Pesquisa e Formação

Top PDF Pesquisa e Formação:

Multiculturalismo, pesquisa e formação de professores: o caso das Diretrizes Curriculares para a Formação Docente.

Multiculturalismo, pesquisa e formação de professores: o caso das Diretrizes Curriculares para a Formação Docente.

Nesse sentido, temos argumentado que o modelo de professor pesquisador, como um profissional reflexivo que assume a pos- tura de constante reflexão crítica sobre a prática pedagógica, atuando ativamente na construção de seu conhecimento pedagógi- co, poderia articular-se a posturas multicul- turais, de forma a promover a formação do professor-pesquisador multiculturalmente comprometido. Tal articulação poderia ofe- recer um caminho possível no sentido da superação daquilo que Hoover (1994) de- nominou de redução da reflexão do profes- sor-pesquisador a aspectos imediatamente relacionados à sua prática imediata, em detrimento de uma postura crítica que situe esta prática no contexto social e cultural maior que a informa. Nesse sentido, argu- mentamos que o modelo do professor-pes- quisador multiculturalmente comprometido pode representar um via pela qual conexões entre o universo microssocial da sala de aula e a realidade cultural e social mais ampla possa se efetuar, com vistas a possibilitar desafios a discursos que congelam identi- dades e reforçam preconceitos. Desse modo, o modelo do professor-pesquisador multi- culturalmente comprometido pode represen- tar um possível caminho de transformação da desigualdade educacional que atinge, justamente, grupos culturais e étnicos cujos padrões não estão contemplados nos dis- cursos curriculares abraçados pela escola.
Mostrar mais

12 Ler mais

RELATOS AUTOBIOGRÁFICOS: ENTRE A PESQUISA E A FORMAÇÃO

RELATOS AUTOBIOGRÁFICOS: ENTRE A PESQUISA E A FORMAÇÃO

Este trabalho de pesquisa pretendeu, a partir de narrativas autobiográficas de jovens em processo de formação para a docência, fazer um levantamento comparativo das condições em que se desenvolveram as práticas lúdicas de três gerações de brincantes: estudantes do curso de pedagogia da Universidade Federal do Ceará, seus pais e avós. A pesquisa assenta-se sobre duas ordens de inquietações: a interrogação acerca do papel das práticas lúdicas na constituição da infância e, por consequência, nas práticas educativas; e o papel do discurso autobiográfico na formação docente. As referências teóricas da socioantropologia do jogo; da sociologia da infância da abordagem historiográfica do brinquedo e da pesquisa autobiográfica, fazendo dialogar objeto e método, apontam para a indissociável relação entre pesquisa e formação. O procedimento metodológico prevê o resgate das experiências lúdicas do passado, por uma turma de alunos da disciplina de Práticas Lúdicas, Identidade Cultural e Educação da Criança, do curso de Pedagogia da UFC, através da elaboração escrita de narrativas autobiográficas sobre suas memórias de infância, de seus pais e de seus avós. Os resultados sinalizam para um intenso envolvimento dos sujeitos no processo de construção das narrativas que não apenas deu visibilidade à relatividade histórica das formas de brincar, mas também possibilitou uma reconfiguração do passado em relação a si mesmo e, sobretudo, uma leitura objetiva dos vínculos sociais que o engendram, possibilitando um percurso formativo autorreferenciado.
Mostrar mais

17 Ler mais

Por uma pedagogia da pesquisa educacional e da formação de professores na universidade.

Por uma pedagogia da pesquisa educacional e da formação de professores na universidade.

Muito tem sido dito sobre a universidade e a formação de professores, sobre as relações entre ensino e pesquisa nesses processos e sobre a necessidade de reformulações constantes dos cursos. O que aqui se tentará acrescentar a esse muito é produto de reflexões desenvolvidas ao longo de uma experiência, também extensa, de trabalho na universidade. É tanto fruto de trabalhos de pesquisa no espaço da formação de professores quanto no da história da educação brasileira. Trata-se, aqui, de um conjunto de reflexões que se beneficiam de modo ensa- ístico de autores e ideias, não necessariamente consagrados na área, mas que se mostram férteis ao orientar buscas sobre as práticas do ensino universitário. A proposição que me foi feita era a de produzir um texto acerca da “pesquisa como formação de um habitus profissional: o que os processos formativos da universidade têm a dizer”. Guiei-me pela proposta, concretizando à luz da minha história de relações com a questão. Preocupa-me discutir os modos próprios de ensinar aos que se ocuparão do ensino ou os modos de formar quem cuidará da formação de outros. Será este o cerne do que aqui se desenvolverá, e, por tal razão, será importante compreender os lugares do ensino e da pesquisa nesse processo e compreender as cisões cultivadas entre formação para a pesquisa e formação para o ensino – tal como se configuram em nosso ensino superior.
Mostrar mais

16 Ler mais

Na escola: formação continuada e avaliação pela pesquisa

Na escola: formação continuada e avaliação pela pesquisa

Não são conclusões que temos a respeito dessa política de formação continuada, contida nessa oferta. São preliminares das nossas conclusões, no sentido de que podemos, sim, fazer da Epistemologia uma ponte entre a Filosofia da Educação, que conceitua a concepção teórica do processo pedagógico e a Didática, que cumpre essas concepções na prática. É uma questão de método e também de instrumentos. A Epistemologia passou a ser a nossa ponte e, quando fizemos essa descoberta, nós a ilustramos com uma fala da Professora Betti Oliveira, num encontro chamado O Simpósio de Marília, que foi realizado na Unesp da cidade de Marília, Estado de São Paulo, em 1994.
Mostrar mais

9 Ler mais

A CIÊNCIA DO INCREMENTALISMO

A CIÊNCIA DO INCREMENTALISMO

A comparação sucessiva e limitada é, assim, um método ou um sistema; não se trata de uma falha por “não seguir um método” (isto é, a abordagem racional-compreensiva), pela qual os administradores devem de desculpar. De qualquer modo, a comparação sucessiva e limitada tem seus defeitos, que não foram examinados neste trabalho. Por exemplo, o método apresentado não possui nenhuma salvaguarda que garanta a consideração de todos os valores relevantes; também pode levar o tomador de decisões a desconsiderar excelentes alternativas políticas (apenas porque não foram aventadas pela cadeia de sucessivos passos políticos que levam até o presente). Deve-se daí afirmar que, sob o método das comparações sucessivas e limitadas – assim como sob algumas das mais sofisticadas variantes do método da raiz, como é o caso da pesquisa operacional – as políticas públicas tanto podem se manter tão tolas e inadequadas, quanto podem continuar sábias e adequadas.
Mostrar mais

35 Ler mais

As histórias de vida em formação: gênese de uma corrente de pesquisa-ação-formação existencial.

As histórias de vida em formação: gênese de uma corrente de pesquisa-ação-formação existencial.

A ASIHVIF correspondeu a uma neces- sidade de associação internacional das emer- gências, mas não a necessidades locais e até nacionais de conexão de iniciativas. Foram os suíços que fundaram, em primeiro lugar, em 1992, a Association Romande des Histoires de Vie em Formation (ARHIV). Depois os quebequenses, em 1994, instituíram o Reseaux Québécois pour les Histoires de Vie (RQPHV), uma fórmula leve, mas muito produtiva, de pesquisa-ação-formação. A reunião, em setem- bro de cada ano, realiza um simpósio, seguido geralmente de uma publicação: Pratiques des histoires de vie. Au carrefour de la formation de la recherche et de l’ intervention (Desmarais; Pilon, 1996); Le Je et le Nous en histoire de vie (Bourdages; Lapointe; Rhéaume, 1998); Le pouvoir transformateur du récit de vie. Acteur, auteurs et lecteur de sa vie (Chaput; Giguère; Vidricaire, 1999); Histoires de liens, histoires de vie. Lier, délier, relier (Leaheu; Yelle, 2003).
Mostrar mais

15 Ler mais

CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA-AÇÃO À ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA-AÇÃO À ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Embora não seja uma experiência formal de extensão, originada de um projeto, inclusive institucional, previsto como tal, o Despertar da Solidariedade assume características extensionistas ao proporcionar o contato da universidade com a realidade exterior a seus muros, ao permitir a aproximação entre teoria e prática, ao propor uma ação social significativa para a comunidade na qual a instituição está inserida. Entendemos, assim, que o projeto está de acordo com o conceito de extensão proposto por Silva (2000, p. 95), que o define como um processo educativo, cultural e científico, que articula ensino e pesquisa e viabiliza a realização transformadora entre universidade e sociedade.
Mostrar mais

28 Ler mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ESTATÍSTICA

NOÇÕES BÁSICAS DE ESTATÍSTICA

qualitativas ou quantitativas discretas, a tabela de freqüência consiste em listar os valores possíveis da variável, numéricos ou não, e fazer a contagem na tabela de dados brutos do nú[r]

18 Ler mais

Formação de professores, pesquisa e problemas metodológicos

Formação de professores, pesquisa e problemas metodológicos

Porém, é de se notar que, do ponto de vista dos métodos utilizados, da pertinente e fundada crítica ao modelo anteriormente dominante, e com as alternativas propostas, partiu-se também, para uma adesão pouco fundamentada quanto aos procedimentos genericamente denominados de “qualitativos”, como se em qualquer condição de investigação científica não se estivesse lidando, sempre e sempre, com questões de qualidade, de qualificação. Nesta mudança não parece ter se produzido ainda um processo de transformação mas, sim, um movimento de adesão, novamente acrítica, sem que as novas perspectivas tenham sido realmente apropriadas com integração compreensiva e abrangente dos seus princípios básicos, estes muito complexos pela natureza mesma das metodologias não-quantitativas e dos elementos novos com que se está trabalhando. Preocupa a ligeireza com que se caracteriza esta tradição investigativa em certos grupos acadêmicos e que se reflete em trabalhos publicados. Aderindo-se às novas perspectivas “qualitativas” não parece haver consciência clara de que observações cursivas, perguntas abertas, depoimentos, histórias de vida, anotações livres de campo, tanto quanto as escalas, os instrumentos fechados e os testes, estão sujeitos a toda sorte de percalços pela associação ou submissão a valores e atitudes do pesquisador e do próprio pesquisado (porque há um sujeito falante que pergunta, que usa determinadas palavras, que intervém e tem um referencial pessoal, escolhas e preferências, que nessa condição dialoga com seus interlocutores na pesquisa). Impera a afirmação genérica de que nada é neutro, o que pode nos levar a admitir, no limite,
Mostrar mais

14 Ler mais

MÉTODOS E TÉCNICAS E PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO

MÉTODOS E TÉCNICAS E PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO

5) 31/03 Ter Linhas de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Brasil) 6) 02/04 Qui Linhas de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Brasil) 7) 07/04 Ter Linhas de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Mundo) 8) 09/04 Qui Linhas de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Mundo) 9) 14/04 Ter Estruturas Típicas de Pesquisas – Quantitativas

6 Ler mais

PLANO DE CURSO MÉTODOS E TÉCNICAS E PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO

PLANO DE CURSO MÉTODOS E TÉCNICAS E PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO

MALANGA, Eliana Branco. A metodologia como episteme e a pesquisa em psicopedagogia. In: ANDRADE, Márcia Siqueira; CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra (orgs.). A produção de conhecimento: métodos e técnicas de pesquisa em psicopedagogia. São Paulo: Memnon, 2002, p. 66-78. (Coleção Temas de Psicopedagogia, 4).

7 Ler mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: SEGUNDO A NBR60232002

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: SEGUNDO A NBR60232002

Quando houver um responsável pelo conjunto da obra, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilado[r]

28 Ler mais

TABLES AND FORMULAS FOR MOORE,

TABLES AND FORMULAS FOR MOORE,

row and column variables in an table Estimate by the intercept and by the slope are unrelated (expected cell counts not too of the least-squares line. Estimate by the. small): standard e[r]

6 Ler mais

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A terra abandonada não possuía plantações perenes e quantidade significativa de trabalho pretérito coagulado a ser defendido pelo caboclo. A inexistência da aldeia sedentária, como locus de formação de sólidos laços familiares e societários, determinada pelo modo de produção praticado pelas comunidades caboclas, dificultou a resistência à expansão dos latifúndios e das comunidades coloniais-camponesas. Ainda mais que essa expansão era apoiada pelo Estado. A pobreza material objetiva da sociedade cabocla e a fragilidade de seus laços aldeões ensejaram também produção cultural-ideológica muito pobre, que contribuiu igualmente para sua debilidade social, diante da maior consistência cultural-ideológica da produção latifundiária e colonial-camponesa. Foi igualmente frágil a oposição das comunidades caboclas à expansão do latifúndio, mesmo quando escasseou a terra.
Mostrar mais

44 Ler mais

Formação em contexto: a contribuição de grupos de pesquisa para o desenvolvimento...

Formação em contexto: a contribuição de grupos de pesquisa para o desenvolvimento...

questionamentos sobre a prática desenvolvida ao comparar seu problema com outras experiências. Ela definiu uma meta: - diminuir a quantidade de toalhas para lavar usando o conhecimento adquirido nos grupos de formação -. A visita a outras creches, a observação de diferentes práticas e, especialmente, ao deparar com o portfólio da Creche da USP onde viu penduradores de toalhas identificados com o nome das crianças (...), um artefato que ela desconhecia pareceu-lhe a solução adequada. Ao participar da comunidade de prática diferente que ela começa a interiorizar e ver como alternativa para seu problema. Só que, para resolver a questão, ela precisa enfrentar outro problema (...) ver se a direção, a coordenação e os professores aceitam a sugestão. A gestão democrática da diretora recomenda o projeto: - vamos sentar com as professoras para ver elas podem nos ajudar. (KISHIMOTO, 2006).
Mostrar mais

212 Ler mais

Formação continuada, pesquisa e narrativas em educação ambiental

Formação continuada, pesquisa e narrativas em educação ambiental

Resumo: Este artigo é fruto da pesquisa realizada em nível de mestrado em Educação que teve como objetivo contextualizar a educação ambiental (EA) nos contextos de formação continuada dos/as professores/as da rede municipal de educação do município de Colatina/ES. Acreditamos que o mergulho profundo e sem boias (ALVES, 2008) nos/dos/com os cotidianos dos contextos formativos em que imergimos durante a realização desta pesquisa permite contribuir com a ampliação das redes de saberesfazeres a EA e a formação continuada de professores/as. O mergulho se dá por meio de movimentos diversos/plurais e busca mapear os inúmeros contextos formativos para a formação do/a professor/a e a inserção da EA nestes contextos, para isso, captando as produções narrativas dos/as professores/as coautores deste trabalho.
Mostrar mais

14 Ler mais

A importância da pesquisa científica no processo de formação superior

A importância da pesquisa científica no processo de formação superior

Para Demo (2000), é notória a importância da pesquisa na educação, no processo emancipatório do cidadão. Apesar dos limites conhecidos da educação, é substancial seu poder de transformação, que leva ao surgimento de um cidadão consciente e participativo de sua sociedade. Para tanto, é necessário motivar o aluno a pesquisar, no sentido de fazer seu próprio questionamento, para que ele chegue às suas próprias conclusões, redimensionando o ensino, de uma esfera menor baseada apenas na aula como único meio de ensino, para uma esfera superior e maior, no caso a pesquisa, que, como dito anteriormente, se traduz numa interligação de ensino e extensão.
Mostrar mais

9 Ler mais

Pesquisa-formação : a construção de si na escuta do outro

Pesquisa-formação : a construção de si na escuta do outro

Como já mencionei, durante algum tempo realizei leituras, pesquisas buscando a construção de teorias que suportassem minhas experiências, minhas indagações frente à vida e, especialmente, frente aos alunos em situação de aprendizagem. E, durante muito tempo me senti frustrada com minha incapacidade de construí-las ou de encontrá-las por onde andei. Algumas teorias davam conta de muitas das situações, mas sempre havia um momento em que não eram suficientes para explicar, compreender ou auxiliar num determinado problema. Muitos de nós, professores-pesquisadores, seguem nesta busca. Eu, no entanto, numa destas andanças me encontrei com um grupo que através de uma Prática de Pesquisa proposta pela professora Dra. Maria Helena começava a estudar e pesquisar sobre Histórias de Vida e formação. A professora já tinha vasta experiência na construção de histórias de renomados educadores e agora propunha-se a iniciar um grupo que se aprofundasse neste outro veio das Histórias de Vida, o da formação. Eram poucos os colegas que já tinham alguma experiência com a metodologia, a maioria estava iniciando o caminho.
Mostrar mais

130 Ler mais

FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA: UMA EXPERIÊNCIA DE PESQUISA

FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA: UMA EXPERIÊNCIA DE PESQUISA

Levar em consideração a proposta defendida por Geraldi – e por tantos outros – significa assumir uma mudança de posicionamento: o professor deixa de ser simples apli- cador de conteúdos previamente apresentados no livro didático, conforme problematiza Soares (2002), e adota uma postura crítica e reflexiva sobre a própria prática e sobre o contexto de ensino em que atua. Entretanto, nem sempre nós, professores de LP, saímos do curso de graduação com essas capacidades desenvolvidas e com uma base epistemoló- gica, teórica e metodológica consistente que nos permita desenvolver um trabalho diferen- ciado em relação à formação a que, na maioria das vezes, fomos expostos, durante a edu- cação básica. Ainda que a graduação seja essencial na formação inicial do docente, com a sua atuação profissional poderão surgir outros desafios sobre os quais precisará se debru- çar. Por isso, urge a necessidade de que tenha acesso a processos de formação continuada que lhe permitam (re)visitar conhecimentos e procedimentos teórico-metodológicos ad- quiridos anteriormente.
Mostrar mais

26 Ler mais

Avaliação, reflexão e pesquisa na formação inicial de professores/as.

Avaliação, reflexão e pesquisa na formação inicial de professores/as.

As discussões acerca da formação inicial e continuada de professores têm se encaminhado para advogar a importância de se contar com profissionais que valorizem a pesquisa (ANDRÉ, 2001; DEMO, 2003) e se caracterizem como intelectuais (GIROUX, 1997) capazes de refletir e operar os diferentes dados de entrada com os quais se deparam no cotidiano do trabalho. Tem-se desenvolvido considerável número de iniciativas de formação permanente que buscam tratar o tema. Mas o aspecto que entendo ser necessário discutir mais detidamente sob esta ótica é a formação inicial. Entendo que o binômio reflexão-pesquisa constitui condição sine qua non da formação inicial de pro- fessores/as, especialmente no curso de Pedagogia, pois não se reflete o fazer sem que se tenha a perspectiva, o entendimento e a prática da pesquisa como atividade fundamental à docência.
Mostrar mais

17 Ler mais

Show all 10000 documents...