Pólipo de prega vocal

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Incidência de alterações estruturais das pregas vocais associadas ao pólipo de prega vocal.

Incidência de alterações estruturais das pregas vocais associadas ao pólipo de prega vocal.

A etiologia mais aceita para pólipos de pregas vocais é o fonotrauma. Imaginamos que possa existir alguma alteração anatômica prévia nas pregas vocais que predisponha indi- víduos a apresentarem lesões fonotraumáticas. Objetivo: O presente estudo retrospectivo procura encontrar correlação entre os pólipos de prega vocal e alterações estruturais da prega vocais. Material e Método: Foi realizado trabalho retrospectivo a partir da descrição cirúrgica de 33 pacientes submetidos a exérese de pólipo de prega vocal no período de três anos em hospital universitário. Resultados: Trinta e um pacientes apresentaram pólipos unilaterais e 2 bilaterais. Foram encontradas 27 lesões associadas: 10 lesões reacio- nais, 12 sulcos, 3 cistos e 2 ectasia capilars. Foram 14 lesões contralaterais e 13 ipsilaterais. Discussão e Conclusões: Encontrou-se uma forte correlação entre a presença de uma lesão de base influindo como co-fator de fragilização da pre- ga vocal ao fonotrauma, pois das 27 lesões encontradas 17 foram consideradas pré-existentes (63%). As lesões poderiam interferir na coaptação das pregas vocais, gerando uma onda mucosa irregular durante a fonação, expondo o espaço de Reinke a uma agressão estrutural. Apesar do caráter prelimi- nar do trabalho os achados sugerem íntima correlação entre o pólipo e lesões estruturais mínimas das pregas vocais.
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Comparação entre a eficácia do treinamento vocal e da fonocirurgia em pacientes com pólipo de prega vocal incipiente

Comparação entre a eficácia do treinamento vocal e da fonocirurgia em pacientes com pólipo de prega vocal incipiente

Although both VM and VT could effectively improve the vocal quality of patients with EVFP, they represent differ- ent treatment benefits. When physicians and patients select the appropriate treatment method, they should fully under- stand the principles and characteristics of VT and VM. It may be desirable to select a treatment approach based on the patients’ own demands, as this would help establish rea- sonable treatment expectations. The limit of our research is that the sample number is not enough, and the follow-up time can be longer. The main concern refers to the possi- bility of selection bias, as the treatment groups where not randomized, nor stratified. As the patients were allowed for cross treatment arms after treatment, an RCT could be an interesting possibility to address this study question with less biased results. Further research needs to be carried out targeting these points.
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Efetividade da fonoterapia no tratamento do pólipo em pregas vocais.

Efetividade da fonoterapia no tratamento do pólipo em pregas vocais.

14. Yun YS, Kim MB, Son YI. The efect of vocal hygiene education for patients with vocal polyp. Otolaryngol Head Neck Surg. 2007;137(4):569-75. 15. Klein AM, Lehmann M, Hapner ER, Johns MM. Spontaneous resolution of hemorrhagic polyps of the true vocal fold. J Voice. 2009;23(1):132-5. 16. Nakagawa H, Miyamoto M, Kusuyama T, Mori Y, Fukuda H. Resolution of vocal fold polyps with conservative treatment. J Voice. 2012;26(3):107-10. 17. Fomin DS, Pela SM. Reabsorção de pólipo de prega vocal em cantor proissional: Relato de caso. Braz J Othorhinolaryngol. 2010;supl76(5):541. 18. Goslin DN, Silva AC, Schettini Jr. W, Baraldo A, Gomes A, Cruz GG et al. Resolução espontânea de pólipo hemorrágico em prega vocal. Braz J Othorhinolaryngol. 2010;supl76(5):571.
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Estudo comparativo histológico na prega vocal após incisão com instrumental a frio e com laser de CO2 em modelo animal.

Estudo comparativo histológico na prega vocal após incisão com instrumental a frio e com laser de CO2 em modelo animal.

applied in the treatment of papilomatosis and early glottic malign lesions, its indications have risen, most especially in benign lesions, due to new technology developed over the last years as, for example, the reduction of microspot and the super- pulse, reducing the thermal effects on the tissues. Methods: In this w ork, incisions w ith cold steel instruments and 1w att continuous mode and super-pulse CO 2 laser were conducted on canine vocal folds. The amount of collagen deposited over the vocal folds was observed through histological exams using the Sirius Red method. Results: The amount of collagen on the vocal folds was greater than the control group and statistically greater in the group of animals submitted to surgical procedures using cold instruments than procedures involving CO 2 . There was no statistical difference between the control group and the group submitted to incisions w ith cold steel instruments. Conclusions: The larynx surgery w ith CO 2 laser, w hen employed in low potency, with small microspot and super- pulse, is a safe method in relation to the collagen deposit when compared with cold blade instruments.
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Alteração de mobilidade de prega vocal unilateral: avaliação subjetiva e objetiva da voz nos momentos pré e pós-fonoterapia.

Alteração de mobilidade de prega vocal unilateral: avaliação subjetiva e objetiva da voz nos momentos pré e pós-fonoterapia.

O TMF é um teste usado rotineiramente para avaliação indireta da coaptação glótica à fonação. O TMF encontra-se reduzido nas paralisias de prega vocal devido ao fechamento glótico incompleto e consequente fenda glótica. A tabela 4 evidencia diferença estatisticamente signiicante nos valores do TMF comparando-se os momentos pré e pós- fonoterapia (p=0,003). Este resultado concorda com os dados encontrados na pesquisa que avaliou a emissão sustentada das vogais /a/, /i/ e /u/ de 86 indivíduos adultos, de ambos os sexos, com para- lisia unilateral de prega vocal e encontrou que a diminuição dos valores do TMF está associada ao maior ângulo de afastamento da PVP 9 . Outro estudo
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Avaliação da deposição de colágeno após implante de fáscia lata e de gordura na prega vocal de coelho: estudo histomorfométrico.

Avaliação da deposição de colágeno após implante de fáscia lata e de gordura na prega vocal de coelho: estudo histomorfométrico.

V ários materiais têm sido injetados ou inseridos em pre- gas vocais na tentativa de solucionar a incompetência glótica. Contudo, poucos são os estudos que avaliam o processo cicatricial decorrente da enxertia destes materiais. Objeti- vo: O objetivo desta pesquisa foi avaliar a concentração de colágeno após enxerto microcirúrgico de fáscia muscular e gordura na prega vocal de coelho. Forma de estudo: ex- perimental. Material e Método: Dezenove coelhos foram submetidos à inserção de enxerto na prega vocal direita, sendo nove de fáscia e dez de gordura. A prega vocal es- querda foi submetida ao mesmo procedimento, sem enxertia. Os coelhos foram sacrificados após 90 e 180 dias. O colágeno foi analisado morfometricamente através do método da Picrossírius-polarização com a utilização do software Image Pro Plus. Resultados: Houve aumento do colágeno em to- dos grupos enxertados quando comparados com o grupo controle. A concentração do colágeno encontrada nos coe- lhos submetidos a enxerto de gordura foi significativamente maior quando comparados à concentração do colágeno nos coelhos submetidos a enxerto de fáscia muscular, tanto com 90 quanto com 180 dias. Conclusão: A enxertia de gordu- ra e fáscia lata na prega vocal de coelho promoveu maior deposição de colágeno do que no grupo controle, sendo mais exuberante na inserção de gordura.
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Voz, deglutição e qualidade de vida de pacientes com alteração de mobilidade de prega vocal unilateral pré e pós-fonoterapia.

Voz, deglutição e qualidade de vida de pacientes com alteração de mobilidade de prega vocal unilateral pré e pós-fonoterapia.

vocal deve conduzir o paciente a evitar comportamentos de compensações hiperfuncionais (responsáveis muitas vezes por desconfortos no pescoço e voz tensa), a otimizar a respi- ração e suporte abdominal, e melhorar a força e mobilidade da musculatura intrínseca da laringe. Relaxamento cervical, fortalecimento da musculatura abdominal e torácica, atenção à respiração e variação vocal são algumas das técnicas que os autores recomendam. Os exercícios de resistência (empuxo) devem ser usados com cuidado, para não causarem danos às pregas vocais. Esses mesmos autores ainda apontam que a utilização de técnicas específicas de canto também pode aju- dar na reabilitação dos pacientes, principalmente no suporte abdominal, respiração, ressonância e eficiência vocal (2) .
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Histologia da camada superficial da lâmina própria da prega vocal ao se aplicar retalho pediculado de mucosa: estudo experimental em cães.

Histologia da camada superficial da lâmina própria da prega vocal ao se aplicar retalho pediculado de mucosa: estudo experimental em cães.

O s resultados conseguidos até hoje para a correção de sulcos vocais e lesões cicatriciais não são universalmente acei- tos. A Técnica do Retalho Pediculado de Mucosa de Prega Vocal consiste na colocação de um retalho de mucosa de prega vocal com pedículo anterior na camada superficial da lâmina própria, abaixo da borda livre. Objetivo: Descrever os achados histológicos pós-operatórios ocorridos na camada superficial da lâmina própria de cães ao se aplicar a técnica em questão, tomando-se como parâmetro a variação dos colágenos total, tipo I, tipo III e número de núcleos celulares. Forma de estudo: experimental. Material e método: Fo- ram utilizados 15 cães. Numa das pregas foi realizada a inter- venção e a contralateral foi deixada como controle. Cada gru- po de três cães foi sacrificado em 10, 30, 90, 180 e 360 dias após a cirurgia. As colorações utilizadas foram: H.E. e Syrius Red. Resultados: Os níveis de colágeno total e tipo I apre- sentaram uma tendência a aumento nos grupos de interven- ção nos 90º e 180º dias de pós-operatório, contudo só houve significância estatística no 180º dia (p<0,05). A área do colágeno tipo III alcançou níveis inferiores ao do grupo con- trole no 180º dia (p<0,05). O número de núcleos atingiu maiores níveis no grupo teste no 10º dia de pós-operatório, seguido de decréscimo após o 30º dia. Discussão: Os resul- tados encontrados quanto ao colágeno total, tipo I e tipo III e número de núcleos sugerem semelhanças ao processo cicatricial pós-operatório em laringe encontrado em outros estudos experimentais. Os presentes achados deverão ser complementados por experimentos.
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Paralisia unilateral de prega vocal: associação e correlação entre tempos máximos de fonação, posição e ângulo de afastamento .

Paralisia unilateral de prega vocal: associação e correlação entre tempos máximos de fonação, posição e ângulo de afastamento .

A paralisia de prega vocal (PPV) decorre da lesão do nervo vago ou de seus ramos, podendo levar a alterações das fun- ções que requerem o fechamento glótico. O tempo máximo de fonação (TMF) é um teste aplicado rotineiramente em pa- cientes disfônicospara avaliar a eficiência glótica e freqüente- mente utilizado em casos de PPV, cujos valores encontram-se diminuídos. A classificação clínica clássica da posição da prega vocal paralisada em mediana, para-mediana, intermediária e em abdução ou cadavérica tem sido objeto de controvérsias. Objetivo: Verificar a associação e correlação entre os TMF e posição da prega vocal paralisada (PVP), TMF e ângulo de afastamento da PVP, medir o ângulo de afastamento da linha média das diferentes posições da PVP e correlacioná-lo com a sua classificação clínica. Forma de estudo: Clínico retros- pectivo. Material e Método: Foram revisados os prontuários e analisados os exames videoendoscópicos de 86 indivíduos com paralisia de prega vocal unilateral e medido o ângulo de afastamento da PVP por meio de um programa computadori- zado. Resultados: A associação e correlação entre os TMF em cada posição assumida pela PVP têm significância estatística somente para /z/ na posição mediana. A associação e correla- ção entre TMF com ângulo de afastamento da PVP guardam relação para /i/, /u/. Ao associar e correlacionar medidas de ângulo com posição observa-se significância estatística em posição de abdução. Conclusão: Neste estudo não foi possí- vel determinar as posições assumidas pela PVP por meio dos TMF nem correlacioná-las com medidas do ângulo.
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Resultados vocais perceptivoauditivos após Tireoplastia tipo I e fonoterapia em um caso de paralisia de prega vocal.

Resultados vocais perceptivoauditivos após Tireoplastia tipo I e fonoterapia em um caso de paralisia de prega vocal.

Veriicar as modiicações vocais perceptivoauditivas após intervenção cirúrgica e fonoterapêutica. Relato de caso de homem de 32 anos de idade, com paralisia de prega vocal direita decorrente de traumatismo cranioencefálico por arma de fogo, submetido à Tireoplastia tipo I e a seis sessões de fonoterapia. Avaliação vocal perceptivoauditiva da fala espontânea por meio da escala RASATI e dos aspectos: pitch e ressonância, realizada antes e após a cirurgia e após a fonoterapia. Os áudios foram analisados por três fonoaudiólogas com experiência em voz e as análises foram consideradas em conjunto para determinar o julgamento predominante em cada parâmetro. A fonoterapia consistiu em: método de sobrearticulação, constrição labial e pontos cardeais com a língua. Após a cirurgia, houve melhora da soprosidade (de grau moderado icou discreto), astenia (de discreto icou normal), tensão (de moderado icou discreto) e pitch (de discretamente grave icou normal); piora do aspecto rouqui- dão (de discreto icou moderado) e não houve modiicações na instabilidade (permaneceu mode- rado), ressonância hipernasal (permaneceu intenso), aspereza (normal). Após a fonoterapia, houve melhora da rouquidão (de moderado icou normal) e da instabilidade (de moderado icou discreto). Os demais aspectos não apresentaram modiicações. A Tireoplastia tipo I melhorou os aspectos vocais perceptivoauditivos de soprosidade, astenia, tensão e pitch e piorou a rouquidão, sem inluenciar a instabilidade e a ressonância; e a fonoterapia melhorou os aspectos de rouquidão e instabilidade. Com isso, enfatiza-se a importância da fonoterapia após cirurgias laríngeas.
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Pólipo retal.

Pólipo retal.

um põlipo, quatro delas dois põlipos e apenas uma criança. três põlipos retais[r]

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Pólipo traqueal.

Pólipo traqueal.

Tumores benignos primários da traquéia são raros, sendo o mais freqüente a papilomatose benigna recorrente. Muitas vezes simulam doenças pulmonares obstrutivas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, sendo os pacientes tratados como portadores de tais doenças por longo período sem apresentar melhora. Deve-se, portanto, incluí-los no diagnóstico diferencial dos quadros de obstrução da árvore traqueobrônquica. Relata-se um caso de paciente com pólipo traqueal com evolução de três anos e espirometria evidenciando padrão de obstrução intratorácica variável, que evoluiu com melhora clínica e funcional completa após ressecção por via broncoscópica.
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Imunoexpressão das proteínas Catepsina B e E-caderina nas leucoplasias de prega vocal: correlação clínica, epidemiológica e histopatológica

Imunoexpressão das proteínas Catepsina B e E-caderina nas leucoplasias de prega vocal: correlação clínica, epidemiológica e histopatológica

Introdução: A identificação precoce da leucoplasia de prega vocal com risco de evoluir para malignidade é um assunto controverso e de difícil diagnóstico. Com a descoberta de marcadores biológicos capazes de identificar precocemente estas lesões, ter-se-iam melhores condições de realizar um tratamento mais efetivo precocemente. Objetivo: Analisar a imunoexpressão das proteínas Catepsina-B e E- caderina nas leucoplasias de prega vocal e correlacioná-las com os dados clínicos, epidemiológicos e prognóstico da doença. Método: Foram avaliados, retrospectivamente, 32 pacientes portadores de leucoplasia de pregas vocais, tratados por cirurgia no período de 2000 a 2004. Os pacientes foram distribuídos de acordo com os resultados histológicos em dois grupos: Grupo A - Baixo Grau, n=16 e Grupo B - Alto Grau, n=16. As expressões quantitativas dos marcadores foram avaliadas, segundo a intensidade da sua coloração e distribuição tecidual, pelo programa de processamento de imagens-ImageLab®. O índice de expressão (IE) de cada marcador foi correlacionado com os hábitos de vida dos pacientes - uso de tabaco e bebida alcoólica -, sinais da síndrome faringolaríngea do refluxo e recidiva local da lesão. Resultados:Na análise estatística comparando o IE dos marcadores entre os grupos (A e B) separadamente, os pacientes com recidiva local do Grupo B - apresentaram maior IE para Catepsina-B. Na análise do IE dos marcadores entre todos os pacientes (A + B), o IE da Catepsina-B foi maior entre os fumantes e os que não apresentavam sinais sugestivos de refluxo,e o IE da E-caderina foi maior nos pacientes com recidiva local. Conclusão: Os pacientes com displasia moderada, severa e carcinoma in situ, com elevado IE de Catepsina-B e que tenham o hábito do tabagismo estão mais propensos à recidiva local, e aqueles com sinais sugestivos da síndrome faringolaríngea do refluxo apresentam índices de expressão mais baixo de Catepsina-B, independente da lesão histológica. O aumento no índice da expressão para Catepsina-B no grupo com lesões de alto grau aponta esta proteína como potencial marcador de recidiva para as lesões leucoplásicas da prega vocal. O índice de expressão da E-caderina encontra-se aumentado entre os pacientes com Leucoplasia de prega vocal que recidivaram após tratamento inicial.
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Injeção de gordura na prega vocal: efeitos do local de injeção sobre a configuração glótica e a distribuição espacial da gordura injetada.

Injeção de gordura na prega vocal: efeitos do local de injeção sobre a configuração glótica e a distribuição espacial da gordura injetada.

A gordura colhida por lipoaspiração foi decantada em gaze para remover seu componente seroso, e então, introduzida numa seringa de pressão própria para injeção de gordura. Essa seringa foi acoplada a um Gelco de calibre 18. Em três laringes, a injeção foi realizada no ponto médio da prega vocal, em sua superfície vestibular, com o intuito de atingir o músculo TA. Introduziu-se a agulha cerca de 3 a 4mm lateralmente a sua borda livre, aprofundando-a cerca de 2 a 4mm. Nas demais laringes a injeção foi realizada posteriormente, num ponto lateral ao processo vocal da aritenóide, na mesma profundidade. O bisel da agulha foi direcionado lateralmente em todas as injeções. Em cada laringe, injetou-se gordura lentamente em quantidade suficiente para que a borda livre da prega vocal atingisse a linha média da glote. A injeção foi realizada em uma única prega, mantendo-se a contralateral como controle.
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Estudo comparado da cicatrização da prega vocal de suínos após exérese de fragmento com laser de CO2 e aplicação tópica pós-operatória de mitomicina e 5-fluorouracil

Estudo comparado da cicatrização da prega vocal de suínos após exérese de fragmento com laser de CO2 e aplicação tópica pós-operatória de mitomicina e 5-fluorouracil

3. Courey MS, Gardner GM, Stone RE. Endoscopic vocal fold microflap: a thre-year experience. Ann Otol Rhino Laryngol. 1995;104:267-73. 4. Sataloff RT, Spiegel JR, Heuer RJ. Laryngeal minimicroflap: a new technique and reassessment of microflap saga. J Voice. 1995;9:198-204. 5. Courey MS, Garrett CG, Ossoff RH. Medial microflap excision of benign vocal fold lesions. Laryngoscope. 1997;107(3):340-4.

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Pólipo antrocoanal: uma revisão de dezesseis casos.

Pólipo antrocoanal: uma revisão de dezesseis casos.

muito rapidamente, provavelmente devido ao retorno venoso do seu pedúnculo, que é comprimido pelo óstio, assim, o pólipo passa a ficar cada vez mais edematoso. Manifesta-se clinicamente por uma obstrução nasal, geral- mente unilateral, mas que pode ser bilateral, especialmente nos casos em que o pólipo é extremamente volumoso, com importante desvio do septo nasal. Acompanha-se de secreção mucosa ou muco-purulenta e, excepcionalmen- te, pode obstruir o óstio da tuba auditiva promovendo otite média secretora. A epistaxe pode ser um sinal, não clássico, de apresentação do pólipo de Killian10. Nota-se que o óstio do seio maxilar encontra-se aumentado de diâmetro, provavelmente devido à presença do pedúnculo do pólipo, o qual agiria aumentando suas dimensões. Na histopatologia, o pólipo de Killian apresenta-se com uma cavidade central cística rodeada por edema e com uma parede externa revestida por epitélio respiratório normal. Em alguns casos, encontram-se microcistos em seu interior, porém não são encontradas estruturas glandulares.
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Estudo da instabilidade de microssatélites no pólipo endometrial uterino

Estudo da instabilidade de microssatélites no pólipo endometrial uterino

proliferação celular e angiogênese 72, 73 54 . Sabe-se, entretanto, que não apenas estas alterações ocorrem no pólipo endometrial, como também podem ocorrer alterações da PTEN (Proteína homóloga da tensina e da fosfatase) A PTEN é um gene supressor de tumor, que resulta na proteína citoplasmática de mesmo nome, e possui a capacidade de modular a apoptose e o ciclo celular, bem como de inibir a migração celular. A mutação do gene de supressão tumoral PTEN é a mais freqüente alteração associada ao adenocarcinoma de endométrio. Estudos mostram que a perda da função da PTEN por mutação é um evento precoce na tumorigênese endometrial que talvez ocorra em resposta aos fatores de risco hormonais 74 . Em pólipos com hiperplasia complexa, foi encontrada perda da PTEN, sugerindo que a perda de expressão da PTEN pode orientar lesões que precisam ser melhor controladas 2 . Em pacientes usuárias de tamoxifeno a transformação maligna dos pólipos, deve-se na maioria das vezes à mutação do códon 12 do K-ras. K-ras é um gene que codifica proteína de sinalização intracelular com conseqüente proliferação celular exacerbada. Estas mutações neste grupo de pacientes têm sido muito elevadas, chegando a 64% 75 .
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Paralisia de prega vocal esquerda secundária à lesão do nervo laríngeo recorrente após cirurgia de ligadura do canal arterial: relato de caso.

Paralisia de prega vocal esquerda secundária à lesão do nervo laríngeo recorrente após cirurgia de ligadura do canal arterial: relato de caso.

Recurrent laryngeal nerve is closely related to the ductus ar- teriosus. Ductus arteriosus handling during surgical correcti- on may injury the recurrent nerve, especially when there is difficulty in ductus arteriosus dissection and ligation, with a consequent vocal cord paralysis, clinically translated into postoperative dysphonia. The incidence increases in ductus arteriosus surgeries performed under thoracoscopy. Chu et al. 2 have studied 60 patients submitted to thoracoscopic duc-

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Avaliação do efeito do fator de crescimento de fibroblastos na integração tecidual de fáscia enxertada na lâmina própria da prega vocal de coelhos

Avaliação do efeito do fator de crescimento de fibroblastos na integração tecidual de fáscia enxertada na lâmina própria da prega vocal de coelhos

O enxerto de fáscia tem sido utilizado há décadas em cirurgias otológicas e plásticas, sem complicações e com resultados reprodutíveis. Apresenta consistência tecidual similar à do colágeno e baixa taxa de atividade metabólica. Rihkanen (1998) propôs o uso de fáscia triturada para cirurgia de aumento volumétrico da prega vocal. Reijonen et al. (2001), em estudo experimental em cães com injeção de fáscia triturada no músculo vocal, observaram que o enxerto permaneceu identificável histologicamente após um ano de seguimento e, na maioria dos casos, sem complicações precoces ou tardias. Tsunoda et al. (1999) publicaram, com resultados promissores, a utilização de enxerto de fáscia íntegra no espaço de Reinke para a correção da incompetência glótica em modelo humano, principalmente decorrente de sulcos vocais.
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Estudo preliminar do comportamento histológico da prega vocal do coelho após injeção de ácido hialurônico.

Estudo preliminar do comportamento histológico da prega vocal do coelho após injeção de ácido hialurônico.

A estrutura dos tecidos da laringe dispostos em camadas de diferentes características viscoelásticas é es- sencial para uma boa produção vocal. Os tecidos moles, que compõem as pregas vocais (PVs), são muito mais complexos do que originalmente se pensava. Estas são formadas por finas camadas lubrificadas, que possuem um íntimo contato com o lado contra lateral, onde, no mo- mento do fechamento glotal completo, permite-se o início do movimento muco-ondulatório das PVs. Este fenômeno foi bem estudado, em décadas passadas, pelo Professor Hirano, o qual revolucionou o entendimento da fisiologia da voz com a teoria do corpo e da cobertura 2 .
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