Prática da Adoção à Brasileira

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A prática brasileira de celebração de tratados para evitar a dupla tributação e a posição do país quanto a adoção de cláusulas de crédito fictício e presumido

A prática brasileira de celebração de tratados para evitar a dupla tributação e a posição do país quanto a adoção de cláusulas de crédito fictício e presumido

Este trabalho de conclusão de curso versa sobre os tratados internacionais para evitar a dupla tributação. Foi proposta a análise da prática e do posicionamento brasileiro em face a negociação destes tratados, além de se aprofundar nas cláusulas de crédito fictício (tax sparing) e de crédito presumido (matching credit). Para verificar a posição brasileira foram analisados os tratados assinados pelo Brasil, desde 1967 até os dias de hoje, a doutrina correlata ao tema e documentos pertinentes emanados pelas Organizações Internacionais, especialmente a ONU e a OCDE. Verificou-se que o Brasil adota o racional defendido pela ONU, que privilegia a autonomia dos países em desenvolvimento ao se negociar os tratados a serem assinados, além de defender a preferência pela tributação na fonte em detrimento da tributação na residência. Foi analisado, também, a adoção das cláusulas de crédito fictício e presumido nos tratados. Com isso, verificou-se que o Brasil é um dos grandes defensores da sua utilização. Foi constatado que esse entendimento não é compartilhado pelos países desenvolvidos, em especial os Estados Unidos, que se opõem fortemente a sua utilização.
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O impacto da adoção do Sistema de Bandeiras Tarifárias para a competitividade da indústria brasileira

O impacto da adoção do Sistema de Bandeiras Tarifárias para a competitividade da indústria brasileira

Além disso, deve-se destacar que as bandeiras verde, amarela e vermelha serão indicadas mensalmente com aplicação do respectivo adicional à tarifa do mês seguinte. É importante ressaltar que o valor a ser cobrado será o equivalente da bandeira indicada no mês anterior mesmo que na prática o valor observado no mês corrente do CMO + ESS_SE justifique uma outra bandeira. Todos os adicionais pagos serão considerados para fim de cálculos dos reajustes anuais das distribuidoras. Dessa forma, o valor “adiantado” mensalmente pelos consumidores tenderá a levar à diminuição dos percentuais de reajustes, já que parte (ou mesmo a totalidade) da variação do custo de compra de energia pela distribuidora já terá sido repassada até essa data.
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Adoção à brasileira face à família moderna

Adoção à brasileira face à família moderna

“Quem adota à moda brasileira não labora em equívoco. Tem pleno conhecimento das circunstâncias que gravitam em torno de seu gesto e, ainda assim, ultima o ato. Nessas circunstâncias, nem mesmo o pai, por arrependimento posterior, pode valer-se de eventual ação anulatória, postulando desconstituir o registro. Da mesma forma, a reflexão sobre a possibilidade de o pai adotante pleitear a nulidade do registro de nascimento deve levar em conta esses dois valores em rota de colisão (ilegalidade da adoção à moda brasileira, de um lado, e, de outro, repercussão dessa prática na formação e desenvolvimento do adotado). Com essas ponderações, em se tratando de adoção à brasileira a melhor solução consiste em só permitir que o pai adotante busque a nulidade do registro de nascimento quando ainda não tiver sido constituído o vínculo de socioafetividade com o adotado. Após formado o liame socioafetivo, não poderá o pai adotante desconstituir a posse do estado de filho que já foi confirmada pelo véu da paternidade socioafetiva. Ressaltou o Min. Relator que tal entendimento, todavia, é válido apenas na hipótese de o pai adotante pretender a nulidade do registro. Não se estende, pois, ao filho adotado, a que, segundo entendimento deste Superior Tribunal, assiste o direito de, a qualquer tempo, vindicar judicialmente a nulidade do registro em vista da obtenção do estabelecimento da verdade real, ou seja, da paternidade biológica.” 141
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A prática docente e a questão afro-brasileira

A prática docente e a questão afro-brasileira

Todos fomos socializados na noção, bem familiar, de que o racismo fora uma construção ideológica; ou seja, uma elaboração intelectual com fins políticos e econômicos e, consequentemente, permeável à lógica (educação, demonstração científica, pregação ético-moral). O racismo era uma pura questão de indecência, ignorância e vulgaridade, e nada mais. Ele podia ser facilmente vencido por meio da educação; da adoção de “modais decentes”; da prédica religiosa e do “abrandamento do coração”. Esta visão geral era reconfortante, na medida em que implicava que estávamos em controle da situação. Consequentemente, nela se basearam todas as tentativas realizadas, em todas as partes, desde a Segunda Guerra Mundial para cá, para exorcizar o “monstro” [...]. No entanto, as mais fortes evidências históricas, que apontam para o sentido de que o racismo teria sido construído historicamente, e não ideologicamente, mudam esse quadro (MOORE, 2007, p. 279).
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"Filhos ao vento": uma análise sobre a "adoção à brasileira"

"Filhos ao vento": uma análise sobre a "adoção à brasileira"

O tráfico de órgãos trata de ação ilegal de comércio de órgãos humanos (coração, fígado, rins, etc.) para transplante. Atualmente há certa escassez mundial de órgãos disponíveis para a realização de transplante, o que dá brecha para a expansão da comercialização de órgãos no mundo todo. Os traficantes de órgãos atuam de diversas formas; as vítimas podem ser sequestradas e forçadas a desistir de um órgão, outrossim, estas vítimas podem estar enfrentando desespero financeiro e por esta razão coadunam com a venda de órgão, ou podem ser meramente enganadas ao acreditarem que precisam de uma operação cirúrgica e o órgão é removido sem o seu conhecimento. Cabe dizer que algumas vítimas podem ser assassinadas. Tal prática não isenta as crianças, vez que estas também são vítimas de casos que envolvem o tráfico de órgãos. Neste sentido, a prática da adoção ilegal no Brasil proporciona a expansão do tráfico de órgãos, posto que neste tipo de adoção, os pretendentes não passaram pelo crivo Judiciário, sendo desconhecidas as condições destes sujeitos, bem como suas reais motivações no processo de adoção. Este desconhecimento pode ensejar consequências inimagináveis para a criança, visto que tais postulantes podem ser pessoas de má-fé e carregadas de interesses pessoais que firam os direitos desta criança. Logo, o tráfico de órgãos é uma possibilidade no campo da adoção ilegal. Trata-se de um crime tipificado na lei 9434/97, artigo 15, que diz: “Comprar ou vender tecidos, órgãos ou partes do corpo humano: Pena – reclusão, de três a oito anos, e multa, de 200 a 360 dias-multa. Incorre na mesma pena quem promove, intermedeia, facilita ou aufere qualquer vantagem com a transação”
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Adoção "à brasileira": ato de amor, caridade ou ilícito?

Adoção "à brasileira": ato de amor, caridade ou ilícito?

Assim, por significar prática usual à realidade brasileira é possível, ao observar os casos concretos, estabelecer padrões de comportamento. Por conseguinte, a cumulação destas características frequentes conduz indícios da conduta criminosa. Sendo estas: a indicação de falsa residência, de modo a impedir, ou ao menos dificultar, o encontro da família por qualquer autoridade que vise o esclarecimento acerca da origem dos filhos. Assim como a presença de testemunhas, pois nos casos configurados como “adoção à brasileira”, é habitual que os únicos capazes de testemunhar a respeito do nascimento e origem biológica da criança sejam pessoas próximas a família, o que possibilita que, por questões pessoais e afetivas, estejam acobertando a farsa. Ainda, a existência de inscrição dos pais no Cadastro Nacional de Adoção, o que atesta que já houve a tentativa de adoção de acordo com os parâmetros formais, hipótese na qual o casal, usualmente, aguarda um longo lapso temporal em fila de adoção e assim, o anseio por antecipar a concretização do desejo os leva a prática de tal manobra. E por fim, os pais apesar de possuírem plano de saúde ou condições financeiras para que o parto ocorra em um hospital, com todos os auxílios necessários, mesmo assim, optam por ser realizado em sua residência, em condições prejudiciais ao recém-nascido.
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A prática de adoção de crianças indígenas no final do século XIX: o caso dos Apurinã

A prática de adoção de crianças indígenas no final do século XIX: o caso dos Apurinã

Entre os anos de 1872 e 1883, num período em que a escravidão ainda era parte estruturante da economia brasileira e a Igreja Católica ainda era a religião oficial do Estado, uma experiência missionária protestante foi desenvolvida entre os Apurinã do Rio Purus, na Amazônia. Ao todo, passaram pela missão nove missionários: Robert Stewart Clough (1872- 1876), David J. Lee (1874), Jacob Evert Resyek Polak (1873-1881), William Thwaites Duke (1876-1883), W. T. Woods (1877-1878), Hugh F. McCaul (1878-1880), Rafth Willian Jones (1880-1882) e duas mulheres esposas de Woods e de Jones. A presença de missionárias é, sem dúvida alguma, um marco importante para a época e desvela o princípio da mudança da estrutura social inglesa nas relações de gênero. Estamos aqui realmente falando de início, pois essas mulheres não foram reconhecidas publicamente como missionárias, não receberam salário por seu trabalho e nem mesmo tiveram seus nomes registrados nas atas das reuniões do Comitê que gerenciava as atividades da entidade que subsidiava a missão (South American Missionary Society – SAMS) e muito menos na revista da sociedade (South American
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IMPORTÂNCIA E ADOÇÃO DE PRÁTICAS INOVADORAS DE GESTÃO: UMA ANÁLISE EM UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA

IMPORTÂNCIA E ADOÇÃO DE PRÁTICAS INOVADORAS DE GESTÃO: UMA ANÁLISE EM UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA

A segunda constatação importante que pode ser feita a partir dos resultados sobre a avaliação da importância das práticas tem relação com a primeira constatação. Como a lógica de funcionamento da organização universitária está fundamentada no modelo burocrático de gestão, que se fundamenta prioritariamente em seus processos internos, é de se esperar que a questão da avaliação e da prestação de contas de seus resultados à sociedade realmente seja considerado algo menos importante. Tais práticas são próprias de uma lógica de sistema aberto, próprio de um modelo mais flexível de gestão. Assim, os gestores não conseguem visualizar que prestar contas à sociedade em relação aos resultados que a organização alcança e em relação ao uso que faz dos recursos que são gerados por meio de impostos representa uma prática inovadora, pois rompe com a lógica do modelo burocrático. Este é um ponto importante e que evidencia o quanto os gestores responsáveis pelas decisões e pelo funcionamento da universidade permanecem insensíveis à necessidade de se conectar com a sociedade e o quanto a visão que possuem sobre o papel que desempenham enquanto gestor público não contempla as responsabilidades pelo alcance dos resultados e pelo uso dos recursos públicos.
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Adoção: uma nova perspectiva para uma velha prática

Adoção: uma nova perspectiva para uma velha prática

A denominada adoção intuitu personae pode dar ensejo a uma adoção à brasileira. Ocorre a adoção intuitu personae (ou adoção dirigida) quando um dos pais quer entregar seu filho a determinada pessoa (ou pessoas) para criá-lo. Tal tipo de adoção não é proibido em lei, mas há forte rejeição do Judiciário em atendê-lo, sob a alegação de que o candidato à adotante não figura na lista cadastral de preferência (lista de pessoas interessadas em adotar - ECA, art.50). Por isso, quando há o desejo de a adoção ser dirigida, mas pelo obstáculo de a Justiça impor a necessidade de se obedecer à fila de espera, a mãe ou o pai entrega seu filho à pessoa escolhida e esta providencia uma adoção à brasileira. Outro exemplo de adoção à brasileira é o que pode acontecer no caso de um padrasto querer adotar o filho de sua esposa ou companheira, filho esse havido de outro relacionamento e sem paternidade declarada em seu registro de nascimento. Basta que a mãe compareça ao cartório competente com seu marido ou companheiro e dê sua autorização, a perfilhação pode ser realizada, isto é, o "adotante de fato" registra o menor como seu filho (por evidente, nenhuma mudança haverá quanto à maternidade, que continuará a mesma, apenas será preenchida a lacuna existente quanto à paternidade).
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ADOÇÃO À BRASILEIRA: AMOR OU ILICITUDE?

ADOÇÃO À BRASILEIRA: AMOR OU ILICITUDE?

Muitos são os motivos que levam a essa prática como, por exemplo, apesar dos avanços legislativos, muitas pessoas não quererem passar por um processo judicial devido a demora do mesmo, pela grande “burocracia” encontrada no sistema de adoção e com isso a “lentidão” do judiciário acaba sendo “incentivo” para a adoção à brasileira. Há também os casos que preferem que o filho pense ser biológico, não querendo que o mesmo descubra a verdade, há ainda o medo daqueles que entram com uma ação de adoção de terem o pedido de adoção negado. Fato é que a adoção à brasileira se revela um meio menos burocrático e mais rápido de se conseguir adotar, mesmo que não possa ser classificada como um tipo de adoção, dada a sua ilicitude.
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Adoção por casais homoafetivos: uma análise da realidade brasileira

Adoção por casais homoafetivos: uma análise da realidade brasileira

O presente trabalho teve o intuito de tratar da adoção de crianças e adolescentes por casais homoafetivos no ordenamento jurídico brasileiro, realizando uma análise da realidade nacional com embasamento baseado na Constituição Federal de 1988, no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Código Civil de 2002, na Lei nº. 12.010/2009, no julgamento conjunto pelo STF e também no entendimento doutrinário e jurisprudencial sobre o tema. Para tanto, foi utilizada a metodologia da pesquisa bibliográfica, cumulada com a pesquisa exploratória e descritiva, com abordagem qualitativa dos dados, abordando os principais aspectos relativos ao assunto, tudo isso para culminar, por fim, na análise do tratamento jurídico dispensado à adoção por casais homoafetivos no ordenamento nacional. Através da realização do estudo, restou constatada a falta de proibição legal expressa e também a falta de regulamentação expressa dessa adoção pela legislação brasileira. A despeito disso, pode-se afirmar que com o reconhecimento pelo STF da união estável homoafetiva existe a real e ampla viabilidade e possibilidade jurídico- legal de adoção de crianças e adolescentes por casais homoafetivos no Brasil, reconhecendo-se, assim, na prática o núcleo familiar homoafetivo como um núcleo familiar como qualquer outro, e concedendo-lhe igualmente, portanto, o status de entidade familiar, autorizando, inclusive, que pessoas do mesmo sexo celebrem casamento civil e, consequentemente, também possam adotar conjuntamente crianças e adolescentes no país, atendendo-se assim, ao mesmo tempo, aos princípios da justiça social e também do melhor interesse e da proteção integral de crianças e adolescentes no ordenamento jurídico nacional.
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Adoção à brasileira: ocorrência, motivos e enquadramento legal

Adoção à brasileira: ocorrência, motivos e enquadramento legal

Adoção à brasileira é o registro de filho alheio em nome próprio. Esta prática, bastante comum em nosso país, é considerada crime no ordenamento jurídico brasileiro, sendo contrária a legislação civil e penal. Diante desta realidade, a discussão deste artigo recai sobre a ocorrência, os principais motivos que levam os casais a praticarem esta adoção, bem como, seu enquadramento legal. Uma vez que a relação paterno-filial deixou de levar em consideração apenas os vínculos biológicos ou presumidos por lei, pode-se observar que a jurisprudência é pacífica em buscar o melhor interesse da criança; e a garantia do direito à convivência familiar. Assim, a linha de pensamento das decisões atualmente é no sentido de não punir aquele que pratica a adoção à brasileira, além de não desconstituir a relação entre os pais e a criança, quando reclamada, com base nos laços afetivos e de afinidade entre eles.
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A prática profissional no campo da adoção : um  estudo sobre família

A prática profissional no campo da adoção : um estudo sobre família

As famílias que vêm ao Brasil em busca de realizar adoções internacionais são oriundas de várias partes de mundo, mas encontramos uma maior concentração de pretendentes à adoção oriundos da França, Itália, Holanda, Bélgica, Noruega, Alemanha e certamente, suas culturas, línguas, visões de mundo são variados. Países têm formalizado convênios que regularizam as ações de adoções internacionais como medidas de proteção à criança e a adolescência e o Brasil faz parte deste grupo. Pernambuco já possui uma larga experiência nesta modalidade de adoção que, segundo a lei, deve ser uma medida excepcional, só devendo ser realizada no caso de impossibilidade de se encontrar uma família brasileira. Entretanto, ela tem se tornado a alternativa para adoções de crianças maiores de sete anos e de grupos de irmãos, uma vez que este não é o perfil desejado pelos brasileiros que procuram o Judiciário. Como lidar com esta realidade que se apresenta cada vez mais rotineira no âmbito do Judiciário brasileiro? As famílias estrangeiras são tolerantes e com potencial de amor maior? Como se avaliam essas famílias? Os indicadores serão outros? Como estarão essas crianças? Essa família é “estrangeira” e, portanto estranha a nós? Deverá ser avaliada “extra-muros”?. E dentro dos seus “muros”, como são avaliadas? De que formas são encaminhadas a chegada e permanência dessas crianças em seus territórios? Os números de adoções internacionais estão aí para nos incitar novas pesquisas, que levem a sair de algumas leituras tais como as de que “nossas crianças” estão sendo levadas, roubadas ou ainda que elas estão indo “para um mundo bem melhor do que podemos oferecer”.
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Paternidade socioafetiva, adoção à brasileira e suas atuais implicações

Paternidade socioafetiva, adoção à brasileira e suas atuais implicações

É possível o reconhecimento da paternidade biológica e a anulação do registro de nascimento na hipótese em que pleiteados pelo filho adotado conforme prática conhecida como “adoção à brasileira”. A paternidade biológica traz em si responsabilidades que lhe são intrínsecas e que, somente em situações excepcionais, previstas em lei, podem ser afastadas. O direito da pessoa ao reconhecimento de sua ancestralidade e origem genética insere-se nos atributos da própria personalidade. A prática conhecida como “adoção à brasileira”, ao contrário da adoção legal, não tem a aptidão de romper os vínculos civis entre o filho e os pais biológicos, que devem ser restabelecidos sempre que o filho manifestar o seu desejo de desfazer o liame jurídico advindo do registro ilegalmente levado a efeito, restaurando- se, por conseguinte, todos os consectários legais da paternidade biológica, como os registrais, os patrimoniais e os hereditários. Dessa forma, a filiação socioafetiva desenvolvida com os pais registrais não afasta os direitos do filho resultantes da filiação biológica, não podendo, nesse sentido, haver equiparação entre a “adoção à brasileira” e a adoção regular. Ademais, embora a “adoção à brasileira”, muitas vezes, não denote torpeza de quem a pratica, :
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A adoção internacional: entre a lei e a prática

A adoção internacional: entre a lei e a prática

O presente trabalho aborda o tema da adoção internacional de crianças e adolescentes por intermédio de uma descrição da legislação brasileira e dos tratados internacionais que o Brasil é signatário bem como de uma análise prática, a qual atravessa questões processuais concernentes ao procedimento de adoção por estrangeiros junto com a jurisprudência e o estudo de casos que ficaram na memória coletiva através da ampla divulgação recebida pela mídia, com a finalidade de demonstrar a importância que esse instituto jurídico recebeu na atualidade e como as normas jurídicas pretendem a proteção dos direitos humanos desses indivíduos. O método escolhido foi a pesquisa bibliográfica a partir da utilização de doutrina em Direito Internacional e Direito de Família, jurisprudência dos tribunais pátrios, reportagens relativas ao assunto e material disponível na rede mundial de computadores. O principal resultado encontrado foi o reconhecimento do avanço que as alterações legislativas impuseram no instituto da adoção internacional para a proteção do interesse superior da criança que são aplicadas na prática.
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A prática da adoção internacional no território brasileiro

A prática da adoção internacional no território brasileiro

O presente trabalho versará sobre a adoção internacional no contexto social e jurídico brasileiro, com a análise das famílias plurais, nas variadas formas de constituição familiar e das modalidades de colocação da criança ou adolescente em família substituta, tratando da guarda, da tutela e da adoção. Fará um estudo aprofundado acerca da adoção com a exploração das suas principais características seus requisitos e aplicação legal. Explicará a razão da adoção internacional, contida nos tratados e convenções internacionais que abordam como fundamental à dignidade o direito à família para crianças e adolescentes, ainda que seja uma família estrangeira. Serão explanados todos os seus fundamentos e objetivos, assim como seus requisitos e procedimento judicial disposto em lei. Este estudo tem como objetivo, através do método dedutivo e da pesquisa explicativa, analisar a aplicação das normas da adoção internacional como forma de colocação em famílias substitutas, garantindo às crianças e adolescentes brasileiros o direito de viver em um lar adequado com as suas necessidades afetivas, sociais, educacionais e econômicas. Com a devida e efetiva prática da adoção por estrangeiro visa-se dar-lhes dignidade humana valendo-se do princípio do superior interesse da criança e do adolescente assegurado pela Convenção Internacional de Haia de 1993, ratificado pelo estatuto da Criança e do Adolescente e garantido pela Constituição Federal Brasileira.
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O direito humano à liberdade e a prática abortiva brasileira

O direito humano à liberdade e a prática abortiva brasileira

Na explicação da personalidade, temos o direito à vida porque a vida é condição necessária à agência normativa. Existe um lado positivo do direito huma- no a vida que não pode ser desprezado. Por exemplo, temos direito aos cuidados médicos necessários para nosso funcionamento como agentes normativos. O direito a assistência médica é um direito a forneci- mento de assistência social que pode incluir remédios e tratamentos, mas também aconselhamento sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar, etc. Em muitos casos, o aborto pode ser considerado as- sistência médica essencial para proteger a saúde física e mental da mulher. Os governos e sistemas de saúde pública devem fornecê-lo de forma facilmente acessí- vel e anunciada. Outros serviços devem ser incluídos, como educação reprodutiva, aconselhamento pré e pós aborto e informações sobre a possibilidade de encaminhar a criança para adoção.
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A adoção de crianças no Brasil: adoção direta em confronto com a adoção pelo cadastro nacional de adoção.

A adoção de crianças no Brasil: adoção direta em confronto com a adoção pelo cadastro nacional de adoção.

A presente monografia tem a sua área de interesse no Direito de Família, sendo o seu escopo jurídico o estudo do instituto da adoção no Brasil. O problema central do trabalho é a possibi- lidade da adoção direta ser legalizada. A justificativa para a escolha do tema é a relevância do assunto para a sociedade, à matéria estar diretamente relacionada ao direito fundamental da criança e do adolescente à convivência familiar, além do fato de que o vínculo, criado entre as partes, ser um critério a ser analisado na hora da decisão do magistrado. O trabalho tem como objetivo verificar se existe possibilidade de a adoção direta ser legalizada. Cada vez é mais comum a prática de adoção direta e até mesmo da adoção à brasileira. A primeira é vista co- mo uma modalidade de adoção, enquanto que a segunda é um mecanismo reconhecido pelo ordenamento jurídico como crime. O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê a criação de cadastros formados pelos pretendentes a adotantes e adotados. A lei determina que é necessá- rio seguir a ordem dos cadastros, entretanto a doutrina majoritária vem entendendo que o vín- culo de afetividade e de afinidade criados entre as partes deve ser levado em consideração na hora do magistrado decidir sobre a adoção.
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Fatores influenciadores para adoção de prática de atividades físicas percebidos por pessoas longevas.

Fatores influenciadores para adoção de prática de atividades físicas percebidos por pessoas longevas.

Este estudo objetivou identificar os fatores influenciadores para adoção de prática de atividades físicas percebidos por pessoas longevas. Esta pesquisa qualitativa envolveu 69 mulheres com 80 anos ou mais de idade participantes de grupos de convivência. Os dados foram obtidos pela técnica de grupos focais e interpretados pela análise de conteúdo. Os fatores influenciadores identificados pelos longevos inativos fisicamente foram: a família e suas atribuições, atividade física e sua metodologia, atitudes positivas perante a prática de atividades físicas, estar com o outro e forma positiva de vivenciar o envelhecimento. Os ativos fisicamente além de destacarem os mesmos influenciadores relataram: atividade física de preferência e indicações para a prática de atividades físicas. Conhecer esses influenciadores para a prática é essencial para o desenvolvimento de estratégias e planejamento de ações dos profissionais de Educação Física a serem aplicadas antes, durante e após as aulas, visando adoção e continuidade dos longevos nessas atividades.
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Adoção e homoparentalidade à luz do art. 227 da constituição federal brasileira

Adoção e homoparentalidade à luz do art. 227 da constituição federal brasileira

(...) a excessiva preocupação com os interesses patrimoniais que marcou o direito de família tradicional não encontra eco na família atual, vincada por outros interesses de cunho pessoal ou humano, tipificados por um elemento aglutinador e nuclear distinto – a afetividade. (...) A família atual é fundada na solidariedade, na cooperação, no respeito à dignidade de cada um de seus membros, que se obrigam mutuamente em uma comunidade de vida. (...) A adoção foi alçada pela Constituição à mesma dignidade da filiação natural, confundindo-se com esta e revelando a primazia dos interesses
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