Políticas de comunicação

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Saber militante: teoria e crítica nas políticas de comunicação do Brasil

Saber militante: teoria e crítica nas políticas de comunicação do Brasil

no referido grupo, durante o XXXIV Congresso da entidade, em 2012. Capítulos que, de certa forma, são representativos das temáticas centrais do campo, conforme se pode constatar no próprio mapeamento. A exceção fica por conta do segundo capítulo, de autoria de Elen Geraldes e Janara Sousa, cujo tema é o emprego do método comparativo na pesquisa de políticas de comunicação. Geraldes e Sousa, não obstante escreverem sobre um método específico, iluminam, em seu texto, aquele que é, no meu entendimento, o principal desafio do estudo e pesquisa das políticas de comunicação hoje, como tem sido há muito tempo: o método em sentido lato, e, em decorrência, as metodologias e suas técnicas de apreensão e explicação da rea- lidade do campo. E aqui os textos de Brittes, Geraldes e Sousa dialogam em muita sintonia, mesmo que não tenha sido esta a intenção original das autoras. O fato de os estudos e pesquisas sobre políticas de comunicação, como é, aliás, típico de toda pesquisa social crítica, ter estado constantemente associado ao chamado saber militante, fez com que, muitas vezes, ou negli- genciássemos o rigor do método em troca pelo pretendido ati- vismo dos resultados, ou, pretendendo ser metodologicamente rigorosos, nos tornássemos caudatários de correntes teórico- -metodológicas estabelecidas, em especial da economia políti- ca. No caso da economia política, chegou-se, muitas vezes, até com a melhor das intenções científicas, nela subsumir muito da riqueza empírica dos estudos e pesquisas de políticas.
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Políticas de comunicação, democracia :: Brapci ::

Políticas de comunicação, democracia :: Brapci ::

Os artigos que compõem este suplemento abordam temas relacionados às políticas de comunicação, compreendidas, por diferentes ângulos e perspectivas, como ações formuladas no âmbito do Estado – com participação, ou não, da sociedade civil – que determinam ou orientam a criação, a produção, a difusão e o consumo de produtos culturais e comunicativos (Bustamante, 2005). Os temas em questão estiveram no centro do debate da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em 2009. Seus autores são pesquisadores dos campos da comunicação e da saúde coletiva, e representantes de entidades da sociedade civil, com amplo conhecimento e envolvimento neste debate.
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O demônio nos "paraísos artificiais": considerações sobre as políticas de comunicação para a saúde relacionadas ao consumo de drogas.

O demônio nos "paraísos artificiais": considerações sobre as políticas de comunicação para a saúde relacionadas ao consumo de drogas.

O fenômeno do consumo de drogas na sociedade contemporânea é tema de amplas discussões. No que diz respeito às políticas de comunicação para a saúde no Brasil, há uma gritante desconsideração das dimensões constitutivas deste fenômeno. Disto decorre que as condutas relacionadas à prevenção ao consumo de drogas envolvam esse consumo em significações marginais que, longe de propiciar uma sensibilidade para mudanças de comportamento, geram preconceito e segregação em relação ao usuário. Isto pode ser observado nas campanhas de prevenção — governamentais e não governamentais — ao uso de drogas lícitas e ilícitas, que são parte dessas políticas de comunicação. Compreender, portanto, como o fenômeno do consumo de drogas alcança
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Políticas de comunicação, governo Lula e TV digital

Políticas de comunicação, governo Lula e TV digital

O Brasil não dispõe de um marco regulamentar coerente, previamente debatido, planejado e construído, visando à universalização do acesso ao meio, em coerência com os interesses da maioria da população e em conjunto com as diversas organizações representativas da heterogeneidade do país, a partir de metas econômicas, políticas e culturais, de curto, médio e longo prazo. “Como corolário, à ampliação do número de agentes e produtos televisuais à disposição dos consumidores, não tem correspondido, historicamente, uma maior diversidade econômica e cultural quanto ao acesso, programação e gestão de companhias comunicacionais” (BOLAÑO; BRITTOS, 2004, p. 46). Ainda está em aberto a resolução no país da questão da produção local e independente, base da competitividade sistêmica e que no Brasil tem sido relegada, há tempos, a espaços mínimos ou horários totalmente ingratos, em especial por parte das grandes redes.
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Territórios, globalização, tecnologias e identidades: uma perspectiva crítica das políticas culturais e comunicativas

Territórios, globalização, tecnologias e identidades: uma perspectiva crítica das políticas culturais e comunicativas

aqueles reunidos na Ulepicc (União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura). Os questionamentos acenam com desconfiança para a originalidade do “conceito”. O que há de novo no cenário das indústrias criativas? A mercantilização do processo de criação suplanta as contradições e limitações do conceito de indústria cultural? Qual a razão política e econômica para o engajamento dos organismos multilaterais como UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) com vistas à formulação de políticas e a produção de mapeamentos sobre a economia criativa? A revisão das políticas de comunicação no eixo norte-sul, dos mecanismos de dependência cultural entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento e a premência de políticas nacionais de comunicação, encorajadas pelo relatório Macbride foram sobrepujadas pela mundialização dos mercados?
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Mídia e políticas públicas de comunicação

Mídia e políticas públicas de comunicação

Será que a imprensa brasileira, enquanto uma das guardiãs da democracia, vem conseguindo abordar de forma objetiva questões relacionadas aos seus próprios deveres e responsabilidades? De que maneira e em que medida as empresas do setor priorizam informar seus públicos sobre os temas que dizem respeito ao universo das comunicações? Procurando desvendar algumas das possíveis res- postas a tais questionamentos, a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e a Fundação Ford elaboraram um estudo inédito, que procura enfocar o tratamento editorial dispensado aos temas das Políticas Públicas de Comuni- cação por 53 jornais impressos (representando todos os estados brasileiros) e por quatro revistas de circulação nacional. A pesquisa analisou uma amostra de 1.184 textos jornalísticos, publicados entre 2003 e 2005, que traziam conteúdos relacionados ao foco temático principal (os principais resultados do estudo, bem como informações sobre a metodologia utilizada, estão descritos na página 18). Mesmo estando centrado na radiografia da atuação de apenas um dos atores do cenário comunicacional – a imprensa –, o presente trabalho possibilita revelar as diferentes óticas e abordagens construídas pela mídia em relação ao seu pró- prio campo de atuação. Move esse esforço investigativo a percepção de que as políticas de comunicação somente passarão a fazer parte, de maneira mais am- pla e efetiva do jogo político nacional se – e quando – vierem a integrar, com um mínimo de transparência e imparcialidade, a própria agenda jornalística.
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Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun.  vol.40 número3

Intercom, Rev. Bras. Ciênc. Comun. vol.40 número3

dinâmica, com trabalhos relevantes que necessitam ser divulgados em nível internacional, em especial no mercado anglo-saxônico. Estamos colaborando com universidades e autores brasileiros nesse sentido. adicionalmente, existem relações emocionais: o Brasil é meu segundo país, se é que posso fazer esta apropriação abusiva... É preciso considerar também que a migração para o digital facilita processos de internacionalização na área da edição e indústrias criativas. São transformações que suscitam alterações nas dinâmicas do mercado, nos hábitos de consumo inluenciados pelo aparecimento de gadgets tecnológicos. Este cenário determina a prioridade dos investimentos nos vários níveis da cadeia de valor da edição: processo produtivo e editorial; transformação e desmaterialização do produto; comercialização em formatos digitais; marketing e comunicação internacional dos produtos e serviços; gestão e relação com clientes. trata-se de uma atividade com crescente importância da base tecnológica que requer acordos com parceiros em nível internacional, especialmente no Brasil. Hoje é possível produzir livros em condições de preço muito favoráveis ao leitor, sem necessidade de imprimir grandes quantidades porque os livros podem icar à venda, disponíveis por encomenda – o impresso chega em um tempo relativamente curto à casa do leitor ou de imediato via versão digital. No Brasil a distribuição e venda é feita pela Disal, que também possui livrarias. ao se posicionar no mercado editorial das ciências da comunicação e das indústrias criativas, a Media XXI contribui para a valorização do capital intelectual, cientíico e técnico dos autores e centros de investigação e para gerar valor econômico e social para a sociedade, particularmente a comunidade cientíica. Atualmente a Media XXI é uma das editoras que mais publicam livros na área das ciências da comunicação porque faz isso em vários idiomas, com predomínio do português, espanhol e inglês. Para tanto, conta com uma rede de colaboradores constituída por professores, pesquisadores e especialistas que ajudam a identiicar autores e avaliar conteúdos. Parte desta rede também colaborou no lançamento da revista cientíica Journal of Creative Industries and Cultural Studies – JOCIS, formando um comitê editorial internacional que ajuda a qualiicar o trabalho.
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A comunicação como ferramenta de gestão tecnológica da universidade pública : as agências de inovação

A comunicação como ferramenta de gestão tecnológica da universidade pública : as agências de inovação

Os contatos com as Agências visaram identificar ações de nível estratégico, tático e operacional. Para tanto, a coleta das informações foi feita por meio de entrevistas estruturadas com os dirigentes da instância máxima da Agência, em geral coordenadores ou diretores-executivos, e com os responsáveis pelas assessorias de comunicação ou de imprensa. As perguntas direcionadas para os primeiros procuraram- se identificar a visão da comunicação de cada Agência, seus públicos, objetivos e suas políticas. Foram estudadas também estruturas, recursos e indicadores de desempenho, buscando entendimento na comunicação no nível estratégico. Já em nível tático e operacional, a entrevista com os assessores objetivou-se a diversidade de canais, tecnologias, ferramentas e mídias, além de suas principais características. As questões visaram também agrupar informações de caráter opinativo tanto dos dirigentes como dos assessores. O objetivo foi avaliar, de forma mais geral e menos comparativa, a visão dos profissionais atuantes na questão da inovação sobre o panorama atual, dificuldades e tendências.
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A importância do uso da internet sob o viés da promoção interativa na educação em tempos de pandemia  / The importante of internet use under the bias of interactive promotion in pandemic-time education

A importância do uso da internet sob o viés da promoção interativa na educação em tempos de pandemia / The importante of internet use under the bias of interactive promotion in pandemic-time education

Para a educação, a internet pode ser considerada a mais completa, abrangente e complexa ferramenta de aprendizado do mundo. É possível, através dela, localizar fontes de informação que, virtualmente, habilitam os internautas a estudar diferentes áreas do conhecimento (GARCIA, 2010). No âmbito da saúde, Frossard; Dias (2016) salientam que a internet permite, também, que doentes/familiares exponham entre pares suas próprias experiências, permitindo a produção de um conhecimento até então ausente das políticas públicas e pesquisas.

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A "aprendizagem personalizada" e as transformações na profissão de professor: reflexões a partir do caso dos Estados Unidos da América

A "aprendizagem personalizada" e as transformações na profissão de professor: reflexões a partir do caso dos Estados Unidos da América

-se numa corrente global que influencia fortemente as políticas educativas na generalidade dos países, entre os quais Portugal.. Nesta comunicação pretendo apresentar uma análise sobre o caso dos EUA nesta vertente de mudança. Em tal análise dar-se-á ênfase ao facto de esta mudança ter na sua base fortes interesses de empresas e grupos económicos e financeiros actuando na área das indústrias educativas, os quais têm actualmente uma influência determinante no desenho das políticas educativas deste país.

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DOSSIER: BY SLAVES AND FREED PEOPLE Uma grande diferença

DOSSIER: BY SLAVES AND FREED PEOPLE Uma grande diferença

Em segundo lugar, ele traz para o centro da investigação os sujeitos his- tóricos. Tal preocupação já estava presente nas propostas de Bloch ([1949]2001) e Febvre ([1941]1989) e ganhou força na segunda metade do século XX. Mais que contrapor a experiência dos homens comuns à dos grandes chefes políticos e militares, ou focalizar grupos sociais definidos de modo abrangente e gené- rico, a análise que destaca a atuação dos sujeitos consegue captar com maior eficiência a rede de relações sociais, políticas, econômicas e culturais que for- matou o que chamamos de história – e, para o que nos interessa aqui, de “es- cravidão” ou de “liberdade”. Tais fenômenos ganham consistência e gradação quando examinados do ponto de vista de comerciantes de grosso e pequeno trato, senhores de grandes e reduzidas escravarias, cativos africanos ou nasci- dos no Brasil, libertos que foram alforriados gratuita ou onerosamente, traba- lhadores livres ou libertos. Há dilemas que foram particularmente importantes para as mulheres, outros para os homens; o modo como alguém era tratado dependia da tonalidade da cor de sua pele, que podia combinar-se com outras características pessoais ou sociais; estar na cidade ou numa fazenda fazia dife- rença – esses e muitos outros aspectos, enfeixados nas circunstâncias particu- lares das trajetórias individuais, dão concretude e elasticidade aos conceitos e interpretações que construímos. Ao escutar essa pluralidade de vozes e obser- var interesses e modos de ver e agir nem sempre coincidentes, os historiadores podem entender melhor o passado. Um conhecimento assim produzido torna a história menos lógica e racional – e mais humana.
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O desafio da inclusão digital.

O desafio da inclusão digital.

Nesta comunicação, apresentamos notas de trabalho no processo de reflexão sobre ações para inclusão digital que desenvolvemos na linha de pesquisa: Configurações Sociais e Políticas da Informação, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação – Convênio Ministério da Ciência e Informação, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Universidade Federal Fluminense (MCT/IBICT-UFF). Destas notas constam, principalmente, um quadro de referência e a perspectiva teórica que orientam nossa abordagem, bem como nossa visão do papel dos profissionais da informação frente ao desafio social e tecnológico criado pela “brecha digital”. Atualmente, trabalhamos na proposição de um modelo participativo que possa ser aplicado em ações de inclusão digital em comunidades, e oportunamente comunicaremos os avanços na pesquisa.
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Palavras-chave: comunicação e saúde; indicadores de morbimortalidade; saúde pública; meios de

Palavras-chave: comunicação e saúde; indicadores de morbimortalidade; saúde pública; meios de

El estudio tiene como objetivo desarrollar criterios de prioridades potenciales para la comunicación y salud (‘valor-salud’), a partir del análisis de políticas públicas y de los datos de morbilidad y mortalidad del Espírito Santo (ES, Brasil). Una investigación documental se llevó a cabo, con datos de 2011 y 2012. Estos datos fueron recogidos en documentos acerca de las prioridades políticas estatales y en sistemas de información en salud, y clasificados en función de criterios decrecientes de causas de la mortalidad, la morbilidad y notificación, y también de la coincidencia de la enfermedad en más de una política seleccionada. El ‘valor-salud’ evidencia las condiciones mórbidas idealmente prioritarias para la agenda de los medios de comunicación del ES: cardiopatía isquémica, enfermedad cerebrovascular, neumonía, neoplasias, tuberculosis, lepra, esquistosomiasis y el dengue. Pone de relieve la persistencia de enfermedades relacionadas con las malas condiciones sanitarias, y también de la sífilis en mujeres embarazadas, el sida, la diabetes y la tos ferina. Por lo tanto, el ‘valor-salud’ actúa como un criterio relevante de divulgación y publicación en los medios de comunicación de problemas públicos con el fin de estimular debates en la sociedad.
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o contexto da comunicação extensiva   network in gonance public policy: the context of extensive communication :: Brapci ::

o contexto da comunicação extensiva network in gonance public policy: the context of extensive communication :: Brapci ::

A Rede Sociotécnica é transdisciplinar, na medida em que a produção, reprodução e difusão de conhecimentos são heterogêneas, mas amplamente acessíveis aos seus integrantes. Suas tênues fronteiras fazem convergir uma multiplicidade de competências e experiências complexas (SILVA, 2003). Em sendo relacional, é também estruturalmente condicionada, na medida em que é constituída por indivíduos ou grupos socialmente posicionados. As interconexões entre indivíduos, seus agrupamentos e comunicação merecem a devida ênfase, para se compreender a inserção social e a distribuição do poder – ao atuar nesta trama, cada indivíduo estabelece vínculos com outros, e a intersecção de seus interesses é amálgama suficiente para identificá-los não apenas como grupos, mas sim como uma rede social (CASTELLS, 2002).
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O desenvolvimento e o futuro da educação a distância no Brasil

O desenvolvimento e o futuro da educação a distância no Brasil

Apresenta-se uma análise acerca do desenvolvimento da educação a distância no Brasil (EaD) a partir dos anos 2000, bem como suas perspectivas futuras. Consideram-se aspectos relacionados ao contexto da EaD no âmbito das políticas públicas sociais e as tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação superior. São feitas referências teóricas contextualizadas nesse período. A hipótese que fundamenta essa contribuição é que a aposta nas TICs, ao mesmo tempo em que agrega modernidade, também torna nebulosa a diferença entre as possibilidades da EaD no ensino superior e as formas como é desenvolvida. Todo esse contexto predispõe a uma mudança de paradigma capaz de dar novo impulso à modalidade a distância, que se encontra nos modelos e experiências-padrões. Conclui-se que as políticas educacionais criadas para o desenvolvimento da educação a distância até o momento não trouxeram mudanças significativas para o processo de ensino-aprendizagem, a fim de melhorar a qualidade do ensino superior no Brasil. Entretanto, alguns pressupostos podem ampliar e melhorar o uso pedagógico das TICs na educação, a saber: a) a EaD como parte das políticas educacionais de corte social; b) a necessidade de arranjos pedagógicos diferenciados para a integração das TICs no ensino; c) as limitações da modalidade a distância tendo em vista as exigências de formação de certas áreas do conhecimento, cursos e carreira; d) o pleno acesso às TICs por toda a sociedade favorecendo a melhoria da qualidade de vida de todos.
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Comunicação pública do Ministério da Saúde no Facebook: uma análise das campanhas contra o Aedes aegypti no 'verão do Zika'

Comunicação pública do Ministério da Saúde no Facebook: uma análise das campanhas contra o Aedes aegypti no 'verão do Zika'

interesse público não reconhece como legítimo o patrimonialismo e o personalismo nas ações e nas políticas adotadas pelo Estado. No que tange, mais exatamente, à comunicação e saúde (conforme será possível perceber nas categorias analíticas discutidas na metodologia do trabalho aqui apresentado), a comunicação de interesse público está associada àquelas ações que contribuem para que as políticas de saúde sejam mais bem executadas, que o acesso aos serviços públicos seja facilitado e que as ameaças ao bem-estar da população sejam mitigadas – além de contribuírem com valores democráticos a exemplo de transparência, accountability, participação e promoção de direitos 25 .
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O papel da Defensoria Pública na tutela dos direitos fundamentais dos necessitados e na consolidação da cidadania

O papel da Defensoria Pública na tutela dos direitos fundamentais dos necessitados e na consolidação da cidadania

Neste quadro a Defensoria Pública pode instalar ou participar de canais de comunicação e divulgação de direitos humanos; prestar esclarecimentos sobre as políticas públicas de redução das diferenças e das desigualdades sociais; denunciar as omissões e graves violações contra os direitos humanos; contribuir com os programas dos Conselhos Municipais (idoso, criança e adolescente, saúde, pessoas com deficiência e drogas), ou postular sua criação à sociedade civil nos municípios onde inexistem; promover cursos de capacitação na defesa dos direitos humanos e da cidadania; estimular o debate sobre o direito e reorganização de minorias e grupos vulneráveis; colaborar na elaboração de estatutos ou na estruturação de organizações de associações civis de defesa dos direitos de minorias e de grupos vulneráveis; incentivar e participar da mobilização política de minorias e grupos vulneráveis; elaborar ou estimular campanhas de prevenção contra violação de direitos; auxiliar, incentivar e participar da criação de comissões específicas constituídas pela sociedade civil organizada com o fim de debater, fiscalizar e postular medidas de proteção aos direitos humanos junto dos Poderes Públicos; através de parcerias, estender seus projetos às escolas da rede pública, estabelecimentos penitenciários, associações, comunidades e igrejas.
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Versão corrigida e melhorada após a sua defesa pública

Versão corrigida e melhorada após a sua defesa pública

comunicação social tiveram de se adaptar a novos públicos. E as universidades têm um papel fulcral no sentido em adaptar os alunos também a saberem lidar com isso. Quer queiramos quer não, as redes sociais e a Internet vieram trazer uma mudança gigante e hoje em dia nós temos de comunicar sobretudo para públicos-alvo específicos. Eu sei que no JPN o público-alvo é muito diferente do público-alvo que eu tenho na RTP e isso obriga-me a ter uma linguagem diferente, obriga-me a ter uma atenção redobrada aos conteúdos ligados à universidade, porque é isso mesmo que é o JPN. Obriga-me a pensar o que é que um jovem quer ver num meio de comunicação social. Acima de tudo é uma escola que nos faz estar atentos a essa reinvenção que é obrigatória porque a sociedade evoluiu e depois procurar essas novas formas de comunicação. Como é que nós podemos chegar às pessoas sempre com este cuidado, de forma isenta, de forma rigorosa, mas como é que nós podemos chegar com novas linguagens, como é que podemos ser mais cativantes? E é por isso que vai surgindo o online, porque as pessoas que querem estar informadas muito provavelmente não ligam a televisão numa primeira instância – abrem um site. Provavelmente a fotogaleria ganhou uma dimensão importante nos últimos anos. Para além da fotogaleria, o vídeo, porque as partilhas hoje em dia são de uma dimensão gigante. Nas redes sociais a partilha de um vídeo pode ter dimensões de facto muito grandes e é isso que o JPN nos ajuda a descobrir. Ou seja, transformar um simples texto em trabalho de multimédia. É um prazer descobri-lo e ao mesmo tempo mantemo-nos fiéis ao jornalismo e aos seus princípios, mas estando aptos para perceber que há novos caminhos. O JPN deu-nos isso, sem dúvida alguma. P – As rotinas produtivas do JPN diferem das do órgão de comunicação para o qual trabalhas?
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2 O conceito de comunidade e suas implicações para a comunicação comunitária

2 O conceito de comunidade e suas implicações para a comunicação comunitária

A comunicação comunitária é considerada uma das abordagens mais importantes do campo comunicacional. Atribui-se a ela não apenas a idéia de democratização dos meios, mas, sobretudo, como realizadora de práticas contrárias às tendências globalizan- tes do mercado em seus processos de exclusão social, econômica e cultural. Essa idéia, entretanto, é contestada quando se observa os limites impostos à comunicação comunitária, tanto pelas elites locais que a cooptam em seus sistemas de influência, quanto pelas pressões dos grandes conglomerados da comunicação. O objetivo desse trabalho é analisar criticamente o discurso da comunicação comunitária no contexto da atual economia política da comunicação. Resultante do processo histórico do capitalismo, a comunicação comunitária é aqui compreendida como produto ideológico, prática inscrita num campo de disputas sociais regida pelas forças que a tentam cooptar.
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Gestão de temas críticos e relacionamentos institucionais: um caso no Peru.

Gestão de temas críticos e relacionamentos institucionais: um caso no Peru.

O processo de redemocratização do Brasil, iniciado há mais de duas décadas, deu de volta ao Poder legislativo o papel predominante na formulação de políticas públicas. Com a diminuição acelerada da intervenção do Estado na órbita econômica, ocorrida no início da década de 90, o Congresso recuperou ainda mais o papel perdido para o Poder Executivo durante o regime militar, o que favoreceu a atividade de lobby e disseminou o seu conceito e aplicação no âmbito das relações governamentais. Ademais, a inserção brasileira no cenário mundial, por meio do crescente volume de trocas comerciais, investimentos estrangeiros diretos e investimentos de empresas brasileiras no exterior, trazem impacto direto na regulação e regime jurídico. A necessidade de uma legislação mais moderna e que atenda os interesses da sociedade produtiva faz com que as demandas de vários grupos impulsionem a promoção de reformas da sistemática legal. AMARAL (1997, p. 128).
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