Processo de paz

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O processo de paz

O processo de paz

americana. Era uma espécie de tentativa desesperada de cumprimento do prazo definido em Charm el-Cheik para a conclusão de todas as negociações ainda em suspenso – 13 de Setembro de 2000. Este terá sido o último momento que, embora já numa fase nitidamente de desconstrução ou negativa, se pode ainda inserir no item “processo de paz” já que o fracasso desta Cimeira motivado pela recusa palestiniana às propostas israelitas cria o clima ideal para o regresso da Intifada. A profunda crise política em Israel que resulta quer do fracasso das promessas de Barak quer do aumento expressivo da violência terrorista conjugada com a ascensão meteórica do Likud e de Ariel Sharon conduziram à actual situação de bloqueio total nas negociações e à actual espiral de violência.
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Análise do Processo de Paz no Enclave de Cabinda

Análise do Processo de Paz no Enclave de Cabinda

Com efeito, o travão à acção da elite política só se poderia encontrar nas elites parcelares, apoiadas em forças sociais reais, capazes de definir os seus objectivos e defendê-los no terreno. Se tais minorias organizadoras conseguem escapar à integração forçada que as elites tendencialmente unificantes prosseguem como prática necessária, tornam-se esteios de autonomia de campos que acabam por defender interesses próprios, mas que correspondem ao interesse geral. Torna-se hoje evidente que mecanismos como a petição popular, o referendo para pro­ blemas normativos, o plebiscito para questões excepcionais, estão ao alcance da sociedade de massas. Este processo suscita geralmente entre membros da elite política uma reserva fácil de compreender, porque a intervenção popular evoca receios de diversa natureza.
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Portugal e as missões de paz na ex-Jugoslávia (II)

Portugal e as missões de paz na ex-Jugoslávia (II)

Apesar de constatado, em Dezembro de 1996, o sucesso da IFOR, muito estava ainda por fazer no âmbito dos compromissos civis dos acordos de paz, fundamento de qualquer paz durável, pelo que se decidiu que a IFOR seria substituída no terreno por uma força de estabilização da paz, a SFOR (Stabilization Force). A diferença entre as duas missões residia no seu papel relativamente ao processo de paz; a IFOR para a implementação da paz, a SFOR para a sua estabilização (1), pelo que, em virtude do seu diferente mandato, contava com um menor efectivo militar, traduzindo-se a sua missão, sobretudo, no apoio a actos eleitorais, à acção de organizações internacionais humanitárias, ao regresso dos refugiados e à manutenção da ordem pública, para além das tradicionais patrulhas e operações de desarmamento.
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O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

Diante da contextualização apresentada, há que se observar que essa temática também tem sido trabalhada sob o ponto de vista das pesquisas que adensam essa discussão. Enfatizo pesquisa realizada pela Professora Heloísa Lück, encomendada pelo Grupo Victor Civita, em 2010, cuja finalidade foi conhecer as práticas de seleção e capacitação de diretores escolares adotadas por sistemas estaduais e municipais de ensino em todo o território brasileiro (LÜCK, 2011). A referida pesquisa mapeou como acontece o processo - em 24 Secretarias Estaduais e 11 Secretarias Municipais, incluindo o Amazonas e sua Capital. Demonstrou que a escolha de gestores escolares pode acontecer também através da eleição, depois da realização de uma prova, ou a prova e a certificação, ou pela indicação ou certificação. Mas que existem Secretarias em que é adotado o sistema misto de escolha, como por exemplo, a seleção mais eleição.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão estudado investigou o processo de análise textual do Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas públicas da rede estadual de Manaus/AM, tendo como questão central: como a SEDUC/AM pode otimizar o processo de análise e aprovação do PPP das escolas estaduais de Manaus? O objetivo geral definido para este estudo foi o de analisar o processo de análise e validação do PPP elaborado pelas escolas, executado pela Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (SEDUC/AM) e aprovado pelo Conselho Estadual de Educação do Amazonas (CEE/AM). Nossa hipótese de que as escolas têm dificuldades na elaboração do texto do PPP foi confirmada, tendo em vista que mais de 80% dos PPPs avaliados em 2015 apresentaram inconsistências. Adotou-se como metodologia a análise documental do Parecer Técnico emitido pelos departamentos estaduais envolvidos. A análise foi ancorada em discussões teóricas de Abrucio (2010), Cunha (1980), Cury (2013), Oliveira (2009) e Peregrino (2006), dentre outros, que deram base para o estudo sobre gestão democrática. O tema Gestão Escolar, por sua vez, foi fundamentado pelos autores Burgos (2013), Bussmann (1995) e Lück (2009). No estudo sobre Projeto Político Pedagógico, buscou-se embasamento teórico em autores como Gadotti (1994; 1995), Navarro (2004), Vasconcelos (2002) e Veiga (1998; 2002). Os resultados apontaram que 83,8% das escolas apresentaram problemas com a elaboração do texto de seu PPP, tendo como base o Documento Norteador. Portanto, é mister orientar as escolas sobre seu papel central na elaboração e operacionalização do PPP. Com base nisso, foi proposto um Plano de Ação Educacional (PAE) que possa trazer contribuições para aperfeiçoar o processo de análise do PPP das escolas e para a efetivação da gestão democrática.
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JÚLIO CÉSAR MEIRELES DE FREITAS PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA COORDENADORIA DISTRITAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS

JÚLIO CÉSAR MEIRELES DE FREITAS PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA COORDENADORIA DISTRITAL DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS

Implantar um sistema de gestão implica mudanças de práticas internas, com maior ou menor impacto na gestão e na operação e normalmente culmina com o processo de certificação. Mas o maior desafio das organizações não está na implementação, mas sim na perenização do sistema. Um dos mecanismos mais importantes para manter as mudanças realizadas, bem como de análise e verificação do desempenho de um sistema de gestão são as auditorias internas e externas. Entretanto, a atividade de auditoria não deve ser confundida com uma atividade de monitoramento de processo ou produto, mas sim como uma atividade de verificação com as especificações, gerando ações corretivas quando necessário. (PORTO, 2014, p. 6).
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O NEO-HUMANISMO DE MANUEL RIVAS NA OBRA ¿QUÉ ME

O NEO-HUMANISMO DE MANUEL RIVAS NA OBRA ¿QUÉ ME

fértil e integrado quando seu processo de individualização está realizado, quando consciente e inconsciente aprendem a conviver em paz completando- se um ao outro” (JUNG, 2012, p. De [r]

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EDUCAR PARA A PAZ: A PAZ COMO EDUCAÇÃO

EDUCAR PARA A PAZ: A PAZ COMO EDUCAÇÃO

Três artigos em língua estrangeira tematizam experiências da violência e a busca pela paz possível e necessária em nivel global. O prof. Dr. Klaus Vellguth (Ale- manha) trata da violência religiosa fundamentalista, em seu artigo “Religio- nen unter Gewaltverdacht: Theorien zum Verhältnis von Monotheismus und Gewalt werden durch empirischen Befund ergänzt”. Destaca as ambiguidades de religiões monoteístas em nível mundial, com suas características huma- nitárias e simultaneamente com suas manifestações de violência. Sustenta a necessidade da abordagem e de ações interdisciplinares e pluri-inter-religiosas para superação de assimetrias ligadas a qualquer tipo de fundamentalismo re- ligioso e político, que visam a construção da paz e da justiça. Neste viés, tam- bém o prof. Dr. Paulin Poucouta (República do Congo) escreve especificamen- te sobre “Gewalt und Religion in der Bibel”, em perspectiva multi-religiosa e interdisciplinar. Afirma que formas de violência narradas na Bíblia estão vin- culadas com as buscas por sua superação. As representações de Caim, Abel, Adão, Isaque e Abraão são indicativas para refletir sobre o poder e a decisão de realizar ou não a vontade de Deus, que quer paz e justiça. A construção da paz e da humanização das relações têm em Jesus seu maior artífice. Em forma de ensaio – “Religionen und Gewalt: ein Essay” –, o prof. Dr. Michael Ama- ladoss SJ (Índia) pressupõe a violência inter-religiosa como fenômeno coti- diano mundial, cuja responsabilidade atribui às próprias religiões. Elas, que têm potenciais de construir a paz, motivam pessoas a viver a guerra e todas as formas de violência. Focando no Oriente Médio e especificamente também em Sri Lanka, afirma que o fundamentalismo religioso-político é o mentor dessa realidade, e conclama as religiões a (re)descobrirem de sua energia em favor do diálogo, da justiça e da paz, em todas as partes do mundo.
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Processo de socialização e promoção da Cultura de Paz na perspectiva de policiais militares.

Processo de socialização e promoção da Cultura de Paz na perspectiva de policiais militares.

Conflitos violentos têm protagonizado grandes tragédias em todo o mundo. Isso ocorre porque a sociedade promove práticas culturais onde competição, agressão e violência são toleradas e mesmo incentivadas. A Cultura de Paz está intrinsecamente relacionada à cooperação e à resolução não violenta dos conflitos. Considerando o contexto da Polícia Militar, este estudo objetivou analisar e compreender a complexidade dos conceitos e valores de violência, paz e Cultura de Paz apresentados por policiais militares. A pesquisa qualitativa realizou entrevistas semiestruturadas com seis policiais militares, quatro homens e duas mulheres, e o procedimento de análise seguiu o modelo construtivo- interpretativo. Observou-se que os policiais militares têm dificuldades com o tema da Cultura de Paz e em conceituar e admitir a existência de conflitos positivos. Além disso, não se reconhecem como agentes promotores da Paz nos diversos contextos em que atuam, mas a isto se dispõem após refletirem sobre o tema.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

É de responsabilidade do gestor escolar instruir o processo de prestação de contas, acrescentando a documentação supramencionada, atentando-se para alguns procedimentos. As Notas Fiscais Eletrônicas devem estar atestadas no verso, cabendo a 2 (dois) servidores públicos da unidade escolar, excetuando-se o gestor e o tesoureiro, verificar se o conteúdo da Nota Fiscal Eletrônica confere com a entrega dos materiais. Após a constatação, cada servidor deve assinar e colocar a matrícula e a função. Outro aspecto que deve ser observado pelo gestor é a inserção, no processo, de 3 (três) orçamentos que correspondam com a relação de materiais expostos nas notas. A aquisição dos materiais deverá ser realizada na empresa ou fornecedor que oferecer melhor preço, sem negligenciar a qualidade. Cabe ressaltar que apenas os fornecedores regularmente cadastrados pelo gestor escolar, depois de uma pesquisa da situação cadastral na Receita Federal, poderão vender ou prestar serviços para a escola.
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Aula 16   Processo de Fabricação I

Aula 16 Processo de Fabricação I

• O processo a seco apresenta as vantagens de ter custos de instalação e de funcionamento relativamente moderados, além de ter um consumo energético mais reduzido (em relação ao processo a úmido). Apresenta ainda, a possibilidade de utilizar matérias-primas que pouco se prestariam ao processo a úmido;

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A tecnologia abrindo espaço para discussão e aprendizagem sobre Direitos Humanos no Ensino Médio

A tecnologia abrindo espaço para discussão e aprendizagem sobre Direitos Humanos no Ensino Médio

O ensino/aprendizagem sobre Direitos Humanos no ensino médio é um desafio constante tanto para os profissionais da educação quanto para os discentes. Uma das maiores dificuldades no processo de implementação da Educação em Direitos Humanos em todo ciclo escolar, do básico ao superior, reside na ausência de formação do docente, das diferentes áreas de conhecimento, no que tange aos conteúdos que substanciam a Educação em Direitos Humanos. Afinal, quais estratégias os docentes deveriam assumir para converter sua prática em um exercícios democrático? Como estimular o interesse dos estudantes? Este artigo se apropria dos estudos em educomunicação e de novas tecnologias como ferramentas que fomentem a discussão orientada sobre Direitos Humanos na escola, contribuindo para a formação de uma verdadeira cultura de paz, dentro e fora do espaço escolar.
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Uma estratégia de relacionamento da favela com a cidade para a integração social, física e simbólica

Uma estratégia de relacionamento da favela com a cidade para a integração social, física e simbólica

Esta seção prossegue nos estudos da administração estratégica (ALDAY, 2000) de uma cidade hipotética, proposta apenas neste trabalho, a qual guarda uma verossimilhança com as urbes reais. A primeira etapa dos planejamentos dessa administração foi realizada com a análise do ambiente, que neste caso refere-se ao ambiente das favelas. A segunda configura-se com o estabelecimento de diretrizes organizacionais, esta contendo quatro indicadores de direção: a missão, os objetivos, a visão de futuro e os valores. Para este trabalho, estabeleceu-se a missão com base no preâmbulo da Constituição Federal, e o seguinte objetivo (quando poderiam haver outros): integração social, espacial e simbólica das favelas nas cidades. A visão de futuro proposta, estudada na seção anterior, refere-se à cultura de paz. Quanto aos valores, dentre os diversos possíveis, elegeu-se para análise a participação popular. A terceira etapa, alvo desta seção, versa sobre a formulação de uma estratégia organizacional para atingir o objetivo acima. Não há a pretensão de traçar uma estratégia absoluta e infalível. Numa situação real, esta deve se adaptar às especificidades do momento e do lugar, sendo o apresentado a seguir um desfile de aspectos importantes para o estabelecimento desta estratégia. Assim sendo, o propósito desta seção é delinear os parâmetros de uma estratégia focada no relacionamento entre a favela e a cidade. Para encetar este relacionamento, são utilizados os conhecimentos e ferramentas das Relações Públicas (RRPP) comunitárias.
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Entre a permanência e o deslocamento. ZEIS 3 como instrumento para a manutenção da...

Entre a permanência e o deslocamento. ZEIS 3 como instrumento para a manutenção da...

Após a explanação do poder público, foram abertas as falas para a sociedade civil. Nenhuma das falas apresentou apoio ao projeto de lei. Eduardo M. da AZUP apontou que um projeto como este não poderia ter sido realizado de cima para baixo, sem o diálogo com os habitantes e usuários da região para readequá-los de forma digna. Lucila Lacreta, do Movimento Defenda São Paulo, e também a Presidente da Associação Viva Pacaembu, Lênidis Benfati, usaram suas falas para se referir à questão da propriedade, afetada com a lei. Lucila airmou que “o poder público está promovendo um conis- co das propriedades”, o que é inconstitucional. Lenidis ressaltou que os proprietários devem ser res- tituídos pelas quantias referentes à valorização da área. Paulo Garcia, da Associação de Comerciantes da Santa Iigênia (ACSI), chamou o projeto de “banco imobiliário”, segurando uma caixa do jogo nas mãos, que privilegia os interesses privados. Garcia ressaltou ainda que “há comerciantes na região há mais de 60 anos”, e as desapropriações na Santa Iigênia poderiam gerar um montante de cinco mil desempregados. Finalizou sua fala contra o processo de estigmatização da região dizendo que “Santa Iigênia não é cracolândia”. Karina Uzzo, do Instituto Polis, apontou irregularidades na elaboração do projeto de lei, como o fato dele não passar pelo Conselho e pela Câmara Técnica da legislação urbanística. Igor Carvalho, estudante da FAU/USP, ressaltou que se tratava de um projeto imobiliário onde os interesses dos cidadãos não estavam sendo considerados, e tal como as intervenções culturais realizadas na área, tratava-se de mais uma medida de limpeza social. Benedito Barbosa, da União dos Movimentos de Moradia da São Paulo (UMM), airmou que “um projeto com unidades imobiliárias custando 130 mil reais não pode beneiciar a população de baixa renda” e questionou sobre o que iria garantir a permanência da população da ZEIS na área. Ana Maria, do Conselho Municipal de Habitação, reforçou a necessidade de o projeto ser aprovado pelo Conselho.
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O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Em relação à permanência, destacam-se duas respostas. Tanto E4 quanto E9 trouxeram questões relacionadas ao processo seletivo. E9 ressalta que o processo para obtenção de bolsas precisa de melhoria. Em sua opinião, “o edital do apoio estudantil se tornou insustentável e ainda assim se prova falho. Muitos alunos possuem renda média/alta e conseguem o suporte financeiro enquanto alguns alunos com baixa renda são indeferidos no processo”. Nesse mesmo sentido, E4 aponta o fato de que “muitos alunos encontram métodos de fraudar documentos e assim, acabam tirando a oportunidade de quem realmente precisaria do auxílio financeiro”. Diante desses registros, cabe retomar a discussão sobre as consequências das realocações superficiais que são feitas com frequência. A cada processo seletivo são feitos ajustes no edital, porém, lamentavelmente, sempre chegam denúncias por parte dos alunos sobre esses casos de fraude. Assim, é importante registrar que soluções paliativas podem vir a provocar uma dinâmica secundária de reconhecimento estigmatizante, ou seja, os bolsistas podem passar a serem vistos como uma classe privilegiada, recebedora de tratamento especial e generosidade imerecidos.
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ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O primeiro capítulo apresenta a elaboração da política do Programa de Intervenção Pedagógica de Minas Gerais, bem como, os resultados das avaliações externas que funcionaram como parâmetro de encaminhamento das ações de desenvolvimento do referido programa. Ainda que o programa tenha como característica específica a atuação nas três instâncias da organização administrativa: SEE, SRE e Escola, foi priorizado o estudo na implementação do programa na perspectiva da SRE sendo analisado especificamente a SRE de Conselheiro Lafaiete. Foi apresentada ainda, a organização do processo de formação continuada oferecida pela equipe Central. Fez-se necessário esclarecer sobre as atribuições dessas analistas no desenvolvimento das funções da DIRE, com a finalidade de estabelecer um paralelo entre o que é esperado no desenvolvimento do programa e o que é possível fazer diante da realidade cotidiana dentro da instituição. Finalizando o primeiro capítulo, foi apresentada a visão e o entendimento de formação continuada pelas analistas, com base no resultado da aplicação do questionário que trata dos seguintes aspectos: o perfil das analistas, a conceituação de formação continuada e a estrutura organizacional.
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Educação para a Paz, um Caminho Possível para Combater a Violência e o Bullyng na Escola

Educação para a Paz, um Caminho Possível para Combater a Violência e o Bullyng na Escola

Para Laura Roizman (2008) a educação para a paz é um processo pelo qual se pro- movem conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para induzir mudanças de comportamento que possibilitam às crianças, aos jovens e aos adultos a prevenir a violência (tanto em sua manifestação direta, como em sua forma estrutural); resolver conflitos de forma pacífica e criar condições que conduzam à paz (na sua dimensão intrapessoal; interpessoal; ambiental; intergrupal; nacional e/ou internacional). A educação para a paz é um proces- so que dura toda nossa vida, permeia todas as idades, seu campo de atuação é por essência complexo e multifacetado. Além de acontecer nas escolas, tem que estar presente em nosso cotidiano: nos meios de comunicação, nas relações pessoais, na organização das instituições, no meio da família. A educação é um processo cultural no qual estamos totalmente imersos. Em contato com os alunos, quer estejamos ou não dentro do espaço de uma escola, a educa- ção permeia tudo que nos cerca, os gestos, olhares, palavras, posturas e movimentos. Há um discurso silencioso em nossa presença, que movimenta ideais, transmite valores e percepções. Educar para a paz requer o querer bem. Não há educação sem transformação. Não há mu- dança sem encontro, acolhimento e espaço de partilha. Envolve uma mudança profunda em nossos sistemas de pensamento e de ensino, pois não se preocupa apenas com a transmissão de saberes, mas com a formação de uma nova maneira de ser. Educar para a paz envolve a ge- ração de oportunidades para comunhão de significados e afetos. Devemos criar um ambiente propício e acolhedor para que as sementes da paz possam germinar. Isto envolve criatividade, abertura para promover uma qualidade nova nos espaços de ensino/aprendizagem a fim de transformá-los em locais de humanização e sensibilidade. O processo da educação deve ser uma atividade prazerosa, onde propicie confiança e curiosidade, a partir de novos desafios, assim existe possibilidade de se construir a paz na escola.
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Dissertação para obtenção do Grau Mestre em Engenharia Civil – Perfil de Construção Orientador: Nuno Cachadinha, Professor Doutor, FCT-UNL

Dissertação para obtenção do Grau Mestre em Engenharia Civil – Perfil de Construção Orientador: Nuno Cachadinha, Professor Doutor, FCT-UNL

O Integrated Project Delivery (IPD) é um método de abordagem ao projecto que integra pessoas, sistemas, estruturas de negócios e práticas profissionais num processo que aproveita, de forma colaborativa, os talentos, os potenciais e as ideias de todos os participantes com o objectivo de optimizar os resultados. Aumenta o valor do empreendimento ao dono de obra, reduzindo os desperdícios e maximizando a eficiência em todo o ciclo de vida do mesmo (Yang e Wang, 2009). A Lean Construction e o BIM não são dependentes entre si. No entanto, só se consegue atingir todo o potencial de optimização de projectos de construção quando existe uma adopção integrada de ambos (Lean e BIM), assim como acontece no IPD (Sacks et al., 2010). Assim, esta pode ser a forma mais eficiente de lidar com os riscos do BIM, visto que estes são partilhados por todos os intervenientes, juntamente com os ganhos, num processo realmente colaborativo (Azhar, 2011).
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O processo de moagem

O processo de moagem

• As características do material a ser moído devem ser consideradas no processo de moagem. Uma granulometria inicial “grosseira” nos indica que deve ser usado corpos moedores de dimensões grandes, no entanto, se a granulometria final desejada (após a moagem) for fina deveremos ter também corpos moedores de dimensões pequenas;

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E tnomatemática, justiça social

E tnomatemática, justiça social

Juntando todos os alertas e relatórios e as sérias preocupações dos órgãos científicos responsáveis, não podemos ignorar uma possível situação de caos. Ma- temáticos e educadores matemáticos têm que evoluir nas suas práticas, tendo como objetivo uma civilização sustentável, com paz em todas as suas dimensões (paz individual, paz social, paz ambiental e paz militar) para construir uma socie- dade com justiça e dignidade para todos. Mas o ensino da Matemática, em todos os níveis, inclusive a pesquisa matemática, tende a ignorar essas questões críticas que ameaçam a sobrevivência da civilização e ainda permanecem repetindo temas que deixam de ser prioritários em face da urgência da crise que ameaça a conti- nuidade da civilização. Deve ser lembrado o que disse David Hilbert no Con- gresso Internacional de Matemáticos, em 1900, em Paris: “A história nos ensina a continuidade do desenvolvimento da ciência. Sabemos que cada época tem seus próprios problemas, que na era seguinte são resolvidos ou colocados de lado, como sem interesse, e substituídos por novos problemas” (Hilbert 2003, p.5).
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