Poéticas Visuais

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OS CAMINHOS DA PESQUISA EM POÉTICAS VISUAIS ATRAVÉS DE UMA PRÁTICA PESSOAL EM PINTURA

OS CAMINHOS DA PESQUISA EM POÉTICAS VISUAIS ATRAVÉS DE UMA PRÁTICA PESSOAL EM PINTURA

Este artigo propõe-se como uma reflexão a respeito, e a partir, das investigações que empreendi nos últimos dez anos, durante o período do Mestrado e do Doutorado em Artes Visuais, no estabelecimento de um processo pictórico que elaborei como artista/pesquisador na linha de Poéticas Visuais. O propósito deste texto é argumentar, valendo-se de uma experiência pessoal de investigação, o que caracteriza e constitui uma pesquisa em Poéticas Visuais. A premissa nesse percurso foi a de que uma pesquisa nesta linha deve contemplar os meandros de sua própria construção, concomitantemente a esse fazer. Ou seja, estudos e análises são guiados pelos desdobramentos do trabalho de ateliê e, simultaneamente, fornecem os parâmetros para a continuidade desse processo.
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Povos ancestrais, América do Sul e Caribe: epistemologias e poéticas visuais na formação de engenheiros

Povos ancestrais, América do Sul e Caribe: epistemologias e poéticas visuais na formação de engenheiros

E mudar o currículo oficial em nosso país, quem sabe afetando também os países vizinhos, propiciando a interação entre docentes e pesquisadores da América do Sul e Caribe, ressignificando a didática pedagógica na perspectiva intercultural, a partir de contribuição de natureza formativa, não metodológica, que inclui intercâmbio de aspectos epistemológicos e de poéticas visuais, e, por extensão, afetando as políticas públicas, valorizando a condição humana, nossa história e nosso futuro, significa romper com a violência simbólica que diz separa e reinarás. É também superar o gesto simbólico da construção do palácio do arcebispo europeu, erguido sobre o palácio do Inca Roca no século XVI (Foto 9):
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Poéticas visuais e mnemônicas

Poéticas visuais e mnemônicas

Apesar de não indicar um reconhecimento da identidade italiana em sua obra, tendo vindo ainda criança para o Brasil, demonstra admiração pela cidade antiga, medieval, e pela arte ital[r]

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Preto

Preto

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, área de concentração: Poéticas Visuais, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do grau de Mestre em Artes Visuais, sob a orientação do Prof. Dr. Carlos Alberto Fajardo.

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Design editorial a serviço da informação

Design editorial a serviço da informação

Introdução: Oriunda da editoria Cultura e Sociedade, do Jornal COMUnesp, a Revista do Grupo de Pesquisas em Poéticas Visuais, nada mais é, do que um desdobramento das discusões contidas nos encontros e reuniões de pauta que acabaram culminando na elaboração de um projeto gráfico que apresenta um trabalho de design envolvendo algumas soluções para problemas em níveis visuais e organizacionais. Buscando oferecer uma interface entre o leitor e os trabalhos científicos no campo das poéticas visuais, tal projeto gráfico torna-se não apenas uma forma de embelezar páginas, mas sim de comunicar conteúdos. Objetivos: Objetivando alcançar um melhor entendimento do projeto gráfico da revista Poéticas Visuais, este trabalho busca demonstrar que essa produção obteve um cuidado em seu desenvolvimento capaz de alterar a percepção do artigo científico publicado. Deixando de ser, deste modo, uma mera diagramação de uma página – que é apenas um dos aspectos do design editorial – mas preocupando-se com características muito mais complexas. Como formato da publicação, cor e tipografia. Fatores que influem na compreensão do leitor. Métodos: Buscando identificar um meio de criar um projeto gráfico satisfatório para uma revista de disseminação científica, os métodos escolhidos para nortear sua concepção foram os critérios de funcionalidade, equilíbrio e ritmo, hierarquia e organização. Além dos critérios de legibilidade. Resultados: Nesta elaboração do projeto gráfico, a escolha das imagens e a disposição das unidades informativas na página não têm função meramente estética. O design editorial escolhido possui crucial capacidade de influir nas possíveis leituras da revista Poéticas Visuais número 2.Concluiu-se que esse poder está relacionado ao próprio processo de leitura: quando o leitor decodifica o conteúdo científico publicado, não atenta apenas aos textos verbais, alfabéticos. É o tempo todo influenciado pela contraparte não-verbal do artigo, a maneira como ele está disposto, em que cores, com que tamanho e em qual disposição.Em outras palavras, o meio “revista” é palco do embate entre duas forças antagônicas colocadas em um “equilíbrio dinâmico”, tenso e de múltiplas interpretações. De um lado o texto verbal, simbólico por excelência. Do outro, um texto latente não-verbal, expresso pela diagramação e pelo projeto gráfico.Por fim, entende-se que negligenciar a função comunicacional do design é arriscar-se a afastar o leitor do núcleo da informação, mantendo-o na superfície estetizada. A estética é um elemento importante do design, mas ela não deve obscurecer o conteúdo.
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Matéria gráfica: idéia e imagem

Matéria gráfica: idéia e imagem

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes, Área de Concentração Poéticas Visuais, Linha de Pesquisa Processos de Criação em Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do Título de Doutora em Artes, sob a orientação do Prof. Dr. Evandro Carlos Frasca Poyares Jardim.

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O Coltan nas Artes Visuais

O Coltan nas Artes Visuais

Ainda que muito mais sentidas nos lugares, afinal é na RDC, e não na Inglaterra, que pessoas estão morrendo todos os dias para a extração de matérias-primas para as indústrias de ponta, as crises financeiras, sociais e ambientais são globalizadas, visto que seus efeitos ressoam, em diferentes modos e intensidades, nos diversos lugares dessa grande teia global (SANTOS, 2006). Talvez seja por essa razão que artistas alheios ao lugar se interessem pelos processos que ali se desenrolam e criam poéticas visuais que sejam, de algum modo, testemunha desses conflitos, que são como vimos, dialogicamente locais e globais.
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Leucomalácia periventricular e diplegia espástica: implicações nas habilidades psicolingüísticas.

Leucomalácia periventricular e diplegia espástica: implicações nas habilidades psicolingüísticas.

Na comparação da RA e RV, AA e AV e MSA e MSV considerando a IPL, observou-se que embora a correlação significante tenha ocorrido somente para a comparação AA e AV, nas demais, o valor de p. indicou uma tendência. De qualquer forma, na Tabela 2, foi possível observar, apesar de ter desempenhos mais modestos nestas habilidades, tiveram melhores escores nas atividades que envolviam habilidades visuais do que auditivas. Infere-se que estes achados estejam relacionados, dentre outras variáveis, a questões anatomofisiológicas. Crianças de muito baixo peso com lesões periventriculares apresentam alterações na aquisição de habilidades auditivas, assim como alterações no processamento auditivo, traduzindo- se em dificuldades de aprendizado (2,4,11) . Por outro
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Ensino de Artes Visuais: ilustração em sala de aula

Ensino de Artes Visuais: ilustração em sala de aula

Nesse estudo usaremos como base teórica para construção da nossa oficina a Abordagem Triangular de Ana Mae Barbosa (BARBOSA, 2014), que é a principal referência do Ensino de Artes Visuais no Brasil. A oficina se baseará na leitura de imagens, contextualização e prática artística. Nessa proposta os alunos tomarão conhecimento do que é ilustração, alguns ilustradores e seus trabalhos, terão oportunidade de refazer algumas ilustrações e por fim serão convidados a fazer suas próprias ilustrações a partir de textos. A ideia que permeia o trabalho é a recriação de um texto em imagem. Para realização da atividade o aluno não deverá ficar limitado só ao desenho, podendo trabalhar várias expressões artísticas tais como: desenho, carimbos, colagem, ou mesmo pintura, dando a liberdade de se expressar de diferentes formas artísticas.
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Base maior Base menor Altura

Base maior Base menor Altura

 sempre que recorrer a estatísticas obtidas na sua calculadora (média, desvio padrão, coeficiente de correlação, declive e ordenada na origem de uma recta de r[r]

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Poéticas: Em torno a uma crise clássica

Poéticas: Em torno a uma crise clássica

de cima a baixo e até mesmo são uma pauta de ritmo Penso nessas duas palavras como erros de percurso porque não estamos aqui para servir para alguma coisa para sermos úteis a algo [r]

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Nazareno : seis aproximações poéticas

Nazareno : seis aproximações poéticas

Aproximo-me da sua utilização de várias linguagens, de seu rigor técnico, de sua preocupação com as dimensões físicas de sua obra (evitando, por exemplo, que sejam maiores do qu[r]

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POÉTICAS DA COMPOSIçãO: POE E PESSOA

POÉTICAS DA COMPOSIçãO: POE E PESSOA

“A expressão um longo poema não é mais que uma mera associação de termos contraditórios,” dir-nos-á… Daí a valorização que faz da “unidade,” a qual se traduz na “totalidade do efeito[r]

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Haikai e performance: imagens poéticas

Haikai e performance: imagens poéticas

Várias obras que ilustram estes aspectos da poesia concreta puderam ser conferidas na exposição Poesia Concreta: O Projeto Verbivocovisual. Dentre elas, vale a pena ressaltar um poema-objeto de Décio Pignatari, constituído de um cubo de madeira, com palavras e letras soltas, no centro do salão. Observações do tipo “quando a poesia e a máquina se fundem”, utilização de holografias, projeção, a laser, de poemas, sonoridades diversas, livros, objetos se misturavam, pelos espaços da galeria. Um vídeo de Caetano Veloso transmitia o poema- objeto Viva vaia, de Augusto de Campos, gravado no Rio de Janeiro, em 1973. Na mesma sala, encontravam-se painéis relacionando os concretos à Tropicália 294 . Em um deles, lia-se: “tropicália: parafernália, devoração crítica do museu brasileiro”. Mais uma vez, negava-se o sufixo “ismo”: “Tropicália não é Tropicalismo”. Projetado, também, em grandes telas, podia- se ver o poema visual, sonoro e semântico, O pulsar, de Augusto de Campos, musicado por Caetano Veloso. Tudo isso se apresentava como uma demonstração nítida da interação de linguagens, que ocupava os artistas concretos. Como se dizia em um dos scripts da exposição: “Os poetas concretos estabeleceram, desde o início, ligações entre a sua produção, a música contemporânea, as artes visuais e o design de linhagem construtivista. Presença na corrente sangüínea da arte de hoje.” 295
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Guerra em deriva: Poéticas de fronteira

Guerra em deriva: Poéticas de fronteira

No contexto cosmopolita do Ultraismo argentino, nos primeiros anos do século XX, emerge sua panlíngua, um idioma universal criado com bases numéricas e astrológicas com o objetivo de que todos os povos se conheçam melhor e possam se comunicar, e também o neocriollo, uma língua formada com palavras, sílabas e raízes das dominantes: o castelhano e o português. Tanto a panlíngua quanto o neocriollo são invenções poéticas de Xul Solar. Do neocriollo, criado especialmente para o Continente Americano, trago, como exemplo, um fragmento poético, publicado em 1936, na revista destiempo, editada por Jorge Luis Borges y Adolfo Bioy Casares:
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Sexualidades, artes visuais e poder: pedagogias visuais do feminino.

Sexualidades, artes visuais e poder: pedagogias visuais do feminino.

feminino como objeto de contemplação, tornando esse modo de ver particular como a única ‘verdade’ possível. Com essas aproximações, procuro contribuir para a ampliação das análises realizadas no campo do ensino das artes visuais, que nos últimos anos, através das tendências metodológicas e teóricas mais recentes, vêm destacando o papel das imagens na educação. Em uma época de visualidade exacerbada como a que vivemos, falar sobre a educação do olhar é algo que exige muito mais de educadores e educadoras do que supomos. Não basta apenas que nos aproximemos das imagens simplesmente a partir dos elementos formais que as constituem: cor, linha, espaço, figura-fundo etc. As imagens dizem muito, nos produzem, nos significam, nos sonham. Na escola, as aulas de arte, bem ou mal, 3 têm sido o espaço (às vezes, o único)
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VALÉRIA METROSKI DE ALVARENGA

VALÉRIA METROSKI DE ALVARENGA

A presente dissertação tem por objetivo analisar a formação inicial do professor de Artes Visuais no estado do Paraná. Tal pesquisa é parte integrante do projeto do “Observatório da formação do professor no âmbito do ensino da arte: estudos comparados entre Brasil e Argentina”. Trata-se aqui, pois, de analisar o perfil dos cursos de licenciatura em Artes Visuais e/ou com nomenclaturas semelhantes em relação à sua estrutura como: quantidade, habilitações, modalidades de ensino, localização, carga horária e relação candidato/vaga nos processos seletivos, assim como analisar as matrizes curriculares de oito cursos presenciais de licenciatura com a nomenclatura Artes Visuais ofertados por oito Instituições de Ensino Superior (IES) públicas desse estado, com vistas a identificar a presença ou ausência de três aspectos: (1) referência às tecnologias contemporâneas; (2) referência à Lei nº 11.645/2008 (História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena); (3) referência à Lei nº 10.436/2002 (LIBRAS) e inclusão de pessoas com deficiência. Tais pontos permitem situar o Paraná em meio ao conjunto de leis e diretrizes nacionais que orientam o currículo das IES, bem como compreender a situação dos cursos de licenciatura em Artes Visuais nesse estado a partir da análise e interpretação dos indicadores gerais sobre eles, situando-o em meio a dados nacionais e regionais. A investigação foi realizada à luz da Teoria Crítica e serve-se de uma metodologia mista (quanti-qualitativa) com enfoque descritivo. Os resultados obtidos foram os seguintes: todas as IES analisadas oferecem disciplinas contemplando as tecnologias contemporâneas, o que demonstra sua preocupação com a produção artística atual. No entanto, nem todas as IES analisadas ofertam disciplinas abordando a História e Cultura Afro- Brasileira e Indígena ou LIBRAS e inclusão de pessoas com deficiência, sendo que existem leis sobre esses últimos pontos, além da recomendação nas DCNs – Artes Visuais e nas DCNs da formação de professores da educação básica. Do total, 50% das IES demonstraram preocupação com os três pontos analisados apresentando, muitas vezes, mais de uma disciplina para cada tema, enquanto que as demais apresentaram um número alto de disciplinas sobre as tecnologias contemporâneas e poucas ou nenhuma contemplando os dois últimos pontos. Constata-se, portanto, uma diversidade de concepções sobre o que é importante e/ou prioridade nos cursos de licenciatura em Artes Visuais do Paraná e, consequentemente, tais enfoques influenciarão positiva e/ou negativamente na formação/atuação do professor de arte.
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ALDO LUÍS PEDROSA DA SILVA

ALDO LUÍS PEDROSA DA SILVA

Este sistema conta com diversos aparelhos 35 que também operam 24 horas por dia, sem que tenham a necessidade de que um operador faça o acompanhamento. Quando uma infração é cometida, o aparelho capta a imagem do veículo, sempre com sua placa visível, por meio de uma fotografia digital, agregando ao arquivo outras informações como data, hora e local da infração. O arquivo é gravado em base magnética e recolhido regularmente por profissionais. Neste caso, o „olho eletrônico‟ do „vigilante digital‟ está sempre atento, para vigiar, delatar e punir. A onipresença das câmeras vigilantes foi alvo de várias poéticas contemporâneas. Há quase três décadas, o artista tcheco radicado em Berlim, Michael Klier, já tratava questões sobre este estado de coisas com sua obra videográfica „Der Riese’ („O Gigante‟). Ele conseguiu acesso às salas de controle de sistemas de vigilância espalhados pela Alemanha (figura 17) e editou uma colagem de cenas aleatórias obtidas pelos „olhos mecânicos espiões‟, de modo a configurar, nas palavras do próprio realizador "o momento em que o ordinário e o banal do funcionamento desses sistemas transfiguram-se em imagens assombrosas de um pesadelo" (KRAMER e KLIER, 1987, p. 29 apud MACHADO, 1996, p. 221). Para a produção, o artista utilizou:
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MESTRADO EM ARTES INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA ARTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

MESTRADO EM ARTES INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA ARTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

São transformações, mudanças criadas que denotam em novos corpos- esculturas (fig. 41), articulados buscando sentido entre o eu de ontem relacionado com o eu de amanhã, entrelaçados, imbricados entre si. Ficam em pé por si só, como composições visuais artísticas expostas numa grande galeria a céu aberto. Incisas, gravadas no bairro, em seu corpo. Marcam territórios deixando seus símbolos em esquinas, nas paredes dos velhos prédios do Reduto, ejaculando em função de seus vastos acontecimentos, criando articulações mutáveis, ritualísticas. Um tempo circular, representando através de códigos sua situação. Corpos erotizados em constante movimento que, aos olhos de seu observador, não dão conta de transmitir suas experiências vividas nos nichos do velho Reduto. Corpos de travestis que estão acima daquilo que a sociedade chama de prostituição, ligados à marginalidade. “(...) o termo travesti se aplica a um universo complexo e heterogêneo composto de intelectuais, artistas, prostitutos, transformistas ou transexuais”. 282
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A GAMBIARR[AÇÃO] E SEUS PROCESSOS COMPOSITIVOS

A GAMBIARR[AÇÃO] E SEUS PROCESSOS COMPOSITIVOS

Resumo: Este artigo apresenta parte do pensar-fazer que foi desenvolvido na pesquisa de doutorado, Gambiarração: poéticas em composição coreográfica, como modo de enquadrar, selecionar e reparar o entendimento de gambiarração composto na referida tese. A investigação que aqui se apresenta, desenvolveu-se de modo teórico-prático e teve como ignição, as gambiarras. O reparar nos modos de fazer e compor das gambiarras revelou-se uma pesquisa de campo para a improvisação e composição corporal em dança. O processo pelo qual emerge uma gambiarra clarifica noções frequentemente utilizadas em improvisações em dança contemporânea, como: a capacidade de lidar com acidente, com a precariedade e instabilidade; o agenciamento de ações em tempo real; operar com materiais ou mover-se de modo suficiente em determinada composição. Este texto fundamenta-se a partir do método de Composição em Tempo Real (CTR) em desenvolvimento pelo coreógrafo João Fiadeiro desde a década de 1990 e pelo Modo Operativo AND (MO AND), que vem estruturado pela antropóloga Fernanda Eugenio. Destacam-se também os pensamentos de Baruch Spinoza e Gilles Deleuze (e Félix Guattari) no que diz respeito aos modos de perceber afetos, corpo, experiência e composição.
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