Previdência complementar aberta

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Aportes a planos de previdência complementar aberta somaram R$ 95,6 bi em 2015, crescimento de 18,7% frente a 2014

Aportes a planos de previdência complementar aberta somaram R$ 95,6 bi em 2015, crescimento de 18,7% frente a 2014

complementar na aposentadoria”, diz Edson Franco, eleito novo presidente da FenaPrevi que tomou posse na semana passada com mandato até o início de 2019. De acordo com o executivo, que também é CEO de Vida e Previdência da Zurich para América Latina, este é um sinal que a sociedade percebe com clareza os benefícios da previdência complementar aberta.

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Análise evolutiva do mercado de previdência complementar aberta brasileiro entre 2000 e 2010

Análise evolutiva do mercado de previdência complementar aberta brasileiro entre 2000 e 2010

A preocupação com a manutenção do padrão de vida após a aposentadoria acompanha a população brasileira assim como a mundial e com o objetivo primário de satisfazer esta necessidade existem os planos de previdência complementar aberta que são comercializados por corretoras e elegíveis a qualquer individuo. O estudo estratégico deste setor é de fundamental importância para a economia brasileira se tornar ainda mais sólida tendo reflexos, tais como, a maior formação de poupança de médio e longo prazo, crescimento da renda da população, maior possibilidade de investimentos e o aumento da qualidade de vida da população. Então a justificativa baseia-se na importância que este assunto vem ganhando em todas as esferas da sociedade, para um crescimento ainda maior deste mercado, e pela existência de poucos estudos a este respeito no país, o que torna este projeto útil e necessário para a sociedade como um todo e demonstrando que este já é um mercado solido e de fácil acesso na economia nacional.
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Previdência complementar aberta : determinantes da demanda no mercado brasileiro

Previdência complementar aberta : determinantes da demanda no mercado brasileiro

Oferecido e comercializado pelas instituições financeiras a qualquer pessoa física e/ou jurídica, seu regime é de capitalização com obtenção de renda futura de forma voluntária sem efeito distributivo. A previdência complementar aberta é composta por entidades do setor privado que tem como objetivo oferecer planos de previdência assemelhados aos da previdência social. Você contribui durante determinado período, acumulando recursos para sua aposentadoria e, de acordo com o regulamento do plano contratado, poderá revertê-los em rendas vitalícia, temporária, ou outras modalidades determinadas no regulamento do Plano.
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Arrecadação da Previdência Complementar Aberta : uma análise de desempenho e casualidade

Arrecadação da Previdência Complementar Aberta : uma análise de desempenho e casualidade

Assim o mercado de previdência complementar aberta tem passado por variações marcantes na última década. Um processo de previsão pode ser útil na administração de recursos e, tomada de decisão quanto ao custeio dos planos de previdência privada. Esse processo pressupõe resultados quantitativos ao nosso estudo, porém, serão usadas variáveis empíricas que expliquem o comportamento do volume de contribuições pagas as EAPCs. A revisão de literatura apontou fatores supostamente relevantes para essa abordagem. Para Barros (2007), a incerteza gerada pelo processo eleitoral em 2006, quanto à capacidade de controle da inflação, fez com que o COPOM introduzisse um viés de baixa consequentemente, houve piora na percepção de risco e alguns movimentos especulativos, agentes se desfazendo de posições em contrato futuro, contribuíram para que no dia 21 de junho de 2006, a curva de juros atingisse o maior grau de inclinação durante o período impactando seriamente nas arrecadações pelas EAPCs.
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Análise do alongamento das carteiras dos fundos de previdência complementar aberta

Análise do alongamento das carteiras dos fundos de previdência complementar aberta

O índice desenvolvido, aplicado à amostra dos fundos classificados pela Anbima como Previdência Renda Fixa, Previdência Balanceados e Previdência Data Alvo, confirmou resultados obtidos anteriormente por LIMA (2006), CASTRO (2010) e AMARAL (2013), que apontam uma forte concentração desses fundos em ativos atrelados às taxas de juros de curtíssimo prazo. A miopia observada frustra os desejos do Governo em desenvolver um mercado de títulos de longo prazo com os recursos da poupança previdenciária, os quais contam com diversos incentivos fiscais, e é aparentemente paradoxal com os objetivos de longo prazo de que se reveste a previdência e da possibilidade de exploração dos prêmios de liquidez disponíveis.
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O impacto da variação das taxas de juros no mercado de previdência complementar

O impacto da variação das taxas de juros no mercado de previdência complementar

Atualmente, os planos mais comumente oferecidos pelas entidades de Previdência Complementar Aberta são os chamados, utilizando-se a definição da Resolução CGPC nº 16/05, Planos de Contribuição Variável , que funcionam como uma poupança sem garantia mínima de rentabilidade, onde o risco inerente aos investimentos é assumido pelo participante, que define um valor mensal a ser contribuído e uma política de investimentos e confia ao gestor de seu plano a responsabilidade de gerenciar esta poupança até a data de sua aposentadoria (parcela CD).
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Economias de escala e escopo na previdência complementar fechada brasileira

Economias de escala e escopo na previdência complementar fechada brasileira

O segundo pilar –a previdência complementar- tem filiação facultativa, financia-se na forma de capitalização e sua administração é privada. Seu objetivo é complementar os benefícios recebidos pela previdência social. O pilar em análise se subdivide em dois segmentos: a previdência complementar aberta e fechada. As entidades abertas de previdência complementar (EAPC) são sociedades anônimas com fins lucrativos, geridas por bancos ou seguradoras e qualquer pessoa pode aderir a um dos seus fundos. Por seu turno, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) gerenciam planos de benefícios previdenciários voltados a um público restrito e são sem finalidade de lucro. Sua adesão se limita aos empregados de uma firma –como é o caso, por exemplo, da Valia da Vale do Rio Doce- ou, alternativamente, a alguma entidade de classe ou sindicato –como a OABPrev-RJ, que se restringe aos profissionais registrados na OAB do Estado do Rio de Janeiro. Dado o foco desta tese nas EFPCs, toda a análise doravante nelas se centrará.
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Uma análise comparativa dos planos de previdência complementar aberto (PGBL)

Uma análise comparativa dos planos de previdência complementar aberto (PGBL)

Muitos são os produtos financeiros oferecidos pelo mercado que apresentam boas taxas de rendimento a seus participantes. A Previdência Complementar Aberta tem ganhado cada vez mais destaque no mercado, como sendo uma das principais alternativas para investimentos de longo prazo para garantir a aposentadoria complementar à da Previdência Social. Ocorre que um erro comum visto no mercado é o intuito de se utilizar este produto como ferramenta de acumulação de capital no curto prazo. Este estudo busca a criação de um quadro comparativo, onde seja possível analisar as taxas de rendimento, custos/taxas administrativas e valor total acumulado por diferentes opções de Planos de Previdência Complementar Aberto (PGBL), apresentar as perdas que o investidor incorre ao não identificar corretamente o produto que melhor lhe atenda, e o desconhecimento das taxas/custos administrativos destes planos, que reduzem o rendimento líquido da aplicação no longo prazo.
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A importância da previdência complementar para previdência social e para o poder de compra dos futuros aposentados no Brasil

A importância da previdência complementar para previdência social e para o poder de compra dos futuros aposentados no Brasil

Este trabalho tem por objetivo analisar o sistema de previdência complementar para o poder de compra e para qualidade de vida das pessoas no futuro. Antigamente a adesão à previdência complementar era muito restrita, pois quase não existia divulgação nesse sentido, além disso a previdência complementar fechada se restringia a empresas de grande porte ou alguns órgãos públicos e a previdência complementar aberta era produto de luxo, apenas para pessoas de alto poder aquisitivo e/ou boa instrução. Hoje em dia, as previdências fechadas já são oferecidas em empresas de médio porte, grupo de empresas, associação de classe e nos órgãos públicos em quase a sua totalidade e na previdência aberta já se acentuou o número de adeptos. A previdência complementar vem demonstrando ser uma solução para evitar a perda de qualidade de vida das pessoas no momento da aposentadoria e de grande relevância para a economia. O estudo investiga o problema através de um método exploratório, qualitativo e documental por meio de um acervo em livros, artigos e sites com informações sobre o assunto. O aumento dos investimentos em Previdência Complementar tem sido um aspecto bem relevante já que grande parte dos ativos são em títulos públicos, renda fixa e renda variável, negociados no mercado financeiro. Os ativos dos fundos de pensão de alguns países são responsáveis por grande parte do PIB.
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A Previdência complementar e o planejamento financeiro

A Previdência complementar e o planejamento financeiro

No que se refere aos planos de previdência complementar fechada, esses podem ser mais vantajosos, para o investidor, se comparados aos planos de previdência complementar aberta ou outra modalidade de fundo de investimento, por duas características importantes, muitas vezes a empresa patrocinadora contribui juntamente com a contribuição do empregado, o que acelera o processo de acumulação de capital. Outro ponto importante é que por não terem fins lucrativos, as entidades de previdência completar fechada não cobram taxas de administração e também não ficam com parte dos rendimentos do investimento, sendo assim o capital aplicado irá render mais juros ao investidor. A legislação brasileira permite a portabilidade sem custos adicionais do capital aplicado em planos de previdência, com isso, o trabalhador não precisa se preocupar caso tenha seu contrato de trabalho encerrado.
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EVOLUÇÃO RECENTE DO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NO BRASIL E MERCADO POTENCIAL

EVOLUÇÃO RECENTE DO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NO BRASIL E MERCADO POTENCIAL

No que se refere a previdência complementar aberta, pode-se dizer que, o segmento observou um forte incremento nos últimos anos. Antes da regulamentação da previdência complementar (Lei 6.435/77), muitas entidades abertas – então conhecidos como montepios – não constituíram os ativos garantidores das reservas técnicas, o que resultou em graves problemas financeiros com efeitos perversos para seus participantes. Como resultado desta experiência. no final da década de 80 o mercado brasileiro de previdência privada aberta ainda crescia de forma lenta. Argumenta-se, no entanto, que a partir de 1987 os planos readquiriram crescentemente credibilidade junto ao público e passaram a se adequar melhor às peculiaridades do mercado nacional. Vale ressaltar que nesta época o processo inflacionário era bem acelerado e, por isso, a atualização monetária das contribuições e dos benefícios era feita quase que mensalmente. Destaca- se, nessa época, a resolução 1087 que criou os planos coletivos, alargando consideravelmente as possibilidades previdenciárias das empresas.
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A NECESSIDADE DE INSTRUMENTO COMPLEMENTAR AO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL

A NECESSIDADE DE INSTRUMENTO COMPLEMENTAR AO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL

Trocou-se a incerteza da tributação pelo fato do cotista poder alongar seu prazo de permanência em um fundo, pela certeza de que não vale a pena investir por longos prazos neste veículo, mantendo o nosso DNA de país do overnight e jogando os recursos aplicados na indústria de fundo no curto-prazo, longe de se tornar uma indústria voltada para o alongamento da poupança brasileira, com exceção dos fundos Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que serão tratados a frente. É clara a desvantagem tributária para quem forma uma poupança previdência investindo nos fundos tradicionais. O “come-quotas” faz com que a Receita Federal cobre antecipadamente impostos que antes eram cobrados somente no resgate das aplicações. No primeiro momento pode parecer que o sistema de “cotas-quotas” tenha sido vantajoso para o Governo Brasileiro, mas as desvantagens de se ter um sistema de tributação único no mundo e não estimulador da poupança de longo prazo é um entrave para a entrada de estrangeiros nos fundos locais brasileiros e remete a poupança nacional a cultura do overnight, que tanto ainda castiga o país como herança da hiperinflação abastecida pela indexação diária dos anos 80.
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A previdência complementar como formadora de poupança interna: análise do seu crescimento

A previdência complementar como formadora de poupança interna: análise do seu crescimento

Tratando dos fatores que afetam o montante do consumo de uma renda, Keynes (1936, p. 83-85), enumera oito motivos, de caráter subjetivo, em que os indivíduos se abstêm de gastar sua renda: Precaução, Previdência, Cálculo, Melhoria, Independência, Iniciativa, Orgulho e Avareza. Dentre eles, e o que interessa a este trabalho, a previdência é explicado da seguinte forma: “prepara-se para uma relação futura prevista entre a renda e as necessidades do indivíduo e sua família, diferente da que existe no momento, como por exemplo no que diz respeito à velhice, à educação dos filhos ou ao sustento das pessoas dependentes”. Um pouco mais adiante esclarece que em contrapartida a esta poupança positiva gerada pelo motivo velhice, se terá uma poupança negativa “em data posterior”. Portando, trata-se de um poupança de longo-prazo e a possibilidade de financiamento também de longo-prazo, interferindo desta forma nos investimentos que necessitam deste tipo de financiamento.
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Gestão de ativos e passivos em entidades fechadas de previdência complementar

Gestão de ativos e passivos em entidades fechadas de previdência complementar

Neste estudo foi desenvolvida uma metodologia de gerenciamento de ativos e passivos para Entidades Fechadas de Previdência Complementar com planos do tipo Benefício Definido. O trabalho apresentou como a Gestão de Ativos e Passivos pode ser beneficiada com o uso das técnicas de Pesquisa Operacional. O objetivo do fundo de pensão foi formulado como um problema de minimização de probabilidade de inadimplência. Como metodologia de solução, foi utilizada a técnica dos Algoritmos Genéticos, a qual obteve êxito em encontrar soluções satisfatórias para o problema matemático formulado. O estudo também investigou sobre como mudanças na política de contribuição, reavaliações periódicas na composição do portfólio, escolhas do período para estimação dos parâmetros e grau de capitalização da EFPC influenciam no perfil de alocação dos ativos do fundo. A conclusão geral do estudo é que a abordagem da Gestão de Ativos e Passivos com o uso de Algoritmos Genéticos constitui uma boa ferramenta para seleção de carteiras que minimizam a probabilidade de inadimplência de uma Entidade Fechada de Previdência Complementar.
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Análise comparativa dos direitos previdenciários do Servidor Público, no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Complementar de previdência Social (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal)

Análise comparativa dos direitos previdenciários do Servidor Público, no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Complementar de previdência Social (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal)

Quando o regime se torna maduro, isto é, quando parcela significativa de seus segurados cumpre os requisitos de elegibilidade para auferirem um benefício previdenciário, tem-se como decorrência quase natural, o desequilíbrio do sistema. Isso torna sua manutenção excessivamente onerosa, mesmo que se mantenha constante o ingresso de novos contribuintes, o não ocorre no Brasil, pelo contrário, o país passa por um envelhecimento de sua população e também está passando por um alto índice de desemprego. Esta é situação por que passam diversos Regimes de Previdência Oficial mundo afora, por essa razão, têm buscado fórmulas para poder reencontrar o equilíbrio.
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SEGUROS DE PESSOAS E PLANOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA

SEGUROS DE PESSOAS E PLANOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA

O PLANO, ESTRUTURADO SOB A FORMA DE CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL, PAGA AO PARTICIPANTE / SEGURADO, SOB A FORMA DE PAGAMENTO ÚNICO OU DE RENDA, O VALOR DO BENEFÍCIO / CAPITAL SEGURADO, COM BAS[r]

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O PAPEL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NO CRESCIMENTO DO REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

O PAPEL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NO CRESCIMENTO DO REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

A Lei de Benefícios da Previdência Social classifica os segurados obrigatórios da previdência social como empregados, empregados domésticos, contribuintes individuais e trabalhadores avulsos, dependendo da característica e da forma como as atividades são exercidas. O plano abriu ainda a possibilidade da filiação, na condição de segurado facultativo, do indivíduo maior de 14 anos não abrangido por nenhuma das categorias que o torne um segurado obrigatório, de modo a atingir a universalidade de participação nos planos previdenciários. Umas das vantagens do RGPS em relação ao RPC é a gama de benefícios oferecidos, conforme demonstrado abaixo:
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GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM UMA ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM UMA ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

A partir do rol de determinantes propostos por Costa (2011), foi possível evidenciar os principais Cost Drivers (Quadro 5) que influenciam os custos da entidade estudada. São eles: comprometimento dos colaboradores, experiência de 40 anos da fundação, qualidade do serviço prestado, tecnologia dos sistemas, modelo de gestão, escala, escopo e fatores institucionais dos órgãos normativos e fiscalizadores do setor de previdência complementar fechada. Além disso, para a administração dos planos de benefícios, é estabelecido o Plano de Gestão Administrativa (PGA) da Entidade. O orçamento dos gastos, que compõe o PGA da entidade, é definido anualmente pelo contador e aprovado pelo Conselho Deliberativo, durante o exercício anterior ao de sua execução. O entrevistado D afirma que o orçamento anual é o norteador dos gastos a serem desembolsados ao longo do exercício. Segundo ele, caso seja necessária alguma compra não prevista no orçamento, a mesma será avaliada de forma detalhada e, obrigatoriamente, passará por aprovação especial do Conselho Deliberativo.
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Aposentadoria com ações : formação de um capital com foco na previdência complementar

Aposentadoria com ações : formação de um capital com foco na previdência complementar

De acordo com Silvestre (2017), a previdência social é o conjunto de benefícios pagos aos trabalhadores no Brasil pelo INSS como compensação financeira por determinadas circunstâncias que afetam sua capacidade de trabalho e, consequentemente, sua possibilidade de gerar renda para sustendo de sua família. A proposta do sistema é funcionar como uma espécie de seguro, administrado pelo governo, para que o trabalhador receba do Estado uma renda na sua aposentadoria ou que não fique desamparado financeiramente em caso de infortúnios que venham a prejudicar suas atividades, como invalidez permanente, gravidez, acidente ou doença (SILVESTRE, 2017). Por se caracterizar como um sistema social, todos os contribuintes ativos colaboram para o benefício de todos os inativos, sem nenhuma relação entre a contribuição individual de cada trabalhador e o benefício que ele irá receber.
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O regime de previdência complementar dos servidores do Estado do Rio de Janeiro

O regime de previdência complementar dos servidores do Estado do Rio de Janeiro

Não obstante no artigo 40 da Lei 6.243/2012 dispor que ela entra em vigor na data de sua publicação, a aplicabilidade do regime disposto nela será o “início do funcionamento da entidade fechada” 48 . Isso porque há etapas anteriores ao de funcionamento: as de criação, autorização e publicação desta. Danilo Ribeiro Miranda Martins, no mesmo caminho preleciona que “somente ultrapassados todos esses prazos, considera-se vigente, para todos os fins, o regime de previdência complementar de que trata a referida lei ”. Portanto, só quando efetivamente há a possibilidade de o servidor aderir ao plano de benefícios é que o novo regime poderá incidir. Não fosse assim, o servidor que ingressasse entre a publicação da lei e o funcionamento da fundação ficaria sujeito ao limite do RGPS, mas sem a possibilidade de contribuir com um regime previdenciário complementar. Haveria, assim, uma inconstitucionalidade tendo em vista o artigo 40, § 14, da Constituição Federal 49 .
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