Poder de negociação

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Rede de relações e poder de negociação: uma análise do caso citrícola brasileiro.

Rede de relações e poder de negociação: uma análise do caso citrícola brasileiro.

associações para o tratamento das matérias rela- cionadas à condutas comerciais (como preços, margens de lucro etc.) e/ou emissão de políticas; d) continuidade: com o fim do contrato-padrão deixaram de existir as avaliações persistentes entre ambos os lados, as conexões estratégicas são descontínuas; e) consenso: as avaliações persis- tentes são realizadas somente pelo ator coletivo industrial, que apresenta poder de negociação e habilidades diretas e indiretas para influenciar mudanças econômicas e políticas; f) distribuição de recursos: somente os participantes industriais apresentam recursos financeiros, jurídicos, organizacionais e de informação significativos; g) distribuição interna: somente as lideranças industriais deliberam estratégias; e) poder: o resultado de soma não zero, no qual todos ao atores envolvidos podem ganhar, deixou de persistir a partir de 1991. A Figura 3 apresenta a rede de poder citrícola atual, sendo que os principais fatos dos anos 90 estão no Quadro 2 do anexo.
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Poder de negociação na fileira de transformação fornecedor-produtor-cliente no setor de pequenas empresas produtoras de componentes eletrônicos (circuitos impressos) do estado de São Paulo

Poder de negociação na fileira de transformação fornecedor-produtor-cliente no setor de pequenas empresas produtoras de componentes eletrônicos (circuitos impressos) do estado de São Paulo

8) O forte poder de negociação detectado a jusante representa riscos concretos para a eficiência das pequenas empresas estudadas, porquanto os seus processos produtivos, suas estratégias[r]

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA- UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS – ESAG MESTRADO ACADÊMICO EM ADMINISTRAÇÃO MILTON FREITAS BORGES

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA- UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS – ESAG MESTRADO ACADÊMICO EM ADMINISTRAÇÃO MILTON FREITAS BORGES

“Os fornecedores são uma força competitiva importante, porque podem determinar o preço ou a qualidade de peças ou matérias- primas” (CHURCHILL; PETER, 2010). De acordo com Porter (1986, p.43), os fornecedores podem exercer poder de negociação sobre os participantes no sentido de ameaçar elevar preços ou reduzir a quantidade dos bens e serviços fornecidos. Fornecedores poderosos podem, consequentemente, sugar a rentabilidade de uma organização incapaz de repassar os aumentos de custos em seus próprios preços. Porém, “as condições que determinam o poder dos fornecedores não só estão sujeitas a mudanças como com frequência estão fora do co ntrole da empresa” (PORTER, 1986, p.44). Por sua vez, a empresa pode sempre melhorar sua situação em relação aos fornecedores através de uma estratégia, sendo uma delas a procura por fornecedores dispostos a trabalhar em cooperação com eles para ajudá-los a criar valor.
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UMA NOVA REALIDADE DO MERCADO DE GÁS NATURAL: MODELO E OS PROCESSOS

UMA NOVA REALIDADE DO MERCADO DE GÁS NATURAL: MODELO E OS PROCESSOS

Uma vez que, no mercado não regulado as empresas têm maior poder de negociação com os clientes (ao nível do preço dos produtos), estas podem oferecer preços ma[r]

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Piauí Têxtil SA: um estudo de caso acerca das forças competitivas determinantes para sua sobrevivência

Piauí Têxtil SA: um estudo de caso acerca das forças competitivas determinantes para sua sobrevivência

Este trabalho dissertativo teve como objetivo analisar a importância das forças competitivas para a sobrevivência da Piauí Têxtil S/A, instalada na cidade de Picos - PI. trata-se de um estudo de caso em que se buscou situar a empresa no cenário socioeconômico atual a partir do resgate de sua história, considerando mudanças ocorridas no ambiente; identificar as principais forças competitivas que determinam a sobrevivência da empresa; evidenciar o diferencial competitivo; elencar os pontos fortes e fracos; além de sugerir medidas para otimizar a competitividade, notadamente voltadas para a eficácia, redução de custos e ampliação de mercado. A metodologia utilizada foi pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo com dados coletados através de pesquisa documental e entrevistas não-estruturadas aplicadas a três categorias de informantes: administradores, líderes e operários, constituindo uma amostra sob critério probabilístico de 90 informantes diante de um universo de aproximadamente 600 colaboradores. A análise adotou critérios quantiqualitativos por incorporar números e aspectos não mensuráveis, referenciada nas cinco forças competitivas de Porter: entrada de concorrentes, ameaça de substitutos, poder de negociação de clientes e fornecedores e a rivalidade da concorrência. Concluiu-se que todas essas forças interferem em maior ou menor quantidade na competitividade da Piauí Têxtil, entretanto o seu diferencial competitivo é o enfoque em diferenciação. A obsolescência do parque fabril e o poder de negociação dos fornecedores constitui-se nos pontos fracos, vez que por causa da praga do bicudo do algodão, a empresa passou a importar matéria prima do mercado externo no período compreendido entre metade da década de1980 a início da década de 1990, onerando os custos da produção. Atualmente pela ínfima produção do estado do Piauí seus principais fornecedores são Bahia e Mato Grosso. Sugere-se de antemão, incremento tecnológico do parque fabril, investimento em pesquisa e desenvolvimento e aglutinação de forças sociais para a re-estruturação da cadeia produtiva regional, notadamente a revitalização da cotonicultura que já foi a principal atividade econômica do centro sul do estado do Piauí.
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Integração vertical versus horizontal: oportunidades nas cadeias de suprimentos de garrafas PET das indústrias de refrigerantes e águas minerais do Estado do Rio de Janeiro

Integração vertical versus horizontal: oportunidades nas cadeias de suprimentos de garrafas PET das indústrias de refrigerantes e águas minerais do Estado do Rio de Janeiro

A compensação do poder de negociação através da integração pode não somente reduzir os custos dos suprimentos (através da integração para trás) ou elevar a reali[r]

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A micro e pequena empresa: desafios, sobrevivência e prosperidade: uma busca de soluções integradas.

A micro e pequena empresa: desafios, sobrevivência e prosperidade: uma busca de soluções integradas.

“Todavia, grandes atacadistas e varejistas, com crescente poder de negociação, pressionam os fabricantes dos produtos, querendo vantagens em preços, benefícios (em p[r]

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O uso/não uso de preservativo entre mulheres residentes em Belo Horizonte e Recife, 2002: um estudo de fatores associados

O uso/não uso de preservativo entre mulheres residentes em Belo Horizonte e Recife, 2002: um estudo de fatores associados

No que se refere ao poder de negociação Villela (1996) chama atenção para que haja a introdução do condom na relação sexual e que as mulheres devem ter não só acesso a mudança de comportamentos em que pese as relações de gênero e as estratégias que levem em conta o reordenamento nas posições de trocas para que as mulheres detentoras do prazer desejado pelos homens tenham maiores chances de negociar tanto seu próprio prazer quanto a prevenção contra as DST´s/Aids. Esse reordenamento pode ocorrer pensando-se nas concessões que cada um dentro dos pares pode fazer. Além disso, a negociação sexual depende especialmente das informações existentes entre os casais e aumentar a qualidade e quantidade da informação disponibilizada de ser levada em conta (p.182-3). Outro fator bastante importante apontado na literatura é o que se refere aos custos do condom “...qualquer estratégia que vise a ampliação do uso do condom deve estar acoplada a mecanismos eficazes que promovam uma queda
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A ética na negociação

A ética na negociação

de mais nada os negociadores são pessoas com reações e valores como. nós próprios e que "a abordagem básica consiste em lidar com as pessoas[r]

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PLANE - Um módulo de negociação semiautomática para múltiplos participantes e múltiplos atributos

PLANE - Um módulo de negociação semiautomática para múltiplos participantes e múltiplos atributos

Nos próximos anos, ocorrerão no Brasil diversos eventos de magnitude mundial, nos quais estarão presentes diversas emissoras de televisão. Contextualizando, suponha que uma emissora deseja comprar o vídeo com os gols da última rodada da Copa do Mundo de 2010, que ocorreu na África, para gerar um documentário. Após realizar uma pesquisa, encontra três emissoras que possui os direitos desses vídeos. A partir de então, iniciou-se uma negociação manual, levando muito tempo para ser realizada, além de não ter a certeza de que a negociação será boa para todas as partes, ficando a critério da habilidade de persuasão de cada emissora.
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Estratégia de negociação do pesquisador com o discurso do outro em seu dizer

Estratégia de negociação do pesquisador com o discurso do outro em seu dizer

atrás desses discursos. Essa ação se dá pelo fato de que a MDS, além de ser uma forma simples e discreta, contribui para esse distanciamento de quem escreve em relação ao discurso do outro, e também pode ser compreendida como uma ten- tativa do pesquisador de redizer o dizer do outro (teórico citado), uma atitude avaliativa que, pelas marcas linguísticas lexicais e sintáticas, não recobre o dizer do outro, ou seja, uma enunciação sobre a enunciação que não foi bem sucedida. Ao evidenciar, a negociação do pesqui- sador com o discurso do outro no texto produzido, recorremos à fonte teórica (informação fornecida por ele na funda- mentação teórica da pesquisa ao citar o nome do autor e até mesmo a página) para entender como o discurso do outro é mobilizado pelo pesquisador na cons- trução do seu texto. Recortamos o trecho representativo do texto fonte (autor cita- do) e, em seguida, a parte recortada da fundamentação teórica da dissertação do pesquisador, fazendo coincidir um com o outro (grifo nosso na amostra 4 ), para as
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Uma trágedia em três partes: o motim dos pretos da Laura em 1839

Uma trágedia em três partes: o motim dos pretos da Laura em 1839

Vários aspectos tornaram o segundo ciclo de revoltas num elemento de fundamental importância para se compreender o motim no Laura Segunda e seus desdobramentos: uma ampla participação popular, inclusive de escravos; a proximidade do espaço geográfico onde foi realizado o motim, isto é, o navio circulou pelas zonas de influência da maior parte das revoltas; e por fim, ter-se criado toda uma instabilidade na parte Norte-Nordeste do Brasil. Todos estes aspectos fizeram com que as autoridades temessem dois fatores principais. O primeiro, uma revolta geral, que, devido à grande participação dos escravos, poderia levar a uma ampla frente de contestação da propriedade senhorial, colocando em perigo a validade da escravidão. O segundo fator está diretamente ligado ao primeiro, porque havendo uma revolta geral, perder-se-ia o total controle sobre as províncias do Norte, já que havia uma imensa dificuldade nas comunicações entre estas e a Corte, sobretudo aquelas situadas na fronteira amazônica, como o Pará e o Maranhão, onde as distâncias e os elementos naturais se tornavam grandes obstáculos para a efetivação do poder central.
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A dimensão comunicativa de uma exposição de objetos técnicos.

A dimensão comunicativa de uma exposição de objetos técnicos.

Transcrevemos essa negociação entre a geladeira e o visitante de uma pesquisa sobre a negociação entre visitantes, conceptores e objetos de um museu de ciências e técnicas (VENTURA, 2001). Podemos transportá-la a outros objetos e outros visitantes, em outros meios de comunicação. O objeto de exposição comunica, conta uma história, atrai o visitante a uma cena teatral, talvez por meio de uma armadilha. Ela permite que o visitante seja enviado a seu passado, a suas reminiscências de situações vividas. Isso permite uma mudança de comportamento do visitante com relação ao objeto, à cultura técnica que o objeto detém. Isto pode levá-lo a novas atitudes e ações, tendo como objetivo a construção de novos conhecimentos e disponibilizá-los a outras pessoas.
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Interface (Botucatu)  vol.21 número61

Interface (Botucatu) vol.21 número61

pessoas interessadas em um projeto de interesse comum, que se desenvolve pela negociação de significados (tanto conhecimentos, histórias, informações, como modos de fazer) na interação entre a participação dos indivíduos e o que se produz com essa participação (reificação). A CoP potencializa a construção de novos sentidos e novas formas de participação, sempre com o foco na prática, compreendida em sua dupla dimensão: tanto um fazer em um contexto histórico e social, em sua estrutura e significado, como um campo de construção de identidades, favorecendo identificações ou não identificações das formas de ser uma pessoa nesse contexto.
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“Isso eu levo para a vida!”: aprendizagem da prática profissional em uma Comunidade de Prática.

“Isso eu levo para a vida!”: aprendizagem da prática profissional em uma Comunidade de Prática.

pessoas interessadas em um projeto de interesse comum, que se desenvolve pela negociação de significados (tanto conhecimentos, histórias, informações, como modos de fazer) na interação entre a participação dos indivíduos e o que se produz com essa participação (reificação). A CoP potencializa a construção de novos sentidos e novas formas de participação, sempre com o foco na prática, compreendida em sua dupla dimensão: tanto um fazer em um contexto histórico e social, em sua estrutura e significado, como um campo de construção de identidades, favorecendo identificações ou não identificações das formas de ser uma pessoa nesse contexto.
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TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO

TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO

O objetivo deste artigo é de apresentar técnicas de negociação importantes para o desenvolvimento comercial de uma empresa, demonstrando os tipos mais utilizados, incluindo os modelos mais inovadores, que favorecem com facilidades de acessibilidade e comodidade para ambas as partes, considerando a relevância de uma boa comunicação, que deve ser realizada de forma clara e objetiva, com postura adequada e ética para ganhar credibilidade e facilitar a eficiência da negociação, tendo como meta a ser seguida roteiro que favoreceram para a organização das idéias facilitando a fluência e a concisão das informações, evitando falar desnecessariamente. Considerando que a essência final de uma boa negociação esta em atingir a satisfação de ambas as partes envolvidas, buscou-se embasamento em teóricos que pode-se reforçar a linha de raciocínio pré – estabelecida para a elaboração do artigo.
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A ATUAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO NAS POLÍTICAS DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO RURAL NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: TRÊS CASOS

A ATUAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO NAS POLÍTICAS DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO RURAL NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: TRÊS CASOS

Para os institucionalistas históricos, a adoção da revisão judicial, por exemplo, não seria apenas uma forma de garantir “segurança política” e “preservação econômica” dos governos que se encontram sob ameaça futura de suas oposições, assim como sugerem autores estratégicos (Ginsburg, 2003; Hirschl, 2004; Finkel, 2008). Os institucionalistas históricos vão mostrar, por exemplo, que o processo de adoção da revisão judicial pode emergir não necessariamente da iniciativa momentânea das instituições majoritárias ou dos interesses relacionados à política eleitoral, mas do próprio Poder Judiciário, através de um processo longo de transformação das ideias dos juízes acerca de sua própria função num regime de rule of law, saindo de uma ideia positivista de autolimitação para uma ideia liberal de atuação pelos direitos (Woods, 2003, 2009). Outros argumentam que a revisão judicial pode ser adotada por questões de identificação ideológica (e não de mera instrumentalização estratégica) dos partidos com os pressupostos e os impactos dessas medidas (Erdos, 2009). Outros, ainda, vão procurar mostrar que não existe apenas uma questão de defesa contra a oposição, mas uma ideia de “missão” de governos que não se encontram sob ameaça, mas que procuram traçar diretrizes específicas de desenvolvimento (Shambayati e Kirdis, 2009). Outros, por fim, olham para o desfecho dos processos de adoção da revisão judicial para ver o que os juízes fizeram com esse poder, mostrando a influência das ideias positivistas sobre a percepção dos juízes acerca de seu próprio papel, fazendo-os agir e decidir de forma contrária às suas preferências políticas particulares (Hilbink, 2007, 2008a) 22 .
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Comunicação, negociação e relações de poder : a dialética histórico-estrutural na práxis do sindicato dos professores particulares do Rio Grande do Sul - SINPRO

Comunicação, negociação e relações de poder : a dialética histórico-estrutural na práxis do sindicato dos professores particulares do Rio Grande do Sul - SINPRO

Ao analisarmos os três acordos, percebemos alguns elementos de abstrações que auxiliam na reflexão dialética. Num primeiro momento, podemos dizer que o nível de organização das relações do mundo do trabalho é proporcional ao aumento de número de cláusulas encontradas em cada um dos acordos; vejam, por exemplo, o de 1985 e o de 2005. Por outro olhar, numa perspectiva inversa, a complexidade desta relação se amplia à medida que até os direitos constitucionais são reforçados em ocasiões de Negociação. Revelação e legitimação do Poder normativo, por um lado — fruto da inclusão de cláusulas que não precisariam ali estar, até porque a lei maior já as contempla. Em contrapartida, o mesmo contexto denuncia a fragilidade do Estado e de suas instituições formais, onde as próprias contradições da Hegemonia surgem. Ou seja, se o Estado falhar, o acordo do mercado garante e vice-versa.
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O uso da arbitragem e negociação

O uso da arbitragem e negociação

De acordo com a juíza que decidiu o caso, “o autor trouxe fato pequeno e distorcido para o Judiciário com o intuito de obter vantagem patrimo- nial indevida. Essa e tantas outras demandas inconseqüentes são causas certas para a tão criticada morosidade do poder Judiciário”. Em outras pa- lavras, a magistrada puniu o autor da ação por não ter resolvido a contenda por meio de um meio mais pacífico e menos oneroso para o Estado: a negociação. Trata-se de uma técnica jurídica alternativa ainda pouco usa- da no Brasil, mas promissora.

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Volatilidade no mercado acionário brasileiro: negociação ou passagem do tempo? Um estudo empírico

Volatilidade no mercado acionário brasileiro: negociação ou passagem do tempo? Um estudo empírico

Dentre as várias discussões associadas à volatilidade, uma delas se refere às “causas” da volatilidade: a volatilidade dos retornos de um ativo surge em função da incorporação de novas informações que chegam ao mercado? Ou será que ela surge em função da própria negociação com o ativo em foco? A primeira hipótese ficou conhecida na literatura como a hipótese da calendar volatility; a segunda, da trading volatility. 2

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