Pontas diamantadas

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Influência do desgaste das pontas diamantadas em CADCAM na adaptação marginal de dois sistemas cerâmicos reforçados por dissilicato de lítio

Influência do desgaste das pontas diamantadas em CADCAM na adaptação marginal de dois sistemas cerâmicos reforçados por dissilicato de lítio

Material e métodos. Inicialmente, 36 troqueis de resina composta padronizadas foram prototipadas a partir de um projeto tridimensional de um primeiro molar mandibular direito com um preparo para coroa total gerada no software de CAD. Foram obtidas 36 coroas cerâmicas em CEREC CAD/CAM para cada troquel e divididos pelos dois sistemas cerâmicos (IPS e.max CAD e Rosetta SM) (n = 18). Foram utilizadas dois conjuntos de pontas diamantadas, um conjunto para cada grupo e a cada 3 coroas fresadas, microscopia eletrônica de varredura (MEV) foi feita. A adaptação marginal das coroas foi medida através de seccionamento coronal e sagital por microtomografia computadorizada (micro-CT), na direção vertical e horizontal das coroas fixadas em seus respectivos troqueis, simulando uma situação clínica. Os dados foram tabulados e submetidos a Analise de Variância em dois fatores e teste Tukey (HSD) com alfa=0,05.
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Aspectos microscópicos da influência dos processos de esterilização em pontas diamantadas.

Aspectos microscópicos da influência dos processos de esterilização em pontas diamantadas.

Para o estudo comparativo da influência dos processos de esterilização no desempenho de das pontas diamantadas foram fabricadas pontas recobertas com grãos superabrasivos de diamantes naturais e sintéticos (granulometria D120/140), conforme dimensões apresen- tadas na Fig. 1. Utilizou-se o processo de eletrodeposição de níquel para a fixação dos grãos de diamante na parte ativa da haste metálica, cujo comprimento útil de utilização é de 12 mm. O controle da distribuição dos grãos de dia- mante ao longo deste comprimento útil depende das variá- veis do processo produtivo, tais como: tamanho médio dos grãos, intensidade de corrente galvânica, dentre outros. Es- tas pontas foram ensaiadas em um banco de ensaio com- posto por três partes básicas: mecânica, eletrônica e computacional.
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Esterilização de pontas diamantadas através da energia por microondas

Esterilização de pontas diamantadas através da energia por microondas

realizados três ciclos diários com intervalos de 30 minutos. Terminados os ciclos, as fresas foram novamente observadas sob microscópio e fotografadas nas mesmas áreas. Foram analisados e confrontados o brilho e a suavidade da superfície do aço e a integridade da cromatura interposta entre o diamante e a eventual perda deste. Também foi analisada sob microscópio a resistência ao deslocamento dos cristais de diamante através do uso de uma agulha fina. O autor concluiu que a esterilização através da energia por microondas pode ser aplicada às pontas diamantadas de maneira repetida, resguardando sua eficácia biológica, sem com isto, explicar efeitos danosos.
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ANÁLISE POR MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA DA “SMEAR LAYER” PRODUZIDA EM PREPAROS COM PONTAS DIAMANTADAS E PONTAS CVD

ANÁLISE POR MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA DA “SMEAR LAYER” PRODUZIDA EM PREPAROS COM PONTAS DIAMANTADAS E PONTAS CVD

Ayad (2001) realizou estudo dos efeitos de instrumentos rotatórios, do primer e do condicionamento ácido dentinário na remoção da smear layer, e verificou por meio de microscopia eletrônica de varredura, diferença significante de rugosidade superficial entre os grupos preparados com pontas diamantadas de tamanhos diferentes de partículas. Em relação ao grau de remoção de smear layer, relatou que está ligado ao ph do ácido empregado para condicionamento. Foram empregados discos de papel com 320 grit para aprofundar através de desgaste o sulco central, em seguida pontas diamantadas para preparar os sulcos, e pontas diamantadas de acabamento foram usadas na dentina, sendo os espécimes condicionados com ácido poliacrílico a 25%, ácido fosfórico a 10%, ácido cítrico a 10%, ácido láctico a 20%, e ácido fosfórico a 32%, todos aplicados por 10 segundos. Foi verificado que as pontas diamantadas criaram mais ondulações superficiais do que as pontas de acabamento. De acordo com o autor, a quantidade de túbulos dentinários contendo smear plug foi reduzida consideravelmente com o uso do ácido fosfórico a 10%, sendo que a camada superficial de smear apresentou padrão de remoção similar ao que foi encontrado quando foi empregado o ácido cítrico a 10%. Já a camada de smear amorfa superficial foi reduzida parcialmente com emprego do ácido poliacrílico a 25%, permanecendo, no entanto, todos os túbulos dentinários contendo a smear plug. As superfícies tratadas com ácido láctico a 20% mostraram claramente superfície condicionada com mínima desmineralização. E o ácido fosfórico a 32% revelou significantes mudanças na dentina, com evidente aumento de abertura dos túbulos dentinários.
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Estudo morfológico de superfícies ósseas após secção por pontas diamantadas ou laser de érbio: YAG.

Estudo morfológico de superfícies ósseas após secção por pontas diamantadas ou laser de érbio: YAG.

tenha sido necessário um intervalo de tempo mai- or para sua execução. Em contrapartida, as amos- tras obtidas por meio de pontas diamantadas apresentaram espaços abertos superficiais, que podem representar o caminho percorrido por ter- minações nervosas e vasos sangüíneos. Pode-se assumir que o laser tenha eficácia em executar al- terações morfológicas superficiais responsáveis por um selamento que poderia diminuir o sangra- mento durante e após os procedimentos.

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Efeito de métodos de desgaste com pontas diamantadas e da ressinterização sobre o limite de fadiga flexural de uma zircônia parcialmente estabilizada por ítria

Efeito de métodos de desgaste com pontas diamantadas e da ressinterização sobre o limite de fadiga flexural de uma zircônia parcialmente estabilizada por ítria

Assim, quando a Y-TZP foi submetida à ressinterização, pode ter ocorrido a transformação da fase monoclínica residual para tetragonal, contribuindo para o aumento nas proprie[r]

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Influência do tratamento superficial e da ciclagem mecânica na resistência de união ao cisalhamento entre cerâmica feldspática e resina composta fotopolimerizavel

Influência do tratamento superficial e da ciclagem mecânica na resistência de união ao cisalhamento entre cerâmica feldspática e resina composta fotopolimerizavel

O sucesso do reparo efetuado pode ser avaliado pela sua longevidade,que é dependente de uma efetiva união entre porcelana e resina composta, e está diretamente relacionado a fatores que envolvem o tratamento da superfície da porcelana, pelo jateamento com partículas de óxido de alumínio ou pela asperização com pontas diamantadas (WOLF et al., 1993; SULIMAN et al., 1993) o condicio- namento químico da superfície da porcelana, o tipo e a concentração de ácido utilizados no condicionamento e o tempo de aplicação (EDRIS et al., 1990; FONSECA et al., 1998; MELLO; SILVA, 2002; SILVA e SOUZA et al., 2003), a ação dos silanos e o tipo de sistema adesivo utilizado (AIDA et al., 1995; VAN DER VYVER et al., 1996).
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CVDentus® X micromotor na segunda infância: avaliação de aspectos técnicos, comportamentais...

CVDentus® X micromotor na segunda infância: avaliação de aspectos técnicos, comportamentais...

O tratamento odontológico geralmente envolve ansiedade nos pacientes decorrente da vibração e ruído provocado pelos instrumentos rotatórios. A instrumentação ultrassônica é uma alternativa ao instrumento rotatório convencional, pois proporciona segurança e conforto ao paciente, além de execução simples e fácil. O presente estudo teve como objetivo comparar o uso de brocas convencionais usadas em micromotor (MM) com, pontas diamantadas CVDentus ® no equipamento CVDent1000 (CVD) para remoção de tecido cariado e preparo cavitário em crianças, avaliando os aspectos técnicos das pontas, o comportamento das crianças e a agradabilidade dos equipamentos. Participaram 30 crianças de 36 a 71 meses, apresentando pelo menos dois molares decíduos com lesão de cárie oclusal ativa incipiente, ou com lesão questionável, em fossas e fissuras. A amostra foi subdividida em duas fases. Na fase 1, o CVD foi comparado ao MM sem refrigeração e, na fase 2, com o MM sob refrigeração. Este estudo seguiu o modelo “split mouth”, e o critério de escolha do dente e do equipamento usado na primeira criança foi aleatório, através de sorteios inicialmente e depois, programado para o equipamento. O tratamento foi realizado em uma única sessão, sem anestesia local, sob isolamento relativo, e os dentes restaurados com cimento de ionômero de vidro convencional. Os aspectos técnicos dos sistemas nas fases 1 e 2, avaliados pelo operador, incluíram os parâmetros visualização da área de trabalho (VAT), acesso á cavidade (AC), remoção do tecido cariado (RTC) e ruído e vibração (RV). O comportamento da criança (Cpt) também foi avaliado. As crianças avaliaram a agradabilidade dos equipamentos pela Escala Analógica Visual de Faces de McGrath (1990) Modificada, somente na fase 2. Na fase 1 houve diferença significantemente superior para o CVD nos critérios Cpt (p=0,0431), AC (p=0,0009) e RV (p=0,0006), sendo estes dois últimos também significantes na fase 2, com o mesmo valor de p (Teste de Mann-Whitney). Nos demais critérios, o MM foi superior apenas no RTC, mas não significante. O sistema CVD parece ser uma alternativa promissora. No entanto, são necessários outros estudos para esclarecer aspectos ainda não totalmente entendidos, para que a sua indicação e aplicação em odontopediatria sejam apoiadas por uma evidência científica consistente.
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Análise rugosimétrica de duas cerâmicas odontológicas submetidas a diferentes tratamentos de superfície

Análise rugosimétrica de duas cerâmicas odontológicas submetidas a diferentes tratamentos de superfície

granulação dos instrumentos abrasivos utilizados para o ajuste. Este estudo comparou a lisura superficial obtida após a utilização de um kit para polimento de cerâmicas (Chameleon Diamond paste, Chameleon Dental Products), aplicado sobre corpos-de-prova confeccionados em cerâmicas (Vitadur N, Vita, Germany) após receberem desgastes com pontas diamantadas (Komet, Germany) de diferentes granulações (30 µ m e 15 µ m). O grupo controle recebeu apenas tratamento com glaze. As análises da superfície foram obtidas através de medições efetuadas com um rugosímetro e por meio de microscopia eletrônica de varredura. Os resultados mostraram que os espécimes glazeados apresentaram-se com a superfície mais lisa, porém sem diferença estatística quando comparado com o grupo que recebeu o glaze seguido de um polimento com pasta diamantada.
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Avaliação da intensidade de contaminação de pontas de seringa tríplice.

Avaliação da intensidade de contaminação de pontas de seringa tríplice.

cientes, em todos os tipos de tratamento odontoló- gico e para todos os instrumentos e equipamentos. Os protocolos propostos atribuem ênfase espe- cial às barreiras de proteção contra microrganis- mos. Para os profissionais da saúde, recomendam o uso de avental, gorro, óculos, luvas e máscaras descartáveis. Para as pontas e certas superfícies (o encosto de cabeça, por exemplo), indicam o reco- brimento com filmes plásticos, trocados no inter- valo de cada atendimento. O número de partículas microbianas suspensas no ar pode ser reduzido pelo uso de dique de borracha, associado a suga- dor de alta potência 8,13 .
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Influência de pontas de pulverização e adjuvantes na deriva em caldas com glyphosate.

Influência de pontas de pulverização e adjuvantes na deriva em caldas com glyphosate.

Quando a ureia foi adicionada à calda houve uma redução na porcentagem de deriva em relação à calda contendo somente glyphosate para todas as alturas e em todas as distâncias avaliadas para a ponta AXI 110-015, não apresentando diferença somente nas alturas de 0,6; 0,8 e 1,0 m na distância de 5 metros em relação à ponta de pulverização, porém, quando a ponta AVI 110-015 foi testada o comportamento foi inverso, sendo a maior deriva para a calda contendo ureia. Segundo Miller e Butler Ellis (2000) em estudo onde foram avaliados os efeitos das formulações, as pontas com indução de ar são mais sensíveis às mudanças das características físicas das caldas e que seu comportamento não segue um mesmo padrão em relação às pontas hidráulicas convencionais.
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Avaliação de pontas de pulverização hidráulicas na aplicação de fungicida em feijoeiro.

Avaliação de pontas de pulverização hidráulicas na aplicação de fungicida em feijoeiro.

Existem no mercado vários tipos de pontas hidráulicas, com usos definidos para diferentes condições. Entre as mais usadas, destacam-se as de jato cônico vazio e as de jato plano, as quais, dependendo da pressão e do ângulo de abertura, podem causar muita deriva. Para contornar esse problema, os fabricantes lançaram no mercado pontas com potencial antideriva. Um dos modelos, de pontas de jato plano antideriva, é dotado de um pré-orifício, localizado antes da abertura para a formação do jato, que produz gotas de maior diâmetro.

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Avaliação de pontas de pulverização sob diferentes condições operacionais

Avaliação de pontas de pulverização sob diferentes condições operacionais

A maior densidade de gotas cm -2 na posição superior da planta (Tabela 6) é ocasionada pela maior exposição do alvo à pulverização da calda, e a menor deposição de gotas nas posições inferiores é relacionada ao maior volume foliar da posição superior da planta de soja, que dificulta a penetração das gotas, interferindo no número de gotas nas posições inferiores. Silva et al. (1997) também relatam que há sensível declínio na densidade de gotas depositadas nas posições inferiores do algodoeiro quando se utilizam diferentes pontas de pulverização e pressões de trabalho. Gazziero et al. (2006), estudando a deposição de calda em soja transgênica, obtiveram maior retenção de glyphosate na parte aérea da planta, sendo o mesmo descrito por Tomazella (1997) utilizando Brachiaria plantaginea.
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Efeito de pontas de pulverização no controle químico da ferrugem da soja.

Efeito de pontas de pulverização no controle químico da ferrugem da soja.

Utilizaram-se pontas de pulverização hidráulicas, selecionadas de forma a se obterem os volumes de aplicação testados (Tabela 1). As pontas de jato plano defletor duplo apresentam duas superfícies de impacto que produzem dois jatos planos defasados de 60°. As pontas de jato plano duplo com pré-orifício apresentam um orifício antes da abertura dupla, com dois orifícios elípticos para a saída de jatos planos, com ângulo de 60° entre eles, o que permite a formação de gotas de maior diâmetro, comparadas às pontas sem o pré-orifício. As pontas de jato cônico com indução de ar possuem um sistema venturi que faz com que as gotas se tornem mais grossas (com bolhas de ar em seu interior) do que as produzidas pelas pontas de jato cônico padrão.
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Espectro de gotas gerado por diferentes adjuvantes e pontas de pulverização

Espectro de gotas gerado por diferentes adjuvantes e pontas de pulverização

RESUMO: A tecnologia de aplicação apresenta muitos parâmetros relacionados à qualidade da aplicação, um deles é o espectro de gotas, o qual é influenciado pelas pontas de pulverização e pelos adjuvantes utili- zados. Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento do espectro de gotas gerado por diferentes pontas de pulverização e diferentes adjuvantes. O ensaio foi instalado com quatro caldas prove- nientes da diluição de diferentes tipos de adjuvantes a base de óleo vegetal, óleo mineral, surfatante e re- dutor de deriva, as quais foram aplicadas com duas pontas de pulverização, sendo uma de jato plano com pré-orifício (DG 8003 VS) e outra de jato plano com indução de ar (AI 8003 VS), totalizando 8 tratamen- tos com 3 repetições. O trabalho foi realizado em condições climáticas ideais para pulverização. As mé- dias dos tratamentos foram comparadas pelo Intervalo de Confiança, ao nível de 95% de probabilidade e as correlações entre as variáveis do espectro de gotas, através do coeficiente de Pearson a 5% de probabi- lidade. A análise do espectro de gotas demonstrou diferentes comportamentos para cada tipo de adjuvante e ponta de pulverização. O tratamento com surfatante apresentou DMV superior aos demais tratamentos quando pulverizado com pontas AI. Para a %vol.<100 µm, o menor valor encontrado foi para a ponta AI em combinação com o surfatante. As correlações significativas, encontradas para as pontas DG e AI, fo- ram negativas entre as variáveis DMV e % vol.<100 µm. Pode-se concluir que os valores de DMV e %vol.<100 µm demonstram que a ponta DG tem o espectro de gotas mais sujeito a deriva. O surfatante representou a melhor tecnologia para redução de deriva quando combinado com a ponta AI.
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ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE PONTAS DE ASA PARA UMA AERONAVE AGRÍCOLA.

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE PONTAS DE ASA PARA UMA AERONAVE AGRÍCOLA.

Modificações nas pontas de uma asa podem reduzir o arrasto induzido através do afastamento dos vórtices das pontas, em relação ao eixo longitudinal da aeronave (aumento da razão de aspecto efetivo da asa) e/ou através da redução de intensidade desses vórtices. Alguns modelos de ponta aproveitam o fluxo de ar expiralado nesta região, para gerar uma tração adicional reduzindo, desta forma, o arrasto total (Whitcomb, 1976); outros fragmentam o vórtice de ponta de asa em vários vórtices de menor intensidade e, portanto, maior facilidade para se dispersarem (Spillman, 1978 e 1987).
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Desempenho de pontas de pulverização quanto a indução de ar nas gotas

Desempenho de pontas de pulverização quanto a indução de ar nas gotas

Dentre os componentes dos pulverizadores hidráulicos agrícolas, as pontas de pulverização têm grande influência sobre as características da aplicação de agrotóxicos. Existem vários tipos de pontas de pulverização disponíveis no mercado. Um desses tipos utiliza o princípio de Venturi para induzir ar ao líquido e tem como característica a geração de gotas de maior diâmetro e com ar em seu interior, as quais normalmente apresentam baixo risco de deriva (Miller, 2001). O diâmetro do orifício de entrada de líquido controla o fluxo e o do orifício da ponteira controla o tamanho das gotas, o que é independente da vazão da ponta de acordo com Butler-Ellis et al. (2001).
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Espectro de gotas de pontas de pulverização com adjuvantes de uso agrícola.

Espectro de gotas de pontas de pulverização com adjuvantes de uso agrícola.

O sistema Venturi presente nessas pontas, combinado ao pré-orifício, permite formação de gotas de maior tamanho com pequenas bolhas de ar em seu interior (Nuyttens et al., 2007). Viana et al. (2007), avaliando o tamanho de gotas das pontas de jato plano de indução de ar LA-1JC e SR-1, encontraram DMV variando de 658 a 1.363 µm. De acordo com esses autores, gotas desse tamanho são indicadas para evitar perdas por deriva e volatilização, sendo ideais para aplicação de herbicidas em pré- emergência e herbicidas sistêmicos em pós-emergência. Entretanto, dependendo de fatores inerentes à constituição química e física da folha de algumas plantas daninhas,
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Influência de Adjuvantes e Pontas de Pulverização na Deriva de Aplicação do Glyphosate.

Influência de Adjuvantes e Pontas de Pulverização na Deriva de Aplicação do Glyphosate.

O diâmetro mediano volumétrico (DMV) das pontas AIXR e TTI não diferiu entre si (Tabela 3), porém, de modo geral, o espectro de gotas gerado por essas pontas é diferente, o que corrobora os resultados obtidos por Miller & Butler Ellis (2000), que, ao estudarem características da pulverização resultante do efeito das formulações, concluíram que pontas com indução de ar são mais sensíveis às mudanças das características físicas das cal- das. O comportamento das pulverizações com esses tipos de ponta não segue um mesmo padrão em relação às pontas hidráulicas convencionais, fato esse confirmado por Cunha et al. (2003), ao avaliarem estratégias de redução de deriva de agrotóxicos.
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AS PONTAS DE UMA ESTRELA: POÉTICAS DO SILÊNCIO EM MACABÉA E PONCIÁ

AS PONTAS DE UMA ESTRELA: POÉTICAS DO SILÊNCIO EM MACABÉA E PONCIÁ

Macabéa e Ponciá estão nas pontas de um sistema que as empurra para a condição de subalternidade. De um lado, Macabéa em sua profunda solidão, muda e resignada transita entre os sonhos burgueses e uma narrativa baseada na negação. A indústria cultural seduz e conforta a personagem alimentando um sonho inverossímil e tornando a vida relativamente mais fácil, pois não há profundidade. O narrador coloca a personagem no plano raso, embora deixe nas entrelinhas o quão complexo seja lidar com um objeto que, silencioso, não oferece condições satisfatórias de produção e por isso inventa. Notamos, então, que a superficialidade do comportamento de Maca fica a cargo de Rodrigo. Essa constatação me foi cara, pois parti dela para demonstrar como a questão de classe está viva na narrativa Clariciana. Embora a crítica da época julgue a obra de Clarice distante das questões tão latentes do país em meados século XX, a figura do escritor burguês que se vê na obrigação de falar da pobreza não deixa de ser uma alfinetada quase machadiana na geração de 30 que traz o pobre, o imigrante para a cena literária, mas, muitas vezes numa visão mais romântica que problematizada, salvo exceções. O que me salta aos olhos é a destreza de Lispector em trazer, com a metadiscussão sobre o romance, questões sobre alteridade. Há uma honestidade em desenvolver o tema da alteridade que beira a coragem em reconhecer o campo minado que é falar do outro ou pelo outro. Vemos aí que a autora tem consciência de seu olhar distanciado sobre as classes em subalternidade e leva essa complexidade para seu texto na figura de um narrador que escolhe uma personagem que vê de relance na rua e, apesar de pouco saber sobre ela, reconhece há algum em comum.
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