Práticas ambientais

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Gestão ambiental e competitividade em destinos turísticos: percepção dos gestores de pequenos meios de hospedagem de Natal/RN sobre o uso de práticas ambientais como fator de competitividade

Gestão ambiental e competitividade em destinos turísticos: percepção dos gestores de pequenos meios de hospedagem de Natal/RN sobre o uso de práticas ambientais como fator de competitividade

neste gráfico alcançou 7,57 ficando acima do esperado que seria 7. Verifica-se no gráfico que 29% gestores entrevistados possuem alto grau de interesse em gestão ambiental em pequenos meios de hospedagem, o que pode ser considerado um número pequeno devido a grande importância deste tema na atualidade. Ainda 37% possuem “interesse relativo” o que pode ser considerado como interesse parcial, mas que não tem se mostrado suficiente para motivar os gestores em questão a tomarem medidas práticas de gestão ambiental em seus estabelecimentos. Ainda outros 31% assinalaram a alternativa “em certas situações teria interesse”, demonstrando que no momento em que os entrevistados verificarem que este quesito está afetando diretamente a não escolha de seus estabelecimentos por parte dos hóspedes, eles poderão criar interesse no assunto, demonstrando que os empresários entrevistados possuem um atitude reativa e não pró-ativa em relação as práticas ambientais.
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ANÁLISE DA COMBINAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO COM AS PRÁTICAS AMBIENTAIS

ANÁLISE DA COMBINAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO COM AS PRÁTICAS AMBIENTAIS

A empresa ALFA foi constituída em 1996 e atua na fabricação de plásticos especiais para o segmento automobilístico, alimentício, aeronáutico, civil e aplicações especiais como tecnologia aeroespacial, comunicação, médica e movimentação de cargas. Atualmente a empresa conta com 100 colaboradores e um volume de produção de 300 ton/mês. A inovação de produto e de processos é considerada pela direção uma obrigação institucional, em virtude do tipo de produto e o foco no atendimento às demandas de mercado. Além disso, a empresa possui certificação ISO 9001 desde o ano de 2000. A partir de 2006 a organização também optou por adotar as práticas ambientais baseadas na legislação e nas normas vigentes, de modo a atender às solicitações de determinados clientes e a estar mais alinhada às práticas ambientalmente responsáveis, objetivando assim, manter os clientes atuais e a prospectar novos mercados.
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Fatores motivadores da adoção de práticas ambientais em empresas paulistas processadoras de madeira.

Fatores motivadores da adoção de práticas ambientais em empresas paulistas processadoras de madeira.

degradadas, as já empregadas em projetos florestais ou áreas de pastagem. Não são realizados nem os desmatamentos de áreas nativas, permitidos pela legislação. Além de serem benéficas ao meio ambiente, essas práticas podem melhorar as relações com as comunidades vizinhas e com entidades ambientalistas e, também, serem positivas para as imagens das empresas frente aos consumidores. Outras práticas ambientais positivas, que podem proporcionar esses mesmos benefícios, são: o monitoramento da fauna e flora presentes nas florestas plantadas e nativas (nas empresas A, B, C e D) e a participação em projetos de reflorestamento de florestas nativas para a formação de corredores ecológicos (nas empresas B e D).
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Gestão sustentável da cadeia de suprimentos hospitalar. Um estudo sobre como práticas ambientais levam à seleção de fornecedores médicos hospitalares

Gestão sustentável da cadeia de suprimentos hospitalar. Um estudo sobre como práticas ambientais levam à seleção de fornecedores médicos hospitalares

Outra relevante proposta seria investigar porque algumas instituições, apesar de comprovado que investimento em práticas ambientais aumenta a competitividade, ainda não decidiram por investir em tais iniciativas. Dentre vários fatores que possam explicar a decisão de não investir, como alto custo inicial, consumidores não dispostos a pagar preço premium, desregulamentação, baixo impacto em reputação, o principal fator, que une todos os demais, pode ser a aversão ao risco. Esta pergunta poderia ser tema de um estudo separado. Existe aversão ao risco em adotar práticas ambientais? A Prospect Theory defende a ideia de que as pessoas tendem a valorizar mais as perdas do que os possíveis ganhos, por isso, o comportamento na maioria das vezes é enviesado pela aversão ao risco. Portanto, podemos concluir que algumas instituições não apresentam nenhuma ou tímida iniciativa voltada a práticas ambientais devido a aversão ao risco o que a possibilidade de ganho de competitividade.
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Comparação das Práticas Ambientais nos Hotéis da Galiza e do Norte de Portugal

Comparação das Práticas Ambientais nos Hotéis da Galiza e do Norte de Portugal

Neste último caso, a teoria não corresponde à realidade, ou seja, os diretores de hotéis de três, quatro e cinco estrelas localizados na Galiza e no Norte de Portugal não consideram a pressão mimética. Esses gerentes não têm em consideração as práticas ambientais de outros hotéis bem sucedidas. Eles não são da opinião que mostram resultados em termos de rentabilidade a curto prazo. A gestão está, deste modo, preocupada com o imediatismo e não com o longo prazo, o que não coincide com a linha a seguir para a correta aplicação destas práticas numa organização.
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Avaliação de desempenho e melhores práticas ambientais no sector da hotelaria

Avaliação de desempenho e melhores práticas ambientais no sector da hotelaria

O!presente!estudo!visa!uma!avaliação!do!nível!de!compromisso!ambiental!das!entidades! hoteleiras! certificadas! pelo! Sistema! Comunitário! de! Ecogestão! e! Auditoria! (EMAS);! a! identificação! das! principais! medidas! ambientais! a! serem! actualmente! praticadas! pelos! estabelecimentos!hoteleiros!com!o!intuito!de!controlar!os!seus!impactes!ambientais;!a! avaliação! e! benchmarking! de! desempenho! e! melhores! práticas! ambientais! dos! estabelecimentos!certificados;!e!a!sugestão!de!medidas!a!serem!adoptadas!pelos!hotéis.! Para! tal! foi! elaborada! uma! matriz! composta! por! 51! indicadores! de! desempenho! e! de! gestão! baseada! na! verificação! do! Regulamento! CE! N.º! 1221/2009! (EMAS! III)! e! o! documento! sectorial! de! referência! para! o! sector! do! turismo! (SRD).! Inicialmente! foi! realizada! uma! análise! comparativa! entre! o! desempenho! dos! hotéis,! os! níveis! de! desempenho!ideais!mencionados!no!SRD!e!20!entidades!hoteleiras!registadas!no!Global/ Reporting/ Initiative/ (GRI).! Não! sendo! proposto! um! valor! de! excelência! pelo! SRD,! é! efectuado!um!estudo!de!benchmarking!e!proposto!um!valor!de!acordo!com!os!resultados! obtidos.! Termina! o! estudo! com! a! verificação! das! medidas! adoptadas! pelos! estabelecimentos!estudados!e!sugestão!de!outras!práticas!ambientais!a!implementar.!
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Dilemas da dimensão ambiental nos assentamentos rurais: percepção e práticas ambientais

Dilemas da dimensão ambiental nos assentamentos rurais: percepção e práticas ambientais

Resumo: Esse trabalho tem como proposta geral a análise da percepção e práticas ambientais do assentamento Bela Vista do Chibarro (Araraquara/SP): legislação incidente, uso e ocupação do solo e percepção ambiental do assentado e do corpo técnico. Para a obtenção dos dados utilizou-se pesquisa bibliográfica, documental e imagens de satélite, classificadas e exportadas para um Sistema de Informações Geográficas, além de aplicação questionário semi- estruturado com 13 famílias do assentamento e 1 técnico do INCRA em Araraquara. A pesquisa apontou que os assentados possuem a percepção de que o meio ambiente precisa ser preservado para garantir a biodiversidade e sua renovação, mas essa percepção não é oriunda do conhecimento da legislação ambiental: ela é formada da prática da lida diária ou da tradição de práticas conservacionistas.
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Boas práticas ambientais na utilização de fluidos de corte nos processos de usinagem

Boas práticas ambientais na utilização de fluidos de corte nos processos de usinagem

A questão ambiental é uma das principais agendas de discussão nas estratégias empresariais que visam atender mercados cada vez mais exigentes e interessados em empresas que protegem o meio ambiente. Na indústria mecânica, os fluidos de corte aparecem como uns dos principais agentes poluidores nos processos de usinagem, o que requer cuidados especiais para o seu gerenciamento ambiental. Inicialmente as pesquisas para aperfeiçoamento de fluidos de corte e métodos de aplicação mais eficazes visavam satisfazer aspectos tecnológicos e econômicos. Entretanto, nos últimos anos, os pesquisadores e fabricantes estão concentrados no desenvolvimento de fluidos de corte ambientalmente amigáveis e de novas tecnologias objetivando a redução ou até mesmo a eliminação deste insumo, visando o atendimento de rigorosas leis ambientais, de saúde e de segurança no trabalho, assim como a adequação dos processos de usinagem a um sistema integrado de gestão da qualidade, da segurança ocupacional e do meio ambiente. O objetivo deste trabalho é identificar evidências e contribuir na busca de soluções viáveis para minimizar os impactos ambientais causados pela utilização e descarte dos fluidos de corte correlacionando-os às boas práticas ambientais e ao princípio dos 3Rs. Para a elaboração deste trabalho foi realizada uma revisão bibliográfica com foco na identificação de estudos que evidenciam a preocupação ambiental do setor metal-mecânico na busca de oportunidades de adoção de boas práticas ambientais no gerenciamento deste importante insumo. Pode-se verificar que mesmo com o desenvolvimento de fluidos de corte ambientalmente menos agressivos e de métodos de aplicação em quantidades cada vez menores, ainda assim, este insumo básico requer gerenciamento com foco ambiental para a sua correta utilização. Como decorrência, pode-se constatar a necessidade de conscientização a respeito dos impactos ambientais que podem ser gerados pelo seu uso indevido e de estabelecimento de uma gestão ambiental sustentável que tenha como referência o princípio dos 3Rs (Reduzir, Reusar e Reciclar).
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Práticas ambientais e a relação dos vizelenses com o Rio Vizela

Práticas ambientais e a relação dos vizelenses com o Rio Vizela

A forma como a questão ambiental é sentida e vivida parte do pressuposto de que as dimensões da cidadania passam, não só pelas diversas formas de participação pública mas, também, pela partilha de conhecimentos e informações sobre as questões ambientais. Isto é, o modo como as sociedades contemporâneas se vão organizando de modo a cooperar na superação dos problemas ambientais, tanto individual como coletivamente. Neste sentido, os media e a aposta numa educação ambiental têm desenvolvido um papel fundamental. Ainda que nem sempre a ação que estes vêm encetando sejam isentas de interesses e de manipulação, é inegável o modo como a sua ação se tem repercutido na mudança de mentalidades e numa maior consciência da sociedade para a importância da ecologia e do seu equilíbrio.
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Preparação e caracterização de sistemas chamote/argila visando o reaproveitamento de descartes industriais.

Preparação e caracterização de sistemas chamote/argila visando o reaproveitamento de descartes industriais.

A indústria de cerâmica vermelha ou estrutural, modelada mediante crescimento econômico rápido, esteve suportada em novas metodologias de produção com o uso de recursos naturais abundantes e de baixo custo. Em um primeiro momento, os resíduos sólidos descartados não foram visualizados como uma causa possível de impacto ambiental. A realidade atual mostra que, associado ao desenvolvimento econômico está à problemática ambiental oriunda da grande quantidade destes resíduos gerados e descartados aleatoriamente. O reaproveitamento destes sólidos, de fontes industriais quaisquer, tem sido objetivo das empresas tendo em vista a necessidade de práticas ambientais cada vez mais limpas, tecnologia verde, as quais favorecem não somente a
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Análise das Práticas de Logística Reversa Aplicadas aos Vasilhames de Vidro em uma Engarrafadora de Bebidas

Análise das Práticas de Logística Reversa Aplicadas aos Vasilhames de Vidro em uma Engarrafadora de Bebidas

As constantes mudanças no cenário empresarial propiciaram uma dinâmica maior nos avanços tecnológicos e nas práticas ambientais. Neste segmento, gerenciar eficientemente a logística reversa tornou-se um ponto chave. Neste contexto, este estudo tem como objetivo geral compreender como se desenvolve o ciclo reverso dos vasilhames de vidro em uma engarrafadora de bebidas. Para tanto, estabeleceu-se os seguintes objetivos específicos: a) descrever os processos envoltos no ciclo reverso, evidenciando todos os materiais e iniciativas relacionadas; e b) evidenciar quais as motivações para uma organização implementar a logística reversa no segmento estudado. O estudo foi realizado uma engarrafadora de bebidas pernambucana que é referência de vendas no Brasil e no mundo. Para tanto utilizou-se como método a pesquisa qualitativa. A coleta de dados foi empreendida por meio de entrevistas semiestruturadas e observação. Os resultados demonstraram que a engarrafadora aplica práticas de logística reversa bem estruturadas, tendo uma cadeia de suprimentos reversa ativa e controlada, a qual possibilita a reintrodução dos vasilhames de vidro no processo produtivo. Assim, a engarrafadora consegue praticamente anular os desperdícios e diminuir os impactos no meio ambiente. Além disso, a organização recicla todos os materiais atrelados aos vasilhames, quais sejam, gargalo e rótulo fornecendo soluções socioambientais responsáveis.
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Práticas sustentáveis como alternativa à educação ambiental fundamentada na abordagem da educação democrática / Sustainable practices as an alternative to environmental education based on the democratic education approach

Práticas sustentáveis como alternativa à educação ambiental fundamentada na abordagem da educação democrática / Sustainable practices as an alternative to environmental education based on the democratic education approach

Em relação à amostragem de participação do projeto, foram selecionados aleatoriamente, 56 alunos, de um total de 65 alunos que frequentam as aulas do período matutino, alunos dos anos finais, 6º, 7º e 8º anos, apesar da escola atender alunos do 9ºano, estes não participaram da pesquisa, por participarem, no momento da pesquisa, de outro projeto vinculado à escola. Os alunos participaram da pesquisa voluntariamente. Destes 58,93%, afirmaram participarem ativamente do projeto. Já 41,07% não participam durante os dias de realização. O que demonstra um índice positivo na participação nas atividades desenvolvidas e aceitação do mesmo entre os alunos. Para Ruscheinsky (2002), a importância das práticas ambientais deve estar atrelada a uma educação ambiental crítica, reafirmando-se assim a relevância da abordagem de práticas pedagógicas sustentáveis pela escola como perspectiva de formação cidadã, pois:
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Avaliação da gestão ambiental da  marinha no Estado do Ceará: estudo de caso

Avaliação da gestão ambiental da marinha no Estado do Ceará: estudo de caso

• Planejamento: Este componente exige que a empresa defina as práticas necessárias a serem executadas visando alcançar as metas estabelecidas pela Política Ambiental mediante a identificação dos aspectos e impactos ambientais relacionados aos requisitos legais, estabelecimento dos objetivos e metas, avaliação das alternativas e elaboração dos Programas de Gestão Ambiental (PGA). Para este componente, a empresa não dispõe de um planejamento para a resolução das suas questões ambientais, pois apenas obedecem as exigências legais de aquisição de licenças ambientais para implantação e operação. Isso fica evidenciado pelo baixo grau de conformidade (27,66%) que correspondem as 47 práticas pesquisadas. Os respondentes declararam que o fator econômico (39,13%) e a exigência lega (21,74%) foram os responsáveis pela adoção de práticas relacionadas a este componente. As principais práticas ambientais adotadas pela empresa foram: implementação de metas ambientais exigidos legalmente; consideração das questões ambientais e suas implicações no custo operacional e de investimento; redução do consumo de água e energia; e manejo de efluentes em conformidade com as exigências legais. Os fatores determinantes da não adoção das práticas de gestão deste componente foram principalmente a falta de conhecimento técnico (34,78%) e o aspecto econômico (30,43%).
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Barreiras e motivações à adoção de práticas de Green Supply Chain Management: estudo de casos no setor de baterias automotivas

Barreiras e motivações à adoção de práticas de Green Supply Chain Management: estudo de casos no setor de baterias automotivas

No Quadro 21, a concorrência é motivadora quando ela impulsiona e faz com que todas as organizações melhorem seus produtos e suas práticas ambientais. A maioria das empresas entrevistadas demonstrou uma consciência da sua posição no mercado e enfrentaram adversidades como a localização, como por exemplo, a Empresa E que estava fora da rota principal de baterias, isso mostra que a empresa se dedicou e procurou superar esta dificuldade e continua enfrentando seus concorrentes e fez com que ela crescesse. É uma barreira quando os competidores não possuem a mesma preocupação ambiental que a empresa e mesmo assim conquistam mercado em função do critério preço, sendo caracterizadas como “desleais e enganam o cliente por não possuir a mesma qualidade da Empresa C”, conforme relato da Empresa C. As empresas lidam com este fator de maneira a não reduzir seus investimentos no cumprimento dos requisitos legais ambientais, mas ao mesmo tempo tentado adotar estratégias competitivas que a façam ter um preço competitivo.
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ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DO RAMO HOTELEIRO

ANÁLISE DE PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DO RAMO HOTELEIRO

As vantagens da adoção de práticas ambientais para a hotelaria são as seguintes: oportunidades de redução de consumo e, por consequência, os custos dos hotéis; preferência de hóspedes que levam em consideração os requisitos ambientais no momento de escolher o local onde querem se hospedar; melhoria da imagem da empresa perante seus empregados, fornecedores, clientes e demais partes interessadas; garantia de um ambiente seguro e saudável de trabalho; evitar problemas com a legislação; solução dos problemas ambientais globais e regionais; redução do consumo de água, energia e outros insumos (IHEI, 1994).
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A abordagem da gestão ambiental pelas empresas metal-mecânicas na região da Ammoc

A abordagem da gestão ambiental pelas empresas metal-mecânicas na região da Ammoc

Outra prática utilizada pelas empresas e que acaba refletindo nas suas práticas ambientais é o siste- ma 5 “S”. Considerado como base para a implantação de processos de melhoria contínua em uma organiza- ção, propicia um ambiente de trabalho organizado e mobiliza todos os integrantes de uma organização a atingir melhores resultados de qualidade e produtivi- dade e redução de resíduos. Conforme Osada (1992), o objetivo central é melhorar o ambiente de trabalho, a fim de promover o bem-estar dos funcionários; ra- cionalizar o uso de documentos, materiais e equipa- mentos; reduzir custos e agilizar os processos; faci- litar a participação de todos e o inter-relacionamento pessoal; estimular a execução de tarefas em equipe e contribuir para a melhoria da imagem da instituição.
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Gestão ambiental sob a perspectiva estratégica: um retrato do setor sucroalcooleiro nacional

Gestão ambiental sob a perspectiva estratégica: um retrato do setor sucroalcooleiro nacional

O segundo ponto estudado foi o estágio do processo produtivo no qual as práticas ambientais são realizadas. Conhecer como a dimensão ambiental está sendo efetivada no processo produtivo proporciona a reflexão sobre a possibilidade de empreender ações preventivas ao longo das atividades desempenhadas para geração de bens e serviços. Entre os respondentes, 43,6% discordam da afirmativa que as práticas são reativas e ocorrem no final do processo, porém a maior parte das empresas entrevistas ou é indiferente (às vezes ocorre outras não) ou concorda que as ações ambientais ocorrem no final do processo produtivo. Este procedimento diminui o campo de alcance de ações ecológicas nas organizações, pois, segundo Rohrich e Cunha (2004), Barbieri (2007) e Oliveira (2009), outras atividades que compõem o processo de produção e que são potenciais geradoras de impactos negativos para o meio ambiente não recebem a devida atenção. Modelos como Produção mais Limpa (P+L), Ecoeficiência e Design for environment, conforme asseveram WSCSD (2000), Epelbaum (2004) e Barbieri (2007), estimulam que as práticas ambientais ocorram no início do processo produtivo A Tabela 14, a seguir, apresenta os resultados desta variável.
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Meio Ambiente e Educação Ambiental no MST: Representações Sociais no Assentamento 10 de Abril no Município do CratoCE.

Meio Ambiente e Educação Ambiental no MST: Representações Sociais no Assentamento 10 de Abril no Município do CratoCE.

Este estudo trata sobre a representação social de meio ambiente e da educação ambiental entre os assentados do Assentamento 10 de abril, localizado no município do Crato, no estado do Ceará. A importância deste trabalho está direcionada na perspectiva de compreender aspectos da dimensão ambiental no processo de gestão nos assentamentos de reforma agrária. A metodologia utilizada para concretização desta pesquisa se baseou em análises simultâneas de dados qualitativos, através de metodologias com ênfase principalmente na pesquisa participante, utilizando procedimentos como pesquisa bibliográfica e na internet, investigação documental, aplicação de questionários e entrevistas, observação de reuniões, conversas informais, coleta de depoimentos e confecção de mapas mentais. A questão crucial da análise realizada diz respeito à inexistência de um consenso sobre o que significa meio ambiente e educação ambiental nos assentados do Assentamento 10 de Abril. Assim, os termos meio ambiente e educação ambiental, utilizados por parte dos envolvidos com o Assentamento, como os professores, técnicos, crianças, jovens e adultos, são imprecisos para eles e refletem as práticas cotidianas no Assentamento. Os conflitos de interesses surgem quando o assunto volta-se para a implementação de ações ambientais, pois as divergências sobre as representações sociais de meio ambiente e educação ambiental são visíveis entre os próprios assentados e as organizações governamentais e não-governamentais que intervêm no Assentamento 10 de Abril. Portanto, as práticas ambientais, apesar das imprecisas concepções conceituais sobre meio ambiente e educação ambiental, vêm sendo discutidas no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e em diversos assentamentos, na perspectiva do fortalecimento de uma sociedade mais justa e igualitária, cuja construção passa por uma visão totalitária do ser humano e da vida.
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Proposta de gestão ambiental para o Campus Unisitário do Pici da Unisidade Federal do Ceará

Proposta de gestão ambiental para o Campus Unisitário do Pici da Unisidade Federal do Ceará

A percepção de que as instituições de ensino são parte ativa do problema, ao possuírem campus com práticas de gestão insustentáveis ou com atitudes passivas, levou cerca de 30 universidades a assinar, em 1990, a Declaração de Talloires, que concluiu que as IES deveriam urgentemente prover a liderança e suporte necessários para mobilizar fontes internas e externas em direção a superar esse enorme desafio (THE TALLOIRES DECLARATION, 1990). A Declaração de Halifax (1991), salientando a responsabilidade das IES em ajudar as sociedades no presente e no futuro, moldar políticas e ações de desenvolvimento em direção à sustentabilidade, acusava a contínua degradação do ambiente terrestre, das práticas ambientais insustentáveis, além do perverso aumento da pobreza. Em 1993, na Suécia, participantes de 400 universidades e de 47 países diferentes, inspirados nos exemplos de Talloires e de Halifax, se reuniram para discutir os tópico de pessoas e meio ambiente, tentando encontrar maneiras de as universidades comunitárias, com seus líderes e estudantes, se engajarem em responder adequadamente a este desafio (THE SWANSEA DECLARATION, 1993).
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EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE NO MUNICÍPIO DE ITAPETINGA: UMA RELAÇÃO SENDO CONSTRUÍDA

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE NO MUNICÍPIO DE ITAPETINGA: UMA RELAÇÃO SENDO CONSTRUÍDA

Um outro projeto de educação ambiental, pioneiro na região do Sudoeste da Bahia e, provavelmente, no estado da Bahia, também foi implantado no ano de 2005, no município de Itapetinga, sendo que numa escola pública de ensino médio. O processo de implantação desse projeto, diferente do projeto anteriormente abordado, surgiu a partir de uma ação administrativa. Esse projeto teve como base a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental Escolar – SGAE. Moreno e Pol (apud POL, 2003) ressaltam a importância de um sistema de gestão ambiental para uma instituição, possibilitando a integração de políticas, programas e práticas ambientais, em um processo de melhoria contínua da gestão. Em uma instituição de ensino, além dessas questões, possibilita ao discente vivenciar na prática à gestão adequada dos recursos naturais, atuando, também, como agente motivador para os docentes, no sentido de trazer para dentro da sala de aula a discussão socioambiental. No que diz respeito à inserção curricular da abordagem socioambiental, a escola vem avançando de maneira gradativa, havendo, ainda, muito que se fazer, sobretudo no que diz respeito à prática interdisciplinar. A questão salarial que leva o docente de Ensino Médio a ter uma jornada de trabalho sobre-humana, dificulta a adesão do professor aos projetos implantados, bem como aos momentos de reflexão que são promovidos pela escola. Outro ponto que também deve ser destacado diz respeito a não qualificação do professor na área ambiental, o que dificulta a percepção dos mesmos em relação à importância de um trabalho interdisciplinar e contextualizado na abordagem das questões socioambientais, além é claro da formação do aluno de Ensino Médio, centrada, na sua essência, na aprovação do vestibular.
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