Predador-Presa

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Modelo predador-presa: estudo por simulação Monte Carlo / Predator-prey model: study by Monte Carlo simulation

Modelo predador-presa: estudo por simulação Monte Carlo / Predator-prey model: study by Monte Carlo simulation

A figuras 1 mostra a comparação entre os resultados da simulação Monte Carlo (a) com o resultado obtido por Runge-Kutta (b), da evolução temporal das populações de predadores e presas das equações (7). Os resultados mostram que o método Monte Carlo pode simular variações nas amplitudes e na periodicidade das populações de predadores e de presas o que não aparece nos resultados numéricos obtidos por Runge-Kutta no qual a amplitude e o período permanecem constantes. Estas variações de amplitude são frequentes na interação predador-presa de populações de diversas espécies encontradas na natureza, sugerindo que devem ser melhor representadas por modelos estocásticos.
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Relação predador: presa de Chrysoperla externa (Hagen) (Neuroptera: Chrysopidae) para o controle do pulgão-verde em genótipos de sorgo.

Relação predador: presa de Chrysoperla externa (Hagen) (Neuroptera: Chrysopidae) para o controle do pulgão-verde em genótipos de sorgo.

RESUMO - O uso da resistência de plantas associado a agentes de controle biológico pode ser uma alternativa viável no controle de Schizaphis graminum (Rondani) em sorgo. Objetivou-se estudar diferentes relações predador:presa em genótipos de sorgo resistente (TX 430 x GR 111), moderadamente resistente (GB 3B) e suscetível (BR 007B) para o controle do pulgão-verde por Chrysoperla externa (Hagen). Para isso foram realizadas, em condições de casa-de-vegetação, liberações do crisopídeo nas relações predador:presa de 1:5; 1:10; 1:25 e 1:50. O genótipo TX 430 x GR 111 foi o mais eficiente no controle do pulgão-verde, S. graminum, assim como as relações predador:presa de 1:5 e de 1:10 nos três genótipos. A interação resistência de plantas e controle biológico foi positiva e permitiu controle acima de 80% nas relações predador:presa de 1:5 e 1:10 no material resistente TX 430 x GR 111; no genótipo GB 3B o melhor controle foi obtido com 1 predador: 5 presas.
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Comunicação química em sistemas predador-presa alterados: um contributo para a controvérsia

Comunicação química em sistemas predador-presa alterados: um contributo para a controvérsia

Com o intuito de contribuir para reduzir a controvérsia sobre este tema, levámos a cabo uma experiência simples num modelo predador-presa, tendo como base a teia trófica de um lago eutrófico e pouco profundo (Lagoa da Vela, Figueira da Foz). Para tal, avaliámos as respostas reprodutivas e morfológicas de Daphnia longispina na presença indirecta (via infoquímicos) dos seus predadores mais importantes neste sistema lacustre: a gambúzia (Gambusia holbrooki) e a perca-sol (Lepomis gibbosus). Nenhuma destas espécies é nativa da Europa, e a sua introdução na Península Ibérica ocorreu em momentos distintos (Almaça, 1995b). Na Lagoa da Vela, crê-se que a gambúzia (em inglês, “mosquitofish”) terá sido introduzida no início do século XX com o propósito de controlar as populações de mosquitos (vector da malária); já a perca-sol foi registada pela primeira vez no final do mesmo século (J. Vingada, comunicação pessoal), sendo na actualidade a principal espécie de peixe da Lagoa (Castro, 2007). A perca-sol representa um evidente
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A Utilização da Modelagem Computacional Qualitativa no Estudo do Sistema Predador-Presa

A Utilização da Modelagem Computacional Qualitativa no Estudo do Sistema Predador-Presa

Foram escolhidos dois sistemas para a realização do estudo: o primeiro associado ao fenômeno de expansão dos gases e o segundo ao fenômeno de dinâmica de população. A escolha destes sistemas foi baseada na diferença de complexidade entre eles como também a familiaridade dos estudantes com os mesmos. Este artigo relata resultados das atividades desenvolvidas com o segundo sistema que era caracterizado por uma floresta isolada com coelhos, raposas e grama somente. Nesse sistema, os coelhos se alimentam de grama e as raposas se alimentam dos coelhos. Dessa forma, os estudantes foram solicitados a construírem um modelo que representasse o comportamento de coelhos e raposas vivendo juntos em uma floresta isolada. Esse modelo deveria simular a dinâmica de população de duas espécies interagindo, onde uma espécie é a presa e a outra é o predador. Este sistema foi nomeado Predador-Presa.
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Influência do ambiente e relações predador-presa em uma comunidade de mamíferos...

Influência do ambiente e relações predador-presa em uma comunidade de mamíferos...

A partir dos resultados desta tese foram preenchidas lacunas do conhecimento sobre a comunidade de mamíferos terrestres de médio e grande porte no bioma Mata Atlântica. Uma das principais foi o registro de três novas espécies para o Parque das Neblinas (Bertioga, SP), C. unicinctus, L. wiedii e S. scrofa. Para C. unicinctus é o primeiro registro na região, amplicando a distribuição da espécie no país. Igualmente, foi a primeira ocorrência de S. scrofa nesta porção do Estado de São Paulo, expandindo sua distribuição geográfica. Este fato requer atenção, pois se trata de uma das piores espécies exóticas invasoras presentes no país e que compete por recursos com os porcos nativos, T. pecari e P. tajacu, que são importantes dispersores de sementes do bioma. Preocupa o fato de esta população crescer, uma vez que não existe um predador que possa exercer um controle sobre ela. Além de competir com espécies nativas e comprometer a regeneração da área, o invasor pode prejudicar as culturas agrícolas do entorno, trazendo grandes prejuízos à população. Por isso é de extrema importância a elaboração de um plano de manejo para eliminar os indivíduos de S. scrofa deste local, conforme Instrução Normativa nº 03/2013, de 31 de janeiro de 2013.
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Identificação de compostos voláteis produzidos no sistema predador-presa-tomateiro

Identificação de compostos voláteis produzidos no sistema predador-presa-tomateiro

Os predadores Phytoseiulus longipes, Phytoseiulus macropilis e Cycloneda sanguinea são capazes de distinguir entre os voláteis de plantas de tomate infestadas com os ácaros Tetranychus[r]

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INTERAÇÃO PREDADOR-PRESA ENTRE A ARANHA Loxosceles gaucho (SICARIIDAE) E O OPILIÃO Mischonyx cuspidatus (GONYLEPTIDAE)

INTERAÇÃO PREDADOR-PRESA ENTRE A ARANHA Loxosceles gaucho (SICARIIDAE) E O OPILIÃO Mischonyx cuspidatus (GONYLEPTIDAE)

O segundo capítulo foi conduzido para investigar de que modo as defesas do opilião Mischonyx cuspidatus atuam em uma situação de nível intermediário de ameaça (frente aos químicos da aranha L. gaucho) e a um nível alto de ameaça (quando interagindo diretamente com a aranha predadora). Não foram percebidas mudanças no comportamento do opilião quando em contato com os químicos das aranhas. Por outro lado, quando interagindo com as aranhas, alguns comportamentos defensivos foram observados, entre eles "Nipping" "Intense leg tapping" e "Erratic movements". Adicionalmente demonstrou-se pela primeira vez que o "Nipping" realizado por um opilião, representado por M.cuspidatus é capaz de perfurar o tegumento de um predador natural e causar perda de hemolinfa. Contudo, o furo causado pelas apófises do fêmur do quarto par de pernas dos opiliões não teve influencia sobre a sobrevivência das aranhas. Alguns dos comportamentos defensivos de opiliões mais
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Estabilidade global e bifurcação de Hopf em um modelo de HIV baseado em sistemas do tipo Lotka-Volterra

Estabilidade global e bifurcação de Hopf em um modelo de HIV baseado em sistemas do tipo Lotka-Volterra

Vejamos uma interpretação biológica para estes resultados. No caso especial onde (α, δ) = (β+1, β), para o qual a dinâmica global pode ser estudada por meio das superfícies invariantes que encontramos, a interpretação ecológica é baseada na suposição de que existe um aproveitamento total e constante, por parte do predador, da taxa de biomassa que é subtraída da presa. E isso em todas as relações predador-presa que o sistema contempla. Notemos que esta suposição é bem artificial.

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Dinâmica e distribuição espacial de diferentes espécies de pulgões e inimigos naturais...

Dinâmica e distribuição espacial de diferentes espécies de pulgões e inimigos naturais...

A teoria populacional pode constituir ferramenta analítica importante para sistemas agrícolas consorciados através do uso de modelos dinâmicos baseados na interação predador- presa, considerando cenários em que os insetos teriam acesso a sistemas com alta e baixa qualidade nutricional (EDELTEIN-KESHET, 1986). Há dois formatos de modelos populacionais usuais em ecologia teórica (COSTA; GODOY, 2010). Modelos em tempo contínuo, que se prestam a análise de populações com gerações que se sobrepõe e modelos em tempo discreto, que são destinados a investigar a dinâmica de populações que não se sobrepõe (MURRAY, 1993). Ambos os modelos tem ampla aplicação em cenários como o pretendido neste estudo. Contudo, os modelos discretos permitem investigar o espaço paramétrico das constantes de forma a avaliar as implicações dos valores dos parâmetros para o comportamento dinâmico das espécies. O comportamento dinâmico é expresso em sistemas não lineares por diferentes tipos de equilíbrio, que vão desde a estabilidade até o caos determinístico (oscilações populacionais imprevisíveis), passando por oscilações cíclicas periódicas (MAY; OSTER, 1976; DENNIS et al., 2001). No presente estudo, informações desta natureza são essenciais para a construção de modelos subsequentes incluindo a dimensão do tempo contínuo, além de possibilitar a reflexão sobre novos delineamentos experimentais em função dos resultados obtidos em simulações computacionais.
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Ecologia trófica de uma comunidade de lagartos da caatinga

Ecologia trófica de uma comunidade de lagartos da caatinga

A ecologia trófica estuda assuntos relacionados à dieta dos indivíduos dentro de uma comunidade. A relação entre tamanho corporal do predador e o tamanho da presa, a especialização individual e a largura de nicho são alguns dos assuntos que podem ser explorados por ela. Realizei coletas de lagartos utilizando armadilha de queda, de cola e coleta ativa em um fragmento de Caatinga. As espécies mais comuns nesta comunidade foram Tropidurus hispidus, Tropidurus semitaeniatus e Cnemidophorus ocellifer. Incursões à fazenda também contaram com coletas de invertebrados em cada estação para entender como se apresentavam os recursos alimentares dos lagartos nas estações coletadas. Procurei responder algumas perguntas: 1) Se haveria relação positiva entre a relação corporal do predador e da presa da comunidade; 2) Se em diferentes estações a relação do tamanho corporal do predador e o tamanho máximo e/ou mínimo da presa seria positiva; 3) Se espécies com estratégias de forrageio distintas teriam relação positiva na relação tamanho do predador-presa; 4) Se a sazonalidade influenciaria a especialização individual na comunidade de lagartos e espécies mais comuns; 5) Se a largura do nicho seria influenciada pela sazonalidade; 6) Se indivíduos com morfologia mais diferentes entre si apresentariam dieta menos similar. Encontrei que houve realmente uma relação positiva entre tamanho da presa e do predador, mas inexistente quanto ao tamanho mínimo das presas; Entre as estações a relação tamanho dos predadores e presas foi diferente para o tamanho máximo e mínimo, mas foi positivamente relacionado apenas com o tamanho do máximo das presas. E as comparações entre estratégias de forrageio diferentes tiveram as inclinações da reta máxima e mínima maiores que zero e diferentes uma da outra; a especialização individual não foi influenciada pela sazonalidade e a largura de nicho apenas para T. semitaeniatus teve o nicho mais amplo na estação seca. Por fim não encontrei relação negativa significativa entre dissimilaridade morfológica e similaridade da dieta.
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Comportamento caótico em modelos matemáticos de câncer

Comportamento caótico em modelos matemáticos de câncer

Como o crescimento do tumor é desordenado, o modelo predador-presa descrevendo as interações entre células hospedeiras, do sistema imune e tumorais, se mostra muito útil por produzir um [r]

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Ultra-estrutura do intestino médio do predador Brontocoris tabidus (Heteroptera: Pentatomidae) após diferentes períodos de alimentação com presa e planta

Ultra-estrutura do intestino médio do predador Brontocoris tabidus (Heteroptera: Pentatomidae) após diferentes períodos de alimentação com presa e planta

A digestão extra-oral é, amplamente, distribuída entre os Animalia e constitui na paralisia da presa e por pré-tratamento químico do alimento para melhorar sua qualidade e acessibilidade (COHEN, 1995, 1998). Enzimas digestivas são injetadas para liquefazer o conteúdo e facilitar a absorção de nutrientes da presa, pois a liquefação inicial e adição de saliva diluída funcionam como manipulação redutora da presa (COHEN, 1998; COHEN & TANG, 1997). Essa forma de preparação aumenta o campo de ação dos predadores e permite o uso de presas de mesmo tamanho ou maiores que seu próprio corpo (COHEN, 1995).
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O Estado desenvolvimentista predador

O Estado desenvolvimentista predador

RESUMO: O artigo analisa as falhas do modelo teórico desenvolvimentista, marcado pelo incentivo à intervenção na economia e pelos estreitos laços entre o governo e a elite industrial, e sua relação com resultados desastrosos para a sociedade. A ausência de limites claros para a atuação estatal na economia gera grandes riscos e abre possibilidades para que o Estado seja um predador da sociedade. A necessidade de uma relação forte entre o governo e as elites econômicas são flancos abertos à corrupção endêmica que altera por completo a realização dos “objetivos nacionais” supostamente perseguidos pelo desenvolvimentismo. Ainda, a necessária intervenção do Estado na economia vai em sentido diametralmente oposto ao sistema de preços e à proteção da liberdade individual como pilares da maximização do bem-estar social conforme defendido por Hayek. O governo desenvolvimentista pode acabar refém de suas intervenções porque baseia sua legitimidade em políticas expansionistas. Essa relação odiosa entre expansão e legitimidade incentiva os governantes e políticos a atuarem de forma irresponsável quanto a questões fiscais ocasionando um desequilíbrio perverso nas contas públicas nacionais. Essas ações continuadas pelo lado da demanda podem se tornar insustentáveis e levar toda a sociedade a uma severa crise econômica e social. Como não há limites ou critérios claros para a intervenção na economia, principalmente em países subdesenvolvidos, em que há enorme demanda por crescimento econômico imediato, políticos têm grande incentivo para aumentar indiscriminadamente a ação estatal e garantir legitimidade no curto prazo. O caso brasileiro é um exemplo marcante das fraquezas do modelo desenvolvimentista e de suas consequências danosas.
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Aplicações do modelo presa-predador ao estudo da influência da dinâmica populacional de espécies de sardinha, cavala e atum e sobre o processo de eutrofização marinha

Aplicações do modelo presa-predador ao estudo da influência da dinâmica populacional de espécies de sardinha, cavala e atum e sobre o processo de eutrofização marinha

Figura 11: DemonEtração da população de preEa em função da população de um doE predadoreE, no caEo a Cavala, na Eituação 2.. 33.[r]

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Efeito das plantas do algodoeiro e do tomateiro, como complemento alimentar, no desenvolvimento e na reprodução do predador Podisus nigrispinus (Dallas) (Heteroptera: Pentatomidae).

Efeito das plantas do algodoeiro e do tomateiro, como complemento alimentar, no desenvolvimento e na reprodução do predador Podisus nigrispinus (Dallas) (Heteroptera: Pentatomidae).

Galleria melonella (L.) (Lepidoptera: Pyralidae) e de Santos et al. (1995) com ninfas de P. nigrispinus predando lagartas de Alabama argillacea (Huebner) (Lepidoptera: Noctuidae). Além de maior requerimento em alimento, ninfas de quinto ínstar de P. maculiventris podem ingerir até 4 µl de água livre durante 24h sem a presa (De Clercq et al. 1995), o que demonstra a necessidade de umidade por esse predador, tanto na forma de água livre ou adquirida via seiva das plantas. Segundo Cohen (1982) percevejos predadores exigem além da dieta, umidade para o seu desenvolvimento. Além disso, é possível que obtenham nutrientes da seiva de plantas (Coll & Guershon 2002). Isto corrobora a menor performance de P. nigrispinus sem acesso à planta ou água (Tabela 4). Estudos sobre o complexo enzimático da saliva e do mesêntero de predadores com ocasional alimentação em plantas, mostram que esses possuem enzimas capazes de digerirem constituintes das plantas como possível fonte de nutrientes (Stamopoulus et al. 1993, Zeng & Cohen 2000).
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A língua presa de Fidípides

A língua presa de Fidípides

Como seria de se esperar, não é um valor tão exorbitante quanto o de Alcibíades (e talvez revele algo sobre o exagero de nossas fontes!), mas trata-se de uma soma bastante[r]

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A dieta alimentar da presa Tenebrio molitor (Coleoptera: Tenebrionidae) pode afetar o desenvolvimento do predador Podisus nigrispinus (Heteroptera: Pentatomidae)?.

A dieta alimentar da presa Tenebrio molitor (Coleoptera: Tenebrionidae) pode afetar o desenvolvimento do predador Podisus nigrispinus (Heteroptera: Pentatomidae)?.

O maior número de ovos por fêmea com o farelo de trigo pode ser devido ao desenvolvimento diferenciado dos ovários desse predador, em relação à dieta da presa consumida (Lemos et al., 2005). Segundo esses autores, fêmeas de P. nigrispinus alimentadas com dieta artificial apresentaram menor período de oviposição, menor número de posturas, ovos por postura e número de ovos por fêmea. Do contrário, ao se alimentar de larvas de Alabama argillacea Hubner, 1818 (Lepidoptera: Noctuidae), M. domestica ou T. molitor foram obtidos bons resultados de reprodução. Neste caso, o tipo de presa, ou dieta artificial, afetou o desenvolvimento e a morfometria dos ovaríolos das fêmeas de P. nigrispinus. Fêmeas tratadas com as presas apresentaram ova- ríolos com grande número de ovócitos em avançado ou interme- diário estágio de desenvolvimento. Já as fêmeas alimentadas com a dieta artificial podem apresentar ovários atrofiados e ovaríolos sem ovócitos (Lemos et al., 2006). Portanto, o tipo de dieta do predador pode afetar seus órgãos de reprodução.
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Modelagem Matemática Rodney

Modelagem Matemática Rodney

O modelo de Lotka-Volterra pode servir como parâmetro para a formulação de modelos mais gerais do tipo presa-predador, mesmo quando a “presa” ou o “predador” não são espécies vivas (veja[r]

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Paraplegia como manifestação inicial de medula presa: relato de caso.

Paraplegia como manifestação inicial de medula presa: relato de caso.

Exames complementares - Raio- X de articulação coxo-femoral mostrando abdução máxima e pés equinovaro (Fig 1). A eletromiografia realizada nos músculos dos membros inferiores sugere padrão neurogênico. A mielotomografia indicou fixação do filo terminal entre a segunda e a terceira vértebras sacrais, (medula presa) (Fig 2). A paciente foi submetida a intervenção neurocirúrgica, que consistiu em incisão na linha média da região lombo-sacra expondo as raízes L4, L5 e S1 para interrupção do filo terminal e visualização das raízes sacrais, com controle radiológico. A paciente evoluiu bem, recebendo alta hospitalar no terceiro dia após a cirurgia. Quadro 1. Causas de paraplegia (Adaptado de Feni-
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EFEITO DE DOSES SUBLETAIS DE PERMETRINA NO PREDADOR

EFEITO DE DOSES SUBLETAIS DE PERMETRINA NO PREDADOR

O fenômeno de hormese foi relatado para insetos e ácaros mas, raramente, para inimigos naturais (Morse, 1998). Isto se deve ao fato dos mesmos serem mais sensíveis aos inseticidas normalmente aplicados porque dependem da presa ou do hospedeiro, que precisam estar presentes no meio em quantidade suficiente para permitir o seu desenvolvimento. Por isto, surge o questionamento de que inimigos naturais, submetidos a diferentes doses subletais de inseticidas poderiam ou não apresentar o fenômeno de hormese. O fato disto poder ocorrer em inimigos naturais, como demonstrado neste trabalho, pode ser importante para o manejo de inseticidas no campo. Assim, se a resistência da praga a inseticidas for baixa, e forem utilizados inseticidas seletivos em baixas doses, estes controlariam a população da praga e poderiam desencadear o fenômeno de hormese no predador (Morse, 1998). Isto é adequado para predadores que, sendo generalistas, podem se alimentar de diferentes tipos de presas e manterem-se, mesmo, quando as populações de espécies pragas forem pequenas.
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