Processo de compostagem.

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NECESSIDADES DE AREJAMENTO NO PROCESSO DE COMPOSTAGEM

NECESSIDADES DE AREJAMENTO NO PROCESSO DE COMPOSTAGEM

Quadro 2.1 – Cronograma das fases de trabalho. ........................................................................ 6 Quadro 4.1 – Delineamento experimental. ................................................................................ 34 Quadro 4.2 – Revolvimentos e das recolhas de amostras da Pilhas 1. ....................................... 38 Quadro 4.3 – Revolvimentos e das recolhas de amostras das Pilhas 2 e 3................................. 38 Quadro 4.4 – Arejamento da Pilha1. ........................................................................................... 39 Quadro 4.5 – Arejamento das Pilhas 2 e 3. ................................................................................. 39 Quadro 4.6 – Métodos de análise ............................................................................................... 40 Quadro 5.7 – Equações estequiométricas das reacções ao longo do processo de compostagem para o Substrato 1. ...................................................................................................................... 63 Quadro 5.8 – Equações estequiométricas das reacções ao longo do processo de compostagem para o Substrato 2. ...................................................................................................................... 64 Quadro 5.9 – Equações estequiométricas das reacções ao longo do processo de compostagem para o Substrato 3. ...................................................................................................................... 64 Quadro 5.10 – Parâmetros cinéticos de SVB, nas Pilhas 1, 2 e 3. ............................................... 81 Quadro 5.11 – Parâmetros cinéticos de CO2, nas Pilhas 1, 2 e 3. ............................................... 83 Quadro 5.12 – ar e,méd , ar h,méd , ar t,mé d, Q l,méd , C evp,água,méd , v SVB,méd , v CO2,méd , TA méd E global , TA méd H global e
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Aceleração do processo de compostagem de lodos gerados em reatores UASB com inóculo comercial

Aceleração do processo de compostagem de lodos gerados em reatores UASB com inóculo comercial

A avalição do pH nas duas leiras de compostagem demonstraram que potencial hidrogeniônico apresentou valores mais elevados no início do processo de compostagem e sucessivamente diminuição no decorrer do processo de degradação da matéria orgânica. Beck-Friiset et. al. (2013) evidenciam que este fenômeno ocorre pelo fato de o processo de compostagem gerar ácidos orgânicos de cadeia curta. Komilis et. al. (2004) e Li et. al. (2013), complementam que pH em faixas ácidas diminuem significativamente a atividade dos microrganismos, no entanto como pode ser verificado no Gráfico 4, a variação do pH ocorreu na faixa situada entre 6 e 9. Mancini et. al. (2007) demosntram que esta faixa de variação é ideal para o processo de degradação da matéria orgânica e não traz prejuízos aos microrganismos. O controle deste parâmetro é a garantia de um ambiente propício para a sobrevivência e proliferação bacteriana, com valores ideais de pH encontrando-se em torno de 7,0, ou seja, pH neutro.
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Emissões de gases no processo de compostagem de dejetos suínos

Emissões de gases no processo de compostagem de dejetos suínos

de compostagem de dejetos suínos. A pesquisa foi realizada no campo experimental da Embrapa Suínos e Aves localizada em Concórdia – SC onde foram construídas leiras de compostagem para tratamento dos dejetos suínos com volume de 2,52m 3 instaladas no interior de túneis revestidos com polietileno transparente. A maravalha foi utilizada como substrato para a formação da biomassa nas leiras. O processo de compostagem foi dividido em duas fases, caracterizadas como fase de absorção e fase de maturação. Semanalmente foram coletadas amostras da biomassa e dos dejetos aplicados nas leiras e analisadas no laboratório físico-químico da Embrapa para acompanhamento do comportamento do pH e da concentração de nutrientes. A emissão de gases foi medida de forma independente, a cada 4 min., em cada um dos túneis com o uso do analisador de gases INNOVA 1412. Os resultados do balanço de massa indicaram um erro médio de 10% na determinação das emissões de H 2 O na forma de vapor (diferença entre a entrada e
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DISSERTAÇÃO_Caracterização das comunidades de bactérias responsáveis pela biodegradação de resíduos orgânicos no processo de compostagem

DISSERTAÇÃO_Caracterização das comunidades de bactérias responsáveis pela biodegradação de resíduos orgânicos no processo de compostagem

O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo e a agricultura é uma das principais bases da sua economia. Ainda assim, os grandes gargalos que se fazem presente são a taxa de desperdício, o volume de resíduo orgânico gerado e seu tratamento adequado. Visto o grande problema em questão, percebemos a importância de se reduzir a geração de resíduos na origem como primeira alternativa, e não sendo possível, buscar alternativas como a compostagem para alcançar a sustentabilidade. A degradação desse material é normalmente realizada por processos biológicos e por isso se faz importante os estudos quanto a microbiota presente no processo de compostagem, assim como a influência físico-química presente ao longo do tempo. O trabalho objetiva caracterizar o processo de compostagem quanto aos parâmetros microbiológicos e físico-químicos para a produção de um composto de qualidade que possa ser reutilizado e que amenize um problema que é o acúmulo indevido de resíduos. Conhecer e estudar sua biodiversidade nos diferentes tratamentos: comercial e não comercial, assim como isolar, caracterizar e identificar esses microrganismos. Além de verificar a otimização do tempo de processo da compostagem entre os tratamentos. Em um primeiro momento abordaremos o assunto com um referencial teórico mensurando os principais pontos e as informações mais relevantes a respeito da técnica, no que tange principalmente a realidade de Minas Gerais, quanto as usinas de compostagem e em seguida apresentaremos o experimento conduzido no departamento de Biodiesel da Universidade Federal de Lavras em estufa, sob condições controladas de temperatura, irrigação e aeração, e as posteriores análises físico- químicas e microbiológicas realizadas no Departamento de Microbiologia Agrícola. Foi utilizado como matéria prima, resíduos alimentares do restaurante
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Monitoramento e avaliação do processo de compostagem com incorporação de resíduos de gesso de construção civil

Monitoramento e avaliação do processo de compostagem com incorporação de resíduos de gesso de construção civil

O processo de compostagem durou cerca de 120 dias, período o qual foi observado que o composto foi curado e estabilizado, devido à temperatura na massa decomposta atingir um valor próximo a temperatura ambiente. Ao final do experimento foram realizadas análises laboratoriais dos parâmetros a serem analisados, conforme estabelecido no anexo III da Instrução Normativa nº 25, de 23 de julho de 2009 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, qual traz parâmetros aos fertilizantes orgânicos mistos e compostos, sendo a Umidade, Nitrogênio total, Carbono orgânico (C), Capacidade de troca catiônica (CTC), pH, Relação C/N e relação CTC/C (BRASIL, 2009).
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Temperatura de degradação de resíduos em processo de compostagem e qualidade microbiológica do composto final.

Temperatura de degradação de resíduos em processo de compostagem e qualidade microbiológica do composto final.

processo de compostagem com lodo, para 2 UFC g -1 após a temperatura da leira atingir 60 °C, não sendo mais identiicada ao inal do processo. Não foram observados ovos viáveis de helmintos no conteúdo do lodo que foi misturado à leira de compostagem, bem como ao inal do processo. No entanto, como a amostra do início do processo não foi avaliada quanto à presença de ovos de helmintos, também não se pode airmar que as altas temperaturas da fase termofílica do processo de compostagem tenham sido responsáveis pela eliminação dos ovos. Silva et al. (2008) consideraram o pH e as interações interespecíicas durante o processo de compostagem com lodo como fatores adicionais, além da temperatura, para a eliminação total de ovos de helmintos durante o experimento. Por outro lado, Koné et al. (2007) não obtiveram sucesso na eliminação total de ovos de helmintos de compostagem com lodo de origem fecal detectando, ao inal do processo, valores abaixo de 1 ovo g -1 de composto.
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Investigação do potencial celulolítico de bactérias oriundas de processo de compostagem

Investigação do potencial celulolítico de bactérias oriundas de processo de compostagem

Organismos adaptados a altas temperaturas obtêm uma vantagem competitiva e, gradualmente, substituem a flora mesofílica, quase inteiramente até o final do processo. Organismos mesófilos morrem e são degradados por organismos termófilos, juntamente com o restante do substrato facilmente degradável. A decomposição continua rapidamente e acelera até atingir uma temperatura em torno de 62 °C. Temperaturas elevadas geralmente inibem o crescimento de fungos, e as bactérias termoloterantes e termofílicas permanecem ativas também em altas temperaturas. Apesar da destruição de muitos micro-organismos acima de 65 °C, a temperatura pode aumentar ainda mais, podendo exceder 80 °C. É provável que este aumento de temperatura não seja devido à atividade microbiana, mas sim a efeitos de reações abióticas exotérmicas em que enzimas estáveis a altas temperaturas podem estar envolvidas. A fase termofílica é importante para higienização do processo de compostagem. Nesta fase, patógenos humanos e de plantas são destruídos e ervas daninha e larvas de insetos são mortas. Além da temperatura elevada na fase termofílica, a presença de uma microbiota muito específica, composta principalmente de actinobacterias, é importante para higienização devido a produção de antibióticos muito comum por este grupo de micro-organismos (INSAM e BERTOLDI, 2007). Como resultado do início da depleção da matéria orgânica, a temperatura começa a decrescer, dando fim ao processo da compostagem (HASSEN et al., 2001).
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Avaliação do método respirométrico pelo acompanhamento e controle de processo de compostagem de lodo de esgoto

Avaliação do método respirométrico pelo acompanhamento e controle de processo de compostagem de lodo de esgoto

Desta forma optou-se por trabalhar, como resíduo principal, com bagaço da cana-de-açúcar, encontrado em abundancia no País em função da produção, em larga escala, de etanol e açúcar, sendo destinados, em sua maior parte, na produção de energia elétrica, através da incineração, além de outros materiais com as mesmas características físicas/químicas e quantidade de massa(kg) que os materiais utilizados em experimentos realizados no ano de 2009, para que fosse avaliada a aferição do equipamento, considerando que houve a substituição do reator empregado no processo de compostagem. A Tabela 16 descreve os materiais que foram utilizados no processo experimental de compostagem e que podem ser observados nas Figuras 34 a 37.
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Valorização de resíduos provenientes da atividade no setor avícola: aplicação do processo de compostagem

Valorização de resíduos provenientes da atividade no setor avícola: aplicação do processo de compostagem

O azoto é o nutriente com maior influência nas produções agrícolas e hortícolas, razão pela qual lhe é dada uma grande importância, mesmo entre os macronutrientes principais. De entre as várias formas de azoto podem distinguir-se o azoto orgânico e o azoto inorgânico, o qual se encontra subdividido nas formas amoniacal, nítrica e nitrosa. A sua utilização em excesso pode no entanto causar impactes ambientais resultado da mobilização de nitratos através de lixiviados, sujeitando assim solos e águas subterrâneas a contaminação (Santos, 2007). Da mesma forma que é importante determinar o teor em azoto é igualmente importante relacioná-lo com o teor em carbono, porém é importante perceber que esta relação não pode ser considerada um indicador absoluto do estado de maturação do composto. Enquanto para muitas situações de aplicação do processo de compostagem a razão inicial rondará os 35-40, passando após o processo para uma gama de 18-20, quando se inicia o processo com materiais ricos em azoto começa-se geralmente com relações C/N bastante baixas e que apresentam uma tendência crescente relacionada com a perda de azoto (Brito, 2007).
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Potencial de contaminação do solo após processo de compostagem em pátio não impermeabilizado

Potencial de contaminação do solo após processo de compostagem em pátio não impermeabilizado

O presente trabalho foi conduzido nas dependências da Universidade Federal de Lavras – (UFLA), no Campo Experimental de Tratamento de Resíduos Sólidos I (CETRES I), unidade vinculada à Diretoria de Meio Ambiente da UFLA. As coordenadas geográficas do local são latitude 21º 13’ 31” S, longitude 44º 57’ 30” W, altitude média de 983 metros e área encontrava-se a céu aberto. O experimento foi dividido em três etapas: caracterização dos resíduos orgânicos a serem utilizados na compostagem, execução em campo do tratamento dos resíduos por meio do processo de compostagem, e análise do solo a 0,20 e 0,50 m de profundidade antes e após a realização do experimento, a fim de identificar as concentrações de nitrato, sódio, potássio e fósforo no perfil do solo.
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Extração e identificação de material lignocelulósico presente durante o processo de compostagem

Extração e identificação de material lignocelulósico presente durante o processo de compostagem

Conforme IGLESIAS et al, (1997) a fermentação anaeróbia de um resíduo concentrado produz maior alcalinidade que um resíduo diluído. No entanto, ao pensarmos no início do processo de compostagem há uma série de compostos e substâncias passando por degradações ou transformações em sua estrutura, tais como: lipídios, hemicelulose, celulose, lignina, liberação de ácidos orgânicos: ácido acético, amônia entre outros; desta maneira, os resíduos do começo deste processo (cru, 15; 30 e 60 dias) podem ser classificados como diluídos. Enquanto que os resíduos no final da compostagem (90 e 120 dias) não possuem uma gama de compostos como no seu começo, pois microrganismos agem na M.O de fácil degradação, restando ao final, compostos modificados como: celulose e lignina e liberação de carbonatos (como foi demonstrado por curvas DSC, vide Figuras 29-34) e, portanto, pode-se assim dizer que os resíduos com maiores tempos de compostagem são mais concentrados, já que possui menos substâncias como constituintes.
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Processo de compostagem doméstica como instrumento de educação ambiental para a terceira idade

Processo de compostagem doméstica como instrumento de educação ambiental para a terceira idade

Devido ao consumo exacerbado, a geração de resíduos orgânicos alimentares presentes no lixo domiciliar aumenta, fazendo com que sua coleta e disposição final sejam um problema de difícil solução, com consequentes riscos de poluição do solo e das águas e implicações na qualidade de vida da população. Como alternativa para minimização deste problema, destaca-se o processo de compostagem em pequena escala, que possibilita destino adequado para o material descartado, atuando na fonte geradora, as residências, contribuindo para a redução do volume original de resíduos, sem necessidade de transporte, além de evitar a degradação ambiental e permitir a obtenção de fertilizantes. Assim, a compostagem também atua como uma importante ferramenta de educação ambiental à medida que o próprio gerador acompanha as fases de produção e seus resultados e por isso tem grande potencial de disseminação junto à população. Este trabalho corresponde a um projeto de Educação Ambiental realizado com um grupo de terceira idade na cidade de Santa Cruz do Sul, RS, Brasil, desenvolvido com intuito de envolver esta comunidade nas questões ambientais, principalmente na problemática que envolve a inadequada disposição de resíduos. O trabalho de compostagem foi apresentado ao grupo, como alternativa que possibilita o tratamento dos resíduos sólidos orgânicos alimentares gerados nas residências de cada indivíduo e pelo grupo durante suas reuniões-almoço. Foi possível intensificar a prática de compostagem, com envolvimento dos participantes, proporcionando um trabalho ambiental em conjunto e tendo como consequência o tratamento do resíduo sólido, desvio destes do aterro controlado, além da conscientização ambiental. O tratamento resultou em um produto utilizado como adubo orgânico nas próprias residências. A compostagem mostrou-se uma ferramenta eficaz na difusão da Educação Ambiental para grupos de terceira idade, verificada pela receptividade das orientações já que a maior parte do grupo já praticava desde muito antes de se falar em Educação Ambiental a separação do lixo e a compostagem doméstica.
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Alterações nas características físicas do material orgânico submetido ao processo de compostagem

Alterações nas características físicas do material orgânico submetido ao processo de compostagem

Em sistemas de compostagem por leiras estáticas aeradas, tem sido observada redução tanto de volume como de massa do material. A redução no volume de material ao longo do processo de compostagem varia com o tipo de sistema adotado, segundo Yue et al. (2008), dentre os sistemas de compostagem por aeração natural, leiras estáticas aeradas e sistema Windrow, o último proporciona maior redução de volume no material, que pode chegar a até 83% do volume inicial. Yue et al. (2008), ao estudarem a compostagem de lodo de esgoto misturado com palha de milho e serragem de madeira, observaram maior redução de volume no material em que a mistura do lodo foi feita com palha de milho, e que o aumento na proporção do agente estruturante na mistura proporcionava menores reduções no volume do material, ao longo do processo de compostagem. Orrico Júnior
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Efeito do uso de aditivos químicos no processo de compostagem de dejetos suínos

Efeito do uso de aditivos químicos no processo de compostagem de dejetos suínos

 Temperatura: as temperaturas indicam a ocorrência da degradação da matéria orgânica durante o processo de compostagem, pois são resultado da atividade microbiológica. Estas devem atingir valores entre 40 a 60 o C no terceiro dia após a iniciação do processo de compostagem. Caso isto não ocorra é sinal de que algum parâmetro físico-químico, tal como umidade, relação C/N, concentração de nutrientes ou pH não está adequado. Durante o processo de oxidação da matéria orgânica as temperaturas termofilicas (40 a 60 o C) serão mantidas enquanto existir fonte de carbono prontamente disponível; fase que deve ser mantida pelo período mais longo possível. Com a exaustão da fonte de carbono mais facilmente disponível, as temperaturas decaem (abaixo de 38 o C) e inicia-se a fase de maturação, permitindo que o carbono remanescente (ligado à estruturas mais resistente como lignina e celulose) possa ser degradado (PEREIRA NETO, 1996);
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A utilização do processo de compostagem para tratamento de lodo de estação de tratamento de efluentes

A utilização do processo de compostagem para tratamento de lodo de estação de tratamento de efluentes

A geração de resíduos de forma desmedida sem oposição aos despejos em recursos hídricos e suas consequências negativas à saúde pública e ao meio ambiente esta fazendo com que o homemmude asse sua forma de agir e busque novas alternativas para tratar seus resíduos. Através de uma pesquisa baseada em práticas e informações da empresa Farol Indústria e Comércio S.A localizada na região Oeste de Santa Catarina, objetivou-se demonstrar a viabilidade sócio-ambiental e econômica da aplicação do processo de compostagem para tratamento de lodo provenientes de estações de tratamento de efluentes. Utilizando o acompanhamento de laudos laboratoriais da empresa foi realizado um estudo comparativo com a legislação do Ministério da Agricultura afim de avaliar os padrões de qualidade do composto pronto. Os parâmetros analisados são parâmetros físico químicos, metais pesados e microbiológicos. Constatou-se quanto à segurança ambiental a estabilização e a higienização de lodo resultam em um produto seguro com inúmeras vantagens agronômicas e atendem a padrões regulamentados pela legislação e bibliografia pertinente. O produto estabilizado o torna mais seguro ambientalmente, traz benefícios sociais e aumenta seu valor comercial, desta forma, a compostagem apresenta-se como uma técnica viável sócio ambiental, mas tornou-se questionável financeiramente.
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O TRATAMENTO DA CAMA DE EQUINOS ATRAVÉS DO PROCESSO DE COMPOSTAGEM

O TRATAMENTO DA CAMA DE EQUINOS ATRAVÉS DO PROCESSO DE COMPOSTAGEM

Esse processo propicia diversas vantagens ambientais, onde se destacam a decomposição da matéria orgânica deteriorada para um estado estável, a reciclagem de nutrientes, o aumento da vida útil dos aterros sanitários e a redução da emissão de gás metano, resultante de processos anaeróbicos de decomposição (GONÇALVES, 2014). É interessante ressaltar que o processo de compostagem não ocorre apenas com a adição e mistura de materiais orgânicos em pilhas, mas envolve a escolha dos materiais, seleção do sistema de compostagem, o local onde será realizado e a disponibilidade desses materiais para que o processo se complete.
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Estudo do comportamento do resíduo papel no processo de compostagem

Estudo do comportamento do resíduo papel no processo de compostagem

47 não degradável no processo de compostagem, essencialmente devido à sua complexa estrutura polimérica e que a torna muito resistente à degradação. Por outro lado, outros estudos, afirmam que a fase termófila da compostagem foi encarada como sendo essencial para a degradação desta. Assim, Sung e Ritter (2008) desenvolveram um estudo com os objectivos específicos de comparar a degradação de três produtos de papel diferentes, especificamente, pratos de papel vulgar, pratos derivados da Earthshell® 8 e um produto de papel biodegradável comercial no processo de compostagem, de forma a acompanhar as alterações nos materiais durante a compostagem, tais como o tamanho de partícula, a temperatura, o pH, e as composições químicas e, ainda conduzir experiências de crescimento em vaso utilizando o composto resultante. As experiências de compostagem foram realizadas em pilhas cujos principais ingredientes, para além do papel, incluíram resíduos alimentares, estrume de curral e silagem. O composto final foi misturado com uma argila arenosa de sassafrás em diversos rácios para avaliar o crescimento de plantas de milho e de tomates em ensaios em vaso. Deste estudo, concluíram que os três tipos de papel, pratos de papel vulgar, pratos derivados da Earthshell® e um produto de papel biodegradável comercial, foram efectivamente compostados para um estado irreconhecível, o que implica um sucesso da desintegrabilidade e, pela análise dos dados da temperatura, a desejada condição termófila foi alcançada. A partir da análise final do composto, as concentrações dos metais pesados eram abaixo do nível fitotóxico, contudo, devido à alta concentração em sal, o composto final é recomendado como correctivo do solo. Da experiência em vaso, a adição de 25% do composto pode ser considerada
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Considerações gerais sobre a aplicação de esterco no processo de compostagem dos resíduos de poda e capina

Considerações gerais sobre a aplicação de esterco no processo de compostagem dos resíduos de poda e capina

Desde a década de 1960, a compostagem tem sido considerada um processo atrativo para estabilizar a fração orgânica dos resíduos sólidos urbanos. O interesse na compostagem resultava na esperança de vender o produto acabado, como corretivo orgânico do solo, com algum lucro. Todavia, na década de 1970 e 1980, a compostagem, nos países desenvolvidos, perdeu a sua popularidade como método de gestão dos resíduos urbanos, principalmente porque a qualidade dos resíduos se tornou cada vez mais inadequada para o processo de compostagem e, também, devido à inexistência de mercado para o produto acabado. Desde a década de 1990, a pressão exercida para a utilização de métodos com menor impacto ambiental conduz a um novo interesse no processo de compostagem, particularmente em relação à reciclagem dos resíduos e dos efluentes urbanos e industriais.
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Aplicação do processo de compostagem na estabilização de dejectos de coelho

Aplicação do processo de compostagem na estabilização de dejectos de coelho

Até aos finais da década de 1960, a compostagem foi considerada como um processo atractivo para estabilizar a fracção orgânica dos resíduos sólidos urbanos. O interesse na compostagem resultava na esperança de vender o produto acabado, como correctivo orgânico do solo, com algum lucro. Todavia, na década de 1970 e 1980, a compostagem, nos países desenvolvidos, perdeu a sua popularidade como método de tratamento na gestão dos resíduos urbanos, principalmente porque a qualidade dos resíduos se tornou cada vez mais inadequada para o processo de compostagem e, também, devido à inexistência de mercado para o produto acabado. Também pelo facto da compostagem ser um processo moroso, e pela disponibilidade e facilidade de adquirir fertilizantes sintéticos no mercado, este processo foi conduzido ao abandono por todo o planeta. Na década de 1990 até aos nossos dias, a pressão exercida para a utilização de métodos com menor impacte ambiental conduz a um novo interesse no processo de compostagem, particularmente em relação à reciclagem dos resíduos e dos esgotos urbanos e industriais (url 9).
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Desenvolvimento de um sistema de monitorização para um processo de compostagem

Desenvolvimento de um sistema de monitorização para um processo de compostagem

O amoníaco é parcialmente responsável pelos problemas de odores comuns no processo de compostagem, podendo mesmo ter impactos na saúde humana (Komilis et al, 2000). Essa libertação além de diminuir o teor em azoto do composto, pode contribuir para a poluição do ar, acidificação das chuvas e do ambiente e formação de aerossóis, sendo este processo de perda de azoto considerado crítico, condicionando o potencial fertilizante do composto final (Paillat et al, 2005). A libertação de amoníaco torna-se mais provável quando o teor em azoto do resíduo é superior a 2,4%, pois a quantidade que excede o necessário para os microrganismos incorporarem na sua massa celular será libertada na forma de NH 3 (Corrente et al, 2001).
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