Problemas do cotidiano escolar

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Experiência de ensino do basquetebol diante dos problemas do cotidiano escolar: resultados de uma pesquisa-ação

Experiência de ensino do basquetebol diante dos problemas do cotidiano escolar: resultados de uma pesquisa-ação

As práticas realizadas nas aulas ministradas indicaram, também, que é possível ensinar o basquetebol mesmo com uma infraestrutura precária, por meio de adaptações, apesar de não ser o ideal. A escola, por exemplo, não possuía tabela e improvisou-se com um arco – popularmente conhecido como bambolê – preso à trave para permitir que os estudantes experimentassem, dentro dos limites, a noção de arremesso. Quanto ao espaço físico, é importante salientar o que Damazio e Silva (2008, p. 193) apontam: [...] “os esforços dos professores, por mais criativos que sejam e diante dos mais belos ideais educativos, podem fracassar, caso não encontrem espaços e condições materiais para concretização de seus planos de trabalho”. Assim, acreditar que apenas a “criatividade” dos professores e professoras seja suficiente para resolver os problemas estruturais da escola é banalizar ou cair num romantismo pedagógico (DAMAZIO; SILVA, 2008).
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A Inteligência Humana e o Cotidiano Escolar

A Inteligência Humana e o Cotidiano Escolar

en el obje vo de muchos inves gadores a lo largo del empo. Gardner es una referencia en esta área por haber presentado una teoría que trasciende las habilidades lógicas del pensamiento como la forma más elevada del conocimiento humano, considerando diferentes manifestaciones de habilidades cogni vas no previamente clasifi cadas de esta manera. El concepto de Inteligencia está directamente relacionado con nuestra cultura y puede demostrarse mediante nuestra capacidad para resolver problemas, aprender y expresarnos de manera efi ciente, establecer relaciones entre los contenidos y pensar de manera abstracta. Todavía nos deparamos con individuos dentro del contexto escolar, que defi nen como inteligentes los estudiantes con buen rendimiento, lo que demuestra que el tema de la inteligencia se rige por paradigmas que aún deben ser superados. Sosteniendo la Teoría de Inteligencias Múl ples como una base pedagógica puede llevar al profesor a encontrar nuevas propuestas de ac vidades y diferentes formas de enseñar. El presente estudio inves gó el concepto de inteligencia de los profesores en la red municipal de Sorocaba. Fue posible observar que existe una tendencia intrínseca a comprender la inteligencia como un concepto más amplio y complejo, sin embargo, hay una falta de referencia teórica que soporta una prác ca pedagógica en este aspecto, con el obje vo de desarrollar las múl ples potencialidades de los estudiantes.
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Cultura e cotidiano escolar.

Cultura e cotidiano escolar.

As mudanças na história são, assim, trançadas em nosso dia-a-dia de modos não detectáveis no mo- mento mesmo de sua ocorrência, mas em lances que não prevemos, nem dos quais nos damos conta no momento em que se dão e onde se dão, mas que vão “acontecendo”. Os trabalhos que se preocupam com o cotidiano da escola e com os diferentes modos cul- turais aí presentes partem, então, da idéia de que é neste processo que aprendemos e ensinamos a ler, a escrever, a contar, a colocar questões ao mundo que nos cerca, à natureza, à maneira como homens/mu- lheres se relacionam entre si e com ela, a poetizar a vida, a amar o Outro. Ou seja, ao mesmo tempo que reproduzimos o que aprendemos com as outras gera- ções e com as linhas sociais determinantes do poder hegemônico, vamos criando, todo dia, novas formas de ser e fazer que, “mascaradas”, vão se integrando aos nossos contextos e ao nosso corpo, antes de se- rem apropriadas e postas para consumo, ou se acu- mulem e mudem a sociedade em todas as suas rela- ções. É, pois, assim que aprendemos a encontrar soluções para os problemas criados por soluções en- contradas anteriormente. No entanto, é preciso ter, de modo permanente, a atenção desperta, porque as ten- tativas de “aprisionar” este processo são violentas e moralistas, sempre. Mas o tempo todo, também, apa- recem maneiras de burlar o que querem “estabeleci- do”, “instituído” para sempre, surpreendendo até mesmo quem as empreende no que trazem de singu- lar, e mesmo nos modos como se generalizam.
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Fotografia, currículo e cotidiano escolar.

Fotografia, currículo e cotidiano escolar.

O importante a destacar aqui foram os usos que fizeram da câmera fotográ- fica. No arquivo, constituído por 75 fotos, 32 visavam denunciar as precárias condições em que se encontrava a escola e 3 retratavam essas mesmas condições no bairro. Doze fotos apontavam para problemas presentes na escola, tais como o uso de drogas, a corrupção e as pichações, e três problematizavam o caráter disciplinador da instituição escolar. Existiam também oito fotos que destaca- vam os trabalhos desenvolvidos por eles no interior da instituição e que abriam para uma análise acerca das práticas pedagógicas ali presentes. Um número significativo de fotos, 17, representava os momentos de descontração, grupos de alunos, de professores e funcionários, bem como os espaços de sociabilidade presentes na escola onde costumavam se reunir para conversar, cantar, tocar violão, etc.
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Os resultados do Ideb no cotidiano escolar.

Os resultados do Ideb no cotidiano escolar.

externas sobre o desempenho dos alunos da escola. Este artigo é parte integrante da pesquisa de mestrado em Educação Brasileira intitulada “Fatores intraescolares e desempenho escolar: o que faz a diferença?” que teve como objetivo identificar a influência dos fatores intraescolares sobre o desempenho dos alunos, em um con- texto real, a partir dos resultados apresentados pela escola no Ideb de 2005 à 2011. O campo escolhido para a investigação foi uma escola pública localizada em um dos menores municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro na Baixada Fluminense. Esta região é conhecida como a periferia da periferia (SOUZA, 2002), devido à fragilidade do seu processo de urbanização frente ao grande crescimento populacional desordenado. Caracteriza-se por se constituir em uma área carente do Estado com uma série de problemas de infraestrutura quanto ao saneamento básico, fornecimento de água e condições de moradia. Os indicadores socioeconômicos, segundo o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, 2004) e os estudos de Souza (2002), demonstram que a população da Baixada Fluminense necessita de melhorias em suas condições de vida, como na educação e na distribuição de renda, para que possa alcançar padrões mais elevados de qualidade de vida.
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Coordenação pedagógica, cotidiano escolar e complexidade

Coordenação pedagógica, cotidiano escolar e complexidade

Com um cotidiano envolvente e que, muitas vezes, impede e dificulta a concretização de projetos da escola, Placco (2010) afirma que o trabalho do coordenador pedagógico visa ao melhor planejamento possível das atividades da escola, necessitando que este analise suas ações do dia a dia e identifique quais aspectos e como podem ser aperfeiçoados ou organizados para um melhor resultado. Matus (1991 apud PLACCO, 2010) propõe quatro conceitos para caracterizar as atividades de trabalho utilizadas para a compreensão e transformação das ações cotidianas do coordenador pedagógico. As atividades de importância são as ações prioritárias para o atendimento das necessidades pedagógicas da escola, para a superação das dificuldades ou obstáculos que impedem a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem e, consequentemente, da escola. As atividades de rotina têm a função de manter o funcionamento da escola. Essas categorias de atividades são planejáveis previamente, constituindo-se como suporte da organização escolar. As atividades de urgência são as que atendem aos problemas-situações que não são previstos, necessitando a quebra de rotina e atraso, suspensão ou redirecionamento das atividades de importância. As atividades de pausa atendem as necessidades individuais como momento de recomposição de si mesmo, evitando um processo de estresse e ansiedade.
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A privacidade da miniatura: uma pesquisa em cotidiano escolar.

A privacidade da miniatura: uma pesquisa em cotidiano escolar.

Dentre os inúmeros movimentos que se processam na escola, neste texto me aproximo daqueles empreendidos pelos estudantes. Melhor dizendo, bus- co compreender, a partir das proposições de Certeau, a tessitura do cotidiano escolar tomando como referência o que é produzido tacitamente pelos alunos. Para isso, foi necessário considerar que o “espaço praticado” pelos estudantes dispõe de pelo menos uma característica interessante: sua visibilidade demanda certas disposições do observador para que não se converta em seu contrário, tornando-se invisível. Um espaço aqui tomado como miniatura, no sentido que lhe confere o dicionário – uma “obra de arte delicada e de pequenas dimensões”. Um espaço que não reproduz a sociedade mas que a contém, promovendo a mágica de subverter a posição hegemônica do maior em relação ao menor. No cotidiano escolar não são reproduzidos os problemas que afetam a sociedade, a escola não é uma macrofotografia do que se passa no mundo. Porém, não obstante sua reduzida dimensão, tais problemas estão também contidos nela.
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A negação do direito à diferença no cotidiano escolar.

A negação do direito à diferença no cotidiano escolar.

Não trago essas perguntas com a intenção de respondê-las, mas por entender que guardam problemas nos quais dialogam avaliação, qualidade e projeto edu- cacional. A avaliação educacional – seja da aprendizagem ou do sistema – tem, indiscutivelmente, importante papel na articulação de um projeto de educação de melhor qualidade do que o atual. Nossa educação ainda é altamente exclu- dente e guarda mecanismos que fazem renascer, sob novas configurações, o fracasso das classes populares, ainda que se reduzam os níveis de evasão e de repetência e se ampliem o acesso à escola e o tempo médio de escolarização. O projeto de educação permite, e muitas vezes estimula, a recomposição dos processos de exclusão ao produzir dinâmicas cujos resultados não garantem a efetiva apropriação dos conhecimentos pelas classes populares. A experiência no cotidiano escolar traz muitas evidências do descompasso entre o tempo de escolarização dos estudantes e sua aprendizagens e dados apresentados tanto pela PNAD (anteriormente referidos) quanto pelo INEP 5 corroboram essa
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Medo no cotidiano escolar de professores

Medo no cotidiano escolar de professores

Na pista de nossos medos, Duby (1997) relata os impasses, ansiedades e me dos coletivos, do início do segundo mi- lênio, e relaciona com os medos e ansieda- des da sociedade atual. Em sua análise de documentos referente ao período feudal, a res peito das condições históricas, aponta um momento de avanço tecnológico na agri cultura, em uma sociedade atormenta da pela fome, epidemias, guerras. Neste con- texto aparecem: o medo da miséria, me do do ou tro, das epidemias, da violência e do além. Na sociedade contemporânea, no con texto de transformações tecnológicas rá pidas, com novas formas de trabalho, de paramo-nos também com o medo da mi séria, das dife renças étnicas, da violência lo cal e global, do terrorismo, das guerras, com a in segurança, com problemas espi- rituais, ou seja, a sociedade con tinua a se debater com os mesmos medos.
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Cotidiano escolar e práticas pedagógicas

Cotidiano escolar e práticas pedagógicas

Resumindo as diversas definições, entende-se por prática pedagógica, a maneira pela qual os educadores inserem elementos no planejamento de rotina, que propiciem uma ligação de sucesso entre a teoria, a prática e a experiência individual de cada educando, estimulando a busca por respostas dos problemas mais desafiadores, levando-o a um posicionamento crítico frente à realidade. Agora que as definições de prática pedagógica já foram lapidadas, compreende-se melhor a evolução da prática pedagógica, analisando as diferentes configurações que vem assumindo no decorrer da história da educação.
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Democracia no cotidiano escolar

Democracia no cotidiano escolar

importante papel na melhoria do ensino. Numa conversa com o pesquisador, em 04 de março, ela admitiu haver pressões da rede para que fizesse um acompanhamento direto, assistindo as aulas dos professores. Para isso, precisava superar certo constrangimento, mas acreditava que as possíveis críticas ao trabalho docente contribuiriam muito à qualidade do ensino. Houve apenas um relato, da própria Professora Coordenadora, de haver assistido aula de um professor. Seu objetivo, então, fora observar o comportamento de um determinado aluno, que perturbava constantemente as aulas. O comentário foi feito numa reunião com a direção e a supervisão, em 05 de março de 2009. Carmem, então, suspeitava que o aluno tivesse TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade). Sugeriu que Dinaelza estudasse a questão abordando o problema nas reuniões de HTPC. Era preciso, segundo ela, explicar aos professores como trabalhar com alunos desmotivados e indisciplinados. Nesta ocasião, a Diretora pede à Carmem que assista à aula da professora Iara, pois ela não estaria conseguindo controlar a classe. Para Gerosina, “é o professor quem determina a direção da aula, não o aluno”. Apesar de ser atribuição da Professora Coordenadora, a observação de aulas não foi relatada pelos professores durante as observações. Entretanto, Dinaelza procurava manter uma boa relação com o corpo docente, evitando maiores constrangimentos. Mas a resistência foi percebida quando a Supervisora atendeu ao pedido de Gerosina. No dia 24 de abril de 2009, a professora Iara relatou aos professores que Carmem fora assistir sua aula dias antes. “Ela ficou sentada bem atrás e ficava falando com os alunos. Perguntava por que estavam tão atrasados com o conteúdo da apostila”. Iara, então, explicou que estivera de licença por algum tempo. O questionamento da Supervisora, ao cobrar o trabalho com a apostila, demonstraria o nível de dificuldade encontrada pelos professores em resistir à implantação do Currículo Oficial. Carmem também deixara claro à professora Iara que ela precisava manter a disciplina na sala de aula. Os maiores problemas com indisciplina, segundo a professora, eram no período noturno (que não faz parte desta análise), contudo há diversos relatos do grupo de professores e de funcionários que demonstram as dificuldades de trabalho encontradas neste período.
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O CONTEXTO ESCOLAR EM ANÁLISE: as práticas do Gestor Escolar e as mudanças no cotidiano escolar

O CONTEXTO ESCOLAR EM ANÁLISE: as práticas do Gestor Escolar e as mudanças no cotidiano escolar

A questão social também se tornou uma preocupação da Igreja Católica, a encíclica Rerun Novarun, além de denunciar a questão social, também criticava os princípios do liberalismo (lei do mercado) apresentando uma proposta de humanismo cristão, negando, desse modo, o capitalismo e o comunismo materialista. No entanto, Lima (1987) enfatiza que naquele período a ação social da Igreja no Brasil, se limitava às obras beneficentes realizadas pelas suas instituições e se mantinha afastada dos reais problemas dos operários. Contudo, houve reação à acomodação da Igreja em relação ao cenário de lutas. Um dos opositores foi o padre Julio Maria (1900), que desafiou a Igreja a se envolver nos problemas sociais, de forma que esta saísse do mundo de contemplação de seus templos e fosse ao encontro da realidade, que no momento estava saturada de problemas políticos e sociais (LIMA, 1987). Mas, face ao intenso movimento de trabalhadores, com greves e movimentos de anarquistas, comunistas e socialistas, especialmente em toda a Europa, a Igreja no Brasil sente-se incomodada e se posiciona contrária a esses movimentos que tendiam a se firmar também no Brasil.
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A INSERÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS NO COTIDIANO ESCOLAR.

A INSERÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS NO COTIDIANO ESCOLAR.

Segundo Silva (2003), o tratamento contextualizado do conhecimento “contempla e extrapola o âmbito conceitual” e, adequadamente trabalhado, também segundo a autora, “permite que, ao longo da transposição didática, o conteúdo de ensino provoque aprendizagens significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam relações entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade”. Para Santos e Schnetzler (2003, p. 31), ao se estabelecer uma “identificação cultural”, valorizada pela consideração das idéias dos alunos, o que lhes propicia condições para a busca de soluções aos problemas apresentados, possibilita-se a participação desses alunos no processo educacional, visando a construção de sua cidadania de forma integrada com a escola.
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Cotidiano escolar: cultura afro-brasileira no currículo escolar

Cotidiano escolar: cultura afro-brasileira no currículo escolar

Os educadores apesar das dificuldades enfrentadas em abordar a temática da diversidade cultura precisam agir com parcimônia e discernimento para que não reproduzam estereótipo de superioridade branca e consequentemente inferioridade do negro. Os Educadores não devem apenas inserir em sala de aula a temática da cultura afro-brasileira nos currículos do ensino fundamental e médio, mas desenvolver práticas educativas transformadoras que combata as formas de discriminação racial. Sendo assim, a problemática a ser pesquisada é: Os docentes cumprem seu papel de educador acolhendo a proposta da lei 10.639/03 de inserção nos currículos no cotidiano escolar de conteúdos que abordam questões africanas? Que fatores são responsáveis pela disseminação de interpretações racistas do material didático de conteúdos africanos distribuídos nas escolas?
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Problemas da avaliação escolar

Problemas da avaliação escolar

a) Preconceito de comportamento. Aqui o aluno bem comportado é preferido ao aluno mal comportado e conseqüentemente tira nota maior com o professor, este sendo parcial na sua avaliação. [r]

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O cotidiano escolar em cartas que se narram

O cotidiano escolar em cartas que se narram

Tudo ainda é novo, mas esses encontros, com as crianças, com o Grupo de Pesquisa, com os pesquisadores: do cotidiano, das infâncias, das crianças; essas experiências e muitas outras me permitem dizer, dizer o pensamento, em sentir a infância assim. Não mais como condição, mas como novidade de vida, que pode ter seu início nas crianças, mas que atravessa nossa existência e se faz, por isso a ideia de Walter Kohan (2003) acerca da infância é um marco fundamental que provoca uma mudança na minha rotina da sala de aula e aumenta o meu desejo de estudar e saber mais das crianças e o cotidiano escolar, que pensava conhecer e „dominar‟. Compreendo que vivo esse momento, quer seja na demonstração da descoberta ou na busca por elas. Na curiosidade ou no movimento que me faz retornar ao fundo dos quintais e remexer nas coisas que os adultos sempre deixam para trás.
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O gestor pedagógico no cotidiano escolar

O gestor pedagógico no cotidiano escolar

“A gestão democrática participativa valoriza a participação da comunidade escolar no processo de tomada de decisão e concebe a docência como trabalho interativo, aposta na construção coletiva dos objetivos e das práticas escolares, no diálogo e na busca de consenso” Nesse entendimento, o processo democrático, está fundamentado, em um processo de ações coletivas, onde as tomadas de decisões da comunidade escolar são realizadas coletivamente, de maneira que se possa reverenciar, uma maior integração, entre os indivíduos envolvidos no espaço escolar.
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TECNOLOGIAS NO COTIDIANO ESCOLAR: LIMITES E POSSIBILIDADES

TECNOLOGIAS NO COTIDIANO ESCOLAR: LIMITES E POSSIBILIDADES

Para Moran (2000, p. 32) com a utilização do computador, “o professor tem um grande leque de opções metodológicas, de possibilidades de organizar sua comunicação com os alunos, de introduzir um tema, de trabalhar com os alunos presencialmente e virtualmente, e de avaliá-los.” Todavia, mesmo com tantas possibilidades, evidenciamos em nossa pesquisa que o computador ainda não foi integrado ao currículo escolar da escola Primavera. Nesse sentido, buscamos conhecer quais são os múltiplos determinantes que se configuram na prática educativa apoiada no uso do computador. Embora não seja possível reconhecer todos os fatores que possibilitam ou impedem que os recursos tecnológicos possam ser integrados às práticas pedagógicas, - não apenas como mais um meio, sem significado na construção do conhecimento, mas que faça a diferença nas ações docentes -, buscaremos destacar a partir de posições analíticas alguns deles.
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Mito e Educação no Cotidiano Escolar

Mito e Educação no Cotidiano Escolar

Quando falamos em mito, pensamos na origem das coisas; quando fala- mos em cotidiano, pensamos na atualidade de que se revestem essas coisas. No entanto, para entendermos, algumas vezes, expressões utilizadas pelo povo é pre- ciso conhecer as narrativas que nos contam a origem do mundo onde habitamos. Assim, modernamente, podemos dizer que o mito sobrevive em calendá- rios, na liturgia, em cerimônias oficiais, preso aos rituais que comandam tais ocorrências, nas sociedades avançadas em que o homem, curvado sob o peso do tecnicismo e da barbárie mecanicista, é subjugado pelo progresso feroz que o encurrala e o faz desempenhar o papel de aprendiz de feiticeiro.
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Leitura e escrita no cotidiano escolar.

Leitura e escrita no cotidiano escolar.

A reflexao sobre o processo de elaboracao do conhecimento pela crianca possibilita-nos perceber que a aquisicao da leitura ultrapassa a concepcao traditional de alfabetizacao que tem c[r]

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