Pragas em grãos armazenados

Top PDF Pragas em grãos armazenados:

Prospecção de descritores para seleção de genótipos de amendoim tolerantes a pragas de grãos armazenados.

Prospecção de descritores para seleção de genótipos de amendoim tolerantes a pragas de grãos armazenados.

As inter-relações entre descritores bioquímicos e agronômicos foram investigadas em genótipos de amendoim visando identiicar indicadores de seleção para tolerância a pragas de grãos armazenados, com base na capacidade inibitória para tripsina e quimotripsina. Dez genótipos foram cultivados em campo, em 2011/2012, e suas sementes utilizadas para os ensaios bioquímicos. Quatro descritores agronômicos foram utilizados para compor as análises de correlação. Sete genótipos revelaram alta capacidade inibitória para tripsina, com mais de 80% de inibição; contudo, para quimotripsina, observou-se baixa inibição em todos os genótipos, variando entre 4 e 12%. Nas análises de correlação não foram observadas inter-relações signiicativas entre os inibidores e as demais variáveis, com exceção de inibidor de tripsina x proteínas nas folhas, que revelou correlação negativa de alta magnitude indicando que alto teor de proteínas nas folhas pode reduzir o nível de inibidor de tripsina nas sementes. Este descritor poderia ser utilizado como indicador de seleção para tolerância a pragas de grãos armazenados, com o benefício de não destruir a semente.
Mostrar mais

5 Ler mais

Determinação de concentrações de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. para o controle de insetos-pragas de grãos armazenados.

Determinação de concentrações de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. para o controle de insetos-pragas de grãos armazenados.

entomopatogênicos necessárias para o con- trole de pragas de grãos armazenados tem como base a metodologia que implica na pul- verização de suspensões aquosas dos pro- págulos do patógeno sobre os insetos (Searle & Doberski 1984, Hluchy & Samsinakova 1989), o que dificulta a comparação com os dados obtidos neste trabalho, onde procurou- se uma melhor aproximação com o que seria uma aplicação viável do microrganismo no ambiente de armazenamento. Nessa linha, Lourenção et al. (1993) avaliaram a eficiência de B. bassiana, M. anisopliae e pirimifós- metil quando adicionados a grãos de milho para o controle de S. zeamais. Foram estudadas duas concentrações, sendo 1,25 e 2,5 g de arroz (substrato da produção) + fungo por 125 g de grãos de milho, correspondendo a 1,0x10 10 e 2,0x10 10 conídios/100 g de grãos,
Mostrar mais

6 Ler mais

DISSERTAÇÃO_Caracterização e irradiação gama (60Co) de arroz de diferentes cultivares no controle de insetos-pragas de grãos armazenados e de fungos

DISSERTAÇÃO_Caracterização e irradiação gama (60Co) de arroz de diferentes cultivares no controle de insetos-pragas de grãos armazenados e de fungos

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (BRASIL, 2009), que regulamenta a Classificação, Identidade e Qualidade Tecnológica do Arroz, para que este grão seja classificado como do tipo 1, ele deve apresentar máximo de 7,5% de grãos quebrados e quirera e máximo de 5,5% de impurezas e grãos com defeito. Diferentemente da Portaria nº 269, de 17 de novembro de 1988, que determinava a renda do benefício em 68% (mínimo de 40% de grãos inteiros e máximo de 28% de grãos quebrados), a primeira não estabelece o mínimo de grãos inteiros, mas apenas fixa o máximo de grãos quebrados e quirera, além das impurezas e grãos defeituosos. A nova legislação defin,e ainda, critérios para a classificação do arroz como grupos, subgrupos, classes e tipos. Além disso, determina que serão desclassificados e considerados impróprios para o consumo humano, com a comercialização proibida, os grãos de arroz, de qualquer dos subgrupos de ocorrência, que apresente mau estado de conservação, presença de sementes tóxicas e insetos vivos, tais como carunchos ou gorgulhos e outras pragas de grãos armazenados, além de percentual de insetos mortos superior a 0,10% e percentual de grãos mofados, ardidos e enegrecidos por contaminação fúngica igual ou superior a 5%.
Mostrar mais

164 Ler mais

Utilização de dioxido de carbono (CO2) com gas fosfina (PH3) no controle de pragas de grãos armazenados

Utilização de dioxido de carbono (CO2) com gas fosfina (PH3) no controle de pragas de grãos armazenados

PROTECTION, 5, Bordeaux, France. Methods for culturing stored-grain insects. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON METHODOLOGIES FOR DEVELOPING HOST PLANT RESISTANCE TO MAIZE INSECTS.. zeamais[r]

142 Ler mais

Sinopse dos himenópteros parasitóides associados a pragas de grãos armazenados no Brasil

Sinopse dos himenópteros parasitóides associados a pragas de grãos armazenados no Brasil

Diagnose: fêmeas com escapo preto e flagelo marrom; cabeça aproximadamente tão larga quanto longa, distintamente mais larga na altura dos olhos, olhos situados muito pr[r]

44 Ler mais

Uso de diferentes óleos essenciais no controle de Acanthoscelides obtectus em grãos armazenados

Uso de diferentes óleos essenciais no controle de Acanthoscelides obtectus em grãos armazenados

O caruncho do feijão (A. obtectus) é uma praga primária de produtos armazenados como o feijão e pode provocar perda de peso, redução da qualidade nutricional, do poder germinativo das sementes (FARONI e SOUZA E SILVA, 2008; LORINI et al., 2015) e pode facilitar a introdução de contaminantes secundários, como fungos e micotoxinas (LORINI et al., 2015). A disponibilidade de produtos registrados para o controle dessas pragas em grãos armazenados é baixa, fazendo com que os poucos produtos existentes causem um grande impacto sobre o meio ambiente, a qualidade dos alimentos, a saúde dos produtores, além de causar dependência destes produtores a compra dos insumos, diminuindo a renda da propriedade, além de limitar a alternância de ingredientes ativos, que evita a resistência dos insetos (LORINI et al., 2015).
Mostrar mais

39 Ler mais

Resfriamento artificial na conservação da qualidade comercial de grãos de milho armazenados.

Resfriamento artificial na conservação da qualidade comercial de grãos de milho armazenados.

De acordo com Aro (2008), a maioria dos insetos-praga de grãos armazenados é de origem tropical e subtropical, necessitando de temperaturas altas, na faixa de 27°C a 34°C para seu desenvolvimento completo. Entretanto, esse desenvolvimento pode ser retardado ou paralisado se a temperatura frequentemente ficar abaixo de 16°C (Nakakita e Ikenaga, 1997; Puzzi, 2000; Sun e Woods, 1997). Em regiões frias, as populações atingem níveis tão baixos que não chegam a caracterizarem-se como pragas. Assim, o resfriamento artificial de grãos revela-se uma ferramenta importante a ser utilizada no manejo de insetos-praga em regiões onde, devido ao clima, a aeração natural tem uso restrito (Lasseran, 1981; White, 1992), apresentando também a vantagem de poder ser aplicado com eficiência em larga escala, otimizando o controle químico e retardando o surgimento de resistência (Beckett, 2011; Eliopoulos et al., 2011; Fields e Korunic, 2000; Lazzari et al., 2006; Longstaff, 1997; Sun e Woods, 1997).
Mostrar mais

9 Ler mais

Avaliação de dano de Sitophilus zeamais, Oryzaephilus surinamensis e Laemophloeus minutus em grãos de arroz armazenados.

Avaliação de dano de Sitophilus zeamais, Oryzaephilus surinamensis e Laemophloeus minutus em grãos de arroz armazenados.

O arroz (Oryza sativa L.) se destaca por ser um dos cereais mais cultivados do mundo, sendo base da alimentação de boa parte da população mundial (Copatti et al., 2009) além de sujeito a perdas quantitativas e qualitativas de acordo com as condições de armazenamento e presença de insetos praga. Segundo Ribeiro et al. (2012), a resistência do arroz a pragas de grãos armazenados é um caráter bastante inluenciável pelo ambiente.

6 Ler mais

Modelagem e simulação do processo de resfriamento de grãos armazenados em silos graneleiros por meio das leis de conservação de energia e massa

Modelagem e simulação do processo de resfriamento de grãos armazenados em silos graneleiros por meio das leis de conservação de energia e massa

fases sólida e fluida, para aplicação em processos resfriamento e, ou, aquecimento de grãos armazenados. A comparação dos resultados da simulação com dados experimentais permitiu validar o modelo implementado em Dinâmica dos Fluidos Computacional e caracterizar os transportes de calor e de massa no interior da massa de grãos. As condições simuladas do ar utilizado na aeração foram condicionadas, o que permitiu estabelecer computacionalmente a temperatura e a umidade relativa do ar mais adequada para a aeração da massa de grãos, proporcionando seu resfriamento. Com esses procedimentos, além de predizer condições em certos cenários, é possível minimizar as perdas causadas por infestação de pragas e o uso de energia elétrica, haja vista que o sistema de controle pode ser simulado para diversas situações ambientais, o que permitirá o funcionamento dos equipamentos elétricos (principalmente o conjunto motor-ventilador) quando for estritamente necessário. Portanto, a relevância deste trabalho pode ser resumida nos itens apresentados a seguir.
Mostrar mais

177 Ler mais

Detecção de inibidores de tripsina em genótipos de
amendoim visando controle de pragas de grãos
armazenados

Detecção de inibidores de tripsina em genótipos de amendoim visando controle de pragas de grãos armazenados

O amendoim é uma das espécies que possui níveis variados de IPs em suas sementes, cuja expressão é genótipo-dependente. A justificativa para tamanho interesse na prospecção de genótipos resistentes a pragas de grãos armazenados, nos programas de melhoramento genético é devido ao seu impacto econômico e potencial exploração da variabilidade genética existente nas espécies cultivadas, além da possibilidade dessas características serem herdáveis, podendo serem repassadas, via cruzamento, entre genótipo com altos teores de IPs (SANTOS, 2011).
Mostrar mais

60 Ler mais

Crescimento de Aspergillus flavus e produção de aflatoxina em grãos de milho armazenados sob diferentes temperaturas

Crescimento de Aspergillus flavus e produção de aflatoxina em grãos de milho armazenados sob diferentes temperaturas

Desde que haja presença de inóculo, em quantidade suficiente na época mais suscetível, altas temperaturas e estresse hídrico são os dois fatores primordiais para colonização e formação de aflatoxinas nos grãos em pré- colheita. Durante o armazenamento, o crescimento deste fungo depende quase que exclusivamente do teor de água do substrato em equilíbrio com a umidade relativa do ar (UR) de 85 a 95%. E a temperatura determina a velocidade de crescimento desse microrganismo nos substratos, como grãos, nozes e rações (DHINGRA & COELHO NETTO, 1998).

64 Ler mais

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE GRÃOS DE MILHO ARMAZENADOS EM SILOS DE ALAMBRADO E SECADOS COM AR NATURAL FORÇADO

QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE GRÃOS DE MILHO ARMAZENADOS EM SILOS DE ALAMBRADO E SECADOS COM AR NATURAL FORÇADO

As análises quantificaram aflatoxinas (AFB1, AFB2, AFG1 e AFG2) na colheita e durante o armazenamento. A presença de aflatoxinas na colheita introduz uma situação pouco evidenciada, a colonização de grãos por fungos do gênero Aspergillus na lavoura. Essa habilidade ainda é pouco citada e discutida pela literatura, que os classifica como fungos de armazenamento ou de pós-colheita. A importância mais significativa desses resultados é a quantidade de aflatoxinas detectadas nos silos B e C, na amostra da colheita, nas camadas de 60 cm e 260 TABELA 2. Incidência (%) de fungos nos grãos oriundos dos silos A, B e C, na camada de 160 cm de altura, e grau de umidade (% b. u.) em grãos de milho da cultivar 30R32, na colheita, ao final da secagem e durante o armazenamento.
Mostrar mais

14 Ler mais

Avaliação da deterioração fúngica de grãos de soja e amendoim armazenados e seu controle com óleo essencial de mostarda

Avaliação da deterioração fúngica de grãos de soja e amendoim armazenados e seu controle com óleo essencial de mostarda

Espécies individuais de fungos de armazenamento têm diferentes requerimentos ou tolerâncias para temperatura (Sauer, 1988). Portanto, ocorrência de uma espécie de Aspergillus em grãos depende da umidade nela presente. A uma baixa umidade o grão é fracamente colonizado, mas a um teor de umidade de 13% ou mais em cereais ele seria colonizado e danificado dentro de poucas semanas (Christensen & Kaufman, 1965). A mudança no valor nutricional e os outros parâmetros de qualidade são difíceis predizer porque eles dependem de uma interação complexa entre temperatura, umidade, tempo de armazenamento, espécies fúngicas, tipo de grão e o histórico do armazenamento.
Mostrar mais

69 Ler mais

QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO ARMAZENADOS COM DIFERENTES UMIDADES EM AMBIENTE HERMÉTICO E NÃO HERMÉTICO

QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO ARMAZENADOS COM DIFERENTES UMIDADES EM AMBIENTE HERMÉTICO E NÃO HERMÉTICO

transformar estruturalmente a composição mineral sem alterar o seu conteúdo total, sendo a deteriora- ção acelerada em cereais com índices de umidade superiores a 13-14%. Desta forma, a determinação do teor de cinzas assume valores proporcionalmente maiores à medida que a matéria orgânica é consu- mida (Muir et al., 2000). O que pode ser observado neste estudo é que, à medida que a umidade inicial foi mais alta, maiores foram os teores iniciais de cin- zas; por consequência, maiores foram as perdas de qualidade durante o armazenamento. Assim, eviden- cia-se que armazenamento em umidades elevadas (29%) leva à maior deterioração dos grãos de milho, independente do sistema de armazenamento utiliza- do (hermético ou não hermético).
Mostrar mais

13 Ler mais

Morfologia e viabilidade de grãos de pólen armazenados de Toona ciliata M. Roemer (Meliaceae)

Morfologia e viabilidade de grãos de pólen armazenados de Toona ciliata M. Roemer (Meliaceae)

Para as análises com carmim acético 1%, anteras dos três estádios foram colocadas sobre uma lâmina com uma gota do corante, durante 5 minutos. Após este período, as anteras foram cobertas com lamínula e esmagadas para a extração dos grãos de pólen, que foram fotografados com uma câmera digital conectada a um microscópio Olympus CX41. As fotomicrografias foram utilizadas para quantificar o número de grãos de pólen viáveis (corados de vermelho) e não viáveis (não corados), nos diferentes estádios da flor durante a antese, por meio do uso do software de análise de imagem UTHSCSA-
Mostrar mais

52 Ler mais

Determinação da perda de matéria seca e avaliação qualitativa de grãos de milho armazenados em bolsas herméticas

Determinação da perda de matéria seca e avaliação qualitativa de grãos de milho armazenados em bolsas herméticas

A condutividade elétrica da solução contendo os grãos de milho foi feita utilizando- se o “Sistema de Copo” ou “Condutividade de Massa” (VIEIRA, 2001), tendo como finalidade avaliar a integridade das membranas celulares em função do grau de deterioração dos grãos. Este sistema baseia-se na modificação da condutividade elétrica causada pela lixiviação de eletrólitos dos tecidos dos grãos para a solução em que estes foram imersos. Os testes foram realizados em quatro repetições com 50 grãos para cada tratamento, ao longo do período de armazenamento. Os grãos foram pesados em balança com resolução de 0,01 grama e colocados em copos de plástico de 200 mL, aos quais foram adicionados 75 mL de água deionizada. Em seguida, os copos foram colocados em uma câmara com temperatura controlada de 25 °C durante 24 horas. Imediatamente depois deste período, os copos foram retirados da câmara para medições da condutividade elétrica da solução que contém os grãos. As leituras foram feitas utilizando-se um medidor de condutividade elétrica da marca Tecnopon, modelo CA-150, com ajuste para compensação de temperatura e eletrodo com constante da célula de 1 μS cm -1 . Antes de realizar as leituras, o aparelho foi calibrado com uma solução-padrão de cloreto de sódio, com condutividade elétrica conhecida na temperatura de 25 °C. O valor da condutividade elétrica ( μS cm -1 ) fornecido pelo aparelho foi dividido pela massa de matéria seca dos grãos (g), obtendo-se valor expresso em μS cm -1 g -1 de matéria seca.
Mostrar mais

70 Ler mais

Análise da eficácia de extratos vegetais no controle da praga Sitophilus spp. em grãos armazenados.

Análise da eficácia de extratos vegetais no controle da praga Sitophilus spp. em grãos armazenados.

31 - Analise de variancia dos resultados da analise de vigor em grSos de milho, tratados com as particoes de extratos de pimenta e croton, com os solventes n-hexano e clorofor- mio, em[r]

106 Ler mais

SISTEMA PARA AVALIAR O DESEMPENHO DE BICOS HIDRÁULICOS UTILIZADOS EM EXPERIMENTOS DE PROTEÇÃO DE GRÃOS ARMAZENADOS

SISTEMA PARA AVALIAR O DESEMPENHO DE BICOS HIDRÁULICOS UTILIZADOS EM EXPERIMENTOS DE PROTEÇÃO DE GRÃOS ARMAZENADOS

RESUMO: A tecnologia de aplicação na proteção de grãos armazenados é de fundamental importância para melhorar a uniformidade de distribuição dos agrotóxicos na massa de grãos. Foi desenvolvido um sistema para avaliar o desempenho de bico hidráulico utilizado em experimentos de proteção de grãos de milho e trigo armazenados. Para determinar a distribuição volumétrica transversal e o espectro de gotas do bico hidráulico modelo TJ-60 8002EVS, utilizou-se calda inseticida como líquido teste. Um sistema móvel de aplicação foi construído para aplicar uma taxa equivalente a 5 L t -1 e obter uma concentração teórica de 10 e 0,5 mg kg -1 de fenitrotion e esfenvalerato, respectivamente. Os grãos foram espalhados em fina camada para o tratamento. Lâminas de vidro foram colocadas sobre a massa de grãos para certificar a aplicação da dose pretendida. Os depósitos em ambas matrizes foram analisados por técnica de cromatografia gasosa. O depósito de fenitrotion foi superior ao do esfenvalerato e o depósito nos grãos de trigo foi superior a do milho. Nas lâminas de vidro os depósitos atingiram valores de 100 e 93% da concentração teórica pretendida de fenitrotion e esfenvalerato, respectivamente. Nos grãos os depósitos foram inferiores aos das lâminas de vidro, com valores de 64 e 52% da concentração teórica pretendida de fenitrotion e esfenvalerato, respectivamente. Foi comprovada a eficiência do método de avaliação no desempenho de bicos quando utilizada a calda inseticida como líquido teste. Os fatores que influenciaram o depósito dos inseticidas nas lâminas de vidro e nos grãos são discutidos no trabalho.
Mostrar mais

6 Ler mais

Efeito residual do óleo essencial de Baccharis trimera sobre Sitophilus zeamais em grãos de milho armazenados

Efeito residual do óleo essencial de Baccharis trimera sobre Sitophilus zeamais em grãos de milho armazenados

de Cravo da Índia (Syzygium aromaticum), pimenta branca (Piper nigrum) e nim (Azadirachta indica) e os óleos de eucalipto (Eucaliptus citriodora), eucalipto (Eucaliptus globulus), cedro (Cedrela fissilis), pequi (Caryocar brasiliense), alecrim (Lippia gracillis), andiroba (Carapa guianensis) e nim (Azadirachta indica). Quanto aos pós não houve taxa de mortalidade expressiva, sendo extremamente baixas. Já os óleos apresentaram boa eficácia inseticida, apresentando controles superiores a 70% nos períodos iniciais decaindo com o passar dos dias, apesar de não controlarem por longos períodos de tempo. Também apresentaram, boa eficácia na redução de insetos emergidos posteriormente, afetando assim a viabilidade dos ovos. Esse resultado é valido pelo fato de que, se houver um bom controle inicial da população de adultos e uma redução na emergência posterior de insetos, a quantidade de pragas na massa de grãos reduzirá, diminuindo assim o seu dano total.
Mostrar mais

19 Ler mais

Show all 2095 documents...