Política Nacional do Idoso - PNI

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A vulnerabilidade do idoso em situações de desastres: necessidade de uma política de resiliência eficaz.

A vulnerabilidade do idoso em situações de desastres: necessidade de uma política de resiliência eficaz.

No Brasil, a primeira lei específica para assegurar os direitos da pessoa idosa foi a Política Nacional do Idoso, PNI (Lei nº 8.842 de 04 de janeiro de 1994), regulamentada posteriormente pelo Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), segundo o qual: “A família, a sociedade e o estado têm o dever de assegurar ao idoso todos os direitos da cidadania, garantindo sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade, bem-estar e o direito à vida” (art. 3º, inciso I). Por sua vez, a política do “envelhecimento ativo”, pro- posta pela Organização Mundial de Saúde, tem como pressuposto que envelhecer bem faz parte de uma construção coletiva que deve ser facilitada pelas políticas públicas e por oportunidades de acesso à saúde ao longo do curso de vida. Isso significa uma “otimização das oportunidades para a saúde, a participação e a segurança, visando melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas” (OMS, 2005).
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Sociabilidades respeitadas : A Participação dos idosos na implementação da política nacional do idoso no município de São Carlos -SP

Sociabilidades respeitadas : A Participação dos idosos na implementação da política nacional do idoso no município de São Carlos -SP

O presente trabalho consiste em um estudo sobre a implementação da Política Nacional do IdosoPNI, no município paulista de São Carlos, no período de 2003 a 2004. Procurou-se investigar como se efetivou a participação de técnicos e idosos na construção dessa Política localmente. Optou-se pela realização da avaliação qualitativa por essa possibilitar uma maior aproximação com os sujeitos da pesquisa, como também por permitir uma análise mais densa das relações sociais existentes nos grupos. Utilizam-se, outrossim, dados quantitativos para melhor referenciar a análise pretendida. Para isso, foi realizado um acompanhamento às entidades de representação de idosos no município e, de forma sistemática, nos grupos coordenados pelo órgão gestor responsável pela implementação municipal da PNI, ou seja, a Secretaria Municipal da Cidadania e Assistência Social, e o Conselho Municipal do Idoso em função da municipalização das políticas públicas de inclusão social dentre as quais se encontra a PNI, conforme estabelece a Constituição de 1988. Demonstrou-se que os idosos de São Carlos – SP ainda não se vêem como construtores da Política do Idoso no município e que esse é um processo lento, gradual mas, nesse caso, progressivo. Idosos percebem a PNI como direito coletivo de obrigação do Estado. Conclui-se que a participação dos idosos em grupos organizados tanto pela sociedade local como pelo órgão gestor dá-se inicialmente por razoes individuais e que a participação desses idosos, enquanto construtores de uma política pública que visa estabelecer e reforçar direitos de cidadania, passa sobretudo da universalização e internalização das informações com interação entre as diversas gerações.
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O encontro da política nacional da educação ambiental com a política nacional do idoso.

O encontro da política nacional da educação ambiental com a política nacional do idoso.

Neste artigo discutimos a possível convergência en- tre a Política Nacional da Educação Ambiental (PNEA) e a Política Nacional do Idoso (PNI). Apresentamos um quadro comparativo de semelhanças e contradições na aplicação dessas políticas por parte da Adminis- tração Pública. A análise das políticas indica possibi- lidades de trabalhos comunitários e institucionais em que o idoso tenha papel de relevância na sociedade a partir de suas experiências passadas e presentes, para contribuir com a conscientização de outras gerações sobre questões ambientais. Neste sentido, a proposta é ter o idoso – partindo de sua experiência acumulada – como eixo de um trabalho ambiental, que possa ofe- recer às outras gerações um caminho para mudar os conceitos internalizados sobre o que é preservar o meio ambiente, constituindo-se em uma perspectiva interdisciplinar de caráter inclusivo. Trabalhar essas duas políticas públicas concomitantemente é tornar mais clara e rápida a execução de práticas primordi- ais para a melhora da qualidade de vida individual, da qualidade do ambiente onde vivem e da qualidade das relações interpessoais.
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Relatório do Conselho Nacional do Idoso Gestão 2010-2012

Relatório do Conselho Nacional do Idoso Gestão 2010-2012

A participação no Eixo V teve como componentes os Presidentes e Vice- Presidentes dos Conselhos Estaduais do Idoso e do Distrito Federal; representantes do Fórum da Mulher Idosa; representantes do Fórum dos Gestores Estaduais da Política do Idoso; Diretoria do Fórum Nacional Permanente da Sociedade Civil e a Comissão Nacional de Articulação com Conselhos do Conselho Nacional do Idoso (CNDI), com o total de 42 participantes, e teve como finalidade: debater e avaliar a implementação da Política Nacional do Idoso (PNI) nos estados, na perspectiva dos Direitos Humanos; propor estratégias de monitoramento para efetivação das deliberações da 3ª CNDPI; avaliar a implementação das políticas públicas nos últimos dez anos, desde a criação do CNDI e a assinatura do Plano Madrid 2002. Neste encontro contou com a presença do convidado homenageado Dr. Papaléo Neto que permaneceu na qualidade de observador e ao final da primeira parte a conselheira Vera Nicia apresentou e enalteceu a sua valiosa presença neste Fórum, passando-lhe a palavra. Parabenizou os organizadores do evento, dizendo “estou aqui é mais para aprender com vocês, e este debate é o melhor que vocês estão apresentando, este é o caminho que vocês encontraram, e está certo”.
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A Política Nacional do Idoso: o Caso De vitória (1994-2004)

A Política Nacional do Idoso: o Caso De vitória (1994-2004)

Analisa a história das relações sociais das pessoas com 60 anos ou mais, no município de Vitória, por meio de uma análise dos efeitos da Política Nacional do Idoso (PNI) no comportamento do poder público e da sociedade para com esse contingente populacional no período compreendido entre 1994, ano da promulgação da referida política, até 2004. Utiliza a análise e a posterior confrontação entre si, de fontes documentais, bibliográficas e de entrevistas, através do estudo da história do presente com o auxílio da história oral. Resgata a construção de uma legislação que contempla o segmento idoso em uma sociedade fundamentada na cultura do efêmero, do imediatismo e da descartabilidade, onde a construção social da velhice leva à marginalização os indivíduos classificados como velhos. A PNI demonstra um avanço do poder público no sentido da legalização da importância da atenção à velhice, pois, a partir dela e de seus posteriores desdobramentos legislativos, e paralelamente às transformações econômicas, sociais e políticas na sociedade, instalou-se uma ambiência favorável para a releitura do significado de velhice. O município de Vitória, através de sua prefeitura, conta com programas de atenção à população idosa visando o seu acesso aos bens e serviços produzidos socialmente. A operacionalização desses programas sinaliza para o reconhecimento social desses indivíduos e a conseqüente promoção de sua auto-estima.
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Dez anos do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso

Dez anos do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso

Ou a Política do Idoso se parece com uma “batata quente” ou essa história reflete a dificuldade de implementação e efetivação da PNI que este ano completa 18 anos e repercute negativamente na visibilidade e na eficiência do próprio Conselho Nacional. A cada mudança, além da descontinuidade da gestão federal da Política Nacional do Idoso, que contraria as leis da administração pública e à revelia das manifestações contrárias do Conselho, o CNDI tem seu funcionamento prejudicado e a população idosa é penalizada. Ademais, dificuldades semelhantes se repetem nos Estados, Distrito Federal e municípios brasileiros, podendo a política do idoso ficar na área de Direitos Humanos ou em outra pasta responsável por política social ou de direitos específicos, como é o caso da Mulher, por exemplo, a depender da opinião do chefe do Executivo. Mais recentemente têm surgido Secretarias de Idosos, como é o caso do Distrito Federal. Porém, o que se observa é que a cada eleição muda a gestão, muda o gestor, muda a equipe de referência, o trabalho é descontinuado, e o conselho de idosos acompanha, sem, no entanto alterar as condições inadequadas de funcionamento e a falta de autonomia para exercer o seu papel de controle social.
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POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS

A consolidação do processo de revisão permanente da RENAME, ins- trumento básico de racionalização no âmbito do SUS, com atualização contí- nua, representa medida indispensável, haja vista que a seleção baseia-se nas prioridades nacionais de saúde, bem como na segurança, na eficácia terapêu- tica comprovada, na qualidade e na disponibilidade dos produtos. Esse proces- so, coordenado pela Secretaria de Políticas de Saúde, do Ministério da Saúde, será desenvolvido mediante a participação dos demais órgãos do Ministério – Secretaria de Vigilância Sanitária e Secretaria de Assistência à Saúde – e dos gestores estaduais e municipais, responsáveis pela implementação das ações que operacionalizam esta Política e de instituições científicas que atuam na área de medicamentos.
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A Política Nacional de alimentação e Nutrição e seu diálogo com a Política Nacional de Segurança alimentar e Nutricional.

A Política Nacional de alimentação e Nutrição e seu diálogo com a Política Nacional de Segurança alimentar e Nutricional.

Alimentação e Nutrição (PNAN) e discussão do seu papel enquanto interlocutora entre o Siste- ma Único de Saúde (SUS) e a Política e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Está organizado em quatro sessões, além desta introdução: a primeira trata sobre a interdependência entre os direitos à saúde e ali- mentação; a segunda sessão aborda o diálogo entre a Política Nacional de Alimentação e Nutri- ção (PNAN) e a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), apresentando as agendas de alimentação e nutrição e de outras áreas do SUS, que compõe as prioridades do I Plano Nacional de SAN; a terceira sessão aborda os mecanismos de governança do SISAN no âm- bito do Governo Federal, que permitem a parti- cipação do SUS em sua gestão intersetorial; e a última sessão apresenta as considerações acerca dos desafios da gestão intersetorial.
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a Política Nacional para os Recursos do Mar

a Política Nacional para os Recursos do Mar

Sabe-se que a determinação dos níveis ótimos de captura exige o conhecim ento das diversas es­ pécies marinhas, dos seus hábitos m igratórios e de sua reprodução, ao mesmo tem po que[r]

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A política ambiental e a defesa nacional

A política ambiental e a defesa nacional

O CMSM já recebeu, por três vezes, o Prémio Defesa Nacional e Ambiente, respetivamente, nos anos 1996, 1998 e 2003. O último prémio foi recebido pela aplicação de um Sistema de Gestão Ambiental, iniciado em 2001, que pretende promover a proteção ambiental e integrar a componente ecológica nas atividades militares. Foi este projeto que esteve na base da sua Certificação Ambiental, aprovada em 2004, de acordo com a Norma Portuguesa ISO 14001, atribuída pela APCER. O CMSM é um exemplo raro de boas práticas ambientais. Após os treinos militares, a lavagem dos carros de combate é já uma rotina em Santa Margarida. O campo tem 1500 viaturas, 800 das quais blindadas que são lavadas antes de entrarem no parque (figura 6).
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POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO

POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO

A Política Nacional de Trânsito manifesta, por meio dos seus objetivos e diretrizes, o anseio de toda a sociedade brasileira na reversão de um quadro alarmante de violência no trânsito, representada por um alto índice de acidentalidade e mortes, especialmente entre a população mais jovem. O texto da Política Nacional de Trânsito, ora apresentado ao país, resulta de um amplo processo de discussão nacional em que participaram entes dos três níveis de governo, órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito, organizações da sociedade civil, organizações não governa- mentais e cidadãos e cidadãs. O documento preliminar foi debatido em audiências públicas em todas as unidades da federação, em reuniões das Câmaras Temáticas, no Fórum Consultivo, no Comitê Interministerial de Trânsito, no Conselho das Cidades, além de exposto ao público em geral na página de Internet do DENATRAN, finalmente aprovado pelo CONTRAN em 15 de setembro de 2004.
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Política energética/segurança nacional

Política energética/segurança nacional

ter em conta, permanentemente, o carácter conjuntural dos cenários socio- económicos que envolvem o mundo de hoje, o que implica que todosús países tenham, forçosam[r]

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Política nacional de promoção da saúde

Política nacional de promoção da saúde

Considerando que a alimentação no ambiente escolar pode e deve ter função pedagógica, devendo estar inserida no contexto curricular, resolvem: Art. 1º Instituir as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas de educação infantil, fundamental e nível médio das redes pública e privada, em âmbito nacional, favorecendo o desenvolvimento de ações que promovam e garantam a adoção de práticas alimentares mais saudáveis no ambiente escolar. Art. 2º Reconhecer que a alimentação saudável deve ser entendida como

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A política nacional do menor

A política nacional do menor

Quando há uma quebra nessa relação, é que esse me- nor é apanhado pelo policial, seja por que ele não quer mais pagar, o que em São Paulo se chama "pagar pau", para o policial, s[r]

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Política nacional de promoção da saúde

Política nacional de promoção da saúde

Considerando que a alimentação no ambiente escolar pode e deve ter função pedagógica, devendo estar inserida no contexto curricular, resolvem: Art. 1º Instituir as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas de educação infantil, fundamental e nível médio das redes pública e privada, em âmbito nacional, favorecendo o desenvolvimento de ações que promovam e garantam a adoção de práticas alimentares mais saudáveis no ambiente escolar. Art. 2º Reconhecer que a alimentação saudável deve ser entendida como

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A Política Nacional de Promoção da Saúde: texto e contexto de uma política.

A Política Nacional de Promoção da Saúde: texto e contexto de uma política.

A discussão da política avançou e a promo- ção da saúde apareceu em documentos e po- líticas editadas a partir de então. Ressalte-se que o período compreendido entre meados de 2005 e final de 2006 foi marcado por um longo período de transitoriedade no MS. Houve, por um lado, continuidade e a institucionalização de diversas políticas, editadas por secretarias diferentes, mas também ocorreu a falta de integração e contradições entre as diretrizes das políticas, o que refletiu especificamente no entendimento do conceito de promoção da saúde empregado. Um bom exemplo dessas contradições e dificuldades para interação das áreas e secretarias do MS se expressam nos documentos do Pacto pela Saúde e na Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). No Pacto, a promoção da saúde apresentou-se focada em ações restritivas, na perspectiva de ‘internali- zar a responsabilidade individual’ na prática de atividade física, combate ao tabagismo e alimentação saudável (BRASIL, 2006) , na PNAB, a
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A Guarda Nacional Republicana no apoio ao idoso no concelho de São Brás de Alportel

A Guarda Nacional Republicana no apoio ao idoso no concelho de São Brás de Alportel

O acesso à informação revela-se uma espada de dois gumes. A televisão é a única companhia daqueles que não tem familiares ou amigos. Porém, quando à noite se isolam em suas casas e assistem ao noticiário, são bombardeados com crimes e violência que contribuem para agravar o seu sentimento de insegurança (Simão, 2009). Por outro lado, encontramos muitos idosos que, por condicionalismos próprios do tempo em que foram jovens, revelam um grau de escolaridade baixo ou mesmo nulo, não sabendo ler nem escrever (Costa J., 2007). Assim, têm dificuldades em compreender mecanismos sociais e são facilmente burlados. O receio de confiar noutras pessoas aumenta, levando-os a isolar- se em suas casas; mas, ao invés de se protegerem, tornam-se ainda mais vulneráveis. O facto de um idoso viver isolado pode dificultar a deteção de um caso preocupante por parte da polícia e, em casos extremos, pode mesmo ser o rastilho para o suicídio. Em Portugal, neste momento, 60% dos idosos vivem sós ou exclusivamente na companhia de pessoas idosas, constituindo Lisboa, Alentejo e Algarve as maiores percentagens (INE, 2012 a).
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TRANSFERÊNCIA DE POLÍTICA: DO PROTOCOLO DE CARTAGENA À POLÍTICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA

TRANSFERÊNCIA DE POLÍTICA: DO PROTOCOLO DE CARTAGENA À POLÍTICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA

A primeira lei de biossegurança do Brasil - Lei nº 8.794/95 de 5 de janeiro de 1995 - (sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso), foi formulada com base no princípio da precaução. Esta lei regulava a manipulação e uso dos OGM, estabelecendo as normas de pesquisa para contenção, experimentação em campo, transporte, importação, produção, armazenamento e comercialização. Sendo assim, todo produto contendo OGM destinados à comercialização ou industrialização, oriundos de outros países, só poderiam ser introduzidos no Brasil após o parecer prévio da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e a autorização do órgão de fiscalização competente, mediante também da consideração de pareceres técnicos, quando disponíveis, de outros países. Cabia, neste caso, às organizações públicas e privadas (nacionais e/ou internacionais), financiadoras ou patrocinadoras de atividades/projetos com OGM no território brasileiro a apresentação do Certificado de Qualidade em Biossegurança (BRASIL, 1995).
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POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

II - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde e[r]

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POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

16- Esta Política deve contemplar todos os trabalhadores priorizando, entretanto, os grupos em situação de maior vulnerabilidade, como aqueles inseridos em atividades ou em relações informais e precárias de trabalho, em atividades de maior risco para a saúde, submetidos a formas nocivas de discriminação, ou ao trabalho infantil, na perspectiva de superar desigualdades sociais e de saúde e de buscar a equidade na atenção. Grupos vulneráveis devem ser identificados e definidos a partir da análise da situação de saúde local e regional e da discussão com a comunidade, trabalhadores e outros atores sociais de interesse à saúde dos trabalhadores. As intervenções propostas devem considerar fundamentos éticos, o respeito à dignidade das pessoas e às suas especificidades e singularidades culturais e sociais e a promoção do trabalho decente.
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