam inúmeras moléculas que esti- mulam e inibem a formação dos neovasos. O aumento da permeabilidade vascular e a neovascularização sub-retiniana são as causas da perda visual nas doenças proliferativas da retina, como a degeneração macular relacionada à idade e a retinopatia diabética, e o fator de crescimento do endotélio vascular (“vascular endothelial growth factor”, VEGF) desem- penha um papel muito importante nesse processo. Existem quatro iso- formas da molécula de VEGF biologicamente ativas em seres humanos, das quais o VEGF 165 é a isoforma predominante no olho humano, e existem evidências de que seja a isoforma responsável pela neovascularização patogênica no olho. Além de ser potente mitógeno de células endoteliais, o VEGF aumenta a permeabilidade vascular, inibe a apoptose das células endoteliais e promove migração de precursores de células endoteliais. O VEGF não é a única molécula cuja expressão está aumentada na angiogênese patológica. O fator de crescimento de fibroblasto (“basic fibroblast growth factor”, bFGF), as angiopoetinas, o fator derivado do epitélio pigmentado (“pigment epithelium-derived factor”, PEDF) e os fatores de adesão relacionados à matriz extracelular também exercem papel importante no balanço entre fatores pró- e antiangiogênicos. Todo o conhecimento adquirido sobre o mecanismo da angiogênese ocular patológica tem possibilitado o desenvolvimento de vários inibidores desse processo. Atualmente existem dois anticorpos anti-VEGF para uso intravítreo e outras abordagens terapêuticas do bloqueio da angiogênese ocular estão em fase de desenvolvimento. As novas drogas deverão ser armas poderosas no tratamento das principais causas de cegueira legal irreversível em indivíduos com mais de 65 anos.
Mostrar mais

7 Ler mais

Efeitos da administração intragástrica de Bifidobacterium longum subsp. infantis CHCC2228 em um modelo murino agudo de colite ulcerativa induzida por sulfato sódico de dextrana (DSS)

Efeitos da administração intragástrica de Bifidobacterium longum subsp. infantis CHCC2228 em um modelo murino agudo de colite ulcerativa induzida por sulfato sódico de dextrana (DSS)

Eosinófilos expressam receptores de reconhecimento de padrão (como os TLRs), produzem citocinas pró-inflamatórias e proteínas catiônicas (como a peroxidase eosinofílica, EPO) que possuem atividade antibacteriana, além de serem capazes de produzir NETs (redes de DNA mitocondrial lançadas no meio extracelular para capturar bactérias) (Hogan et al. 2012). Em resposta aos estímulos (imunoglobulinas e citocinas), os eosinófilos podem secretar uma gama de citocinas pró-inflamatórias (IL-2 IL-13, IL-16, IL-18, TGF- e TGF-), quimiocinas (RANTES e eotaxina-1) e mediadores lipídicos (PAF e leucotrieno C4). Essas moléculas possuem importantes efeitos inflamatórios, que incluem o aumento da expressão de sistemas de adesão, modulação do trafego intracelular e alterações no estado celular de ativação, além de afetar a permeabilidade vascular, secreção de muco e constrição de músculos lisos. Além disso, as proteínas granulares (MBP, ECP e EPO e EDN) podem causar graves danos teciduais, inclusive efeitos sistêmicos no coração, cérebro e epitélio brônquico (Hogan et al. 2002).
Mostrar mais

103 Ler mais

Dengue: caracterizao clnico-laboratorial dos doentes internados durante a 1 epidemia europeia do sc XXI e reviso da literatura

Dengue: caracterizao clnico-laboratorial dos doentes internados durante a 1 epidemia europeia do sc XXI e reviso da literatura

A alteração da permeabilidade vascular é auto-limitada, reverten- do espontaneamente ao nível normal após 48 a 72 horas, sendo coincidente com uma rápida melhoria dos sintomas do doente. A recuperação do bem-estar geral, assim como a recuperação do apetite, a melhoria dos sintomas gastrintestinais, a estabilização do estado hemodinâmico e a normalização da diurese ocorrem também nesta fase. Alguns doentes podem apresentar uma rash eritematoso confluente ou petequial com áreas de pele normal, descrito como “ilhas de branco no mar de vermelho”. O prurido generalizado pode também ser observado. O hematócrito esta- biliza ou pode ser inferior dada a reabsorção adicional de fluido. Os leucócitos geralmente aumentam logo após o período da de- fervescência, mas a recuperação da contagem plaquetária ocorre tipicamente mais tarde do que os leucócitos.
Mostrar mais

6 Ler mais

Efeito da hipertermia na pancreatite aguda grave experimental.

Efeito da hipertermia na pancreatite aguda grave experimental.

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos da hipertermia na pancreatite aguda (PA) grave experimental induzida por ácido taurocólico. Método: A PA grave foi induzida pela injeção retrógrada de ácido taurocólico a 2,5% ou 5% no ducto pancreático principal. Após a indução, os animais foram colocados numa gaiola contendo duas lâmpadas de 100 W. A temperatura corporal foi aumentada para 39,5ºC e mantida neste nível por 45 minutos. Foram estudados taxa de mortalidade em 72 horas, permeabilidade vascular no pâncreas, porcentagem de água no tecido pancreático, amilase sérica, histologia (edema, necrose acinar e infiltrado inflamatório) e níveis séricos de IL-6 e IL-10. Resultados: Não houve alteração em nenhum dos parâmetros avaliados. Conclusão: Não há benefício da hipertermia na PA grave experimental induzida por ácido taurocólico (Rev. Col. Bras. Cir. 2007; 34(1): 35-40).
Mostrar mais

6 Ler mais

Estudo dos mecanismos envolvidos nas alterações cardíacas em um modelo murino de dengue (DENV-3)

Estudo dos mecanismos envolvidos nas alterações cardíacas em um modelo murino de dengue (DENV-3)

XXV disso, a virose urbana mais difundida no mundo. Estima-se que aproximadamente três bilhões de pessoas estão sob risco de contrair a doença em regiões tropicais e subtropicais, representando um grave problema de saúde pública. Não obstante, não há tratamento específico, tão pouco vacinas disponíveis para a prevenção desta doença. Esses fatores se associam a uma escassa compreensão da patogênese devido a falta de modelos animais que mimetizem a infecção observada em humanos. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi identificar se há alterações cardíacas em um modelo murino de Dengue (DENV-3), bem como caracterizar os mecanismos envolvidos nestas alterações. Para isso foi caracterizado um modelo de infecção murino utilizando um isolado clínico do sorotipo-3 do vírus (DENV-3) e camundongos da linhagem BALB/c. Os camundongos infectados com o vírus da Dengue perderam peso, sucumbiram à infecção de maneira inóculo dependente, apresentaram importantes alterações hematológicas, carga viral detectável em órgãos alvo e no sangue, dano hepático e hemorragia tecidual nos pulmões e intestino. O sorotipo-3 do vírus da Dengue adaptado ao camundongo utilizado neste estudo foi eficaz em induzir a infecção e mimetizar os sinais e sintomas observados na forma grave da doença em humanos. Sabe-se que o desenvolvimento de resposta inflamatória sistêmica descontrolada ao vírus é causa de maior morbidade/mortalidade associada à infecção. No modelo em estudo, ocorreu uma resposta inflamatória sistêmica, caracterizada por aumento de permeabilidade vascular, recrutamento e ativação de leucócitos e produção marcante de citocinas e quimiocinas pró- inflamatórias. Observou-se também importante redução da pressão arterial, aumento de freqüência cardíaca, intenso aumento de permeabilidade vascular e hipovolemia, sugerindo que os camundongos após a infecção apresentam choque hipovolêmico. Foi detectada carga viral no coração dos animais infectados, recrutamento de neutrófilos, monócitos e linfócitos para o coração, além de intensa produção de citocinas (TNF-, IL-6, IL-1 e IL-17) e quimiocinas (CXCL1/KC, CCL2/MCP-1). A infecção com DENV-3 desencadeou pericardite, miocardite e intenso estresse oxidativo, levando a alterações eletrofisiológicas nos cardiomiócitos e culminando com disfunção cardíaca. Baseado nestes resultados pode-se sugerir que o coração é alvo da infecção pelo vírus da Dengue, sofrendo intenso processo inflamatório, estresse oxidativo e alterações eletrofisiológicas que culminam em disfunção cardíaca.
Mostrar mais

142 Ler mais

Óxidos de colesterol: ocorrência em alimentos, formação e efeitos biológicos.

Óxidos de colesterol: ocorrência em alimentos, formação e efeitos biológicos.

Os principais efeitos biológicos que relaci- onam alguns OsC com a aterogênese são: a modificação da permeabilidade vascular seletiva do endotélio; inibição da síntese PGI 2 (prostagl[r]

12 Ler mais

ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES

ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES

vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular e ativação en- dotelial, sendo seus efeitos mediados pela interação com quatro re- ceptores (H1, H2, H3 e H4). Os receptores H1 são essencialmente encontrados nos vasos sanguíneos e promovem a vasodilatação sis- têmica, broncoconstrição e modulação do ciclo circadiano; Os H2 estão no intestino e induzem a secreção de ácido gástrico; Os H3 predominam no SNC atuando como neurotransmissores. Os H4 são expressos amplamente na medula óssea e nos leucócitos e me- deiam a quimiotaxia dos mastócitos 7 . A partir de uma a duas horas
Mostrar mais

6 Ler mais

Open O ortoeugenol apresenta atividade  e antiinflamatória em camundongos

Open O ortoeugenol apresenta atividade e antiinflamatória em camundongos

quinze minutos antes da injeção do orto-eugenol no teste das contorções induzidas pelo ácido acético. O teste da permeabilidade vascular induzida pelo ácido acético e o teste da peritonite foram utilizados para avaliar o efeito anti- inflamatório do orto-eugenol em camundongos. No teste da peritonite, os níveis de citocinas pró-inflamatórias e as formas fosforiladas de NF- B e de p38 foram analisados no líquido peritoneal. Na triagem farmacológica comportamental, as diferentes doses testadas do orto-eugenol (200, 225, 250, 300 e 400 mg/kg, i.p.) apresentaram alterações comportamentais psicodepressoras, tais como ambulação diminuída e, principalmente, analgesia. A DL50 foi de 307,5 mg/kg, com intervalo de confiança entre 212,1 e 446,0 mg/kg de peso corporal para camundongos machos e fêmeas. O pré-tratamento com o orto-eugenol não alterou a coordenação motora no teste do Rota-rod, mas reduziu o número de contorções abdominais, o tempo de lambida no teste do glutamato e ambas as fases do teste da formalina. O tempo de reação ao estímulo térmico foi significativamente aumentando no teste da placa quente, após a administração do orto-eugenol. O tratamento com a ioimbina reverteu o efeito antinociceptivo do orto-eugenol, sugerindo ativação do sistema adrenérgico. Nos testes anti- inflamatórios, o orto-eugenol inibiu o aumento da permeabilidade vascular induzida por ácido acético e a migração de leucócitos via redução dos níveis de TNF- α e IL-1 em virtude da supressão das formas fosforiladas de NF- B e pγκ no teste da peritonite. Diante desses resultados, torna-se evidente, pela primeira vez o efeito antinociceptivo mediado pelo receptor adrenérgico α 2 e
Mostrar mais

108 Ler mais

Efeito de fibras poliméricas na permeabilidade de concretos refratários.

Efeito de fibras poliméricas na permeabilidade de concretos refratários.

A técnica de medida de permeabilidade em baixa temperatura permite avaliar com que dificuldade um fluido atravessa um determinado meio poroso, contabilizando tanto as interações entre eles como as perdas de energia associadas com a tortuosidade. No caso de concretos refratários, os caminhos permeáveis através da estrutura se localizam preferencialmente nas interfaces entre os agregados (acima de 100 µm) e a matriz fina (abaixo de 100 µm) [6]. Essas interfaces são geradas por diferenças de empacotamento e sinterização diferencial da matriz. A queima dos concretos faz com que essa retração se acentue ainda mais e que os espaços vazios na espessura das interfaces aumentem, tornando-os mais permeáveis [6].
Mostrar mais

6 Ler mais

Redes sociais e instituições na construção do Estado e da sua permeabilidade.

Redes sociais e instituições na construção do Estado e da sua permeabilidade.

anel burocrático, já que se baseia no padrão de relações estabelecido ao longo da vida dos indiví- duos. Sua limitação pela constituição de normas, procedimentos, regras e organizações é também mais difícil e demorada do que seria de acreditar pela idéia de privatização do Estado. A permeabi- lidade é também muito mais disseminada do que revelam ambas as categorias, envolvendo uma miríade de ligações e contatos de pequena, média e grande importância, e em constante transforma- ção. Ao contrário da pressão pessoal orientada a fins e canalizada em elementos específicos no aparelho de Estado, a permeabilidade acontece de uma forma disseminada e dispersa, e é canalizada por relações que na maior parte do tempo não veiculam esse tipo de relação e não têm necessari- amente como objetivo a maximização de interesses específicos. Na maior parte das vezes, o elo foi estabelecido com outras intenções, ou mesmo sem finalidade alguma.
Mostrar mais

23 Ler mais

A permeabilidade social das carreiras do ensino superior.

A permeabilidade social das carreiras do ensino superior.

mas é muito variável, não só segundo as sociedades, mas também segundo os modos de funcionamento do sistema de ensino em todos os seus níveis e ra- mos, ou ainda nas diversas áreas de conhecimento. Nesse sentido, este artigo é um primeiro passo, ainda em caráter exploratório, para tentar capturar possíveis diferenças entre algumas das grandes áreas de conhecimento (existentes e clara- mente demarcadas no nosso SES) quanto à sua permeabilidade a propostas de políticas públicas para a democratização do ensino superior. Busca- se verificar apenas algumas diferenças entre os re- presentantes escolhidos dessas áreas, em sua ca- pacidade de atrair e reter estudantes oriundos tan- to dos grupos mais afortunados quanto das clas- ses populares. Esse tipo de proposta não chega, apesar de ter alguma proximidade, a uma sociolo- gia do currículo nem discute alguns dos elemen- tos centrais do debate contemporâneo sobre o en- sino superior, como é o caso das distinções entre o público e o privado e entre o nível de qualidade de instituições frequentadas por estudantes de diferentes grupos sociais. Mas, contando também com essas contribuições, busca-se oferecer pistas iniciais para análises da participação dos grupos profissionais na construção das formas da desi- gualdade social. Nesse caso, essa participação se- ria o desenho e a ativação de mecanismos desi- guais de transmissão de saberes específicos, con- forme Bourdieu (1987), que, funcionando no en- sino superior, poderiam fazer diferença quanto à capacidade de cada área de conhecimento para absorver os estudantes provenientes principalmen- te das classes populares.
Mostrar mais

20 Ler mais

USO DE MICROCONTROLADOR ARDUINO PARA A DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO

USO DE MICROCONTROLADOR ARDUINO PARA A DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO

a) Tipo de solo: A capacidade de infiltração varia diretamente com a porosidade do solo, com o tamanho das partículas do solo (distribuição granulométrica) e o estado de fissuração das[r]

14 Ler mais

Um método para avaliação aproximada de coeficientes de permeabilidade em aquíferos

Um método para avaliação aproximada de coeficientes de permeabilidade em aquíferos

O método consiste na essência, partindo de certas condições restritivas, no esta- belecimento de um sistema de equações lineares utilizando-se de dados conhecidos de poços tubulares numa[r]

8 Ler mais

Permeabilidade intestinal e parâmetros nutricionais e bioquímicos na obesidade

Permeabilidade intestinal e parâmetros nutricionais e bioquímicos na obesidade

dysregulated function of tight junctions and a leaky gut or a higher flux of molecules through the paracellular route (Farhadi et al, 2003a), future studies shou[r]

77 Ler mais

Via Verde do Acidente Vascular Cerebral no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Via Verde do Acidente Vascular Cerebral no Adulto – Normas de Orientação Clínica

C. Define-se “Via Verde como uma estratégia organizada para a abordagem, encaminhamento e tratamento mais adequado, planeado e expedito, nas fases pré, intra e inter-hospitalares, de situações clínicas mais frequentes e/ou graves que importam ser especialmente valorizadas pela sua importância para a saúde das populações”, conforme plasmado no documento orientador sobre Vias Verdes do Enfarte Agudo do Miocárdio e do Acidente Vascular Cerebral de 2007 10 .

25 Ler mais

Permeabilidade a quente de refratários para revestimento de cubas eletrolíticas.

Permeabilidade a quente de refratários para revestimento de cubas eletrolíticas.

A permeabilidade de refratários para cubas tem sido medida usualmente a temperatura ambiente, ou seja, em situações muito distintas das condições reais de operação. Sendo assim, neste trabalho, foi avaliado qual o efeito da temperatura sobre a permeabilidade de uma nova geração de refratários comercias para cubas eletrolíticas e em um refratário que pode ser utilizado no revestimento de cadinhos de transporte de alumínio líquido. Embora a máxima temperatura de ensaio (700 ºC) ainda esteja um pouco abaixo à de operação, os resultados poderão delinear as tendências dessa propriedade, verificando o potencial de aplicação tecnológica da permeametria a quente.
Mostrar mais

9 Ler mais

Show all 2607 documents...