Professores de matemática - educação

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A educação a distância e a formação continuada de professores de matemática: contribuições de um contexto formativo para a base de conhecimento docente

A educação a distância e a formação continuada de professores de matemática: contribuições de um contexto formativo para a base de conhecimento docente

Os resultados apresentados pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos e pelo Exame Nacional do Ensino Médio indicam que os alunos brasileiros possuem nível de proficiência baixo na disciplina de Matemática sendo capazes de realizar operações matemáticas básicas e a leitura e interpretação de gráficos simples. Esses indicadores apontam a necessidade de mudanças nos processos de ensino e de aprendizagem de Matemática na Educação Básica que podem iniciar com a atuação do professor, buscando alternativas para auxiliá-lo no ensino em sala de aula. Diante destas considerações, esta pesquisa visa investigar as contribuições da Educação a Distância, enquanto contexto formativo, em um curso de formação continuada de professores de Matemática, com atividades de Modelagem Matemática, para a manifestação e o desenvolvimento de conhecimentos e saberes da docência. No desenvolvimento da pesquisa foram adotadas as ações pautadas pelos referenciais teóricos da formação de professores, da alternativa pedagógica de Modelagem Matemática, bem como nas orientações da Educação a Distância. Os procedimentos metodológicos que nortearam a pesquisa foram pautados nos conceitos da pesquisa qualitativa. Na elaboração do curso consideramos as ferramentas ofertadas pela EaD para a comunicação entre os cursistas e o pesquisador, disponibilização de material e realização de atividades. A implementação e o desenvolvimento do curso de formação continuada de professores de Matemática em serviço na Educação Básica, ocorreu por meio do ambiente virtual de aprendizagem Moodle. O curso foi realizado na modalidade a distância, na forma semipresencial, com duração de cem horas, dividido em três módulos nos quais foram realizadas atividades de modelagem, e contou com a participação de seis cursistas
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Centro de educação continuada em educação matemática científica e ambiental (CECEMCA): a formação de professores na parceria da Universidade Estadual Paulista com o Ministério da Educação

Centro de educação continuada em educação matemática científica e ambiental (CECEMCA): a formação de professores na parceria da Universidade Estadual Paulista com o Ministério da Educação

066 - CENTRO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CIENTÍFICA E AMBIENTAL (CECEMCA) – A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA PARCERIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Ana Carolina Galvão Marsiglia (Faculdade de Ciências, Unesp, Bauru), João José Caluzi (Faculdade de Ciências, Unesp, Bauru) - cecemca@fc.unesp.br

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LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM DESAFIO PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM DESAFIO PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES MESTRADO ACADÊMICO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

O objetivo do presente trabalho é o de discutir possibilidades e perspectivas de formar professores de Matemática na modalidade de educação a distância. Toma por base experiências de duas instituições de nível superior, uma delas com larga experiência em educação a distância e, a outra desenvolvendo um projeto piloto a ser implantado posteriormente em maior escala. Discute as modalidades de ensino a distância que foram e são realizadas no mundo, e em qual delas estão inseridos os cursos pesquisados; as definições de educação a distância que foram construídas ao longo do tempo e qual a definição fornecida por lei pelo Brasil; debate também funções que os professores podem assumir nesta modalidade; bem como analisa os currículos de cada curso. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com características apresentadas por Lüdke e André (1986), que utiliza análise de documentos e entrevistas que foram realizadas com coordenadores e professores de diferentes disciplinas e as análises das entrevistas tomam por base os ensinamentos de Bardin (2010). Os fundamentos teóricos foram buscados especialmente nos trabalhos de Otto Peters, Maria Luiza Belloni, Garcia Gouvêa, Regina Barros Leal Silveira e Marcelo de Carvalho Borba. Os resultados apontam no sentido de que é possível realizar um curso de Licenciatura em Matemática a Distância de qualidade, que os professores estão conseguindo superar os problemas encontrados para desenvolver suas disciplinas a distância com a utilização de tecnologias e recursos áudios visuais; porém ainda há grandes dificuldades por parte de professores e alunos diante dessa nova possibilidade, especialmente em termos de entender as peculiaridades da educação a distância e o real papel de professores e alunos nesta modalidade de formação inicial.
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A desvalorização do professor: percepções de professores participantes de um programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática

A desvalorização do professor: percepções de professores participantes de um programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática

O objetivo foi compreender as relações entre a desvalorização profissional e a desmotivação do professor. É um estudo de caso, realizado com dez professores participantes de um curso de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática de uma universidade comunitária. Os dados foram coletados por meio de questionários. A análise de dados foi procedida por meio de Análise Textual Discursiva. Os principais resultados são a emersão de quatro categorias finais: i) como o professor se reconhece em sua profissão; ii) impactos da desvalorização do professor nos processos de ensino e aprendizagem; iii) repercussões da falta de valorização e iv) alternativas para melhorias dessa situação. As categorias expressam a percepção docente sobre aspectos pessoais e profissionais da desvalorização profissional e suas repercussões na motivação dos professores e nos processos de ensino e aprendizagem bem como possíveis alternativas de enfrentamento das dificuldades.
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Rede social na internet: apoio para formação continuada de professores de matemática

Rede social na internet: apoio para formação continuada de professores de matemática

pode-se afirmar que o crescimento do uso do Orkut e do Facebook no Brasil e no mundo trouxe como consequências vários problemas como os já citados. Esses problemas fizeram com que os profissionais da educação (diretores, pedagogos, professores) bloqueassem o uso dessas plataformas, na maioria das escolas. A plataforma Ning disponibiliza excelentes recursos, possui uma interface amigável, porém a partir de agosto de 2010 deixou de ser gratuita 4 , fato que dificulta o uso da mesma no contexto educacional. Tais dificuldades sinalizaram que essas plataformas apresentam limitações para o uso educacional. Visando, portanto, plataformas de criação de redes sociais que superassem as limitações diagnosticadas e apresentassem características apropriadas para fins educacionais, foi encontrada a plataforma Elgg 5 . A gratuidade, o idioma, a variedade de dispositivos e o domínio dos recursos disponibilizados nas plataformas são aspectos considerados importantes para o contexto educacional. Como esses aspectos são contemplados na plataforma Elgg, optou-se por usá-la como apoio à formação continuada T-PROIM.
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Bolema  vol.31 número59

Bolema vol.31 número59

Ainda, entendendo o processo de constituição da FPEM na área da Educação Matemática, destacamos o mapeamento da pesquisa acadêmica brasileira sobre o professor que ensina matemática, idealizado pelo GEPFPM (Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores que Ensinam Matemática) que coloca em tela os estudos realizados no período de 2001 a 2012 acerca do professor que ensina Matemática 4 . De acordo com Fiorentini et al. (2016), a formação do professor é mais um dos focos dos estudos em relação ao Professor que Ensina Matemática. Assim, nominado como campo de estudo Professor que Ensina Matemática (P EM) e seus diferentes contextos, “no qual se destacam, como contextos ou dimensões centrais de estudo do professor, a formação inicial e continuada do PEM e outros contextos e aspectos relativos ao PEM ” (FIORENTINI et al., 2016, p. 27).
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UMA REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE O ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UMA REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE O ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O presente trabalho visa identificar o que tem sido produzido no Brasil referente ao ensino da Matemática na Educação Infantil. O método utilizado foi o da revisão sistemática de literatura, com o objetivo de identificar os principais temas abordados nos trabalhos, apontando seus objetivos e apresentando uma síntese dos resultados. Esta revisão partiu da busca no Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, na qual se encontrou doze trabalhos abordando a temática. Após o mapeamento das produções científicas, realizou-se um estudo exploratório pela leitura dos resumos dos artigos, dissertações e teses encontradas para análise geral do tema proposto e seleção dos trabalhos que abordassem a temática de interesse do estudo. A partir de então, iniciou-se uma análise mais aprofundada dos trabalhos selecionados. Como considerações, os trabalhos se relacionam, principalmente, com a formação de professores, apresentando discussões teóricas e a percepção desses professores sobre o ensino e aprendizagem da Matemática. Apenas um dos trabalhos traz uma proposta prática, com o desenvolvimento de um software para o ensino de Matemática para crianças.
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									CONHECIMENTO MATEMÁTICO PARA O ENSINO (MKT): UM LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO EM DISSERTAÇÕES E TESES BRASILEIRAS

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A identificação de elementos por meio dos quais se tem investigado o MKT ou que foram analisados a partir do modelo, realizada neste trabalho, pode auxiliar formadores de professores na proposição de ações com o objetivo de desenvolver ou mobilizar conhecimentos profissionais de professores e futuros professores de Matemática. Os trabalhos do agrupamento ações formativas, por exemplo, podem ser utilizados como fonte de busca pelos formadores para o planejamento de tais ações. Além disso, essa identificação pode orientar os pesquisadores da área para pesquisas futuras, promovendo ideias e discussões de modo a contribuir para a Educação Matemática.
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II Seminário de História e Investigações deem aulas de Matemática

II Seminário de História e Investigações deem aulas de Matemática

A organização do projeto pedagógico do curso de Matemática na UFAC, tendo como orientação legal as diretrizes curriculares nacionais para formação de professores da educação básica, em nível superior, parece não ter superado as dificuldades até aqui mencionadas, nem mesmo as recomendações mais elementares como uma concepção acadêmica voltada para construção da cidadania e do professor como profissional do ensino, que tem como principal tarefa, cuidar da aprendizagem dos alunos, respeitando a sua diversidade pessoal, social e cultural, pois não temos informações de nenhuma política de estado voltada para formação do formador na universidade, onde seja problematizado “sua própria atividade docente e suas teorias práticas” (...), “valorizando o professor como sujeito principal da construção coletiva da prática pedagógica da instituição, fazendo do trabalho coletivo um fator do seu próprio processo de formação contínua” (NACARATO, 2003, p. 2). Um longo caminho também deve ser percorrido no sentido de se romper com o modelo da racionalidade técnica, no qual o professor é considerado apenas como um reprodutor de teorias elaboradas por especialistas. Isto está, ainda, muito presente na prática dos professores que atuam no curso de Matemática da UFAC.
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O lúdico como uma tecnologia do desejo na Educação Matemática Escolar

O lúdico como uma tecnologia do desejo na Educação Matemática Escolar

Esta característica do lúdico, evidenciada pelos autores, refere-se ao despertar de um desejo no corpo do aluno. Segundo estes, o aluno, por vezes não tem o desejo de aprender, e este aspecto seria essencial para o aprendizado. O desejo em saber mais, em entender o conteúdo proposto, surge quando o professor busca novas maneiras de ensinar, atrativas e que seduzem o aluno. Desta forma, por meio do lúdico torna-se mais fácil para o professor conseguir um aluno interessado e com desejo de aprender. Com o objetivo de “conduzir a conduta” dos alunos para que aprendam matemática de forma divertida, os professores produzem uma forma de governamento vinculada ao desejo.
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MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE MATEMÁTICA

MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE MATEMÁTICA

Este trabalho tem como finalidade contribuir para o entendimento de como se dá o processo de incorporação de temas ligados à combinatória, probabilidade e estatística na Educação Básica e as relações dessa inovação curricular com o processo de formação continuada de professores. Em nossa pesquisa buscamos a triangulação de métodos, ou seja, a utilização de procedimentos como a observação de um curso de formação continuada, entrevistas e observação de aulas de quatro professores, que participaram dessa formação, em turmas de Ensino Fundamental e Médio. Nosso estudo revela que, de modo geral, esses professores não acham esses conteúdos viáveis para o Ensino Fundamental e mesmo para o Ensino Médio; apresentam certa resistência por não dominarem esses conteúdos e consideram que estes não estão previstos pelas propostas para o ensino fundamental e que são complexos. Afirmam não ter conhecimento do que é proposto pelos PCN para o ensino de combinatória, probabilidade e estatística e declaram não ter estudado esses conteúdos no curso de graduação. Com relação ao curso de formação continuada, constatamos que a falta de discussões mais consistentes em relação à prática de ensino desses conteúdos em sala de aula e o pouco tempo destinado para o desenvolvimento do assunto fazem com que sua contribuição não tenha sido suficiente para colocação em prática de propostas para o ensino desses conteúdos, de forma a possibilitar boa aprendizagem por parte dos alunos.
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CONTRIBUIÇÕES DE UMA OFICINA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DISCUSSÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO DESENHO GEOMÉTRICO NAS AULAS DE GEOMETRIA

CONTRIBUIÇÕES DE UMA OFICINA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DISCUSSÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO DESENHO GEOMÉTRICO NAS AULAS DE GEOMETRIA

Ministrada no VI SEMAT do Ifes, câmpus Cachoeiro de Itapemirim, e intitulada “Desenho Geométrico: Construções Fundamentais”, a oficina teve como objetivo discutir sobre o papel do Desenho Geométrico nas aulas de Geometria e sua relevância enquanto temática na Formação Inicial e/ou Continuada de Professores. Direcionou-se à professores do Ensino Fundamental e Médio da Educação Básica e licenciandos em matemática, totalizando 21 (vinte e um) participantes, tendo duração de 2h. No transcorrer da Oficina, os participantes eram convidados e instigados a refletir e levantar questionamentos a respeito da temática, pois para Freire (2009, p. 24), a reflexão crítica se torna exigência da relação teoria/prática e que “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou sua construção”.
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Dificuldade de estudante em resolver equação  quadrática no ensino médio: Uma pesquisa quantitativa

Dificuldade de estudante em resolver equação quadrática no ensino médio: Uma pesquisa quantitativa

A aplicação deste conjunto de atividades sobre equação quadrática e função do segundo grau mostrou que no ensino de matemática na educação básica, os professores da educação básica podem trabalhar com estratégia de ensino que envolvam um pouco de história de ma- temática, as habilidades artísticas dos estudantes, o uso de software matemática para os estu- dantes conhecerem a aplicação das tecnologias para educação matemática e também os pro- blemas matemáticos estudados nas turmas do 9 o ano do Ensino Fundamental, quebrando com
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Algumas técnicas de resolução das equações diofantinas do primeiro grau a duas incógnitas em Z

Algumas técnicas de resolução das equações diofantinas do primeiro grau a duas incógnitas em Z

Deste estudo percebe-se que o objeto vive em diferentes instituições, tem hábitat e nichos 2 definidos em virtude de sua presença implícita no currículo do 7º ao 2ª ano do ensino médio e explicita no ensino superior. Percebeu-se que a técnica tentativa e erro 3 é a esperada no ensino básico, em razão das outras técnicas viverem na Educação Superior. Entretanto, embora essas técnicas sejam esperadas no currículo dos cursos de formação de professores de matemática, em particular do curso de licenciatura em matemática da UEFS, público alvo desta pesquisa, identificou-se a ausência de outras técnicas de resolução de ED, bem como da articulação/aplicação em outros contextos não matemáticos.
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O DESAFIO DA INCLUSÃO DE ALUNOS COM NEE EM AULAS DE MATEMÁTICA EM UMA ESCOLA DO ENSINO FUNDAMENTAL DO DISTRITO FEDERAL

O DESAFIO DA INCLUSÃO DE ALUNOS COM NEE EM AULAS DE MATEMÁTICA EM UMA ESCOLA DO ENSINO FUNDAMENTAL DO DISTRITO FEDERAL

Moreira e Manrique (2014c) realizaram uma pesquisa envolvendo professores de Portugal e do Brasil. Tiveram como objetivos investigar como professores que ensinam Matemática percebem o aluno com NEE em sua sala de aula e na escola e, ainda, verificar que percentual desses profissionais teve alguma formação pedagógica para atuar com alunos com NEE. Os autores realizaram entrevistas com questões que abordavam a atuação pedagógica dos docentes em relação aos alunos com NEE presentes em suas classes e constataram as semelhanças entre os dados obtidos dos professores do Brasil e de Portugal. Para eles, os participantes da pesquisa conseguiram caracterizar o tipo de NEE de seus alunos, mas não sabem identificar a deficiência de um aluno que não conheçam; alguns acham benéfica a inclusão do aluno com NEE em classes regulares, enquanto outros se sentem pouco à vontade com a presença desses alunos em suas classes, que vai de encontro com os princípios da Educação Matemática Inclusiva.
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CONTRIBUIÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS: ANÁLISE DE UMA EXPERIÊNCIA DISCIPLINAR COLABORATIVA

CONTRIBUIÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS: ANÁLISE DE UMA EXPERIÊNCIA DISCIPLINAR COLABORATIVA

A presente pesquisa tem como objetivo identificar quais as contribuições da disciplina Metodologia e Prática do Ensino da Matemática para a formação dos professores que ensinam matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – Campus Sorocaba, ligada à linha de pesquisa “Formação de Professores e Práticas Educativas” que integra as discussões do Projeto Observatório da Educação (OBEDUC) 2012. Em termos de referencial teórico para abordar os modelos de formação de professores foram utilizados os estudos de CURI (2004), GATTI (2010), CURI & PIRES (2008), FOERSTE (2005), FIORENTINI (1995) e COCHRAN & LYTLE (1999). A pesquisa estrutura-se a partir de uma análise qualitativa e interpretativa da ementa, do plano de ensino e do material produzido pelos alunos protagonistas da disciplina Metodologia e Prática do Ensino da Matemática, oferecida no 8º período do curso de Pedagogia da UFSCar – Campus Sorocaba além dos roteiros das aulas realizadas. Para fundamentar a análise foram utilizados referenciais teóricos que tratam dos aspectos conceituais e didáticos para o ensino da matemática. Nesta perspectiva foram consideradas as contribuições dos estudos de NUNES (2005); SMOLE (2001); TOLEDO & TOLEDO (1997); FREITAS (2001), TANCREDI (2012), LORENZATO (1995) e FIORENTINI & LORENZATO (2006). Os resultados obtidos apontam que a condução da disciplina na perspectiva colaborativa apresentou alternativas para a mudança concreta da prática pedagógica abrindo possibilidades para a ressignificação na formação profissional no que se refere ao ensino da matemática. A articulação entre o diálogo, negociação, mutualidade e confiança perpassou todas as aulas da disciplina podendo, dessa maneira, alcançar as finalidades inicialmente propostas pelos formadores de forma positiva e enriquecedora.
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A Matemática Financeira e Educação Financeira: impactos na formação inicial do professor

A Matemática Financeira e Educação Financeira: impactos na formação inicial do professor

Já noutro relato em que o docente afirma ter escolhido ministrar a disciplina de Matemática Financeira na sua vida profissional, faz um discurso de valorização da disciplina para a vida das pessoas: “...eu acho que a Matemática financeira você usa todo dia, toda hora você está usando Matemática Financeira, ou seja, todo professor que vai para uma sala de aula tem que trabalhar Matemática Financeira. De uma forma ou de outra está lá, dentro da programação a nível de estado está lá Matemática Financeira embutida dentro de PA, de PG, dentro de Logaritmo, de exponencial, dentro de funções... então você pode pegar qualquer livro de ensino médio e tá lá Matemática Financeira está presente e isso tem que ser trabalhado e infelizmente os nossos professores não estão sendo preparados para isso, um dos motivos foi... porque não tá saindo preparado?” (20:5)
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Editorial

Editorial

Portanto, faz-se necessário refletir acerca da Educação Matemática, Mobilidade e Cibercultura para a formação dos professores e seu impacto no contexto educacional, a partir das necessidades e dos objetivos em função de sujeito e da proposta pedagógica de cada curso, pois é por meio desses ambientes que o processo de ensino e de aprendizagem e a formação do professor ocorrem, sendo possível motivar, formar, auxiliar no desenvolvimento cognitivo do sujeito, atingir perfis diferentes, melhorar a formação, fornecer feedback e incorporar interfaces que promovam a troca de informações, reflexões e pesquisas mediante uma comunicação síncrona e assíncrona.
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MESTRADO EM ENSINO DE MATEMÁTICA

MESTRADO EM ENSINO DE MATEMÁTICA

Devido aos problemas encontrados por mim como aprendiz, senti a necessidade de contribuir de alguma forma com os meus colegas de profissão que têm as mesmas dificuldades que tive ao iniciar o curso mestrado com o computador. Minha proposta é desenvolver um trabalho com a matemática para fazer a inclusão digital de professores, porque tratar da incorporação das TIC na educação significa colocar o foco na formação continuada das professoras para a utilização do computador na prática pedagógica numa perspectiva de articulação entre teoria e pratica. Portanto, as ações de formação desenvolvem-se a partir das necessidades, das problemáticas e do interesse que surgem do contexto educacional, onde se busca desenvolver uma cultura que permita ao educador tornar-se usuário critico da tecnologia; utilizá-la na pratica pedagógica; e assumir-se como um agente de mudança de sua própria atuação e do seu próprio contexto.
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Ciênc. educ. (Bauru)  vol.12 número1

Ciênc. educ. (Bauru) vol.12 número1

Neste primeiro número de 2006, Ciência & E ducação traz oito artigos relacionados a temáticas envolvendo ensino experimental, educação para a saúde, educação ambiental, ensino não formal, formação de professores de Biologia e de Matemática e uso da linguagem e escrita no ensino de Ciências. No primeiro artigo, L a epistemología de Reichenbach aplicada al desarrollo de trabajos prácticos contextualizados (TPC) , os autores descrevem pesquisa analisando a opinião de alunos de E ngenharia sobre uma metodologia de ensino aplicada ao ensino de laboratório de Física e ino- vam, ao experimentar contextualizar as temáticas relacionando aspectos históricos, epistemológicos, didáti- cos e tecnológicos do conhecimento .
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