Professores de ensino fundamental - Crato (CE) - Condições sociais

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Autopercepção das condições de trabalho por professores de ensino fundamental.

Autopercepção das condições de trabalho por professores de ensino fundamental.

Métodos: estudo transversal com amostra probabilística de professores de escolas municipais. Participaram do estudo 90 indivíduos (18 homens e 72 mulheres) distribuídos nas faixas etárias de 24 a 65 anos. O instrumento de investigação foi um questionário com 40 questões composto por 5 blocos de perguntas. Foram realizadas: análise descritiva e analise de regressão linear uni e multivariada para veriicar as associações entre o número de sintomas vocais e as condições de trabalho dos professores. Resultados: aproximadamente um terço dos professores (34,4%) relataram a presença dos 8 sintomas vocais (média=5,6/DP=2,4). Com relação às características do ambiente de trabalho, a maior parte dos docentes refere ruído elevado ou insuportável como competição sonora ao uso da voz, sendo (43,3%) da sala de aula, e (41,1%) da escola. Quanto aos aspectos psicossociais do trabalho 54,4% dos professores relatou baixa demanda psicológica e 55,6% baixo suporte social. No modelo multivariado inal, a variável que apresentou associação com número de sintomas foi o ruído dentro da sala de aula.
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Representações sociais da avaliação da aprendizagem em professores do ensino público fundamental de Niterói

Representações sociais da avaliação da aprendizagem em professores do ensino público fundamental de Niterói

Dentre as atividades escolares que fazem parte da dinâmica escolar, o momento da avaliação desperta tantos sentimentos controversos que a tornam alvo de inúmeros estudos. Hadji (1994), por exemplo, propôs uma discussão em torno das diferentes definições de avaliação e apre- sentou o conteúdo por meio da estruturação das falas de professores, também franceses, que teriam que responder à pergunta: o que é ava- liar? Seguindo a metodologia utilizada para a pesquisa, o autor destacou, inicialmente, os verbos que fizeram parte das respostas e que definiram, para tais professores, o momento da avaliação. Foram eles: “verificar, julgar, estimar, situar, representar, determinar, dar um conselho” (p. 27). Em seguida, Hadji elencou as respostas dadas e indicou que esses verbos estavam ligados a certos termos, como: saberes, saber fazer, competência, produção e trabalhos. As respostas dos professores descritas pelo autor foram:
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Método científico e prática docente: as representações sociais de professores de ciências do ensino fundamental.

Método científico e prática docente: as representações sociais de professores de ciências do ensino fundamental.

Resumo: Esta pesquisa foi desenvolvida no curso de Mestrado em Educação da Universidade Fede- ral de Uberlândia, e se propôs a investigar as representações sociais dos professores de ciências de 5ª a 8ª séries sobre o “método científico” e os efeitos dessas representações em suas práticas docentes. O referencial teórico metodológico utilizado foi o das representações sociais, na perspectiva moscovici- ana. Os instrumentos empregados para a coleta de dados foram questionários e entrevistas. A análise de um e outro instrumento aponta uma prevalência de representações construtivistas, embora com algumas incoerências. Em relação aos efeitos que essas representações surtem nas práticas dos sujei- tos, a nossa conclusão é de que isso não aconteceu de forma significativa. De maneira geral, os profes- sores pesquisados avaliam como vantajosa a utilização dessa metodologia no ensino de ciências, justi- ficando não a utilizarem em função de algumas dificuldades operacionais e, mesmo, de formação inadequada para fazê-lo.
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As representações sociais dos professores e alunos da Escola Municipal Karla Patrícia, Recife, Pernambuco, sobre o manguezal.

As representações sociais dos professores e alunos da Escola Municipal Karla Patrícia, Recife, Pernambuco, sobre o manguezal.

Com base no percentual analisado através do Evoc, pode-se afirmar que 16,3% das evocações do corpo docente do Ensino Fundamental da Escola Municipal Karla Patrícia estão voltados para a dicotomia entre homem e natureza. Dicotomia esta que tem se apresentado com bastante freqüência nos dias atuais e que não era tão forte na pré-história, visto que em sua maioria, os seres humanos se adaptavam ao meio mediante estratégias de tipo biológico e comportamental, sem causar grandes modificações nos ecossistemas, com uma intensidade de transformação equiparável à de outros animais (DÍAZ, 2002).
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Condições de trabalho e transtornos mentais comuns em professores do ensino fundamental de Avaré – SP

Condições de trabalho e transtornos mentais comuns em professores do ensino fundamental de Avaré – SP

Também a avaliação de desempenho, de forma semelhante ao que ocorre nas empresas privadas, é executada centralmente, pautada pela lógica da eficácia, da eficiência e da excelência, sem levar em conta as condições concretas em que ocorre o processo ensino-aprendizagem no interior de cada estabelecimento escolar. Tal avaliação desconsidera diferenças fundamentais que incluem a realidade socioeconômica da localidade em que a escola se insere, a disponibilidade de materiais necessários às atividades docentes que diverge de escola para escola, a adequação de profissionais da educação face às demandas etc. Nesse contexto, a competência profissional do professor vincula-se exclusivamente ao desempenho de seus alunos em exames realizados pelo Ministério da Educação ou pela taxa de aprovação das escolas (SANTOS, 2004).
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A Educação Ambiental e as representações sociais dos professores da rede pública no ensino fundamental

A Educação Ambiental e as representações sociais dos professores da rede pública no ensino fundamental

Dessa forma, importa salientar que a EA se dá, considerando as RS dos professores, com a ocorrência de transformação e mudanças de hábitos, quando se torna reconhecida como prioridade para os órgãos governamentais e estimulada pelas políticas públicas. Ao serem questionados sobre o próprio comportamento, os docentes refletem que a EA é compreendida a partir da prática cotidiana, no envolvimento que favorece estudos e atividades realizadas no ambiente escolar que promovam a transformação de atitude, postura e comportamento das pessoas no meio em que estão inseridas.
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As práticas exitosas de leitura no ensino fundamental: vozes sociais de professores e de estudantes

As práticas exitosas de leitura no ensino fundamental: vozes sociais de professores e de estudantes

Nessa perspectiva, nas respostas das questões fechadas 02 e 03, que estão sendo analisadas simultaneamente, percebemos que o livro didático é utilizado com frequência em sala de aula e que os professores exigem que os exercícios de leitura e compreensão textuais sejam respondidos. Tal atitude das professoras se constitui num fator relevante no que diz respeito à formação escolar dos estudantes e aos resultados exitosos nas avaliações realizadas, uma vez que possibilita ao estudante exercitar a palavra, tornando-o capaz de refletir e transformar suas ideias. Dessa forma, as professoras assumem, de fato, o seu papel no processo de ensino-aprendizagem, isto é, no processo de construção de conhecimentos. Convém destacar ainda que o livro didático é um material pedagógico de produção de conhecimentos. Nesse sentido, é importante que o professor sempre o utilize consciente de que a leitura é um ato de posicionamento político diante do mundo e que interfere no comportamento do leitor.
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Representações sociais de professores de uma escola pública de ensino fundamental: objetivos para um projeto em Educação Ambiental

Representações sociais de professores de uma escola pública de ensino fundamental: objetivos para um projeto em Educação Ambiental

Quanto aos objetivos que um projeto sobre Educação Ambiental deva possuir, para os D2 e D6 o meio ambiente deve ser trabalhado por conta de sua importância, sem maiores explicações, ou seja, “é importante para quê?”. Ao dizerem que o meio ambiente é importante mas não darem o sentido da importância, esses Docentes indicam a naturalização do discurso sobre aquilo que se está falando, o que forma uma barreira para o questionamento e a entrada de novos entendimentos para haver o debate e, assim, podem surgir novas reorientações do que se pensa sobre meio ambiente. Para esses Docentes há uma obviedade no conteúdo da fala que não precisa ser comentada. A sedimentação no entendimento de que o meio ambiente é um tema de importância em si, além de evidenciar a forte sedimentação que este tema ganhou no meio social onde foram coletados os dados para a pesquisa, exige também do pesquisador que estuda as representações sociais, a percepção, a sensibilidade intelectual e afetiva.
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MÁRCIA HELENA GEMAQUE DE SOUZA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E A REPERCUSSÃO NA SAÚDE DOS PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

MÁRCIA HELENA GEMAQUE DE SOUZA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E A REPERCUSSÃO NA SAÚDE DOS PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Aqui na escola a gente aprendeu a conviver. Para a gente viver bem a gente parou de reclamar um pouco, para a gente poder deixar de lado as situações externas. A gente procura viver melhor para poder ter uma qualidade aqui, um ambiente melhor. No entanto, a realidade mesmo é muito ruim. Agora fizeram uma minirreforma que melhorou um pouco. Mas, eu digo, deveria ter no mínimo, um banheiro adequado. Poxa, a gente passa o dia inteiro aqui, poxa, muitas vezes no outro anexo, no outro prédio, a gente tinha um chuveiro. Nós melhoramos, compramos ducha, tinha chuveiro, ajeitamos uma cortina para chuveiro, porque muitas vezes a gente está com calor tão grande a gente tomava banho. A gente tinha nossa parte onde colocava a nossa toalha, tinha pia para a gente lavar as nossas mãos. Eu acho que o mínimo a gente tinha. As vezes a gente deitava depois do almoço, dava para dar um cochilo (no banco). Ah vamos dizer, o professor nunca é visto. Vamos fazer isto para o aluno, tá, mas nem para o aluno hoje tem. O aluno não tem uma pia para lavar as mãos. Então, ele merenda e a gente não pode dizer, vamos lavar as mãos antes da merenda, porque não tem onde eles lavarem as mãos. Lavem as mãos depois de usar o banheiro, usar o vaso, não pode dizer isso porque aqui não tem, use o papel higiênico, não tem papel higiênico para eles. Muitas vezes a gente cansa vendo a criança vindo com a calça suja de cocô. Fedendo de xixi. Então, a gente liga para os pais e eles vem buscar, porque aqui na escola não tem. Agora é que tem porta o banheiro. Então, quer dizer, tem banheiro e a descarga não funciona. O banheiro dos alunos é o mesmo do professor. Então, isto tudo é muito delicado. A sala dos professores que nós temos hoje fomos nós que montamos, porque só deram o espaço, não deram mais nada. Geladeira para a gente colocar uma água. O que a gente quiser a gente tem que comprar e trazer porque a escola não tem nada (Professora Rosa, anexo1).
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Formação inicial de professores de ciências na austrália, brasil e canadá: uma análise exploratória.

Formação inicial de professores de ciências na austrália, brasil e canadá: uma análise exploratória.

A estrutura curricular contempla, dentre outros princípios: formação básica inter e multidisciplinar; atividades de campo e de laboratório; equilíbrio entre a aquisição de conheci- mentos, habilidades, atitudes e valores; ensino problematizado e contextualizado; a constru- ção de competências; atividades curriculares e extracurriculares de formação, como, por exemplo, iniciação científica, estágios etc., de acordo com o parecer CNE/CES nº 1.301/2001 (BRA- SIL, 2001). O currículo pode ter formato modular, de forma seriada, anual, ou semestral. Os conteúdos básicos englobam os conhecimentos da Biologia e das áreas das ciências exatas, da terra e humanas etc. São conteúdos básicos: biologia celular, molecular e evolução, diversidade biológica, ecologia, fundamentos das ciências exatas e da terra, fundamentos filosóficos e sociais. Alguns conteúdos específicos também devem ser contemplados nas áreas de Química, Física e da Saúde. A formação pedagógica, voltada para a preparação tanto para o ensino de Ciências no nível Fundamental como para o ensino da Biologia no nível Médio, deverá propi- ciar, ao futuro professor, suas especificidades e uma visão geral da Educação e dos processos formativos dos alunos (BRASIL, 2001).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/ UFJF). O caso de gestão investiga o que tem proporcionado a baixa participação e o baixo desempenho dos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental nas avaliações externas do Sistema de Avaliação do Desempenho Educacional do Amazonas (SADEAM) em duas escolas estaduais, pertencentes à Coordenadoria Regional de Educação do município de Uarini/AM, tendo como referência os resultados apresentados nas edições de 2012, 2013 e 2015, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. A escolha da temática se justifica pela necessidade de se propor ações que visem melhorias nos níveis de desempenho e percentual de participação dos alunos e, assim, elevar os resultados da coordenadoria, que está atrelada às atividades profissionais do pesquisador. A apropriação dos resultados do SADEAM e sua tradução em ações pedagógicas, que proporcionem a aprendizagem significativa dos estudantes, é um desafio presente nas atividades dos atores escolares, os quais devem criar condições ao fortalecimento da cultura da avaliação nas instituições educacionais, afim de que os dados gerados assumam relevância no processo de ensino e aprendizagem. Para tanto, utilizamos como metodologia a pesquisa de caráter qualitativo e, como instrumentos de coletas de dados, entrevistas semiestruturadas junto aos gestores e professores das escolas investigadas, além da análise documental a partir de dados oficiais disponibilizados pela Secretaria Estadual de Educação e Qualidade de Ensino (SEDUC) e pelo CAEd/UFJF , responsável pela divulgação e sistematização dos dados do SADEAM. Os pressupostos teóricos
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Adolescência na percepção de professores do ensino fundamental.

Adolescência na percepção de professores do ensino fundamental.

A enfermagem pode ser exercida em diversificados es- paços sociais e de saúde, na prevenção de doenças como na promoção da saúde. Assim, consideramos que essa pes- quisa contribuirá para subsidiar ações nas escolas de ensi- no fundamental e médio, haja vista se constituir ambiente propício para o desenvolvimento de cuidados de enferma- gem com todos os integrantes da comunidade escolar. Ain- da, com esse estudo foi possível vislumbrar um novo cam- po de atuação para o cuidado de enfermagem na escola, pois ao fazer esse tipo de reflexão, possibilitamos aos pro- fessores conhecerem as peculiaridades da adolescência, podendo aprimorar seu relacionamento interpessoal com esses jovens e atuar em suas dificuldades, melhorando con- seqüentemente o seu aprendizado.
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Método Científico e prática docente: as representações sociais de professores de Ciências do Ensino Fundamental

Método Científico e prática docente: as representações sociais de professores de Ciências do Ensino Fundamental

Essa pesquisa se propôs a investigar as Representações Sociais dos professores de Ciências de 5ª a 8ª séries sobre o Método Científico (MC) e os efeitos dessas representações em suas práticas docentes. O referencial teórico metodológico utilizado foi o das Representações Sociais, na perspectiva moscoviciana. Moscovici e seus seguidores afirmam que para que possamos conhecer as Representações Sociais de um grupo, necessário se faz identificar quem é esse grupo, qual seu conteúdo simbólico e em que contexto específico se insere. Com intuito de construirmos e apresentarmos os dados, utilizamos os três questionamentos de Jodelet: quem são os nossos sujeitos, o que sabem e com que efeitos. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram questionários e entrevistas. Foram analisados 37 questionários e realizadas 10 entrevistas. Ao analisarmos as representações dos sujeitos de nossa pesquisa sobre o MC constatamos certa incoerência nas suas respostas, ao se posicionarem em relação a um elenco de afirmações ora construtivistas, ora tradicionais, durante as entrevistas, quando verbalizam suas representações. A análise de um e outro instrumento, embora com algumas incoerências, aponta uma prevalência de representações construtivistas. Em relação aos efeitos que essas representações surtem nas práticas dos sujeitos, a nossa conclusão é que isso não aconteceu de forma significativa. Constatamos ainda que a vivência do MC, na trajetória de nossos sujeitos foi insignificante, tanto na Educação Básica, como na Formação Inicial e Continuada, o que pode explicar a dificuldade de viabilização do Método Científica em suas práticas docentes. De maneira geral os professores da pesquisa avaliam como vantajosa a utilização dessa metodologia no ensino de Ciências, justificando não a fazerem, em função de algumas dificuldades operacionais e mesmo de formação. Esperamos que esse trabalho possa trazer contribuições para aqueles que se preocupam com a formação do professor de Ciências.
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Representações sociais de gestores escolares sobre o trabalho de professores homens nos anos iniciais do ensino fundamental

Representações sociais de gestores escolares sobre o trabalho de professores homens nos anos iniciais do ensino fundamental

Durante a realização das entrevistas, foi possível identificar as representações contidas no discurso dos gestores referentes à opinião sobre o trabalho de homens como professores de crianças. O conteúdo das respostas foi diverso, tal como a opinião de uma coordenadora (G2), ao afirmar que “o sexo não conta muito”, para ela, a qualidade do trabalho realizado pelo professor se torna mais importante que o sexo ou o gênero. Ela acredita que tanto homens quanto mulheres podem desenvolver um bom trabalho e afirma que tiveram “excelentes professores, até alfabetizadores” e que “pra ser bom professor eu acho que não tem diferença de sexo”. Uma das diretoras (G3) optou por fazer um comparativo ao afirmar que “eles fazem um trabalho tão bom quanto o das mulheres” e acrescentou que “o homem que faz a opção pra trabalhar nas séries iniciais é porque ele gosta e porque ele tem perfil”, e por fim sintetizou: “todos que eu conheci até hoje são excelentes, não tem o que falar, são bons, bons mesmo”. Tais respostas apontam para a positividade do trabalho do professor do sexo masculino dentro da escola, resultando em opiniões satisfatórias.
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Formação de professores alfabetizadores para o ensino e aprendizagem da Estatística

Formação de professores alfabetizadores para o ensino e aprendizagem da Estatística

Estamos na era da informação, as informações nos chegam o tempo todo e torna-se cada vez mais precoce o acesso do cidadão a questões sociais e econômicas com gráficos e tabelas e fica muito claro que não basta ao cidadão entender de porcentagens, números, ele precisa entender relacionar e analisar criticamente os dados estatísticos que lhe são apresentados todos os dias. A matemática e a estatística são ferramentas importantes, a apropriação dos seus conceitos contribui muito para a formação do cidadão. É fundamental para o mundo do trabalho o aluno saber comunicar suas ideias, esses conteúdos visam desenvolver as habilidades necessárias e criam possibilidades de capacidade critica e a autonomia de êxito na vida profissional. (PA1) A aprendizagem da Estatística desde as séries iniciais do ensino fundamental torna-se fator determinante para a construção desse ser humano crítico e atuante quando se depara a dados estatísticos, portanto é importante demonstrar que o ensino da estatística nas séries iniciais do ensino fundamental contribui para o desenvolvimento do cidadão que passa a analisar com mais criticidade e menos incredulidade dados de diversas pesquisas estatísticas. A educação ser apresentada como todos os conteúdos e suas disciplinas de forma lúdica, para que o aprendizado seja interessante e prazeroso, mediante esta realidade, o ensino de Estatística deve tratar de questões da realidade dos alunos, de forma a instigá-los na percepção de como as quantificações estão inseridas nos diversos cotidianos. É por meio da visualização da utilidade prática da Estatística, que os alunos perceberão sua importância no mundo real, ambiente do qual fazem parte. (PA3)
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Mapa mental das representações sociais  de professores do ensino fundamental  sobre a educação étnico-racial

Mapa mental das representações sociais de professores do ensino fundamental sobre a educação étnico-racial

This study aimed to analyze the constitution of social representations of elementary school teachers about ethnic-racial education and the implications for their pedagogical practice. It has the Theory of Social Representations as its theoretical and methodological reference and brings as fundamental categories "education", "racism" and "coloniality". The approach is qualitative, with the Technique of Evocation of Words for the production of data by the teachers of the elementary school of a public school and the Mental Map for its analysis. The course of this study leads us to a psychosocial view of education for ethnic-racial relations today. We question the comfortable place that a hegemonic perspective of science and research — shaped by modern / western / Eurocentric history — would take us. Hence the problem of this study: How are the social representations of elementary school teachers about ethnic- racial education and what are the implications for their pedagogical practice? The results reveal that the social representations of elementary school teachers about ethnic-racial education — in a different context of socio-cultural, political-legal, economic and educational changes, engendered since the process of redemocratization in Brazil — present ambiguous perspectives, which in some moments can reproduce racism, prejudice and racial discrimination via education, but in addition to sensitive changes to the vision, a “symbolic territory” with “fertile soil” so that new changes can be realized in society and in school life has been built from approximations of the intercultural perspective as a reference demanded by male and female students and driven by the organization and mobilization of the Black Movement.
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Narrativas e representações sociais: professores de ensino fundamental e fracasso escolar

Narrativas e representações sociais: professores de ensino fundamental e fracasso escolar

Para ilustrar essa possibilidade de interação entre esses dois conceitos- fenômeno, a narrativa e a representação social, e como aplicação ao campo educacional, propusemos a descrição de um estudo feito sobre o tema do fracasso escolar, mais precisamente sobre a defasagem idade-série. O estudo buscava apreender as representações sociais de professores do ensino fundamental sobre a questão da defasagem idade-série e baseava-se em entrevistas semi-estruturadas que tinham por objetivo recuperar as crenças, opiniões, atitudes dos professores sobre um programa de recuperação de aprendizagem orientado para alunos nessa condição de defasagem. Visto pelo lado da pesquisa narrativa, o estudo buscava reconstruir, a partir das entrevistas, os significados atribuídos pelos professores à defasagem e, de forma mais ampla, à ideia de fracasso escolar no quadro daquele programa do qual participaram.
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 Ensinar e Aprender: Representações Sociais de Professores do Ensino Fundamental

Ensinar e Aprender: Representações Sociais de Professores do Ensino Fundamental

Situado na interseção dos campos da Teoria das Representações Sociais (MOSCOVICI, 1961/2012) e Educação (CHARLOT, 1990; MADEIRA, 1991), este estudo vincula- se a linha de pesquisa “Aprendizagem e Desenvolvimento Humano em Contexto Escolares” do programa de Mestrado em Educação da Universidade Estadual de Londrina, tem por referência o ensinar e aprender como trabalho e por suporte teórico-metodológico a abordagem estrutural desenvolvida por Jean-Claude Abric (1994a). Pressupondo que qualquer representação social é uma organização significante que permite ao indivíduo perceber e atribuir características a um objeto/fenômeno (SÁ, 1998), integrando-as às suas experiências anteriores, aos sistemas de atitudes e valores que guiam seus comportamentos, porém cientes de que o acesso ao conteúdo não é suficiente para compreender as formas pelas quais uma representação social opera. Investigamos com o intuito de caracterizar a estrutura e organização dos elementos constitutivos da representação social <Ensinar é...> e < Aprender é...> de professores que atuam nas três primeiras séries/anos do ensino fundamental da rede municipal de Londrina-Paraná. O grupo de professores(as), constituído por 200 participantes, apresenta perfis distintos quanto: à idade (a maioria entre 30 e 40 anos – 38% ); experiência profissional (42,5% contam com um ano ou menos); formação acadêmica (70,5% com formação em nível de pós-graduação, 70% em cursos de lato sensu e um de mestrado). Os dados foram coletados coletivamente com a aplicação de um teste de associação de palavras no qual os participantes deveriam registrar as cinco primeiras palavras que fossem de imediato evocadas e completassem as expressões <Ensinar é....> <Aprender é>, e questionários. Após responderem ao teste, os participantes deveriam hierarquizar as palavras
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Representações sociais de professores do ensino fundamental sobre violência intrafamiliar.

Representações sociais de professores do ensino fundamental sobre violência intrafamiliar.

Observa-se, então, uma relação contraditória entre pre- ocupação, sentimentos e ação efetiva, o que expressa a possibilidade de um conflito vivenciado pelos professores pesquisados, o qual pode estar relacionado com os aspec- tos paradoxais que envolvem a violência intrafamiliar. É o caso, por exemplo, de uma maior divulgação do problema pela mídia, na atualidade (chamando a atenção da socieda- de), em contraste com a força do discurso social, em sua informalidade, permeado de saberes do senso comum, de- terminando o poder da família sobre os filhos. É como se houvesse uma contrapartida: enquanto a mídia tenta am- pliar a visão do problema para além dos muros da residên- cia familiar, a tradicional idéia de autoridade paterna parece envolver o assunto com o invólucro do silêncio, impedindo que ele seja tratado fora do espaço familiar. As políticas de governo criaram o ECA e os órgãos de atendimento e as- sistência à infância e à adolescência, mas os grupos sociais resistem, preferindo defender uma “natureza” brasileira pa- cífica, sujeita a eventuais crises de violência. A mídia tenta demonstrar a gravidade do problema, enquanto os grupos sociais permanecem com seu discurso de globalizações, de reduções semânticas e de ocultação/negação da realidade.
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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO 3º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO BELO HORIZONTE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO 3º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO BELO HORIZONTE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O dia da semana, o horário e o local de realização do curso (sábado durante o dia e na região da Pampulha) demonstram ser fatores que restringem a participação de parte dos professores. A essa conclusão pode-se chegar ao conhecer os motivos que levaram alguns docentes a cursarem a pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais, realizada em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), que acontece em diferentes locais, dias da semana e horários. ―Esse da PUC, o que me chamou atenção, que eu achei muito legal, foi porque eu pude escolher local, horários e dia, os dias da semana ‖ (Euslália, 2012, grupo focal)... ―Eu faria, a Católica é tão perto da minha casa‖ (Cinara, 2012, grupo focal). Observo que esses fatores têm forte impacto na adesão do professor, haja vista que nem a progressão na carreira e o consequente aumento salarial são atrativos para essa parcela de professores que não se dispõe a fazer o curso nessas condições.
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