Políticas públicas de assistência aos adolescentes e o Estado

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As políticas públicas para adolescentes no estado brasileiro: uma análise sob a ótica dos direitos humanos

As políticas públicas para adolescentes no estado brasileiro: uma análise sob a ótica dos direitos humanos

Observa-se, nesse sentido, que o Brasil tem um enorme desafio em garantir que todos os adolescentes e jovens estudem e que concluem a escolaridade básica. Os motivos de abandono do estudo e a inserção no mercado de trabalho não estão apenas relacionados à pobreza, mas o sistema capitalista mundial impõe o consumo, ou seja, a necessidade de ter acesso aos bens de consumo, que são valorizados socialmente nas roupas de marcas, nos aparelhos celulares e nos carros. O apelo da mídia pelo consumo acelera determinados comportamentos sociais que os adolescentes e jovens buscam para se firmar como identidade. Evidencia-se, portanto, a falta de democratização nas oportunidades, pois as políticas públicas do Estado deveriam intervir para que prevalecesse a igualdade de oportunidade entre os sujeitos de direitos. Neste sentido, o Estado se abstém de sua função de proteger parte da sociedade que busca mecanismos de enfrentamento e de sobrevivência no meio econômico e social. Surge daí a violência e novas formas de sobrevivência, como as drogas ilícitas e o tráfico, o crescimento das favelas e das periferias das grandes cidades, refletindo a inoperância do Estado.
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ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E SUA RELAÇÃO COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS

ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E SUA RELAÇÃO COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS

benefício para a recuperação do paciente e para o SUS e qual sua relação com políticas públicas? Cogitou-se a seguinte hipótese: os desafios existentes em relação a segurança do paciente na AD. O objetivo geral é: estabelecer os desfechos clínicos ou benefícios observados em pacientes que estão em uso de terapia nutricional enteral domiciliar (TNED). Os objetivos específicos são: analisar os efeitos e complicações inerentes ao uso de fórmulas enterais no estado nutricional de pacientes internados em domicílio e identificar as principais morbidades encontradas nesses indivíduos. Este trabalho é importante em uma perspectiva individual devido a agregar conhecimento para a prática clínica profissional, para a ciência é relevante por propor políticas públicas que facilitem o acesso desses pacientes que necessitam de assistência domiciliar e terapia nutricional enteral domicilia, agrega a sociedade pelo fato de contribuir com a melhora da qualidade de vida e reabilitação dos indivíduos que necessitam de tal assistência. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura.
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Obesidade em adolescentes e as políticas públicas de nutrição.

Obesidade em adolescentes e as políticas públicas de nutrição.

do que as primeiras ações de Alimentação e Nu- trição no Brasil foram iniciadas no ano de 1954, com a criação do Programa da Merenda Escolar. Em 1970, foi criado o Instituto Nacional de Ali- mentação e Nutrição (INAN), autarquia pública vinculada ao Ministério da Saúde, que lançou o I Programa Nacional de Alimentação e Nutrição (I PRONAN), no período de 1973-74. Os pri- meiros programas abrangiam “grupos biologi- camente vulneráveis”, como gestantes, nutrizes e crianças menores de sete anos de idade. Em 1976, foi instituído o II PRONAN e, em 1980, o III PRO- NAN. Os Programas foram diversificando seus públicos de abrangência, com a criação e incor- poração de programas que atuavam em diferen- tes setores: saúde (Programa de Nutrição e Saú- de – PNS), assistência social (Programa de Com- plementação Alimentar – PCA), educação (Pro- grama Nacional de Alimentação Escolar – PNAE), trabalho (Programa de Alimentação do Traba- lhador – PAT) e abastecimento (Programa de Abastecimento de Alimentos Básicos).
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Vista do  ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E SUA RELAÇÃO COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS

Vista do ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E SUA RELAÇÃO COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS

benefício para a recuperação do paciente e para o SUS e qual sua relação com políticas públicas? Cogitou-se a seguinte hipótese: os desafios existentes em relação a segurança do paciente na AD. O objetivo geral é: estabelecer os desfechos clínicos ou benefícios observados em pacientes que estão em uso de terapia nutricional enteral domiciliar (TNED). Os objetivos específicos são: analisar os efeitos e complicações inerentes ao uso de fórmulas enterais no estado nutricional de pacientes internados em domicílio e identificar as principais morbidades encontradas nesses indivíduos. Este trabalho é importante em uma perspectiva individual devido a agregar conhecimento para a prática clínica profissional, para a ciência é relevante por propor políticas públicas que facilitem o acesso desses pacientes que necessitam de assistência domiciliar e terapia nutricional enteral domicilia, agrega a sociedade pelo fato de contribuir com a melhora da qualidade de vida e reabilitação dos indivíduos que necessitam de tal assistência. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura.
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A PSICOLOGIA NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

A PSICOLOGIA NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

No Brasil, até a década de 1930, não havia uma intervenção do Estado na área social, toda prática as- sistencial que existia até esse momento era desenvol- vida pela Igreja Católica e organizações de caridade. As práticas assistenciais tinham um caráter discipli- nador e não havia uma compreensão da pobreza como expressão da questão social, ela era vista como uma disfunção individual e tratada como caso de polícia por meio do aparato repressor do Estado. Somente a partir da Revolução de 1930, quando Getúlio Vargas chega à presidência do país, que o Estado começa a assumir novas funções, deixando de ser apenas coer- citivo (MESTRINER, 2008).
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A PSICOLOGIA NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

A PSICOLOGIA NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

No Brasil, até a década de 1930, não havia uma intervenção do Estado na área social, toda prática as- sistencial que existia até esse momento era desenvol- vida pela Igreja Católica e organizações de caridade. As práticas assistenciais tinham um caráter discipli- nador e não havia uma compreensão da pobreza como expressão da questão social, ela era vista como uma disfunção individual e tratada como caso de polícia por meio do aparato repressor do Estado. Somente a partir da Revolução de 1930, quando Getúlio Vargas chega à presidência do país, que o Estado começa a assumir novas funções, deixando de ser apenas coer- citivo (MESTRINER, 2008).
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As políticas públicas de educação: adolescentes com trajetórias truncadas

As políticas públicas de educação: adolescentes com trajetórias truncadas

Esse caráter paliativo das políticas sociais implementadas pelo neoliberalismo também foi identificado por Karl Marx, em meados do século XIX, época em que o liberalismo econômico ainda não havia enfrentado as crises mundiais que culminaram com a Grande Depressão, nos anos 1930. Conforme Ivo Tonet ( 2010, p. 35), uma das teses apresentadas por Marx no artigo “Glosas críticas ao artigo ‘O rei da Prússia e a reforma social’. De um prussiano”, publicados em agosto de 1844, foi “a natureza essencialmente paliativa de todas as políticas sociais”. Nas “Glosas críticas”, ao analisar o combate à pobreza na Inglaterra, Marx (2010, p. 53) criticou as posições de Thomas Malthus, para quem a miséria era uma eterna lei da natureza, e do Parlamento inglês, que escreveu, “o pauperismo é a miséria da qual os próprios trabalhadores são culpados e ao qual, portanto não se deve prevenir como uma desgraça, mas antes reprimir e punir como um delito”. Marx (2010) afirmou ainda, o Estado inglês, que inicialmente tentou acabar com a miséria primeiramente por meio da assistência e das medidas administrativas, desistiu da intenção de eliminar o pauperismo, e passou apenas a discipliná-lo e eternizá-lo, porque viu o seu aumento progressivo. Para o Estado, o pauperismo não era “a necessária consequência da indústria moderna, mas antes o resultado do imposto inglês para os pobres” (MARX, 2010, p. 54). Era, pois, um problema da legislação inglesa.
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Adolescentes E Políticas Públicas Sociais: O entendimento acerca das políticas públicas e a rede de atendimento de Rio das Ostras

Adolescentes E Políticas Públicas Sociais: O entendimento acerca das políticas públicas e a rede de atendimento de Rio das Ostras

Na verdade o liberalismo é filtrado pelas elites nativas por meio de uma lente singular: a equidade configura-se como emancipação das classes dominantes e realização de um certo status desfrutado por elas, ou seja, sem incorporação das massas; na visão de soberania, supõe-se que há uma interdependência vantajosa entre as nações, numa perspectiva passiva e complacente na relação com o capital internacional; o Estado é visto como meio de internalizar os centros de decisão política e de institucionalizar o predomínio das elites nativas dominantes, numa forte confusão entre público e privado. Essas são, claramente, características perenes da nossa formação social! Então, se o liberalismo trouxe, nos primórdios da formação do estado nacional brasileiro, dividendos positivos, tais como uma mudança no horizonte cultural das elites ou a organização moderna dos poderes, não conseguiu dinamizar em toda a profundidade a construção de uma ordem nacional autônoma. Ao contrário, uma marca da nossa formação social é a
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DO ATIVISMO PARA O EXTREMISMO JUDICIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

DO ATIVISMO PARA O EXTREMISMO JUDICIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

RESUMO: A base dos estados constitucionais está na separação dos poderes. Com a evolução dos estados modernos, a partir das teorias do neoconstitucionalismo, a separação tornou-se mais fluída, com o objetivo de dar maior efetividade aos direitos fundamentais garantidos na constituição. A partir desse momento, o Poder Judiciário abandona a inércia inicial e ganha força em decisões mais efetivas. O protagonismo judicial, chamado de ativismo judiciário, pode ser um importante mecanismo dos cidadãos para proteção dos seus direitos contra a inércia legislativa e a burocracia executiva. Contudo, os juízes quando excedem no poder decisório, podem desrespeitar a tripartição de poderes. Esse movimento de extremismo judicial é prejudicial ao Estado Democrático de Direito. É fácil perceber essas posições extremadas em relação às políticas públicas relacionadas ao direito à saúde. O Estado juiz extremista, desrespeita as políticas públicas, desrespeita o orçamento público, desrespeita os direitos da coletividade e impõem obrigações à Administração, sem a avaliação das consequências e sem que isso gere justiça social efetiva. Em relação às políticas públicas relacionadas à assistência farmacêutica, a Administração Pública acumula sucessivas derrotas judiciais, pois, praticamente todos os pedidos de fornecimento de medicamentos são concedidos. Comportamento que se tornou generalizado no país. Quem mais lucra é a indústria farmacêutica, que garante um mercado consumidor aberto, livre de questionamentos e rentável, com as decisões judiciais. É necessário um diálogo amplo entre o poder judiciário, a Administração pública, médicos, órgãos de controle e sociedade civil para que os direitos fundamentais sejam garantidos de forma eficiente e justa.
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DO ATIVISMO PARA O EXTREMISMO JUDICIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

DO ATIVISMO PARA O EXTREMISMO JUDICIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

RESUMO: A base dos estados constitucionais está na separação dos poderes. Com a evolução dos estados modernos, a partir das teorias do neoconstitucionalismo, a separação tornou-se mais fluída, com o objetivo de dar maior efetividade aos direitos fundamentais garantidos na constituição. A partir desse momento, o Poder Judiciário abandona a inércia inicial e ganha força em decisões mais efetivas. O protagonismo judicial, chamado de ativismo judiciário, pode ser um importante mecanismo dos cidadãos para proteção dos seus direitos contra a inércia legislativa e a burocracia executiva. Contudo, os juízes quando excedem no poder decisório, podem desrespeitar a tripartição de poderes. Esse movimento de extremismo judicial é prejudicial ao Estado Democrático de Direito. É fácil perceber essas posições extremadas em relação às políticas públicas relacionadas ao direito à saúde. O Estado juiz extremista, desrespeita as políticas públicas, desrespeita o orçamento público, desrespeita os direitos da coletividade e impõem obrigações à Administração, sem a avaliação das consequências e sem que isso gere justiça social efetiva. Em relação às políticas públicas relacionadas à assistência farmacêutica, a Administração Pública acumula sucessivas derrotas judiciais, pois, praticamente todos os pedidos de fornecimento de medicamentos são concedidos. Comportamento que se tornou generalizado no país. Quem mais lucra é a indústria farmacêutica, que garante um mercado consumidor aberto, livre de questionamentos e rentável, com as decisões judiciais. É necessário um diálogo amplo entre o poder judiciário, a Administração pública, médicos, órgãos de controle e sociedade civil para que os direitos fundamentais sejam garantidos de forma eficiente e justa.
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Políticas públicas e privadas voltadas para assistência à saúde das/os negras/os.

Políticas públicas e privadas voltadas para assistência à saúde das/os negras/os.

Apresentação Esse projeto, no campo da história social, tem por finalidade investigar as diversas modalidades de organização da assistência à saúde à população negra – cativa e liberta - durante os séculos XVIII e XIX, bem como no período pós-abolicionista (primeira metade do XX). Interessa-nos, em particular, a criação de maternidades, as diversas modalidades de assistência ao parto e a parturiente e a criação de hospitais rurais ou urbanos destinados aos cuidados dos escravos, das/os libertas/os e das/os trabalhadoras/es negras/os. A historiografia registra que as instituições de assistência se desenvolveram a partir dos reformismos do século XVIII, com a função de responder às demandas sociais, em particular a pobreza dos trabalhadores, e a necessidade de articular ações comuns de civilidade e progresso. Contudo, o caso do Brasil é peculiar, uma vez que nossa experiência histórica foi atravessada pela escravidão. Assim sendo, a questão de investigação desse projeto de pesquisa concentra-se no repertório de alternativas de assistência à saúde orquestrado no Brasil, na longa duração, organizados pelas elites, pelo Estado, pelas Irmandades e demais instituições filantrópicas.
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Adolescentes, Ato Infracional e Políticas Públicas Sociais: responsabilização de quem?

Adolescentes, Ato Infracional e Políticas Públicas Sociais: responsabilização de quem?

A atuação dos profissionais neste Serviço exige competência técnica, política e ética, além de sensibilidade para o efetivo rompimento de tais situações, bem como na percepção de que muitas das situações de ato infracional decorrem de violações cometidas pelo próprio Estado, família e sociedade em relação aos adolescentes e/ou jovens e suas famílias. Essas violações são evidentes no não acesso à educação, saúde, cultura, esporte, lazer, cursos profissionalizantes, enfim, no provimento de manutenção das necessidades mínimas. Nesse contexto, o técnico já engessado pelas dinâmicas da instituição e suas limitações, pode, por vezes, perder a essência do atendimento. Compreender o que antes foi referido, acerca do ciclo vítima e vitimizador, torna-se necessário para que os executores da política SINASE consigam perceber o adolescente em sua completude, em seus múltiplos aspectos e demandas, a fim de que se consiga propor ações que vão em favor das necessidades dos adolescentes, fazendo valer seus direitos e sua condição.
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Contextos de vulnerabilidades vivenciados por adolescentes: desafios às políticas públicas

Contextos de vulnerabilidades vivenciados por adolescentes: desafios às políticas públicas

Essas crianças estariam na escola estudando, se alimentando melhor, podiam estar aprendendo algo que realmente poderia ajudar elas e ajudar nós também. Eu vejo assim, o Estado não tem interesse para que situações como essa possam ser evitadas. (U5) E igual foi colocado aqui, essa educação a todos tem que ter acesso. Às vezes, você vai na casa, chega lá, muitos não conseguem ir no Centro de Educação Infantil. ‘Ah, mas a mãe fica o dia inteiro em casa’. Mas será que não é melhor essa criança ter acesso à educação, ou escola de tempo integral, do que ficar em casa vendo cenas que vão trazer muitos traumas para essa criança e futuro adolescente? Então, realmente ter acesso. A mãe fica o dia todo em casa, sim, mas é um direito dela, da criança ou do adolescente, participar de um projeto de tarde, ou de manhã e todos ter acesso a esses projetos. (U2)
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Análise das políticas públicas de assistência social no Município de Sumé - PB.

Análise das políticas públicas de assistência social no Município de Sumé - PB.

A Política de Assistência Social é uma política pública que visa à proteção social do indivíduo através de uma vigilância nas situações de fragilidade social com vistas à prevenção de riscos e o fortalecimento da família ou em situações de violação de direitos ou de vínculos familiares rompidos. Um dos instrumentos basilares para a efetivação da política de assistência social é a atuação do governo local, pois, essa efetivação passa também pela forma de relação entre Estado e sociedade. Dentro desse cenário, o presente estudo teve como objetivo principal analisar as políticas de assistência social empregadas no município de Sumé-PB, pautado nos investimentos e programas realizados. Em termos metodológicos, materializou-se como explicativa para o objetivo da pesquisa; como bibliográfica e documental quanto aos procedimentos na coleta de dados; e concomitantemente qualitativa e quantitativa quanto à forma de abordar e responder aos problemas. A Secretaria Municipal de Ação Social de Sumé procura proporcionar o desenvolvimento e a implementação da política de assistência social no município, com ênfase nas ações de geração de trabalho e renda. Os resultados demostram que a assistência social do município de Sumé necessita de um maior investimento na elaboração de politicas públicas que possam atender de forma eficiente as demandas sociais sobre aqueles indivíduos que estão inseridos em certa vulnerabilidade social.
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A Dimensão Política do Financiamento das Políticas Públicas, Especificidade da Assistência Social

A Dimensão Política do Financiamento das Políticas Públicas, Especificidade da Assistência Social

A cunho investigativo sobre o tema financiamento da Assistência Social foi se constituindo diante dos desafios colocados na prática profissional inicialmente como assistente social e, posteriormente, como gestora da Política de Assistência Social, período compreendido entre os anos de 2001 a 2011. Em tal período protagonizamos a construção da política pública de Assistência Social em municípios de pequeno e médio porte da Região Norte do Estado do Ceará, vivenciamos a execução propriamente dita dessa política, bem como, participamos de experiências com a implantação de Secretarias de Assistência Social. Ao longo dessa experiência pessoal/profissional, houve um constante repensar dos referenciais teórico-metodológicos, ético-político e técnico-operativo mediatizados em nossa prática profissional e, principalmente uma busca por maior segurança conceitual no campo do financiamento de políticas públicas. Contudo, nos deparávamos com produções teóricas que, na maioria das vezes, limitava-se aos aspectos técnico-institucionais do financiamento público.
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Judicialização das políticas públicas de assistência à saúde: procedimentalismo versus substancialismo

Judicialização das políticas públicas de assistência à saúde: procedimentalismo versus substancialismo

Não se mostrará lícito, no entanto, ao Poder Público, em tal hipótese - mediante indevida manipulação de sua atividade financeira e/ou político-administrativa - criar obstáculo artificial que revele o ilegítimo, arbitrário e censurável propósito de fraudar, de frustrar e de inviabilizar o estabelecimento e a preservação, em favor da pessoa e dos cidadãos, de condições materiais mínimas de existência. Cumpre advertir, desse modo, que a cláusula da “reserva do possível” - ressalvada a ocorrência de justo motivo objetivamente aferível - não pode ser invocada, pelo Estado, com a finalidade de exonerar-se do cumprimento de suas obrigações constitucionais, notadamente quando, dessa conduta governamental negativa, puder resultar nulificação ou, até mesmo, aniquilação de direitos constitucionais impregnados de um sentido de essencial fundamentalidade.
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Demandas judiciais e assistência farmacêutica: princípios constitucionais e políticas públicas

Demandas judiciais e assistência farmacêutica: princípios constitucionais e políticas públicas

A pesquisa mostrou que foram solicitados 60 tipos diferentes de medicamentos; dos quais 68,3% prescritos seguindo a Denominação Comum Brasileira (DCB), de modo a possibilitar a aquisição de qualquer produto farmacêutico que contenha referido princípio ativo, o que favorece a pesquisa de preço em busca da melhor oferta. Todavia, um percentual ainda grande de 31,7%, trazia na ação a prescrição do medicamento pelo nome de marca, o que impede a intercambialidade, isto é, a substituição da especialidade farmacêutica pelo genérico, cujo preço se apresente menor ou equivalente. Neste contexto, é fácil perceber um comprometimento ainda maior dos recursos financeiros empregados pelo Estado, visto que estes produtos geralmente se apresentam no mercado com o preço mais elevado.
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Políticas Públicas e Práticas de assistência: Lazaretos da Jacarecanga e da Lagoa Funda

Políticas Públicas e Práticas de assistência: Lazaretos da Jacarecanga e da Lagoa Funda

Entendemos assim que nossa discussão se mostra viável no tocante ao entendimento das relações estabelecidas entre o Estado, médicos, autoridades públicas e doentes. Além de estabelecer alguns níveis de compreensão a cerca dos lazaretos; assim como suas implicações no contexto da cidade. Bem como a possibilidade de conhecimento das estratégias que se desenvolviam nos serviços de saúde destinados a pessoas acometidas por doenças contagiosas, especificamente a varíola.

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IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA NAS POLÍTICAS SOCIAIS: A Função da Vigilância nas Políticas Públicas de Saúde e de Assistência Social

IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA NAS POLÍTICAS SOCIAIS: A Função da Vigilância nas Políticas Públicas de Saúde e de Assistência Social

O presente artigo discute temática relacionada às políticas públicas executadas pelo estado de forma descentralizada, divididas em níveis de proteção, operacionalizadas na forma de comando único, e instituídas por sistema. É uma revisão de literatura cuja proposta é evidenciar a importância da vigilância no desempenho das políticas de saúde e de assistência social. Revela que a vigilância em Saúde e Assistência Social é importante por contribuir de forma significativa com a identificação de demandas e com o aprimoramento da qualidade do serviço prestado à população. Trata-se de um processo concretizado através da implantação de um setor responsável por processar, sistematizar e interpretar dados coletados nas unidades localizadas nos territórios.
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SECRETARIA DE ESTADO DE POLÍTICAS PARA CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JUVENTUDE

SECRETARIA DE ESTADO DE POLÍTICAS PARA CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JUVENTUDE

CÓDIGO 103: ESPECIALISTA SOCIOEDUCATIVO – ÁREA: DIREITO E LEGISLAÇÃO DIREITO CONSTITUCIONAL: 1 Evolução histórica do constitucionalismo. 2 A Consti- tuição. 2.1 Noções fundamentais. 2.2 Concepções e teorias. 2.3 Tipologia. 2.4 Conteúdo e supremacia das normas constitucionais. 3 Poder Constituinte. 3.1 Conceito e origens. 3.2 Titularidade e legitimidade. 3.3 Natureza e limites. 3.4 Poder Constituinte originário e deri- vado. 3.5 Limitações ao Poder Constituinte derivado. 3.5.1 Limites formais e materiais. 3.5.2 Limites temporais e circunstanciais. 4 Normas constitucionais. 4.1 Normas constitucionais GHRUJDQL]DomRSURJUDPiWLFDVHGH¿QLGRUDVGHGLUHLWRV([LVWrQFLDYDOLGDGHH¿FiFLDH HIHWLYLGDGHGDVQRUPDVFRQVWLWXFLRQDLV0RGDOLGDGHVGHH¿FiFLDGDQRUPDFRQVWLWXFLRQDO direta, interpretativa e negativa. 4.4 Interpretação das normas constitucionais. 4.5 A técnica da ponderação. 5 Princípios constitucionais. 5.1 Supremacia da constituição. 5.2 Presunção de constitucionalidade. 5.3 Unidade da Constituição. 5.4 Interpretação conforme a Constituição. 5.5 Razoabilidade e proporcionalidade. 5.6 Efetividade. 6 O princípio da dignidade da pessoa humana. 6.1. O mínimo existencial. 6.2. Vedação de retrocesso. 7 Direitos e garantias funda- mentais. 8 Direitos e deveres individuais e coletivos. 9 Direitos políticos. 10 Organização do Estado. 10.1 Organização político-administrativa. 10.2 União. 10.3 Estados Federados. 10.4 Distrito Federal. 10.5 Municípios. 11 Poder Judiciário. 11.1 Conselho Nacional de Justiça. 11.2 Supremo Tribunal Federal. 11.3 Tribunais Superiores. 11.4 Justiça Federal. 11.5 Justiça do Trabalho. 11.6 Justiça Militar da União. 11.7 Justiça Eleitoral. 12 Ministério Público. 13 Defensoria Pública. 14 Advocacia e da Advocacia Pública. 15 Controle de constitucionalida- de. 15.1 Sistemas. 15.2 Controle difuso e controle concentrado de constitucionalidade. 15.3 Ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade. 15.4 Arguição de descumprimento de preceito fundamental. 15.5 Inconstitucionalidade por omissão. 15.6 Mandado de injunção. 16 Remédios constitucionais. 16.1 Habeas corpus. 16.2 Habeas data. 16.3 Mandado de segurança. 17 Controle judicial de políticas públicas. 18 Direito à saúde. 18.1 Sistema Único de Saúde. 19 Técnica Legislativa e Normas Regimentais: 1. Elaboração, redação, alteração e consolidação das leis (Lei Complementar 95, de 1998). 19.1 Princípios gerais do processo legislativo. 19.2. Espécies de proposições legislativas. 19.3. Competên- cias das comissões e do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. 19.4 Delegação legislativa. 19.5 O rito das proposições: apresentação, tramitação, sobrestamento, retirada, SUHMXGLFLDOLGDGHDSUHFLDomRXUJrQFLDUHGDomRGRYHQFLGRHUHGDomR¿QDO
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