processo de mediação

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O MARKETING E A ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO PARA WEB NO CONTEXTO DO PROCESSO DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO

O MARKETING E A ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO PARA WEB NO CONTEXTO DO PROCESSO DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO

Toda ação de informação realizada no sentido de estabelecer o processo de mediação da informação nas organizações, isto é, com o propósito de motivar um conhecimento coletivo, é fruto de um planejamento estratégico que deve partir da esfera gerencial da organização de modo a considerar alguns aspectos essenciais, tais como: os objetivos organizacionais, as necessidades de informação dos usuários e o contexto do regime de informação existente 2 . Seja no ambiente informacional físico ou virtual, como é o caso do ciberespaço, as etapas de produção, organização e disseminação da informação acontecem de forma integrada, ou seja, alinhadas com tais aspectos essenciais do planejamento estratégico e conectadas entre si. Dessa forma, as organizações sociais encontram na natureza do Marketing uma filosofia de gestão capaz de conduzir as ações do processo de mediação da informação na perspectiva de compreender a dinâmica das redes sociocomunicacionais e, ao mesmo tempo, direcionar seus esforços para o uso da informação de forma efetiva.
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A comunicação pública como práxis no processo de mediação e mobilização da sociedade...

A comunicação pública como práxis no processo de mediação e mobilização da sociedade...

A contribuição de Martin-Barbero (2003) para os estudos da teoria da comunicação foi o deslocamento do fenômeno da cultura de massa de uma compreensão positivista, essencialmente tecnológica e de degradação cultural, para uma visão histórica do fenômeno, que deixa de ser impositiva para ser consensual. O autor propõe que a análise do processo cultural se desloque dos meios para as mediações, ou seja, para as articulações entre as práticas de comunicação e os movimentos sociais. O autor ressalta que o popular foi, tradicionalmente, visto como o rural, o camponês, o simples, tanto pelos representantes da direita como pelos da esquerda latino-americana, em contraposição com a cidade, que retrata o complexo, o artificial. Para Martin-Barbero (2003), esta visão é maniqueísta, pois entende que o popular deve ser concebido como uma ‘trama’, como forma de resistência, mas também de submissão, indignação e descompromisso. Assim, em lugar de uma percepção simplista do popular como algo puro ou, então, de total engajamento político e cultural, o autor o vê como expressão de um coletivo que se configura num contexto histórico, conflituoso em sua essência. No próximo capítulo, no qual apresentamos o ‘Relato de experiência’, vários depoimentos dos entrevistados ratificam a afirmação desse autor.
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O novo futuro da mediação no Brasil com o advento do novo código de processo civil e da lei de mediação

O novo futuro da mediação no Brasil com o advento do novo código de processo civil e da lei de mediação

114 partes, de um terceiro, com limitado (ou não) poder de tomar decisões. Este terceiro assiste as partes a alcançar um acordo mutuamente aceitável do problemas em disputa. Assim como a negociação, o processo de mediação deixa o poder decisório primariamente nas mãos das pessoas em conflito. A mediação é um processo voluntário, no qual os participantes devem estar dispostos a aceitar a assistência de um interventor, se ele ou ela quiserem controlar ou resolver suas diferenças. A mediação é usualmente iniciada quando partes não conseguem mais lidar com o conflito e quando sua única forma de resolução aparenta necessitar da intervenção de uma terceira parte alheia à demanda.. Assim sendo, a mediação compreende um método autocompositivo, no qual os envolvidos, auxiliados por uma terceira parte (que pode ser uma ou mais pessoas) neutra ao conflito, objetivam alcançar uma composição do conflito. Em linhas gerais, trata-se de uma negociação assistida ou facilitada por esta parte alheia à situação, que se utiliza de vários atos procedimentais, para habilitar as partes a melhor compreender seus reais interesses e a encontrar soluções que os atendam .
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A mediação cultural e o processo de humanização do homem

A mediação cultural e o processo de humanização do homem

Este artigo, ao discutir o processo de mediação cultural e problematizar as relações estabelecidas entre a formação estética, artística e política, refletindo acerca de como a cultura pode ser fator de desenvolvimento humano, traz à baila alguns conceitos trabalhados por Paulo Freire e aqui rediscutidos, entre eles, o da estética da educação como um processo que tem em foco a humanização do homem. Ao indicar a dialogicidade como um pressuposto para a prática educativa, Paulo Freire sinaliza a importância de considerarem-se as relações homens-mundo no ato de educar, quando se visa à autonomia do sujeito. O professor, ao fazer escolhas, pode ampliar o acesso à palavra e, por meio dela, podem-se desvelar outras possibilidades de atuação no mundo, a exemplo do que nos fala o poema de Thiago de Mello, citado pelo próprio Paulo Freire (1967, p. 27-28), como exemplo de esperança nesse movimento que a palavra pode promover: “Peço licença para terminar / soletrando a canção de rebeldia / que existe nos fonemas da alegria / canção de amor geral que eu vi crescer / nos olhos do homem que aprendeu a ler.”
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A linguagem cartográfica e a mediação da aprendizagem pelo processo de desenvolvimento...

A linguagem cartográfica e a mediação da aprendizagem pelo processo de desenvolvimento...

Para as oficinas, foram utilizados alguns materiais, produzidos por diferentes técnicas, do acervo do LEMADI, enfocando as contribuições da cartografia tátil. Objetivou- se demonstrar parte do acervo e discutir atividades já desenvolvidas no laboratório. Foram utilizados livros e textos de apoio para o ensino de cartografia. Como exemplos de materiais do acervo do LEMADI, o globo terrestre e o planisfério, ambos confeccionados pela pesquisadora e doados ao acervo do laboratório, além das variáveis visuais e táteis; mapas em colagem (Amazônia, divisão política e relevo; Estado de São Paulo, clima; Densidades demográficas dos Estados da região Norte (1991); Brasil, vegetação e um Perfil esquemático da geomorfologia amazônica), mapas em alumínio (Mapa político da Amazônia Legal; Grande São Paulo e uma ilustração de um garfo, usada para demonstração dos pontos de vista frontal e vertical) e um mapa de São Paulo, com os rios e represas em papel microcapsulado. A seleção de materiais construídos com diversas técnicas objetivou divulgar aos professores as possibilidades de produção de representações visuais e táteis e, a partir do processo de desenvolvimento de materiais, objetivou discutir o processo de mediação da aprendizagem de cartografia, considerando-se a ampliação de sentidos perceptivos. Além dos materiais, foram selecionadas algumas atividades para debates com os docentes sobre o ensino de geografia.
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Mediação e arbitragem empresarial: alternativas de resolução extrajudicial de conflitos comerciais no Brasil / Business arbitration and mediation: alternatives for out of court settlement of trade disputes in Brazil

Mediação e arbitragem empresarial: alternativas de resolução extrajudicial de conflitos comerciais no Brasil / Business arbitration and mediation: alternatives for out of court settlement of trade disputes in Brazil

É preciso observar que o processo de mediação é sempre voluntário, conforme o próprio teor do §2 do artigo 2º da lei 13420/2015, segundo o qual "Ninguém será obrigado a permanecer no procedimento de mediação". De acordo com o Código de Processo Civil, o mediador, que atuará preferencialmente nos casos em que houver vínculo anterior entre as partes, auxiliará os interessados na compreensão das questões e dos interesses em conflito, de modo que possam por si próprios, mediante o restabelecimento da comunicação, identificar soluções consensuais que gerem benefícios mútuos (art. 165, § 3º).
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A  E O  DO INDIVÍDUO ATRAVÉS DA MEDIAÇÃO SOB A PERSPECTIVA DE AXEL HONNETH  Ariadi Sandrini Rezende, Brunela Vieira de Vincenzi

A E O DO INDIVÍDUO ATRAVÉS DA MEDIAÇÃO SOB A PERSPECTIVA DE AXEL HONNETH Ariadi Sandrini Rezende, Brunela Vieira de Vincenzi

O princípio da voluntariedade tem por escopo a participação dos mediandos de forma voluntária e livre. Assim, entende-se que as partes devem participar do procedimento de forma livre, desempenhando em plenitude sua autonomia privada da vontade. O princípio da confidencialidade assevera que todas as tratativas e conversas ocorridas durante o processo de mediação devem ser mantidas em sigilo. O princípio do terceiro imparcial se direciona ao mediador que conduzirá as sessões de mediação. Ele deve possuir uma posição de neutralidade e, além disso, deve apenas conduzir a mediação de maneira propositiva para que as próprias partes tomem as decisões relacionadas ao conflito instaurado. O princípio da reaproximação das partes é o escopo central do processo de mediação, ao contrário do que ocorre no caso de um processo judicial tradicional. Para a mediação, não basta apenas a redação de um acordo. Se as pessoas em conflito não conseguirem restabelecer o relacionamento, o processo de mediação não terá sido completo. (MORAIS, 1999) O princípio da não-competitividade estimula um espírito colaborador entre as partes. Não se determina que uma parte seja perdedora e a outra ganhadora, mas que ambas possam ceder um pouco e ganharem de alguma forma. Procura-se amenizar eventuais sentimentos negativos entre as pessoas em conflito. Assim, pode-se compreender sobre quais regras o instituto da mediação esta disciplinado.
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A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS E SEUS EFEITOS À LUZ DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  Vanessa Cruz de Carvalho, Carmen Lucia Sarmento Pimenta

A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS E SEUS EFEITOS À LUZ DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Vanessa Cruz de Carvalho, Carmen Lucia Sarmento Pimenta

O princípio da não adversariedade deve estar de braços dados com o princípio da boa-fé, também essencial à mediação. Na ausência de boa-fé, não se pode encontrar a não adversariedade. Percebe-se isso pela simples constatação de que, ainda que seja constatado a má-fé em apenas uma das partes no processo de mediação, a adversariedade estará ai estabelecida. Ao contrário, a beligerância deve ser afastada para que a mediação aconteça de tal forma que todos ganhem ainda que não alcançando toda a sua expectativa. A opção pela mediação é ato de busca do consenso onde não se espera alcançar o todo,
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Mediação familiar: resolvendo conflitos sem conflito

Mediação familiar: resolvendo conflitos sem conflito

No processo judicial as emoções humanas mais intensas são exibidas e procuram envolver os profissionais. Medo, hostilidade, ódio, vingança, depressão e ansiedade, fazem o elenco das emoções experimentadas por pessoas que enfrentam a separação. O mediador usa de estratégia e técnica que procuram evitar a exteriorização dessas emoções entre as partes, fazendo um projeto onde os filhos são os centralizadores do processo. Esses filhos são mais protegidos no processo de mediação do que no processo judicial, mesmo quando esse é amigável. Como a mediação centraliza o melhor interesse dos filhos no acordo e planeja as relações na nova estrutura de família, respeitando as idades dos filhos em seu desenvolvimento, beneficia os mesmos, protegendo-os de futuras contendas entre os pais. Facilita também a comunicação entre os pais sobre a educação e futuro dos filhos.
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A AÇÃO COMUNICATIVA COMO FUNDAMENTO DA MEDIAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL  Angela Issa Haonat, Murilo Braz Vieira

A AÇÃO COMUNICATIVA COMO FUNDAMENTO DA MEDIAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Angela Issa Haonat, Murilo Braz Vieira

O presente artigo tem como objeto de estudo a previsão da mediação no novo Código de Processo Civil como solução alternativa de conflitos no qual as partes buscam o consenso utilizando-se do diálogo. Como problema central a pesquisa apresentou a seguinte indagação: a ação comunicativa das partes é um fundamento para que a mediação prevista no novo Código de Processo Civil sirva como instrumento efetivo de solução de conflitos? O objetivo foi discutir a importância da ação comunicativa das partes envolvidas para uma solução adequada de um conflito. Também tem como objetivo compreender a sistemática da mediação prevista na nova redação do código processual civil. O tema é pertinente uma vez que o assunto sobre as formas alternativas e adequadas de solução de conflito e que visam à reaproximação das partes como se propõe a mediação está sendo debatido no direito contemporâneo visando efetivar o direito fundamental ao acesso à justiça e assegurar uma efetiva prestação jurisdicional. Utilizando-se o método dedutivo, o artigo se desenvolveu partindo da premissa de que a mediação é uma forma de solução de conflito em que as partes constroem a melhor resolução para o litígio através do diálogo e foi desenvolvida uma pesquisa exploratória com abordagem qualitativa, cuja vertente metodológica é de procedimento bibliográfico teórico-documental e buscou-se a conclusão de que a ação comunicativa das partes é fundamental para uma efetiva mediação, pois as partes, em consenso, elaboram espontaneamente a melhor forma de acomodar ambos os interesses.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

Este processo de formação inicial será implementado sempre que um ou mais diretores gerais passarem a assumir os cargos de gestão. A formação inicial será ministrada pela Coordenadora Financeira da Regional e será acompanhada pela Diretora Regional Administrativa. Durante o Curso de Formação Inicial serão apresentados, aos novos gestores, as legislações de prestação de contas. Neste momento eles receberão as noções da origem e o gerenciamento dos recursos recebidos pelas unidades escolares. A dinâmica será baseada, ainda, nos esclarecimentos de dúvidas que possam surgir durante o encontro, privilegiando as necessidades iniciais que cada gestor apresentar. Serão informados os procedimentos e atribuições inerentes ao cargo recém-assumido. Os custos para tais procedimentos estão incluídos nos gastos orçados no planejamento financeiro anual da Regional Metropolitana V, como por exemplo, os recursos destinados às cópias das legislações para a produção de uma apostila.
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Aula 16   Processo de Fabricação I

Aula 16 Processo de Fabricação I

• Devido a preocupação com o consumo de energia, aos custos de produção e as dificuldades inerentes ao pó gerado pelo processo via seca, houve um avanço em novos processos combinados a moagem a seco, com sucessivos tratamentos de granulação e secagem dos materiais para otimizar os rendimentos das instalações. Estes sistemas “inovadores” são ditos sistemas de granulação para moído a seco.

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Peneiras Rotativas: • O modelo mais comum é o tambor rotativo, utilizado

Peneiras Rotativas: • O modelo mais comum é o tambor rotativo, utilizado

• Classificadores mecânicos: operam com tamanhos de partículas menores que as peneiras, mas são ineficientes para trabalhar com partículas muito finas (em média < 0,105 mm).. Trabalha[r]

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O processo de moagem

O processo de moagem

• As características do material a ser moído devem ser consideradas no processo de moagem. Uma granulometria inicial “grosseira” nos indica que deve ser usado corpos moedores de dimensões grandes, no entanto, se a granulometria final desejada (após a moagem) for fina deveremos ter também corpos moedores de dimensões pequenas;

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A NATUREZA DA MEDIAÇÃO NO BRASIL E A ANÁLISE DO INSTITUTO EM ALGUNS ORDENAMENTOS JURÍDICOS ESTRANGEIROS  Washington Souza Coelho

A NATUREZA DA MEDIAÇÃO NO BRASIL E A ANÁLISE DO INSTITUTO EM ALGUNS ORDENAMENTOS JURÍDICOS ESTRANGEIROS Washington Souza Coelho

Existe uma necessidade do fortalecimento de uma cultura da paz, em nosso país as próprias legislações se complementam, tanto que o NCPC trata muitas questões de forma genérica, enquanto a Lei 13.140/2015, trata de maneira mais ampla e delineia inclusive diretrizes e princípios que o NCPC não trata no seu bojo. Vale destacar, que a Lei de Mediação traz questões cruciais, sobretudo, no tocante a diferença do procedimento na esfera pública e na esfera privada. Conforme disposto no art. 25. da referida Lei de Mediação: “ Na mediação judicial, os mediadores não estarão sujeitos à prévia aceitação das partes, observado o disposto no art. 5 o desta Lei ” (BRASIL, 2015), já em relação a mediação extrajudicial, o art. 22, no seu § 3º., dispõe que: “Nos litígios decorrentes de contratos comerciais [...], o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam assinar o termo inicial de mediação e permanecer, voluntariamente, no procedimento [...] (BRASIL, 2015)
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Dispositivos audiovisuais na educomunicação socioambiental escolar: Explorações políticas e estéticas

Dispositivos audiovisuais na educomunicação socioambiental escolar: Explorações políticas e estéticas

No entanto, ao se optar pelas novas tecnologias é preciso estar ciente que os meios não irão “salvar” o modelo pedagógico, pois precisam de uma abordagem pedagógica para que possam servir na escola para exercícios reflexivos, proporcionando interpretação e a compreensão de mensagens, conceitos e informações (LEAL, 2012, p. 5). Isto porque é preciso perceber que esse jogo entre o que se percebe da comunicação midiática, concentrada nas ideias recebidas pelo cidadão até o que se retransmite após esse conhecimento adquirido faz parte de um processo que “irá se modificar com a interação de novas comunicações e, dessa forma, irá modificar novas mensagens recebidas e também o sujeito em si mesmo” (ANNIBAL E LEPRE, 2013, p.4).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

Para que tal percurso seja reduzido, suprime-se do processo de análise a passagem do PPP pelo DEGESC/GEMAE. Tal proposição encontra abrigo nas ações propostas de um fórum permanente de discussão e na formação continuada para os técnicos analistas. Destacamos que os técnicos analistas já são os integrantes do DEPPE que pertencem às gerências que acompanham as escolas por nível e modalidade de ensino que hoje já fazem a análise da legislação pertinente em seus pareceres técnicos, conforme visto nas análises feitas no capítulo 2 desta pesquisa. A saída da GEMAE do roteiro de análise dará maior celeridade para o andamento do PPP na SEDUC/AM, conforme a figura 8 a seguir:
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Mediação judicial no Brasil:  “avanços e desafios”  a partir do novo código de processo civil e da lei de mediação

Mediação judicial no Brasil: “avanços e desafios” a partir do novo código de processo civil e da lei de mediação

A presente dissertação objetiva estudar os avanços e desafios da mediação, no âmbito do Poder Judiciário brasileiro, de implementação obrigatória, após o seu marco legal, e que, ao lado dos demais meios consensuais, se integrará nos Sistemas Multiportas de acesso à Justiça. Parte-se, inicialmente, da teoria geral da mediação, com ênfase na noção de conflito, como forma de reenquadramento do seu significado à luz da teoria moderna, noções sobre os métodos consensuais mais relevantes, destacando suas peculiaridades, com destaque para a mediação. São analisadas as escolas de mediação, com vista a sustentar o embasamento teórico que permeia a mediação judicial. Em seguida, apontam-se as especificidades da mediação judicial brasileira, sendo a crise judiciária o impulsionador da introdução desse método de resolução de litígios, e especificam-se os seus objetivos: direito fundamental de acesso integral à justiça e pacificação social. O cenário normativo brasileiro também é especificado, juntamente com as experiências legislativas existentes. São apresentadas, também, dinâmicas da mediação no aspecto institucional e legal. Por fim, são levantadas questões institucionais, processuais, acadêmicas e culturais como necessidade de mudança para o sucesso da mediação judicial.
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TRABALHO DOCENTE VIRTUAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: SABERES DOCENTES E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SOBRE AS PRÁTICAS CORPORAIS

TRABALHO DOCENTE VIRTUAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: SABERES DOCENTES E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SOBRE AS PRÁTICAS CORPORAIS

Eu lembro que durante o processo de ter muitas falas dos alunos, eu tinha muita preocupação, e eu me sentia muito incomodada de não olhar para o rosto do aluno e saber se ele está bem, se ele está entendendo o que eu estava falando, porque na minha aula presencial eu faço isso o tempo todo ‘você está entendendo?’. Então, trazer um exemplo e a pessoa fala ‘ah, isso é legal’. Às vezes, você traz um exemplo e ninguém esboça nada, traz outro e é elucidativo, então depende das pessoas, e isso é muito novo, você tentar imaginar qual vai ser a reação e qual vai ser a informação que vai atingir esse aluno. Eu sempre parti do princípio que os alunos são muito diferentes, e o contato com o aluno faz você entender que aluno que é esse, o que faz o olhinho brilhar, o que não faz, e você vai buscando a paixão dele naquela atividade, o que vai envolvê-lo (P5).
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JÚLIO CÉSAR MEIRELES DE FREITAS PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA COORDENADORIA DISTRITAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS

JÚLIO CÉSAR MEIRELES DE FREITAS PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA COORDENADORIA DISTRITAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS

Esta dissertação tem como objetivo analisar o processo de implantação da certificação na Norma ABNT NBR ISO 9001:2008 e suas consequências para a Coordenadoria Distrital de Educação 07 – CDE7 do município de Manaus, no Estado do Amazonas. Para isso, realizou-se uma descrição do processo de implantação da Norma por meio de documentos como leis, resoluções e o manual da qualidade da CDE7. Em se tratando do referencial teórico, foram utilizadas as obras de Carpinetti (2012) e Porto (2014), que trouxeram contribuições para a compreensão dos conceitos sobre a gestão da qualidade e suas relações com esta pesquisa. Para a coleta de dados, utilizou-se questionário e entrevista semiestruturada, efetuando-se uma análise qualitativa. A partir da análise dos resultados da pesquisa, foi construído um plano de ação como sugestão de melhoria para a implantação da Norma estudada em outras Coordenadorias da Secretaria de Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas – SEDUC/AM. A pesquisa mostrou que a melhoria na organização interna, nos serviços prestados à comunidade, no direcionamento das ações e na utilização de instrumentos padronizados são algumas das primeiras consequências positivas obtidas com o processo de implantação na CDE7. Observou-se também que a Coordenadoria estudada continua buscando superar o desafio de concluir seu processo de implantação por meio da implementação dos processos definidos em seu manual da qualidade para submeter-se à auditoria externa e, consequentemente, obter o selo de certificação. Com base nesses resultados, conclui-se que, a ampliação dessa política de certificação na Norma ABNT NBR ISO 9001:2008 em outras Coordenadorias, pode contribuir como uma das ferramentas para a melhoria dos processos desenvolvidos e a qualidade na gestão.
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