Programa de educação física

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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

A presente dissertação teve como objeto de estudo o conjunto de políticas de esporte educacional, organizadas a partir de 2003, pelo Governo Federal. Assim, seu objetivo estava circunscrito à necessidade de analisar a configuração e a articulação dessas iniciativas no contexto da política esportiva brasileira. Por isso, tal investigação se insere no conjunto de pesquisas sociais de caráter explicativo, cujo delineamento metodológico está assentado na proposta de análise de políticas públicas desenvolvida por Boschetti (2009). No entanto, conforme as especificidades [objetivos] da pesquisa, tal modelo de análise foi adaptado, enfatizando, desse modo, o indicador que responde pela ―concepção da política‖. A coleta de dados e a formatação do arcabouço teórico-conceitual implicaram em procedimentos que reúnem pesquisa bibliográfica e documental. As discussões e problematizações daí decorrentes foram desenvolvidas segundo a técnica de análise de conteúdo. Nessa direção, ao primeiro capítulo coube a apresentação panorâmica da atual agenda da política esportiva brasileira. Já no segundo, como uma ―volta ao passado‖, priorizou-se o resgate histórico que busca entender a participação das políticas de educação, de Educação Física e de esporte no processo de modernização do Estado e da economia brasileira. No terceiro capítulo, por sua vez, foi desenvolvida a análise do conjunto de políticas de esporte educacional, que se traduz no Programa Segundo Tempo; no Programa Forças no Esporte; na Ação Descoberta do Talento Esportivo e no Projeto Esporte Brasil; no Programa Esporte da Escola; no Programa Atleta na Escola; e nos Jogos Escolares Brasileiros. As análises demonstram descompassos e incongruências entre o modelo lógico-conceitual e técnico-operacional. Com rebatimentos importantes na materialização do direito ao esporte. E aponta [ainda] a falta de uma definição [clara] quanto à linha de ação governamental – que pode ser observada a partir da grande variabilidade de sentidos e significados assumidos pelas políticas de esporte educacional. Fatos que supõem a necessidade de construção/operacionalização de uma forma educacional do esporte que implique em reconhecê-lo como um direito social e um bem cultural indispensável à experiência humana.
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Apontamentos sobre Educação Integral, Programa Mais Educação, Programa Segundo Tempo e Educação Física Escolar

Apontamentos sobre Educação Integral, Programa Mais Educação, Programa Segundo Tempo e Educação Física Escolar

No ano de 2011 conclui a graduação e iniciei a atuação na Educação Básica no município de Natal/RN. Passei dois anos ensinando nos anos iniciais do ensino fundamental na Escola Municipal Joseane Coutinho. A escola tinha o Índice de Desenvolvimento da Educação (IDEB) baixo e se enquadrava nos critérios do Programa Mais Educação, mas a diretora da escola não aderiu, pois o principal ponto destacado por ela é que a escola não tinha estrutura para receber os alunos do turno matutino e vespertino simultaneamente, visto que a escola ocupava o espaço de uma casa que era alugada pela Prefeitura de Natal, inclusive sem espaço adequado para as aulas de Educação Física que ocorria em um terreno descampado próximo à escola, o qual apresenta grande risco para os alunos, pois em um lado passava o trem e do outro era uma rua principal com um grande fluxo de carro. Tal realidade me fez refletir, a primeira vez, sobre educação integral, questionando se seria possível promove-los em escolas com espaços suficientes para atender uma grande demanda de aluno simultaneamente. Outro fator que me fez refletir foi no processo de ensino, pois uma das grandes dificuldades era desenvolver os conteúdos da Educação Física com o pouco tempo destinado a ela, ficando a ideia que a ampliação do tempo escolar poderia suprir essa demanda.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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os primeiros anos de vida. A instituição e os educadores assumem o caráter de fundamental importância na construção do conhecimento por constituírem ocasiões intencionalmente elaboradas para desequilibrar os sujeitos, promovendo reais condições para o aprendizado (Mattos e Neira, 2006). Em sua essência a Educação Física é considerada uma atividade educativa. Nesse sentido, estaria comprometida com direitos fundamentais do ser humano, como a saúde, o lazer, a preservação da cultura, o desenvolvimento, entre outros. Dado seu caráter educativo, constitui-se ainda de um meio efetivo para a conquista de um estilo de vida ativo dos seres humanos. Os indivíduos que estiverem inseridos em um ambiente propício e que esse ofereça maiores oportunidades para a vivência de experiências motoras poderão alcançar ganhos mais significativos relativos ao seu desenvolvimento (Gallahue e Ozmun, 2005). Nesse contexto, o nível de atividade física e em consequência uma melhor aptidão motora pode ser influenciado pelo tipo de escola que a criança frequenta. Alguns estudos mostram que escolas com boa estrutura física, com espaços para brincar, quadras, ginásios, parques e um programa de atividades físicas, tendem a ter níveis maiores de aptidão física de suas crianças (Venetsanou e Kambas, 2010). No estudo de Chiodera et al. (2008) foram avaliadas 4.500 crianças entre 6 a 10 anos de 24 escolas de Parma, na Itália. Elas faziam 3 horas por semana de atividade física supervisionada por um profissional da área durante 33 semanas. Todas as crianças tiveram uma melhora significativa nos resultados após participação no programa.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA

A criança no ambiente escolar tradicional é confinada a aceitar o que o adulto determina, a ser exatamente o espelho do professor, seguir seus comandos e rotinas pré-estabelecidas, além de cumprir um currículo desprovido de significados. O movimento e a expressividade vão sendo moldados à medida que a criança percebe seu papel na escola. Seu corpo cresce e sua liberdade é contida. Sua voz só é permitida em momentos intimistas. É nesse momento que a criança passa a ser aluno. Nesse sentido, Sarmento (2000) aponta que as "regras do jogo da aprendizagem" podem ser penosas para as crianças, pois além delas serem "obrigadas" a desenvolverem tarefas que não puderam escolher, tem também a função de realizá-las com qualidade, desenvoltura e bom desempenho. Quanto ao corpo, a criança é encorajada a frear suas sensações e permanecer estática em função do que é considerada legítimo, a aprendizagem cognitiva. Em busca de espaço, ocorre uma ebulição de sentimentos que por vezes são deixados de lado. O corpo passa a ser objeto de disciplinamento e para seu desenvolvimento físico, a escola tem alternativas viáveis: recreio dirigido, recreação e aulas de Educação Física. Se por um lado a escola cumpre o papel social, por outro impede que inúmeras manifestações corporais ocorram nesse espaço.
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Relatório de estágio pedagógico : Escola Secundária c/3º Ciclo Amato Lusitano de Castelo Branco

Relatório de estágio pedagógico : Escola Secundária c/3º Ciclo Amato Lusitano de Castelo Branco

No contexto educativo a avaliação é sempre um problema pela sua grande dificuldade. Os elementos ou ações que pretendemos avaliar até poderão ter os critérios bem definidos, mas esta será sempre condicionada por quem a vai fazer. Existem alguns fatores que poderão servir de justificação para estas ambiguidades, como é o caso dos anos de experiência do Professor, o conhecimento mais ou menos profundo da modalidade que está sob avaliação, o poder observacional que cada professor tem para descodificar a informação pertinente das ações entre outros fatores. Desta forma o objetivo deste trabalho foi averiguar o desempenho observacional para dois grupos de Professores (Estagiários e Experientes) sendo que os resultados destes poderiam ser sempre comparados com uns Especialistas da modalidade em causa. O teste foi feito em alunos de 7º ano e 12º ano. Assim realizou-se um vídeo numa situação de basquetebol 3x3, em que os diferentes grupos iriam preencher um grelha de avaliação obedecendo aos critérios de êxito retirados do programa de Educação Física, atribuindo uma nota por ação e uma final. Foram calculados os valores da média de cada grupo, desvio padrão, critérios não identificados no filme, os critérios com mais peso na atribuição da nota final e análise estatística para verificar se existiam diferenças significativas entre os grupos. Com este estudo pretende-se esclarecer se a experiência dos Professores poderá estar ligado ao desempenho observacional e ao rigor na atribuição das notas.
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Implicações da prática de futebol de 11 e de 9 para a formação de jovens em idade escolar

Implicações da prática de futebol de 11 e de 9 para a formação de jovens em idade escolar

Estes dados revelam-se de maior importância para a compreensão do processo de ensino do jogo, pois de acordo com Dellal, Owen, Krustrup, Exsel e Mallo (2012), um dos principais fatores que determina o tempo de prática deliberada de um jogador de futebol com implicações na sua evolução é precisamente o número de contactos/intervenções que este tem sobre a bola. No mesmo sentido, Carvalho e Pacheco (1990) são da opinião que o número de vezes que um jogador tem a possibilidade de realizar ações que impliquem contato direto com o móbil do jogo (bola) parece assumir-se como um fator de importância fulcral na aquisição de habilidades para jogar. Conjugando os resultados obtidos no nosso estudo com as linhas de orientação pedagógica referenciadas, e analisando os objetivos do programa de educação física para o 3º ciclo (2001) referenciados na introdução, nomeadamente a aquisição dos gestos técnicos de base da modalidade por parte dos alunos (passar, receber, conduzir a bola, driblar e rematar), será pertinente colocarmos a seguinte questão: Não deverão os programas de educação física do ensino oficial contemplar ou fazer referência, a uma etapa intermédia de formação entre o FUT 7 e o FUT 11? Relembremos que o nosso estudo foi elaborado com uma amostra onde a população tem toda ela experiência competitiva, o que não acontece ao nível da escola/turma. Nestes casos, estamos perante um grupo heterogéneo, onde se inserem alunos de sexos diferentes, com mais ou menos experiência e graus de competência para a prática do futebol muito diversificada. A transição do FUT 7 para o FUT 11, será, certamente, nestes casos ainda mais difícil para os alunos. Justificar-se-á a introdução do modelo competitivo de FUT 9? Os dados resultantes do nosso estudo, ao nível do número de intervenções sobre a bola e dos benefícios daí resultantes para os intervenientes assim o indicam.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

“O primeiro desses dois conjuntos está voltado para a implementação do projeto social denominado Esporte e Lazer da Cidade e que possui duas ações: a primeira envolvendo todos os seus segmentos (criança, adolescente, jovem, adulto, idoso, bem como pessoas com deficiência e com necessidades educacionais especiais) e a segunda ação específica para atendimento da faixa etária a partir de 45 anos denominado Vida Saudável, ambas voltados para a consolidação do esporte e lazer como direitos sociais e, portanto, como política pública de estado que viabilize e garanta o acesso da população brasileira a ações contínuas de esporte e lazer que respondam às necessidades localizadas nesse campo da vida social, tendo, ainda nesse conjunto, uma ação para fomento e difusão de Eventos Interdisciplinares de Esporte Recreativo e de Lazer” (BRASIL, 2008a: s/p). Porém, no ano de 2008, a SNDEL atentou para a importância da intersetorialidade e, por meio do PELC, estabeleceu uma importante parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do Ministério da Justiça (MJ). Essa parceria se deu tanto no âmbito orçamentário, quanto influenciou no próprio desenho do PELC. O PELC/PRONASCI é uma proposta específica para a juventude em risco social, e conta, inclusive, com uma proposta alternativa de formação.
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INFLUÊNCIA DE UM PROGRAMA DE YOGA NO DESEMPENHO DA FORÇA, POTÊNCIA, FLEXIBILIDADE E EQUILÍBRIO, NOS NÍVEIS DE STRESS E NA QUALIDADE DE VIDA DE ESCOLARES NO ENSINO MÉDIO

INFLUÊNCIA DE UM PROGRAMA DE YOGA NO DESEMPENHO DA FORÇA, POTÊNCIA, FLEXIBILIDADE E EQUILÍBRIO, NOS NÍVEIS DE STRESS E NA QUALIDADE DE VIDA DE ESCOLARES NO ENSINO MÉDIO

Entendendo que as aulas de Educação Física, no segmento do Ensino Médio devem ter um componente diferenciado no sentido de despertar a motivação dos alunos e que os mesmos em sua maioria se mostram bem desmotivados para cumprirem um programa de Educação Física convencional, propusemos avaliar se um programa de prática corporal não convencional ou alternativo, especificamente de Hatha Yoga, acarretaria em melhores desempenhos nas qualidades físicas força, potência, flexibilidade e equilíbrio e nos níveis de stress e qualidade de vida dos alunos, quando comparado com um programa de Educação Física convencional.
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Atividades Físicas em instituições de ensino infantil: uma abordagem bioecológica.

Atividades Físicas em instituições de ensino infantil: uma abordagem bioecológica.

As relações pessoais se alteraram durante as au- las, quando as crianças icaram mais próximas entre si, passando da simples observação à participação conjunta em atividades (díadas e tríadas de obser- vação e participação conjunta). Através dos jogos e brincadeiras, as crianças foram estimuladas a resolver conlitos, questionar, relacionar e criar. Os desaios propostos levaram muitas crianças que, no início do programa, mostraram-se tímidas e inseguras, a ousarem mais e essas atitudes tornaram-nas parte do grupo, e não somente espectadores como no início. No evento, muitas díadas de participação con- junta, observadas durante as aulas, foram mantidas, enquanto poucas foram as inter-relações sociais observadas com as demais crianças. Além de não terem relacionamentos interpessoais anteriores com as outras crianças, as crianças que participaram do programa de Educação Física conseguiram se inte- grar mais às atividades no evento, pois já haviam explorado o espaço e alguns materiais durante as aulas, o que facilitava o convívio entre si, enquanto que muitas crianças que não haviam participado do programa, não conseguiram se relacionar com as de-
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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Os dados de caracterização da amostra foram organizados em média e desvio padrão, frequência absoluta e relativa. A normalidade dos dados foram testadas através do Shapiro-Wilk test. A comparação entre os grupos e o período pré e pós foi realizada através da Anova de medidas repetidas mista (2 x 2) (Tempo [pré e pós] * Grupo [controle e exercício]) para verificar os efeitos da intervenção sobre as variáveis: TUG, TWM, e BSE, PTA e PTR. No T30 não foi observada normalidade, logo, utilizou-se o Wilcoxon Test. Foi utilizado a análise de covariância Mancova para testar a influência das variáveis, sexo, nível de acometimento, nível de atividade física, IMC e tempo de diagnóstico, sobre as variáveis dependentes, TUG, TWM, e BSE, PTA e PTR. O nível de significânc ia adotado foi p≤ 0.05 e o software utilizado foi o SPSS versão 20. A variação percentual foi retirada da diferença dos escores médios entre o período pós e pré intervenção, nas escalas T30, TUG, TWM, BSE, PTA e PTR e essas diferenças foram testadas através da através da Anova de medidas repetidas mista (2 x 2). Para mensurar o tamanho do efeito clínico das variáveis TUG, TWM, BSE, PTA e PTR utilizou-se a magnitude de efeito extraída da anova de medidas repetidas mista. Para o T30 o tamanho do efeito foi calculado a partir da divisão do escore Z pela raiz quadrada do número de indivíduos da amostra:
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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Através da exploração do corpo como matéria sensível e pensante, a dança do século XX não cessou de deslocar e confundir as fronteiras entre o consciente e o inconsciente, o “eu” e o outro, o interior e o exterior. E também participar plenamente na redefinição do sujeito contemporâneo. Ao longo do século, a dança contribuiu para desfiar a própria noção de “corpo”, a tal ponto se tornou difícil ver no corpo dançante essa entidade fechada em que a identidade encontraria os seus contornos. Foi assim que se chegou aos poucos à ideia do corpo como o veículo expressivo de uma interioridade psicológica, enquanto a dança descobria a impossibilidade de se dissociar afeto e mobilidade. O bailarino contemporâneo não se acha destinado a residir em um envoltório corporal que o determinaria como uma topografia: ele vive a sua corporeidade à maneira de uma “geografia multidirecional de relações consigo e com o mundo”, uma rede móvel de conexões sensoriais que desenha uma paisagem de intensidades. A organização da esfera perceptiva como termina os lances casuais dessa geografia flutuante, tanto imaginária como física. Assim os universos poéticos tão diferentes que a dança do século encaminhou poderiam ser descritos como outras tantas ficções perceptivas. Os arranjos coreográficos seriam apenas a sua extrapolação espacial e temporal (SUQUET, 2008, p.528).
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Efeitos de um programa de atividade física adaptada nos parâmetros de saúde e de aptidão física em indivíduos com deficiência intelectual

Efeitos de um programa de atividade física adaptada nos parâmetros de saúde e de aptidão física em indivíduos com deficiência intelectual

Portanto, em 1989, foi criado o Programa de Educação Física Adaptada (Proefa) a fim de promover atividade física de forma inclusiva e desenvolvimentista para indivíduos com deficiência da comunidade da cidade de Rio Claro. O Proefa é um programa de extensão universitária ofertado pelo Departamento de Educação Física da UNESP e coordenado pela profa. Dra. Eliane Mauerberg de Castro. O Proefa tem carga horária de duas aulas semanais, totalizando 2h/a por semana. A partir de 2011, a profa. Eliane inseriu 2 princípios básicos na metodologia do programa: máxima participação e atividade física não sedentária. A máxima participação implica em os alunos estarem sempre engajados nas atividades (i.e, se movimentando, evitando ficar parados em fila ou esperando), onde a exigência de esforço nas atividades é de moderado a intenso, dentro dos limites de cada individuo. A atividade física não sedentária implica na elaboração de exercícios dinâmicos onde o tempo que o aluno fica parado na aula é o menor possível, salvo os momentos de descanso entre as atividades. Um dos maiores desafios da prática inclusiva é tentar minimizar os efeitos negativos que o sedentarismo causa em pessoas com deficiência comprometendo ainda mais a qualidade de vida desses indivíduos.
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Faculdade de Educação Física Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Educação Física Mestrado em Educação Física

Faculdade de Educação Física Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Educação Física Mestrado em Educação Física

Em tempos de transformações societárias que acabam configurando a desumanidade e o empobrecimento da razão. Vemos a urgência da luta contra os obstáculos do desenvolvimento humano, principalmente na “luta ideológica”. E para isso faz necessária à renovação do marxismo, e o esforço teórico de Georg Lukács é importante para proposição de investigar as possibilidades da estética no lazer da Educação Física Brasileira. Para tal objetivo, abordamos as discussões que têm sido realizadas no campo da estética, procuramos de forma geral discorrer sobre as teorias da beleza afim de que pudéssemos diminuir a abstração do tema através de noções iniciais destas teorias. Em sequência procuramos abordar os aspectos gerais do balanço teórico realizado por Lukács na Filosofia, resultado de algumas investigações que apresentam a categoria da particularidade como elemento central da sua obra madura, para somente depois abordarmos discussões da estética luckasiana, com intuito de levantar alguns aspectos fundamentais sob os quais ela foi construída. Depois investigamos a produção acadêmica sobre estética no debate do lazer, no âmbito da Educação Física Brasileira para apresentar uma analise da produção do conhecimento sobre estética e o lazer. Este desafio consistiu em selecionar, mapear e analisar criticamente a produção acadêmica da área no que tange a esta temática, evidenciando como aparecem as contribuições marxistas de viés lukacsiano. Feitas as constatações de que há ausência deste debate na área, apresentamos as discussões conceituais do lazer a partir do trabalho e tempo livre. Por fim, apontamos para uma para a possibilidade de um novo tipo de intervenção que assumam o caráter de resistência e transgressão para questionar e pensar um Projeto de Emancipação Humana, através do embasamento teórico metodológico da estética marxista de Lukács.
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DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA NO STRICTO SENSU

DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA NO STRICTO SENSU

O artigo tem como foco a formação para a docência universitária. O objetivo principal foi analisar ações e propostas relativas à formação docente para a Educação Superior na Pós-Graduação Stricto Sensu. Em um estudo qualitativo e de caráter exploratório-descritivo, foram consultados, por meio de um questionário, alunos de um Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física. Como resultado, considera que o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu investigado tem buscado aliar o equilíbrio entre a formação para o ensino e a formação para a pesquisa, mas, ainda assim, acaba por privilegiar a pesquisa, pressionado por políticas públicas e avaliações de caráter produtivo, que induzem à formação do pesquisador, relegando ao segundo plano a formação para a docência em si. Evidencia a necessidade de maior investimento da Pós-Graduação na formação para a docência.
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Perceção dos alunos face à disciplina de Educação Física: estudo exploratório com alunos do 10º e 12º ano do ensino regular

Perceção dos alunos face à disciplina de Educação Física: estudo exploratório com alunos do 10º e 12º ano do ensino regular

De realçar que no Programa Nacional da disciplina a Luta não está prevista para o 10º ano de escolaridade. No entanto, o grupo de Educação Física desta escola acha importante a sua abordagem, visto se observar que os alunos até este ano de escolaridade não têm qualquer tipo de abordagem na modalidade. A inserção dos desportos de Combate na Educação Física acarreta inúmeras vantagens nas várias faixas etárias. Na puberdade, e segundo Lima (1998), proporciona o desenvolvimento de relações sócio afetivas, relações interpessoais e progressos importantes no processo de socialização, permitem a libertação de impulsos agressivos, possibilitam a realização das ações de oposição direta, utilizando as técnicas fundamentais de controlo e desequilíbrio, com segurança (própria e do opositor), aplicando as regras e os princípios éticos.
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O PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA: INSTITUCIONALIZAÇÃO EM TEMPOS DE PERENIDADE ESPORTIVA

O PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA: INSTITUCIONALIZAÇÃO EM TEMPOS DE PERENIDADE ESPORTIVA

A partir do ponto em que o Programa Atleta na Escola estabeleceu uma relação com a Educação Física Escolar e o esporte de alto rendimento, ou seja, competições para a captação de atletas, ele instituiu uma configuração de ensino esportivo que é posta em discussão no ambiente escolar, pois, na prática, as estratégias governamentais opõem-se aos valores que a instituição escolar põe como objetivo, deixando como segundo plano ou até mesmo desprezando todos os conteúdos da cultura corporal, além de desconsiderar outras possibilidades de trato pedagógico para o esporte. Corroborando com esta ideia, em matéria escrita por Reinecken (2008) para o jornal Gazeta do Povo, o professor Manuel José Gomes Tubino destaca:
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UM, DOIS, TRÊS, JÁ: O ATLETISMO NO ESPAÇO ESCOLAR

UM, DOIS, TRÊS, JÁ: O ATLETISMO NO ESPAÇO ESCOLAR

Neste sentido o presente documento pretende relatar as vivencias do atletismo, aplicadas nas aulas de Educação Física, da Escola de Educação Básica Bom Pastor, proporcionada pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), do Curso de Educação Física da Universidade do Oeste de Santa Catarina, Campus Chapecó.

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A GINÁSTICA LABORAL E O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO AMBIENTE DE TRABALHO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

A GINÁSTICA LABORAL E O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO AMBIENTE DE TRABALHO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

O professor de educação física com ações e modificações positivas dentro do ambiente de trabalho, por meio de um programa de ginástica laboral, contribui significativamente para o bom desempenho da empresa a qual está inserido, pois atua diretamente em seu principal ativo que é a mão de obra de seus trabalhadores, fazendo com que os mesmos se sintam mais dispostos para o trabalho e tenham maior rendimento, trazendo um maior retorno para a empresa que o emprega e, em escala macro, uma melhor qualidade de vida até fora da empresa. É preciso levar em consideração que a GL é um ponto de partida para que as pessoas pratiquem atividades físicas fora do ambiente de trabalho.
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O PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA: INSTITUCIONALIZAÇÃO EM TEMPOS DE PERENIDADE ESPORTIVA THE PROGRAM ATHLETE IN SCHOOL: INSTITUTIONALIATION IN TIMES OF SPORTS PERENITY Diozer Dalmolin da Silva

O PROGRAMA ATLETA NA ESCOLA: INSTITUCIONALIZAÇÃO EM TEMPOS DE PERENIDADE ESPORTIVA THE PROGRAM ATHLETE IN SCHOOL: INSTITUTIONALIATION IN TIMES OF SPORTS PERENITY Diozer Dalmolin da Silva

Diante dos Megaeventos Esportivos que ocorreram no Brasil, a exemplo da Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, o governo criou iniciativas para incentivar as escolas a participarem e desenvolverem a iniciação esportiva por meio de práticas, com o envolvimento de um ambiente competitivo e com a intenção de promover a captação de atletas. O ponto de debate do presente estudo se origina na criação do Programa de Formação Esportiva Escolar – Atleta na Escola – do Governo Federal. Neste contexto, o objetivo da pesquisa foi analisar os argumentos utilizados pelo governo através da mídia institucionalizada para a divulgação e atribuição de sucesso ao Programa Atleta na Escola e realizar uma contraposição através do exposto por meio da mídia geral. A proposição metodológica baseia-se em Schmitz Filho (2005), dispondo de estudos cartográficos, com especial atenção às relações estabelecidas entre o sistema esportivo e o jornalístico, bem como as respostas geradas entre eles e o ambiente. Assim, percebe-se que as propostas governamentais não se sustentam como uma abordagem de longo prazo para que a iniciação esportiva se desenvolva em prol do aluno e também o direcionamento para o esporte de alto rendimento se reflete na Educação Física Escolar como uma reprodução daquilo que já se encontra imposto pelos sistemas midiático e governamental.
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