Políticas públicas em segurança no Brasil

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Caracterização e histórico das políticas públicas relacionadas à segurança alimentar e nutricional no Brasil

Caracterização e histórico das políticas públicas relacionadas à segurança alimentar e nutricional no Brasil

As políticas de segurança alimentar e nutricional no Brasil se desenvolvem principalmente sob os aspectos agrícolas, socioeconômicos, jurídicos e ambientais, ou seja, contextos multidisciplinares que originam diversos debates acadêmicos e científicos. Desta forma, objetivou-se nesta resenha a apresentação do diagnóstico das políticas públicas sobre segurança alimentar e nutricional no Brasil a partir do levantamento exploratório bibliográfico e análise histórica da ação estatal no combate a fome, demonstrando que até o final da Década de 1930 esta ação limitou-se ao abastecimento e fiscalização de alimentos, passando pela implantação de diversos programas e instituições visando o combate à fome; posteriormente nas Décadas de 1970 e 1980 concentrou-se nas formulações de uma política baseada no conceito de vigilância nutricional, entretanto não obteve êxito em seus propósitos; e desde a Década de 1990 até o presente momento, diversificaram-se as ações estatais com o viés de inserção social e assim além de distribuir alimento, gerar renda, trabalho e resgatar a autoestima e cidadania.
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Políticas públicas de segurança para a população LGBT no Brasil.

Políticas públicas de segurança para a população LGBT no Brasil.

O mesmo se pode dizer das leis e atos administrativos que parecem vislumbrar uma legislação federal apenas quando as muitas iniciativas locais, e, portanto, de alcance limitado, sugerirem suficiente consenso social em torno da necessidade de criminalização da violência homofóbica. A discriminação por orientação sexual, por exemplo, já conta com algum tipo de punição, na esfera civil, em leis aprova- das em sete das 10 unidades da federação investigadas. Entretanto, isso ainda não foi o bastante para que o Congresso Nacional aprovasse e a Presidência da República sancio- nasse o Projeto de Lei n. 122/2006, que prevê punição para a ‘violência homofóbica’. O caráter recente dessas leis e atos administrativos regionais talvez explique essa lacuna, uma vez que 80% da legislação identificada nesta pesquisa foi sancionada há menos de 10 anos. Tudo isso ilustra a vigência do conservadorismo de matriz religiosa que, se não controla, interfere decisivamente nos debates acerca dos direitos sexuais no Brasil e no mundo, comprometendo a constitucional laicidade do Estado brasileiro, o que tem dificultado a implementação de operacionalização de políticas públicas mais efetivas no campo dos direitos humanos, sobretudo no que tange aos direitos da população LGBT.
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POLÍTICAS PÚBLICAS PARA SOBERANIA E SEGURANÇA ALIMENTAR NO BRASIL

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA SOBERANIA E SEGURANÇA ALIMENTAR NO BRASIL

A intensidade do desmonte das políticas, por sua vez, é identificada pela condição substancial e formal do desmonte: 1) a intensidade substancial refere-se ao nível e ao escopo da intervenção governamental, basicamente o nível dos ajustes, se mais rigorosos ou mais brandos, e se os efei- tos das alterações tornaram-se crescentes ou decrescentes nos resultados da política pública; 2) a intensidade formal é definida pela capacidade de execução de uma política pública e implica a redução do número de beneficiários (focalização forçada), nos recursos orçamentários e huma- nos e no número (criação e extinção) de organizações vinculantes (Bauer & Knill, 2014). Com base nessa nomenclatura, podemos dizer que o desmonte do Sisan vem ocorrendo tanto em termos de densidade – referente ao número de políticas e institucionalidades direcionadas à SAN que sofreram alterações ou descontinuidades – quanto em termos de intensidade – dada a redução de instrumentos e investimentos utilizados nas políticas públicas de SAN. Para eviden- ciar essa situação e aprofundar a argumentação, selecionamos três políticas nacionais que fazem parte das ações de segurança alimentar no país: o PAA, o PNAE e o Programa Bolsa Família. O PAA e o Programa Bolsa Família tiveram início em 2003; o PNAE passou por mudanças subs- tanciais ao longo dos anos de atuação do Consea, sobretudo em 2009, quando regulamentou a aquisição de um mínimo de 30% de produtos da agricultura familiar.
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Segurança alimentar e políticas públicas no combate à fome no Brasil

Segurança alimentar e políticas públicas no combate à fome no Brasil

O Programa Bolsa Família foi implementado pelo governo federal brasileiro em Outubro de 2003 com objectivo de combater a pobreza e a fome no Brasil, promovendo inovações no padrão histórico de intervenção pública na área social. Pretende quebrar o ciclo de reprodução da pobreza e configurar-se como uma “porta de saída” para o problema social existente. Este programa reuniu quatro programas de transferência de rendimentos já existentes em anteriores governos – Bolsa Escola (Ministério da Educação), Bolsa Alimentação (Ministério da Saúde), Auxílio-Gás (Ministério das Minas e Energias) e Cartão Alimentação (ex-Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à fome), sob gestão unificada. Substituiu ainda outro tipo de intervenções, como a distribuição de alimentos e programas de cupão alimentação implementados em alguns estados do país. O objectivo desta união foi a redução dos gastos administrativos, a partir de uma gestão coordenada e integrada intersectorialmente, evitando a fragmentação e permitindo maior clareza em relação aos órgãos públicos responsáveis.
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Letalidade Policial, Vitimização Policial e políticas públicas de segurança no Brasil

Letalidade Policial, Vitimização Policial e políticas públicas de segurança no Brasil

3 Em direção semelhante, de acordo com o levantamento presente no anuário brasileiro de segurança pública de 2016 pelo fórum, o Congresso Nacional, nos últimos 4 anos, aprovou 35 projetos ligados à área da segurança pública, sendo que 43% desses dedicados a temas de interesse exclusivamente corporativo das instituições policiais. Como resultado, o país gastou mais de R$ 258 bilhões em 2013 com custos sociais da violência, que incluem estimativas com perdas de vidas, e com despesas públicas com segurança e prisões. Nossos gastos públicos são equivalentes, em relação ao PIB, ao que vários países desenvolvidos gastam com a área, demonstrando que o dinheiro disponível pode não ser suficiente, mas é sintomática a má qualidade do gasto público na área.
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Do direito fundamental à alimentação à eficácia das políticas públicas para a segurança alimentar no Brasil

Do direito fundamental à alimentação à eficácia das políticas públicas para a segurança alimentar no Brasil

Sua reprodução total ou parcial é permitida exclusivamente para fins acadêmicos e científicos, desde que na reprodução figure a identificação do autor, título, instituição e ano da disse[r]

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Políticas públicas de segurança alimentar no Brasil: Uma análise do Programa de Restaurantes Populares

Políticas públicas de segurança alimentar no Brasil: Uma análise do Programa de Restaurantes Populares

A partir do conceito de segurança alimentar e nutricional como um direito humano fundamental, buscou-se verificar se os usuários dos restaurantes populares abarcam o público-alvo inicialmente designado pela política pública em questão, composto por indivíduos em situação de vulnerabilidade sócio- econômica residentes em centros urbanos. Buscou-se analisar a efetividade do programa quanto à cobertura do público- alvo inicialmente definido no âmbito da política pública, verificando-se as características sócio-econômicas e demográficas dos usuários das unidades de alimentação e nutrição pesquisadas em comparação com a proposta do programa, ou seja, o atendimento à população carente de regiões metropolitanas que se alimenta fora do domicílio ou não tem condições de renda para o acesso a uma refeição de qualidade.
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O PAPEL DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA NO BRASIL  Patrícia Borges Moura

O PAPEL DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA NO BRASIL Patrícia Borges Moura

Os conservadores deitam seus argumentos sobre uma reiterada impunidade que beneficia os réus, notadamente por conta da vigência de alguns institutos (v.g. procedimentos, recursos, alternativas processuais à aplicação da lei penal tais como a transação e a suspensão condicional do processo) que possibilitariam uma série de burlas à aplicação da lei penal, por facilitarem chicanas dentro do processo, situações que, segundo eles, têm levado a uma “institucionalização” da impunidade no Brasil. Nesse aspecto, um dos principais focos causais apontados para a escassez de eficácia da atuação persecutória criminal do Estado tem sido o sistema processual penal, particularmente em função de sua defasagem normativa, tendo-se em vista as demandas públicas de segurança num mundo completamente diverso daquele no qual foi construído o Código de Processo Penal. Ou seja, uma boa parte das soluções positivadas numa legislação de 1940 estaria completamente descontextualizada para demandas por segurança pública num mundo hipercomplexo, com profundas diferenças culturais, espaciais e temporais em relação à sociedade do tempo de geração do CPP.
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Políticas públicas de segurança e a questão policial .

Políticas públicas de segurança e a questão policial .

Parece que uma das razões do fracasso e da inexistên- cia de políticas nessa área reside num plano puramente cognitivo. A proposição de políticas públicas de seguran- ça, no Brasil, consiste num movimento pendular, oscilando entre a reforma social e a dissuasão individual. A idéia da reforma decorre da crença de que o crime resulta de fatores socioeconômicos que bloqueiam o acesso a meios legítimos de se ganhar a vida. Esta deterioração das con- dições de vida traduz-se no acesso restrito de alguns se- tores da população a oportunidades no mercado de traba- lho e de bens e serviços, assim como na má socialização a que são submetidos nos âmbitos familiar, escolar e na convivência com subgrupos desviantes. Conseqüentemen- te, propostas de controle da criminalidade passam inevi- tavelmente tanto por reformas sociais de profundidade como por reformas individuais voltadas a reeducar e ressocializar criminosos para o convívio em sociedade. A par das políticas convencionais de geração de empre- gos e combate à fome e à miséria, ações de cunho assis- tencialista visariam minimizar os efeitos mais imediatos da carência, além de incutir em jovens candidatos poten- ciais ao crime novos valores através da educação, da prá- tica de esportes, do ensino profissionalizante e do apren- dizado de artes e na convivência pacífica e harmoniosa com seus semelhantes. Quando isto já não é mais possí- vel, que se reformem então aqueles indivíduos que caí- ram no mundo do crime através do trabalho e da reeduca- ção nas prisões.
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Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

A partir do diagnóstico sobre a situação dos jovens no Brasil, reformularam-se os programas voltados à juventude e, junto à Casa Civil, que passou a ser uma espécie de câmara gestora dos programas sociais do governo para o Pronasci, a gestão ampliou os investimentos em diversas áreas, envolvendo Saúde, Desenvolvimento Social, Cidades e Educação e incrementando e reordenando vários projetos, programas e ações, sempre por meio de debates coletivos, a partir de reuniões que foram “costurando o [Pronasci] nesta grande malha de projetos sociais existentes no Governo Federal” (Fernandes, 2012, p. 24). Ao envolver o Ministério Público e os segmentos sociais, previu a sistematização de dados da Senasp para compreender a situação do país em relação às mortes violentas e seus recortes local, social e etário, configurando, dessa forma, regiões prioritárias para o atendimento e a consolidação do programa (Fernandes, 2012). Dando continuidade à implementação do SUSP, foi por meio do Pronasci que os municípios se envolveram, aperfeiçoando a experiência e constituindo adesão em grande escala, uma vez que já vinham se envolvendo no debate. É do ano da criação do Pronasci – 2007 – o dado de que 22% dos municípios possuíam estrutura organizacional específica para assuntos relacionados à segurança, como as próprias guardas municipais, conselhos locais participativos e até a gestão da segurança urbana, com destaque para ações relacionadas ao envolvimento da população, das políticas sobre drogas, do desarmamento, da cultura de paz e da governança integrada, contemplando uma demanda que já estava em estruturação. Adorno (2008, p. 41) afirma que o escopo do programa era “articular o enfrentamento da criminalidade com ações sociais, priorizando a prevenção e o tratamento das causas que explicam o crescimento da violência nesta sociedade, sem abrir mão da lei e da ordem”.
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Políticas Públicas de Saúde no Brasil

Políticas Públicas de Saúde no Brasil

Assim, pode-se observar, que as ações desenvolvidas pelo SUS não estão restritas á assistência médica e hospitalar, mas incluem importantes atividades realizadas nos municípios, nas fronteiras, nos portos e aeroportos. Ações como a prevenção e controle de doenças, a imunização, vigilância das condições sanitárias, do saneamento básico, do meio ambiente, da segurança do trabalho, da higiene dos estabelecimentos e serviços; regulamentação do registro de medicamentos, insumos e equipamentos, controle de qualidade dos alimentos e sua manipulação e por fim, normas de serviços e definição de padrões para garantir maior proteção à saúde. (BRASIL, 2011).
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POLÍTICAS PÚBLICAS E JUVENTUDE NO BRASIL

POLÍTICAS PÚBLICAS E JUVENTUDE NO BRASIL

Segundo Sposito e Carrano (2003), alguns problemas reais identificados principalmente nas áreas da saúde, da segurança pública, do trabalho e emprego, dão a materialidade imediata para se pensar as políticas de juventude, sobretudo, sob a perspectiva dos problemas sociais a serem combatidos. Os autores identificaram mais de 30 programas/projetos governamentais no recorte de 1995-2002 voltados em maior ou menor focalização para as faixas etárias consideradas jovens, mas destacam que essa quantidade não se apresentou como garantia de maior atenção e qualidade de ação na questão da juventude.
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POLÍTICAS PÚBLICAS DO NORDESTE PARA O BRASIL

POLÍTICAS PÚBLICAS DO NORDESTE PARA O BRASIL

Esse rico laboratório de experiências de reformulação do papel do Estado, de busca de sua potencialização como instrumento de promoção do desenvolvimento e inibidor das desigualdades regionais e sociais tem o seu ápice na construção do Consór- cio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, o nosso Consórcio Nordeste, um instrumento forte de articulação do poder regional com visão nacional e internacional, resgatando o grande legado da era Lula/Dilma e indo além desenvolvendo um forte contraponto ao neo e ao ultraliberalismo, inovando nas Câ- maras Temáticas e no Comitê Científico, que têm impactado o país na área de saúde, conectividade, agricultura familiar, segurança pú- blica, ferrovias, portos, estruturação de cadeias produtivas e políticas sociais de raça, gênero e juventude.
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Estudos Interdisciplinares  sobre Políticas Públicas e Segurança

Estudos Interdisciplinares sobre Políticas Públicas e Segurança

a higidez mental dos agentes estaduais de execução penal que atuam nas unidades de ressocialização 1,2,3,4,5 e 6 do complexo penitenciário de Pedrinhas no Maranhão. Verificou- se, inicialmente, com base nas publicações sobre esta temática, que a maioria dos agentes penitenciários que foram objeto de estudo no Brasil sofre de algum tipo de transtorno mental decorrente do trabalho. No Maranhão, a análise não destoou do quadro nacional. Em pesquisa realizada in loco nas unidades de ressocialização referidas, constatou-se que os servidores do sistema penitenciário maranhense apresentam insatisfação com a realidade laboral a que são submetidos diariamente, mormente quanto a jornada exaustiva de trabalho, baixa remuneração, falta de diálogo dos superiores hierárquicos com a classe, perigo inerente ao trabalho, ocasionando, na maioria das vezes, transtornos mentais nesses servidores. Registre- se que durante o período de 2017 a 2019, 61 (sessenta e um) agentes estaduais de execução penal pediram licença para tratamento de saúde, sendo, desse total, 13 (treze) servidores licenciados em virtude de saúde mental debilitada. Por outro lado, concluiu-se que, inobstante os avanços nos últimos anos, a atuação preventiva de transtornos mentais nos agentes estaduais de execução penal ainda se revela insuficiente, merecendo maior aprimoramento por parte do Estado a fim de que o cuidador tenha plenas condições de exercer seu mister.
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Uma perspectiva da participação municipal nas políticas públicas de segurança

Uma perspectiva da participação municipal nas políticas públicas de segurança

A gestão da segurança pública no brasil passou por um período de rediscussão após o advento da Constituição Federal de 1988. Os anos que seguiram a promulgação da Carta Magna foram, na agenda da Segurança Pública, de debates sobre como incorporar os novos princípios democráticos nas instituições herdadas do regime militar. A escalada da violência nos centros urbanos colocava em xeque a abordagem repressiva e violenta das polícias e a gestão centralizada da segurança pública. Então, em meados da década de 90, começa a surgir como fruto do debate entre a academia e os gestores públicos o novo paradigma da segurança pública no brasil, com a criação da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, a formulação do Primeiro Plano Nacional de Direitos Humanos e a criação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), todos no primeiro governo Fernando Henrique (BARBOSA, et al., 2008). Fundamentado no entendimento que a atividade delituosa tem múltiplas causas, esse novo paradigma propõe uma abordagem cidadã, descentralizada e multidimensional para a prevenção
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Homicídios, estatísticas e políticas públicas de segurança no ES

Homicídios, estatísticas e políticas públicas de segurança no ES

En los últimos años, el Espírito Santo ha estado en primer lugar en el ranking de homicidios en Brasil. En la lucha para hacer frente a este problema y compren- der mejor el fenómeno, la violencia y los homicidios, los gestores públicos utilizan recursos de otras áreas del conocimiento, fuera de la seguridad pública, tales como la administración, la estadística, la sociología, la geografía, la arquitectura y la planificación urbana, entre otros. La producción y el análisis de las estadís- ticas de criminalidad y homicidios pueden ayudar al estado a establecer directrices e implementar políti- cas públicas que no solo la disminución de las tasas de homicidio, sino también la sensación de seguridad
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POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

de reconhecidos autores que labutam na área e discutem o referido tema, relacionando o estudo das políticas públicas no âmbito da se- gurança pública e seu liame com o ideário neoliberal, no sentido de enfraquecimento do Estado como provedor de direitos sociais. O ar- tigo teve o objetivo de explorar o alcance das políticas que já foram apresentadas no campo da segurança desde a Constituição Federal de 1988, discutindo se houve ou não avanço para as instituições de segurança pública brasileiras. Noutro ponto, é objetivo também des- te artigo trazer uma discussão saldável, mas ao mesmo tempo ques- tionadora sobre o avanço do neoliberalismo e suas consequências para o aumento da criminalidade e da violência, partindo da premis- sa defendida pela ideologia de que o indivíduo é o responsável pelo seu fracasso e, portanto, pela fragmentação social das classes.
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Ação Judicial em Políticas Públicas no Brasil

Ação Judicial em Políticas Públicas no Brasil

Atualmente, o Poder Executivo tem se auxiliado (ou apropriado) das atividades dos chamados Conselhos de Gestão no que diz respeito à elaboração das políticas públicas no Brasil, sobretudo nas áreas da saúde, criança e adolescente, educação, assistência social, segurança entre outros. Tais conselhos, contam com a participação de diversos segmentos da sociedade, compostos por representantes estatais, da sociedade civil e de prestadores de serviços públicos (Poder Público, entidades de classe, associações, clubes de serviços, etc); composição essa, que torna o processo decisório mais permeável aos diversos interesses implicados na elaboração e execução de politicas públicas, favorecendo decisões mais justas e legítimas e contribuem para o diagnóstico das prioridades nas áreas correspondentes aos direitos sociais, formulando projetos, encaminhando sugestões e requerimentos no sentido de que sejam implantados/implementados pelo Poder Executivo.
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Políticas públicas no Brasil:

Políticas públicas no Brasil:

chave no planejamento e na implementação de políticas públicas O processo decisório acerca de políticas, programas e/ou projetos públicos sempre traz consigo juízos de valor e variadas perspectivas acerca das metas de justiça social (equidade) e de eficiência a serem alcançadas. Balancear essas metas é o desafio. E precede a tudo isso saber de que eficiência e de que equidade se

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AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS NO BRASIL

AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS NO BRASIL

A biblioteca pública é por natureza um espaço democrático e aberto à comunidade. Para a FBN (1999, p. 19) “a biblioteca pública tem como princípio a igualdade de acesso para todos, independentemente de idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua ou status social”. Neste sentido, a atuação do Poder Público, no que concerne ao desenvolvimento de políticas públicas no âmbito das bibliotecas públicas brasileiras, vem cada vez mais sendo entendida como uma prática fundamental para a criação de novas bibliotecas públicas, bem como para a manutenção e desenvolvimento destas instituições. O presente estudo teve como objetivo identificar as principais políticas públicas realizadas no âmbito das bibliotecas públicas brasileiras partindo do pressuposto de que tais políticas vêm sendo tratadas com parcimônia pela agenda governamental do Governo Federal brasileiro.
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