Política de saúde - São Paulo (SP)

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Política de mudança do clima no município de São Paulo, Brasil: reflexividade e permeabilidade do Setor Saúde.

Política de mudança do clima no município de São Paulo, Brasil: reflexividade e permeabilidade do Setor Saúde.

A hipótese condutora da pesquisa pressupunha que o objetivo principal do Setor Saúde, repre- sentado na PMMC pelo GT Sustentabilidade e Saúde, seria reduzido e limitado a dar suporte ao Comitê de Mudanças do Clima com ações referentes ao monitoramento da qualidade do ar da Cidade de São Paulo em conformidade com a perspectiva de mitigação que orientava fortemente os princípios desta política pública em análise. A pesquisa, no entanto, constatou o contrário: embora não deixasse de incluir em seu planejamento atitudes para monitoramento da qualidade do ar, o setor saúde ampliou suas atividades, conquistando espaços e introduzindo a prevenção e a promoção da saúde como focos determinantes e, sobretudo, exercendo influência agregadora e congruência com outras políticas, que, por alguma razão, estavam retidas em âm- bitos setoriais restritos e por vezes desarticuladas
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Cidade sanatorial, cidade industrial: espaço urbano e política de saúde em São José dos Campos, São Paulo, Brasil.

Cidade sanatorial, cidade industrial: espaço urbano e política de saúde em São José dos Campos, São Paulo, Brasil.

Este estudo se insere na renovada abordagem teóri- co-conceitual do espaço para análise das políticas de saúde. A potencialidade desta abordagem está em tratar a organização do espaço como um produto das relações entre a sociedade e o poder de Estado, influ- enciada pela economia e possibilitada pela política. Esse espaço que se revela, ao ser compreendido como construção social, concretiza a narrativa histórica, possibilitando uma melhor compreensão de como as políticas são formuladas e materializadas no espaço urbano. A partir deste espaço, investigamos a política que regeu a conformação dos serviços de saúde na ci- dade de São José dos Campos, São Paulo, Brasil, em dois momentos distintos: na década de 1920, em que o município se constituiu como estância climática, e no início da década de 1980, momento de estruturação do sistema público municipal de saúde. Na reconsti- tuição social histórica e geográfica, revelam-se as am- bigüidades e coerências de uma cidade que delineava, no perfil sanatorial, as características que marcariam a cidade industrial.
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Política pública de saúde, inovação e o plano de antendimento a saúde do município de São Paulo.

Política pública de saúde, inovação e o plano de antendimento a saúde do município de São Paulo.

As- sim, a região de Penápolis - SP destacou-se por uma parceria público-público através de um consórcio de municípios; Ipatinga - MG, pela participação social na gestão pública através [r]

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"FALTA UM JORGE": A SAÚDE NA POLÍTICA MUNICIPAL PARA MIGRANTES DE SÃO PAULO (SP).

"FALTA UM JORGE": A SAÚDE NA POLÍTICA MUNICIPAL PARA MIGRANTES DE SÃO PAULO (SP).

Algumas iniciativas para enfrentar esses desafios reali- zaram-se no contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), criada para facilitar a aproximação entre os serviços de saú- de e a população, que instaurou a contratação de agentes comunitários em saúde e sua visita às moradias das pessoas. Ana destaca o programa de triagem externa, pela qual agentes se deslocam às oficinas de costura onde trabalham os imigrantes, de modo a descentralizar a primeira etapa do atendimento. Rosa, por sua vez, relata a experiência na UBS Bom Retiro, unidade que integra a STS Sé. O distrito de Bom Retiro é o local com maior presença de migran- tes em relação à população geral na cidade de São Paulo, sendo 15,98% de seus habitantes migrantes. Segundo Rosa, havia inicialmente “uma enorme resistência por parte dos bolivianos de abrirem as suas casas, ou das suas oficinas de costura”, uma vez que “muitos deles estavam sendo violenta- mente explorados, então eles tinham medo de abrir a porta para a saúde entrar”. A seguir, ela faz referência ao migrante que dá nome ao presente artigo:
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Uma política integrada de saúde para o Estado de São Paulo, Brasil.

Uma política integrada de saúde para o Estado de São Paulo, Brasil.

No âmbito interno da Secretaria, dada a multiplicidade de variáveis e de um nú- mero ainda maior de incógnitas quanto às características institucionais da Gran- de São Paulo, seria recom[r]

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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.20 número3

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.20 número3

Nossa discussão sobre a formação da enfermagem provocou perguntas intempestivas das resenhistas, que uma leitura moldada sob o ‘ato crítico’ teria evitado: a formação em saúde pública contribuiu para uma qualificação “verdadeiramente (sic) científica”, ou produziu na enfermagem uma “autonomia ficcional”? (p.714). Nossa discussão, nas páginas 88-90, resulta de uma crítica a certa historiografia da enfermagem, que fala em “intenções veladas” das autoridades sanitárias, tornando a análise de políticas concretas um jogo de adivinhação; ou procura estabelecer nexos determinantes entre economia e saúde, em que pese a relação extremamente variada entre o capital e o campo da saúde, particularmente em períodos anteriores à emergência do capitalismo monopolista. Nossa discussão procurou colocar a questão num outro nível, em que o cenário social e econômico servia de parâmetro para limitações de todo tipo, mas não gerava exercícios ‘ficcionais’ no mundo das profissões. Nosso capítulo 4, sobre as profissões supostamente subalternas – a exemplo da enfermagem –, pede mais ao historiador ou à historiadora do que falsas oposições e conclusões chapadas. O tratamento que demos ao papel da Rockefeller, em alguns capítulos, mereceu das autoras uma interrogação que já continha as respostas, como um juízo preconcebido: a Fundação Rockefeller “representou efetivamente um avanço para o país ou reproduziu os modelos de medicina social formulados nos países centrais e exportados para as ‘colônias’?” (p.715 da resenha). A nosso juízo, seria uma tarefa de primeira ordem se as autoras tentassem analisar, do ponto de vista histórico-comparativo, o que sucedia, na época, entre as colônias africanas – que de fato sofriam um transplante da medicina social dos países centrais – e entre os países da periferia do capitalismo como o Brasil. O livro de Lina Rodrigues de Faria Saúde e política: a Fundação Rockefeller e seus parceiros em São Paulo 6 é uma primeira sugestão de leitura às autoras,
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Influência dos modelos inovadores paulistas na Política Brasileira de Saúde Mental.

Influência dos modelos inovadores paulistas na Política Brasileira de Saúde Mental.

Objetivo: analisar a infl uência de duas experiências paulistas na escolha do centro de atenção psicossocial como serviço norteador da política nacional de Saúde Mental. Método: pesquisa qualitativa, exploratório-descritiva que utilizou a história oral como metodologia e referencial teórico. Resultados: foram entrevistados oito profi ssionais envolvidos na implantação da política de Saúde Mental dos municípios de Santos e São Paulo (1989 a 1992). Os dados foram analisados após tratamento das narrativas e agrupamento dos conteúdos mais signifi cativos. Emergiram dois eixos temáticos: desenvolvimento do modelo loco regional e infl uência do modelo na escolha do centro de atenção psicossocial. Conclusão: devido à maior inserção do grupo da experiência santista nas esferas do governo federal, sua infl uência na escolha do modelo substitutivo foi maior na dimensão ideológica, e o modelo paulistano teve infl uência restrita por razões político-partidárias.
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Saude soc.  vol.18 suppl.1

Saude soc. vol.18 suppl.1

O Projeto Acompanhamento de Idosos é uma política pública desenvolvida na cidade de São Paulo pela Secretaria Municipal da Saúde em parceria com a Associação Saúde da Família e o Ce[r]

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Saude soc.  vol.18 suppl.1

Saude soc. vol.18 suppl.1

O envelhecimento da população humana mundial e brasileira foi um dos maiores triunfos da humanida- de no último século. Viver mais é uma conquista que se associa a um grande desafio: viver com dignidade e qualidade. Esse desafio requer o compromisso da família, da sociedade civil e do estado na oferta de respostas eficientes para suprir as necessidades da população idosa, advindas com o acréscimo dos anos à existência humana. O Projeto Acompanhamento de Idosos é uma política pública desenvolvida na cidade de São Paulo pela Secretaria Municipal da Saúde em parceria com a Associação Saúde da Família e o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto. O Projeto atende pessoas idosas em situação de fragilidade, que pos- suem limitações nas atividades da vida diária. Para atendê-las, são contratadas profissionais denominadas “Acompanhantes de Idosos”, que prestam serviços nos domicílios oferecendo auxílios distintos para a me-
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Saude soc.  vol.18 suppl.1

Saude soc. vol.18 suppl.1

O Projeto Acompanhamento de Idosos é uma política pública desenvolvida na cidade de São Paulo pela Secretaria Municipal da Saúde em parceria com a Associação Saúde da Família e o Ce[r]

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Saude soc.  vol.18 suppl.1

Saude soc. vol.18 suppl.1

O envelhecimento da população humana mundial e brasileira foi um dos maiores triunfos da humanida- de no último século. Viver mais é uma conquista que se associa a um grande desafio: viver com dignidade e qualidade. Esse desafio requer o compromisso da família, da sociedade civil e do estado na oferta de respostas eficientes para suprir as necessidades da população idosa, advindas com o acréscimo dos anos à existência humana. O Projeto Acompanhamento de Idosos é uma política pública desenvolvida na cidade de São Paulo pela Secretaria Municipal da Saúde em parceria com a Associação Saúde da Família e o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto. O Projeto atende pessoas idosas em situação de fragilidade, que pos- suem limitações nas atividades da vida diária. Para atendê-las, são contratadas profissionais denominadas “Acompanhantes de Idosos”, que prestam serviços nos domicílios oferecendo auxílios distintos para a me-
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Rev. Estud. Fem.  vol.25 número2

Rev. Estud. Fem. vol.25 número2

Os relatos de bombação que deu errado são frequentes na literatura (Juliana COELHO, 2009; Francisco Jander de Sousa NOGUEIRA, 2009). Muitas tiveram seus corpos amputados ou, mesmo, faleceram após o silicone industrial escorrer para vá-rias partes do corpo. O trabalho da bombadeira é conside- rado, pelo Código Penal, uma contravenção pelo “exercício ilegal da medicina artigo 312, exercício do curandeirismo artigo 313 e lesão corporal grave artigo 129” (PELÚCIO, 2007). A aplicação de silicone industrial não é só um problema no âmbito jurídico, mas se tornou, também, uma questão de saúde pública para o Ministério da Saúde. Existe a proposta de definir protocolos clínicos para esses casos nos serviços do SUS, como a realização de exames e uso de técnicas para retirada dessa substância no corpo (BRASIL, 2010a). Algumas campanhas do governo federal e estadual (SANTA CATARINA, 2003; BRASIL, 2010b) foram realizadas com a proposta de reduzir os danos daquelas que fazem o uso de hormônio sem prescrição médica e utilizam silicone industrial. A redução de danos é uma estratégia comum no acompanhamento de usuários de drogas e aponta para uma atuação na saúde que respeite a autonomia dos sujeitos, mesmo que esses decidam realizar práticas que são percebidas socialmente como prejudiciais à saúde. Pelúcio (2007) observa, porém, que as orientações do Ministério da Saúde ressaltando os perigos do silicone industrial não são acompanhadas de políticas que permitam o acesso menos custoso e constrange- dor de travestis e transexuais aos serviços de saúde quando buscam a cirurgia para implantar próteses de silicone. A redu- ção de danos funcionaria apenas como mais uma medida paliativa no cuidado da saúde das travestis e transexuais do que uma verdadeira garantia de acesso à saúde.
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A experiência de gravidez, parto e pós-parto das imigrantes bolivianas e seus desencontros...

A experiência de gravidez, parto e pós-parto das imigrantes bolivianas e seus desencontros...

Sara, 28 anos. Chegou há nove meses a São Paulo grávida de quatro meses. Durante a conversa nota-se a mistura de espanhol e aimará. Teve gêmeos. Recorreu ao posto de saúde para o pré-natal quando estava com cinco meses de gravidez, acompanhada de sua tia, depois só foi mais uma vez, sozinha. Ela tinha vergonha porque não entendia nem falava o português. Ficou assustada pela amostra de sangue que tiraram de seu braço, pensava que ia morrer. Duas vezes fizeram ultrassom e na segunda vez ficou sabendo que era “menino” (só um bebê). Estava feliz porque ia ganhar bebê e havia planejado permanecer no Brasil. Só ficaram sabendo que era uma gravidez gêmea na hora do parto. Seu parto foi por cesárea, ela não queria, mas no final aceitou. O pai dos gêmeos (nas conversas pelo telefone com o tio e a irmã de Sara) falou que não ia reconhecer os bebês. A sua experiência durante o parto foi de maus-tratos. Conta que “foi de toques vaginais dolorosos até parecia crucificada” e pela anestesia raquidiana, que só conseguiram colocar na terceira tentativa. Em casa, chora muito, porque já não consegue trabalhar e pergunta “que vou fazer agora sem dinheiro?”. Voltará para seu país. Aqui foi ajudada economicamente pelo seu tio e outros familiares.
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A FARRA D O BOI NA AMAZô NIA

A FARRA D O BOI NA AMAZô NIA

Nossas evidências ligam a cadeia contaminada de produtos amazônicos aos fornecedores de muitas marcas reconhecidas mundialmente, incluindo uma longa lista das chamadas empresas ‘Blue Chip’ (‘ações de primeira linha’): Adidas, BMW, Carrefour, EuroStar, Ford, Honda, Gucci, IKEA, Kraft, Nike, Tesco, Toyota, Wal-Mart. O setor público também está envolvido: nossas descobertas ligam a cadeia contaminada a fornecedores do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) 40 e a fornecedores no Oriente

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[Resenha a:] DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016 — Outubro Revista

[Resenha a:] DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016 — Outubro Revista

Angela Davis, militante negra, feminista e marxista, através de uma análise teórica crítica e consistente das múltiplas contradições que se expressam nas sociedades de classes, indica que uma política feminista verdadeiramente radical deve lutar contra todas as opressões, estabelecendo os nexos causais entre capitalismo, sexismo e racismo e combatendo toda forma de divisonismo que a desvie do seu caráter revolucionário.

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The universality and accessibility to SUS (Brazilian Public Health System): a glance at the young and homeless ‘garbage-diggers’ at the Federal District

The universality and accessibility to SUS (Brazilian Public Health System): a glance at the young and homeless ‘garbage-diggers’ at the Federal District

As razões para tal fenômeno são muitas e com- plexas, apresentando desde os problemas de saúde, de- semprego, falta de moradia, falta de creches, falência do sistema educacional, violência, até alcoolismo. Apesar da Constituição Brasileira, no seu artigo 196 afirmar que “a saúde é direito de todos e dever do Estado” (BRASIL, 1988), a população em situação de rua encontra gran- des dificuldades para ver isso garantido. No que se refe- re aos dados acerca dessa população, segundo pesquisa do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, estima-se 25 mil pessoas vivendo nas ruas das grandes cidades brasileiras (BRASIL, 2008a). Desse to- tal, 80% são homens entre 25 e 60 anos, sendo que cerca de 60% é de cor parda ou preta. No entanto, é fato a ine- xistência de dados censitários oficiais gerais e específicos sobre essa população que se encontra entre 15 e 25 anos.
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Política de planejamento familiar em João Pessoa - PB: análise das contradições existentes entre o discurso oficial e a prática.

Política de planejamento familiar em João Pessoa - PB: análise das contradições existentes entre o discurso oficial e a prática.

Principalmente na fala dos profissionais da assistência direta há um reconhecimento e uma insatisfação com a omissão do Estado, entretanto, p e r c e b e - s e p o s t e r i o r m e n t e , q u e a s s u a s preocupações estão centradas, sobretudo, no fornecimento dos métodos contraceptivos, como garantia de efetivação de tal política. Como veremos a seguir, afastam-se da noção da regulação da fertilidade como direito, para defendê-la como meio de solucionar problemas sociais, apoiados na perspectiva neomalthusiana. Sabe-se que Malthus, n a me di da e m qu e re l a c i o n o u c re s c i me n t o populacional e pobreza, no final do séc. XVIII, vinculou "entre si os dois processos de uma maneira especialmente grata aos interesses das classes dominantes, ao atribuir a expansão da miséria não a causas sociais e econômicas, mas a um fenômeno tão natural como o aumento da população" (SZMRECSANYI, 1982).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL LARA MARQUES GIORDANI

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL LARA MARQUES GIORDANI

A longevidade da população chama para a emergência de identificar fatores que assegurem uma qualidade de vida na velhice. Nesta perspectiva faz-se necessário a implementação de políticas públicas voltadas aos idosos, aonde se destaca a Lei Nº. 8.842/94 que estabeleceu a Política Nacional do Idoso (PNI), criando normas para os direitos sociais dos idosos, na tentativa de garantir autonomia, integração e participação efetiva em sociedade. Em Santa Catarina foi criado a Política Estadual do Idoso (PEI), Lei Nº. 11.436/00 tendo como princípios o respeito ao idoso, a garantia de participação social, política e cultural a este segmento. E em 2003 entra em vigor a Lei Federal Nº. 10.741/03 que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, definindo medidas de proteção às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Determinando obrigações às entidades assistenciais, estabelecendo penalidades para situações que desrespeitem aos idosos e atribuindo uma série de competências e responsabilidades ao Ministério Público. O Estatuto do Idoso estabelece em seu artigo 3º:
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EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente estudo analisou a implementação da Política Pública de Ensino Médio Integral em duas escolas estaduais de Pernambuco, sob o ponto de vista da gestão escolar e apresentou um Plano de Ação Educacional que poderá contribuir com a qualificação da referida política. Justifica-se a investigação considerando a experiência do autor no Programa de Educação Integral da Secretaria de Educação de Pernambuco, desde o início da sua implantação, em 2008, até o momento de realização desta pesquisa. Para o desenvolvimento da pesquisa, utilizou-se dentro da metodologia qualitativa o método de estudo de caso em duas escolas selecionadas para esta pesquisa. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com os gestores e três professores de cada escola, além da análise documental da Política Pública e de revisão bibliográfica sobre o Ensino Médio. Este trabalho tem a sua fundamentação teórica em autores como: Condé (2011) e Mainardes (2006), que fazem a discussão a respeito da implementação de Políticas Públicas; Costa (2000, 2008), Gadotti (2009), Cavaliere (2009) e Mota (2006), com referências sobre a Educação Integral; Lima (2011) acerca do planejamento estratégico desenvolvido; Lück (2009, 2010) sobre gestão escolar. Observou-se na análise que os resultados obtidos pelas escolas têm relação com a permanência de um único gestor durante o ciclo completo do Ensino Médio e com a transformação da unidade escolar em escola integral, necessitando de um processo de formação continuada permanente. Ao final, foi apresentado um Plano de Ação Educacional com propostas de direcionamentos que poderão ser adotados pela Secretaria de Educação e pelas escolas, em prol da qualificação da política em questão.
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Pela gestação de outras saúdes e incontáveis modos de ser/estar o mundo

Pela gestação de outras saúdes e incontáveis modos de ser/estar o mundo

Exercitar o pensamento é desnaturalizar a morte de mulheres/mães, aqui em especial as não-brancas, bem como a diferença significativa entre se declarar kaiowá e/ou douradense. Interesso-me por enxergar o cenário de barbárie, tomá-lo como intolerável no presente e almejo, de forma concomitante, conhecer as riquezas dos saberes e práticas tradicionais relacionados com a saúde como potência de resistência aos inúmeros modos de aprisionamento da vida. Kaiowá e Guarani 5 lutam contra o etnocentrismo, contra a escravidão de ontem e de hoje, pelo direito à terra e por uma vida digna; dignidade esta que só pode ser produzida a partir de sua cosmologia, dimensão em que estou empenhada em aprender e que, por enquanto, teço somente breves comentários.
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