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Jovens empreendedores e o processo de criação de empresas.

Jovens empreendedores e o processo de criação de empresas.

O processo de criação de uma nova empresa é dinâmico, complexo e não li- near (BRUYAT; JULIEN, 2001; DELMAR; SHANE, 2002; FAYOLLE; FILION, 2006). Apesar dessa complexidade, alguns autores do campo do empreendedo- rismo – objetivando facilitar a compreensão e o estudo do fenômeno – tentam esquematizar esse processo dividindo-o por etapas ou fases que explicam o pro- cesso de criação de uma nova empresa. Um modelo por etapas clássico é o de Churchill e Lewis (1983); tal modelo tem cinco etapas (existência, sobrevivência, sucesso, crescimento e maturidade) e não trata apenas da fase de criação da em- presa, mas de seu ciclo de vida completo. Outros autores se concentraram espe- cifi camente na fase de criação (veja no Quadro 1 dez exemplos).
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O performador atômico e o processo de criação em cadeia

O performador atômico e o processo de criação em cadeia

92 "tempo" seria uma variável fundamental para o desenvolvimento de uma série de ações que permeariam a realização do processo de criação em cadeia, dentre elas: 1) os artistas precisavam se familiarizar com a noção de performador atômico; 2) os artistas precisavam se familiarizar com o funcionamento do processo de criação em cadeia; e 3) o coletivo de performadores atômicos precisaria permanecer trabalhando por algumas semanas, talvez meses, em cada etapa do processo, para que uma investigação mais criteriosa e profunda pudesse ser desenvolvida, e para que o material produzido em cada etapa pudesse ser qualificado. Logo entendi que a pesquisa sobre o performador atômico e o processo de criação em cadeia seria uma tarefa para além de meu mestrado, que abrangeria meu doutorado e, certamente, toda minha carreira como artista-pesquisador. Vencida a frustração, reelaborei meus objetivos de forma a torná-los mais palpáveis à minha pesquisa de mestrado e ao escasso tempo do qual dispunha, e elegi dois objetivos principais que eu gostaria de alcançar: 1) elaborar uma primeira formulação teórica para as noções envolvendo o performador atômico e o processo de criação em cadeia; e 2) realizar uma primeira experimentação do processo de criação em cadeia. Uso as expressões "primeira formulação" e "primeira experimentação" porque certamente minhas formulações teóricas e minha prática criativa relativas ao performador atômico e ao processo de criação em cadeia sofrerão modificações futuras, com o intuito de constantemente refiná-las. Sendo assim, os resultados das ações descritas nas seções a seguir desviam-se em diversos momentos das estruturas ideais propostas por mim nos capítulos 1 e 2 desta dissertação. Minha herança laboratorial das ciências exatas tranquilizou-me com relação a este fato. É importante que todo cientista tenha em mente que, em qualquer pesquisa, há o plano ideal, que nos impulsa e renova nossas esperanças, mas há o plano real, que está sempre sujeito à ação do acaso.
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O olhar feminista e o processo de criação de Deslady

O olhar feminista e o processo de criação de Deslady

Macbeth não tem uma personagem palhaço, mas a opção por palhaçaria, no processo de criação de Deslady, pressupõe uma relação com os clowns shakespea- reanos. Pesquisadores(as) tendem a dividir a ocorrência de palhaços na dramaturgia de William Shakespeare em dois grandes grupos: o dos toscos (rustics) e o dos bobos (jesters e/ou fools), sempre homens provocadores de estranhamento social no drama satírico (Dorneles, 2003; Ramalho, 2009). A função dos toscos é provocar o riso e estão associados a algum comportamento característico de pessoas não perten- centes à corte, as quais se expressam em linguagem de seu grupo cultural e são percebidas como ingenuas ou ignorantes. Quanto aos bobos, acredita-se que apenas divertiam as cortes da Inglaterra desde o século XII, fossem eles classificados como naturais ou como artificiais. Os bobos naturais eram tratados como mascotes e, hoje, seriam considerados vítimas de abuso e booling, pois muitos eram deficientes físicos e/ou mentais, expostos ao ridículo para alimentar o riso preconceituoso. Os bobos artificiais como Touchstone (de Como Gostais), Feste (de Twelfth Night) e o bobo anônimo de Rei Lear aparecem com mais frequencia nas peças de Shakespeare e se diferenciam como pensadores à margem do sistema (outsiders), por sua sabedoria, humor e perspicácia, sempre questionando as lógicas de poder. 7
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O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SOROCABA

O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SOROCABA

RESUMO: O trabalho, que se relaciona a uma pesquisa de Doutorado que está em andamento, procura analisar o processo de criação da Universidade de Sorocaba, no período de 1988 a 1994. A pesquisa foi realizada nos arquivos da Universidade e do jornal Cruzeiro do Sul, e na Biblioteca Aluísio de Almeida, por meio de consulta a Boletins Internos, Cadernos da Uniso, jornais da época, documentos escritos, livros, dissertações e teses. Foram, também, realizadas entrevistas com pessoas envolvidas no processo. Ao analisar esse processo de criação da Universidade, com a transformação de Faculdade isolada em Faculdades Integradas e depois em Universidade Comunitária, o artigo visa compreender as razões para a criação da Universidade de Sorocaba. Os primeiros resultados, já que a pesquisa se encontra em andamento, evidenciam que, na época, a criação da Universidade era um desejo e necessidade da cidade de Sorocaba. A cidade e o entorno justificavam uma Universidade, pois a demanda era expressiva, tendo em vista que uma parcela significativa de alunos cursava faculdades fora da cidade; ainda, por não haver uma Universidade, diversificação de cursos e uma instituição pública; mas o momento não era favorável à criação de uma universidade pública.
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Processo de criação na gravura digital

Processo de criação na gravura digital

Durante as aulas da disciplina Ateliê de Gravura, os estudantes vivenciaram diferentes métodos no processo de criação. As gravuras produzidas demonstram as possibilidades metodológicas no ensino de arte, como campo fértil para novas mudanças acerca das nossas percepções e concepções da linguagem visual. Os estudos teóricos e práticos dos processos da gravura possibilitaram aos estudantes experiências significativa em sua formação. O ensino de artes visuais, no processo de criação com a gravura, possibilitou uma avaliação que se configurou por todo processo que os alunos percorreram: nos estudos teóricos, na pesquisa e experi- mentação de diferentes métodos e materiais na produção das gravuras. Na sociabilização de informações e experiências, construímos novos saberes, através da visão de mundo e da diversidade cultural dos indivíduos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.
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Aprender a desaprender no processo de criação do espetáculo

Aprender a desaprender no processo de criação do espetáculo

Mas se a diferença não está no tipo de relação estabelecida, onde reside ela? Ao conversar com alguns dos artistas a cujos espetáculos assisti, constatei que a criação e adoção de partitura de gestos é um dos elementos que faz diferença no processo de criação e no resultado do espetáculo. Arriscaria dizer inclusive que se faz essencial, apesar de não ser, é claro, uma fórmula mágica.

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Passado e presente no processo de criação do Sistema Visorama

Passado e presente no processo de criação do Sistema Visorama

A dissertação analisa o processo de criação do sistema de realidade virtual e multimídia Visorama, criado em parceria entre a Escola de Comunicação da UFRJ e o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e coordenado pelos pesquisadores André Parente e Luiz Velho. A pesquisa tem como objeto analisar a dinâmica passado-presente na concepção de um sistema panorâmico imersivo contemporâneo (Visorama), concebido com base nos sistemas panorâmicos do século XIX. Apresenta um histórico cronológico, pretensões e objetivos da pesquisa e como a questão passado-presente foi estabelecida durante todo o processo de produção do sistema. A análise desse processo toma como base entrevistas realizadas com os pesquisadores coordenadores do projeto e de documentos produzidos entre os anos de 1996 e 2007. É feita uma discussão de como as chamadas “novas tecnologias”, em alguns casos, apresentam uma mudança técnica, mas fazem uso de tecnologias ditas “superadas” ou antigas. A questão da dinâmica do tempo é apresentada também do ponto de vista tecnológico – como procedimentos e problemas de séculos passados podem ainda estar presentes em uma produção contemporânea. Por fim, apresentamos os projetos que fizeram uso do sistema e suas relações com os espaços expositivos.
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O processo de criação de empresas por mulheres.

O processo de criação de empresas por mulheres.

A coleta de dados foi realizada com a aplicação de questionários semi-estruturados, constituídos por questões abertas e de múltipla escolha. Inicialmente, alguns dados gerais foram coletados, tais como: dados da empresa (ramo de atividades e ano de criação da empresa) e dados das empreendedoras (idade, estado civil, nível de escolaridade e área de formação). Em seguida, o instrumento de coleta de dados foi estruturado sobre as seguintes variáveis: a) razões para iniciar os negócios, avaliadas pelos seguintes indicadores: realização pessoal, perda de emprego, crise pessoal (ex: separação, divórcio), problemas no trabalho anterior, falta de perspectiva na carreira anterior, percepção de oportunidade de mercado, terceirização, mudança de cidade e outras; b) antecedentes ao processo de criação da empresa, analisados através da ocupação dos pais e da experiência anterior da entrevistada (tempo e tipo de atividade); c) forma e origem dos recursos. Quanto à forma, verificaram-se o tipo e o percentual de participação do sócio, em caso de sociedades. No tocante à origem de recursos, as possibilidades eram: economias pessoais, empréstimos bancários (tipo), empréstimos de familiares, empréstimos de amigos ou outras formas.
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Dançando às avessas: relatos de um processo de criação

Dançando às avessas: relatos de um processo de criação

A disciplina Performance e Cultura oferecida pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFRN foi um dos espaço onde vivenciei este processo de criação, mais especificamente uma experiência prática com a performance. Logo no início realizamos um procedimento lançado pela Prof.a Dr.a Naira Ciotti 27 , chamado por ela de travessia. Durante esta primeira travessia, a indicação era caminharmos de um lado a outro da sala repetindo nosso nome, RG, e outros dados pessoais em voz alta, trabalhando um procedimento relacionado à identidade, uma questão que explorava a referência autobiográfica e outros contextos como o campo pessoal. Segundo C ohen “exemplos deste imbricamento entre campo ficcional e real, trespassando a fronteira arte/vida, são inúmeros no caminho da avant garde e contracultura (ponto focal dos hapennigs/performances) (COHEN, 2004, p.60) . Ou seja, os temas autobiográficos são recorrentes e utilizados comumente como procedimentos de criação, sendo inclusive o foco de diversas performances. Um de seus objetivos é questionar as fronteiras entre o real e o ficcional. Ao citar suas experiências em oficinas e na condução de espetáculos o autor coloca que uma das direções em que se desdobra o seu trabalho é “exatamente este, descrito como trabalho de contexto pessoal, imbricando relações arte/vida, através de dinamismos sobre mitologia/leitmotiv pessoal, delineamento de idiossincrasias e composição de personas auto- referentes” (COHEN, 2004, p.70)
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A arte urbana: do processo de criação ao concreto vivo

A arte urbana: do processo de criação ao concreto vivo

Logo, a partir da visão dos entrevistados, esta pesquisa propõe como objetivo principal uma discussão acerca do modo que a arte de rua 5 de Fortaleza, enquanto uma rede de comunicação, é capaz de afetar o artista e o transeunte para que eles possam, além de habitar a cidade, sentirem-se pertencentes ao meio onde estão inseridos e transformá-lo. Para isso, a respeito da arte, focar-se-á no processo de criação pelo qual ela passa a partir do conceito de corpo vibrátil sugerido por Suely Rolnik (2006). Já para trabalhar o decurso das ressignificações entre cidade e indivíduo será abordada a noção de autopoiese através das considerações de Humberto Mariotti (2000), com base na biologia de H. Maturana e F. Varela, e de Félix Guattari (1992), pelo viés da filosofia.
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Sujeitos em transformação no processo de criação teatral.

Sujeitos em transformação no processo de criação teatral.

e com tempo e disponibilidade para dedicar-se às atividades teatrais, conseguiu estabelecer uma relação estética com sua criação desde o primeiro contato com a prática do teatro, relação essa que se mostrou fortemente signiicativa para sua existência naquele momento. Esse aluno ingressou no curso disposto a se envolver intensamente com o processo de criação do seu personagem, desde a atuação até o igurino e demais elementos cênicos. Teve condições para realizar o movimento exotópico de criação da sua personagem, para dele se aproximar, sobre ele reletir, experimentá- lo em cena, e dele se distanciar, repensá-lo, reinventá- lo, desenvolvendo habilidades que lhe possibilitaram novas formas de objetivação da subjetividade, as quais se mostraram transformadoras para esse sujeito. Nesse processo, o aluno não só encontrou no teatro uma possibilidade de transformação da sua realidade, como também vivenciou uma experiência de criação estética, elaborando uma produção esteticamente acabada.
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Lume teatro: trajes de cena e processo de criação

Lume teatro: trajes de cena e processo de criação

aquela linguagem, a gente teve que se adaptar, a gente quase morreu fisicamente, mas foi um espetáculo que justamente por isso, foi um espetáculo que foi feito quatro vezes [foi apresentado apenas 4 vezes] por que? Porque ficou um gosto amargo na boca, não do espetáculo em si que foi um dos espetáculos mais bonitos que o Lume já fez, a questão não era estética, esteticamente foi um dos espetáculos mais bonitos, foi um dos espetáculos fisicamente mais potente que a gente tem, mas foi um espetáculo que no processo não tinha um processo que a gente acreditava enquanto processo de troca de informações e troca de metodologias e trocas de técnicas e etc, foi um espetáculo bonito, mas não era a nossa cara, basicamente é isso. Então o que aconteceu, falando mais especificamente o que aconteceu, nós tínhamos um material que não foi usado, olha eu estou pensando nisso agora, nós tínhamos um material que eu não tinha sido usado no espetáculo, o que eu é que aconteceu, nós pegamos esse espetáculo e a gente começou a tentar destrinchar o material que não foi usado nesse espetáculo e fazer outros. O “Café com queijo” nasce daí. “Café com queijo” nasce das viagens que a gente fez com o Luis Otávio, mais essas viagens que a gente fez para montar o “Cem anos de solidão” e que a gente não usou os materiais então o “Café com queijo” nasceu disso. E todos os espetáculos depois foram, depois veio a “Parada” – lógico que a “Parada” não tem a ver com
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GRANDE SERTÃO: VEREDAS - PROCESSO DE CRIAÇÃO

GRANDE SERTÃO: VEREDAS - PROCESSO DE CRIAÇÃO

Datilografado, co m muitas emendas manu scrita s ou datilografadas bem como pa péis colados à margem , com ac réscimos também m anuscritos, traz inúmeras notações grá fi cas[r]

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PROCESSO DE CRIAÇÃO DE NOVOS SERVIÇOS

PROCESSO DE CRIAÇÃO DE NOVOS SERVIÇOS

Destaca-se que serviços, de acordo com Lovelock e Wright (1999) e Kotler e Keller (2006), são compostos de ativos tangíveis e intangíveis e devem ser planejados e aplicados por intermédio de um processo formalmente estabelecido, envolvendo os stakeholders que de acordo com estes autores são chamados de clientes. Sendo estes os agentes que definem o nível de qualidade e satisfação dos serviços, em suma, o que estes stakeholders desejam é serem contemplados pela prestação de um ótimo serviço, ou seja, eles anseiam, querem, desejam obter valor. A qualidade na prestação dos serviços impacta diretamente na imagem da empresa, por sua vez nos fatores competitivos destas, então este tema passa a ter cada vez mais importância para as empresas suportarem seus negócios.
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O processo de criação das telenovelas.

O processo de criação das telenovelas.

pretendia atingir (ORTIZ, BORELLI e RAMOS, 1991). No fi nal da década de 1960, a Rede Globo consolidou e industrializou o novo gênero. Segundo Alencar (2002), a rede foi responsável pela forma brasileira da telenovela e pela sua transformação em produto de consumo nacional. A empresa imprimiu uma série de mudanças no proces- so produtivo da telenovela, instaurando, por exemplo, a divisão do trabalho, com a criação de departamentos res- ponsáveis pelas diferentes etapas da produção (roteiro, direção, fi gurinos, cenários, iluminação, sonoplastia etc.). A emissora investiu ainda no treinamento e na formação dos profi ssionais que atuavam nesses departamentos, bus- cando constituir um corpo de especialistas que soubes- sem “fazer televisão” e não mais apenas produzir “teatro, cinema, rádio e literatura ‘na’ televisão”.
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O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO NA CRIAÇÃO DO CARNAVALESCO RAUL DINIZ

O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO NA CRIAÇÃO DO CARNAVALESCO RAUL DINIZ

Diniz cria no limite entre suas escolhas e a que se apresenta na complexidade social da estrutura das instituições carnavalescas. Independente de a escola aceitar um tema de enredo sugerido por ele, ou da existência, ou não, de patrocinadores, notamos que o profissional constantemente está atento e em busca de registros e idéias que possam se desenvolver em temas de enredo para um carnaval. Foram observados em seu arquivo alguns esboços de sinopses, ainda não desenvolvidas por ele. Essas anotações são mostras de sua busca contínua, que faz parte de seu processo de criação. Ao ganhar destaque e importância de seu olhar, podem possibilitar a desenvoltura de futuros desfiles carnavalescos. A sinopse passa, assim, a ser uma tendência vaga do processo, mas direcionador. Com ela, o carnavalesco faz outros registros, tanto textuais como iconográficos.
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Processo Criação Empresas RPBG

Processo Criação Empresas RPBG

RESUMO: Este artigo discute a influência do capital humano e do capital social dos empreendedores no processo de criação de empresas. O trabalho foi assente em estudos de caso de 33 empresas constituídas no seio de estruturas de incubação, uma metodologia essencial para uma análise longitudinal dos processos de formatação da oportunidade e constituição da empresa. A evidência dos estudos de caso apoia a hipótese de que o empreendedorismo pode ser pensado como um fenómeno colectivo, ao mesmo tempo que reforça a importância do capital humano, através das qualificações académicas e da experiência profissional das equipas empreendedoras. Concomitantemente, os casos analisados sugerem a relevância das redes sociais no processo empreendedor, seja na obtenção de financiamento, angariação de parcerias, clientes, fornecedores ou colaboradores, ou como fonte de credibilização e legitimação do negócio.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

Com relação ao nível de conhecimento dos gestores acerca da Resolução SEEDUC 3630/2007 (que estabelece os procedimentos para aplicação de prestação de contas), todos afirmam ter um nível de médio para alto, excetuando-se o Gestor D que afirmou que “considera os primeiros processos como os mais difíceis”, sobretudo porque quando assumiu a unidade escolar esta possuía muitas dívidas, de modo que tentou juntamente com sua equipe quitar os débitos. Vale ressaltar, que este gestor possui pouco tempo na administração da escola, 01 ano e 03 meses. Para o Gestor A, seu “nível de conhecimento é de médio para alto, haja vista que há seis anos venho desenvolvendo esse trabalho, tendo, nesse período, aprendido o que deve ser feito, o que deve ser realizado ou não”. O gestor B afirma que seu “nível de conhecimento é alto, pois sempre são expedidas circulares, as quais são enviadas através de emails para a escola”. Além disso, “para o gestor que agir em desconformidade com as regras (...) deverá realizar o pagamento pela ilegalidade praticada” Já o Gestor C declarou que “a cada prestação de contas vai aprimorando seus conhecimentos” sobre o processo. Classificou que seu “conhecimento é médio e que o de sua principal auxiliar no processo – sua adjunta – inclusive é sua tesoureira”.
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Processo de ção dos direitos: a criação de um direito comum

Processo de ção dos direitos: a criação de um direito comum

Quando às diferenças de velocidades ocorrem em um mesmo espaço normativo, elas são admitidas como meio de adequar o processo de integração às capacidades de cada Estado, evitando assim o bloqueio das negociações. Um dos modos para ordenar o pluralismo é estabelecer periodos diferenciados para a entrada em vigor de um tratado ou de alguns dipositivos desse tratado segundo as dificuldades e capacidades dos Estados-membros para colocar em prática as obrigações assumidas internacionalmente. Parte-se do principio de que o processo de integração pode ocorre a velocidades diferenciadas sem que com isso se formem sub-espaços normativos que tornariam o direito internacional ainda mais fragmentado.
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