Poliuretano de Mamona

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Composito de poliuretano de mamona e residuo industrial para isolacao termica e absorcao sonora

Composito de poliuretano de mamona e residuo industrial para isolacao termica e absorcao sonora

Entretanto, na figura 4.6, podemos verificar que a capacidade calorífica do compósito é superior, não somente ao poliuretano de mamona, como também ao poliuretano de petróleo e às fibras minerais. Esse fato demonstra que a inserção do resíduo beneficia o material composto desenvolvido, quando aumenta a quantidade de energia térmica necessária para a elevação da temperatura do material, motivando assim sua aplicação no isolamento térmico de dutos cuja função principal é exatamente combater eventuais alterações de temperatura ao longo do tubo. O tratamento superficial com NaOH contribuiu positivamente com essa propriedade promovendo o aumento da capacidade calorífica do compósito em até 50% devido, principalmente, a melhoria da adesão entre a matriz poliuretânica e o resíduo.
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Compósito de poliuretano de mamona e vermiculita para isolação térmica

Compósito de poliuretano de mamona e vermiculita para isolação térmica

Apresentam-se nesta pesquisa os resultados experimentais obtidos da análise de desempenho térmico do material compósito confeccionado a partir de uma matriz vegetal de poliuretano derivado do óleo de mamona e carga do argilo-mineral denominado vermiculita expandida. Corpos de provas nas proporções em massa de 10%, 15% e 20% foram fabricados para determinação das propriedades térmicas: condutividade (k), difusividade ( ) e capacidade calorífica (C), para efeito de comparação, também foram realizadas as medições de propriedades do poliuretano de mamona sem carga e também do poliuretano de petróleo (PU), Ambos já empregados em isolamento térmico. Placas de 0,25 m² dos materiais analisados foram fabricadas para uso como material de isolação em uma câmara de desempenho térmico de cobertura. Termopares foram distribuídos na superfície da cobertura, no interior dos materiais e no interior da câmara de teste e esta, por sua vez, foi submetida a aquecimento artificial, constituído por um banco de lâmpadas incandescentes de 3000 w. Os resultados obtidos com os materiais compósitos foram comparados com dados obtidos em ensaios idênticos realizados com a câmara isolada com: (a) poliuretano de petróleo (PU); (b) poliuretano de óleo de mamona; (c) lã de vidro; (d) lã de rocha. Testes de resistência ao calor foram realizados com esses compósitos, obtendo temperaturas limites de uso na faixa de 100ºC a 130 ºC. Com base na análise dos resultados de desempenho e propriedades térmicas, foi possível concluir que os compósitos de poliuretano de mamona com carga de vermiculita expandida apresentam comportamentos muito próximos daqueles exibidos pelos materiais de isolação comerciais.
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Aplicação de resíduo industrial para isolamento térmico: uma proposta para utilização do poliuretano de mamona com agregado de resíduo plástico termofixo

Aplicação de resíduo industrial para isolamento térmico: uma proposta para utilização do poliuretano de mamona com agregado de resíduo plástico termofixo

Diante do exposto observou-se a oportunidade do presente estudo. A pesquisa tem como objetivo analisar a capacidade de isolamento térmico do poliuretano de mamona (PU), utilizando-se uma carga de resíduo plástico termofixo proveniente de uma indústria de botões do Rio Grande do Norte. A possibilidade de se encontrar um produto com as características que o classifique como isolante térmico e com o diferencial de ser biodegradável, ser de origem vegetal e ter o apelo ambiental da utilização de um resíduo tóxico como agregado, incentivou o estudo da viabilidade técnico-científica desse material. Com o intuito de determinar a quantidade de resíduo acrescentada ao PU de mamona que trará melhores resultados, o presente trabalho definiu a preparação de corpos de prova nas proporções de 5%, 10%, 15% e 20% de resíduo em massa e, posteriormente, as medições das propriedades térmicas (condutividade – k, difusividade – α e capacidade calorífica – c p ) dos mesmos a
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Obtenção e caracterização de um compósito de poliuretano de mamona e pó de vidro para aplicações em insolantes térmicos

Obtenção e caracterização de um compósito de poliuretano de mamona e pó de vidro para aplicações em insolantes térmicos

O isolamento térmico é empregado na proteção de superfícies aquecidas ou resfriadas através de materiais de baixa condutividade térmica. As espumas rígidas de poliuretano de mamona (PURM) são utilizadas para o isolamento térmico e dependem do tipo e da concentração do agente de expansão. O vidro é um material isolante térmico reutilizável, retornável e reciclável, cujo tempo de dissipação do calor determina o grau de relaxação da sua estrutura e a viscosidade determina as condições de fusão, temperaturas de trabalho, recozimento, etc. A produção de compósitos de PURM com rejeito de pó de vidro (PV) representa ações econômicas e renováveis de fabricação de materiais isolantes térmicos. Baseado nestes aspectos, o trabalho objetivou a produção e caracterização de compósitos de PURM com PV 5, 10, 20, 30, 40 e 50 % em massa. A PURM foi obtida comercialmente, enquanto que o PV foi reaproveitado do rejeito do processo de lapidação de uma indústria vidreira, cujo processo de refino foi utilizado para se obter partículas micrométricas. Os compósitos de PURM + PV foram estudados levando-se em consideração o padrão de referência PURM pura e a influência do percentual de PV desta matriz. Os resultados das caracterizações químicas, físicas e morfológicas foram apresentadas e discutidas levando-se em consideração a diferença na morfologia estrutural dos compósitos do PURM e da PURM pura e os valores obtidos nos ensaios de massa específica, dureza, resistência à compressão, condutividade térmica, calor específico e difusividade térmica. Em geral, a estrutura da PURM pura apresentou poros regulares alongados e grandes, enquanto que os compósitos de PURM + PV apresentaram poros irregulares, pequenos e arredondados com presença de células disformes, o que pôde ter contribuído na redução de sua resistência mecânica, principalmente para a PURM-PV50. A dureza e a massa específica revelaram ter uma relação proporcional com o teor de PV na matriz de PURM. O calor específico, condutividade e difusividade térmica apresentaram relações proporcionais entre si. Assim, foi percebido que o aumento do teor de PV na matriz de PURM proporcionou um aumento da difusividade térmica e da condutividade térmica e a diminuição do calor específico. Contudo, os valores apresentados pelos compósitos de PURM foram similares aos valores da PURM pura, principalmente os compósitos PURM-PV5 e PURM-PV10. Portanto, estes compósitos podem ser aplicados como isolantes térmicos, além disto, o seu uso poderia reduzir os custos de fabricação e preservar o meio ambiente.
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Obtenção e caracterização de compósito a base de poliuretano de mamona e rejeito de telha visando aplicação como isolante térmico

Obtenção e caracterização de compósito a base de poliuretano de mamona e rejeito de telha visando aplicação como isolante térmico

Estudou-se um compósito a base de rejeito de telha e poliuretano de mamona, objetivando sua utilização como isolante térmico para o mercado consumidor. Na etapa experimental o rejeito de telha foi moído e peneirado à 200 mesh e caracterizado por fluorescência de raios-X (FRX), difração de raios-X ( DRX), Microscopia eletrônica de varredura (MeV) e granulometria a laser, para analisar os elementos constituintes, fases presentes, defeitos e tamanho do grão. Para a fabricação da espuma rígida do poliuretano de mamona puro, foram utilizados dois componentes poliméricos A e B (RESPAN-40) nas proporções de: 1 parte para componente A e 1,6 partes do componente B. Foram desenvolvidas seis formulações: FI, FII, FIII, FIV, FV e FVI (0%, 10%, 20%, 30%, 40%, e 50 % de rejeito de telha, respectivamente) para fabricação do compósito. As propriedades mecânicas foram determinadas através de ensaios de compressão e ensaio de dureza Shore A. As propriedades térmicas foram determinadas a partir de ensaios de condutividade térmica, calor específico, difusividade térmica. Os ensaios tecnológicos foram: Absorção de água, massa especifica e porosidade Os resultados morfológicos do compósito apresentaram aglomerados de poros fechados, o que pode ter contribuído para a redução da resistência e da massa específica mecânica, principalmente da formulação FVI. Percebeu-se que o aumento do teor de rejeito de telha na matriz do poliuretano não modificou as propriedades termofisicas do material. Contudo, o rejeito de telha contribuiu para diminuição da quantidade de poliuretano usado na fabricação de componentes térmicos. Os valores das propriedades apresentadas do compósito (rejeito de telha + poliuretano) foram similares nas formulações FIII, FIV e FV. O compósito obtido pode ser aplicado como isolante térmico, podendo contribuir na questão ambiental, por ser um material biodegradável devido à utilização do rejeito de telha como matéria prima e reduzindo custos de fabricação.
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ANÁLISE TÉRMICA DE UM ECO COMPÓSITO DE POLIURETANO DE MAMONA COM REJEITO DE MADEIRA.

ANÁLISE TÉRMICA DE UM ECO COMPÓSITO DE POLIURETANO DE MAMONA COM REJEITO DE MADEIRA.

Este trabalho tem como objetivo realizar uma análise comparativa entre materiais compósitos, cuja finalidade é para isolamento térmico, os mesmos foram confeccionados com matriz polimérica de poliuretano (PU) a base de mamona e como material de reforço utilizou madeira, esta em duas granulometrias distintas, na forma de pó e na forma de raspa, ambas as configurações do compósito, foram usados 20% do reforço. Após confecção dos corpos de provas, foram

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Aprimoramento do poliuretano a base de óleo de mamona na manufatura de Madeira Laminada...

Aprimoramento do poliuretano a base de óleo de mamona na manufatura de Madeira Laminada...

O objetivo do presente trabalho foi encontrar novas espécies para o segmento de Madeira Laminada Colada e substituir adesivos tradicionais que emitem compostos voláteis tidos na literatura como não amigáveis ao meio ambiente. Foram caracterizadas as espécies Hevea brasiliensis (Seringueira), C. maculata (Maculata) e C. lusitanica (Cupressus) e sintetizado um poliuretano à base de óleo de mamona, sem solventes e aditivos, que foi utilizado na fabricação de corpos de prova para ensaios de cisalhamento. A resistência ao cisalhamento paralela às fibras foi a variável trabalhada para caracterizar as espécies e validar o poliuretano. O processo de produção desse poliuretano iniciou-se com as sementes de mamona produzidas, seguiu na extração à frio do óleo que foi comparado com um óleo comercial e culminou na síntese do poliuretano. O óleo comercial possibilitou a obtenção do melhor poliuretano devido a sua pureza. Não foram encontradas diferenças na aplicação do poliuretano quando aplicados em uma ou nas duas faces de contato a serem unidas nos corpos de prova das três espécies, vantagem do poliuretano que representa redução de custo na MLC. O poliuretano de mamona produzido em laboratório com óleo comercial superou o adesivo resorcinol- formaldeído no que se refere à resistência ao cisalhamento da madeira de Cupressus e foi similar quando comparado à Seringueira. Seringueira e Cupressus mostraram-se aptas para a produção de madeira laminada colada, superando o Maculata em termos de qualidade mecânica.
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Estudo experimental do poliuretano de óleo de mamona (Ricinus communis) como substituto parcial do tendão calcâneo comum em coelhos (Oryctolagus cuniculus).

Estudo experimental do poliuretano de óleo de mamona (Ricinus communis) como substituto parcial do tendão calcâneo comum em coelhos (Oryctolagus cuniculus).

Com o objetivo de avaliar a eficiência da prótese de poliuretano de mamona como substituto parcial do tendão calcâneo comum, foram utilizadas 30 coelhas da raça Nova Zelândia, entre dois e três meses de idade e peso médio de 2kg. Após anestesia geral, o procedimento cirúrgico em ambos os membros constou de incisão caudo-lateral no sentido longitudinal do terço médio ao distal da tíbia e exposição do tendão calcâneo comum. Após a tenectomia do tendão do músculo gastrocnêmio, a prótese de poliuretano de cerca de 0,5cm de extensão por 0,5cm de diâmetro foi fixada aos cotos proximal e distal do tendão, empregando-se o fio de polipropileno monofilamentar 4-0, conforme técnica modificada de Kessler. A prótese de poliuretano na forma elastomérica revelou propriedades como textura e flexibilidade semelhantes à do tecido tendinoso, pode ser confeccionada na forma e no tamanho almejados e permite ser moldada, cortada e esterilizada por calor úmido. Todos os animais apoiaram os membros operados imediatamente após o retorno anestésico. Não se observaram sinais clínicos de infecção e não ocorreu deiscência de ferida. Percebeu-se aumento de volume local devido ao edema, evidente na primeira semana pós-cirúrgica, que gradualmente desapareceu . À palpação foi possível delimitar com facilidade a prótese que se conservou fixa no local e intacta. Clinicamente o poliuretano de mamona não induziu reação desfavorável que comprometesse a cicatrização tendínea, podendo ser indicado como substituto temporário de tendão.
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Caracterização do poliuretano derivado de óleo vegetal para confecção de dispositivo...

Caracterização do poliuretano derivado de óleo vegetal para confecção de dispositivo...

A biocompatibilidade da poliuretana derivada do óleo de mamona foi observada por alguns trabalhos científicos tais como, Ohara e colaboradores 17 que se estudou a biocompatibilidade do poliuretano derivado de óleo de mamona para implante em coelhos, Ignácio e colaboradores 18 a utilização da poliuretana da mamona nas formas compactas e porosas para preenchimento ósseo, Kuhnen 19 o comportamento citológico in vitro do poliuretano de mamona; Dontos 20 a biocompatibilidade do “fio lifting biológico” para implante facial, entre outros. Os resultados das pesquisas propiciaram o desenvolvimento de produtos que hoje estão disponíveis comercialmente. As poliuretanas do óleo de mamona podem ser obtidas com diferentes características, desde as mais flexíveis, como elastômeros, até as mais reticuladas, como a dos cimentos ósseos.
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Farelo de mamona tratado com óxido de cálcio, fornecido seco ou úmido para cordeiros

Farelo de mamona tratado com óxido de cálcio, fornecido seco ou úmido para cordeiros

17 Os ovinos foram alimentados com uma dieta contendo 60% de silagem de milho e 40% de concentrado (na base MS). Foram utilizados cinco tratamentos, que consistiram de dois níveis de substituição do farelo de soja (FS) pelo farelo de mamona (FM) tratado (50 e 100%) e duas formas de fornecimento do FM (seco ou úmido) e um tratamento controle (0% de FM), como se segue: 0% FM, 50 e 100% (FMTS), 50 e 100% (FMTU), na base da MS (Tabela 1). A mistura uréia + sulfato de amônio foi utilizada para ajustar o teor de proteína bruta (PB) das dietas em razão das diferenças no teor de PB dos alimentos protéicos. As dietas foram formuladas para serem isonitrogenadas, com 15% de PB (base da MS), de forma a atender as exigências nutricionais de um ovino com 20 kg de peso corporal e ganho médio diário de 200 g, segundo o NRC (2007).
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Remoção de corantes em efluentes têxteis utilizando espumas de poliuretano e resíduos de sementes de Mabea fistulifera Mart.

Remoção de corantes em efluentes têxteis utilizando espumas de poliuretano e resíduos de sementes de Mabea fistulifera Mart.

respectivamente. A adsorção utilizando as EPUs como adsorvente se mostrou efetiva nas soluções aquosas dos corantes DR80 e RB21, sendo aplicado o mesmo tratamento em amostras de efluentes fortificados com cada corante utilizado neste trabalho, alcançando uma porcentagem de adsorção em torno de 70% do corante RB21 e 94% do corante DR80. Também, foi testado para os experimentos em batelada, um tratamento combinado que engloba adsorção por espumas de poliuretano e coagulação com cloreto férrico, sendo realizado um planejamento estatístico, obtendo respostas em função da porcentagem de remoção dos corantes, sendo obtida uma remoção acima de 99% com esse tratamento para ambos os corantes. Ainda foram efetuados estudos em coluna preenchida com EPUs, sendo analisados fatores como as influências da vazão e da concentração inicial do corante, com posterior realização da otimização do experimento em leito fixo, através de um planejamento fatorial 2 2 composto
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Deficiência de boro em mamona.

Deficiência de boro em mamona.

Amostras de solo coletadas sob plantas deficientes tinham concentrações mais baixas de boro do que sob plantas normais.. Qs dados disponíveis e a semelhança com sintomas observados em [r]

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Biodegradação de poliuretano derivado do óleo de mamona

Biodegradação de poliuretano derivado do óleo de mamona

No entanto, esta descoberta somente teve aplicação comercial em 1947, quando Otto Bayer desenvolveu na Alemanha os primeiros polímeros de poliuretano. Nos anos 50 descobriu-se a fórmula exata para a confecção de espumas diversas de PU: flexíveis para colchões e acolchoados ou rígidas para aplicações técnicas. Nos anos 60, o uso de clorofluorcarbonos (CFC) como agente de expansão das espumas rígidas resultou no grande emprego deste material em isolamento térmico. Nos anos 70, as espumas semi-rígidas revestidas com materiais termoplásticos entraram de maneira definitiva na indústria automobilística 1 . Nos anos 80, houve crescimento da importância comercial dos poliuretanos devido à utilização de moldagem por injeção e reação (RIM). Nos anos 90, devido à preocupação com o meio ambiente, as indústrias renunciaram aos clorofluorcarbonos como propelente, considerados danosos à camada de ozônio terrestre 2 . Novos propelentes começaram a ser testados,
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Adubação da mamoneira com NPK irrigada com água de esgoto doméstico tratado e água de poço.

Adubação da mamoneira com NPK irrigada com água de esgoto doméstico tratado e água de poço.

A cultura da mamona é uma grande opção para o sistema de produção com base na agricultura familiar. Sua adaptabilidade às condições edafoclimáticas e a facilidade nas praticas de cultivo, aliados a capacidade de seu potencial produtivo, proporcionam aos agricultores uma nova perspectiva econômica e social no cenário agrícola nacional. Há alguns anos o Centro Nacional de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Algodão) em Campina Grande – PB desenvolve trabalhos de pesquisa sobre a cultura da mamona, em especial as espécies mais adaptadas às condições edafoclimáticas da região nordeste. Na década de 90 a Embrapa/EBDA lançou no mercado uma cultivar característica para a realidade do semi-árido nordestino, a brs 149 nordestina, que nos dias atuais é encontrada com grande expressividade nas lavouras dessa região. Estudos que possam melhor expressar as potencialidades dessa planta estão sendo desenvolvidos por instituições de ensino e pesquisa no país com objetivo de fortalecer o cultivo dessa importante oleaginosa.
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Avaliação do efeito do inibidor da enzima xantina oxidase (alopurinol) no modelo murino de angiogênese inflamatória

Avaliação do efeito do inibidor da enzima xantina oxidase (alopurinol) no modelo murino de angiogênese inflamatória

Um desafio fundamental na pratica clínica atual, é a inovação farmacêutica e o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para doenças existentes, mas a pesquisa, o desenvolvimento e produção de novos fármacos constituem um processo complexo, lento e dispendioso. Sendo assim e em resposta às necessidades atuais surgiu o conceito de “Drug Repositioning” ou Reposicionamento de Fármacos, o qual consiste na utilização de fármacos já comercializados primariamente para o tratamento de um tipo de patologias em outras doenças (Abu-Soud and Hazen, 2000; Albini et al., 2005; Aldaba-Muruato et al., 2013; Alimonda et al., 2009; Almeida et al., 2014; Andrade et al., 1987; Andrade and Ferreira, 2009; Andrade et al., 1997; Araujo et al., 2011; Araujo et al., 2010; Arenberg et al., 1997a; Arenberg et al., 1997b; Ashburn and Thor, 2004; McManaman et al., 1999) reduzindo assim os custos em pesquisa e o risco de desencadear efeitos indesejáveis e/ou deletérios que só serão conhecidos com o tempo de uso. À luz deste conceito o Laboratório de Angiogênese do Departamento de Fisiologia e Biofísica da UFMG tem utilizado o modelo de implante de matriz sintética de poliéter-poliuretano em testes pré-clínicos de fármacos com potencial terapêutico na angiogênese inflamatória.
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Nanotubos de titanatos e sua aplicação em matrizes de poliuretano

Nanotubos de titanatos e sua aplicação em matrizes de poliuretano

Entre os diversos materiais estudados, os poliuretanos têm aparecido com grande destaque em diferentes áreas, como por exemplo, a área médica (Theron et al., 2010), automotiva (Fratricová et al., 2006), tintas (Kowalczyk et al., 2013), entre outras. As matrizes de poliuretano demonstram serem apropriadas para a adição de partículas denominadas cargas, entre estas, podem ser citadas cargas inorgânicas como as argilas (Zuber et al., 2010), óxido de zinco (Mishraet al., 2010), sílica (Sow et al., 2010) e dióxido de titânio (Silva, 2013) com consequente modificação de suas propriedades, tais como propriedades mecânicas, estabilidade térmica, propriedades de revestimento e o comportamento hidrofóbico.
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Mecanismos de desgaste de poliuretano em ensaios de microabrasão

Mecanismos de desgaste de poliuretano em ensaios de microabrasão

.................................................................................................................... 4.3.2 Associação entre a Morfologia das Superfícies Desgastadas e o Calor Gerado nos ensaios A1C4V2, A2C4V2, A3C4V2, A4C4V2, A5C4V2, A6C4V2 e A7C4V2 .................................................................................................................... 4.3.3 Associação entre a Morfologia das Superfícies Desgastadas e o Calor Gerado nos ensaios A1C2V1, A2C2V1, A3C2V1, A4C2V1, A5C2V1, A6C2V1 e A7C2V1 .................................................................................................................... 4.4 Pressão de contato versus Velocidade de deslizamento: Variação de temperatura ................................................................................................................ 4.5 Mecanismos de desgaste evidenciados nas superfícies do poliuretano nas várias condições de ensaio de deslizamento rotativo ................................................ 4.6 Morfologia das partículas de desgaste ................................................................ 4.7 Morfologia das superfícies de poliuretano submetidas a ensaios
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Uso do esteatito como componente de espumas de poliuretano flexível

Uso do esteatito como componente de espumas de poliuretano flexível

Analisando-se a intensidade de absorção da banda em 1640 cm -1 do espectro de infravermelho normalizado, para todas as espumas, nota-se que os compósitos com esteatito apresentam maiores intensidades do que as espumas sem adição do esteatito. Portanto, o aumento da dureza e do fator de conforto das espumas com a adição de esteatito, se deve a maior interação entre os segmentos rígidos. É possível que se tenha um maior número de segmentos rígidos provocados pela diminuição do teor de poliol nos compósitos com esteatito. Isto explica a morfologia dos compósitos esteatito/poliuretano flexível, que possuem células menores e mais ramificadas. As figuras 8 e 9 representam a microsseparação de fases e a interação entre os segmentos rígidos.
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