Plantas - Consórcio

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Épocas de consórcio de alho com cenoura em três sistemas de manejo de plantas daninhas, em Caçador-SC.

Épocas de consórcio de alho com cenoura em três sistemas de manejo de plantas daninhas, em Caçador-SC.

variáveis, de forma generalizada, observa-se que o manejo com capinas freqüentes apresen- tou as maiores médias dentro de todas as épo- cas; no entanto, elas não diferiram das médias dos manejos com oxadiazon e sem controle dentro das épocas de consórcio e de monocul- tivo aos 0 e 15 DAPCP. Isso sugere um efeito negativo da interferência das plantas daninhas quando a cenoura foi semeada com atrasos maiores do que 15 DAPCP nos dois sistemas de cultivo: mono e consorciado. Entretanto, deve-se levar em conta o controle efetuado pe- las geadas até aproximadamente um mês depois do plantio de alho. Logo, se este controle inicial não tivesse ocorrido, provavelmente haveria resposta da interferência das plantas daninhas já mais precocemente, principal- mente para o manejo sem controle.
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Estabelecimento de pastagem na entrelinha de eucalipto após consórcio com plantas de cobertura manejadas com rolo faca¹

Estabelecimento de pastagem na entrelinha de eucalipto após consórcio com plantas de cobertura manejadas com rolo faca¹

cobertura. Um ponto importante no consórcio do eucalipto com plantas de cobertura é o estabelecimento da pastagem nesse sistema. O objetivo deste trabalho foi avaliar o estabelecimento de Brachiaria ruziziensis do banco de sementes do solo, na entrelinha da cultura do eucalipto após consórcio deste com plantas de cobertura manejadas com rolo faca.

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Consórcio capim-braquiária e milho: produtividade das culturas e características qualitativas das silagens feitas com plantas em diferentes idades.

Consórcio capim-braquiária e milho: produtividade das culturas e características qualitativas das silagens feitas com plantas em diferentes idades.

As culturas utilizadas (milho e capim-braquiária) foram estabelecidas em plantio direto sobre Argissolo Vermelho- Amarelo câmbico, em Coimbra, Minas Gerais, área da Estação Experimental do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa (DFT/UFV). O plantio foi realizado no dia 23 de novembro de 2003 em sucessão a culturas anuais. Antes da semeadura das culturas, realiza- ram-se o levantamento prévio das plantas daninhas e sua dessecação química com herbicidas sistêmicos (glyphosate + 2,4-D). Realizou-se calagem de superfície de maneira uniforme na área, com dose total de calcário, conforme resultados da análise química do solo: pH = 6,1; MO = 3,41 dag/kg; P = 7,3 mg/dm 3 ; K = 39 mg/dm 3 ; Ca = 2,9 mg/dm 3 ; Mg = 1,0 cmolc/dm 3 ; H+Al = 4,21 cmolc/dm 3 ; CTC = 6,10 cmolc/dm 3 . A semeadura das espécies cultivadas em consórcio foi realizada com semeadora específica para plantio direto, aos sete dias após a dessecação das plantas daninhas. Na adubação de plantio, seguiram-se as recomendações básicas para a cultura do milho.
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Fitossociologia de plantas daninhas em monocultivo de milho e em consórcio com diferentes Fabaceae.

Fitossociologia de plantas daninhas em monocultivo de milho e em consórcio com diferentes Fabaceae.

Há grande interesse na associação de métodos para controlar as plantas daninhas, incluindo o manejo cultu- ral (Silva et al., 2009b). As capinas são muito trabalho- sas e, por vezes, onerosas; contudo, de maneira geral são eficientes no controle de plantas daninhas. Já a apli- cação de herbicida pode, além de causar danos ambientais, contribuir para a seleção de biótipos de plan- tas daninhas resistentes a esses insumos. O consórcio pode propiciar melhor aproveitamento dos recursos de produção e redução dos problemas de doenças e praga; além disso, pode controlar plantas daninhas, como visto por Araújo et al. (2012) na consorciação de milho com gliricidia.
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Consórcio sorgo-soja.XII. efeito de sistemas de corte e arranjo de plantas no desempenho forrageiro do sorgo.

Consórcio sorgo-soja.XII. efeito de sistemas de corte e arranjo de plantas no desempenho forrageiro do sorgo.

Esses resultados demonstram que o conhecimento da época de corte adequada para colheita do consórcio sorgo-soja é de extrema importância para a maximização dos rendimentos, pois as reduções no rendimento forrageiro foram significativas quando o corte foi realizado em função da cultura da soja (época que cultura apresenta melhor capacidade de rebrota). Para que a soja rebrote, o corte das plantas deve ser efetuado no estágio vegetativo e, nesta época, o desenvolvimento do sorgo não possibilita a obtenção de altos rendimentos. Da mesma forma, a rebrota da soja não é suficiente, em termos de massa verde, para compensar o menor rendimento do sorgo, quando cortado antecipadamente. Resultados semelhantes foram encontrados por Corte (2001), em trabalho com diferentes sistemas de corte no consórcio com sorgo e soja para a produção de forragem.
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Consórcio milho-plantas de cobertura e viabilidade técnica da soja safrinha

Consórcio milho-plantas de cobertura e viabilidade técnica da soja safrinha

Um dos maiores desafios aos sistemas produtivos atuais, é manter ou aumentar a produtividade por área com menor aporte de insumos. Neste contexto, o consórcio entre espécies ditas ‘‘commodities’’, como soja e milho, com espécies forrageiras e/ou cobertura, seja gramínea ou leguminosa, apresenta-se como uma excelente alternativa capaz de permitir uma produtividade mais sustentável, com menor custo, além de melhorando a cobertura e estruturação do solo, gerando ganhos para o meio ambiente e ao sistema em geral, e consequentemente maior renda ao produtor rural. Porém, sistemas integrados de produção apresentam uma maior complexidade em função das interações que ocorrem entre os componentes, solo, plantas e animais. Entender esta dinâmica é de fundamental importância para compreender e melhorar a eficiência global dos sistemas de produção.
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Plantas de Cobertura, Utilizando Urochloa ruziziensis Solteira e em Consórcio com Leguminosas e seus Efeitos Sobre a Produtividade de Sementes do Feijoeiro

Plantas de Cobertura, Utilizando Urochloa ruziziensis Solteira e em Consórcio com Leguminosas e seus Efeitos Sobre a Produtividade de Sementes do Feijoeiro

O presente trabalho teve como objetivo estudar o comportamento do feijoeiro comum cv. IAC-Formoso em sistema de plantio direto sobre as palhadas de braquiária (Urochloa ruziziensis) solteira e em consórcio com as leguminosas: crotalária (Crotalaria juncea), mucuna cinza (Stizolobium niveum), guandu (Cajanus cajan) e feijão-de- porco (Canavalia ensiformis), totalizando cinco coberturas de solo, com diferentes doses de adubo nitrogenado em cobertura, utilizando-se como fonte a ureia (0, 50, 100 e 150 kg N ha - 1 ), visando obter informações sobre a produção de biomassa das plantas de cobertura e na relação com a produtividade, produção e qualidade das sementes obtidas no feijoeiro em sistema de plantio direto.
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Manejo de plantas daninhas no consórcio de milho com capim-braquiária (Brachiaria decumbens).

Manejo de plantas daninhas no consórcio de milho com capim-braquiária (Brachiaria decumbens).

relata que o milho apresentou taxa de acúmulo de biomassa superior à da forrageira aos 25 DAE e que esta, em monocultivo, apresen- tou aumento da taxa de crescimento somente aos 45 DAE. Assim, em consórcio, o acúmulo de biomassa da forrageira foi retardado, devido ao sombreamento e à competição exercida pelo milho. Castro et al. (1999), estudando a produção de biomassa seca de B. decumbens sob vários níveis de sombreamento, verifi- caram que o decréscimo em sua produtividade pode ser decorrente do fato de a radiação do ambiente sombreado ser inferior ao seu ponto de compensação luminoso. Contudo, Dias Filho (2000) constatou, em estudos referentes ao comportamento de forrageiras tropicais sob sombreamento artificial, que B. brizantha e B. humidicola apresentaram plasticidade fenotípica quanto à captura de radiação em resposta ao sombreamento e que elas aloca- ram significativamente menos biomassa nas raízes e aumentaram a alocação para as folhas, com incremento da área foliar específica e da razão de área foliar. Conseqüentemente, foram capazes de manter o crescimento em níveis satisfatórios, mesmo com limitação luminosa. Plântulas de B. decumbens são conside- radas suscetíveis (85 a 95% de controle) em aplicações iniciais de nicosulfuron nas doses comerciais recomendadas (Lorenzi, 2000). Dessa forma, em relação à resposta de dose- efeito para a biomassa seca da forrageira, o Figura 4 - Biomassa seca de plantas daninhas anuais de
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Efeito de população de plantas e adubação nitrogenada na produção e eficiência do consórcio milho-feijão

Efeito de população de plantas e adubação nitrogenada na produção e eficiência do consórcio milho-feijão

Resumo – A disponibilidade de nitrogênio e a população de plantas são parâmetros básicos para o consórcio de gramíneas e leguminosas. Os efeitos de diferentes populações de plantas de feijão e níveis de nitrogênio na produção e eficiência do consórcio milho-feijão foram estudados em um experimento de campo. Foram usadas três populações de plantas de feijão e três níveis de nitrogênio. O acúmulo de matéria seca do milho durante o ciclo vegetativo decresceu à proporção que a população de feijão aumentou. O efeito competitivo do feijão na produção do milho consorciado, que se mostrou maior nas maiores populações de plantas, foi atenuado pela aplicação da adubação nitrogenada; a aplicação de 50 kg ha -1 de N foi muito eficiente no aumento da produção de espiga do milho. O consórcio diminuiu
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Controle químico de plantas daninhas no consórcio mamona feijão caupi em condição de sequeiro

Controle químico de plantas daninhas no consórcio mamona feijão caupi em condição de sequeiro

O experimento foi conduzido em condições de sequeiro, no período de abril a setembro de 2010, na Fazenda Lavoura Seca, Quixadá, CE, no intuito de avaliar a eficiência dos herbicidas diuron (diuron SC), pendimethalin (herbadox 500), e metolachlor (dual gold), em três doses, no controle das plantas daninhas no consórcio mamona e feijão caupi e o efeito fitotóxico desses herbicidas sobre a mamona e o feijão caupi. No consórcio utilizou-se a mamona, cv. BRS ENERGIA e o feijão caupi, cv. EPACE 10. As culturas foram plantadas em fileiras alternadas, com os arranjos seguintes: mamona em fileiras no espaçamento 1,00 x 1,00 m, com uma fileira de feijão caupi entre duas fileiras de mamona. As fileiras de feijão caupi distaram 0,5 m das de mamona e as plantas dentro da fileira de 0,25 m. Os herbicidas e respectivas doses de ingrediente ativo avaliados foram: metolachor nas doses de (600 g ha -1 , 1200 g ha -1 e 1800 g ha -1 ) diuron (1000 g ha -1 , 2000 g ha -1 e 3000 g ha -1 ) e pendimenthalin (500 g ha -1 , 1000 g ha -1 e 1500 g ha -1 ). Utilizou-se um delineamento experimental de blocos ao acaso, com arranjo fatorial e dois tratamentos adicionais (3x3+2) com 4 repetições, exceto na análise da matéria seca das plantas daninhas onde utilizou-se um arranjo fatorial (3x3+1) com um tratamento adicional (testemunha sem capina). Os herbicidas diuron, pendimethalin e metolachlor foram não seletivos a cultura da mamona causando atrasos na emergência de plântulas, crescimento inicial, redução dos estandes inicial e final, redução da altura das plantas e decréscimos significativos na produtividade da cultura. No entanto, os mesmo herbicidas foram seletivos à cultura do feijão caupi, não alterando a altura das plantas, número de vagens por planta e estande final. Quanto ao controle das plantas daninhas, avaliado através do peso da matéria seca, os melhores resultados foram obtidos com o metolachor e diuron com destaque para a dose de 1800 g de i.a ha -1 do metolachlor, que reduziu de forma significativa o peso seco das plantas daninhas.
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Consórcio de manjericão (Ocimum basilicum L.) e alface sob dois arranjos de plantas.

Consórcio de manjericão (Ocimum basilicum L.) e alface sob dois arranjos de plantas.

RESUMO: Ocimum basilicum L. (Lamiaceae) é comercialmente utilizada como aromatizante ou condimento preparado com suas folhas verdes e aromáticas, que podem ser usadas frescas ou secas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção de biomassa de manjericão sob duas ou três fileiras no canteiro, consorciado ou não com alface. O manjericão e a alface foram alocados no campo em experimento conjunto, sendo constituídos cinco tratamentos da seguinte forma: duas fileiras solteiras de manjericão (M 2 ) espaçadas de 0,50 m; três fileiras solteiras de manjericão espaçadas de 0,33 m (M 3 ); quatro fileiras solteiras de alface espaçadas de 0,25 m (A 4 ); duas fileiras solteiras de manjericão consorciadas com quatro fileiras de alface (M 2 A 4 ) e três fileiras de manjericão consorciada com quatro fileiras de alface (M 3 A 4 ). O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, com oito repetições. As plantas de alface foram colhidas aos 48 dias após o transplantio e as de manjericão, em duas épocas, aos 96 e 113 dias após o transplantio (DAT). O consórcio não influenciou as áreas foliares nem as produções de folhas ou inflorescências do manjericão nem de cabeças comerciais ou não-comerciais da alface. No entanto, quanto ao arranjo de plantas, na segunda época de colheita, as plantas de manjericão cultivadas sob duas fileiras tiveram maior área foliar (2.076,99 cm² planta -1 ) e maior massa fresca de folhas (5.012,53
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Infestação de plantas daninhas em café cultivado isoladamente ou em consórcio com banana, sob sistema agroecológico

Infestação de plantas daninhas em café cultivado isoladamente ou em consórcio com banana, sob sistema agroecológico

RESUMO - Objetivou-se com este trabalho comparar a infestação de plantas daninhas em café sob dois manejos de cultivo diferentes: café convencional cultivado isoladamente (solteiro) e em consórcio com banana (final da primavera, fim do verão, outono e final do inverno). O experimento foi instalado em 2009, em condições de campo, na Escola Municipal Rural Benedita Figueiró de Oliveira, em Ivinhema, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foi avaliada a ocorrência de espécies daninhas três anos após a implantação, em ambos os sistemas de cultivo, sendo quantificada a densidade, frequência, dominância e valor de importância para cada espécie ocorrente. A diversidade de espécies dentro de cada sistema foi estimada pelos índices Simpson e Shannon-Weiner, e os sistemas de cultivo foram ainda comparados pelo coeficiente binário assimétrico de similaridade de Jaccard. A infestação absoluta de espécies espontâneas diferiu entre os dois sistemas de cultivo em todas as estações, e a diversidade das espécies foi maior na monocultura em comparação com o consórcio, mostrando maior incidência de espécies problemáticas. As áreas foram semelhantes em termos de composição de plantas daninhas somente no outono. O sombreamento proporcionado pela bananeira mostrou-se eficiente no manejo cultural na supressão de plantas daninhas em sistemas de plantio agroecológicos.
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Interferências mútuas entre a cultura do milho, espécies forrageiras e plantas daninhas em um sistema de consórcio: III - implicações sobre as plantas daninhas.

Interferências mútuas entre a cultura do milho, espécies forrageiras e plantas daninhas em um sistema de consórcio: III - implicações sobre as plantas daninhas.

RESUMO - O objetivo desta pesquisa foi avaliar as conseqüências da adoção de um sistema de consórcio com culturas forrageiras sobre a infestação e a produção de massa seca e área foliar de três espécies daninhas, na cultura do milho. Os tratamentos resultaram da combinação entre quatro níveis do fator plantas forrageiras (Brachiaria decumbens, Brachiaria brizantha, Panicum maximum e ausência de forrageira) e três níveis do fator plantas daninhas (Ipomoea grandifolia – corda-de-viola, Amaranthus hybridus – caruru-roxo e Digitaria horizontalis – capim-colchão). Durante a condução do experimento foram avaliadas a área foliar, a massa seca e a densidade das plantas daninhas quando submetidas à convivência com a associação do milho e espécies forrageiras. De forma geral, o sistema de produção que envolve a associação de uma cultura forrageira com a cultura do milho reduz a infestação e suprime o crescimento de plantas daninhas no sistema; B. decumbens foi a forrageira que menos reduziu a infestação de plantas daninhas; a espécie B. brizantha foi a forrageira mais eficiente em reduzir a infestação de corda-de-viola, mas não suprimiu o crescimento do caruru-roxo; e a forrageira P. maximum foi a espécie que mais reduziu o crescimento do caruru-roxo e a área foliar do capim-colchão.
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Consórcio sorgo granífero-braquiária : fitomassa, dinâmica de plantas daninhas e rendimento da soja em sucessão

Consórcio sorgo granífero-braquiária : fitomassa, dinâmica de plantas daninhas e rendimento da soja em sucessão

A produção de massa seca está diretamente relacionada à capacidade de a planta acumular fotoassimilados que resultam em maior quantidade de tecidos para sua estrutura física, relacionada também à área de crescimento das folhas que, nos sistemas sorgo granífero em consórcio, pode ter competido com outras espécies por espaço físico, aliado às características de crescimento agressivo das próprias braquiárias. Uma das principais características do sorgo é a produção do aleloquímico benzoquinona sorgoleone durante seu desenvolvimento que pode interferir no desenvolvimento de outras plantas (Franco et al., 2011). O aleloquímico é exsudado no ápice dos pelos radiculares (Trezzi & Vidal, 2004), como gotas de óleo. Pode-se inferir que o sorgo granífero no presente trabalho desenvolveu seu potencial alelopático, refletindo em seus bons índices agronômicos mesmo quando em consórcio, embora as faixas ótimas de temperatura de desenvolvimento de todo esse potencial estejam entre 25 °C e 35 °C (Dayan, 2006). Neste trabalho, observou-se temperatura média próxima de 25 °C no mês de março para os dois anos de avaliações. Em 2010, essa temperatura também se aproximou de 25 °C no mês de abril (Figura 1.1).
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Arranjo de plantas de braquiária em consórcio com a cultura do milho.

Arranjo de plantas de braquiária em consórcio com a cultura do milho.

Em situação de convivência de mais de uma espécie numa mesma área, o uso eficiente da água (UEA), que relaciona a quantidade de massa seca produzida por unidade de massa de água absorvida, será de extrema importância para o desempenho das plantas. O milho e a braquiária, sendo espécies de rota fotossintética C 4 , se sobressaem no UEA em relação às plantas C 3 (MORRIS; GARRITY, 1993). Entretanto, quando estabelecido o consórcio, estabelecem-se também novas relações entre as plantas. Por exemplo, uma espécie com arquitetura dominante, como o milho, pode sombrear outra com arquitetura de menor porte, como a braquiária, elevando a umidade relativa e reduzindo a temperatura na parte baixeira, o que altera a concentração de vapor de água e regulação estomática das plantas, modificando assim a UEA delas (CHASTAIN; GRABE, 1989).
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Épocas de consórcio de alho com cenoura em três sistemas de manejo de plantas daninhas em Jaboticabal-SP.

Épocas de consórcio de alho com cenoura em três sistemas de manejo de plantas daninhas em Jaboticabal-SP.

15 DAPCP, nos manejos com oxadiazon e com capinas freqüentes. No manejo com oxadiazon, o atraso de 15 dias no início do consórcio pro- porcionou redução de 60% na produtividade. Para 30 e 45 dias de atraso, as perdas foram de aproximadamente 90%. No manejo com capinas freqüentes, os atrasos induziram ain- da reduções mais pronunciadas, ou seja, o atraso de 15 dias apresentou reduções de 65% das produtividades, e os de 30 e 45 dias, de aproximadamente 95%. Garzim (1987), estu- dando épocas de consórcio envolvendo cebola e cenoura, também constatou que, quanto mais tardiamente a cenoura foi semeada nas entre- linhas da cebola já instalada, menor foi sua produtividade e sua qualidade de raízes. A comparação dos tipos de manejo dentro de épo- cas de consórcio mostrou que houve apenas efeitos significativos dentro das épocas de 0 e 15 DAPCP. Nas parcelas sem controle consta- taram-se as menores médias, e, nas outras, as médias foram superiores e semelhantes entre si, mostrando que apenas nas semeadu- ras de 0 e 15 DAPCP o controle de plantas dani- nhas proporcionou benefícios à produtividade de raízes, pois nas épocas de 30 e 45 DAPCP nenhum manejo se destacou. Deduz-se que, para as semeaduras precoces da cenoura con- sorciada, o controle da comunidade infestante proporciona aumento na produtividade de raí- zes; por outro lado, nas de 30 e 45 DAPCP o controle não proporcionou qualquer benefício. As plantas de alho apresentaram interferência semelhante à imposta pela completa infestação de plantas daninhas. No sistema de monocul- tivo e dentro de todas as épocas de semeadura, as médias decresceram de acordo com a inten- sidade das plantas daninhas presentes. O manejo com capinas freqüentes proporcionou os melhores resultados. Machado et al. (1984) também ressaltaram a importância do controle das plantas daninhas ao estudarem as culturas de feijão, girassol e milho no sistema de consór- cio duas a duas e no sistema de monocultivo, semeadas na mesma época. A prática de con- trole proporcionou incrementos nas produ- tividades de todos os tratamentos de consórcio e de monocultivo.
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Alterações dos nutrientes no solo e nas plantas em consórcio de eucalipto e acácia negra.

Alterações dos nutrientes no solo e nas plantas em consórcio de eucalipto e acácia negra.

O consórcio de eucalipto e acácia negra pode trazer benefícios ecológicos e econômicos, tendo em vista a diversidade ambiental e redução dos custos com adubação nitrogenada. Este trabalho teve o objetivo de quantificar os nutrientes no solo e nas plantas e avaliar o crescimento e a produção de eucalipto em consórcio com acácia negra. Foram estudados sistemas de cultivo simples e consorciado de Eucalyptus saligna (Smith) e Acacia mearnsii (De Wild.), com 45 meses de idade, em Argissolo Vermelho-Amarelo, no estado do Rio Grande do Sul. O espaçamento foi de 4,0 x 1,5 m e, no consórcio, as espécies foram plantadas em fileiras alternadas. Quantificaram-se N total, P, K, Ca, Mg, Al e matéria orgânica no solo e N total, P, K, Ca e Mg nas plantas. Avaliaram-se altura e diâmetro das árvores, bem como o volume de madeira produzido. As amostras de solo foram coletadas nas profundidades de 0-5, 5-10, 10-20 e 20-40 cm. Os resultados demonstraram maior teor de matéria orgânica e nitrogênio total no solo do consórcio em relação ao eucalipto simples. Solo sob cultivo simples de acácia mostrou maior teor de K, Ca e Mg que nos povoamentos em que o eucalipto estava presente. Plantas de eucalipto consorciado absorveram mais nitrogênio (22%) do que as do cultivo simples. O volume total de madeira no consórcio não diferiu do cultivo simples de eucalipto, embora o eucalipto tenha contribuído com 64% da produção do consórcio. O consórcio beneficiou a nutrição de nitrogênio do eucalipto e aumentou o estoque de nitrogênio no ecossistema, enquanto manteve a produção total de madeira.
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Interferências mútuas entre a cultura do milho, espécies forrageiras e plantas daninhas em um sistema de consórcio: II - implicações sobre as espécies forrageiras.

Interferências mútuas entre a cultura do milho, espécies forrageiras e plantas daninhas em um sistema de consórcio: II - implicações sobre as espécies forrageiras.

espécie acumulou aproximadamente o dobro da quantidade de massa seca em relação aos demais tratamentos. O efeito da interferência das plantas daninhas e da cultura do milho sobre B. decumbens foi mais pronunciado a partir dos 60 dias aproximadamente (Figura 1). O acúmulo de massa seca obtido pela planta forrageira B. brizantha (Figura 2) indica que os efeitos competitivos da cultura do milho e das plantas daninhas foram pouco pronun- ciados, quando comparados com a testemunha desta espécie. Assim, B. brizantha pode ser considerada uma cultura forrageira adequada para o sistema de consórcio, devido à sua alta competitividade neste sistema. Em relação à cultura forrageira P. maximum, com os resul- tados apresentados na Figura 3, verifica-se que a espécie possui boa competitividade neste sistema de produção. Pode-se observar que os três tratamentos onde havia a cultura do milho e plantas daninhas apresentaram efeitos semelhantes, embora na testemunha (P. maximum crescendo sem a presença das plantas daninhas e sem a cultura do milho) o acúmulo de massa seca (g por planta) tenha sido maior que nos outros três tratamentos. No entanto, pelos resultados apresentados na Figura 3, pode-se inferir que P. maximum, em razão de sua eficiência competitiva, pode ser indicado para este sistema de consorciação.
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Desenvolvimento de milho safrinha para silagem em consórcio de plantas forrageiras

Desenvolvimento de milho safrinha para silagem em consórcio de plantas forrageiras

A interferência na altura de plantas no consórcio de milho com L. multiflorum foi menor comparado ao milho com U. ruziziensis, pelo fato do L. multiflorum ter sido semeado no momento da adubação nitrogenada, aos 30 DAS do milho, seu desenvolvimento foi reduzido (Tabela 1). Segundo Vidal (2010), a densidade populacional da espécie competidora é de suma importância para afetar a resposta da cultura de interesse, como o milho conviveu com reduzida população de L. multiflorum (Tabela 2) e menor período de dias, as plantas de milho com L. multiflorum cresceram mais que as plantas de milho com Urochloa. Levando em conta que o período que antecede a interferência (PAI) para a cultura do milho vai de 0 aos 21 dias após a emergência (BALBINOT et al, 2016) o milho solteiro não sofreu interferência por plantas forrageiras como no consórcio o tratamento com maior altura de plantas.
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Consórcio de plantas de cobertura para a cultura de algodoeiro no sistema de semeadura direta

Consórcio de plantas de cobertura para a cultura de algodoeiro no sistema de semeadura direta

A Tabela 16 demonstra a interação entre as diferentes plantas de cobertura para a resistência a penetração de 0 – 15 cm de profundidade. O desdobramento das interações demonstrou que o tratamento milheto interagiu com o tratamento testemunha (sem plantas de cobertura). Este fato pode estar atribuído à interferência de espécies de ervas daninhas existentes no tratamento testemunha, pois não foi realizado o controle do mato nestas parcelas. O não controle do mato foi uma ação proposital, representando as condições naturais de uma área em pousio. Algumas espécies de daninhas podem possuir o sistema radicular de forma a interferir na densidade do solo, principalmente na camada superficial de 0 – 15 cm. Segundo Lima (1996), os valores de resistência à penetração podem estar correlacionados com a macroporosidade e porosidade total do solo, sofrendo interferência direta do sistema radicular de plantas de cobertura. O desdobramento demonstra ainda diferenças entre o tratamento crotalária somente e consórcio brachiaria + crotalária, no qual apresentou valores inferiores de resistência a penetração. Este fato atribui-se possivelmente pelo consórcio apresentar maior volume radicular, na profundidade de 0 – 15 cm, ocasionado pelo sistema radicular da brachiária presente nesta faixa de profundidade. Mesmo no desdobramento das plantas dicotiledonares dentro da monocotiledônea milheto ocorre o fenômeno semelhante e atribui-se à mesma causa, onde o tratamento milheto somente apresenta a concentração radicular na superfície 0 - 15, diferindo do consórcio milheto + guandu. Em Pasqualetto et al,. (1999) já havia sido constatado que as culturas de safrinha de sorgo e milheto conferiram menor resistência ao solo na profundidade de 22,5 cm corroborando diretamento com nossos resultados.
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