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DIREITOS HUMANOS NO PROCESSO CIVIL E JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL DEMOCRÁTICA: PODER-DEVER ESTATAL DE RESPEITO À DIGNIDADE DA PESSOA E SEGURANÇA JURÍDICA

DIREITOS HUMANOS NO PROCESSO CIVIL E JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL DEMOCRÁTICA: PODER-DEVER ESTATAL DE RESPEITO À DIGNIDADE DA PESSOA E SEGURANÇA JURÍDICA

Assim, o direito judiciário ou jurisdicional, na práxis forense contem- porânea, precisa ganhar força e se reafirmar, a cada dia, através de uma jurispru- dência compromissada com as garantias fundamentais constitucionais da cidada- nia, em favor da ciência e dos princípios gerais democráticos. Não pelo método utilizado via jargões do tipo: “entendimento de 2º grau majoritário”, “decisão unânime dos tribunais superiores”, “jurisprudência predominante” etc., expres- sões e “jogos de palavras” que acabam com a autonomia funcional e a livre criação de 1ª instância, destruindo muitas vezes a própria razão e a ética do poder dever de julgar estatal.
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O Direito Internacional e a Ingerência Humanitária: o poder/dever da intervenção armada

O Direito Internacional e a Ingerência Humanitária: o poder/dever da intervenção armada

guarda humanitária, face à salvaguarda das prerrogativas do Estado. Há um sistema de garantia universal de protecção do indivíduo contra as agressões perpetradas contra a sua dignidade, independentemente de quem seja o agressor, e das eventuais prerrogativas que lhe assistam, de natureza pessoal ou territorial, nas relações com a vítima. Se o Estado da nacionalidade, da residência ou da localização, não quer, ou não pode, garantir a ordem pública interna para salvaguarda da dignidade humana, tal incumbência assiste a terceiros face ao vínculo concreto. O comportamento doloso ou negligente, a permissividade ou a incapacidade do Estado soberano, de que decorra atentado humanitário, implica para o novo Direito internacional o desaparecimento das fronteiras e a consequente denúncia da soberania naquela matéria. Em matéria de garantia, o Estado da nacionalidade, ou da residência, deixou de ser o exclusivo protector do indivíduo na sua dimensão de natureza e salvaguarda universais. A natureza de ius cogens, do Direito humanitário, implica a existência de um sistema de garantia universal, donde decorrem deveres indispo- níveis universais, entre os quais se integra o poder/dever de intervenção armada huma- nitária.
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PRESCRIÇÃO PENAL COMO LIMITE AO PODER-DEVER PUNITIVO ESTATAL

PRESCRIÇÃO PENAL COMO LIMITE AO PODER-DEVER PUNITIVO ESTATAL

Foi exatamente no alicerce de um suposto acordo social que se construiu a pretensa legitimação do poder punitivo estatal, como forma de garantir a coesão interna e externa do sistema jurídico penal. Isso perpassou a história da humanidade, em que poder e direito (penal) transitaram juntos. Um poder que, limitado pelo acordo tácito de convivência, seria quase que ilimitado em suas intervenções para garantir a coesão social. Reside aí uma questão decisiva para a abordagem do Direito Penal contemporâneo, no âmbito do Estado de Direito: quais os limites da atividade estatal punitiva? Especialmente, para os termos desta abordagem, quais os limites temporais para que a intervenção penal seja útil e necessária?
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Entre o poder e o dever: fatores intervenientes na expressão da modalidade nos discursos de posse presidencial

Entre o poder e o dever: fatores intervenientes na expressão da modalidade nos discursos de posse presidencial

No caso específico dos discursos de posse presidencial analisados neste trabalho, a expressão da modalidade se soma a outras formas de expressão de subjetividade na produção de diferentes discursos que se constituem em uma mesma cena: um presidente eleito que, enunciando de um lugar de autori- dade, dirige-se pela primeira vez aos cidadãos do país que vai governar. a igualdade do lugar de enunciação responde pelas diversas semelhanças nas manifestações de poder, dever e que- rer; no entanto, as características do contexto de interação nos momentos de posse respondem pelas diferenças no uso dos modalizadores, conforme pretendemos demonstrar.
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A interpretação semântica dos auxiliares modais poder, precisar e dever: uma abordagem da semântica cognitiva

A interpretação semântica dos auxiliares modais poder, precisar e dever: uma abordagem da semântica cognitiva

palavras que também se usam corriqueiramente, como os verbos chamados modais (poder, dever, precisar, etc.). Para Neves, essa tentativa de esclarecimento que consiste em traduzir palavras de noção considerada complexa por palavras mais complexas e obscuras, além de arbitrária, resulta na introdução de conceitos que não são, eles próprios, esclarecidos e definidos. Isso significa que são raras as conceituações que fogem de uma proximidade com a Lógica. Por exemplo, é o caso de Mainguenau (1990) que, estritamente dentro de um ponto de vista lingüístico, define modalidade como "a relação que se estabelece entre o sujeito da enunciação e seu enunciado". Ou ainda de Kiefer (1987) que propõe uma distinção entre as descrições lógicas e as lingüísticas. Para Kiefer apud Neves, a tradição lógica enfatiza a descrição de proposições lógicas, enquanto que a tradição lingüística enfatiza os aspectos não-proposicionais da modalidade, sendo as expressões modais nas línguas naturais usadas principalmente para expressar as atitudes do falante em relação aos estados de coisas.
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Dever de apresentação à insolvência

Dever de apresentação à insolvência

no AC STJ de 15-11-1995, porquanto “o que preside ao previsto no art 6º CPEREF, quanto ao prazo aí fixado, não são, pois, os valores da certeza e da segurança mas o interesse dos credores, a quem importa que o processo se inicie com relativa brevidade sobre o momento da cessação de pagamentos, por tal constituir, em absoluto, uma garantia de mais provável cobrança dos seus créditos, que o protelamento da situação de falência, em regra, só afeta, pelo que faz mais sentido caraterizar um dever de apresentação no art 6º CPEREF do que um direito, mesmo na modalidade de poder-dever, como faz o AC citado já que o decurso do prazo sem que tenha sido requerida a falência ou a recuperação pelo próprio devedor não extingue o dever, nem lhe retira a faculdade
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Da criminalização dos castigos corporais aplicados pelos progenitores no exercício das responsabilidades parentais : do poder de correção ao dever de educação

Da criminalização dos castigos corporais aplicados pelos progenitores no exercício das responsabilidades parentais : do poder de correção ao dever de educação

14 Código de 1966, desapareceu e foi substituído por um poder-dever de educar. Mas o legislador civil português não estabeleceu expressamente a proibição dos castigos corporais como sucedeu em alguns países europeus como a Alemanha, Áustria, Noruega, Finlândia e Suécia. Foi o legislador penal que em 2007, como veremos mais à frente que autonomizou o crime de maus tratos a crianças, logo a dúvida que se levanta é a de saber se, ainda que inexista previsão expressa, esse poder de correção se mantém, ou seja, se os pais podem castigar moderadamente os seus filhos enquanto imagem do direito-dever de educação que atualmente se encontra nos art.1885º do CC, ou se aquele direito foi mesmo extinto. 28
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Direito e dever à desconexão

Direito e dever à desconexão

No diagnóstico é dito que a “intensificação do trabalho e o excesso de conexões profissionais” podem levar ao desequilíbrio da relação entre vida privada e trabalho, bem como contribuir para o adoecimento dos trabalhadores (METTLING, 2015, p. 10), dado seu poder de romper a fronteira entre lugar de trabalho e domicílio, assim como entre o tempo de trabalho e o tempo consagrado à vida pessoal. No local de trabalho, a combinação entre “excesso de conexão” e intensificação pode ser um fator de stress “criando no trabalhador um sentimento de solicitação permanente, de aceleração sus- tentada pelas diversas interações”. Além disso, o acúmulo de tarefas que devem ser realizadas ao mesmo tempo é fonte de pressão. Por exemplo, “um trabalhador em reunião pode ser demandado a responder um SMS, a tomar uma decisão por e-mail, ao mesmo tempo que deve estar atento ao que é dito, refletindo sobre o que deverá encaminhar após a reunião” (METTLING, 2015, p. 35, tradução nossa).
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Conflitos no âmbito da medicina: O dever de notificar o crime de aborto e o dever de sigilo profissional

Conflitos no âmbito da medicina: O dever de notificar o crime de aborto e o dever de sigilo profissional

legislação, da doutrina e da jurisprudência brasileiras, demonstrando o conflito existente entre o dever profissional do médico relacionado ao sigilo profissional, previsto no Código de Ética Médica, e o dever legal de notificar o crime de aborto, conforme o Código Penal e a Constituição Federal. Para isso será utilizado o método dedutivo procedimental bibliográfico. Inicialmente, apresenta-se o aborto sob diferentes perspectivas, quais sejam: a da história, a da bioética, a da medicina e a perspectiva do direito. Na mesma linha, analisa-se o tratamento dado ao aborto pela legislação brasileira e as divergências doutrinarias existentes sobre o tema. Por fim, é explorado o embate doutrinário entre o dever de sigilo profissional e o dever legal de notificar o aborto ilegal, bem como a jurisprudência sobre o sigilo profissional no âmbito da medicina.
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O dever de veracidade das partes

O dever de veracidade das partes

RESUMO: Procurando analisar as repercussões sobre o princípio da veracidade na conduta das partes, o estudo observa a prática social da mentira, como ponto de partida para a compreensão da preocupação estatal em regulamentar, controlar e punir a ausência de veracidade das partes. Tratando do problema da verdade para o processo e da sua importância para a atividade jurisdicional, demonstra- se que a parte não tem o direito de mentir no processo, podendo omitir-se em situações legislativamente protegidas, como a auto-acusação de fato considerado criminoso e o sigilo profi ssional. Demonstrando que a legislação em vigor estabelece o dever de veracidade para as partes, indica-se critérios para que se possa verifi car o comportamento metiroso da parte, especialmente no que se refere ao seu depoimento, concluindo com o alerta da responsabilidade do advogado na verifi cação dessa veracidade, bem como apontando o tratamento das conseqüências punitivas por tal prática da mentira.
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o dever pré-contratual de informação

o dever pré-contratual de informação

se perfilam: a que entende que existe obrigação de informar sempre que uma das partes questione a outra acerca de uma circunstância de que esta tem conhecimento; a que defende que essa situação em nada se distingue da obrigação de esclarecer espontaneamente; e por fim, a que entende que quando a pergunta é ilícita, a parte pode não só recusar-se a responder, como até mesmo, em dadas circunstâncias, responder de forma inexacta. Enten- demos que a obrigação de fornecer uma informação requerida pela outra parte está sujeita aos mesmos critérios do dever de esclarecimento, mas vamos mais longe e, na senda de L ARENZ e W OLFF , admitimos mesmo, em circunstâncias excepcionais, o direito a mentir. Será o caso paradigmático, apresentado por estes dois autores, em que é perguntado a uma candidata a emprego se está grávida ou a pensar engravidar em breve. Nestas circuns- tâncias, o direito a não responder acarreta já desvantagens possivelmente tão acentuadas como um dever de resposta, pelo que não nos repugna a não ilicitude de uma resposta falsa. — apud E VA S ÓNIA M OREIRA DA S ILVA , Da responsabilidade pré-contratual por violação
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O dever de memória no Facebook

O dever de memória no Facebook

O segundo conceito que me chamou atenção na bibliografia é uma expressão recorrente nos debates sobre o passado ditatorial. Me refiro à ideia de direito à memória e à verdade. Primeiramente, deve-se registrar a diferença que existe entre dever de memória e direito à memória e à verdade. O dever de memória refere-se, conforme vimos ao reconhecimento da responsabilidade do Estado e da sociedade com relação às memórias de sofrimento. Já o direito à memória e à verdade está relacionado ao direito de conhecer o passado, de acessar as fontes, de buscar informação. O seu contrário corresponde ao apagamento e à ocultação dos rastros deixados pelo regime. Busca-se, através da evocação desse direito, a verdade factual a respeito de determinados eventos, bem como multiplicar as vozes autorizadas a falar sobre o passado. Por isso, ouvir os testemunhos e acessar os documentos torna-se imprescindível. Segundo Celso Lafer, a verdade mencionada nessa expressão “se caracteriza porque o seu oposto não é o erro, a ilusão ou a opinião, mas sim a falsidade de ocultação ou a mentira na manipulação dos fatos.” 17 O que está em jogo
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Os modais poder e dever : critérios de auxiliaridade

Os modais poder e dever : critérios de auxiliaridade

ter e n t e n d i d o p a t a v i n a " nega mos dever ter e n te ndido; em ( (346) n e g a r í a m o s e n t e n d e r e em "???3 oão não pôde e n t e n d e r p a t a v i n a " n e g a m o s pôde ente nde r, o que nos pare c e ser dife_. rente s i g n i f i c a t i v a m e n t e . Assim as p a r á f r a s e s não exi s ti - riam. Dize mos "ne g a r í a m o s " porque c o n s i d e r a m o s estas c o n s ­ tr uções a g r a m a t i c a i s e, c o n s e q ü e n t e m e n t e , as p a r á f r a s e s tam bém não exis tem. C o n t i n u a n d o as conc l u s õ e s de Lobato, te­ mos: "d) como só se pode ter uma n e g açao ver ba l por ora - çao, em "??? 3oão nao deve ter e n t e n d i d o p a t a v i n a " teria - mos uma só o r ação e em (338), (342) e (346) duas o r a ç õ e s ; gen e r a l i z a n d o , p o d e r í a m o s a f i rmar que eer, estar, t e r , h a ­ ver, formam com o p a r t i c í p i o e ge rú n d i o c o m p l e x o s mui to u- náidos que r e p r e s e n t a m um só c o n s t i tuinte, o S i n t a g m a Mer - bal, que se d e s e n v o l v e como a u x i l i a r + verbo; ao pas so que crer, dever, poder, querer, pe nsar, etc, sao f u n c i o n a l m e n ­ te i n d e p e n d e n t e s do i n f i n i t i v o que os segue, pois pe rten - cem eles a uma o r a ç ã o e esses inf i n i t i v o s a outra."
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Maternidade e trabalho: direito ou dever?

Maternidade e trabalho: direito ou dever?

Através de lutas e de enfrentamento, os trabalhadores passam a conquistar normas legislativas que os protegem frente aos abusos dos empregadores. Para as mulheres, o primeiro aparato legal que buscou normatizar o trabalho nos casos envolvendo a maternidade foi o decreto nº 16.300, de 31 de dezembro de 1923, contido no regulamento do Departamento Nacional de Saúde Pública. Através desta tutela, a operária, tanto na indústria como no comércio, tinha por direito o descanso de trinta dias antes e depois do parto. Ainda, neste consta o dever da empresa em disponibilizar creche ou um local apropriado para que a mãe pudesse amamentar seu filho.
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O dever de motivar a despedida

O dever de motivar a despedida

hipóteses de abuso de direito, discriminação ou qualquer outra prática ilícita. Essa conclusão não é obstada pelos termos do art. 10 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, que disciplina apenas a indenização de que cogita aquele dispositivo constitucional, de múltiplo conteúdo. Também não exige qualquer ação do Poder Legislativo. É bastante em si enquanto fixa um dever fundamental relacionado ao direito ali reconhecido. Ora, garantir “relação de emprego protegida contra despedida arbitrária” implica, necessariamente, exigir a não-arbitrariedade de todas as dispensas.
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ENTRE O SER E O DEVER SER

ENTRE O SER E O DEVER SER

O fato de essa norma não ser expressa não significa que não exista: a ela nos referimos como o fundamento subentendido da legitimidade de todo o sistema. Quando apelamos à Constituição para requerer a sua aplicação, alguma vez nos perguntamos o que significa juridicamente essa nossa apelação? Significa que consideramos legítima a Constituição porque foi legitimamente estabelecida. Se depois nos perguntamos o que significa o ter sido legitimamente estabelecida, ou remontarmos ao decreto do governo provisório que se instalou na Itália em 25 de junho de 1944, e que atribuía a uma futura assembleia constituinte a tarefa de deliberar uma nova Constituição do Estado italiano, ou então aceitarmos as teses da ruptura entre o velho e o novo ordenamento, não poderemos fazer outra coisa senão pressupor uma norma que impõe obediência àquilo que o poder constituinte estabelecer; essa norma fundamental, mesmo não-expressa, é o pressuposto da nossa obediência às leis que derivam da Constituição, e à própria Constituição (BOBBIO, 1999, p. 60).
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O cristianismo: interioridade e dever

O cristianismo: interioridade e dever

Juntamente com a idéia do dever, a moral cristã introduziu uma outra, também decisiva na constituição da moralidade ocidental: a idéia de intenção. Até o cristianismo, a filosofia moral localizava a conduta ética nas ações e nas atitudes visíveis do agente moral, ainda que tivessem como pressuposto algo que se realizava no interior do agente, em sua vontade racional ou consciente. Eram as condutas visíveis que eram julgadas virtuosas ou viciosas. O cristianismo, porém, é uma religião da interioridade, afirmando que a vontade e a lei divinas não estão escritas nas pedras nem nos pergaminhos, mas inscritas no coração dos seres humanos. A primeira relação ética, portanto, se estabelece entre o coração do indivíduo e Deus, entre a alma invisível e a divindade. Como conseqüência, passou- se a considerar como submetido ao julgamento ético tudo quanto, invisível
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O dever de ocupação efectiva do trabalhador

O dever de ocupação efectiva do trabalhador

empregadora mesmo contra os interesses da organização empresarial dos quais deve zelar, está obrigada a usar ininterruptamente a actividade do trabalhador por si contratado. Em ambas as situações seria necessário conseguir determinar temporalmente o início da suposta violação do dever de ocupação efectiva do trabalhador. Na primeira situação, parece-nos que a ser o empregador constituído na obrigação de pagar uma sanção pecuniária compulsória ao trabalhador, nos termos do artigo 829.º-A do CC, seria necessário por parte do tribunal a capacidade de determinar, não só o dia em que o suposto incumprimento teria iniciado, como igualmente o seu quantum temporal, isto é, se durou um mês de forma ininterrupta, se durou vários dias, seguidos de outros de ocupação normal do trabalhador e mais tarde se voltou a uma situação de inactividade etc.
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Dever fundamental de proteção aos animais

Dever fundamental de proteção aos animais

vulnerabilidade que os animais em geral possuem em relação ao ser humano e que o poder deste último constitui em verdade uma fonte de responsabilidade a ser atendida (e não uma premissa de superioridade), percebe-se que o humano possui, de fato, um dever de proteção aos animais, no sentido de protegê-los contra a atuação humana negativa e prejudicial, seja através de uma abstenção de causar dano ou de uma ação positiva para proteger efetivamente os animais. Esse dever de proteção, inicialmente de origens éticas, é recepcionado pelo ordenamento jurídico que compõe o Estado Socioambiental, apresentando uma marcante fundamentalidade material que, no caso brasileiro, é formalmente reconhecida pela Constituição Federal através do inciso VII, parágrafo 1º, do artigo 225. O dever de proteção aos animais é, portanto, fundamental, devendo ser cumprido tanto pelo Estado quanto pela coletividade, sendo aplicado de forma otimizada segundo as possibilidades jurídicas e fáticas de cada caso concreto e merecendo ter peso a ser considerado quando na necessária ponderação com outros direitos ou deveres fundamentais.
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Do Direito à Educação e do Dever de Educar

Do Direito à Educação e do Dever de Educar

climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei. A educação básica, nos níveis fundamental e médio[r]

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