Portadores de deficiência física

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Condições de vida e saúde dos portadores de deficiência física, Botucatu - SP

Condições de vida e saúde dos portadores de deficiência física, Botucatu - SP

Durante o estágio de neurologia e ortopedia, a minha atuação era centrada no sujeito e na reabilitação dessas pessoas, alcançando resultados “relativamente” satisfatórios. Entretanto, muitas indagações foram surgindo, pois aqueles sujeitos procuravam na relação terapêutica, soluções para além de suas deficiências, para as quais eu não tinha resposta adequada. Naquele momento, tive a possibilidade de conviver com portadores de deficiência física e pude observar algumas dificuldades encontradas por eles. Em nada eu podia interferir sobre as dificuldades decorrentes da falta de veículos de transporte coletivo adequados, com portas suficientemente largas, rampas e elevadores especiais, ou calçadas bem conservadas e guias rebaixadas, ou mesmo de acesso adequado ao espaço de trabalho e estudo.
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ANÁLISE DAS POLÍTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA OS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA

ANÁLISE DAS POLÍTICAS DE ACESSIBILIDADE PARA OS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA

O objetivo dessa pesquisa é identificar as dificuldades que os alunos com mobilidade reduzida enfrentam no exercício do direito de ir e vir dentro do IFRN. A pesquisa de caráter quantitativo foi coletada informações sobre as condições de acesso e permanência desses alunos. Foi possível observar a eficácia, abrangência e grau de satisfação da aplicação dessa medida inclusiva frente aos alunos Portadores de Deficiência Física com dificuldade de locomoção. Não existe ainda um processo de conscientização por parte do IFRN no sentido de se buscar a inclusão desses usuários no ambiente da Instituição. Este estudo explana a nítida falta de estrutura, informação e condição, em relação às necessidades da população de Portadores de deficiência do Campus analisado, o que demanda uma série de
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Barreiras arquitetônicas a idosos e portadores de deficiência física: um estudo epidemiológico da estrutura física das unidades básicas de saúde em sete estados do Brasil.

Barreiras arquitetônicas a idosos e portadores de deficiência física: um estudo epidemiológico da estrutura física das unidades básicas de saúde em sete estados do Brasil.

idosos e portadores de deficiência física, 7,4% pos- suíam tapetes na sala de espera, 4%, no consultó- rio e 6,6%, em outras dependências do prédio. Degraus dificultando o acesso de deficientes foram referidos em 44,2% das UBS. A inexistência de ram- pas alternativas para garantir o acesso das pessoas foi verificada em 63% da UBS e, entre aquelas que tinham rampas, 72,8% não dispunham de corri- mão. Os corrimãos também eram inexistentes em 95% dos corredores e em 91,7% dos degraus de acesso das UBS. Em 77,4% dos banheiros das UBS não existiam portas que garantissem o acesso de cadeirantes e em 75,8% dos banheiros não era pos- sível realizar manobras de aproximação com a ca- deira de rodas. A indisponibilidade de cadeiras de rodas foi referida em 74,7% das UBS para atender aos usuários no caso de necessidade. As cadeiras das salas de espera foram consideradas inadequa- das para os usuários por 67,8% dos profissionais das equipes das UBS.
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Ampliação do repertório funcional de portadores de deficiência física.

Ampliação do repertório funcional de portadores de deficiência física.

Diversos estudos têm demonstrado que o atendimento ao portador de deficiência é feito de forma bastante insuficiente em nosso país, tratando-se de um importante problema social. Além disso, os portadores também passam por dificuldades decorrentes de preconceitos e de falta de apoio social, que muitas vezes limitam sua participação como cidadão produtivo na sociedade. Apesar de algumas conquistas importantes terem ocorrido nos últimos tempos, como uma maior conscientização da necessidade de inclusão do portador de deficiência, e de algumas mudanças na legislação, as mudanças concretas ainda são insuficientes para atingir as necessidades dos portadores, demonstrando que não bastam as providências legais para se modificar a realidade. Dessa maneira, são necessários esforços no sentido de garantir que o portador de deficiência tenha condições de exercer sua cidadania, tendo acesso aos recursos disponibilizados. O presente trabalho teve como objetivo delinear e avaliar a eficácia de um programa de ampliação do repertório funcional de pessoas portadoras de deficiência física, por meio da ampliação ou redirecionamento de sua participação em atividades da vida diária. Como participantes da pesquisa foram selecionados seis portadores de deficiência física adquirida ao longo da vida, tendo entre 24 e 31 anos, usuários de um ambulatório de fisioterapia vinculado a uma universidade pública. Foi empregado um delineamento "sujeito como seu próprio controle" para avaliação dos efeitos do programa. Os procedimentos de linha de base foram realizados com cada participante por no mínimo três semanas, para avaliar as atividades por eles realizadas rotineiramente, e realizar uma caracterização de seu bem-estar psicológico; as avaliações de progresso continuaram sendo feitas ao longo de todo trabalho. O programa de intervenção consistiu em trabalhar com o portador e a família no estabelecimento de prioridades a curto e médio prazo para envolvimento do participante em atividades relevantes, incluindo atividades de capacitação e na busca por engajamento efetivo em tais atividades. O estabelecimento de metas constituiu um produto importante para os participantes, mas os resultados relativos à ampliação da participação e envolvimento em atividades mostraram a necessidade de alternativas para alguns dos participantes. Para aqueles que se mostravam pouco ativos, o programa direcionou-se para ampliar atividades e fontes de contato social, tendo essa meta atingida em alguns casos, apenas temporariamente em outros, e não atingida em alguns casos. Os participantes normalmente ativos direcionaram o estabelecimento de metas para a adequação de suas atividades cotidianas à sua condição física. Os resultados do programa mostraram-se incipientes, mas o trabalho de pesquisa teve como conseqüências importantes o levantamento de questões visando a qualidade de vida e inserção social de portadores de deficiência física.
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Acessibilidade a benefícios legais disponíveis no Rio de Janeiro para portadores de deficiência física.

Acessibilidade a benefícios legais disponíveis no Rio de Janeiro para portadores de deficiência física.

Pacientes com deficiência, entre eles as crianças com mielomeningocele, aqui estudadas, necessi- tam freqüentar especialistas, em geral distantes de suas residências. As famílias estudadas encon- tram-se próximas ou abaixo da linha de pobre- za, o que soma vulnerabilidade à vida destas cri- anças. A escassez de recursos para o transporte, a dificuldade de locomoção e o acesso físico res- tringem a capacidade de buscar assistência médi- ca, e um ciclo vicioso se forma: a falta de trata- mento adequado e preventivo leva a complica- ções clínicas, aumentando a necessidade de ir ao médico. Esta conseqüente falta de saúde reduz a capacidade da criança para freqüentar a escola e sua capacidade de aprender. Aliado a este fato, a inacessibilidade física e o despreparo de profissio- nais de saúde e educação, e outros atores envol- vidos na prestação destes serviços, contribuem para mais exclusão, prejudicando ainda mais sua integração social e saúde psíquica. A quebra des- te ciclo pode ser facilitada quando pessoas com deficiência e de baixa renda familiar passam a receber o Beneficio da Prestação Continuada, o Passe Livre e a Matrícula em Escola Próxima da Residência. Mas apesar de legalmente respalda- dos, o índice de obtenção dos benefícios ainda é insatisfatório, se comparado com a procura e a necessidade. Pior ainda, a obtenção dos benefí- cios não garante necessariamente o acesso.
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Atitudes de adultos com deficiência física frente ao idoso, à velhice pessoal e a pessoas com deficiência física.

Atitudes de adultos com deficiência física frente ao idoso, à velhice pessoal e a pessoas com deficiência física.

O objetivo foi analisar atitudes em relação ao individuo portador de deficiência física, ao idoso e à própria velhice em 242 adultos de 24 a 39 anos, portadores de deficiência física congênita (6,4%) ou adquirida. Apenas 4,5% eram dependentes para AVDs, conforme o Barthel Index; 36,0% usavam auxílios ortopédicos. Sendo 65,3% mulheres; 47,0%, casados, 53,3% tinham oito anos de escolaridade, 35,0% , 9 a 11 e 7,0% , mais de 11. Foram submetidos a quatro escalas diferenciais Semânticas com 30 itens e quatro fatores cada (agência, cognição, relações sociais e persona). A análise de dados evidenciou que eles avaliaram mais positivamente o conceito de adulto portador de deficiência física do que o de idoso. Quanto mais antiga a convivência com a deficiência, mais positivas as atitudes em relação à velhice pessoal. Os dados são sugestivos do papel desempenhado pelos processos de auto- regulação do self no manejo das conseqüências da incapacidade física sobre a vida pessoal e social.
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QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE LESADOS MEDULARES

QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE LESADOS MEDULARES

Sabe-se que a atividade desportiva praticada por pessoas portadoras de deficiência existe desde a Grécia antiga. No entanto, foi somente após a Segunda Guerra Mundial que o desporto adaptado para os deficientes teve maior avanço no contexto da prevenção e da reabilitação física, social e psíquica. De modo geral, os portadores de deficiência física ou de qualquer outra deficiência obtêm efeitos positivos para a saúde física, mental e social pela pratica regular de atividades de lazer ou desportivas adaptadas, tenham estas finalidades competitivas ou não, embora se saiba que sua participação em atividades físicas regulares seja inferior a do restante da população. De forma geral, segundo Silva (cit. em Noce et al., 2009), os deficientes físicos, da mesma maneira que população em geral, alteram os seus hábitos de vida, tornando-se mais sedentários. Essa condição implica, além de uma série de problemas, como por exemplo, a intolerância a glicose, maior prevalência de aterosclerose e aumento da obesidade, tornando o individuo mais suscetível as diversas enfermidades (NOCE et al., 2009).
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Estratégias de sobrevivência das pessoas portadoras de deficiência física devido a Guerra Civil em Angola e residentes no Lobito

Estratégias de sobrevivência das pessoas portadoras de deficiência física devido a Guerra Civil em Angola e residentes no Lobito

Se não se pode dizer que ser excluído significa ser pobre, nem vice-versa, o mesmo não se pode afirmar com tanta segurança no que se refere a ser portador de deficiência e ser excluído, isto porque, pese embora existam excepções à regra, o facto de ser portador de deficiência, é por si só um motivo de exclusão. Esta situação leva a que muitas famílias tenham que adoptar estratégias de sobrevivência por terem membros portadores de deficiência que não conseguem dar resposta às suas necessidades básicas, uma vez que nem sempre ou quase nunca, são considerados cidadãos de pleno direito e com os mesmos deveres (que serão cumpridos de acordo com as suas capacidades funcionais) dentro da sociedade em que vivem (CEP, 2003:6) ou seja, lhes é negado o primeiro direito consagrado na Declaração dos Direitos Humanos que define que “todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e em direitos (Declaração Universal dos Direitos do Homem).
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Discursos sobre a inclusão digital

Discursos sobre a inclusão digital

A inclusão, originalmente referida à ausência de segregação dos sujeitos portadores de necessidades especiais, superando a noção de “deficiência” física ou mental, como [r]

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A importância das aulas inclusivas de Educação Física para os portadores de deficiência

A importância das aulas inclusivas de Educação Física para os portadores de deficiência

Dessa forma, a base desta pesquisa consistiu no estudo de livros, de artigos especializados, de dissertações e de teses, o que possibilitou o acesso e a manipulação de informações relevantes para a reflexão sobre as relações entre inclusão, deficiência física e Educação Física escolar adaptada. O levantamento bibliográfico foi realizado em bases de dados disponíveis via internet. Restringimos o período de levantamento bibliográfico dos livros, das dissertações, das teses e dos artigos em periódicos de 1990 a 2004. Esse período é considerado de grande relevância uma vez que corresponde ao aumento do interesse da comunidade científica sobre o tema e proporciona uma visão dos trabalhos atuais desenvolvidos.
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Jovens portadores de deficiência: sexualidade e estigma .

Jovens portadores de deficiência: sexualidade e estigma .

Considerando que tais domínios fragmentam a experiência da vida revelando-se insuficientes como estratégia de compreensão da realidade descrita, optamos pela organização de categori- as empíricas fundamentadas nos discursos dos sujeitos. Inicialmente, reconhecemos que as ex- periências primárias na família e no espaço de socialização secundária, representado pela esco- la, ganham destaque no discurso dos jovens, o que fundamenta o processo de sociabilidade e inserção social, nossa primeira categoria. A se- gunda categoria construída através dos dados foi denominada de autonomia e refere-se à pos- sibilidade de articulação entre as estratégias de autocuidado e a relação com a menor ou maior ampliação dos círculos sociais. A terceira catego- ria, denominada de área médica, foi construída em virtude da consideração de que a vivência da doença crônica intermedia os espaços do cuida- do em saúde, e seus atores em interação constro- em conjuntamente significados que interferem no processo de cuidado do jovem com espinha bífi- da. A quarta categoria se refere às estratégias de enfrentamento do estigma e diz respeito tanto ao reconhecimento da especificidade da doença crô- nica e dos quadros de deficiência física ou das m arcas invisíveis da doença com o à m aneira como o jovem administra tais especificidades. Finalm ente, apesar da sexualidade não haver constado inicialmente como uma das dimensões que compõem a qualidade de vida de jovens por- tadores de espinha bífida, o tema se fez presente
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Ensino de física e deficiência visual

Ensino de física e deficiência visual

É no capítulo IV que são apresentados os resultados das análises do modelo de aula anteriormente proposto. Apresenta-se as dificuldades, alternativas, metodologias de ensino e recursos identificados por futuros professores de Física, caracterizando a busca de soluções para se ter aulas de Física adequadas.

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Nível de atividade física habitual em portadores e não portadores de neuropatia diabética

Nível de atividade física habitual em portadores e não portadores de neuropatia diabética

que se estabelece os critérios de encaminhamento para os Centros de Referência Integrados Viva Vida e Hiperdia Minas. Como critérios de exclusão foram conside- rados sujeitos portadores de diabetes mellitus tipo 1, retinopatia grave, doença ar- terial periférica, neuropatia autonômica, claudicação intermitente, funções mus- culares ou esqueléticas prejudicadas, doenças psiquiátricas, doenças coronarianas e que apresentavam algum tipo de amputação e ulcerações graves nos pés.

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Famílias com filhos portadores de deficiência. Quotidiano e representações

Famílias com filhos portadores de deficiência. Quotidiano e representações

direitos (Segalen, 1999) colocam a família sob o olhar atento do poder político. Levanta-se o problema da partilha de responsabilidades em diversos países de estado-providência (Martins, 1995) encarando-se a hipótese de remeter para a família, entre outros, alguns serviços e encargos que anteriormente eram cobertos, em parte, pelas despesas públicas. Segundo Karin Wall (1998), a maior parte dos países está a reduzir as obrigações do Estado e a aumentar a responsabilidade das famílias e da comunidade. De acordo com uma tipologia de estados- providência fundamentada na caracterização de diferentes elementos de apoio (articulação do direito ao trabalho com os cuidados às crianças) o estado providência português enquadra-se no modelo deficitário que corresponde ao grupo de países da Europa do Sul, o que se traduz numa assimetria entre o nível de investimento público e os grupos sociais abrangidos por este (Torres et al., 2004). Portanto, as comunidades tradicionais do chamado estado-providência estão cada vez mais diluídas e cada vez menos capazes de fornecer respostas efectivas (Capucha, 1998). Esta atitude contradiz a necessidade cada vez mais premente de se encontrar soluções na área do apoio aos idosos, às crianças e às pessoas com deficiência. Coloca-se assim a questão se as famílias com menos recursos estão preparadas para suportar o impacto, pois estas tendem a ser mais penalizadas em todos os planos nos quais se coloca este conjunto de problemas (Capucha, 1998).
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A endogamia explicaria a elevada prevalência de deficiências em populações do Nordeste brasileiro?.

A endogamia explicaria a elevada prevalência de deficiências em populações do Nordeste brasileiro?.

Em relação às deficiências motoras, foi ob- servado que elas atingem de 9,5% a 28,4% da totalidade da amostra e há uma elevada frequên- cia da categoria 10, ou seja, de indivíduos que apresentam uma perna maior do que outra. Na maior parte dos casos, essa assimetria é devido à sequela de poliomielite, doença muito comum na região até vinte anos atrás quando foi erradi- cada. Outra deficiência muito frequente é a esco- liose e deformidades de coluna e tronco, que acar- retam também em dificuldade de locomoção. Em Serrinha dos Pintos, foram identificados 18 indi- víduos que andavam durante a infância e perde- ram progressivamente a capacidade de andar e depois foram diagnosticados como afetados pela síndrome Spoan. Pouquíssimas pessoas nasce- ram com malformações em membros.
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O trabalhador com deficiência e as práticas de inclusão no mercado de trabalho de Salvador, Bahia.

O trabalhador com deficiência e as práticas de inclusão no mercado de trabalho de Salvador, Bahia.

Acho que pra todo mundo aqui [Suzana] é um exem- plo, [porque] dá para a gente a força e coragem que ela tem. Porque ela podia estar em casa. Tudo pra ela é muito mais difícil, mas ela enfrenta. Sair de casa, para ela, é uma luta. E ela vem, ela enfrenta [...], então, às vezes a gente chega assim meio cansado ou de mau humor, aí eu lembro logo dela. “Como é pra ela sair de casa num dia de chuva, o transporte não veio, faz o quê?”, eu lembro que pra ela é muito mais difícil. En- tão eu acho que pra todo mundo aqui ela é um exem- plo, e todo mundo pensa nisso com certeza. (Tatiana) Nessa linha, Luciano, gerente de Recursos Humanos de supermercado, mesmo relutando em comparar as pes- soas com deficiência com as demais, ressalta que eles têm “mais compromisso e maior poder de concentração”.
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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.14 número3

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.14 número3

Sendo a diferença estampada na deficiência o elemento norteador da pesquisa, optou-se por não segmentar a deficiência em suas várias formas ou graus de manifestação, tais como a física, [r]

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Qualidade de vida de cuidadores de crianças com microcefalia / Quality of life of careers of children with microcephaly

Qualidade de vida de cuidadores de crianças com microcefalia / Quality of life of careers of children with microcephaly

Do ponto de vista investigativo, para Vilarta (2010), existem características diferenciais entre uma pessoa com deficiência daquelas consideradas normais ou sem deficiência aparente, visto que a QV é percebida como um acontecimento que se estrutura nas relações intergrupos, intrapessoal e interpessoal. Segundo Rogeiro (2013) pessoas portadoras de deficiências que afetam o sistema cerebral, possuem limitações que dificultam as atividades diárias e sobrevivência em meio a uma sociedade onde ainda há discriminação por falta de conhecimento sobre suas condições clínicas. Nesse sentido, convém ressaltar que a presença do cuidador assim como o seu bem-estar influencia para melhor QV do paciente, porém o mesmo também necessita de cuidados, assistência social, orientação e reconhecimento, pois a dedicação em tempo integral pode vir a gerar uma sobrecarga de trabalho resultando em desgastes físicos e emocionais (SANTOS et al., 2017). Desta forma, estes fatores tornam-se ainda mais abrangentes e diferenciados, quando direcionados aos cuidadores de crianças portadoras de microcefalia (COSTA, 2018).
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Política de inclusão do portador de deficiência: possibilidades e limites.

Política de inclusão do portador de deficiência: possibilidades e limites.

Se busca investigar el impacto de la Política Nacional para la Integración de la Persona Portadora de Deficiencia en Brasil y qué aspectos de esa política están evidentes en el discurso académico. Los datos fueron recolectados en bases indexadas y en bibliografía académica. Los criterios para la composición de la muestra permitieron la inclusión de textos sobre inclusión social y política estatal de inclusión. Los datos fueron analizados según el Análisis de Contenido Temático. Se concluye que los portadores de deficiencia conquistaron una política que les asegura el acceso a bienes y servicios, pero encuentran dificultades de inclusión en los campos de la educación y del mercado laboral debido a la poca instrucción, a la falta de calificación y a las estrategias de resistencia por parte de las empresas, que se omiten de contratar a esa fuerza de trabajo. El discurso académico se encarga de elucidar los bloqueos a la inclusión, priorizando aspectos de educación, mercado de trabajo y asistencia a la salud en detrimento de aspectos relativos a la cultura, turismo y entretenimiento.
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Avaliação da esteatose hepática e aptidão física voltada à saúde em pacientes portadores deficiência de hormônio de crescimento antes e após a sua reposição

Avaliação da esteatose hepática e aptidão física voltada à saúde em pacientes portadores deficiência de hormônio de crescimento antes e após a sua reposição

O hormônio do crescimento (GH) é um polipeptídeo produzido e secretado por células especializadas localizadas na hipófise anterior, e cuja principal função é a promoção do crescimento e desenvolvimento corporal; além disso, participa da regulação do metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos.(1) Não existem estudos brasileiros sobre a incidência da deficiência de GH; em estudo americano a incidência foi de 1 em cada 3480 nascidos vivos.(2) A deficiência de GH pode ser congênita ou adquirida. As causas congênitas são menos comuns e podem ou não estar associadas a defeitos anatômicos. As causas adquiridas incluem tumores e doenças infiltrativas da região hipotálamo-hipofisária, tratamento cirúrgico de lesões hipofisárias, trauma, infecções e infarto hipofisário ou radioterapia craniana.(3,4) A deficiência de GH ocorre de maneira isolada ou em associação a outras deficiências de hormônios hipofisários.
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