Plano Municipal de Saneamento Básico

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Análise do esgotamento sanitário das residências que acompanham o arroio Sananduva/  Analysis of the health exhaust of residences that accompany the Sananduva river

Análise do esgotamento sanitário das residências que acompanham o arroio Sananduva/ Analysis of the health exhaust of residences that accompany the Sananduva river

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 5, n. 10, p. 17405-17411, oct. 2019 ISSN 2525-8761 Sabendo-se que no Art. 6º do Plano Municipal de Saneamento Básico será revisto periodicamente a cada 4 (quatro) anos, sempre anteriormente à elaboração do Plano Plurianual, nos termos previstos na Lei Federal nº 11.445/2007, devendo ser alvo contínuo de estudo, desenvolvimento, ampliação e aperfeiçoamento .

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO PÚBLICA MELINA MEDEIROS DOS REIS FERREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO PÚBLICA MELINA MEDEIROS DOS REIS FERREIRA

Atualmente, a nível macro, há no município o Plano Municipal de Saneamento Básico de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Belém, planejamento para ser cumprido em 20 anos, ou seja, até o prazo máximo de 2033, e que busca garantir o uso dos recursos a partir de projeções futuras para os serviços de abastecimento e esgotamento sanitário, estando ainda em fase preliminar de aplicação. Especificamente na região dos bairros do Guamá e Terra Firme, há o Projeto “Saneamento Básico da Bacia do Tucunduba”, do governo do Estado do Pará, cujo objetivo maior é o revestimento em concreto do leito do rio principal, empreendimento este que dificultará a navegação, inibindo também a biodiversidade do canal, culminando no desaparecimento de peixes (SILVA, 2015). Por parte do estado do Pará, por sua vez, existe o Projeto de Macrodrenagem da Bacia do Rio Tucunduba, que visa sanear a Bacia do Tucunduba, resolvendo problemas de inundações na área, drenagem Pluvial de ruas que chegam a sua margem, além de favorecer a urbanização das margens do igarapé, criando acesso viário nas suas laterais, praças, portos, etc., com isso, a lógica é criar mecanismos de inclusão social, com o incentivo à ocupação ordenada de sua margem com atividades de geração de renda (MMA, 2016). Assim sendo, é de grande valia destacar a necessidade de adaptação do projeto ao contexto socioeconômico, ambiental e cultural da região, de forma a garantir a navegação do rio, focalizando o investimento na construção de portos, pontes e passarelas compatíveis com as embarcações que trafegam no local, o que conferiria aos moradores da localidade maior qualidade de vida, reafirmando as práticas de sociabilidade à beira do rio Tucunduba.
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A natureza dos planos municipais de saneamento é influenciada pelas instituições elaboradoras?: um estudo comparativo em três municípios de Minas Gerais

A natureza dos planos municipais de saneamento é influenciada pelas instituições elaboradoras?: um estudo comparativo em três municípios de Minas Gerais

66 alguma influência negativa de fatores políticos. Esse plano foi desenvolvido por uma equipe ligada à Universidade Federal de Viçosa, e foi um dos planos que mais se aproximou da teoria defendida por Carlos Matus, referente ao Planejamento Estratégico Situacional. Isso pois, além de ser participativo e abarcar a dimensão política do planejamento, ainda que de forma mais simples, também chegou a elaborar um esboço de cenários futuros para os serviços de drenagem e gestão de resíduos sólidos e a apresentar planos de ações emergenciais e contingenciais (AZEVEDO, 1992; TONI, 2004; HUERTAS, 2006). Foi utilizada uma metodologia que incorporou a participação social. A fase inicial do plano se deu através de um nivelamento da equipe, apontada pela mesma como um momento muito importante. Por se tratar de uma equipe multidisciplinar, que envolveu profissionais tanto da área de engenharia como das áreas sociais e da saúde, nessa fase houve um nivelamento técnico a respeito do conceito de saneamento, de metodologia participativa e das condições históricas, sociais e políticas do município. A próxima etapa relatada pelos entrevistados foi a do diagnóstico participativo através de reuniões nos bairros e comunidades do município, em paralelo com o diagnóstico técnico. Na sequência foi realizada consulta à população sobre as metas, na forma de assembléia geral, seguida do ajuste e compilação dos relatórios gerados até então. Não foi gerado um documento final que se pudesse chamar de Plano Municipal de Saneamento Básico de Viçosa devido a entraves burocráticos do contrato de convênio entre FUNASA, SAAE e equipe. Outro motivo foi a falta de priorização desse projeto por parte da nova administração da autarquia. O trabalho foi desenvolvido no formato de relatórios que, ao final, serviriam de subsídio para a formulação do documento final, que seria o plano de fato.
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Princípios no planejamento em saneamento básico: estudo comparativo de três experiências brasileiras

Princípios no planejamento em saneamento básico: estudo comparativo de três experiências brasileiras

This work aims to identify and compare principles assumed in experiences with basic sanitation planning, verifying to which theoretical current they are subordinated to. The cases of the Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), the Plano Municipal de Saneamento Ambiental de Penápolis ‒ SP (PMSAP), and the Plano Municipal de Saneamento de Belo Horizonte ‒ MG (PMSBH) have been studied. To that end, an evaluation model was developed, which is sought to identify the principles that substantiated each plan development, comparing them with the values defended by six planning schools which stand out currently. The data for the analysis was obtained through bibliographic research and documental research, including the documents concerning the own plans and meeting minutes. As a base of support, the participant observations technique was employed, in the case of Plansab, as well as in-depth interviews, for every studied plan. In the treatment of data, the technique of content analysis was used. This framework allowed the verification the internal coherence between the declared reasoning and the categories analyzed in each of the plans. This study was referenced by the following planning theoretical currents: Normative Planning, Situational Strategic Planning, Scenario and Strategic Planning, Foresight, Global Business Network Method and the Non Euclidian Mode Planning. These experiences were compared, providing some lessons, which could end up promoting the discussion about criteria to be used in the elaboration of sanitation plans. It has been concluded that in the elaboration of Plansab, the guiding principles of PES were incorporated in a significant way. The model was decided to be based on a methodological mix, adopting
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PLANOS URBANÍSTICOS, DOS RECURSOS HÍDRICOS, DO SANEAMENTO BÁSICO E DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA PROMOÇÃO DA CIDADE SUSTENTÁVEL.  Raul Miguel Freitas De Oliveira

PLANOS URBANÍSTICOS, DOS RECURSOS HÍDRICOS, DO SANEAMENTO BÁSICO E DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA PROMOÇÃO DA CIDADE SUSTENTÁVEL. Raul Miguel Freitas De Oliveira

9.433/1997), os planos de recursos hídricos são essenciais para a concretização dos demais instrumentos nas bacias hidrográficas; na Lei de Diretrizes Nacionais do Saneamento Básico (Lei n. 11.445/2007), os planos de saneamento básico são norteadores da política de saneamento básico municipal ou regional; na Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n. 12.305/2010), os planos de resíduos sólidos são um gênero que abarca o plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos e o plano de gerenciamento de resíduos sólidos; na Lei da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei n. 12.587/2012), o plano de mobilidade urbana é condição para que municípios melhor implementem sua política de mobilidade, assim como recebam recursos financeiros federais para tal fim; na Lei da Política Nacional de Turismo (Lei n. 11.771/2008), é previsto o plano nacional de turismo, sob responsabilidade do Ministério do Turismo, como indutor da política nacional do referido setor, nada impedindo, como costuma ocorrer, a aprovação de planos municipais; no Código Florestal (Lei n. 12.651/2012), diversos são os planos, tais como o plano ambiental de conservação e uso do entorno do reservatório (artigo 5º, § 1º), o plano de manejo florestal sustentável (artigo 31), o plano de suprimento sustentável (artigo 34), o plano de contingência para combate e estratégicos de prevenção de incêndio florestal (artigos 39 e 40); na Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei n. 11.284/2006) o plano anual de outorga florestal define as florestas públicas suscetíveis de concessão florestal e os planos de produção florestal sustentável devem ser elaborados pelo Serviço Florestal Brasileiro; na Lei do Sistema Nacional das Unidades de Conservação (Lei n. 9.985/2000) o plano de manejo é obrigatório para toda espécie de unidade de conservação, entre outros tantos.
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Desafios do planejamento municipal de saneamento básico em municípios de pequeno porte: a percepção dos gestores.

Desafios do planejamento municipal de saneamento básico em municípios de pequeno porte: a percepção dos gestores.

Os termos de referência citados pelos entrevistados são documentos originados de esforços normativos governamentais que visam aprofundar os marcos metodológicos e estabelecer orientações para que os municípios avancem na elaboração de seus planos. A Fundação Nacional de Saúde elaborou uma norma técnica a ser seguida por municípios aos quais con- cederem recursos (BRASIL, 2010) e o Ministério das Cidades tem elabo- rado diversos documentos a fim de disseminar a prática do planejamento do setor de saneamento (BRASIL, 2005; 2006; 2009; 2010). Embora não tenha sido comentado pelos entrevistados, cabe destacar a possibilidade de incrementar o desenvolvimento do plano de saneamento com metodo- logias que permitam avançar no que se refere às perspectivas para o futu- ro do setor, como o planejamento estratégico situacional (MATUS, 1989; HUERTAS, 1996) ou o planejamento através do uso de cenários prospec- tivos (SCHWARTZ, 1996; GODET & DURANCE, 2009).
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Indicator of environmental health: formula modifications and indicator applications in Brazil

Indicator of environmental health: formula modifications and indicator applications in Brazil

A estruturação do ISA/SP buscou englobar todos os componentes do saneamento ambiental que possuem dados considerados de fácil aná- lise e acesso. No entanto, essa formulação proposta pelo Conesan não é inflexível, isto é, da forma com que foi concebido, o ISA permite a incorporação de novos indicadores, variáveis, pesos e forma de pon- tuação à medida que são adquiridas novas informações ou obtidos novos patamares nos componentes socioambientais analisados à luz do indicador (CONESAN, 1999). Tal possibilidade permite que seja construído um ISA específico para cada área a ser estudada, tendo em vista que cada uma possui suas peculiaridades amplamente relevantes para a determinação da salubridade ambiental local. Essa flexibilidade é benéfica tanto no que se refere à criação de ISA quanto no momento de sua atualização, fazendo com o que o ISA nunca se torne um índice engessado. No entanto, não se deve perder de vista que a comparabi- lidade é critério fundamental de um indicador. A alteração da estru- tura de um ISA elimina parcialmente essa característica, restringindo- -a àqueles que possuem formulações idênticas e, em outra situação, entre um mesmo ISA ao longo do tempo.
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SANEAMENTO BÁSICO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ

SANEAMENTO BÁSICO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ

Entre os serviços de saneamento básico, o abastecimento de água na microrregião de Foz do Iguaçu, dos onze municípios que compõe essa região, oito apresentaram acesso á água potável para mais de 80% da sua população. Apenas os municípios de Missal, Ramilândia e Serranópolis do Iguaçu apresentaram acesso ao abastecimento de 58%, 56% e 70% respectivamente. Os três municípios que apresentaram baixo acesso ao abastecimento, apresentam uma população de até 10.000 habitantes, por serem cidades de pequeno porte acabam não tendo tantos investimentos por conta dos custos de implantação e manutenção. Os municípios de Foz do Iguaçu, Medianeira e Santa Terezinha foram os melhores avaliados com atendimento a 99% da população.
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Os impactos do saneamento básico nos estados brasileiros sobre os indicadores dominantes de saúde

Os impactos do saneamento básico nos estados brasileiros sobre os indicadores dominantes de saúde

O objetivo é provar que com a rede encanada de esgoto e com a água tratada diminui o caso de incidência de algumas doenças, como é o caso de: esquistossomose, leptospirose e algumas doenças causadas pelo mosquito. O tratamento da água, com o fluoretano, dependendo do grau que você coloca pode ser eficaz. No fundo, quando analisa-se essas duas variáveis mortalidade e morbidade, quer-se medir a propensão desta população adoecer, a probabilidade de adquirir uma doença. A internação seria a questão menos grave e, qualquer tipo de tratamento estaria vinculado a variável morbidade. A mortalidade é o caso mais grave, aonde o tratamento não teve eficácia. É o pior estado da natureza. A intuição é bem parecida para as duas, mas, há uma questão: se o hospital for bom e o tratamento for bem realizado, há chance de diferenciar essas duas. Agora, se o hospital for ruim e o tratamento não for adequado talvez a mortalidade e morbidade até caminhem juntas. De novo parece ser o efeito ao acesso e à qualidade da infraestrutura de saneamento sobre a propensão das famílias brasileiras adoecerem.
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A política federal de saneamento básico e as iniciativas de participação, mobilização, controle social, educação em saúde e ambiental nos programas governamentais de saneamento.

A política federal de saneamento básico e as iniciativas de participação, mobilização, controle social, educação em saúde e ambiental nos programas governamentais de saneamento.

Resumo O presente artigo se propõe a relatar uma análise crítica de dois programas governa- mentais - os Programas de Educação em Saúde e Mobilização Social (PESMS), da Fundação Nacio- nal de Saúde (FUNASA), e de Educação Ambien- tal e Mobilização Social em Saneamento (PEA- MSS), do Ministério das Cidades (MCidades). Os referidos programas visam fomentar ações educa- tivas participativas e a mobilização social em pro- jetos de saneamento. A metodologia utilizada ba- seou-se na leitura e análise documental e em ob- servações oportunizadas por meio de participa- ções em seminários, encontros, reuniões, oficinas e entrevistas. Os autores abordam a criação do PESMS e do PEAMSS, promovendo uma reflexão sobre os conceitos relativos à participação, mobi- lização, controle social, educação em saúde e edu- cação ambiental. Fazem considerações quanto às dificuldades, facilidades, avanços e desafios na im- plantação e na implementação dos programas quanto aos princípios fundamentais para presta- ção de serviços públicos de saneamento básico. Concluem que, para o desenvolvimento da Políti- ca Federal de Saneamento Básico, se faz necessá- rio criar condições mediante iniciativas de parti- cipação, mobilização, controle social, educação em saúde e educação ambiental.
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Sistema_de_Indicadores__dezembro17__retificado.pdf (72 Downloads)

Sistema_de_Indicadores__dezembro17__retificado.pdf (72 Downloads)

O indicador mede a proporção de etapas executadas para o funcionamento da gráfica e editora do Instituto. A fórmula apresenta o número de etapas já executadas sobre o total de etapas a serem realizadas para garantir o funcionamento da gráfica e editora do IFSul. As etapas estabelecidas são: primeira etapa: elaboração do projeto básico (obra) e/ou termo de referência (equipamentos), segunda etapa: garantia de recursos financeiros, terceira etapa: licitações, quarta etapa: execução (obra) e/ou aquisição (equipamentos).

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Sentidos do trabalho para os trabalhadores do saneamento básico

Sentidos do trabalho para os trabalhadores do saneamento básico

O estudo objetiva investigar os sentidos do trabalho no campo profissional dos trabalhadores de uma empresa de saneamento básico que realizam atividades no esgotamento sanitário. A escolha dessa temática decorre da relevância que o serviço tem para a população e, consequentemente, da importância do trabalhador do esgoto para o processo de manutenção deste serviço, bem como sua percepção sobre o sentido de seu trabalho no âmbito individual, organizacional e social. O referencial teórico privilegia uma abordagem sobre esgotamento sanitário em que se verificam diversos aspectos que abrangem desde suas definições e demais referências em empresas nacionais de saneamento básico; uma abordagem sobre o trabalho, seus significados e sentidos, além dos modelos de pesquisa propostos: modelo de características do emprego, o modelo de dimensões, o modelo de componentes do sentido de trabalho e modelo das dimensões do sentido do trabalho, os quais foram utilizados para a elaboração do instrumento de pesquisa, a fim de atender os objetivos específicos, analisando as dimensões individual, organizacional e social do trabalho. Esta pesquisa é caracterizada como qualitativa, descritiva, com método de coleta de dados primários, realizada mediante entrevistas semiestruturadas realizadas com 20 trabalhadores que lidam diretamente com a operação e manutenção do esgotamento sanitário, em uma empresa de saneamento básico. Entre os resultados que o estudo expressa, está o fato de o que o trabalho possui sentido para estes trabalhadores em todas as dimensões pesquisadas, permitindo o crescimento profissional, a valorização, o reconhecimento e a autorrealização da pessoa. Foram evidenciadas, também, ocorrências negativas significativas relacionadas à alienação, à discriminação, à autonomia e à rotina do trabalho.
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ABES E OUTRAS ENTIDADES LEVAM PROPOSTAS DE SANEAMENTO PARA MINISTÉRIO DAS CIDADES

ABES E OUTRAS ENTIDADES LEVAM PROPOSTAS DE SANEAMENTO PARA MINISTÉRIO DAS CIDADES

O último “Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos”, que teve como base de dados o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS de 2014, apresenta uma evolução muito lenta da implementação destas infraestruturas e indica que a média nacional de atendimento da população urbana com redes de água é de 93,2 %, e de atendimento com redes de esgotos, também na área urbana, é de 57,6 %, ou seja, quase 7 % da população brasileira não tem acesso a água potável em suas residências e 42 % não conta com a coleta de esgotos. Em relação ao tratamento de esgotos, o índice levantado neste estudo é alarmante, pois somente 70,9 % do esgoto coletado é tratado, indicando que do total dos esgotos gerados nas áreas urbanas somente 40,8 % recebe tratamento, sendo 60 % descartados de forma inadequada, provocando alto índice de doenças de veiculação hídrica e a poluição dos mananciais brasileiros.
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Atores sociais e política ambiental urbana do Município de Mossoró/RN pelo prisma das cartografias sociais analíticas

Atores sociais e política ambiental urbana do Município de Mossoró/RN pelo prisma das cartografias sociais analíticas

A composição do Conselho de Defesa do Meio Ambiente se deu inicialmente por meio da indicação de lideranças vinculadas à questão socioambiental. Seu papel é fiscalizar as ações, políticas ambientais junto a Gestão Ambiental Municipal. No CONDEMA, pudemos observar quem são os atores que estão diretamente ligados no processo de gestão ambiental. Conforme as atas e a pesquisa de campo o conselho é composto por um grupo, intitulado, representantes do Poder Público e outro grupo, representantes da Sociedade Civil organizada. Dentre eles, pode-se nomear, os representantes do Poder Público: Gerência Executiva da Gestão Ambiental, Secretaria Municipal de Serviço Urbanos, Trânsito e Transportes Públicos, Secretaria Municipal da Cidadania, Ministério Público do Estado do RN, Companhia de Águas e Esgotos do RN, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA, Câmara Municipal de Mossoró/RN, Companhia Independente de Proteção ao Meio Ambiente – 3° Pelotão de Polícia Ambiental de Mossoró. Já os representantes da Sociedade Civil: – Representante de Associações de Classe, Sindicatos, Clubes de Serviços e Setores Organizados da Sociedade , Representante dos Conselhos Comunitários / Central Única Comunitária, Representantes de Entidades Civis em Defesa do Meio Ambiente, – Representantes de Instituições de Ensino Superior (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Universidade Mather Cristhi) e Representantes dos Conselhos de Classe Sediados no Município de Mossoró.
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Ação comunicativa na gestão de um serviço privatizado de água e esgotos: uma avaliação em Cachoeiro de Itapemirim (ES).

Ação comunicativa na gestão de um serviço privatizado de água e esgotos: uma avaliação em Cachoeiro de Itapemirim (ES).

Integrante do Comusa comentou, após entrevista, que se sentia inibido devido à pre- sença de “doutores”, reconhecendo sua fraca atuação diante do Conselho. Este fato tem sido constatado por autores como Batista e Melo (2011), Pinto (1996) e Tatagiba (2002). Apoian- do-se no postulado habermasiano de colonização do mundo da vida, pode-se dizer que há uma tendência no funcionamento dos conselhos em transformar problemas práticos (que de- mandam uma solução política negociada) em problemas técnicos. Dessa forma, a consequente retenção dos saberes científicos e tecnológicos na mão de especialistas acaba por gerar uma elite afastada dos cidadãos comuns, que por sua vez se removem dos processos de delibera- ção, na crença de que “eu deixo isso para aqueles que conhecem o assunto...”. A elite, por sua vez, crê que esses assuntos devem ser exclusivamente técnicos (Thomassen, 2010). Esse modo de agir pode ser constatado em trechos da intervenção do representante da Citágua registrado na ata da reunião do Comusa de 27 de julho de 2009: “[...] O próprio Contrato já é um pla- no, plano que precisa se adequar e é um assunto muito técnico, é preciso haver opiniões de pessoas técnicas capacitadas para tal, dando assim o suporte necessário”. Macedo (1993:40) comenta a esse respeito, respaldada em Habermas:
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Análise do saneamento básico e saúde pública na cidade de Juazeiro do Norte, Ceará: um estudo de caso em duas ruas de importância religiosa

Análise do saneamento básico e saúde pública na cidade de Juazeiro do Norte, Ceará: um estudo de caso em duas ruas de importância religiosa

RESUMO- Nas últimas décadas tem-se verificado um aumento da urbanização nas cidades brasileiras, intensificado devido ao crescimento das cidades no século XIX. Diante desse contexto caótico, o objetivo de caracterizar as condições de saneamento básico na cidade de Juazeiro do Norte-CE., em duas ruas de importância religiosa e com grande movimento de pessoas nas romarias. Essa caracterização englobou a situação do saneamento básico, focando na percepção da população em relação à qualidade da água, quantidade de esgotos a céu aberto nas ruas e resíduos sólidos. A pesquisa foi realizada através de questionários semiestruturados com um total de 46 residências. Para uma melhor produção de informações sobre a problemática do saneamento básico e os problemas relacionados que atingem a população nesse local, expedições in loco foram realizadas nas duas ruas, com vistas a visualizar os problemas de infraestrutura urbana, focalizando nas questões sanitárias. Observou-se que 70% da amostra populacional das ruas está insatisfeita com o saneamento básico e está preocupada com as condições do esgotamento sanitário e resíduos sólidos despejados nas ruas. Tal perspectiva foi comprovada pela visualização de 10 pontos críticos de esgotos a céu aberto, presença de resíduos sólidos e drenagem urbana ineficaz. Os resultados sugerem investimentos do poder público em saneamento básico para a melhoria da qualidade de vida da população e da preservação ambiental.
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O Plano de Saneamento da Amazônia (1940-1942).

O Plano de Saneamento da Amazônia (1940-1942).

As mudanças relacionavam-se aos ambientes políticos interno e externo: o Estado Novo começava a sofrer desgastes e Vargas buscava consolidar alianças futuras, e o Brasil rompia relações com o Eixo no início de 1942 e declarava guerra em agosto do mesmo ano. A partir das observações do presidente, que alterava a proposta de ação de saneamento mais centralizada e buscava a articulação política com as interventorias e elites políticas regionais, a Comissão apressou- se em firmar convênios com os interventores federais dos estados amazônicos, propiciando uma maior participação dos Departamen- tos Estaduais de Saúde na execução do Plano. As ações prossegui- ram, convocando-se para a Amazônia 584 antigos guardas sanitá- rios do Serviço de Malária do Nordeste (SMNE), desmobilizado de- pois da Campanha contra o Anopheles gambiae (Barreto, abr. 1942, p.40). Assim, Gustavo Capanema assinou, em 19 de novembro de 1941, com os interventores do Pará e do Amazonas, respectivamente José Carneiro da Gama Malcher e Álvaro Maia, os chamados ‘convê- nios amazônicos’, que previam a execução do Plano de Saneamen- to pelos respectivos Departamentos Estaduais da Amazônia, sob direção e fiscalização das Delegacias Federais de Saúde da 2ª e 3ª Regiões (Barreto, dez. 1941, p.55-56). Instituiu-se ainda, em Belém, um curso de malariologia e outro para visitadoras. Ademais, pro- moveram-se expedições para avaliar as condições de saúde dos ha- bitantes. Os esforços eram todos direcionados para a profilaxia da malária, não sendo citadas outras doenças ou endemias (Barreto, abr. 1942, p.41). Profissionais como Ayroza Galvão e Alberto Car- reira da Silva, responsáveis por relatórios na região de Manaus e Belém, foram alçados a cargos de coordenação nos respectivos De- partamentos Estaduais de Saúde.
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Marcos regulatórios estaduais em saneamento básico no Brasil.

Marcos regulatórios estaduais em saneamento básico no Brasil.

Apesar de a previsão da receita orçamentária do prestador de servi- ços estadual como componente dos fundos está determinada somente para o estado do Rio Grande do Norte, em geral os executores das políticas são as próprias companhias estaduais de saneamento básico. Segundo Faria e Faria (2004), os prestadores de serviço no país não têm condições de operar os serviços de forma autônoma e sem transferências da União, ou dos estados, a fundo perdido. Portanto, é indispensável a reconstrução do modelo de fi- nanciamento para o setor. Já Turolla (2002) propõe a utilização de parcerias com o setor privado na realização de investimentos e na operação dos siste- mas de saneamento, mas ressalta a necessidade da definição do marco legal. Entretanto, a participação do setor privado e tarifas que reflitam custos reais poderão excluir parcela da população do acesso aos serviços, caso essas me- didas não sejam acompanhadas por políticas de subsídios sociais e diretos aos usuários, cuja definição passa necessariamente por uma ação de Estado por meio de políticas públicas.
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Saneamento básico e sustentabilidade: possibilidades educativas na contemporaneidade

Saneamento básico e sustentabilidade: possibilidades educativas na contemporaneidade

No âmbito da coletividade, a sustentabilidade se articula diretamente com as temáticas do saneamento ambiental. Nesse aspecto, para que ela seja alcançada, é necessária uma mudança da concepção individual das pessoas acerca dos impactos ambientais associados às suas práticas cotidianas. Da mesma forma, é preciso que a administração pública repense as cidades de forma a promover sociedades mais sustentáveis, projetadas para minimizar o impacto da urbanização sobre os recursos naturais, uma vez que deles dependem para sua própria manutenção e desenvolvimento.
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Panorama do Saneamento Básico na Região Metropolitana de Goiânia

Panorama do Saneamento Básico na Região Metropolitana de Goiânia

Com a publicação da Lei nº 13.089/2015, que institui o Estatuto da Metrópole, ficaram estabeleci- das diretrizes gerais para o planejamento urbano, incluindo normas para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana (PDI-RM). Pouco antes, o governo do Estado de Goiás já iniciara os procedimentos para a produção do Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia (PDI-RMG), que foi atualizado à luz da nova legislação. Como parte integrante do PDI-RMG, foi proposta a elaboração do “Caderno Temático de Recursos Hídricos e Saneamento; Alternativas Energéticas/Tecnologia” que deverá contribuir com propostas voltadas para a sustentabilidade ambiental e infraestrutura. Nesse contexto, o presente estudo contempla a parte de abastecimento de água e esgotamento sanitário, que compõe o eixo de saneamento básico do caderno temático supracitado. A pesquisa, baseada em revisão bibliográfica, documental e coleta de dados, apresenta uma síntese sobre as condições de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos 20 municípios integrantes da Região Metropolitana de Goiânia (RMG). Verificou-se que 90,52% da população da RMG é servida com abastecimento de água, enquanto 56,06% é atendida com o serviço de coleta de esgoto sanitário, valores que estão associados ao número de habitantes dos municípios e sua respectiva proximidade geográfica da capital. Para além dos dados de atendimento, os resultados obtidos indicam para um cenário de insuficiência de instrumentos voltados para o planejamento integrado da RMG.
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