Processos de promoção e proteção

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Regime de Execuo do Acolhimento Familiar - anotado (DL n. 139/2019, de 16 de setembro)

Regime de Execuo do Acolhimento Familiar - anotado (DL n. 139/2019, de 16 de setembro)

12. Tal transitoriedade exige, por outro lado, a definição de um prazo razoável para a duração da medida, ou seja, para a concretização dos objetivos que justificaram a sua aplicação, seja a recuperação da família de origem seja a definição de um projeto de vida alternativo, não podendo ceder-se à tentação de, sob o pretexto de a criança se encontrar protegida e integrada num ambiente familiar securizante, eternizar uma medida que se pretende transitória, sob pena de ser irremediavelmente posto em causa o seu superior Interesse. Quando o interesse da criança ou do jovem postule a sua permanência prolongada junto da família de acolhimento, tendo em vista a aquisição da sua plena autonomia de vida, a razoabilidade do prazo a que se alude coincidirá com todo o tempo necessário à concretização deste objetivo, podendo mesmo estender-se até aos 25 anos de idade, quando o jovem não consiga autonomizar-se em idade anterior e se encontre nas condições previstas no artigo 63.º, n.º 2, da LPCJP, ou seja, tenha processos educativos ou de formação profissional em curso e renove o pedido de manutenção no processo de promoção e proteção.
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Avaliação dos fatores promotores de eficácia da medida de promoção e proteção: apoio junto dos pais

Avaliação dos fatores promotores de eficácia da medida de promoção e proteção: apoio junto dos pais

Tais conclusões deixam espaço para reflexões específicas relativas à seguinte questão, que agora se impõe: se não são estas as variáveis que influenciam a eficácia da medida, quais serão? A inexistência de relação entre o nº de contactos da família com a CPCJ, desresponsabiliza, de certa forma, a Comissão da necessidade de seguir e marcar encontro com a família tantas vezes quanto possível, independentemenet do tempo em que a medida se encontrar aplicada. Tal ideia decorre do facto de não não se encontrarem diferenças significativas entre processos da duração diferente que tiveram direito a um maior ou menor número de contactos com a CPCJ, apontando para o possível cenário onde o Nº de Contactos da CPCJ com as famílias, previamente marcados e consentidos, não é reflexo integral do seu trabalho junto delas. Os fatores desta intervenção irão, crê-se, muito além das entrevistas e contactos presenciais, podendo eventualmante na eficácia ou ineficácia deste Apoio junto dos Pais, de formas mais informais, numa monitorização patente e efetuada em colaboração com todas as entidades com competência em matéria em infância e juventude que irá muito para além destes Contactos ou, especificando, da sua quantificação e não da sua qualidade, em termos de mudança e capacitação do agregado.
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As tecnologias educacionais em saúde na promoção e proteção do aleitamento materno

As tecnologias educacionais em saúde na promoção e proteção do aleitamento materno

O estudo desvelou que as tecnologias educacionais em saúde estão imbricadas no desenvolvimento de processos educativos, facilitando assim o diálogo entre o profissional de saúde e o público-alvo. Propiciaram também um ensino dinâmico e contextualizado com os participantes. Deste modo, exibiram-se resultados favoráveis na promoção e proteção do aleitamento materno. Além disso, pode-se notar que as tecnologias educativas em saúde estão alinhadas ao desenvolvimento de processo de ensino-aprendizagem ativos, visto que propicia a construção de conhecimentos pelos educandos e não a mera transmissão de conhecimentos.
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Promoção e proteção da democracia na política externa brasileira.

Promoção e proteção da democracia na política externa brasileira.

A experiência do Brasil com ameaças à democracia na região sugere que mecanismos de consulta e de suspensão são geralmente mais efetivos como respostas às situações de colapso da democracia, tais como golpes de Estado ou interrupções repentinas de processos de democratização (Haiti em 1991, Peru em 1992, Guatemala em 1993 e Paraguai em 1996), do que naquelas de eleições viciadas (Haiti e Peru em 2000). Neste último caso, os regimes semi-autoritários ten- dem a ressentir-se e a resistir a ter sua legitimidade contestada por atores de fora, o que faz com que seja particularmente difícil a aplica- ção de uma abordagem positiva de apoio e persuasão. Por essas ra- zões, é essencial a criação de instrumentos dignos de crédito para que as eleições possam ser acompanhadas por observadores internacio- nais, a fim de determinar as tendências autocráticas do regime. É ur- gente também o estabelecimento de mecanismos rigorosos dentro da OEA para monitorar o cumprimento dos compromissos da Organi- zação, especialmente a Carta Democrática Interamericana, e forta- lecer a capacidade da OEA para determinar mudanças na qualidade da governança democrática em seus Estados-membros. O sinal de advertência antecipado da OEA e os mecanismos preventivos, bem como suas habilidades de monitoramento, continuam inadequados.
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Dissertação de mestrado em PJ a Neiva pdf

Dissertação de mestrado em PJ a Neiva pdf

respetivo agregado familiar. Através da análise dos processos ativos e com medida de promoção e proteção aplicada na CPCJ da Póvoa de Varzim, assim como a revisão bibliográfica efetuada para esta investigação (Costa & Sani, 2007; Ferreira, 2010; Maia & Williams, 2005; Matos, Gonçalves & Machado, 2011; Monteiro & Soeiro, 2012; Sani, 2006; Sierra & Mesquita, 2006), foram selecionadas as seguintes problemáticas: abuso sexual, pornografia infantil, prostituição infantil, abandono, exposição a modelos de comportamento desviante, comportamento desviante, álcool, droga/estupefaciente, exploração do trabalho infantil, mendicidade, maus-tratos físicos, maus-tratos psicológicos, exercício abuso de autoridade, negligência, problemas de saúde, absentismo, baixo aproveitamento escolar, violência doméstica, rendimentos baixos/inexistentes, outras.
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INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS METÁLICOS

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS METÁLICOS

Os Processos de Fabricação de Produtos Metálicos, com enfoque metalúrgico, pertencem ao conteúdo programático de diversas disciplinas dos cursos de gradua- ção em Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia de Materiais, Desenho Industrial, Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, Pós- -Graduação em Engenharia Mecânica, Especialização em Engenharia Mecânica, Especialização em Engenharia de Materiais, entre outros. Nós, os autores, minis- trando essas disciplinas por mais de 20 anos nesses cursos na Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal de Campina Grande e Universidade de São Paulo, pudemos aperfeiçoar um ordenamento dos conceitos e informações envolvidos na temática que acreditamos ser uma forma muito boa para transmitir esses conhecimentos aos alunos. Na forma de apostilas, a didática utilizada no presente livro foi testada e validada por mais de 7 anos.
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Guião de avaliação no âmbito de um processo de promoção e proteção

Guião de avaliação no âmbito de um processo de promoção e proteção

A segunda etapa compreende a) o primeiro contato presencial com os pais, representante legal e detentor da guarda de facto no sentido da obtenção do consentimento e b) o primeiro contato com a criança no sentido de obter a sua não oposição à intervenção (quando esta tem idade igual ou superior a 12 anos, de acordo com o artigo 10º da Lei de Proteção de Crianças e Jovens). Tal como previsto no artigo 4.º, alínea h) da Lei 147/99 de 1 de Setembro, referente ao princípio da obrigatoriedade da informação, num primeiro momento, deve ser explicada a intervenção da CPCJ, as medidas que esta pode tomar, o direito de não autorizar e de a qualquer momento retirar o consentimento e as suas consequências (remessa do processo de promoção e proteção para o Ministério Público), tal como previsto nos números 1 e 2 do artigo 94º da Lei 147/99 de 1 de setembro. Após a prestação de consentimento e não oposição para a intervenção (tratando-se de criança/jovem com idade igual ou superior a 12 anos), deve ser iniciada a avaliação da situação com base no modelo ecológico.
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LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM: PROCESSOS, FUNÇÕES E RESULTADOS ALCANÇADOS NA ESCOLA MUNICIPAL PROFa EUNICE ALVES VIEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM: PROCESSOS, FUNÇÕES E RESULTADOS ALCANÇADOS NA ESCOLA MUNICIPAL PROFa EUNICE ALVES VIEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

participantes do Programa Escola de Educação em Tempo Integral, tendo início em agosto de 2006, e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diversidade da Universidade Federal de Ju[r]

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Controle Automático de Processos

Controle Automático de Processos

A utilização de sistemas de controle automático se encontra difundida no dia a dia de todas as sociedades desenvolvidas. Tais sistemas agem como elementos decisivos na tentativa de se obterem progresso e desenvolvimento. Podemos dizer que o controle automático num processo produtivo tem a finalidade de otimizar os sistemas capazes de produzir bens com menor custo, com maior quantidade, em menor tempo e com maior qualidade. Atualmente, a Automação Industrial é uma realidade em quase todas as fábricas no mundo. Dentre as diversas demandas para controle automático de processos estão o controle de pressão, temperatura, umidade, viscosidade e ainda operação e montagem de partes mecânicas das indústrias de fabricação. O exemplo mais clássico de indústrias com essas características são as montadoras de automóveis com robôs utilizados em todas as atividades, como soldar, fixar rebites, pintar e conduzir peças.
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O Ético e Poiético no Direito Administrativo

O Ético e Poiético no Direito Administrativo

Souto Maior (1965, p.-271) ensina que a sociedade se dividida em castas ou estamentos, extremamente hierarquizada e com pouca mobilidade social. O feudalismo se caracterizava como um sistema de vassalagem e suserania, no qual o direito de governar resultava do direito de propriedade. Existiam três classes sociais: o clero, a nobreza e o restante da população, em sua maioria, servos e artesões. Havia uma relação de servidão entre os servos e os senhores feudais, aqueles obrigados a pagar impostos em troca de permissão para o uso da terra e proteção militar conferida pelos senhores feudais. As obrigações que os servos se sujeitavam eram tão abusivas que consumiam dois terços do que produziam. Havia uma agricultura de subsistência, uma economia baseada na troca de mercadorias e produtos, com pouca ou quase nenhuma utilização de moedas. Os feudos eram auto-suficientes. Nesse período, havia a supremacia da Igreja Católica que possuía o maior número de terras e detinha o poder temporal. A Igreja organizava-se de forma hierárquica e centralizada. O Papa sendo o sucessor de São Pedro detinha os poderes espirituais e temporais. Os sacerdotes, arcebispos, bispos e párocos formavam o clero secular. Comentando a sociedade medieval, Carvalho discorre (2002, p.35):
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Silvério Brunhoso Cordeiro, UFP Luis Borges Gouveia, UFP

Silvério Brunhoso Cordeiro, UFP Luis Borges Gouveia, UFP

Não há uma solução instantânea e indolor para a conformidade com o novo regulamento de proteção de dados. As empresas portuguesas devem esperar um processo de convergência para a conformidade com o RGPD, não uma solução imediata e normalizada. Na verdade, às empresas espera um caminho tortuoso: um processo iterativo de otimização de processos e ajustes de mentalidades, que se repetirá sucessivamente até que procedimentos enraizados sejam muitas vez repensados ou, no mínimo revistos. As empresas devem encarar o RGPD de forma assertiva e pragmática, definindo objetivos concretos de análise do gap existente com a conformidade e o redesenho dos processos de gestão e armazenamento de dados. O ponto de partida pode passar pela definição do Encarregado de Proteção de Dados que assegura o controlo da conformidade dos processos com a proteção de dados requeridos; pela formação inicial de sensibilização de utilizadores diretos desses dados para as exigências do RGPD (quem são; que dados usam – acesso – e para quê – processamento); e pela definição de grupos de trabalho que apliquem o RGPD à realidade da organização. O resultado da busca pela conformidade dará origem claramente a um processo de seleção natural, que irá ameaçar as empresas menos preparadas e não constituirá uma ameaça às empresas que estiverem mais bem preparadas. Por outro lado, vem aumentar o impacte das falhas de segurança, pois o furto ou a perda de dados pessoais, terá consequência para a empresa, obrigado ao investimento também na segurança da informação.
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Processos da construção da Política Nacional de Promoção da Saúde.

Processos da construção da Política Nacional de Promoção da Saúde.

Um conteúdo que tem forte presença no D1, mas desaparece no D3, são os dados epidemioló- gicos. Acentua-se que o Brasil vive sua “transição epidemiológica” com a diminuição da mortali- dade por doenças infecciosas e o aumento de do- enças crônicas não transmissíveis, apresentando estatísticas sociais e epidemiológicas. A impor- tância da epidemiologia não é negada no D3; existem 18 menções a ela, mas não se faz uma discussão de números. Há uma crítica quanto à relevância dos dados epidemiológicos como fundamento para se pensar uma política. Se no documento de 2002 há uma preocupação como “o desafio das evidências na promoção da saúde” (D1, p. 15), o de 2005 aponta o limite destas evi- dências por estarem ligadas apenas “ao compor- tamento e aos hábitos de vida dos sujeitos” (D3, p. 13) e, portanto, não seriam base suficiente pa- ra a construção de uma PNPS. Há um insistente repúdio à tese de que “a promoção da saúde lida com estilos de vida [...] onde a população perde de vista o que é uma vida saudável” (D3, p. 13). Ao contrário, defendem que os “modos de viver” (ao substituírem a expressão clássica “estilos de vida”, visam a acentuar uma mudança conceitu- al) “não se referem apenas ao exercício da vontade e/ou liberdade individual e comunitária [...] mas envolve forças políticas, econômicas, afetivas e sociais” (D3, p. 8).
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A CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DO TRABALHADOR NO CONTEXTO DA MERCANTILIZAÇÃO DAS RELAÇÕES LABORAIS  Andréa Galvão Rocha Detoni

A CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DO TRABALHADOR NO CONTEXTO DA MERCANTILIZAÇÃO DAS RELAÇÕES LABORAIS Andréa Galvão Rocha Detoni

Entre os temas tratados na obra ora apresentada, particularmente com foco no Direito Constitucional e no Direito Internacional, evidencia-se a preocupação dos autores com a dignidade humana nas relações de trabalho e com os direitos humanos fundamentais do trabalhador em especial. Não menos importantes foram os trabalhos que enfrentam os limites do capitalismo, a função social da empresa, a judicialização do direito à saúde, a eficácia dos serviços públicos, bem como os artigos que abordam a proteção jurídica da vida privada, o direito à informação, a mediação e o acesso à justiça.
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Informação de Saúde para o Cidadão: a estratégia do Grupo de Trabalho para os Utentes

Informação de Saúde para o Cidadão: a estratégia do Grupo de Trabalho para os Utentes

desenvolvimento do Sistema de Saúde, na medida em que contém elementos essenciais do processo educativo e proporciona capacidades indispensáveis para o autocuidado. Aliás, existe hoje considerável evidência de que a educação, a literacia e o autocuidado são de grande importância, não só para a promoção e proteção da saúde da população, mas também para a efetividade e eficiência da prestação de cuidados de saúde, constituindo, por isso, um fator crítico para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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Diversidade cultural, patrimônio cultural material e cultura popular: a Unesco e a construção de um universalismo global.

Diversidade cultural, patrimônio cultural material e cultura popular: a Unesco e a construção de um universalismo global.

A Convenção signiicou, de maneira clara, pela primeira vez no âmbito do direito internacional, o reconhecimento, através de uma convenção ou tratado interna- cional, da natureza disinta dos bens e serviços culturais. O texto da Declaração Universal sobre a Diversidade foi aprovado, em 2001, por unanimidade. Esse texto tornou-se o documento preparatório para a realização e aprovação da Convenção, em 2005. A parir da aprovação do texto da declaração, a grande maioria dos estados membros defendiam que fosse atribuída à convenção o estatuto jurídico de tratado internacional, em uma instância jurídica com poder suiciente para garanir seu cumprimento. A convenção aprovada se tornou um instrumento jurídico de caráter internacional, com força de lei, criando compro- missos, direitos e deveres. Ao contrário de outros instrumentos jurídicos, como, por exemplo, as declarações e recomendações que são desinadas à dissemina- ção de ideias e valores, a convenção tem força de lei, pois cria, além do compro- misso de cumprimento entre os países signatários, o compromisso de difusão e promoção. A convenção é considerada o instrumento jurídico mais poderoso e com maior eicácia jurídica no âmbito de um organismo transnacional.
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CONDIÇÕES DE TRABALHO E SAÚDE DO DOCENTE DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO  Ivna Maria Mello Soares, Saulo Cerqueira de Aguiar Soares

CONDIÇÕES DE TRABALHO E SAÚDE DO DOCENTE DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO Ivna Maria Mello Soares, Saulo Cerqueira de Aguiar Soares

No presente artigo, ao se debruçar sobre as condições subjetivas dos sujeitos pesquisados, acredita-se na possibilidade de aproximação da realidade e dos fatores desencadeantes de processos de adoecimento. O tema da pesquisa transpira um caráter de interdisciplinaridade, uma vez que transita entre a Educação, a Saúde e o Direito, este, na órbita da legislação trabalhista docente, ensejando uma hermenêutica renovada sobre o docente universitário, na busca da aplicação prática e imediata dos resultados no Ensino Superior Privado. Trata-se de pesquisa de revisão bibliográfica, e esta se identifica como do tipo exploratória.
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CONTR OLE DE PR OCES SO

CONTR OLE DE PR OCES SO

O conceito de “controle distribuído” surgiu com os controladores do tipo “caixa grande”, que eram fisicamente espalhados pela planta. Os elementos individuais de controle, como reguladores mecânicos, eram localizados próximos aos equipamentos de processo a serem controlados. As ações típicas de controle eram executadas local- mente pelos operadores, e a total “integração” entre controle e operação da planta se baseava, praticamente, na troca de informações verbais. Esses procedimentos eram viáveis pois as plantas eram geograficamente pequenas, e os processos, poucos com- plexos. No final da década de 1920 surgiram os controladores pneumáticos de conexão direta ao processo, porém, a filosofia de operação não foi alterada: controlador e inter- face com o operador permaneciam no campo.
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Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em um hospital universitário.

Proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em um hospital universitário.

Porém, este treinamento (Passo 2) foi citado pela chefia de enfermagem como sendo o passo mais difícil de ser realizado, por diversos fatores, entre eles, falta de disponibilidade de tempo, impossi- bilidade de reunir todos os funcionários e cons- tante mudança no quadro dos mesmos. Como conseqüência, encontramos um número reduzi- do de funcionários que realizaram o treinamento de dezoito horas, sendo apenas de 50%. Tal resul- tado condiz com um estudo onde os autores ava- liaram a promoção do AM em hospitais públicos e privados do município de São Paulo, e obtive-

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DEFINIÇÃO, MAPEAMENTO E MELHORIAS DE PROCESSOS

DEFINIÇÃO, MAPEAMENTO E MELHORIAS DE PROCESSOS

‘Estratégia é a escolha dos segmentos de mercado e clientes que a empresa pretende servir, identificando os processos internos críticos nos quais deve atingir a excelência para concretizar suas propostas de valor aos clientes dos segmentos-alvo, e selecionando as capacidades individuais e organizacionais necessárias para atingir os objetivos internos, dos clientes e financeiros’.

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HISTÓRICO DOS SISTEMAS DE FABRICAÇÃO

HISTÓRICO DOS SISTEMAS DE FABRICAÇÃO

Desde os primórdios da Primeira Revolução Industrial, também denominada revolução do carvão e do ferro, ocorrida em 1780, e posteriormente da Segunda Revolução Industrial, do aço e da eletricidade, iniciada em 1860, os processos de fa- bricação vêm evoluindo e obtendo níveis cada vez maiores de produtividade. Desde então, métodos, técnicas, mecanismos e materiais foram criados para operacionali- zação e melhorias dos sistemas produtivos.

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