Políticas Públicas, Segurança e Defesa

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Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e questões ambientais.

Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e questões ambientais.

Por iniciativa dos poderes executivo, ou legislativo, separada ou conjuntamente, a partir de demandas e propostas da sociedade, em seus diversos seguimentos. Partici[r]

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Políticas públicas e defesa do consumidor

Políticas públicas e defesa do consumidor

Aliás, o uso do CDC como regra de proteção das políticas públicas e dos beneficiários destas, é uma forma de defesa das próprias políticas públi- cas. Na medida em que o art. 4º, do CDC, que trata da Política Nacional das Relações de Consumo, objetiva atender as necessidades do consumidor res- peitantes à dignidade, saúde, segurança, proteção de interesses econômicos e melhoria da qualidade de vida, é correto afirmar, pois, que protege direitos atinentes à cidadania. Ademais, o art. 4º, II, c, estabelece que a ação gover- namental de proteção ao consumidor se dá pela presença do Estado no mer- cado do consumo. Se o Poder Judiciário é uma das funções do Estado, e o art. 2º, da CF, atesta que é, sua presença como agente protetor do consumidor e beneficiário das políticas públicas é recomendável. Idêntico raciocínio cabe em relação ao art. 4º, III, do CDC, que trata da necessidade de harmonização dos participantes das relações de consumo com a ordem econômica, que tem como objetivo assegurar a todos existência digna (art. 170, da CF). E por fim, o art. 4º, VI, do CDC estabelece que é dever do Estado coibir e reprimir todos os abusos praticados no mercado de consumo, o que pode implicar, confor- me anota Antônio Carlos Efing 40 , em determinados casos, no preterir o resul-
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AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE DEFESA NACIONAL DO BRASIL

AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE DEFESA NACIONAL DO BRASIL

De forma complementar, este documento buscava, limitadamente, enfatizar a atuação da diplomacia na perspectiva da cooperação no entorno regional como modo de viabilizar a segurança por meio de um “anel de paz”, possibilitando empregar esforços em outras questões nacionais. De tal modo, os projetos de políticas públicas desse documento tinham por objetivo trabalhar para evitar o conflito nas imediações regionais do Brasil e, em conformidade com uma postura defensiva, preparar-se para repelir uma possível agressão externa, sem mencionar projeção de poder.
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Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

Estado, Políticas Públicas e Segurança no Pronasci:

A análise da transição nos coloca o próprio paradoxo da constituição de nossa frágil democracia. Ocorreu uma mudança conceitual nos direitos humanos no início dos anos 1980, quando a defesa dos presos comuns foi encampada pelos movimentos que protagonizavam até pouco antes a defesa dos presos e desaparecidos políticos. Ao mesmo tempo que realizavam uma campanha pelos direitos humanos desses presos comuns, no centro do país, o Governo do Estado de São Paulo divulgou inéditos e altos índices de criminalidade, os maiores desde 1964, associando imediatamente o resultado ao desenvolvimento da democracia, com amplo apoio da mídia. O prestígio dos grupos sociais que lutavam anteriormente pela democracia, emprestado às pessoas presas, sofreu um revés, despertando em seu lugar sentimentos de rechaço à defesa dos direitos humanos conhecidos até hoje, quando os defensores de direitos foram chamados de defensores de bandidos, e quando cresceu o apoio às formas violentas de combate e prevenção ao crime. O fomento a um diagnóstico de “desordem social” acabou justificando o alijamento da condição humana aos criminosos, o tratamento de muitas mazelas sociais da população pobre como problema de polícia e de segurança, o aumento gradativo da violência policial,
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Políticas públicas de segurança para a população LGBT no Brasil.

Políticas públicas de segurança para a população LGBT no Brasil.

específico direitos da população TBGL LGBT no campo da segurança pública: a) promoção da denúncia de toda e qualquer atitude de discriminação à população LGBT; b) combate à violência doméstica e familiar contra LGBT; c) implementação de uma política de enfrentamento à homofobia em todas as unidades de custódia (casas de custódia e penitenciárias), assegurando às/aos custodiadas/ os o direito de optarem por celas distintas ou serem encaminhados para unidades condizentes com seu gênero social (leia-se sua identidade de gênero); d) execução de ações de vigilância, prevenção e atenção à violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais; e e) apoio do Governo Brasileiro, nos fóruns internacionais, a iniciativas de defesa dos direitos humanos que denunciem as práticas de prisão, tortura ou pena de morte contra a população LGBT em vários países. Sob as 51 diretrizes, o Plano Nacional LGBT foi estruturado a partir de dois eixos, que se subdividem em um conjunto de 10 estratégias com 180 ações, das quais pelo menos 42 têm conexão com o campo da segurança pública. 60
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Estudos Interdisciplinares  sobre Políticas Públicas e Segurança

Estudos Interdisciplinares sobre Políticas Públicas e Segurança

O paradigma punitivo tem servido para legitimar esse fenômeno, uma vez que, na medida em que se percebe a apropriação do poder punitivo pelo Estado dito democrático, lastreado no discurso de manutenção da ordem e defesa da sociedade em geral, pode-se identificar a escalada das práticas de controle em que medidas que deveriam ser consideradas como excepcionais, são normalizadas pela sua frequente ocorrência, tornando cidadãos em objetos de controle, tal como os ditos criminosos. O paradigma restaurativo surge como um novo modelo, mais humanizado, retirando do Estado e devolvendo a vítima e a sociedade em geral o controle e a resolução do conflito delitivo, o que aproxima as partes realmente envolvidas e afetadas pelo delito, devolvendo-lhes a competência de resolução dos conflitos 52 . As decisões de Estado originariamente extraordinárias e temporárias, passam a ser empregadas como técnicas de governo, sendo aplicadas de forma rotineira na sociedade transformando-se em um verdadeiro paradigma, muitas vezes referendados e legitimados pelo Direito e pelo Judiciário, como se percebe ao analisar o artigo 86 da Lei de Execuções Penais no Brasil, das Casas de Correções de ontem e dos estabelecimentos penais de hoje, com sua aparente permissividade à pena de degredo na medida em que autoriza construção de presídios em áreas distantes do local da condenação do apenado.
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As políticas públicas de segurança alimentar em Portugal Continental

As políticas públicas de segurança alimentar em Portugal Continental

Na sequência da abordagem à temática das políticas públicas, em particular no setor da segurança alimentar, é fundamental que as mesmas possam ser analisadas ao longo do tempo, por forma a compreender a evolução que sofreram, influenciadas por profundas transformações políticas no país. As alterações governamentais, desde o primeiro governo provisório, em 1974 até à atualidade, foram decisivas na abordagem política e pública do tema. A grande mudança coincide com a entrada de Portugal na Comunidade Europeia, em 1986. Existem duas fases estruturantes. Na primeira fase, anterior a esta data, a segurança alimentar surge nos programas governamentais de forma não explícita, integrada nas políticas setoriais da agricultura e pescas e mais tarde incluída na qualidade alimentar. Na segunda fase, o tema é abordado de forma mais específica, contando com o processo de europeização da segurança alimentar, em particular após as crises alimentares na década de 1990, a publicação dos novos regulamentos comunitários, vulgarmente conhecidos como “pacote de higiene”, com uma maior responsabilização dos produtores e a focalização na defesa do consumidor, tendo como principal objetivo aumentar a informação ao consumidor, como é o caso da nova legislação relativa à rotulagem dos géneros alimentícios, publicada em 2011 e obrigatória a partir de dezembro de 2014.
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Homicídios, estatísticas e políticas públicas de segurança no ES

Homicídios, estatísticas e políticas públicas de segurança no ES

O Plano de Enfrentamento foi formulado a partir de uma boa ideia, identificar as áreas mais perigosas da RGV e concentrar nelas seus esforços. Essas áreas fo- ram identificadas a partir de análise geoestatística (Mapa do Crime), que encontrou as regiões de maiores concentrações de homicídios da RGV. Foram seleciona- dos um bairro para cada município da RGV e estes locais passaram a receber mais atenção das agências de se- gurança pública. Os bairros inicialmente selecionados para serem Regiões Especiais de Defesa Social (REDS) foram: Grande São Pedro em Vitória, Grande Terra Ver- melha em Vila Velha, Nova Rosa da Penha em Cariacica, e o Conjunto Feu Rosa/Vila Nova de Colares na Serra.
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Segurança; Terrorismo; Securitização; Políticas Públicas; Europeização.

Segurança; Terrorismo; Securitização; Políticas Públicas; Europeização.

Auditora do Curso de Defesa Nacional, XXXVII Curso, Instituto da Defesa Nacional (2013). Auditora do Curso de Gestão Civil de Crises, II Curso, Instituto da Defesa Nacional (2011). Formação em Developing project applications for EU Thematic Programmes on Democracy Promotion and Development Cooperation, ministrado pela ENoP, Bruxelas, Bélgica (2010). Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento (DECODE), 3ª Edição, ministrado pelo Instituto Nacional de Administração (2008).

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Defesa de direitos humanos e políticas públicas: o tráfico internacional de pessoas no Brasil

Defesa de direitos humanos e políticas públicas: o tráfico internacional de pessoas no Brasil

O PIDCP também entrou em vigor em 1976 e especifica o seguinte: direito à vida; direito a não ser submetido à tortura ou a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes; direito de não ser escravizado ou submetido à servidão; direito à liberdade e segurança pessoal e de não ser submetido a prisão ou detenção arbitrária; direito a julgamento justo; igualdade perante à lei; proteção contra interferência arbitrária na vida privada; liberdade de movimento; direito a uma nacionalidade; liberdades de pensamento e expressão; liberdade de associação, direito de votar e tomar parte no governo, entre outros direitos. O mecanismo de implementação do PIDCP é o Comitê de Direitos Humanos, composto por 18 membros, que são eleitos a título pessoal. Os Estados-membros obrigam-se a apresentar relatórios que discriminem as medidas adotadas para promover esses direitos e os progressos alcançados. Os relatórios são encaminhados ao Secretario- Geral da ONU, que os repassa ao Comitê. Este por sua vez, ao estudá-los, fazem os comentários que pensarem apropriados, e reporta-se então ao Conselho Econômico e Social. O Comitê de Direitos Humanos é autorizado a receber e considerar comunicações de um Estado sobre outro, a respeito do descumprimento do Pacto, desde de que aquele que apresenta a queixa tenha reconhecido a competência do Comitê quanto a comunicações que sejam feitas sobre o próprio Estado denunciador. (ALVES, 2003)
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Políticas Públicas de Concessão de Crédito: Distorções e suas Correções Através do Código de Defesa do Consumidor

Políticas Públicas de Concessão de Crédito: Distorções e suas Correções Através do Código de Defesa do Consumidor

Aliás, o uso do CDC como regra de proteção das políticas públicas e dos beneficiários destas, é uma forma de defesa das próprias políticas públicas. Na medida em que o art. 4°, do CDC, que trata da Política Nacional das Relações de Consumo, objetiva atender as necessidades do consumidor respeitantes à dignidade, saúde, segurança, proteção de in- teresses econômicos e melhoria da qualidade de vida, é correto afirmar, pois, que protege direitos atinentes à cidadania. Ademais, o art. 4°, II, c , estabelece que a ação governamental de proteção ao consumidor se dá pela presença do Estado no mercado do consumo. Se o Poder Judiciário é uma das funções do Estado, e o art. 2°, da CF, atesta que é, sua presença como agente protetor do consumidor e beneficiário das políticas públicas é recomendável. Idêntico raciocínio cabe em relação ao art. 4°, III, do CDC, que trata da necessidade de harmonização dos participantes das relações de consumo com a ordem econômica, que tem como objetivo assegurar a todos existência digna (art. 170, da CF). E por fim, o art. 4°, VI, do CDC estabelece que é dever do Estado coibir e reprimir todos os abusos praticados no mercado de consumo, o que pode implicar, confor- me anota Antônio Carlos Efing 44 , em determinados casos, no preterir o resultado econômico e financeiro dos fornecedores para preservar interes- ses dos consumidores.
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Que mudou as políticas públicas de saúde, educação, segurança e ação social.

Que mudou as políticas públicas de saúde, educação, segurança e ação social.

3 Como prefeito de dois mandatos, tenho absoluta consciência da importância dos municípios para correção dos desequilíbrios regionais. Vou juntar minha voz a do nosso líder nacional Eduardo Campos em defesa de um novo Pacto Federativo para o Brasil.

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Em defesa de políticas públicas integradas para o solo

Em defesa de políticas públicas integradas para o solo

• The society also needs greater involvement of the Soil Science community in defining more integrated public policies for a more sustainable use of this vital resource. Alexandre /[r]

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ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM DEFESA NACIONAL

ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM DEFESA NACIONAL

Linha Temática de Pesquisa: Políticas Públicas de Defesa Nacional e Indústria de Defesa no Período Republicano 1)- Ementa -. Políticas de Defesa Nacional: antecedentes históricos, transição corrente e perspectivas futuras. Relações entre o público e o privado em defesa nacional. Elaboração de políticas nacionais de defesa. Processo de formulação. Atores institucionais e agenda de debates. Processo Decisório no Executivo e Congresso. Relações entre políticas públicas, variáveis estruturais (interesses organizados, partidos, ideologias) e variáveis contextuais (PNB, urbanização, industrialização). Política Industrial e a Defesa. Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Defesa. Articulação de Hélice Tríplice - Participação da indústria militar, Estado e Centros de Pesquisa. Participação da sociedade civil. Avaliação e estudos de impactos das políticas de defesa. Estudos e avaliações da PNEMEM, PDN 1 , PDN 2, END, PDP-Defesa. Programas e projetos de desenvolvimento de meios de defesa PMAER, FX2, PROSUB, PROSUPER, PAEMB, SISFRON, SISGAZ, Programa Aeroespacial Brasileiro, Programa Nuclear, Cibernética e Guerra Eletrônica.
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Políticas públicas de segurança e a questão policial .

Políticas públicas de segurança e a questão policial .

A Holanda oferece outro exemplo de uma política de segurança bem-sucedida, que se utiliza de abordagens não convencionais sobre o crime, incluindo uma reformula- ção de natureza conceitual (Dijk, 1997). Até meados dos anos 60, a sociedade holandesa era relativamente bem integrada e com baixas taxas de criminalidade. A partir daí, e com razões que têm a ver com o aumento da rique- za e com processos de modernização e urbanização, as- siste-se a um incremento das taxas de crimes contra a pro- priedade. O governo holandês apresenta uma política de controle da criminalidade com três objetivos práticos: prevenção do crime através de projetos ambientais; for- talecimento da vigilância em zonas de alto risco; e me- lhor integração dos jovens através da escola e de um pro- grama de integração ao mercado de trabalho. Foram destinados 30 milhões de dólares para o programa neste primeiro ano, sendo 10% destinados à sua avaliação. A base cognitiva desta política era a “prevenção situacional do crime” (Clarke, 1997). A idéia não é reformar indiví- duos, o que é extremamente difícil, mas dificultar as con- dições de ocorrência de crimes. Isto é feito mediante a contratação de desempregados para atuar como guardas civis uniformizados, mas sem autoridade policial. Além disso, existe uma Plataforma Nacional de Controle do Crime que analisa tendências da criminalidade a cada ano e define prioridades e estratégias de ação para cada tipo de crime. Em relação ao roubo à mão armada, por exem- plo, conseguiu-se uma significativa redução, tornando os alvos deste tipo de ação mais difíceis. Os comerciantes foram orientados a deixar pouco dinheiro em caixa, a uti- lizar alarmes e outros obstáculos à ação criminosa, ou a instalar câmaras de vídeo e coisas assim. O que distingue a “prevenção situacional do crime” é que ela busca arti- cular esforços da sociedade e do governo no sentido de controlar a incidência de tipos específicos de crime atra- vés da manipulação de fatores tais como a disponibilida- de de alvos, o incremento da vigilância e a motivação dos agressores (Felson, 1994). Trata-se de política que não abdica da necessidade de termos um sistema de Justiça Criminal eficiente e justo, mas que reconhece as limita- ções dele no controle da criminalidade.
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Políticas públicas de segurança: novo paradigma

Políticas públicas de segurança: novo paradigma

internacional. No entanto, a crise de 1929 ditou o fim do Estado liberal, enfraqueceu os mercados e a sociedade viu-se mergulhada em múltiplas crises económicas. No seio destas crises, emerge um novo modelo de Estado – o Estado Providência (Welfare State). Este novo modelo de Estado tem origem no pensamento keynesiano, surgindo como uma resposta às crises que se sentiam na Europa. Segundo Timonen (2003) o Welfare State é sobretudo uma transformação do próprio Estado a partir das suas estruturas, funções e legitimidade. Vem regulamentar todas as acções de cariz social, político e económico, aumentando a sua intervenção nos vários sectores da sociedade, fortalecendo a garantia das protecções sociais de todos os cidadãos. Mas não demorou muito para que surgissem alguns sintomas de crise, tal como na década de 70. De acordo com Cavanna (1998) o Welfare State não está a passar por uma verdadeira crise, está apenas a sofrer mudanças na sua natureza administrativa, embora para alguns autores reflicta-se numa crise de carácter financeiro-fiscal devido ao forte aumento das despesas sociais. Nos anos 80 emergem, novamente, políticas neo-liberais. Esta nova filosofia assentava na criação de mercados livres, onde o crescimento económico florescesse, mas trouxe pesados custos sociais para os Estados. Nesta década emergem novos movimentos, o New Public Management (Nova Gestão Pública) e Reinventing Government (Reinvenção da Governação). Estes novos movimentos traduzem um conjunto de doutrinas que surgem nos países anglo-saxónicos, tendo estado na base da modernização e das reformas administrativas. O New Public Management 1 pretende fazer uma aproximação da gestão pública à gestão privada, importando para a esfera pública, métodos de gestão privada, ou seja, procura e adopta novos modelos de gestão alternativa. Inspira
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POLÍTICAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS

POLÍTICAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS

administrativo, desparecimento de tecnologia e desconfiança generalizada. Essas características representativas à instituições públicas acabam por se tornar um grande empecilho para implantação de inovações tecnológicas, uma vez que, em geral, os processos são longos, requerendo tempo para desenvolvimento e aperfeiçoamento, e dificilmente esses projetos restringem a um único mandato governamental, o que acaba gerando um conflito por essa substituição de trabalhadores. 5. A Cultura Organizacional de Instituições Públicas e a Segurança da informação A cultura organizacional tem sua formação dentro de uma organização, seja ela de qualquer tipo ou tamanho, provinda de pessoas, ou de colaboradores que nela atuam. A forma com que as pessoas agem, pensam, sentem, transmitem seus pensamentos, caracteriza a cultura de cada organização, e determina como será realizada a administração dela. E isso faz com que as organizações recebam o tempo todo, uma forte influência dessa cultura, que se diferencia das outras organizações pelos colaboradores de cada uma.
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Gestão e Políticas Públicas: a defesa do patrimônio cultural brasileiro

Gestão e Políticas Públicas: a defesa do patrimônio cultural brasileiro

Os partidos políticos, além de seu número excessivo, são instituições completamente esvaziadas e pouco representativas em termos sociais. Não expressam a cidadania nem são propulsores da organização popular. Como pode funcionar um sistema democrático representativo sem partidos políticos fortes, bem consolidados e enraizados na sociedade civil? Há, por outro lado, avanços significativos que não podem ser ignorados. O mensalão e a Lava-jato estão passando o Brasil a limpo. O combate à corrupção, a condenação dos corruptos e dos corruptores e o encarceramento dos chamados “homens de bem” que até pouco tempo estavam acima da lei são outras conquistas fundamentais do movimento de democratização da sociedade brasileira, fenômeno novo que ainda não temos condições de dimensionar integralmente seu alcance por estarmos no meio desse processo de transição. Deve-se registrar também uma maior organização e participação da sociedade civil pelas redes e novas mídias que permitem um melhor acompanhamento do processo político no âmbito dos três poderes e dão-lhe maior transparência e efetividade. A internet e as novas tecnologias estão rompendo com práticas políticas antigas centradas em privilégios e ligadas ao corporativismo e ao clientelismo.
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UMA ANÁLISE DA GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS DO MINISTÉRIO DA DEFESA.

UMA ANÁLISE DA GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS DO MINISTÉRIO DA DEFESA.

Este trabalho analisa a gestão de políticas públicas sociais do Ministério da Defesa empregada em uma Organização Militar Hospedeira. Tal abordagem se justifica pela contribuição ao desenvolvimento humano, tendo em vista o seu alcance para crianças, adolescentes e jovens. O objetivo deste estudo foi investigar a gestão do Projeto Soldado Cidadão e do Programa Forças no Esporte, ambos do Ministério da Defesa, que foram empregadas em um quartel do Exército. Este propósito foi conseguido mediante uma revisão bibliográfica da literatura sobre a temática, uma documental da legislação existente e uma coleta e investigação das melhores práticas empregadas pela Unidade Gestora. No referencial teórico foram analisadas as doutrinas sobre o assunto, desde a constituição brasileira até as normas internas da organização militar. Para atingir a meta proposta, foi apurado os conceitos de desenvolvimento nacional, particularmente, nas Expressões Psicossocial, Militar e Política do Poder Nacional, defesa pública, governança e gestão com a intenção de corroborar para o fortalecimento das políticas públicas sociais abordadas. Nesta senda, construiu-se uma relação entre as Expressões do Poder e as políticas citadas que demonstraram o conceito de cidadania corporativa do Ministério da Defesa. Ademais, foi averiguado a relação entre governança pública e gestão, auferido-se que é necessário eficiência para a obtenção de resultados. Desse modo, foram dissecados os programas desenvolvidos na Unidade, que recebeu o prêmio de melhor gestão, em 2019, buscando compreender como foi exercida a ação, a orientação, a coordenação e o controle dos projetos sociais para extrair as suas melhores práticas. Constatou-se que as ações que promovem as oportunidades de educação, particularmente a qualificação profissional, podem contribuir com a efetiva cidadania, ajudando a diminuir os riscos sociais. Além disso, notou-se a necessidade da implementação do conceito de Economia de Defesa para aprimorar a tomada de decisões políticas diante do dilema guns vs. butter. Aferiu-se que um quartel com programas sociais funciona com um polo irradiador de desenvolvimento e cidadania de seu entorno geográfico. Por fim, verificou-se uma trilogia de interesses entre o cidadão, as Forças Armadas e as empresas, tendo como ponto de intersecção a capacitação promovida. Conclui-se que a pesquisa comprovou uma gestão eficiente que corroborou para promover o bem comum, a justiça social e o desenvolvimento nacional, em escala micro, mas que serve como protótipo de gestão para a macro dimensão do Ministério da Defesa no Brasil.
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EM DEFESA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO: enfrentando o desmonte das políticas públicas

EM DEFESA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO: enfrentando o desmonte das políticas públicas

Resumo A educação do campo, enquanto direito histórico dos camponeses, possibilita as condições de superação da realidade de injustiças que marcam o campo brasileiro. Representa o acúmulo de experiências políticas dos movimentos sociais populares, por uma educação que respeite a diversidade dos sujeitos, individuais e coletivos, do campo, assim como, as condições materiais e subjetivas de vida, por meio da luta por reforma agrária popular. Por outro lado, a educação do campo, enquanto política pública, foi duramente atacada nos últimos anos, reflexo do avanço do discurso ultraconservador que ameaça o conjunto dos povos tradicionais que lutam, trabalham e produzem conhecimento no campo. Nesse sentido, este artigo tem por objetivo principal resgatar os elementos que sustentam as políticas públicas de educação do campo, fazendo frente ao atual cenário de retrocessos, por meio do fortalecimento dos movimentos sociais, educadores/as do campo, escolas e projetos político-pedagógicos emancipadores. Trata-se de uma apresentação de abordagem qualitativa, bibliográfica e documental, com reflexões que contemplem os desafios e estratégias de luta na atualidade, para manutenção das políticas públicas de educação do campo, historicamente conquistadas. O artigo documental foi desenvolvido em acervos bibliográficos. Entre as fontes de investigação, utilizamos legislações, portarias e decretos acerca das interfaces entre políticas públicas de
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