Práticas de qualidade de vida no trabalho

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Práticas de gestão de projetos em programas de qualidade de vida no trabalho

Práticas de gestão de projetos em programas de qualidade de vida no trabalho

Esta pesquisa analisou como as empresas gerenciam seus programas de qualidade de vida no trabalho através das práticas de gestão de projetos. A principal contribuição está na aplicação de uma metodologia de administração de projetos por meio dos processos e áreas de conhecimento capazes de colaborar com a área de Recursos Humanos, responsável pela gestão desses programas. A metodologia de pesquisa escolhida foi de estudos de casos múltiplos, sendo a investigação de caráter qualitativa e exploratória. As empresas pesquisadas são de portes médio e grande situadas nas regiões Norte, Sudeste e Sul do Brasil. Foram entrevistados gerentes, diretores, CEO, superintendentes e coordenadores. A coleta dos dados primários foi feita com o uso de entrevistas estruturadas pela aplicação do questionário elaborado para esta pesquisa. O levantamento dos dados secundários realizou-se tendo como fontes documentais as publicações de gestão de pessoas e projetos relativos às empresas e documentos disponibilizados pelas organizações. No tratamento dos dados coletados aplicou- se a análise de conteúdo com as categorias de programa de qualidade de vida no trabalho e gestão de projetos. Os resultados desta pesquisa apontaram para a aplicação de práticas de gestão de projetos de forma empírica e baseada nas necessidades do dia a dia, como também, constatou-se serem específicas de cada empresa estando evidenciada a definição de metodologia de gestão dos processos de preparação, estruturação, execução e conclusão com o apoio das áreas de conhecimento de comunicação, gerenciamento de riscos, recursos humanos e aquisições para melhor gerir os programas de qualidade de vida no trabalho. As ações desenvolvidas pelos programas em estudo são associadas aos aspectos biológicos, psicológicos, sociais e organizacionais como maneira de cuidar da saúde dos empregados como um todo. O desafio das equipes multidisciplinares dos programas de qualidade de vida no trabalho está em colocar em prática as diversas ações dentro das restrições de tempo, escopo e custo para atender às expectativas empresariais e responder às solicitações e necessidades dos empregados. Portanto, as contribuições desta pesquisa estão na análise crítica dos programas de qualidade de vida no trabalho fundamentada nas práticas de gestão de projetos permitindo, com isso, novas investigações e a colaboração com a identificação do modelo de mensuração dos resultados das ações de qualidade de vida no trabalho dentro desses programas no sentido de amadurecer as atuais práticas de gestão de projetos.
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Avaliação dos programas de qualidade de vida no trabalho -- análise crítica das práticas...

Avaliação dos programas de qualidade de vida no trabalho -- análise crítica das práticas...

Em pesquisa realizada em 2004 (no Brasil) pela Consultoria Deloitte sobre as práticas de gestão de pessoas em 68 organizações públicas e privadas de vários tamanhos e ramos de atividades, constatou-se que 76,81% das organizações possuíam programas voltados para a qualidade de vida dos empregados, 10,14% estavam em processo de estudo para implantação e 13,4% não possuíam. Esses dados confirmam uma tendência apurada em outra pesquisa realizada por Fischer e Albuquerque (2001), pelo Programa de Gestão de Pessoas da Universidade de São Paulo (PROGEP-USP), a RH- 2010, na qual os programas de QVT ocuparam o terceiro lugar de relevância entre as políticas de recursos humanos abordadas (97%), com percentual de 32% de organizações que já introduziram essa política na organização e com projeção de 89% de organizações que pretendiam desenvolver esses programas nos próximos anos. Quando esses dados foram discutidos no workshop que fazia parte dessa mesma pesquisa, a relevância dos programas de QVT foi apontada como uma das políticas de RH mais importantes para os anos futuros. Em 2004, essa pesquisa do PROGEP-USP foi refeita com 134 organizações e se observou que o equilíbrio entre a busca de resultados e a qualidade de vida no trabalho foi classificado como sendo de média relevância (30%), incorporado por 46% das organizações pesquisadas e apresentado como de difícil implantação por 62% das organizações.
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A qualidade de vida no trabalho e o estresse dos trabalhadores em uma indústria cearense

A qualidade de vida no trabalho e o estresse dos trabalhadores em uma indústria cearense

A temática desta pesquisa nasceu de nossa inquietação a respeito do papel que as práticas de qualidade de vida no trabalho (QVT) desenvolvidas em empresas socialmente responsáveis teriam sobre o estresse no trabalho, pois consideramos que tais práticas estão se disseminando, assim como o estresse no trabalho, e que as mesmas podem ser fatores facilitadores da administração desse tipo específico de estresse. O objetivo central da pesquisa foi descrever a relação entre as práticas de qualidade de vida no trabalho e o estresse dos trabalhadores em uma indústria cearense e os específicos, mapear as práticas de qualidade de vida no trabalho da empresa pesquisada, investigar a existência de ações relacionadas à administração do estresse no trabalho da empresa pesquisada, identificar as práticas de qualidade de vida no trabalho adotadas pela empresa pesquisada que tenham relação com o estresse no trabalho, diagnosticar os fatores que mais contribuem para a elevação ou a redução do estresse no trabalho na empresa pesquisada e verificar a ocorrência de estresse no trabalho entre os colaboradores da empresa pesquisada. A opção metodológica da pesquisa foi de natureza quantitativa e qualitativa ao mesmo tempo, de caráter exploratório e descritivo e através do estudo de caso em uma empresa do ramo da construção civil. Nosso campo de estudo incluiu: responsabilidade social empresarial (com ênfase em seu aspecto interno), qualidade de vida no trabalho e administração do estresse no trabalho. A empresa pesquisada foi ganhadora das edições 2004 e 2005 do Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho, categoria empresa com menos de 100 trabalhadores e apresentou uma quantidade expressiva de ações. Entrevistamos 16 colaboradores da empresa. Nossa pesquisa sobre a ocorrência de estresse entre os colaboradores da empresa pesquisada revelou
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JANAINA MOREIRA DE OLIVEIRA GOULART EMPREENDEDORISMO NA GESTÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIASRJ

JANAINA MOREIRA DE OLIVEIRA GOULART EMPREENDEDORISMO NA GESTÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIASRJ

A motivação para discorrer sobre a importância de uma Gestão Empreendedora emerge do cenário complexo, permeado de desafios em que os Diretores Escolares encontram-se inseridos. Trata-se efetivamente de convidá-lo a uma nova racionalidade sobre a sua função, ratificando a importância da sua atuação não como mero administrador ou zelador do patrimônio público, mas, sobretudo, como um fomentador de ideias, práticas, subsídios e um facilitador do processo ensino-aprendizagem. Convivendo entre o administrativo e o pedagógico no cotidiano das unidades escolares, uma parcela significativa destes gestores encontra dificuldades para exercer uma gestão que seja eficaz e eficiente, a fim de promover uma liderança que seja voltada não só para desenvolver pessoas, mas, também de envolvê-las nos objetivos das unidades escolares, criando mecanismos não só para atingir as metas propostas pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, mas, para que, sobretudo, a escola atenda à pluralidade de demandas ao longo do tempo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014, aprovou o Plano Nacional de educação - PNE para o decênio 2011 a 2020, previsto no Art. 214 da Constituição Federal de 1988. Criada com o objetivo de: garantir o direito à Educação Básica de qualidade a todas as crianças e jovens e promover metas que assegurem atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade; formação para o trabalho e para a cidadania; promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; entre outras diretrizes. Assim, o PNE estabelece universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrícula no Ensino Médio para 85% nesta faixa etária. A terceira meta é relacionada ao Ensino Médio, onde consta no subitem 3.7 a seguinte estratégia “Fomentar a expansão das matrículas de ensino médio integrado à educação profissional, observando-se as peculiaridades das populações do campo, dos povos indígenas e das comunidades quilombolas”, definindo, entre suas estratégias, a expansão de matrículas de ensino médio integrado à educação profissional na atividade agropecuária. preparação para o trabalho do aluno sem alterar a formação geral do aluno. Trilhando neste caminho, o Conselho Estadual de Educação do estado do Rio de Janeiro estabelece normas e orientações relativas à Educação Profissional de Níveis Básico e Técnico com a deliberação CEE Nº 254 / 2000 e posteriormente com o Parecer nº 258, que autorizou os cursos de qualificação profissional instituídos pela Deliberação CEE n.º 73/80 devendo adequar-se à Lei 9394/96 e cumprindo, assim, o que apregoa a Deliberação CEE n.º 254/00; principalmente, no que pronuncia ao aluno de zona rural para a preparação ao ingresso no trabalho.
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A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR No 613/2011: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE LIMEIRA – SP – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A proposta de formação a ser dinamizada inicialmente abrangerá somente a escola objeto de pesquisa nesta dissertação, envolvendo a participação do diretor, do professor coordenador e dos professores. Essa escola será utilizada como piloto para a implementação do programa de formação docente nos horários da HTPC e se comprovada a sua eficácia, poderá ser estendido para toda a rede municipal de ensino, haja vista a ausência de ações formativas voltadas para o trabalho dos profissionais citados. Visualizando a possibilidade de maior abrangência do programa, a formação contará ainda com a participação dos nove Agentes de Desenvolvimento Educacionais (ADEs), responsáveis pela supervisão das escolas da rede municipal e principais interlocutores na condução das questões pedagógicas na arena educacional. É importante ressaltar que na atualidade o setor dos ADEs está ligado à Superintendência Pedagógica e tem desenvolvido as suas funções, a fim de melhorar a qualidade do ensino municipal e, em tese, tem sido o elo entre a SME e as escolas.
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

Do montante liberado na Safra 2016/2017, R$ 13 bilhões, ou 50%, já haviam sido finan- ciados até Dezembro 2016, 4,5 % maior que o mesmo período da safra passada, segun- do o MDA (2016). Desses recursos, mais de R$ 5 bilhões foram aplicados na produção no campo, as quais compreendem a compra de insumos e fertilizantes, produção de mudas, aquisição de sementes e beneficiamento e/ou industrialização do produto ge- rado pelo financiamento contratado. O restante foi para operações de investimento, como aquisição de maquinário, sistema de irrigação e recuperação de pastagens. Assim como outras linhas de crédito comtempladas no Plano Safra, é evidente que as ações contempladas pelo Pronaf poderiam ser somadas aos esforços de redução das emissões de GEE ou de sequestro de carbono. Contudo, não há menção nesses planos de assessoramento da agricultura familiar à implementação de tais práticas, principalmente no que se refere à utilização de fertilizantes nitrogenados e na recu- peração de pastagens.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

lagem de terras públicas, desrespeito a direitos de povos indígenas e flexibilização da legislação ambiental, o que coloca em xeque a própria capacidade do país de atingir suas metas d[r]

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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

A maiorias dos sistemas de informação/bancos de dados sobre saneamento básico dis- poníveis no Brasil é marcada por uma forte inconsistência, além de serem concebidas a partir de diferentes metodologias, inviabilizando sua comparabilidade (BRASIL,2014). O déficit do saneamento básico, caracterizado pela ausência ou precariedade de so- lução para disposição dos efluentes gerados, é fruto de muitos fatores históricos, po- líticos, econômicos e sociais que precisam ser enfrentados. A qualidade de vida da população brasileira é diretamente influenciada pela qualidade e universalidade dos serviços do setor. O saneamento apresenta impactos diretos sobre a saúde pública, o meio ambiente e desenvolvimento econômico do país.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Essas várias iniciativas contribuem inegavelmente para a redução das emissões de po- luentes tóxicos e de GEE lançados pelos veículos e precisam ser mantidas. No entanto, elas têm sido orientadas predominantemente para os automóveis, enquanto os ônibus urbanos continuam fortemente dependentes do óleo diesel como fonte de energia. E, caso os esforços governamentais para promover combustíveis renováveis e, mais re- centemente, efi ciência energética continuem orientados exclusivamente para o trans- porte individual, pode-se estar, em um futuro próximo, diante de um confl ito: escolher locomover-se individualmente (automóveis e motos) e não utilizar-se do transporte coletivo (ônibus, transporte sobre trilhos) continuará produzindo as maiores e mais indesejáveis externalidades 10 para a vida social em aglomerados urbanos, apesar de
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Entre os pressupostos adotados, o mais frágil é o desmatamento ilegal zero. Desma- tamento ilegal zero já deveria ser uma realidade, não uma meta, visto a vasta gama de investimentos em comando e controle de desmatamento, principalmente no bioma Amazônia. Desde 2012 a taxa de desmatamento na Amazônia, principal contribuin- te de GEE do setor MUT, está estagnada em torno dos 5.000 quilômetros quadrados por ano. Cerca de um terço desse desmatamento tem se concentrado em áreas de assentamento do Incra e nas regiões próximas de projetos de infraestrutura como no- vas hidrelétricas e pavimentação de rodovias. Além disso, em junho de 2016 o Serviço Florestal Brasileiro anunciou que 95% da área cadastrável brasileira já está no CAR. O problema é que boa parte dessas informações sobre as propriedades são declaratórias e não foram validadas pelos órgãos ambientais, o que leva a uma alta insegurança na qualidade dos dados. Por exemplo, no Pará, 108 mil propriedades (de um total de 150 mil) apresentam sobreposições entre si incompatíveis com as exigências legais (Públi- ca, 2016). A meta correta deveria ser desmatamento zero. A área já aberta no Brasil é suficiente para atender à demanda do agronegócio, portanto, os incentivos devem ser para cessar o desmatamento, seja ele legal ou ilegal.
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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO 3º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO BELO HORIZONTE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO 3º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO BELO HORIZONTE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Os indicadores mais recentes da qualidade educacional oferecida na Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte (RME/BH) vêm demonstrando avanços nos últimos anos, mas ainda é constatado um desafio quando os resultados de desempenho e as taxas de reprovação são comparados à expectativa de educação a que todos têm direito na sociedade contemporânea. Essa realidade é constatada especialmente no 3º ciclo do ensino fundamental, no qual o resultado das avaliações e a análise de indicadores educacionais apontam defasagem na aprendizagem e taxas de reprovação ainda maiores que no 1º e 2º ciclos. A proposta político-pedagógica da RME/BH caracteriza-se pela inclusão social, do que decorre que a educação atenda a toda diversidade da população da cidade. Nesse contexto, oferecer educação de qualidade a todos os estudantes é preocupação recorrente para os gestores da educação. Para evidenciar a complexidade que envolve a promoção da qualidade da educação no 3º ciclo, duas dimensões são destacadas neste trabalho: a relação com a diversidade dos estudantes adolescentes e a formação docente, inicial e continuada. Tais dimensões têm impacto no cumprimento da função social escolar de proporcionar aos estudantes acesso ao patrimônio cultural da humanidade e de possibilitar seu desenvolvimento pleno. Partindo do princípio de que a formação docente é um dos fatores relacionados ao desempenho dos estudantes e, por fim, com a qualidade da educação, esta dissertação apresenta uma análise das atuais propostas de formação continuada para os professores do 3º ciclo na RME/BH, demonstrando suas possibilidades e limitações. Esse estudo é feito com base em entrevistas com gestores educacionais, grupo focal com professores do 3º ciclo e pesquisas documentais e bibliográficas. Com base nessa análise, esta dissertação apresenta um Plano de Ação Educacional que aborda a principal lacuna identificada nesta pesquisa: a necessidade de realização de ações de formação continuada que sejam realizadas na própria escola na qual o docente do 3º ciclo atua. Esse plano tem a pretensão de possibilitar a construção de um trabalho docente capaz de contribuir com a melhoria da qualidade da educação no 3º ciclo do ensino fundamental na RME/BH.
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Gerd Sparovek (org.) Rodrigo Fernando Maule Durval Dourado Neto Patrícia Guidão Cruz Ruggiero Alberto Giaroli Oliveira Pereira Barreto

Gerd Sparovek (org.) Rodrigo Fernando Maule Durval Dourado Neto Patrícia Guidão Cruz Ruggiero Alberto Giaroli Oliveira Pereira Barreto

O objetivo geral da pesquisa foi retratar os resultados alcançados nos projetos do Programa de Crédito Fundiário e Combate à Pobreza Rural. A base de dados utilizada nas análises consistiu de uma ampla pesquisa de opinião junto aos seus beneficiários. Com esta estratégia procurou-se complementar as avaliações possí- veis de serem feitas com os registros oficiais, como listagens de ações, execução orçamentária ou dados do Sistema de Informações Gerenciais (SIG), administrado pela Unidade Técnica Nacional (UTN). As informações coletadas na rotina de execução e monitoramento das ações do CF-CPR têm restrições para a avaliação de aspectos qualitativos (por exemplo: qualidade de vida nos projetos, forma de organização das associações) e aqueles relacionados aos objetivos finais do Progra- ma (geração de renda e desenvolvimento produtivo dos projetos). Os benefícios decorrentes do Programa devem estar presentes e materializados nos imóveis re- formados e o impacto sobre a vida das famílias deve preferencialmente ser relatado em primeira pessoa. Registrar esta realidade por meio dos depoimentos dos bene- ficiários do Programa converge neste sentido. Desvios destes relatos com metas ou com registros oficiais servem de alerta, mas devem ser vistos com cautela por im- precisões e tendências que podem ocorrer em qualquer pesquisa de opinião.
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EDUCAÇÃO HOSPITALARDOMICILIAR NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA- MINAS GERAIS

EDUCAÇÃO HOSPITALARDOMICILIAR NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA- MINAS GERAIS

Tanto a saúde quanto a educação são direitos assegurados pela Constituição Federal Brasileira (BRASIL, 1988) a todos os cidadãos. Nesse sentido a criança hospitalizada tem, segundo a Resolução nº 41/95 (Brasil, 1995, p. 1), o direito de receber “alguma forma de recreação, programas de educação em saúde, acompanhamento do currículo escolar, durante sua per manência hospitalar”. Assim o presente estudo tem como objetivo analisar o atendimento escolar hospitalar e domiciliar oferecido pela Secretaria de Educação de Juiz de Fora (SE/JF) às crianças e adolescentes da rede municipal que estão hospitalizadas ou impossibilitadas de frequentarem regularmente a escola por motivo de doenças. A pesquisa foi desenvolvida por meio de entrevistas com profissionais dos setores de Supervisão de Atenção à Educação na Diversidade (SAEDI), Supervisão de Articulação Inter setorial (SAI), Núcleo Especializado de Atendimento à Criança Escolar (NEACE), Conselho Tutelar, contato telefônico com hospitais públicos de Juiz de Fora para identificação da existência desse tipo de atendimento, além de análise comparativa das experiências de Classes Hospitalares (CHs) no Rio de Janeiro, Distrito Federal, Porto Alegre e Belo Horizonte. Com esse estudo foi possível verificar que, em Juiz de Fora, a SE/JF oferece o atendimento pedagógico domiciliar às crianças com necessidades especiais, no entanto, o atendimento hospitalar não é sistematizado. Dessa forma, foi proposto um projeto de implantação de CHs no município de Juiz de Fora com o objetivo de garantir a estas crianças e adolescentes o direito à educação também nesta fase de suas vidas. A implementação desse trabalho será de responsabilidade da SE/JF em parceria com a Secretaria de Saúde por meio de convênio de cooperação mútua. O desenvolvimento do projeto deve considerar a articulação com setores da prefeitura como os NEACEs, o Departamento de Políticas de Formação, as escolas e também com os hospitais. A universalidade, a inclusão, a integralidade, a individualidade, a flexibilidade, a interdisciplinaridade são os princípios orientadores desse trabalho. Seu financiamento se dará, em parte, pela SE/JF por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os resultados esperados com a implantação das CHs além de garantir o direito à educação e à saúde a estas crianças são: diminuir as possibilidades de repetência e evasão escolar, favorecer a reintegração da criança no ambiente escolar após a alta e contribuir para a recuperação da saúde destas crianças e adolescentes.
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DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

Para demonstrar a não correspondência à definição de compartilhamento de cargas horárias da IN Nº 02/2013 , utilizo um exemplo retirado do relatório de cargas compartilhadas, de um Professor Y contratado através de Processo Seletivo Simplificado (PSS), com 40 horas semanais, habilitado em História: tal professor apresentava registrada no SILS, no turno matutino, uma carga horária constituída de 01 hora/aula do componente curricular Sociologia para caracterizar que o registro no SILS indicava o compartilhamento de carga horária, contudo o professor não atuava em outra escola, no mesmo turno, em dias diferentes para completar sua jornada de trabalho do turno matutino, contrariando o disposto na instrução normativa em vigor. Este professor atuava na mesma escola, no mesmo horário, em outras cargas horárias e com outros componentes curriculares, desta forma a leitura eletrônica do SILS entendia que o Professor Y atuava em compartilhamento de cargas horárias, fugindo da definição deste termo, apontada na Instrução Normativa no art. 7º, §4º, I e II, como o complemento da carga horária em outra escola, no mesmo turno e em dias diferentes. A carga horária extraída do SILS, demonstrada no Quadro 7, abaixo, apresenta a fuga da definição de compartilhamento de cargas horárias:
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Formação integrada na construção civil programa ficc: relato de experiência / Civil construction in civil construction ficc program: experience report

Formação integrada na construção civil programa ficc: relato de experiência / Civil construction in civil construction ficc program: experience report

Segundo Fontenelle (2004), a formação profissional dos trabalhadores da construção é realizada, em grande parte dos casos, de maneira informal, sendo o conhecimento prático transmitido de um trabalhador para o outro, no próprio canteiro de obras. Visto essa necessidade de formalização no processo de transmissão de conhecimentos técnicos, foi criado o programa FICC (Formação Integrada na Construção Civil). O programa de Extensão Universitária FICC integra os projetos FICC SABENDO (produtividade e qualidade na construção civil), FICC SAUDÁVEL (saúde do trabalhador e primeiros socorros), FICC VERDE (gestão dos resíduos no canteiro de obras).
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A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GIDE NO CONTEXTO DE UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO REGULAR NOTURNO NO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS GESTORAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A pesquisa partiu do cenário de fracasso escolar da educação do estado do Rio de Janeiro que resultou por parte do Governo do Estado em especial da Secretaria de Estado de Educação – SEEDUC medidas para reversão desse cenário. Dentre essas medidas destaca-se a implantação do Sistema de Gestão Integrada da Escola – GIDE. Desta forma é realizada uma comparação de um cenário antes e depois da sua implantação em uma escola de Ensino Médio Regular noturno da rede de ensino. Pretendeu-se analisar as mudanças ocorridas na escola com a GIDE, com a perspectiva de avaliar as dificuldades, limitações, perspectivas e soluções dos problemas enfrentados pela escola, onde se destacam as questões do abandono e da distorção escolar. Estas questões são muito comuns em escolas do Ensino Médio noturno e exigem da gestão e do corpo docente medidas que resultem na mudança de suas práticas. Demonstrando-se os dados da escola foi possível analisar as mudanças ocorridas a partir do uso de instrumentos de coleta de dados e pesquisa documental para conhecer as ameaças, fraquezas e vulnerabilidade da escola foco da pesquisa; as forças existentes; avaliação do SAERJ de 2009 a 2011; avaliação da organização escolar; indicativo de fluxo – IF em relação às taxas de rendimento e ao abandono escolar. Desta forma, foi realizado um delineamento do caso de gestão que consistiu na análise e verificação das mudanças das práticas gestora na escola com a implantação da GIDE. Assim como também o delineamento do plano educativo, onde se destacam as dimensões ambientais que deverão fazer parte da aplicação de medidas relativas às variáveis críticas da escola que implicam na manutenção de uma ambiente escolar limpo, de redução da violência escolar, de prevenção do uso de drogas, de prevenção da gravidez precoce e de ações que marcam
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DE CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DE CIÊNCIAS SOCIAIS EM DESENVOLVIMENTO, AGRICULTURA E SOCIEDADE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Abordamos nesta dissertação o tema da seguridade social e saúde dos trabalhadores e trabalhadoras canavieiras do Município de Campos dos Goytacazes, localizado na região Norte do Estado do Rio de Janeiro. A peculiaridade do pagamento por produção no corte da cana gera um grave quadro de adoecimento desta categoria profissional, o que demanda um estudo sobre as formas de organização de alguns atores envolvidos na gestão da saúde destes trabalhadores. Inicialmente, identificamos naquele município as particularidades do desenvolvimento da agroindústria canavieira e o impacto disso na conformação das relações de trabalho ali estabelecidas, localizando as atuais estratégias utilizadas na resolução do problema de adoecimento ali cronificado. Analisamos em seguida o complexo desenho institucional do Ministério da Previdência Social e do Ministério da Saúde no que diz respeito às suas políticas voltadas para a saúde do trabalhador, apontando os limites e potencialidades no cumprimento efetivo dos princípios relativos à saúde e seguridade social inaugurados em 1988, cujo marco foi a Constituição Federal. Por fim, discutimos o papel que o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Campos dos Goytacazes desempenha diante do cenário apresentado através de fontes documentais lá coletadas e de entrevistas com trabalhadores e lideranças sindicais. Concluímos, por fim, que esta instituição é a que apresenta maior permeabilidade às demandas dos trabalhadores e a que menos possui recursos para lidar com a problemática da seguridade e saúde, fato este agravado pelo papel inverso desempenhado por aqueles Ministérios, que se revelam ainda pouco afeitos ao mundo real do trabalho. Procuramos contribuir assim para o debate que se coloca atualmente no cenário nacional acerca das condições degradantes de trabalho nos canaviais e para os estudos sobre representatividade e exercício da cidadania rural através do sindicalismo rural.
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EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente estudo analisou a implementação da Política Pública de Ensino Médio Integral em duas escolas estaduais de Pernambuco, sob o ponto de vista da gestão escolar e apresentou um Plano de Ação Educacional que poderá contribuir com a qualificação da referida política. Justifica-se a investigação considerando a experiência do autor no Programa de Educação Integral da Secretaria de Educação de Pernambuco, desde o início da sua implantação, em 2008, até o momento de realização desta pesquisa. Para o desenvolvimento da pesquisa, utilizou-se dentro da metodologia qualitativa o método de estudo de caso em duas escolas selecionadas para esta pesquisa. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com os gestores e três professores de cada escola, além da análise documental da Política Pública e de revisão bibliográfica sobre o Ensino Médio. Este trabalho tem a sua fundamentação teórica em autores como: Condé (2011) e Mainardes (2006), que fazem a discussão a respeito da implementação de Políticas Públicas; Costa (2000, 2008), Gadotti (2009), Cavaliere (2009) e Mota (2006), com referências sobre a Educação Integral; Lima (2011) acerca do planejamento estratégico desenvolvido; Lück (2009, 2010) sobre gestão escolar. Observou-se na análise que os resultados obtidos pelas escolas têm relação com a permanência de um único gestor durante o ciclo completo do Ensino Médio e com a transformação da unidade escolar em escola integral, necessitando de um processo de formação continuada permanente. Ao final, foi apresentado um Plano de Ação Educacional com propostas de direcionamentos que poderão ser adotados pela Secretaria de Educação e pelas escolas, em prol da qualificação da política em questão.
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Fábio de Salles Meirelles

Fábio de Salles Meirelles

No documento de 1999, entre os indicadores selecionados, destacam-se: população rural e urbana, população economicamente ativa, escolaridade, pessoal ocupado por grupo de atividade econômica e sexo, estabelecimentos e área por grupo de atividade econômica, categoria do pessoal ocupado, principais produtos agrícolas, extrativismo, pecuária, número de estabelecimentos envolvidos com transformação e beneficiamento, acidentes e doenças decorrentes do trabalho rural, tendências do mercado de trabalho (atividades em expansão e declínio). O texto publicado estabelece que é responsabilidade das Administrações Regionais a elaboração da complementação do documento, envolvendo todos os municípios ou municípios pólos de cada Estado.
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