Potência na barra

Top PDF Potência na barra:

Desempenho de uma semeadora-adubadora de plantio direto de sementes de Brachiaria Brizantha

Desempenho de uma semeadora-adubadora de plantio direto de sementes de Brachiaria Brizantha

Siqueira e Casão Júnior (2002), com objetivo de avaliar 18 semeadoras-adubadoras de plantio direto, determinaram a potência nominal máxima do trator em função da força máxima de tração exigida pelas semeadoras, sempre a uma velocidade constante de 6,0 km h -1 . Com a potência no motor calculada de acordo com a v elocidade trabalhada, o maior valor obtido entre as semeadoras foi de 80,57 kW para a semeadora JM 5016 PG, seguido pelas semeadoras KK 7/4 e GA 2700 P, que exigiram, respectivamente, potências no motor de 68,43 kW e 62,26 kW. Em trabalho sobre a demanda energética na implantação da cultura do milho, Mahl et al. (2004) concluiram, com relação ao requerimento de potência na barra, que as condições de solo não interferiram nessa variável. No entanto, houve aumento de até 96% na potência com o aumento da veloc idade de 4,4 km h -
Mostrar mais

73 Ler mais

Desempenho energético de um trator agrícola 4x2 – TDA, em função da pressão de inflação dos pneus em pista de concreto e em solo mobilizado, conforme a norma OECD – código 2

Desempenho energético de um trator agrícola 4x2 – TDA, em função da pressão de inflação dos pneus em pista de concreto e em solo mobilizado, conforme a norma OECD – código 2

Verificou-se que os coeficientes de curtose para potência na barra de tração do trator não se mostraram dentro do intervalo de -3 e 3 quando o trator trabalhou na pista de concreto com pneus inflados com pressão de 110,3 kPa (16 psi) nos rodados traseiro e 110,3 kPa (16 psi) nos rodados dianteiro tracionando a UMEB com 100% e 75% da força máxima de tração, ou seja, nessas duas condições o coeficiente de curtose mostra uma distribuição achatada em relação à média contradizendo assim uma distribuição normal. Albiero (2010) afirma que em casos de comprovação da não normalidade dos dados a analise de variância não se torna uma ferramenta estatística indicada para avaliação dos dados. Assim este mesmo autor recomenda para processos não normais à utilização para avaliação, do comportamento das médias e a variabilidade dos dados, através da Média Móvel Exponencial Ponderada - MMEP proposta por Montgomery (2004).
Mostrar mais

112 Ler mais

Rendimento na barra de tração de um trator agrícola com diferentes relações de peso e potência.

Rendimento na barra de tração de um trator agrícola com diferentes relações de peso e potência.

Masiero (2010) observou que em diferentes superfícies de solo, os valores médios de rendimento máximo na barra de tração variaram em função do modelo, potência do trator e da relação entre o peso e a potência do motor. Avaliando as condições da superfície do solo, Gabriel Filho et al. (2010), concluíram que esta interferiu na capacidade do trator em desenvolver a tração, pois a maioria dos parâmetros relacionados com o desempenho apresentou variações estatisticamente significativas ao longo dos ensaios. Ao se dividir os valores obtidos de potência na barra de tração pelos valores de potência na tomada de potência, obtêm - se os diversos rendimentos da transmissão, de posse dessas informações, têm-se os índices que representam a eficiência energética dos tratores (SILVEIRA; SIERRA, 2010).
Mostrar mais

6 Ler mais

Demanda energética de uma semeadora-adubadora em diferentes velocidades de deslocamento e rotações do motor.

Demanda energética de uma semeadora-adubadora em diferentes velocidades de deslocamento e rotações do motor.

RESUMO - A velocidade de operação do trator influencia diversos aspectos, entre eles o consumo de combustível, a capacidade operacional e a qualidade de semeadura. Este trabalho teve como objetivo avaliar a demanda energética de um conjunto trator- semeadora-adubadora em sistema plantio direto, em função das velocidades de deslocamento e rotações no eixo do motor, na semeadura da cultura do milho. Os 12 tratamentos foram constituídos de quatro velocidades de deslocamento, obtidas em função dos escalonamentos de marchas e de três rotações do motor do trator. Durante a semeadura, monitoraram-se a velocidade de operação, a rotação do motor, a força de tração e o consumo horário de combustível. Os resultados mostraram que o requerimento de potência na barra de tração, média, por linha de semeadura, por profundidade do sulco e por área mobilizada aumentou com o aumento da velocidade de operação do conjunto mecanizado. O consumo horário de combustível foi elevado com o aumento da velocidade de operação e da rotação do motor, sendo menor na rotação do motor de 1.500 rpm. Palavras-chave: Desempenho operacional. Mecanização. Plantio direto.
Mostrar mais

9 Ler mais

Influência da altura das garras dos pneus de um trator em área de plantio direto.

Influência da altura das garras dos pneus de um trator em área de plantio direto.

combustível e na potência na barra de tração, sendo que es- sas variáveis sofreram alterações estatisticamente significati- vas, conforme foram realizadas as mudanças de marcha; to- davia, não se constataram efeito das alturas das garras no desempenho do trator, de acordo com as variáveis estudadas, nem efeito da interação das quatro marchas com as duas condições de altura das garras avaliadas.

6 Ler mais

Desempenho na barra de tração de um conjunto trator-semeadora  / Performance in the drawbar of a tractor-sower set

Desempenho na barra de tração de um conjunto trator-semeadora / Performance in the drawbar of a tractor-sower set

Para as variáveis velocidade(V) e potência na barra(PB) apresentadas na Figura 1(A), podemos observar que estão diretamente correlacionadas, ou seja, à medida que a velocidade aumenta a potência na barra de tração também aumenta, mesmo resultado pode ser observado par força e potência na barra de tração(B). Este resultado pode estar associado a alta relação da velocidade com a força e potência na barra de tração. Resultado semelhante pode ser observado no trabalho de Queiroz et al. (2017), onde o aumento de velocidade resultou em aumento de força e potência.
Mostrar mais

8 Ler mais

Semeadora-adubadora: exigências em função do preparo do solo, da pressão de inflação do pneu e da velocidade.

Semeadora-adubadora: exigências em função do preparo do solo, da pressão de inflação do pneu e da velocidade.

As semeadoras-adubadoras, responsáveis pela correta adição de semente e adubo ao solo, possuem mecanismos dosadores acionados por suas rodas motrizes, que giram em função do contato com a superfície do solo. Esse contato é influenciado, entre outros fatores, pela pressão de inflação dos pneus. O objetivo do presente trabalho foi estudar o desempenho de uma semeadora-adubadora de precisão em função do preparo do solo (preparo convencional e plantio direto), das velocidades de deslocamento e da pressão de inflação do seu pneu. O trabalho foi realizado na UNESP de Jaboticabal (SP) no ano de 2006. Foram avaliadas as seguintes variáveis: força de tração e potência na barra, consumo de combustível (horário, ponderal, operacional e específico), capacidade de campo operacional, patinagem dos rodados do trator e da semeadora-adubadora, estande inicial e distribuição longitudinal de sementes. O sistema plantio direto demandou maior força (35 %), potência e consumo horário de combustível; o mesmo aconteceu na maior velocidade. A pressão de inflação das rodas da semeadora proporcionou menor patinagem e maior estande inicial de plântulas.
Mostrar mais

8 Ler mais

Desempenho energético de um trator agrícola 4x2 – TDA, em função da pressão de inflação dos pneus em pista de concreto e em solo mobilizado, conforme a norma OECD – código 2

Desempenho energético de um trator agrícola 4x2 – TDA, em função da pressão de inflação dos pneus em pista de concreto e em solo mobilizado, conforme a norma OECD – código 2

Verificou-se que os coeficientes de curtose para potência na barra de tração do trator não se mostraram dentro do intervalo de -3 e 3 quando o trator trabalhou na pista de concreto com pneus inflados com pressão de 110,3 kPa (16 psi) nos rodados traseiro e 110,3 kPa (16 psi) nos rodados dianteiro tracionando a UMEB com 100% e 75% da força máxima de tração, ou seja, nessas duas condições o coeficiente de curtose mostra uma distribuição achatada em relação à média contradizendo assim uma distribuição normal. Albiero (2010) afirma que em casos de comprovação da não normalidade dos dados a analise de variância não se torna uma ferramenta estatística indicada para avaliação dos dados. Assim este mesmo autor recomenda para processos não normais à utilização para avaliação, do comportamento das médias e a variabilidade dos dados, através da Média Móvel Exponencial Ponderada - MMEP proposta por Montgomery (2004).
Mostrar mais

112 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

Este trabalho apresenta o estudo da estabilidade de um sistema composto por inversores PWM senoidais conectados em paralelo em rede isolada, sem a presença de uma barra infinita. Os inversores não apresentam interconexão no controle, de modo que somente as variáveis locais são realimentadas. A estratégia de controle de cada unidade inversora é baseada nas curvas características Px ω e QxV, e ainda numa malha adicional δxP, a qual implica a realimentação do desvio de potência ativa do inversor de seu valor nominal diretamente na fase da tensão de referência, resultando numa ação de controle que produz pequenos deslocamentos na fase da tensão do inversor. É proposto um modelo para pequenos sinais em equação de estado, o qual correspondente à linearização do sistema em torno de um ponto de equilíbrio. O modelo proposto é validado através de resultados de simulação e de resultados experimentais. São apresentadas análises de estabilidade do sistema através do lugar geométrico das raízes, as quais comprovam a eficácia da malha adicional de fase no aumento do amortecimento do sistema. O modelo para pequenos sinais em espaço de estados, principal contribuição do presente trabalho, permite o estudo antecipado do paralelismo de inversores conectados em microrrede isolada com relação à estabilidade e distribuição dos fluxos de potências ativas e reativas.
Mostrar mais

129 Ler mais

Comparativo da aderência do concreto com aço sem proteção e o aço galvanizado a quente.

Comparativo da aderência do concreto com aço sem proteção e o aço galvanizado a quente.

Se Fcal for maior que o valor de F tabelado, a hipótese nula é rejeitada. Sendo assim, signiica que há diferença signiicativa entre as médias dos grupos e consequentemente a variável de estudo inluencia na variável de resposta. O valor de “P”, apre- sentado na tabela 5, demonstra o nível de signiicância do grupo analisado. Desta forma, percebe-se que tipo de barra (galva- nizada ou não) não tem um nível signiicância, pois P é maior que 0,5, comumente aplicado na engenharia civil, ao contrário do diâmetro da barra, que tem um nível de signiicância. Portan- to, observa-se que o diâmetro da barra inlui na resistência de aderência entre o concreto e o aço, porém, se a barra é ou não galvanizada a quente não interfere na aderência inal, para os resultados obtidos neste trabalho.
Mostrar mais

8 Ler mais

Preenchimento perceptivo da mancha cega não distorce a percepção do tamanho linear.

Preenchimento perceptivo da mancha cega não distorce a percepção do tamanho linear.

Entretanto, no presente experimento, o controle da aten- ção foi mais eficiente, de maneira que ela foi focada no ponto de fixação no centro da tela do computador e dis- tribuída equitativamente em ambos hemicampos visuais, evitando assim seu efeito na comparação de tamanho. Isto foi possível devido à alternação aleatória na localização da barra padrão entre os hemicampos visuais e à adap- tação do método de escolha forçada nas tentativas de apresentação das barras pelo método PEST. A escolha forçada consistiu em indicar em que hemicampo visual, direito ou esquerdo, a barra maior estava localizada.
Mostrar mais

10 Ler mais

Elaboração e avaliação fisico-química, microbiológia e sensorial de barra de cereal enriquecida com bacaba (oenocarpus distichus MART) / Physical and chemical elaboration and evaluation, microbiology and sensorial of cereal bar enriched with bacaba (oenoc

Elaboração e avaliação fisico-química, microbiológia e sensorial de barra de cereal enriquecida com bacaba (oenocarpus distichus MART) / Physical and chemical elaboration and evaluation, microbiology and sensorial of cereal bar enriched with bacaba (oenocarpus distichus MART)

De forma geral a barra de cereal apresentou-se com resultados satisfatórios nas análises microbiológicas, físico-químicas e sensoriais, o que constata a aceitação da bacaba como opção de enriquecimento de barras de cereais. Verifica-se que a bacaba é um produto regional pouco explorado e que apresenta grande potencial para ser utilizada como fonte de enriquecimento em diversos outros alimentos, devido ser fonte em proteínas, lipídeos e fibras.

10 Ler mais

Adaptação do índice de integridade biótica usando a comunidade de peixes para o rio Paraíba do Sul.

Adaptação do índice de integridade biótica usando a comunidade de peixes para o rio Paraíba do Sul.

The Index of Biotic Integrity (IBI) has been used to assess the biological quality of flowing water systems in several areas of the United States and Western Europe, using the fish community. An adaptation of this index, which was firstly described by Karr (1981), was used for the first time in Brazil at the Paraíba do Sul river, between Barra Mansa and Barra do Piraí. This is a very impor- tant extent of this river because of the high pollution levels, mainly from National Siderurgy Com- pany, and for being the main abstraction source of Rio de Janeiro water supply. A monthly standardised sampling programme to catch fish was carried out, from March-1995 to February-1996, at four fixed stations (Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral e Barra do Piraí), all located at the mouth of small tributaries. Seines, casting nets and net trays were used for catch the fishes. Index of Biotic Integrity (IBI) was adapted by integrating 12 ecological attributes of fish communities, populations, and in- dividual organisms to assess biological integrity based in Species Composition and Richness, Trophic Structure and Fish Abundance and Condition. Overall, water quality was classified between poor and fair and an improvement in IBI was detected between the high polluted Barra Mansa site and the least polluted Barra do Piraí site, although no significant difference was shown (p > 0,01). Seasonally, the best conditions were reached between March and August, and the worse between September and February, when more aloctone materials are brought to the river.
Mostrar mais

12 Ler mais

DE A N Á L I S E DO COMPORTAMENTO

DE A N Á L I S E DO COMPORTAMENTO

Analisamos até agora que o com portam ento produz conseqüências e que é con­ trolado por elas. Vimos tam bém que algum as dessas conseqüências au m en ta m a probabilidade de o com portam ento voltar a ocorrer. Chamamos essas conse­ qüências de reforço. Portanto, reforço é um tipo de conseqüência do com porta­ m ento que aum enta a probabilidade de um determ inado com portam ento voltar a ocorrer. Novamente, temos um a relação entre o organism o e seu am biente, na qual o organism o e m ite um a resposta (um com portam ento) e produz alterações no am biente. Quando as alterações no am biente aum entam a probabilidade de o com portam ento que as produziu voltar a ocorrer, cham am os tal relação entre o organism o e o am biente de c o n tin g ê n c ia d e reforço, que é expressa da forma se... en tã o ... (se o com portam ento X ocorrer, e n tã o a conseqüência Y ocorre; se o rato pressiona a barra, e n tã o ele recebe água). No exemplo da criança que "faz birra" para que seus pais a atendam , podem os identificar o reforço e os seus efeitos claram ente. Cada vez que a criança "faz birra" (co m p o r ta m en to /re s­ p o sta ) e seus pais a atendem (co n seq ü ên cia ), aum entam as chances (a pro­ babilidade) de que, n a próxim a vez que a criança queira algo, ela se com porte da m esm a forma. Dizemos, então, que esse evento (receber o que está pedindo) é um reforço para o com portam ento de "fazer birra". Você consegue im aginar outros exemplos de conseqüências que m an têm alguns de nossos com portam en­ tos? Faça esse "exercício intelectual" antes de continuar a leitura do livro.
Mostrar mais

210 Ler mais

O conceito de operação estabelecedora na análise do comportamento.

O conceito de operação estabelecedora na análise do comportamento.

Miguel e Andery (1998) tentaram demonstrar o contro- le da operação estabelecedora condicionada transitiva so- bre o comportamento de ratos. As sessões experimentais iniciaram-se com uma caixa operante escura, situação na qual respostas a uma barra localizada à direita do bebedou- ro produziam como conseqüência o acendimento de uma luz . Na presença da luz, respostas à uma barra esquerda só produziam água como conseqüência quando um som esta- va em curso. O aparecimento do som foi controlado por um VT6s. que era acionado após o aparecimento da luz, per- manecendo ligado durante 10s. Os autores supuseram que som não estaria correlacionado com a disponibilidade da luz como um reforço condicionado, mas como uma condi- ção que estabeleceria sua efetividade (da luz). Numa fase de teste os sujeitos foram expostos a uma sessão de 30 min. na qual, o som era apresentado isoladamente controlado por um esquema de VT6s. Caso o som, evocasse, nessa ses- são de teste, respostas de pressão à barra direita, ele estaria funcionando como uma OEC-T. Nenhum dos sujeitos mos- trou resultados consistentes com essa hipótese.
Mostrar mais

9 Ler mais

9.1 - Performance de Sistemas Digitais de Comunicação - 10   Desempenho de Sistema

9.1 - Performance de Sistemas Digitais de Comunicação - 10 Desempenho de Sistema

Na figura se vê que há uma região em que o desempenho é limitado por potência segundo uma linha de inclinação mais suave, mudando de forma brusca para uma limitação mais acentuada, aquela determinada por dispersão. A curva para uma fibra monomodo, operando a 1,55 µm, tem a indicação dos dois critérios de limitação de desempenho para o enlace. Vale à pena se comentar que as fibras operadas a 1,30µm apresentam desempenho superior àquelas operadas em 1,55 µm, para taxas de transmissão mais acentuadas. Obviamente isto ocorre para as condições dos cálculos, havendo simplificações feitas que poderão não ser válidas em outras circunstâncias.
Mostrar mais

6 Ler mais

Comparação entre dois métodos para determinação de potência mecânica em saltos verticais .

Comparação entre dois métodos para determinação de potência mecânica em saltos verticais .

Utilizando outro protocolo, Sayers et al. (1999) validaram duas conhecidas equações de potência mecânica, para o desenvolvimento de uma terceira, com a intenção de abranger uma maior população para aplicação do cálculo a partir do teste realizado. A metodologia do estudo consistiu na realização de testes do tipo squat jump e CMJ comparados com o teste de pular-e-alcançar. Seus resultados demonstraram que a equação proposta obteve maior precisão para saltos do tipo squat jump, além de substituir os outros dois modelos propostos devido à simplicidade de seu uso. Os autores justificam os resultados pela pouca variação presente na técnica do salto, diferentemente do CMJ, que pode variar em altura, deslocamento da articulação do joelho e velocidade de execução (SAYERS et al., 1999).
Mostrar mais

10 Ler mais

RUBENS TADEU HOCK JÚNIOR REGULADOR DE TENSÃO MÓVEL CONTROLADO EM TENSÃO COM RASTREAMENTO DO PONTO DE MÍNIMA POTÊNCIA APARENTE

RUBENS TADEU HOCK JÚNIOR REGULADOR DE TENSÃO MÓVEL CONTROLADO EM TENSÃO COM RASTREAMENTO DO PONTO DE MÍNIMA POTÊNCIA APARENTE

Dentre os inúmeros sistemas que buscam o ponto de máxima potência (MPP), o método P&O é o método mais utilizado, pois possui implementação simples e baixo esforço computacional, é preciso, não necessita de ajustes periódicos e necessita de apenas dois sensores. Entretanto, esse método apresenta baixa resposta transiente, oscilações em regime permanente e é considerado relativamente lento (ESRAM; CHAPMAN, 2007) (ANSARI et al., 2009) (JAIN; AGARWAL, 2007) (DE BRITO et al., 2013) (FARANDA; LEVA; MAUGERI, 2008).

197 Ler mais

LEIS DE POTÊNCIA

LEIS DE POTÊNCIA

Neste capítulo serão dadas algumas atividades concernentes a Lei de Potência. Essas atividades são sugeridas para serem aplicadas aos alunos do Ensino Médio, conduzidas pelo professor, com as adaptações que forem julgadas necessárias. As três primeiras atividades correspondem às análises que foram feitas no Capítulo 4; elas se referem às Leis de Potência aplicadas à distribuição dos municípios em relação à quantidade de habitantes. Na primeira atividade, os dados são agrupados em histogramas com am- plitude 20.000. Na segunda atividade, foi aplicada a técnica do Binning Logarítmico, em que os dados são agrupados em histogramas com amplitudes variadas. Na terceira atividade, é utilizada a frequência acumulada dos dados. Na quarta atividade, é apli- cada a Lei de Potência para a distribuição acumulada das frequências das palavras de um livro.
Mostrar mais

161 Ler mais

Potência zero

Potência zero

Porém, isso não significa que o país não possa crescer 5% ou 6% em um ou outro ano, mas não será possível um crescimento sustentável por vários anos a taxas maiores que a do PIB potencia[r]

2 Ler mais

Show all 10000 documents...