Princípio da proteção

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Limites à revisão dos atos : reflexão à luz do princípio da proteção da confiança

Limites à revisão dos atos : reflexão à luz do princípio da proteção da confiança

Este trabalho tem por finalidade analisar os limites à revisão dos atos administrativos em face do princípio da proteção da confiança, o qual almeja um estado ideal de coisas pautado pela estabilidade das relações jurídicas. Aborda, inicialmente, breves considerações acerca da teoria geral dos princípios jurídicos e, após, versa acerca da evolução normativa da proteção da confiança e do seu desenvolvimento teórico. Nesse sentido, inicia a linha de desenvolvimento a partir do Estado de Direito, previsto no art. 1º da Constituição da República Federativa do Brasil, do qual se extrai o princípio da segurança jurídica, que, por sua vez, se ramifica em diversas normas, dentre elas o princípio da proteção da confiança. Desse modo, defende a existência de assento constitucional para a proteção da confiança. Ademais, refuta a oposição dos princípios da legalidade e da supremacia do interesse público como óbices à aplicação do princípio objeto de estudo. No segundo capítulo, traça observações sobre a teoria dos atos administrativos, iniciando com os conceitos de perfeição, validade e eficácia, passando pelos institutos da revogação e da anulação, as duas principais formas de extinção desses atos, bem como por noções acerca do poder de autotutela. Ao final, analisa o art. 54 da Lei nº 9.784/99, que propõe o prazo decadencial de cinco anos como instrumento de concordância prática entre a proteção da confiança, a legalidade e a supremacia do interesse público, dispondo ainda acerca dos requisitos para a aplicação desse prazo no caso concreto.
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PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O PRINCÍPIO DA TRANSITORIEDADE DOS ABRIGOS

PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O PRINCÍPIO DA TRANSITORIEDADE DOS ABRIGOS

Aqui ocorre uma colisão aparente entre esses princípios, o que segundo Canaris: “As características do conceito geral do sistema a ordem e a unidade.” 24 Ocorre que simplesmente essas crianças não podem ser colocadas em uma situação de perigo seja ele físico ou psicológico, portanto, o Princípio da Proteção Integral deve ser utilizado nesta hipótese e essas crianças ou adolescentes devem permanecer sob a tutela do Estado.

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VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO INTEGRAL: O ESTUPRO DE VULNERÁVEL NO ÂMBITO FAMILIAR

VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO INTEGRAL: O ESTUPRO DE VULNERÁVEL NO ÂMBITO FAMILIAR

O presente estudo tem por objetivo tecer considerações acerca da violação do princípio da proteção integral à luz do estupro de vulnerável no âmbito familiar. Nesse sentido, buscou-se compreender a proteção jurídica de crianças e adolescentes no Brasil e a relação entre o estupro de vulnerável no âmbito familiar com a cultura do estupro. Diante disso, alcançou-se o fato de o estupro de vulnerável no âmbito familiar ser produto da sacralização da família e do tabu do incesto. Para tanto, o trabalho foi norteado pelo método dedutivo, sistematizado por uma pesquisa qualitativa e quantitativa, com um referencial bibliográfico e documental.
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O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO E A REFORMA TRABALHISTAANELLI, Joo M. G. SANTAREM, Vincius

O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO E A REFORMA TRABALHISTAANELLI, Joo M. G. SANTAREM, Vincius

A flexibilização advinda da Revista dos Tribunais (RT) permitiu que questões sejam diretamente dirimidas entre trabalhador e patrão, o que infere que o legislador deixou para trás aquele viés antiquado de que o trabalhador sempre fora explorado de todas as formas; é inegável que tal condição ocorrera, porém, deu-se no tempo em que a indústria e o capitalismo ainda eram modernidades recentes, daquela época aos dias atuais as relações de trabalho e emprego foram se aperfeiçoando até que o intuito de contrabalancear fez com que a balança pendesse para um lado, o que fez com que a legislação vigente fosse reformada, no entanto, sem deixar de observar os princípios basilares do Direito do Trabalho, sendo o principal deles o Princípio Protetor.
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O princípio da proteção ao trabalhador e as violações de seus limites em juízo tcc jparaújojúnior

O princípio da proteção ao trabalhador e as violações de seus limites em juízo tcc jparaújojúnior

Ou seja, ainda que considere, o pensamento juslaboralista dominante, que a subordinação do empregado é jurídica, no sentido de que este esteja sujeito ao poder diretivo- patronal, executando ordens a seu mando, tendo o empregador o poder disciplinar, ou de regulamentar condições de trabalho, certo é que toda a sujeição do empregado se dá porque ele tem uma necessidade econômica, que pode ser satisfeita (ainda que em parte) por aquele que se apresenta como seu empregador. A mudança do paradigma conceitual da subordinação ocorre, contudo, de forma a albergar a uma gama maior de situações, dentre as quais se pode citar a de trabalhadores cujo poderio econômico elevado lhes permite uma maior autonomia na negociação das condições de contratação, amoldando-se, assim, ao anteriormente mencionado “ampliacionismo” da proteção juslaboralista. O equívoco cometido por esse protecionismo inflado é olvidar que o “jusprotecionismo” é uma restrição à autonomia da vontade das partes, e como norma restritiva de direitos deve ser interpretada restritivamente, sob pena de criar normas trabalhistas que não tenham sido democraticamente instituídas, tomando o judiciário, para si, a atribuição da criação de normas (ainda que por meio de uma mutação interpretativa):
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Graziele Lopes Ribeiro & Francislaine de Almeida Coimbra Strasser, “A Solidariedade da Infância à Velhice” - 1109

Graziele Lopes Ribeiro & Francislaine de Almeida Coimbra Strasser, “A Solidariedade da Infância à Velhice” - 1109

Como dito anteriormente, o princípio máximo que guia as disposições estabelecidas no ECA é o princípio da proteção integral. Esse “super” princípio deve nortear a elaboração, a in- terpretação e a aplicação das regras que disciplinam as condutas direcionadas as crianças e adolescentes, da mesma forma que deve ser observado quando da elaboração de políticas e agendas públicas. Por ele, a proteção à infância e à adolescência deve ser ampla e irrestrita, com a participação de recursos, tanto humanos quanto financeiros, tantos quantos bastem para a sua concretiza- ção. Através dele são tuteladas a vida, a saúde, a alimentação, o lazer, a dignidade, a cultura, a liberdade, a educação e a convi- vência familiar e social entre outros numa multidisciplinarie- dade de responsabilidades compartilhadas que excluem a discri- mação, a negligência, a exploração, a violência, a crueldade e a opressão.
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NOVA ECONOMIA DE COMPARTILHAMENTO: UM ESTUDO ACERCA DA RESPONSABILIZAÇÃO DAS EMPRESAS CONTRATANTES SOBRE SEUS “COLABORADORES” PERANTE A PANDEMIA DO NOVO COVID-19

NOVA ECONOMIA DE COMPARTILHAMENTO: UM ESTUDO ACERCA DA RESPONSABILIZAÇÃO DAS EMPRESAS CONTRATANTES SOBRE SEUS “COLABORADORES” PERANTE A PANDEMIA DO NOVO COVID-19

Com o avanço tecnológico, novas formas de relações trabalhistas e contratuais também surgiram, chegando ao que se conhece hoje como contratos "uberizados", sendo o polo passivo considerado mero "parceiro" da empresa detentora do capital. Levando em consideração que esses trabalhadores se encontram desprotegidos, uma vez que não detém do status de empregado, ficando à margem da proteção trabalhista. O presente trabalho pretende analisar os reflexos do atual cenário pandêmico e sua repercussão nos contratos ditos uberizados. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, utilizando o método dedutivo. Conclui-se que o princípio da proteção ao trabalhador, deve sempre preponderar sobre a autonomia privada, em decorrência disso é imprescindível que haja uma responsabilização da parte contratante nessa nova forma de trabalho, uma vez que no atual cenário o polo passivo dessa relação fica desamparado e não goza de direitos conquistados a muita luta
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ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

ACESSO À JUSTIÇA, FORMAS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E A TECNOLOGIA

Diante desse cenário, o objetivo geral da pesquisa consiste em analisar os riscos inerentes ao pleito judicial na esfera trabalhista sob a perspectiva do obreiro. Pretende-se, também, como objetivos específicos, dissertar sobre o princípio da proteção; esclarecer o conceito de acesso à justiça; explicar o que são honorários de sucumbência; analisar como era a regra destes honorários antes da reforma trabalhista e depois da reforma; e indagar se a imposição ao pagamento de honorários de sucumbência, ao trabalhador cujo pedido fora parcialmente deferido, implicará na restrição do acesso ao poder judiciário.
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Desvendando a Flexibilização do Direito do Trabalho como Solução para a Crise Econômica Brasileira: O Que os Noticiários não Contam

Desvendando a Flexibilização do Direito do Trabalho como Solução para a Crise Econômica Brasileira: O Que os Noticiários não Contam

No plano social e do mercado de trabalho, os resultados das reformas da década de 1990 foram bastante decepcionantes na América Latina e no Caribe. O produto por trabalhador cresceu a uma taxa muito baixa (0,21% ao ano entre 1990 e 2005), e, ao mesmo tempo, se observou um incremento do desemprego e do emprego informal. Em alguns países (os casos mais notáveis são Argentina, Colômbia e Peru), efetuaram-se reformas que flexibilizaram a contratação e a demissão, e, em muitos casos, foram abandonados mecanismos solidários de proteção social, tanto relativos às aposentadorias e pensões como à saúde e à proteção a acidentes e enfermidades profissionais, sem que houvesse um aumento da cobertura do sistema (OIT, 2006, p. 3).
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Segurança jurídica e o ato administrativo: por um regime de transição de avaliação cogente

Segurança jurídica e o ato administrativo: por um regime de transição de avaliação cogente

Administração de invalidar seus próprios atos encontra limite temporal no princípio da segurança jurídica, pela evidente razão de que os administrados não podem ficar indefinidamente sujeitos à instabilidade originada do poder de autotutela do Estado, e na convalidação dos efeitos produzidos, quando, em razão de suas conseqüências jurídicas, a manutenção do ato atenderá mais ao interesse público do que sua invalidação. 2. A infringência à legalidade por um ato administrativo, sob o ponto de vista abstrato, sempre será prejudicial ao interesse público; por outro lado, quando analisada em face das circunstâncias do caso concreto, nem sempre a sua anulação será a melhor solução. Em face da dinâmica das relações jurídicas sociais, haverá casos em que o próprio interesse da coletividade será melhor atendido com a subsistência do ato nascido de forma irregular. 3. O poder da Administração, dest'arte, não é absoluto, na seara da invalidação de seus atos, de forma que a recomposição da ordem jurídica violada está condicionada primordialmente ao interesse público. O decurso do tempo ou a convalidação dos efeitos jurídicos, em certos casos, é capaz de tornar a anulação de um ato ilegal claramente prejudicial ao interesse público, finalidade precípua da atividade exercida pela Administração. 4. O art. 54 da Lei 9.784/99, aplicável analogicamente ao presente caso, funda-se na importância da segurança jurídica no domínio do Direito Público, estipulando o prazo decadencial de 5 anos para a revisão dos atos administrativos viciosos (sejam eles nulos ou anuláveis) e permitindo, a contrario sensu, a manutenção da eficácia dos mesmos, após o transcurso do interregno mínimo quinquenal, mediante a convalidação ex ope temporis, que tem aplicação excepcional a situações típicas e extremas, assim consideradas aquelas em que avulta grave lesão a direito subjetivo, sendo o seu titular isento de responsabilidade pelo ato eivado de vício. 5. A efetivação do ato que reconheceu a isonomia salarial entre as carreiras de Perito Legal e Delegado de Polícia do Estado do Acre, com base apenas em parecer da Procuradoria-Geral do Estado, e o transcurso de mais de 5 anos, por inusitado que se mostre, consolidou uma situação fática para a qual não se pode fechar os olhos, vez que produziu conseqüências jurídicas inarredáveis. Precedente do Pretório Excelso. 6. Recurso Ordinário provido, para cassar o ato que suprimiu a verba de representação percebida pelos recorrentes.
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NANOTECNOLOGIAS E RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO: A PROTEÇÃO AO TRABALHADOR A PARTIR DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO

NANOTECNOLOGIAS E RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO: A PROTEÇÃO AO TRABALHADOR A PARTIR DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO

técnicas e elementos nesta seara, seja para quaisquer atividades, deve ser ponderado e prezado pelo afastamento de possibilidades de lesões aos envolvidos, como gestão adequada aos riscos possíveis ou prováveis. Este fator se torna ainda mais relevante na sociedade contemporânea, e seu modo de produção adotado, pautado na continuidade da evolução tecnológica como fator de inovação. É neste contexto que a adoção do princípio da precaução na gestão de riscos no ambiente de trabalho, dada a falta de legislação e padrões específicos ou conhecidos, se destaca como mecanismo hábil à proteção do trabalhador, extensível, ainda, à toda a sociedade e ao meio ambiente. (MILARÉ; SETZER, 2006, p. 8).
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AS ÁREAS DE INFLUÊNCIA COMO FORMA DE PROTEÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL AO MEIO AMBIENTE URBANO

AS ÁREAS DE INFLUÊNCIA COMO FORMA DE PROTEÇÃO AO DIREITO FUNDAMENTAL AO MEIO AMBIENTE URBANO

Por essa lógica, o primeiro princípio a ser abordado será o princípio do meio ambiente ecologicamente equilibrado, cunhado a partir do art. 225 caput, da Constituição Federal, que possui status de direito fundamental da pessoa humana. Esse princípio refere-se ao reconhecimento do direito a um meio ambiente sadio que corresponde na realidade, a um prolongamento do direito à vida, tanto sob o aspecto da própria existência física do ser humano, como quanto à condição de dignidade assegurada à sua existência. Trata-se, sem dúvida, do princípio superior de todo o ordenamento jurídico ambiental, representativo por seu status de indiscutível cláusula pétrea, conforme se lê no artigo 60, §4º, IV, da Carta Magna.
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A proteção do direito fundamental à vida e as pesquisas com células-tronco embrionárias...

A proteção do direito fundamental à vida e as pesquisas com células-tronco embrionárias...

A dissertação trata do debate acerca do início da proteção do direito à vida e as consequências dessa proteção em relação às pesquisas com células-tronco embrionárias humanas, autorizadas no ordenamento jurídico brasileiro pelo artigo 5º, da Lei nº 11.105/2005, julgada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal em sede de controle concentrado de constitucionalidade. A abordagem, que se concentrou no estudo da doutrina, legislação e jurisprudência, tem caráter preponderantemente dogmático jurídico, nas dimensões analítica, empírica e normativa. As principais conclusões são as seguintes: o direito à vida garantido pela Constituição Federal, estruturalmente, consiste em um princípio, com âmbito de proteção amplo, ensejando a necessidade de sopesamento com outros valores protegidos pelo ordenamento jurídico para sua aplicação; dentre as possíveis interpretações acerca do que consiste esse direito, ele pode ser considerado como um direito à própria existência, um direito à vida digna e um direito à proteção em face do desenvolvimento da biotecnologia; o início da proteção do direito à vida e as pesquisas e terapias com células-tronco embrionárias são disciplinados no direito brasileiro por dispositivos internacionais e nacionais, tais como a Convenção Americana de Direitos Humanos, a Constituição Federal e a Lei nº 11.105/2005; o fato de o Supremo Tribunal Federal ter considerado constitucional o artigo 5º, da Lei nº 11.105/2005, em sede de controle concentrado, não afastou a aplicação da Convenção Americana de Direitos Humanos (a qual contém norma que protege o direito à vida, em geral, desde a concepção) e nem impediu um controle estatal e internacional efetivo sobre as pesquisas e terapias com células-tronco embrionárias a fim de resguardar, dentre outros aspectos, o direito à vida em um enfoque transindividual.
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Open A interferência da tributação indutora como estímulo do consumo de etanol como combustível de baixa emissão de carbono

Open A interferência da tributação indutora como estímulo do consumo de etanol como combustível de baixa emissão de carbono

A responsabilidade constitucional do Estado de zelar pela proteção ambiental acaba por resultar em políticas ambientais que visam o desenvolvimento sustentável. Esta proposição é resultante do fato de ser o meio ambiente é um bem público, passível de valoração, e sua não inclusão nos aspectos econômicos tem como resultado aumento da degradação. A hipótese do estudo centra-se no fato de que a ausência do princípio constitucional da proteção do meio ambiente no sistema tributário nacional e exclusão da tributação indutora na política nacional de desenvolvimento e da política nacional do meio ambiente acabam por induzir o consumo de bens e serviços danosos à preservação do meio ambiente e proteção dos recursos naturais. E tem como objetivo evidenciar que o instrumento da tributação extrafiscal labora como ferramenta de proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, funcionando na interferência direta de custos e preços sobre determinada atividade econômica por intermédio da majoração ou diminuição da carga tributária, de acordo com os interesses estatais. Especificamente pretende-se enunciar a formação dos preços dos combustíveis, em particular o etanol, com ênfase na tributação (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, principalmente) sendo usado como um mecanismo de preservação ambiental. Os resultados da analise demonstram que, utilizando-se desta ferramenta, é possível que o Estado consiga induzir uma prática “verde” no setor de combustíveis, levando- o a um desenvolvimento sustentável e também à proteção do meio ambiente.
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Proteção diferencial de transformadores de potência utilizando a transformada Wavelet

Proteção diferencial de transformadores de potência utilizando a transformada Wavelet

Cerca de 10% das faltas envolvendo o sistema elétrico ocorre em transformadores de potência. Portanto, a proteção aplicada aos transformadores de potência é essencial para garantir o funcionamento contínuo desse dispositivo e a eficiência do sistema elétrico. Dentre as funções de proteção aplicadas em transformadores, a proteção diferencial apa- rece como um dos principais esquemas, apresentando confiável discriminação entre faltas internas e faltas externas ou correntes devido à energização dos transformadores. Porém, ao utilizar as componentes de baixa frequência das correntes diferenciais que fluem pelo transformador, a principal dificuldade dos métodos de proteção diferencial convencionais consiste no atraso para detecção dos eventos. Contudo, faltas internas, faltas externas e demais distúrbios relacionados à operação do transformador apresentam transitórios, podendo ser apropriadamente detectados pela transformada wavelet. Neste trabalho é proposto o desenvolvimento de um esquema de proteção diferencial de transformadores baseado na transformada wavelet para rápida detecção e identificação de faltas externas, faltas internas e condições de energização do transformador usando a energia dos coefi- cientes wavelet das correntes diferenciais. Os resultados obtidos revelam as vantagens da utilização da transformada wavelet na proteção diferencial em relação à proteção conven- cional, uma vez que ela provê confiabilidade e rapidez na detecção desses eventos.
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O PRINCIPIO DA PROIBIÇAO DA PROTEÇAO INSUFICIENTE E O DIREITO FUNDAMENTAL AO  SUSTENTAVEL  Camila Savaris Cornelius, Rafaela Schmitt Garcia

O PRINCIPIO DA PROIBIÇAO DA PROTEÇAO INSUFICIENTE E O DIREITO FUNDAMENTAL AO SUSTENTAVEL Camila Savaris Cornelius, Rafaela Schmitt Garcia

Em relação à dimensão objetiva dos direitos fundametais, Flavio Alexandre Luciano de Azevedo e Luciana Aboim Machado Gonçalves da Silva apontam: “O reconhecimento da dimensão objetiva dos direitos fundamentais exige do Estado um comportamento positivo no sentido da promoção e da proteção desses direitos e coloca os direitos fundamentais na posição de sistema valorativo e de fundamento material de todo o ordenamento jurídico” In: AZEVEDO, Flavio Alexandre Luciano de; SILVA, Luciana Aboim Machado Gonçalves da. A DIMENSÃO OBJETIVA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS E SUA RELEVÂNCIA PARA A EFETIVAÇÃO DA CIDADANIA EM PAÍSES PERIFÉRICOS. In: CONPENDI/UFS. Eficácia dos direitos fundamentais e seus reflexos nas relações sociais e empresariais [Recurso eletrônico on-line] org: CONPEDI/UFS; Coords: Carlos Augusto Alcântara Machado, Clóvis Marinho de Barros Falcão, Cristhian Magnus De Marco–
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EM BUSCA DA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES NOS CONTRATOS CELEBRADOS   Adalberto Simão Filho, Osmar Fernando Gonçalves Barreto

EM BUSCA DA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES NOS CONTRATOS CELEBRADOS Adalberto Simão Filho, Osmar Fernando Gonçalves Barreto

Claudia lima (MARQUES, 2004), trazendo- nos o elemento “confiança” como o mais importante no comércio eletrônico e o paradigma novo e necessário para gerar a adaptação do atual direito do consumidor ao novo modelo de se exercitar a mercancia, informa que as técnicas legislativas de proteção aos consumidores visam principalmente a garantir a proteção da “vontade” protegida seja liberta das pressões e dos desejos impostos pela publicidade e por outros métodos agressivos de venda no mercado de consumo, com o intuito de se gerar uma vontade racional assegurada pela informação, lealdade e segurança nas contratações à distância.
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EFEITOS ULTRAPARTES DOS CONTRATOS:

EFEITOS ULTRAPARTES DOS CONTRATOS:

Oferece também, este princípio, a função de promoção de valores básicos do ordenamento. Desta forma, a proteção do Estado não se limita às partes contratantes. Além da proteção das pessoas envolvidas, para que seus interesses não sejam “devorados”, diante da inferioridade social, é exigindo dos contratantes um comportamento transparente, digno, em vista da dignidade da pessoa humana.

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A crise de legitimidade do direito penal na sociedade contemporânea

A crise de legitimidade do direito penal na sociedade contemporânea

Os interesses da sociedade contemporânea remetem à tutela de bens supra e transindividuais, sociais, comunitários, universais ou coletivos, destinando proteção a amplos setores. Esta tendência não é incompatível com a teoria do bem jurídico, pois seu objeto nunca foi determinar quais as lesões poderiam ser tuteladas pelo Direito Penal, e sim quais condutas não deveriam ser tuteladas, por inexistência de lesão significativa a um bem jurídico. O que ocorreu foi um desvirtuamento da tradi- cional teoria do bem jurídico para justificar a adoção de novas práticas totalitárias.
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A política indigenista, para além dos mitos da Segurança Nacional.

A política indigenista, para além dos mitos da Segurança Nacional.

Em termos gerais, o século XX parece ter caracterizado um novo padrão genérico de relações dos poderes públicos brasileiros com os povos indígenas. Se nos períodos históricos precedentes essa relação oscilava entre a ocasional aliança (ou confrontação) militar, a “domesticação” subjugadora e o simples extermínio, circunstancialmente determinados pelo contato dos agentes coloni- zadores, o século passado deu lugar ao fenômeno da “proteção”. Ambíguo em seu conteúdo, oscilando entre a tutela cerceadora e a promoção da autonomia relativa, a lógica da proteção significou, antes de mais nada (e no que podería- mos identificar como seus termos formais mais genéricos), o estabelecimento de uma relação direta, necessária e institucionalizada entre o Estado nacional e as populações indígenas. É compreensível que sua inspiração esteja no positivismo que embebeu a instituição militar e a tornou avalista de novas expectativas sobre a nacionalidade, com as quais a recente República ingressou no século XX.
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