Práticas de Contabilidade Gerencial

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NÍVEIS DAS PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL NO COOPERATIVISMO AGROINDUSTRIAL

NÍVEIS DAS PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL NO COOPERATIVISMO AGROINDUSTRIAL

O objetivo dessa pesquisa foi investigar os níveis de adoção e práticas de contabilidade gerencial nas cooperativas agroindustriais paranaenses. O setor do agronegócio brasileiro apresentou taxa acumulada de crescimento de 4,28% no período de janeiro a outubro de 2016, evidenciando a sua importância na retomada do crescimento econômico do Brasil. A população investigada é composta de 64 cooperativas agropecuárias paranaenses. A pesquisa é alinhada aos estudos Abdel-Kader e Luther (2008) e Guerreiro et al.(2011), cujos questionários foram adaptados para esse estudo. Aos potenciais respondentes foi enviado um link e retornaram 38 questionários válidos. Os dados coletados foram tratados utilizando estatística descritiva - médias, variância e desvio padrão. Na amostra pesquisada 58,6% das cooperativas agropecuárias empregam até 100 funcionários. As demais respondentes, 13,5% até 500, 5,4% até 1000 e 21,6% até 3000 colaboradores. Os achados de desse estudo estão alinhados com os de alguns estudos anteriores no que tange a adoção e uso de práticas de contabilidade mais tradicionais. A maioria das cooperativas agropecuárias paranaenses pesquisada utilizam em grau mais elevados as práticas de contabilidade gerencial listadas nos estágios evolutivos 1 e 2 do IFAC (1998), porém com utilização também de algumas práticas dos estágios 3 e 4. Com relação as ferramentas mais contemporâneas como custeio alvo, Economic Value Added (EVA) e o Balanced Scorecard (BSC) os achados sugerem baixo grau adoção e utilização. Portanto, os achados desse estudo sugerem que ainda há um paradoxo entre o conjunto de ferramentas disponibilizadas na literatura e as efetivamente praticadas pelas organizações.
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Práticas de contabilidade gerencial em cooperativas de produção agropecuária do estado do Rio Grande do Sul

Práticas de contabilidade gerencial em cooperativas de produção agropecuária do estado do Rio Grande do Sul

O instrumento de pesquisa (questionário estruturado) compreende uma limitação deste estudo, uma vez que apresenta vieses conforme o comportamento e interpretação de cada indivíduo, estando esta limitação fora do controle do pesquisador, embora tenha se buscado neste estudo reduzir esses efeitos no pré-teste. Além disso, pelo fato do questionário ter sido enviado por e-mail aos respondentes, embora tenha sido mencionado e exigido em contatos anteriores que o instrumento de pesquisa devesse ser respondido pelos profissionais responsáveis pela elaboração de informações de contabilidade gerencial na cooperativa, o pesquisador não possui controle se de fato as respostas foram fornecidas por esses profissionais. A média e mediana para os fatores contingenciais ambiente, tecnologia, estratégia e estrutura foi elaborada a partir da percepção de cada respondente sobre a cooperativa em que atua, o que pode gerar vieses haja vista que não foi identificado in loco pelo pesquisador as características para cada um destes fatores. A comparação entre os estudos similares que abordaram a Teoria da Contingência e a adoção de práticas de contabilidade gerencial ficou comprometida em virtude de os estudos similares utilizarem distintas formas estatísticas e metodologias para abordar o tema e analisar os resultados das pesquisas.
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Práticas de contabilidade gerencial adotadas por subsidiárias brasileiras de empresas multinacionais.

Práticas de contabilidade gerencial adotadas por subsidiárias brasileiras de empresas multinacionais.

nota-se uma manifestação unânime quanto à efetividade de suas informações para fins decisórios. Shank & Govindarajan (1997) entendem que, sob o aspecto gerencial, a Contabilidade existe na admi- nistração principalmente para facilitar o desenvolvi- mento e a implementação da estratégia empresarial. A Contabilidade Gerencial tem procurado, por meio do trabalho de vários pesquisadores, evoluir no sentido de apresentar práticas específicas e tidas como adequadas e necessárias à composição do conjunto de informações de que os tomadores de decisão necessitam na condução competitiva das empresas.
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Estudo sobre a adoção de práticas de contabilidade gerencial em empresas hoteleiras

Estudo sobre a adoção de práticas de contabilidade gerencial em empresas hoteleiras

O objetivo do estudo é analisar a adoção de práticas de contabilidade gerencial em empresas hoteleiras. Para atingir esse objetivo foi aplicado um questionário a 15 hotéis da grande Florianópolis-Santa Catarina (Brasil), filiadas a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), no período de 26/04/2014 a 04/05/2016. Os resultados mostram que a contabilidade gerencial é adotada em grande parte das empresas hoteleiras. Sendo o destaque para o custeio por absorção e o custeio padrão, utilização do orçamento para planejamento anual e controle de custos, medidas de rentabilidade e análise de rentabilidade do produto e de clientes, além de análise dos pontos forte e fracos e posição dos concorrentes. Isto mostra que geralmente os hotéis adotam práticas tradicionais, de primeiro e segundo estágio. Entre as possíveis mudanças, nos próximos três anos, apontadas pelos gestores hoteleiros está a utilização de medidas não financeiras relacionadas a inovação e a Gestão Baseada em Atividades.
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ESTUDO SOBRE A ADOÇÃO DE PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL EM EMPRESAS HOTELEIRAS

ESTUDO SOBRE A ADOÇÃO DE PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL EM EMPRESAS HOTELEIRAS

O objetivo do estudo é analisar a adoção de práticas de contabilidade gerencial em empresas hoteleiras. Para atingir esse objetivo foi aplicado um questionário a 15 hotéis da grande Florianópolis-Santa Catarina (Brasil), filiadas a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), no período de 26/04/2014 a 04/05/2016. Os resultados mostram que a contabilidade gerencial é adotada em grande parte das empresas hoteleiras. Sendo o destaque para o custeio por absorção e o custeio padrão, utilização do orçamento para planejamento anual e controle de custos, medidas de rentabilidade e análise de rentabilidade do produto e de clientes, além de análise dos pontos forte e fracos e posição dos concorrentes. Isto mostra que geralmente os hotéis adotam práticas tradicionais, de primeiro e segundo estágio. Entre as possíveis mudanças, nos próximos três anos, apontadas pelos gestores hoteleiros está a utilização de medidas não financeiras relacionadas a inovação e a Gestão Baseada em Atividades.
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Práticas de Contabilidade Gerencial Adotadas Por Subsidiárias Brasileiras de Empresas Multinacionais

Práticas de Contabilidade Gerencial Adotadas Por Subsidiárias Brasileiras de Empresas Multinacionais

Este trabalho tem como objeto de estudo as práticas de Contabilidade Gerencial, no contexto da sua efetiva receptividade e aplicação por parte das empresas. Circunscrita a métodos de custeio, métodos de predeterminação de custos, elaboração e uso de planos orçamentários e análise de relações custo-volume-lucro, desenvolve-se uma ampla pesquisa bibliográfica, que expõe argumentos quanto à contribuição de tais práticas no aumento da eficácia da gestão empresarial. Além das chamadas práticas tradicionais, abordam-se também aquelas mais recentemente desenvolvidas, particularmente a do custeio baseado em atividades (ABC) e a do custeio meta (target costing), tidas por alguns pesquisadores como mais adequadas ao atual ambiente operacional das empresas. A partir de tal abordagem é examinado o conteúdo básico dos conceitos e justificativas que envolvem as práticas de Contabilidade Gerencial, objeto do estudo. Críticas de pesquisadores nacionais e internacionais complementam a apreciação das práticas contábeis consideradas. Ampliando seu campo de investigação, este estudo é embasado em uma pesquisa efetuada junto a quarenta e nove subsidiárias brasileiras de empresas multinacionais, com o objetivo de identificar as práticas contábeis gerenciais atualmente usadas por tais empresas, bem como verificar o nível de reconhecimento que a gestão empresarial dedica à validade prática dos novos procedimentos recomendados. Comparação desta pesquisa com outras semelhantes realizadas no Brasil e no exterior possibilitará, no futuro, traçar um diagnóstico mais abrangente a respeito. A análise e interpretação, quantitativa e qualitativa, dos dados coletados, realizada com base tanto nas práticas tradicionais como nas recomendadas pela literatura atual, conforme a estrutura adotada na abordagem do tema objeto deste estudo, consubstancia-se num conjunto de conhecimentos que, espera-se, contribui objetiva e efetivamente para melhor entendimento da ciência contábil no campo da gestão empresarial.
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PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR EMPRESA INDUSTRIAL GAÚCHA DE GRANDE PORTE

PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR EMPRESA INDUSTRIAL GAÚCHA DE GRANDE PORTE

O objetivo do estudo é investigar a adoção de práticas de contabilidade gerencial (CG) na gestão de uma empresa industrial gaúcha de grande porte. O estudo oportuniza avaliar a aderência da empresa ao enfatizado pela literatura sobre tais práticas. Trata-se de pesquisa descritiva, cujos dados foram coletados no primeiro semestre de 2015, utilizando a técnica de pesquisa em profundidade in loco mediante entrevistas com gestores, especialistas e analistas da empresa. A análise dos dados se deu de forma qualitativa e quantitativa, pela obtenção do Ranking Médio das assertivas postas na forma de escalas do tipo likert. Constatou-se que são utilizadas as 16 práticas tratadas, com diferentes graus de intensidades. Também, que as práticas tradicionais de CG são as mais utilizadas, destacando-se o orçamento anual e o custo padrão, em relação às contemporâneas, como ABC, custo-meta, análise ABM, e determinantes de custos. Também foi verificado que a percepção do benefício das práticas tradicionais é maior do que as contemporâneas.
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Mudanças de Práticas de Contabilidade Gerencial Identificadas nos Relatórios da Administração de Empresas Familiares

Mudanças de Práticas de Contabilidade Gerencial Identificadas nos Relatórios da Administração de Empresas Familiares

O estudo objetiva verificar se as mudanças nas práticas de contabilidade gerencial podem ser identificadas no Relatório da Administração de empresas familiares por meio da aplicação da Análise de Discurso Crítica. A metodologia da pesquisa caracteriza-se como exploratória, com abordagem predominantemente qualitativa, utilizando-se da Análise de Discurso Crítica. A pesquisa foi realizada nos relatórios da administração de 1998 a 2007 de nove empresas de capital aberto identificadas na lista das 500 maiores empresas do Brasil da Revista Exame – Melhores e Maiores de 2007, ano base 2006. Os resultados da pesquisa mostram que na análise representacional do discurso, considerando o significado das palavras, os quatro estágios da contabilidade gerencial descritos pelo IMAP 1 (IFAC, 1998) foram identificados nos RA das empresas. No entanto, no estudo das práticas de contabilidade gerencial adotadas nas empresas familiares pesquisadas não foi constatada relação dessas com o processo de permanência ou mudança das gerações familiares na gestão. Como conclusão tem-se que, fundamentado na Análise do Discurso Crítica, por meio do significado representacional, com base no significado das palavras, mudanças foram identificadas nas práticas de contabilidade gerencial das empresas pesquisadas. Porém, não há garantia que o RA representa efetivamente o discurso da administração e a análise subjetiva pode revelar imprecisões.
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PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR SUBSIDIÁRIA BRASILEIRA DE INDUSTRIA ALEMÃ DE GRANDE PORTE

PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR SUBSIDIÁRIA BRASILEIRA DE INDUSTRIA ALEMÃ DE GRANDE PORTE

O objetivo do estudo é investigar a utilização de práticas de contabilidade gerencial (CG) na gestão de uma subsidiária brasileira, de indústria alemã de grande porte, identificando os benefícios esperados em determinadas decisões operacionais. O estudo oportuniza avaliar a aderência da empresa ao en- fatizado pela literatura quanto à utilidade de tais práticas. Trata-se de uma pesquisa descritiva, cujos dados foram coletados no primeiro semestre de 2015, utilizando a técnica de pesquisa de profundidade in loco, mediante entrevistas com gestores, especialistas e analistas da empresa. A análise dos dados se deu de forma qualitativa e quantitativa, via cálculo do Ranking Médio das assertivas postas na forma de escalas do tipo Likert. Constatou-se que são utilizadas as 16 práticas elencadas, com diferentes graus de intensidade. Também, que as práticas tradicionais de CG são as mais utilizadas, destacando-se o orça- mento anual e o custo padrão, em relação às contemporâneas como ABC, custo-meta, análise ABM, e determinantes de custos. Também foi verificado que a percepção do benefício das práticas tradicionais é maior do que das contemporâneas.
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Práticas de contabilidade gerencial e tamanho das empresas: uma análise do segmento madeireiro no Estado do Paraná

Práticas de contabilidade gerencial e tamanho das empresas: uma análise do segmento madeireiro no Estado do Paraná

O objetivo deste estudo é analisar se existem diferenças entre as práticas de contabilidade gerencial e o fator contingencial, tamanho das organizações. A população da pesquisa é formada por empresas madeireiras localizadas no Paraná, conforme cadastro da Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP, com a amostra constituída por 43 empresas. As práticas de contabilidade gerencial selecionadas para a pesquisa são os métodos de custeio, sistemas de predeterminação de custos, utilização de planos orçamentários, medidas de desempenho e filosofias de gestão. Para a classificação do tamanho das empresas foi utilizado o critério de faturamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. A análise e interpretação dos dados ocorreram de forma quantitativa, por intermédio das medidas de tendência central: Média e Moda, bem como, a Análise de Variância – ANOVA com Teste de Acompanhamento. Os resultados da pesquisa sugerem que as empresas madeireiras no Estado do Paraná apresentam diferenças de médias estatisticamente significativas, conforme o porte, nas Análises de Variação do Orçamento; Aplicação do Orçamento para a Avaliação de Desempenho, Planejamento Financeiro e Controle de Custos, juntamente com o Benchmarking e análises de Indicadores Econômico-Financeiros. Os resultados indicaram, ainda, que as diferenças de médias de grupos são percebidas, essencialmente, nas grandes empresas madeireiras em relação às empresas de menor porte.
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USO DAS PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL EM PROPRIEDADES RURAIS: UM ESTUDO MULTICASO NA REGIÃO OESTE CATARINENSE

USO DAS PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL EM PROPRIEDADES RURAIS: UM ESTUDO MULTICASO NA REGIÃO OESTE CATARINENSE

De forma objetiva, o que se constatou é que as propriedades objeto da pesquisa gerenciam a propriedade de forma distinta. A Propriedade 1 utiliza-se de ferramentas para auxiliar na sua atividade como computador e planilhas eletrônicas, essa Propriedade possui alguns controles na sua propriedade auxiliando a gestora na tomada de decisão. Já a Propriedade 2 não se utiliza dessas ferramentas para a sua gestão, essa Propriedade não sabe o custo da sua atividade, dessa forma, não identifica se o que ela está investindo lhe propõe um retorno satisfatório. O prin- cipal motivo indicado pelo gestor da não utilização das práticas é a falta de conhecimento de como desenvolvê-las. Portanto, no âmbito da pesquisa realizada, este estudo permite concluir que, no atual ambiente, a Con- tabilidade Gerencial tem relevância para as propriedades, em razão de proporcionar ao gestor da propriedade um conhecimento maior da atividade exercida e trabalhar os pontos a serem melhorados; ao utilizar as práticas de Contabilidade Gerencial, o gestor identifica as deficiências da atividade e assim possui condições de uma decisão a ser tomada para que a sua atividade possa crescer sem comprometer a sua lucratividade.
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Práticas Fundamentais de Contabilidade Gerencial e o Princípio da Confiança: um estudo em empresas brasileiras de grande porte

Práticas Fundamentais de Contabilidade Gerencial e o Princípio da Confiança: um estudo em empresas brasileiras de grande porte

Este estudo tem por objetivo avaliar o quanto o princípio da confiança está presente nas práticas de contabilidade gerencial em empresas brasileiras de capital aberto, inscritas na Bolsa de Valores (B3). Como base conceitual, utilizou-se do documento do Chatered Global Management Accountant (CGMA) onde constam 14 (quatorze) práticas de contabilidade gerencial. A estratégia de pesquisa adotada é o levantamento de dados por meio de questionário. A análise dos dados deste estudo quantitativo utilizou a estatística descritiva e a correlação das variáveis estudadas. A amostra estudada é composta por 96 (noventa e seis) empresas de capital aberto. Os resultados indicam que empresas que utilizam práticas fundamentais (CGMA) de contabilidade gerencial percebem um ambiente de confiança. Os achados revelam que há o exercício das práticas fundamentais nas atividades organizacionais das empresas.
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Contabilidade Gerencial nos meios de hospedagem: uma análise das práticas adotadas pelos meios de hospedagem da cidade de Manaus

Contabilidade Gerencial nos meios de hospedagem: uma análise das práticas adotadas pelos meios de hospedagem da cidade de Manaus

Segundo o Ministério do Turismo (2018), no Brasil existem cerca de 31,3 mil estabelecimentos de hospedagem, sendo este segmento um grande indutor do desenvolvimento da economia turística do país. Isto deve-se à grande capacidade de geração de emprego e renda dessa atividade. Nesse sentido, a Contabilidade Gerencial, como ferramenta de auxílio à tomada de decisões, deve ocupar um lugar de extrema importância na contabilidade das empresas hoteleiras, para que estas continuem a se desenvolver de maneira saudável. O objetivo deste estudo é analisar a adoção de práticas de Contabilidade Gerencial em meios de hospedagem da capital amazonense. Para atingir esse objetivo foi aplicado um questionário à 12 meios de hospedagem da cidade de Manaus- AM, cadastrados no Ministério do Turismo, através do Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços de Turismo), no período de 29/05/2019 a 18/06/2019. O estudo mostra que as práticas de Contabilidade Gerencial são amplamente utilizadas pelas empresas hoteleiras e de tais práticas, destacam-se o Custeio Variável, a utilização do orçamento para planejamento anual e controle de custos, medidas de rentabilidade, análise da rentabilidade do produto e gestão baseada em atividades. Entretanto, observa-se que as técnicas tradicionais de CG têm melhor aceitação do que as práticas contemporâneas, e que estas ainda são pouco utilizadas pelas empresas hoteleiras.
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Estudo sobre a usabilidade das práticas de contabilidade gerencial mais intensamente usadas em empresas que atuam no Brasil

Estudo sobre a usabilidade das práticas de contabilidade gerencial mais intensamente usadas em empresas que atuam no Brasil

Este estudo teve como objetivo principal investigar os principais atributos que caracterizam a usabilidade da Práticas de Contabilidade Gerencial mais intensamente usada por gestores de diferentes níveis funcionais em organizações que atuam no Brasil. As dimensões de usabilidade foram mensuradas a partir dos constructos definidos por Mahama e Cheng (2013), a saber: coercivo, habilitante, reparo, flexibilização, transparência interna e transparência global. O método de coleta de dados foi o survey, sendo enviados questionários para empresas listadas no anuário Melhores & Maiores, publicado pela revista Exame. Foram coletadas 149 respostas válidas de profissionais que atuam em diversas posições nas organizações. A análise dos dados utilizou as técnicas de análise fatorial e de correspondência. Como principais achados, é possível destacar que as práticas mais adotadas são aquelas relacionadas ao processo de gestão (Orçamento empresarial, Planejamento estratégico e Variações orçamentárias), e os profissionais entendem que essas práticas permitem realizar correções e facilitam a solução de problemas (dimensão reparo), bem como melhoram a visibilidade do trabalho (transparência interna). Adicionalmente, os resultados mostram que os contadores percebem as práticas mais utilizadas na empresa como ferramentas de controle (dimensão coercitiva), enquanto outros profissionais de média gerência as percebem como ferramentas que os auxiliam a desenvolver suas atividades de forma mais eficiente (dimensão habilitante).
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Determinantes para a utilização de práticas de contabilidade gerencial estratégica: um estudo empírico.

Determinantes para a utilização de práticas de contabilidade gerencial estratégica: um estudo empírico.

Este estudo tem por objetivo identificar a intensidade da utilização de práticas de contabilidade gerencial estratégica (CGE) e a influência de algumas das prin- cipais variáveis contingenciais (estratégia e tamanho da empresa) que podem explicar essas práticas. As práticas de CGE constantes no estudo foram basea- das naquelas identificadas por Cadez e Guilding (2008), as variáveis estratégicas foram representadas por três abordagens conceituais diferentes (MILES; SNOW, 1978; PORTER, 1986; GUPTA; GOVINDARAJAN, 1984), e a classificação do tamanho da empresa baseou-se na receita operacional bruta anual, utilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, 2009). A pes- quisa foi realizada a partir de uma população de 27 empresas do ramo de edu- cação profissional, com representatividade nacional, que atuam dentro de uma mesma governança, mas que possuem estratégias, tamanhos e desempenhos diferentes. A metodologia utilizada foi o levantamento de informações por meio de um questionário enviado aos responsáveis pelas áreas de planejamento ou de contabilidade. Os resultados indicam que “medição integrada do desempenho” e “custeio meta” representam práticas de CGE amplamente utilizadas, seguidas de “benchmarking”, “precificação estratégica”, “custeio estratégico”, “avaliação e monitoramento da marca”. Observou-se uma adoção abaixo da média de algumas práticas relacionadas a custos e clientes. Todas as práticas de CGE tiveram alto grau de percepção quanto à importância do uso. Para verificar a relação das prá- ticas de CGE com as variáveis contingenciais, foi utilizada uma regressão ordered probit. Foi revelado que as abordagens estratégicas (padrão, missão e posiciona- mento) parecem desempenhar um papel contingente na utilização de práticas de CGE, evidência também confirmada para a variável “tamanho da empresa”.
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PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR EMPRESAS INOVADORAS

PRÁTICAS DE CONTABILIDADE GERENCIAL ADOTADAS POR EMPRESAS INOVADORAS

Este estudo tem como objetivo verificar quais as práticas de contabilidade gerencial utilizadas por empresas inovadoras, por meio de um levantamento com abordagem quantitativa aplicado a uma população de 787 empresas que receberam auxílio financeiro para o desenvolvimento de inovações. Após a aplicação dos questionários obteve-se uma amostra de 79 empresas e os dados do levantamento foram submetidos à análise descritiva e de cluster. A pesquisa foi direcionada à pessoa responsável pelas informações gerenciais e os respondentes foram, principalmente, diretores e gerentes, enquanto controllers corresponderam a 9%. Em relação ao perfil das organizações, a maior parte possui, formalmente constituído, departamento responsável pelas informações da contabilidade gerencial, sendo a maioria empresas de pequeno porte ou médias empresas. Quanto à adoção das práticas de contabilidade gerencial (CG), identificou-se a utilização com maior intensidade de práticas tradicionais de segundo estágio, como o ponto de equilíbrio, orçamento e análise da lucratividade por produto, corroborando com as pesquisas da área. Adicionalmente, verificou-se diferenciação nos níveis de utilização das práticas entre as organizações com característica inovadora em intensidades diferentes, dado que as empresas mais inovadoras utilizam com maior intensidade a maioria das práticas modernas de CG, inferindo-se que quanto maior a característica inovadora das organizações, mais estas tendem a utilizar com maior intensidade práticas modernas de CG. Palavras-chave: Contabilidade. Contabilidade Gerencial. Inovação.
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Associação entre sistema de incentivos gerenciais e práticas de contabilidade gerencial.

Associação entre sistema de incentivos gerenciais e práticas de contabilidade gerencial.

Para os propósitos deste estudo, foi utilizada apenas parte das informações contidas nos blocos i, iii e vi. No que se refere especificamente ao bloco iii, as variáveis independentes – análise por centro de responsabilida- de, custo padrão, preço de transferência, orçamento anual e avaliação de desempenho – foram mensuradas utilizando-se uma escala de quatro pontos, incluindo os seguintes itens: amplamente utilizado, em fase de implantação, parcialmente utilizado e não utilizado. Um quinto item, não soube responder, também foi incluído. Para fins de análise de dados, essa escala foi reduzida a uma escala binária, em que as respostas ao item ampla- mente utilizado representaram a presença das práticas de contabilidade gerencial, enquanto as respostas aos demais itens representaram a ausência de tais práticas. Por sua vez, a variável dependente – sistemas de incen- tivo gerencial – foi mensurada utilizando-se um escala binária. As questões para o bloco iii foram construídas com base em Soutes e Guerreiro (2007).
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Práticas da Contabilidade Gerencial, Qualidade e Desempenho no Contexto de um Monopólio Natural

Práticas da Contabilidade Gerencial, Qualidade e Desempenho no Contexto de um Monopólio Natural

O setor elétrico está configurado como um monopólio natural, isto é, sua estrutura se baseia no fato de que a maximização dos resultados e a plena eficiência no emprego dos recursos nessa atividade econômica são apenas possíveis quando ela é desempenhada em condições de exclusividade (Figueiredo, 2016). Nesse contexto, a partir da Lei n.° 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, a qual trata das concessões e permissões para a prestação de serviços públicos, instituiu-se a adoção de tarifas diferenciadas, inaugurando assim uma nova fase para os serviços relacionados à distribuição de energia elétrica no País: o Estado passou a assumir o papel de regulador e fiscalizador de serviços de infraestrutura, a fim de minimizar custos e tarifas e, ao mesmo tempo, objetivando a qualidade dos serviços prestados à sociedade. A partir dessa nova configuração institucional, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) teria como proposta alinhar a gestão das empresas alinhada à prestação de serviços qualificados, eficientes e a preços competitivos. Assim, entre os principais aspectos do novo marco regulatório, a agência se ocupou da determinação de padrões de qualidade dos serviços de distribuição de energia, do monitoramento das operações das concessionárias e da fixação das tarifas, considerando que a fixação de um preço- teto incentivaria as concessionárias a buscarem produtividade via redução de custos (Pessanha, Souza, & Laurencel, 2007). Para as empresas concessionárias, o desempenho financeiro tenderia a melhorar em função do aumento de eficiência operacional, de níveis mais baixos de perdas, da redução de inadimplência, do aperfeiçoamento dos sistemas de transmissão e distribuição e do acréscimo do número de consumidores regulares (Silvestre, Matos, & Filgueira, 2010). Diante de tal cenário, argumenta-se que as práticas (ou artefatos) da contabilidade gerencial – denominação abrangente de artefatos, atividades, ferramentas, filosofias de gestão, instrumentos, métodos de custeio, modelos de gestão, métodos de avaliação ou sistemas de custeio que são empregados por profissionais da contabilidade gerencial em suas atividades (i.e., custeios por absorção, variável e padrão; valor presente e simulação; Benchmarking, Kaizen, Just in Time, etc.) (Soutes & Guerreiro, 2007) – seriam um subsídio essencial ao processo de tomada de decisão no âmbito das concessionárias, principalmente, por possibilitar um exame detalhado acerca do desempenho das atividades, dos projetos, dos produtos e do desempenho econômico-financeiro geral (Atkinson, Kaplan, Matsumura, & Young, 2015; Crepaldi & Crepaldi, 2014).
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O uso das práticas de contabilidade gerencial: um estudo no setor de eletrodomésticos na cidade de Sousa-PB.

O uso das práticas de contabilidade gerencial: um estudo no setor de eletrodomésticos na cidade de Sousa-PB.

[...] um enfoque especial conferido as varias tecnicas e procedimentos contabeis ja conhecidos e tratados na contabilidade financeira, na contabilidade de custos, na analise de balango[r]

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Relação entre inovação e adoção de práticas modernas de contabilidade gerencial

Relação entre inovação e adoção de práticas modernas de contabilidade gerencial

Em relação à adoção de práticas de CG entre as empresas com diferentes intensidades de inovação, observou-se que quanto mais forte a característica inovadora, mais as em[r]

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