Produção de Conhecimento

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BLOG NA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO ESCOLAR

BLOG NA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO ESCOLAR

Este artigo analisa a potencialidade de se trabalhar os conteúdos dos currículos escolares de forma interativa e desenvolver a aprendizagem colaborativa do conhecimento utilizando o blog na educação. O problema é: Será que o blog pode ser uma ferramenta de produção de conhecimento no espaço escolar? A utilidade desta ferramenta on-line no processo de ensino e aprendizagem será analisada pelas lentes dos Estudos Culturais e na perspectiva foucaultiana sobre as interdições e a vontade de verdade dos discursos pedagógicos. As interdições no ambiente on-line interativo são menores do que as interdições no discurso do falante fora desses ambientes, por isso o medo de falar e ser criticado é menor. O contato mediado pelo blog permite ao produtor do discurso a previsão de algumas respostas, alguns questionamentos e verifi cação da validação ou não de suas ideias sem uma exposição real. Na chamada “blogosfera”, há tensões entre teorias e falantes e pode ser uma ferramenta útil para o processo de interação on-line entre os usuários. O falante com receio de ser silenciado fi ca mais à vontade no blog para defender suas posições baseadas em seu arcabouço teórico e suas vivências permeadas pelas condições social, histórica e cultural como parte de seu discurso.
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A produção de conhecimento e verdade no contemporâneo.

A produção de conhecimento e verdade no contemporâneo.

Essa perspectiva nos induz a pensar que as ciências humanas, especialmen- te a psicologia e a psiquiatria, parecem ser reprodutoras desses efeitos de verdade sobre o sujeito, pois o conhecimento emitido por elas é resultante desses atraves- samentos do saber e do poder ao se apropriarem dos enunciados de verdadeiro e falso, normal e patológico, apto e não apto, por exemplo, utilizando-os como ins- trumentos de trabalho para a perpetuação de uma racionalidade científica eminen- temente normalizadora que mantém a ordem pré-estabelecida a fim de garantir a sua estabilidade como podem ser constatados nos testes de psicodiagnósticos, recrutamento e seleção, laudos forenses, sanidades mentais, etc. Portanto, a ques- tão crucial da psicologia, pelo menos no contexto social contemporâneo, seria problematizar até que ponto esses testes e diagnósticos definem a verdade sobre o sujeito ou se apenas são ferramentas de manobra a serviço do biopoder. Por isso, acreditamos que as ciências psicológicas precisam repensar suas práticas e o seu lugar na produção de conhecimento e verdade sobre o sujeito para que não caia na lassidão reprodutiva dos emaranhados objetivantes dessas práticas sociais.
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Produção de conhecimento: instituição e/ou sujeito?

Produção de conhecimento: instituição e/ou sujeito?

Durante a escrita de nossa dissertação de mestrado intitulada Emergência, movimento e deslocamento da disciplinarização da Análise de Discurso no RS, e também em nosso projeto de pesquisa de atual, intitulado Nomeação e designação no processo de disciplinarização de uma ciência, uma das reflexões que permeiam nosso trabalho diz respeito ao papel do sujeito professor na constituição de uma disciplina e, consequentemente, na reprodução/produção de conhecimento. Conforme Scherer (2007, p. 140), “história nenhuma se faz sem sujeito”. Assim sendo, em nosso entendimento, professores/pesquisadores/orientadores são os sujeitos que configuram as disciplinas nas instituições universitárias.
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Produção de conhecimento.

Produção de conhecimento.

Pesquisar é um ato que obriga também ao envolvimento com ou- tros ambientes de pesquisa. Este trânsito, em outros ambientes de pes- quisa, não só possibilita conhecer e trocar impressões e referências bibli- ográficas, pessoalmente, com pessoas que têm interesses comuns como também auxilia em situações práticas, como obter cópias de materiais aos quais, por outra via, ou não se teria acesso, ou que não seriam sim- ples de se obter. Isso se dá por intermédio de uma série de instituições e meios de circulação do conhecimento que organizam os seus produto- res dentro dos marcos do, e subordinados ao, metabolismo social que tende a transformar toda produção humana em mercadorias, subordi- nando o valor de uso ao valor de troca. Se na sociedade burguesa, de um lado, a produção de conhecimento científico se desenvolveu em um nível muito superior ao dos modos de produção anteriores e goza de uma autonomia relativa como uma das esferas produtivas, por outro lado está condicionada às suas relações com o valor-trabalho para a re- produção do capital. A tendência dominante é a de uma tecnologização da ciência (Antunes, 1999), que permeia a lógica das instituições que organizam os produtores de conhecimento científico, os quais, portan- to, não são autônomos para estabelecer uma disjunção entre a sua pro- dução específica e as determinações, socialmente destrutivas, do capital.
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Políticas de produção de conhecimento em enfermagem.

Políticas de produção de conhecimento em enfermagem.

Mas, de todo modo, os cientistas-enfermeiros precisam mostrar tudo o que já conseguiram mesmo nas condições ad- versas em que trabalham, em termos de ausência de uma po- lítica universitária que subsidie a produção de conhecimento nas escolas de enfermagem por meio de uma logística seme- lhante àquela disponibilizada por essas mesmas universidades aos cientistas de áreas bem estabelecidas. Especialmente em termos funcionais, há uma desigualdade oriunda da época em que a atividade científica não era desenvolvida por enfermei- ros. Por isso, não precisava de técnicos de apoio à pesquisa nos quadros institucionais de enfermagem. Quando, por força estatutária, os docentes de enfermagem começaram a dedicar- -se à pesquisa, enfrentaram e superaram condições limitantes, fazendo uso de estratégias que demandavam enorme esforço e dispêndio de energia e de recursos próprios, preparando e coordenando o trabalho de voluntários que se dispusessem a colaborar com o trabalho do pesquisador. Improvisações, exacerbação de criatividade, dedicação e solidariedade - com- ponentes próprios do perfil do enfermeiro – serviram para contornar dificuldades e atingir objetivos. Mas, é preciso que miremo-nos no exemplo daqueles que contam com o respaldo institucional para facilitarmos nosso trabalho, para alcançar- mos melhores resultados canalizando energias para o processo de criação e de aplicação, convertendo resultado em inovação, sempre em consonância com a realidade de saúde em que nos encontramos e em sintonia com a política de saúde do país.
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Trabalho docente e produção de conhecimento.

Trabalho docente e produção de conhecimento.

Tudo isso junto representa uma ameaça cultural de primeira ordem para a investigação cientíica básica e, de maneira geral, para toda a cultura superior. Não é objetivo deste texto a análise, em profundidade, dos múltiplos vetores que contribuíram para o aprofundamento da dupla face de privatização da educação superior brasileira, todavia merece registro histórico que tal ampliação ocorreu, no Brasil, diretamente relacionada a dois outros movimentos de acomodação do capitalismo brasileiro, aqui citados tão somente para elucidar a base teórica de onde se parte. Primeiramente, a expansão da educação superior (e sua privatização) ocorre no mesmo diapasão e para o atendimento das mudanças contemporâneas ocorridas na produção e valoração do capital, a reestruturação produtiva, que teve seu início sistematizado, no Brasil, a partir da década de 1980 e, em segundo lugar, toma impulso e ganha organicidade a partir da reforma gerencialista do Estado, posta em movimento em 1995, pelo então ministro Bresser Pereira e em curso até os dias atuais. A partir desses vetores, pode- se veriicar profundas modiicações na cultura e no cotidiano das instituições, nas relações entre o Estado e as instituições públicas, mas, sobretudo, no trabalho do professor e do pesquisador desse nível de ensino, motivo deste estudo.
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A sociopoética como dispositivo para produção de conhecimento.

A sociopoética como dispositivo para produção de conhecimento.

A sociopoética parte de uma concepção ética que vai na contra-corrente desse pensamento. Ao reconstruirmos sentidos por meio do dispositivo do grupo-pesquisador, ao promovermos uma modificação nesses modos de relação com a verdade, não podemos deixar de considerar o efeito de transformação, ou o efeito de retorno da verdade sobre o sujeito. Entendemos que nossas pesquisas têm produtos variados: relatórios, documentos, imagens. Mas não é apenas isso. Ocorre também um outro tipo de produção, talvez mais sutil que as outras, talvez menos esperada. Mas, com certeza, não menos importante. O ato de pensar uma determinada realidade não quer dizer contemplação ou reflexão “sobre” algo. Pensar nos envolve, nos implica, no sentido exato da palavra (in = dentro + plicare = dobrar), e é nessa dobra que nos constituímos como ser. Ou, como afirmam Deleuze e Guattari (1992), o pensamento é um movimento infinito de ida e volta porque ele não vai na direção de uma destinação sem já retornar sobre si, a agulha sendo também o pólo. É neste movimento que podemos falar de uma dobra entre pensamento e subjetividade. É neste sentido que se diz que pensar e ser são uma só e mesma coisa. Ou antes, o movimento não é imagem do pensamento sem ser também matéria do ser.
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Produção de conhecimento em meios digitais

Produção de conhecimento em meios digitais

José Augusto Mourão Universidade�Nova�de�Lisboa Winfried Nöth Universität�Kassel,�Alemanha Manuel Portela Universidade�de�Coimbra,�Portugal Lúcia Santaella PUC-São�Paulo,�Brasil Alckmar [r]

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Leitura e produção de conhecimento

Leitura e produção de conhecimento

O resultado é o desencontro entre a natureza da leitura e as expectativas da educação, com a conseqüente e indesejada desarticulação da área designada de ensino da língua e da literatura, comprometida, de um lado, com o domínio de práticas – as de oralidade e escrita – e aquisição de conteúdos – a gramática, a história da literatura -, de outro, com o crescimento interior do estudante, propiciado pela consolidação do gosto poético, entendido como prazer de ler. Por decorrência, e refiro-me ao exemplo brasileiro, cabe reconhecer que o “vale tudo” impera, pois se advogam as mais diferentes perspectivas no campo metodológico. Valorização da literatura infantil, investimento na produção de texto, discussão da legitimidade do livro didático, controvérsia sobre processos de alfabetização – todas essas facetas caracterizam o campo da didática de língua e literatura, dentro do qual se aloca a leitura, ocupando o papel colateral já mencionado.
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Produção de conhecimento em biologia com práticas

Produção de conhecimento em biologia com práticas

caranguejo e ver o caranguejo, ver o peixe, ver a lama e no final qual o sentimento, vocês sentiram fisicamente o que é o mangue, diferente de eu chegar aqui e falar a tundra é um bioma lá das regiões temperadas, caramba o que isso tem a ver, é importante que vocês sabem que existe esse bioma, mas vocês aprenderem na prática, no sentimento, viverem o que é esse bioma é diferente. Se eu levar vocês pra um bioma local que é um manguezal, que é tão importante que é um dos poucos que ainda existem nessas regiões tropicais, então é isso, quando vocês me perguntam está programado? Muitas vezes pode não está. E nesse projeto que eu estou fazendo eu vou estar sempre atento a isso, com os professores aqui na escola eu estou sempre procurando conviver com isso, eu como coordenador pedagógico, pessoal o que vocês acham de a gente ir pra uma aula na câmara? O que vocês acham de a gente ir pra uma aula no mangue? O que vocês acham de ir uma aula em sobral? Porque eu não posso dar ideia e fazer com que o professor vá, o professor tem que sentir a vontade, porque senão fica a minha aula, como já aconteceu aqui. Vamos fazer um projeto sobre os arrecifes de corais? Ai eu acabei conduzindo o processo, no final das contas eu não era o professor da disciplina e acabei fazendo toda a aula, não é assim que eu quero, eu quero que o professor junto com o aluno seja o protagonista daquele conhecimento, estou falando, mas quem tem que falar os sentimentos são vocês ai. Até a professora Cátia, como é que você se sente? Eu sou, eu sempre fui como professor procurei nas minhas aulas fazer isso, essas modalidades didáticas. Ela utiliza muito os seus livros que são modalidades didáticas, existem sete modalidades didáticas que são a aula expositiva, no laboratório, o atendimento personalizado que o professor vai até o aluno, enfim são sete. Eu fui um professor antes e sou um professor
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A produção de conhecimento e saberes do/a professor/a-pesquisador/a.

A produção de conhecimento e saberes do/a professor/a-pesquisador/a.

No decorrer dos diálogos com autores convidados para a interlocução e a partir de nossa experiência de leitura e análise dos trabalhos enviados aos seminários organizados pelo Gepec – Seminário “Fala (outra) escola” e Seminário “Produção de Conhecimentos, Saberes e Formação Docente” –, fortalecemos nossa convicção de que o/a professor/a-pesquisador/a não pre- cisa estar necessariamente vinculado/a a programas de pós-graduação para produzir pesquisa. O/a professor/a, no cotidiano da escola, compromissado com a sistematização de seus conhecimentos e acionando saberes, produzindo novas relações e mobilizando mudanças, pode ser reconhecido como profes- sor/a-pesquisador/a.
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A pesquisa em psicologia: construindo outros planos de análise.

A pesquisa em psicologia: construindo outros planos de análise.

RESUMO:O texto procura traçar um quadro teórico do qual pretende derivar questões para uma discussão que visa a levantar alguns aspectos para o debate sobre a forma com está colocada hoje a questão da pesquisa em psicologia e os efeitos produzidos no plano político/subjetivo, dada a indissociabilidade desses planos. Oferece um certo ponto de vista sobre o problema do conhecimento a partir de algumas referências metodológicas que problematizam a racionalidade na qual estão apoiadas as ciências humanas, pautadas numa lógica que perse- gue verdades inquestionáveis sobre uma realidade já dada. Propõe novas perguntas sobre a produção de conhe- cimento que possam reorientar as práticas de pesquisa no campo da psicologia, pois toda concepção de produção de conhecimento/pesquisa envolve sempre uma certa política, não possui apenas um sentido técnico e/ou metodológico.
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: Brapci ::

: Brapci ::

Além da espiral do conhecimento e para evidenciar ainda mais a ligação entre a produção de conhecimento e a organização de registros de conhecimento, Ranganathan apresenta também a espiral do desenvolvimento de assuntos: se o movimento da espiral do conhecimento propicia o ato de perceber os fatos que ocorrem no mundo fenomenal, com a espiral do desenvolvimento de Assuntos é possível verificar a relação entre este perceber e a produção de conhecimento que, no nosso caso, é conhecimento registrado. Apesar dessas questões terem um cunho filosófico, Ranganathan deixa evidente, a todo momento, sua preocupação em relacioná-las com o universo de trabalho da documentação, apresentando como uma meta-espiral do conhecimento a espiral do universo de assunto. Esses assuntos se apresentam e são analisados na área da documentação a partir dos documentos produzidos por um grupo de falantes de determinado universo de discurso. Dessa forma, a garantia literária e a dinâmica do conhecimento andam juntas, e são esses fatores que determinam a relação do documento com o conhecimento e influenciam a elaboração de esquemas classificatórios para a área da documentação.
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Universidade: nos bastidores da produção do conhecimento

Universidade: nos bastidores da produção do conhecimento

Em primeiro lugar, há que se admitir certas variações cruciais entre os diversos campos do saber que, pela própria natureza dos seus objetos, exigem diferentes abordagens metodológicas. A esse termo (abordagens metodológicas) atribuo um sentido limitado, isto é, refiro- me aos métodos e técnicas específicos relativos ao processo de obser- vação, organização, análise e interpretação dos dados relacionados ao objeto sob investigação. Sem a pretensão de adentrar em maiores refle- xões sobre a divisão das ciências, aceito a distinção entre as ciências da natureza e as ciências do homem e da sociedade. Torna-se, pois, evi- dente que privilegio a relação sujeito-objeto como divisor de águas en- tre os dois grupos, o que revela minhas preocupações com o problema da objetividade da ciência. Assim sendo, embora reconhecendo a im- possibilidade de atingimento de uma objetividade pura (independência do sujeito) em qualquer dos campos da ciência, concordo com o postu- lado da existência de maiores dificuldades no âmbito das ciências do homem e da sociedade. Em qualquer dos casos, no entanto, o pesquisa- dor não poderia se eximir de uma postura de objetivação na busca de conhecimento do seu objeto.
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DESAFIOS NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM BIOTECNOLOGIA

DESAFIOS NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM BIOTECNOLOGIA

Ao analisar a rede de instituições responsáveis pela regulamentação do acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado, observou-se que a divisão da demanda do CGEN, na tentativa de agilizar a liberação das solicitações, acabou por dificultar a compreensão do processo, pois muitas vezes os pesquisadores ficam sem saber a quem solicitar seu pedido diante da necessidade de observar o enquadramento do projeto a ser submetido quanto ao objeto e à finalidade das solicitações para, assim, determinar qual das várias instituições regulamentadores é responsável.
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A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NO SETOR DOS AGRONEGÓCIOS

A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NO SETOR DOS AGRONEGÓCIOS

  A   produção   dos   agronegócios   possui   responsabilidade   mundial   devido   ao   aumento   populacional  e,  assim,  o  crescimento  das  necessidades  de  alimentação  dos  indivíduos.  Mediante  a   construção   do   conhecimento   e   a   implantação   da   tecnologia,   muitos   avanços   no   aumento   da   quantidade  de  alimentos  produzidos,  bem  como  na  qualidade  dos  produtos,  foram  alcançados.     Exige-­‐se,  porém,  que  haja  a  continuidade  desse  progresso.  Essa  exigência  se  põe  ostensiva   diante  dos  problemas  que  do  setor  que  ainda  não  foram  sanados  ou  que  não  conseguiram  alguma   redução  ou  melhoria.  Ora,  a  exigência  de  continuidade  de  progresso  implica  a  criação  de  novos   conhecimentos   para   serem   convertidos   em   novas   tecnologias.   Para   isso,   os   incentivos   governamentais  funcionam  como  estímulos  à  pesquisa  e  ao  desenvolvimento  tecnológico  do  país,   a   exemplo   dos   incentivos   proporcionados   pelo   Fundo   Setorial   de   Agronegócios   e   também   os   proporcionados  pelo  BNDES.  
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A Produção de Sementes Registradas

A Produção de Sementes Registradas

Mas o que a Noelma tá falando é que tam- bém tem que garantir o fornecimento de semente básica pra quem qui- ser comprar e isso os danados não tão fazendo, e se eles insistirem em exclui[r]

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A concentração da produção do conhecimento técnico-científico

A concentração da produção do conhecimento técnico-científico

Resumo Este artigo é fruto dos debates e reflexões vinculados à preparação e realização da mesa “Geopolítica da informação e do conhecimento e suas implicações nas estratégias de desenvolvimento” no Seminário “Desenvolvimento em Questão: que sociedade da informação e do conhecimento?”, realizado no Rio de Janeiro, em setembro de 2006. A partir das três intervenções ocorridas durante o evento e dos debates que se seguiram, são abordados os temas relativos às desigualdades (no âmbito social, organizacional e territorial) no acesso a informações e conhecimentos estratégicos e desigualdades na capacidade de inovação e aprendizado. São debatidas, ainda, as novas formas de apropriação e privatização de conhecimentos estratégicos e, também, os requisitos para as políticas de C&T e sua relação com o desenvolvimento. O conjunto de questões levantado a partir das exposições foi bastante rico e seu eixo principal girou em torno das dificuldades envolvidas nos processos de comercialização da C&T, das vantagens e desvantagens da concentração da produção do conhecimento científico e da importância de políticas voltadas à resolução dos problemas ocasionados pela concentração demasiada. O grande consenso foi sobre a necessidade da formulação e implementação de políticas adequadas às peculiaridades nacionais e locais. Outro tema abordado foi o das tecnologias convencionais e tecnologias sociais e sua aplicação em diferentes contextos
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Usuários da informação: a produção científica no periódico Perspectivas em Gestão & Conhecimento

Usuários da informação: a produção científica no periódico Perspectivas em Gestão & Conhecimento

A maioria desses estudos foi produzida por professores doutores de universidades brasileiras e uma portuguesa e por alunos de pós-graduação, mestrandos e doutorandos. Isso resulta do fazer e das exigências que emanam no cotidiano dessas pessoas que necessitam de capacitação e atualização constante. A qualificação de autores e coautores é um dos indicadores de uma produção de boa qualidade. Nesse sentido, pode-se afirmar que a produção estudada apresenta essa correlação. Os estudos utilizaram metodologias com o auxílio de autores de outras áreas do conhecimento, como a Psicologia, que só veio fortalecer e colaborar com pesquisas cujo objeto de estudo é o usuário da informação.
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OFICINAS DO JOGO: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA TRANSDISCIPLINAR NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

OFICINAS DO JOGO: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA TRANSDISCIPLINAR NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

No final do ano entregamos às crianças folhas de papel para escreverem sobre o que tinham aprendido nas Oficinas do Jogo. Trecho do texto de um aluno: “Eu aprendi a matemática, a respeitar os amigos, eu aprendi a construir com as caixas...”. Interessante como esse aluno também insiste, tal como no depoimento de uma aluna anterior, em dizer que aprendeu matemática. Cremos que ter en- contrado maior facilidade para aprender matemática em sala de aula fez com que associassem tal aprendizagem com as atividades das Oficinas do Jogo. Fortalecendo o pensamento durante os jogos realizados, encontravam maior facilidade para aprender matemática. Uma outra criança escreveu: “Aprendei ser amigos, Aprendei respeita os amigos. Aprendei a escrever [sic]”. Ela destaca uma importante questão moral e afetiva, que é a do respeito aos colegas, enfatizada por muitas crianças. Esse é o sentido da transdisciplinaridade, como a define Santos (2005). No projeto Oficinas do Jogo, a transdisciplinaridade tem o sentido não só de se caracterizar pela produção de um conhecimento que atravessa outras áreas de conhecimento, mas de ir além dos conhecimentos, não só o específico da educação física, como também de outras disciplinas.
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