Povoamento florestal

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Uso de diferentes alternativas para viabilizar a relação hipsométrica no povoamento florestal.

Uso de diferentes alternativas para viabilizar a relação hipsométrica no povoamento florestal.

RESUMO – Este estudo teve como objetivo testar diversos modelos hipsométricos tradicionais e genéricos selecionados na literatura florestal, observando-se seus ajustes e comportamentos em diferentes agrupamentos de variáveis independentes que caracterizam um povoamento florestal. Esses modelos hipsométricos foram ajustados, sendo o critério de seleção da equação mais precisa através do coeficiente de determinação ajustado e erro-padrão residual. Para identificar se equações selecionadas para cada situação são estatisticamente diferentes, adotou-se o delineamento inteiramente casualizado no esquema de parcelas subdivididas. Nos casos em que foi detectado diferença significativa na análise de variância, aplicou-se o teste de médias de Scott e Knott, constando que o ajuste por parcela utilizando modelos tradicionais é o procedimento ideal para estimar a altura das árvores. Porém, o ajuste do modelo genérico propiciou boas estimativas, indicando a possibilidade de seu uso em substituição aos modelos tradicionais.
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Estabelecimento de rotação econômica para uma floresta regulada.

Estabelecimento de rotação econômica para uma floresta regulada.

RESUMO – O objetivo deste trabalho foi determinar as rotações econômicas para um povoamento florestal, considerando-se um único corte e infinitos cortes, e para uma floresta regulada, por meio de modelos matemáticos, bem como compará-las através da análise marginal das condições de otimalidade. Para validar o modelo e verificar a magnitude dos efeitos, foi utilizado um estudo de caso de um projeto florestal com valores reais de produção, custos, receitas e taxa de desconto. Os resultados indicaram que os modelos foram eficientes para determinar a rotação econômica e que a rotação do povoamento para um único corte e infinitos cortes e para a floresta regulada foi, respectivamente, de 6,5; 5,5; e 5 anos. O Valor Esperado do Solo (VES) para a floresta regulada foi inferior ao VES do povoamento, em virtude de se impor ao manejo a condição de regulação.
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Proposta metodológica para o ajuste ótimo da distribuição diamétrica SB de Johnson.

Proposta metodológica para o ajuste ótimo da distribuição diamétrica SB de Johnson.

As funções de densidade de probabilidade permitem resgatar a provável distribuição diamétrica de árvores em um povoamento florestal, descrevendo sua estrutura e possibilitando um melhor planejamento da produção. Uma das funções de densidade de probabilidade mais destacadas é a distribuição S B de Johnson (Expressão [1] ), onde os parâmetros (e) , (l), (d) e (g) são responsáveis pela locação, escala, curtose e assimetria da distribuição respectivamente.

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ESTIMATIVA DA BIOMASSA E ESTOQUE DE CARBONO EM POVOAMENTOS DE Pinus elliottii Engelm. NA REGIÃO SUL DO BRASILVALERIO, lvaro Felipe1; LISBOA, Gerson dos Santos2;WATZLAWICK , Luciano Farinha3; PESCADOR, Camila Mariah Magri4;MIRANDA, Dirceu Lcio Carneiro de5

ESTIMATIVA DA BIOMASSA E ESTOQUE DE CARBONO EM POVOAMENTOS DE Pinus elliottii Engelm. NA REGIÃO SUL DO BRASILVALERIO, lvaro Felipe1; LISBOA, Gerson dos Santos2;WATZLAWICK , Luciano Farinha3; PESCADOR, Camila Mariah Magri4;MIRANDA, Dirceu Lcio Carneiro de5; FRANA, Luciano Cavalcante de Jesus6

POVOAMENTOS DE Pinus elliottii Engelm. NA REGIÃO SUL DO BRASIL ) A geração de estimativas precisas do papel das florestas plantadas de Pinus, nas mudanças climáticas, torna-se necessário a adoção de métodos de quantificação de biomassa vegetal e de estocagem de carbono. Este estudo teve como objetivo quantificar o estoque de biomassa total e de carbono em um povoamento florestal de Pinus elliottii Engelm., em diferentes idades na região Sul do País. Os dados foram provenientes de 25 povoamentos com idades de 1 a 25 anos, totalizando 125 árvores, sendo 5 árvores para cada idade. As árvores foram derrubadas e seccionadas em: acículas, galhos vivos, galhos mortos, raízes, estruturas reprodutivas, madeira do fuste e casca do fuste, e ajustados vários modelos matemáticos. A quantidade de biomassa da maioria dos componentes, apresentou alta relação com as variáveis dendrométricas, resultando em equações adequadas, exceto para os componentes galhos mortos e estruturas reprodutivas.
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EFEITO DA INTENSIDADE DE DESRAMA NA PRODUÇÃO DE Pinus elliottii Engelm., IMPLANTADO EM SOLO POBRE, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL THE EFFECT OF PRUNING INTENSITY ON THE PRODUCTION OF Pinus elliottii Engelm., IN A POOR SOIL IN THE STATE OF RIO GRANDE DO SU

EFEITO DA INTENSIDADE DE DESRAMA NA PRODUÇÃO DE Pinus elliottii Engelm., IMPLANTADO EM SOLO POBRE, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL THE EFFECT OF PRUNING INTENSITY ON THE PRODUCTION OF Pinus elliottii Engelm., IN A POOR SOIL IN THE STATE OF RIO GRANDE DO SU

Um povoamento florestal conduzido em espaçamento reduzido, estimula a desrama natural, tendo como conseqüência o aumento da qualidade de madeira pela formação de madeira sem nós. Entretanto este processo é lento. Na maioria das espécies, os galhos mortos permanecem por longo período aderidos ao tronco, fator desfavorável à qualidade do lenho dada a inclusão no tronco de grande parte da ramificação lateral, vindo a formar os nós mortos, negros ou soltadiços.

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Produtividade e custos do feller-buncher e processador florestal em povoamento de eucalipto de primeiro corte.

Produtividade e custos do feller-buncher e processador florestal em povoamento de eucalipto de primeiro corte.

O estudo foi desenvolvido numa floresta de Eucalyptus grandis Hill ex Maiden de primeiro corte, sem árvores bifurcadas, num talhão homogêneo, equiâneo e seminal, com 72 meses de idade. O plantio foi realizado num espaçamento de 3x2 metros. A área experimental está localizada nas coordenadas geográficas UTM Zona 22K 754810 E e 7432734 S, no Estado de São Paulo, Brasil, com altitude média de 650 metros acima do nível do mar. O tipo de solo é classificado como AQ1 - Areia Quartzo sálica, a moderado com relevo plano. Segundo a classificação de Wilhelm Köppen, a área do povoamento florestal, está localizada em área de clima Cwa, clima temperado quente (mesotérmico), com chuvas no verão e seca no inverno. O total de precipitação pluvial anual apresenta a média de 1.524,5 mm, com total médio no mês mais seco
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Inventário Florestal Utilizando Técnicas de Silvicultura de Precisão em Povoamentos de Eucalyptus grandis Hill ex Maiden.

Inventário Florestal Utilizando Técnicas de Silvicultura de Precisão em Povoamentos de Eucalyptus grandis Hill ex Maiden.

análise geoestatística apresentaram estimativa volumétrica de madeira similar ao método tradicional e apresentam grande potencial como forma de pós-estratificação nos inventários florestais, inclusive com substancial redução no erro de amostragem. Além disso, o mapa de produtividade remete a um zoneamento de produção do povoamento florestal a partir do qual pode-se estabelecer critérios de manejo nas etapas de colheita, conforme a produtividade determinada.

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Comparação de métodos de amostragem para análise estrutural de florestas ineqüiâneas.

Comparação de métodos de amostragem para análise estrutural de florestas ineqüiâneas.

RESUMO - O presente trabalho foi realizado em um povoamento florestal ineqüiâneo, pertencente à Universidade Federal de Viçosa-MG, objetivando comparar estimativas do número de árvores por hectare, volume por hectare, área basal por hectare, diâmetro médio e altura média do povoamento e número de espécies, utilizando parcelas de área fixa (método I) e amostragem por ponto horizontal (método de Bitterlich), com fatores de área basal K=1, K=2 e K=4 (métodos II, III e IV, respectivamente). Após análises, constatou-se que: a) para atender a um determinado erro de amostragem, há a necessidade de maior número de pontos de amostragem, em comparação ao número de parcelas de área fixa; b) não houve diferença estatística entre as estimativas de volume por hectare, área basal por hectare, diâmetro médio e altura média do povoamento, obtidas nas parcelas de área fixa e nos pontos de amostragem, independentemente do fator de área basal; c) a amostragem por ponto horizontal (método de Bitterlich) poderá ser utilizada para caracterização da composição florística se houver aumento de intensidade amostral ou se a floresta apresentar baixa diversidade de espécies; e d) houve diferença estatística entre o número de árvores por hectare e por classe de diâmetro para os métodos de amostragem estudados. Os métodos II, III e IV subestimaram o número de árvores nas maiores classes de dap (diâmetro à altura do peito) e superestimaram-no nas menores.
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MATERIAL E MÉTODOS Caracterização da área de pesquisa

MATERIAL E MÉTODOS Caracterização da área de pesquisa

De acordo com as informações obtidas no inventário e considerando que em idades jovens, árvores de eucalipto possuem praticamente toda a sua altura total tomada pela copa, foram determinadas três classes de alturas, de maneira a abranger as posições superior, mediana e inferior da copa das árvores. A área foi fragmentada em duas partes, sendo a primeira referente às árvores que circundam o povoamento florestal (bordadura) e a segunda referente à área do centro do povoamento. Foi coletado material vegetativo de seis árvores, sendo três árvores de cada fragmento.
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OTIMIZAÇÃO DO USO DO TRATOR FLORESTAL Forwarder EM FUNÇÃO DA PRODUTIVIDADE, CUSTOS E CAPACIDADE DE CARGA1.

OTIMIZAÇÃO DO USO DO TRATOR FLORESTAL Forwarder EM FUNÇÃO DA PRODUTIVIDADE, CUSTOS E CAPACIDADE DE CARGA1.

Como pode ser observado na Tabela 3, para um povoamento florestal de eucalipto com produtividade de 0,19 m³ por árvore, houve diferença signigicativa a 99% de probabilidade, pelo teste de Tukey, entre as distâncias médias de extração de 0 a 50 m em relação à última classe de distância de 201 a 250 m, ou seja, até 200 m de extração não há diferença significativa de produtividade da máquina. Esse resultado revela a importância de um planejamento adequado dos talhões, de modo que as rotas de extração da madeira não sejam superiores a 200 m. Além disso, foi observado que, à medida que aumentou a produtividade da floresta em termos de volume individual, aumentou-se a capacidade de otimização
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Forest Inventory Using Precision Forestry Techniques in Eucalyptus grandis Hill ex Maiden Stands

Forest Inventory Using Precision Forestry Techniques in Eucalyptus grandis Hill ex Maiden Stands

análise geoestatística apresentaram estimativa volumétrica de madeira similar ao método tradicional e apresentam grande potencial como forma de pós-estratificação nos inventários florestais, inclusive com substancial redução no erro de amostragem. Além disso, o mapa de produtividade remete a um zoneamento de produção do povoamento florestal a partir do qual pode-se estabelecer critérios de manejo nas etapas de colheita, conforme a produtividade determinada.

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PRECIPITAÇÃO EFETIVA E INTERCEPTAÇÃO PLUVIOMÉTRICA EM POVOAMENTO DE Eucalyptus spp. EM VITÓRIA DA CONQUISTA – BA

PRECIPITAÇÃO EFETIVA E INTERCEPTAÇÃO PLUVIOMÉTRICA EM POVOAMENTO DE Eucalyptus spp. EM VITÓRIA DA CONQUISTA – BA

O estudo da partição de chuva em um povoamento florestal é de suma importância, porque pequenas mudanças na frequência ou magnitude das precipitações pluviométricas têm implicações significativas para a disponibilidade de água no solo. Este estudo teve como objetivo caracterizar a precipitação efetiva, escoamento pelo tronco e interceptação da precipitação pluviométrica incidente em um povoamento de Eucalyptus spp. no município de Vitória da Conquista, BA. Os dados foram coletados no período de janeiro de 2012 a dezembro de 2013. Para quantificar os valores de cada variável foram utilizados 25 pluviômetros, dispostos a 1,5 m do solo e 20 coletores alocados no tronco das árvores em uma área de 400 m² no interior do povoamento de Eucalyptus spp.. A precipitação interna anual média foi de 58,76 %. Precipitações mensais de até 4 mm tiveram
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 NeD06 Gonç

NeD06 Gonç

Pelo contrário o «ecodesenvolvimento» aponta para o povoamento dos territóríos, de harmonia com as suas reais possibilidades, em cada fase de desenvolvimento, e pr[r]

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A ABORDAGEM DA BIODIVERSIDADE NOS RESUMOS PÚBLICOS DOS PLANOS DE MANEJO FSC NO BRASIL: UMA ANÁLISE CRÍTICA

A ABORDAGEM DA BIODIVERSIDADE NOS RESUMOS PÚBLICOS DOS PLANOS DE MANEJO FSC NO BRASIL: UMA ANÁLISE CRÍTICA

Diante dos resultados apresentados pelas empresas dos locais em que são realizados os monitoramentos de fauna, seis realizam em áreas de plantios florestais, oito empresas realizam somente nas Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVC), destas seis também realizam em Reservas Particular do Patrimônio Natural, no princípio 6, (item 6.1.5) do FSC (2014) “As avaliações de impactos referidos no indicador acima deverão considerar explicitamente os impactos potenciais sobre quaisquer Altos Valores de Conservação identificados na UMF ”, ressaltando que, essas são áreas de maior significância ambiental, no entanto, o uso de informações obtidas pelo monitoramento de fauna envolvem diversos ambientes nas áreas das empresas florestais, que servem para verificar se as empresas estão realizando um manejo florestal adequado de suas plantações e fornecem informações para a tomada de decisões sobre a forma de manejo para a conservação da biodiversidade.
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Educação ambiental na engenharia florestal: percepção dos estudantes e profissionais

Educação ambiental na engenharia florestal: percepção dos estudantes e profissionais

O surgimento do curso de engenharia florestal pode ser entendido como um reflexo da necessidade da sociedade em relação às questões ambientais. Segundo Machado e Netto (2003), o ensino florestal implementado no Brasil foi decorrente de diversas pressões de segmentos da sociedade preocupados com o mercado florestal, uma vez que as florestas estavam esvaindo-se, e a sociedade precisava de produtos, como madeiras para serraria, laminados, lenha, celulose e outros. Portanto, o (a) engenheiro (a) florestal deve possuir formação científica, tecnológica, filosófica, ética, social e intelectual que o habilita a diagnosticar problemas e propor soluções em sua área de competência, com compromisso nos aspectos socioeconômico e ambiental (MACHADO; SOARES, 2003).
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REGENERAÇÃO NATURAL DE ESPÉCIES EM SUB-BOSQUE DE EUCALIPTO – COLINA, SPMARMONTEL, Caio Vinicius Ferreira1; CUNHA, Camila Rosseti; MELO, Augusto Gabriel Claro

REGENERAÇÃO NATURAL DE ESPÉCIES EM SUB-BOSQUE DE EUCALIPTO – COLINA, SPMARMONTEL, Caio Vinicius Ferreira1; CUNHA, Camila Rosseti; MELO, Augusto Gabriel Claro

Estudos têm demonstrado que monocultivo de florestas, mesmo com fins para produção, dependendo da forma como são manejadas, pode acelerar o processo de regeneração natural da vegetação nativa no sub-bosque (BROCKERHOFF et al., 2008, VIANI et al., 2010). Dependendo como são manejados, a espécie e a idade do povoamento de eucalipto pode quebrar diferentes barreiras que impedem ou dificultam a regeneração da vegetação nativa no sub-bosque, catalisando o processo de restauração florestal (SARTORI et al., 2002; SAPORETTI JÚNIOR et al., 2003; NERI et al., 2005; AVILA et al., 2007; SOUZA FILHO et al., 2007).
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Produção intensiva de surubins híbridos em gaiolas: estudos de caso

Produção intensiva de surubins híbridos em gaiolas: estudos de caso

peso médio inicial dos animais que foram usados para povoamento das gaiolas com a densidade. de 75 peixes m -3.[r]

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PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DO VOLUME DE MADEIRA ESTIMADO E COLHIDO EM UM PLANTIO DE Pinus spp. NO PARANÁ.

PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DO VOLUME DE MADEIRA ESTIMADO E COLHIDO EM UM PLANTIO DE Pinus spp. NO PARANÁ.

No entanto, existe ainda a necessidade de checar estes dados das unidades amostrais coletados em campo. Tendo em vista que nesta investigação o inventário florestal foi realizado por uma empresa terceirizada, optou-se por uma auditoria através de outra empresa terceirizada, junto a algumas unidades amostrais, abrangendo diferentes características e condições de declividade do terreno. Para esta seleção de unidades amostrais, utilizaram-se os dados do inventário anterior e da ferramenta para interpolação de dados do software ArcGIS.

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Alteração estrutural de áreas de florestas exploradas convencionalmente em planos de manejo, nos domínios de floresta Atlântica, Minas Gerais, Brasil.

Alteração estrutural de áreas de florestas exploradas convencionalmente em planos de manejo, nos domínios de floresta Atlântica, Minas Gerais, Brasil.

Para a análise estatística, foram admitidos dois tratamentos (área de manejo florestal e área de reserva legal), com 10 repetições cada. Com relação às variáveis em estudo, foram aplicados testes de normalidade de Lillierfors (LILIEFORS, 1967) e os de homogeneidade das variâncias de Cochran e Balrllet (WINER, 1962). Os resultados obtidos a partir dos levantamentos florísticos e estruturais das áreas de manejo florestal e áreas de reserva legal foram submetidos ao teste de t, de Student, a 5% de probabilidade, para verificar a existência de alterações significativas entre as médias dos verificadores analisados.
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METODOLOGIA PARA UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO EM MAPEAMENTO FLORESTAL METHODOLOGY FOR USING VIDEO CAMERAS IN FOREST MAPPING

METODOLOGIA PARA UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO EM MAPEAMENTO FLORESTAL METHODOLOGY FOR USING VIDEO CAMERAS IN FOREST MAPPING

As técnicas de sensoriamento remoto contribuem para a realização dos trabalhos de campo de coleta de dados, os quais são demorados e onerosos, dificultando, muitas vezes, avaliações periódicas dos recursos naturais. A utilização das imagens geradas por câmaras de vídeo acopladas com filtros espectrais vem a contribuir para o sensoriamento remoto, sendo uma maneira alternativa para a captura de imagens para realização de trabalhos de mapeamento. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo principal apresentar uma metodologia visando o mapeamento de área com cobertura florestal, utilizando câmara de vídeo VHS (8 mm), equipada com filtros na região do espectro eletromagnético no verde, vermelho e infravermelho próximo, possibilitando a aquisição de imagens multiespectrais.
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