Pornografia infantil

Top PDF Pornografia infantil:

MARIANA CINTRA RABELO SALVAR CORDEIROS IMOLADOS: A GESTÃO DO COMBATE À PORNOGRAFIA INFANTIL NA INTERNET E A PROTEÇÃO DE CRIANÇAS

MARIANA CINTRA RABELO SALVAR CORDEIROS IMOLADOS: A GESTÃO DO COMBATE À PORNOGRAFIA INFANTIL NA INTERNET E A PROTEÇÃO DE CRIANÇAS

Acredito que a forma como a vítima é tratada e traduzida tanto na crônica, como no procedimento das tarjas pretas, tem aspectos comuns com a arte do poder pastoral, de “encarregar-se dos homens coletiva e individualmente” (FOUCAULT, 2008, p. 219). Nos fluxos procedimentais, a vítima é considerada e tratada de forma individual pelo cuidado e agenciamento de proteções reiteradas sobre sua exposição imagética, sobre sua condição de criança abusada e sobre sua condição de adulta posterior. É neste sentido, que esbarramos na individualização do pastorado foucaultiano, que é definida pela subjetivação, sujeição e análise de mérito que coloca pastor e ovelha em uma lógica de serviço e servidão. A definição de uma determinada vítima da pornografia infantil na internet é operada por exercícios semióticos, mas que, entre outros, exercem exames da condição de capacidade relativa, cujo resultado de vulnerabilidade radical a ser controlada e contornada advém da soma de possíveis outras vulnerabilidades individuais e coletivas. Tais vulnerabilidades só podem ser apreendidas pela “análise” da posição relacional do maior que, por sua vez, é decifrável em termos do olhar contextual e, também, mediante o controle sobre esse olhar primeiramente atuante em terreno social virtual, para transposição em território gerível. E, por fim, a produtividade jurídico-penal da caracterização de uma determinada vítima só é possível e viável pela elaboração, compartilhamento e legitimação de um enquadramento em que o agenciamento do menor seja um impossível inegociável 110 . Já, ao longo da crônica, a criança individualizada surge da apresentação do perfil do pedófilo e de sua atuação na rede mundial de computadores. No texto, a individualização da vítima é acionada pela
Mostrar mais

179 Ler mais

A criminalização da pornografia infantil simulada no ordenamento jurídico brasileiro

A criminalização da pornografia infantil simulada no ordenamento jurídico brasileiro

[pornografia infantil]. Mas tem uma zona muito cinzenta e a gente só pode trabalhar numa certa... Eu garanto que, às vezes, nós deixamos passar alguma coisa que seja. Não dá pra provar que a criança é menor, então, não dá. Porque o cara olha “teen” e acha que é adolescente. Só que “teen” vai de 13 até 19. E os sites pegam isso. E todo mundo acha que “teen” é adolescente, mas eles pegam de 18 e 19. São “teen”. Você pega um adolescente de 19 anos tabuinha, faz uma depilação geral, bota ela carequinha, bota um tênis e uma “maria Chiquinha”... Vai botando todos os padrões e ela vai parecendo uma menina de 15, 14. O cara quer acreditar que ela seja menor de idade. [...] Não tenho percentual, mas a maior parte é descartável.” (LOWENKRON, Laura. Da materialidade dos corpos à materialidade do crime: à materialização da pornografia infantil em investigações policiais. Mana, Rio de Janeiro, v. 19, n.3, Dezembro, 2013. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0104-93132013000300004&lng=en&nrm=iso> p. 511.)
Mostrar mais

69 Ler mais

Abuso sexual de crianças: Diferenças entre agressores sexuais por contacto e ofensores por pornografia infantil

Abuso sexual de crianças: Diferenças entre agressores sexuais por contacto e ofensores por pornografia infantil

Krone (2004) realizou um estudo mais intensivo, de foco comportamental, estabelecendo um contínuo de acordo com o aumento do nível da gravidade do ato, sendo esta definida segundo três fatores comportamentais: (1) a natureza do abuso, i.e., se envolve diretamente a criança; (2) o nível de rede do ofensor e (3) o nível de segurança utilizado, de forma a evitar a sua deteção. Desta forma, o autor estabeleceu as seguintes categorias de ofensores: (1) browser 1 , que, sem intenção, acede a pornografia infantil e decide mantê-la; (2) private fantasy, conscientemente cria textos ou imagens para uso pessoal; (3) trawler, procura ativamente pornografia infantil em motores de busca genéricos; (4) non-secure collector, ativamente procura material através de redes de pares; (5) secure collector, procura ativamente material mas apenas em redes seguras; (6) groomer, estabelecimento de uma relação com uma ou mais crianças, sendo que a pornografia pode ser utilizada para facilitar o abuso; (7) physical abuser, abusa uma criança que pode ter conhecido através da internet, sendo que a pornografia pode facilitar esse abuso; (8) producer, grava-se, ou a outros, a abusar uma criança, ou motiva a criança a enviar imagens de si própria; e, finalmente, (9) distributor, pode distribuir qualquer tipo de material indicado anteriormente.
Mostrar mais

85 Ler mais

Avaliação e caracterização do risco na pornografia infantil: estudo comparativo

Avaliação e caracterização do risco na pornografia infantil: estudo comparativo

Apesar do longo passado da pornografia infantil, o avanço da tecnologia potenciou um aumento na quantidade de conteúdos produzidos e tornou o acesso mais facilitado (Quayle & Taylor, 2007). Segundo Cooper (1998), a internet possui três atributos, conhecidos como “triple A engine”, que podem ser encarados como facilitadores da pornografia infantil: acessibility, affordability e anonymity. Acessibility refere-se ao facto de os conteúdos online estarem disponíveis vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Affordability remete para a capacidade de os utilizadores da internet poderem adquirir material gratuito ou com poucos recursos financeiros. E anonymity, traduz-se na possibilidade de os utilizadores acederem a materiais pornográficos sem terem de se identificar, nem de estabelecerem nenhum contato interpessoal.
Mostrar mais

39 Ler mais

2006 Anderson Luis Nunes da Mata

2006 Anderson Luis Nunes da Mata

O corpo infantil como objeto de desejo sexual é interdito. Levar a cabo o desejo pelo corpo de uma criança é crime previsto em lei. O consumo de imagens de pornografia infantil também é entendido como ilícito e imoral. Em suma, a sociedade civil está empenhada em proteger a criança da possibilidade de vir a ser objeto do ato e do desejo sexual. Ao mesmo tempo, mais veladamente, ela não aceita que a criança seja sujeito desses atos e desejos sexuais. Nesse sentido, se entende romanticamente a infância como tempo de absoluta inocência, em que não há qualquer espaço para o desejo sexual, ainda que fora da sombra da pedofilia. Há, paradoxalmente, um reconhecimento da inegável existência de uma sexualidade infantil, “descoberta” pela psicanálise freudiana. Coloco a descoberta entre aspas porque ainda antes dos ensaios de Freud, a sexualidade da criança já era alvo de atenção dos primeiros estudos sobre a infância e a criança, entendida a partir do final do século XVIII como sujeito que demanda uma atenção diferenciada. Jean-Jacques Rousseau, por exemplo, já advogava a repressão dos vícios masturbatórios dos meninos. 123 Friso o caráter paradoxal porque se há sexualidade, como é possível manter de pé a imagem da criança angelical que é arrancada desse universo “assexuado” pela violência da perversão adulta? Entre os dois pólos – da criança sexualmente perversa à criança sexualmente pervertida – houve um deslocamento do controle da sexualidade infantil: da ênfase na educação das crianças a fim de livrá-las de vícios, para a ênfase na proteção dessas mesmas crianças de indivíduos viciados. Em nenhum dos casos, o primeiro apontado por Michel Foucault na História da sexualidade 124 , o segundo por Zygmunt Bauman na sua releitura do texto de Foucault, a criança pode ter agência sobre a expressão de seu desejo. 125
Mostrar mais

116 Ler mais

Mana  vol.19 número3

Mana vol.19 número3

Como foi possível observar, na configuração da materialidade desse crime por meio da análise das imagens, não é apenas e nem preponderan- temente o conhecimento da lei que orienta a atuação dos agentes da Polícia Federal (ainda que este seja minimamente necessário para o ofício), mas sim o domínio de um saber prático tipicamente policial, isto é, “um conhe- cimento que só se aprende exercendo as funções policiais” (Lima 1994:74). Baseado no paradigma indiciário (Ginzburg 1989), o saber prático dos po- liciais consiste em uma arte de recolher “indícios” infinitesimais que são imperceptíveis aos olhos leigos e, a partir deles, distinguir as imagens de “pornografia infantil” “falsas” e “simuladas” das “verdadeiras”, o que implica reconhecer os corpos inquestionavelmente “infantis” ou “impúberes”. Para concluir este artigo, ensaio uma hipótese para explicar por que os indícios corporais da “puberdade” constituem um dos elementos centrais que servem para delimitar o caráter não apenas ilegal, mas acima de tudo monstruoso (Foucault 2002) e abjeto 17 (Butler 2002) das representações visuais classifi-
Mostrar mais

24 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL

Inocência em perigo - abuso sexual de crianças, pornografia infantil e pedofilia na Internet. Vereadores de Porto Ferreira são condenados por abuso[r]

63 Ler mais

Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia impressa.

Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia impressa.

Resumo O artigo traça as características atribuídas pela mídia impressa (Folha de S. Paulo) à pedofilia – incluindo aqui a imagem do agressor (quem pratica) e as razões atribuídas a tal ato ou comportamento (o porquê). A técnica de pesquisa é a análise por oposição, utilizando as re- portagens sobre outras formas de violência sexual contra a criança (abuso sexual, pornografia infantil, estupro e incesto) como contraponto a fim de melhor elucidar as características pró- prias da pedofilia. Foram analisados 384 textos jornalísticos – dos quais 114 referentes à pedofi- lia – publicados ao longo dos anos de 1994 a 1999. Os resultados alcançados mostram que a nar- rativa da violência sexual contra crianças é permeada pelos conceitos de classe e violência/doen- ça, reiterando a visão de senso comum da existência de uma violência produto da barbárie e da pobreza, e uma violência produto de um ‘desvio psicológico’, estando essas explicações relaciona- das à classe social do agressor. A perspectiva teórica adotada – de que existe uma relação entre mídia e realidade – permite afirmar que tal viés é também compartilhado pela sociedade brasi- leira.
Mostrar mais

10 Ler mais

Violência sexual contra crianças na mídia impressa: gênero e geração.

Violência sexual contra crianças na mídia impressa: gênero e geração.

Além dos temas pornografia infantil e pedofilia, que não eram tratados até as últimas décadas do século, outro tipo de reportagem aparece apenas no final do período – é o que classificamos como textos “gerais”, aqueles que não tratam de um caso ou acontecimento de forma específica, mas buscam analisar a situação da violência sexual de forma ampla. Nesse sentido, o texto busca sempre uma generalização e a objetividade dos dados transmitidos ao leitor. Para tanto, são utilizadas fontes de informação consideradas confiáveis, tais como profissionais ou especialistas que trabalham diretamente com esse tema, sejam policiais, psicólogos, médicos, advogados ou funcionários de ONG s.
Mostrar mais

28 Ler mais

CADERNO DE ATIVIDADES DA CRIANÇA

CADERNO DE ATIVIDADES DA CRIANÇA

Ao fazer a leitura do material, procure alinhar as Orientações Curriculares da Educação Infantil (e os outros documentos municipais) e a proposta pedagógica da escola com as necessidades dos grupamentos apresentadas durante o decorrer do ano. Considere as suas primeiras observações das crianças (preferências, necessidades, dificuldades e histórico de cada uma: quem frequentou creche, quem está pela primeira vez na instituição...) e siga em frente, respeitando os interesses e demandas delas, e, ao mesmo tempo, apresentando novos desafios e aprendizagens por meio do caderno e de outras atividades inspiradas nele.
Mostrar mais

22 Ler mais

Efeitos do citrato de sildenafila na circulação do clitóris em mulheres na pós-menopausa...

Efeitos do citrato de sildenafila na circulação do clitóris em mulheres na pós-menopausa...

Como se sente quando o seu parceiro não a procura para a relação sexual. As palavras e sons são importantes para você durante a relação sexual Sim/Não A pornografia a estimula?Que tip[r]

159 Ler mais

Gerência de Educação Infantil Fevereiro de 2010

Gerência de Educação Infantil Fevereiro de 2010

Além disso, este formato foi pensado em consonância com o documento das “Orientações Curriculares para o Ensino Fundamental”, salvaguardando, no entanto, as especificidades da Educação Infantil e da primeira infância. A tentativa é, assim, de criar não só um fio condutor ao longo da trajetória educativa das crianças, mas principalmente dialogar mais sistematicamente com as próximas etapas do Ensino Básico. As habilidades, diferentemente do como são compreendida na perspectiva de Perrenoud, aqui, estão relacionadas às experiências e aprendizagens que as crianças devem vivenciar na Creche e Pré-Escola. Explicita os objetivos gerais que cabem à Educação Infantil, da Creche à Pré-Escola ao planejar as experiências e vivências das crianças nesta faixa etária e como as crianças interagiriam com estes objetivos
Mostrar mais

71 Ler mais

O fazer das artes plasticas na educação Infantil

O fazer das artes plasticas na educação Infantil

Outro aspecto de relevância é a qualidade dos materiais oferecidos. Observar as datas de validade, a aparência, o odor de tintas e massas de modelar, é imprescindível para garantir cuidados com a saúde dos pequenos, em sua pesquisa e a valorização do seu produto final. A seleção criteriosa do material a ser utilizado pela criança prima pela aquisição de materiais de boa qualidade. Caso contrário, pode vir a interferir no processo e na produção final. Para o professor de Artes Plásticas, os materiais a serem utilizados são importantes nesse processo e na produção final. Podemos comparar essa questão com a aquisição de um livro de literatura infantil para as crianças, que leva em consideração a sua pertinência à faixa etária, a linguagem adequada,
Mostrar mais

35 Ler mais

Entre “alegres” e “livres”: prazer e repressão à pornografia nos cinemas do Rio de Janeiro (1907-1916)

Entre “alegres” e “livres”: prazer e repressão à pornografia nos cinemas do Rio de Janeiro (1907-1916)

A carta também infere que o Estado deveria ter mecanismos de controle sobre a difusão de conteúdos da pornografia, ao reclamar que as autoridades policiais não seriam zelosas o suficiente para coibir a exibição de filmes pornográficos e ao considerá-la abu- siva, defendendo implicitamente a censura deste tipo de obra nos cinemas da cidade. Além disso, ainda há o apelo às autoridades policiais que, embora apareçam desacredita- das nas palavras do autor da carta, são tidas como garantidoras da ordem nesse espaço urbano. Por fim, revela uma crença no papel da imprensa e dos jornalistas como mantene- dores da ordem pública, uma vez que o apelo é dirigido ao editor do jornal.
Mostrar mais

24 Ler mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO

A figura acima ilustra a composição do planejamento, no que diz respeito à cobertura dos objetivos curriculares para creche e pré-escola. Conforme sugerido nas ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA EDUCAÇÃO INFANTIL, o planejamento deve ser construído a partir dos objetivos curriculares e das contribuições individuais e coletivas das crianças em cada grupo e ainda levando em consideração os planos a longo e médio prazos da instituição. A partir da observação deste conjunto de informações, isto é, das possibilidades da creche/escola, das contribuições das crianças e suas famílias e dos objetivos curriculares, os educadores planejam as experiências e as atividades que desenvolverão com as crianças e aquelas que estarão disponíveis nas diversas áreas da sala, para atividades em pequenos grupos e atendimentos individuais. A figura acima indica que os educadores devem levar tudo isto em consideração e explorar os temas de maneira a: captar a
Mostrar mais

55 Ler mais

Museus e neoliberalismo no Tempo Presente

Museus e neoliberalismo no Tempo Presente

No segundo texto, Museo, Basura Urbana e Pornografia, o mercado de arte e sua articulação com o consumo de produções pornográficas são colocados em pauta. Entretanto, a pornografia a ser consumida é aquela que reside como mero resíduo estético e não aquela oriunda do feminismo e da crítica social. Grandes centros de arte como o Barbican, em Londres, abrigam obras de artistas como Jeff Koons ou de ‘testículos bem desenhados por cavaleiros solenes’. Já artistas, como Daniel Edwards, e sua obra Autópsia de Paris Hilton, transcendem de forma singular o sórdido mundo da pornografia e, com perspicácia, aumentam a transgressão dos YABs (Young British Artists), grupo de jovens artistas britânicos que, a partir do final da década de 1980,
Mostrar mais

6 Ler mais

JULHO2013 GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

JULHO2013 GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Podemos refletir um pouquinho sobre a imagem que o poema do grande escritor Manoel de Barros nos traz: a avaliação depende dos olhos de quem vê. A importância que damos aos diversos aspectos daquilo que é objeto de informação e avaliação depende da visão de quem observa. Isto é válido não só para os poetas e artistas, mas também para a equipe escolar que constrói a avaliação na Educação Infantil, pois, ainda que este olhar (observação e registro) varie de pessoa para pessoa, nos seus métodos de análise, ela é também influenciada e/ou regida pelo momento político, social e econômico do país e dos interesses vigentes. Mesmo dentro de um contexto comum, nossas análises podem privilegiar aspectos diferenciados.
Mostrar mais

43 Ler mais

A Avaliação na Educação Infantil

A Avaliação na Educação Infantil

os envolvidos no ambiente educativo. Acompanhar com olhar crítico e avaliativo contribui para tomadas de decisão pertinentes com o que se entende como ação pedagógica. Ao longo do percurso, é importante manter uma revisão das metas da educação infantil, assim como

27 Ler mais

Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil – Normas de Orientação Clínica

Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil – Normas de Orientação Clínica

Nesta matéria, é incontornável o impacte positivo do Programa-tipo de Actuação em Saúde Infantil e Juvenil, criado em 1992, através da Circular Normativa 9/DSI, de 6 de outubro, da então Direcção-Geral dos Cuidados de Saúde Primários, bem como pelas atualizações sofridas ao longo do tempo, tendo a última ocorrido em 2005. A aplicação sistemática deste programa de vigilância de saúde tem vindo a revelar-se, nos diferentes tipos de instituições em que ocorre, um garante de cuidados de saúde adequados e eficazes, com a contribuição e o empenho de todos os que nela participam.
Mostrar mais

121 Ler mais

Show all 4537 documents...

temas relacionados