Projeto Professor Diretor de Turma

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A GESTÃO DO PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL JÚLIO FRANÇA EM BELA CRUZ (CE)

A GESTÃO DO PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL JÚLIO FRANÇA EM BELA CRUZ (CE)

O estudo da implantação e execução do projeto Professor Diretor de Turma na Rede de Ensino do Estado do Ceará trouxe à tona uma discussão acerca das políticas educacionais voltadas para a caracterização da escola como espaço das diferentes aprendizagens, principalmente com a chegada dos filhos das classes populares e sua diversidade de cultura, de interesses e de práticas sociais. O grande desafio dessa política foi implantar, no ensino público do Brasil, uma experiência de Portugal que tem uma realidade educacional muito diferente da nossa. Mesmo assim, o PPDT foi implantado em mais de 90% das escolas públicas da Rede de Ensino Estadual do Ceará. Isso vem demandando desse sistema de ensino, um conjunto de ações estruturantes para que o projeto se consolide como uma política educacional viável e com resultados mensuráveis. Nesse sentido, a pesquisa mostrou que é necessário um melhor planejamento de implantação das turmas, a regulamentação do projeto no Sistema de Ensino por meio de Lei ou Decreto, avaliar periodicamente os seus efeitos na aprendizagem e na frequência dos alunos e o fortalecimento das equipes na escola, nas regionais (CREDE) e na própria Secretaria de Educação.
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O PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA NA GESTÃO DO PROTAGONISMO JUVENIL E DA RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA: O CASO DA EEM JOÃO ALVES MOREIRA, EM ARACOIABA-CE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA NA GESTÃO DO PROTAGONISMO JUVENIL E DA RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA: O CASO DA EEM JOÃO ALVES MOREIRA, EM ARACOIABA-CE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O trabalho objetivou analisar a estrutura e o funcionamento do Projeto Professor Diretor de Turma na Escola de Ensino Médio João Alves Moreira, em Aracoiaba-CE, para compreender em que medida o referido projeto contribui para as mudanças relacionais no ambiente escolar. O Professor Diretor de Turma assume papel relevante no desenvolvimento das ações do projeto e na mediação das relações entre os sujeitos escolares. A pesquisa procurou responder a duas questões: (i) Como a atuação do professor diretor de turma se configura na mediação das relações entre os agentes escolares e exerce influência direta na gestão da relação com a família? (ii) De que modo as ações do projeto e o papel do professor diretor de turma favorecem o clima escolar? Foram definidos como eixos de análise o protagonismo juvenil e a relação escola-família. As metodologias utilizadas foram a análise documental e a realização de entrevista semiestruturada. As análises dialogaram com o aporte teórico que trata da gestão democrática, do protagonismo juvenil e da relação escola-família. Concluiu-se que o Projeto Professor Diretor de Turma, como é realizado na Escola de Ensino Médio João Alves Moreira, interfere na gestão do protagonismo juvenil e da relação escola-família e contribui para a melhoria do clima escolar. O estudo é complementado com a elaboração de um Plano de Ação Educacional, no qual se propõem ações de melhoria para a realização do Projeto Professor Diretor de Turma.
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PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DO CEARÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Na atual conjuntura social, em que muitos dos valores perpetuados há gerações parecem ter se perdido ao longo do tempo, a escola, mais do que nunca tem sentido o reflexo deste fenômeno, pois cada vez mais vem tomando para si a tarefa de educar moral e tecnicamente, o que acaba por sobrecarregar ainda mais esta instituição. Neste contexto, surge como iniciativa adotada pela rede estadual de ensino no Estado do Ceará, o Projeto Diretor de Turma (PDT) que visa o estreitamento de laços entre os agentes educacionais, quais sejam: O aluno, a escola e a família. Advindo de Portugal e adotado na rede pública estadual cearense em meados de 2008, o PPDT tem como centro a proposta de desmassificar o ensino, tornando-o mais personalizado e tentando, ao máximo, suprir as necessidades educacionais dos agentes envolvidos no processo de educar. É a partir desse cenário que defino como objetivo principal para o meu trabalho avaliar a implementação e a execução deste projeto na escola que foi alvo desta pesquisa, bem como, fazendo um comparativo entre o desenho do projeto e a realidade encontrada na referida escola. A investigação tem como aporte teórico os estudos de Leite(2010), Mendonça(2009), Nogueira(2006), Peregrino(2010), Zenhas(2004), dentre outros. Com a intenção de construir um panorama sobre o funcionamento do projeto na escola estudada, utilizo a pesquisa documental e a pesquisa de campo. Neste trabalho de pesquisa, que tem como centralidade a análise do referido projeto que busca tornar-se uma política pública em educação, serão elencados pontos fortes, pontos que precisam ser melhorados, bem como, um plano de ação educacional, com base nos dados coletados na escola pesquisada.
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AS REFORMAS DO ENSINO MÉDIO E O PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA EXPERIÊNCIA EM ARACOIABA-CE

AS REFORMAS DO ENSINO MÉDIO E O PROJETO PROFESSOR DIRETOR DE TURMA: UMA EXPERIÊNCIA EM ARACOIABA-CE

Percebemos na fala dos sujeitos fragilidades em desenvolver uma prática consolidada no princípio da reflexão. A gestão de sala de aula é suprimida pelas normas e afazeres diários impostos pelas questões próprias do sistema escolar. O ideal de projeto pedagógico perde força no tarefismo, comprometendo dessa forma “[...] a existência de um tipo de organização e de gestão que caracterizarei como: participada, coerente, desafiadora e exigente, interativa, flexível e resiliente face às situações, avaliadora, formadora” (Alarcão, 2011, p. 99). Observamos nos sujeitos um esforço para superar o tarefismo e as exigências impostas diariamente, priorizando mais tempo qualitativo à gestão da sala de aula.
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O projeto curricular de turma no enquadramento escolar: comparação das perceções dos professores e dos diretores de turma de uma escola secundária

O projeto curricular de turma no enquadramento escolar: comparação das perceções dos professores e dos diretores de turma de uma escola secundária

pares, professores da turma, para a construção de um efetivo trabalho participativo e colaborativo (Almeida, 2012). Tendo em conta que o diretor de turma assume essas funções para uma das turmas em que leciona, sendo, nas outras, professor sob orientação de um diretor de turma, pode considerar-se que se trata de uma função de liderança amplamente partilhada na escola, no sentido de Graen (2006) e que requer a construção de relações de elevada qualidade. Justificam-se, pois, as considerações de Favinha et al. (2012) acerca da necessidade de um acompanhamento dos diretores de turma por um coordenador que lhes proporcione uma real ajuda e crie as condições para que consigam assumir o papel de mediador das expectativas e necessidades de professores, alunos e encarregados de educação, num trabalho colaborativo tendente à identificação e resolução dos problemas.
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MESTRADO EM DIREITO SÃO PAULO

MESTRADO EM DIREITO SÃO PAULO

161 ludibriar a Ré, redundando em elaboração de contrato de trabalho mesmo sem a existência dos pressupostos dos artigos 2o e 3o da CLT. Nenhuma censura merece o r. decisum a quo. Através dos bons fundamentos de fls. 1007/11, o d. Juízo de origem analisou detidamente o amplo acervo probatório e corretamente concluiu pela existência de relação de emprego entre o Reclamante e a Reclamada desde 17.01.02 até a dispensa, em 21.01.08. De fato, não há nenhum óbice no Direito do Trabalho brasileiro quanto à existência de vínculo de emprego entre a empresa e a pessoa do Diretor Presidente, desde que configurada a subordinação jurídica. No caso dos autos, a Reclamada, filial de multinacional italiana, inicialmente constituída como sociedade anônima e, a partir de 2004, sociedade por cotas de responsabilidade limitada (fl. 412), contratou o Reclamante em janeiro de 2002, confirmando-se pelos documentos de fls. 57/9 e 84/6 que a intenção era a de que o Autor exercesse o cargo de Diretor Presidente no Brasil, como empregado, tanto é que há alusões a benefícios como "remuneração mensal", plano de assistência médica, seguro de vida, etc., típicos de contratos de emprego, sendo oportuno ainda registrar que, ao final da proposta de fl. 58, a empresa expressamente agradece pelo fato de o Reclamante "ter considerado a SIAC como um empregador em potencial". Aliás, no particular, incorre em nítida inovação recursal a Ré, ao pretender deslocar a idéia de assunção do Autor, desde o início da contratualidade, como empregado, para uma mera proposta de contrato de trabalho, suspensa pelo exercício de cargo de Diretor-Presidente Estatutário, em 14.01.02, nos moldes da Súmula 269/TST, in verbis: "Diretor Eleito – Cômputo do período como tempo de serviço - O empregado eleito para ocupar cargo de diretor tem o respectivo contrato de trabalho suspenso, não se computando o tempo de serviço deste período, salvo se permanecer a subordinação jurídica inerente à relação de emprego."
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UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA

Para dar resposta a estas dificuldades tive de ser mais assertivo com os alunos que tinham comportamentos inapropriados, uma vez que como professor sou o principal responsável pela prevenção da indisciplina, através da ação educativa (Renca, 2008). Tive ainda de parar diversas vezes a aula para demonstrar descontentamento e referir novamente o que desejava que eles fizessem. Só desta forma as normas e as regras começaram a ser mais respeitadas e assumidas pelos alunos, apesar de ter sido visível de forma gradual ao longo do ano. O bom funcionamento das aulas, e o cumprimento das normas, implicou um esforço para diferenciar as rotinas organizativas próprias de cada tipo de atividade e ainda o treino dos alunos na adoção dos comportamentos organizativos (Onofre, 1995). Estou convicto que a melhoria do comportamento e das atitudes dos alunos poderia ter ocorrido nas primeiras semanas, se tivesse assumido desde logo esta posição mais assertiva, mesmo que, eventualmente, tivesse de comprometer certas partes da aula para falar com os alunos e relembrar-lhes as normas. Para diminuir os comportamentos de indisciplina, tive ainda de considerar a separação de alguns alunos que tinham maior tendência em conversar na instrução e/ou nas tarefas. No entanto quando eram diversos os alunos que se encontravam desatentos, esta estratégia acabava por ser pouco eficaz. Para esse efeito parar a aula, fazer silêncio e dirigir o olhar aos alunos perturbadores era o suficiente para garantir a atenção dos mesmos e assim procurar retomar a aula. Além disso, quando observava um comportamento inapropriado ao longo das tarefas, falava com o aluno em questão, procurando que ele entendesse que aquele comportamento deveria ser mudado, conversando com eles novamente no final das aulas se fosse necessário. Estas são algumas estratégias desenvolvidas durante o estágio, que poderão ter aplicabilidade em futuros contextos de aula.
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Realizar experiências com a luz : uma abordagem experimental das ciências com crianças do 3º ano de escolaridade

Realizar experiências com a luz : uma abordagem experimental das ciências com crianças do 3º ano de escolaridade

Mostro à turma um periscópio construído com os pacotes de leite, que haviam recolhido e trazido para a escola. O que devo fazer para observar o que está lá fora, com este periscópio? – Pergunto, colocando-me abaixo do nível do parapeito da janela. Espreitar por um furo e entrar luz para não ser escuro – responde a Eva. Por onde tem que entrar a luz? – Pergunto. Pelo furo de cima, entra a luz do sol, e bate - diz o Joel. Proponho ao Joel que venha ao quadro desenhar o funcionamento do periscópio. O Joel desenha uma linha, como um feixe de luz que entra no periscópio. Agora bate a luz e reflete para baixo – diz o Ângelo. Que material existirá no periscópio para refletir a luz? Todos respondem: espelhos, espelhos! O Leonardo, apontando para o desenho do quadro diz imediatamente: tinha que estar assim ali um espelho, um bocado inclinado para baixo para a luz refletir para baixo. Valorizo o comentário do Leonardo, e solicito que desenhe no periscópio já feito no quadro esse espelho, tarefa que faz corretamente. O que acontece agora à luz refletida? – Pergunto. Bate nesse espelho e vai para baixo (Joel); se vai reta, vem reta para baixo (Eva). À medida que os colegas tecem estes comentários, o Leonardo desenha uma linha vertical desde o espelho até ao fundo do periscópio. A Eva comenta de imediato: mas tem que se pôr mais outro espelho, senão a luz bate em baixo e ainda não conseguimos ver. Para conseguirmos ver, o que temos que fazer? – Pergunto, pegando novamente no periscópio construído e espreitando. A luz tem que refletir para onde metemos o olho – diz o Leonardo. E então temos que meter outro espelho – acrescenta o Joel. Onde colocávamos o outro espelho? – Pergunto. Todos respondem: em baixo! O Leonardo diz, à medida que desenha corretamente: no canto de baixo, virado para o olho. Dito isto, traça mais uma linha, desde o segundo espelho até ao furo inferior do periscópio, onde está o olho. O que precisamos então de colocar no nosso periscópio para conseguirmos ver? – Pergunto. Espelhos – respondem todos. Em seguida, a Daniela exemplifica diante da turma onde colocar o espelho superior e inferior, tarefa que executa corretamente, em concordância com os restantes colegas. Auxílio a colar estes espelhos à medida que são colocadas, e distribuo a cada grupo um periscópio, previamente montados com os espelhos colocados. As crianças experimentam os periscópios, observando através dele abaixo do parapeito da janela da sala, imaginando que estão num submarino, tal como propus. As crianças realizam esta tarefa com muito entusiasmo.
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O diretor de escola e a elaboração do projeto políticopedagógico : o pensar e o agir.

O diretor de escola e a elaboração do projeto políticopedagógico : o pensar e o agir.

Quanto à classificação das atribuições do diretor escolar, elas podem ser divididas em burocráticas e pedagógicas: burocráticas, quando tem de coordenar trabalhos administrativos, tais como organizar horários, escala de férias, encaminhar processos e petições, zelar pela manutenção e conservação dos bens patrimoniais, balancetes, cadastros, prestação de contas, autorizar a matrícula e transferência dos alunos, assinar junto à secretaria documentos escolares, como funcionário “responsável pela burocracia institucional da Unidade Escolar inserido num complexo mais amplo que é a Rede Pública de Educação” (Lima, 1992, p. 118)
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Relatório de Estágio de Educação Física realizado na Escola Secundária Campos Melo

Relatório de Estágio de Educação Física realizado na Escola Secundária Campos Melo

acerca dos exercícios propostos, no sentido de melhorar o funcionamento das aulas seguintes. O restante tempo servia para os alunos se deslocarem para os balneários e cuidarem da sua higiene pessoal. A estratégia de ensino utilizada baseou-se em exercícios de baixa complexidade e dificuldade pois muitos deles nunca tinham tido contacto com a modalidade, sendo, por isso, natural a ocorrência de diversas falhas técnicas. Assim, tentamos sempre utilizar um constante reforço positivo e encorajador direccionado de forma individual e colectiva. Em relação á parte principal da aula, os conteúdos foram abordados através da execução, em circuito, de vários exercícios que contemplavam todos os objetivos definidos no planeamento. Assim, pretendeu-se que os alunos exercitassem os gestos técnicos básicos da modalidade (drible, passe, lançamento, mudanças de direção e troca de mão) de uma forma mais dinâmica e menos analítica. Devido a serem alunos de nível introdutório e com pouco conhecimento da modalidade, a conceção mais analítica dos gestos técnicos também foi abordada aquando a demonstração dos circuitos. No final da aula e no momento de reflexão final, era realizada uma explicação das componentes críticas de cada gesto técnico com a mesma a ficar a cargo do professor e a demonstração de um aluno.
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No Trilho de Amadeo… de Vila Meã para o Mundo: um projeto local de âmbito global

No Trilho de Amadeo… de Vila Meã para o Mundo: um projeto local de âmbito global

Findo o estágio, e na sequência de uma candidatura espontânea, fui contratado pelo Grande Colégio Universal (Porto). Durante três anos letivos, tive oportunidade de lecionar do quinto ao nono ano, além de ter participado em projetos de índole diversa, nomeadamente como dinamizador de um clube de teatro. Esta escola foi muito importante para o meu percurso inicial como professor, quer pelos conhecimentos que adquiri com os meus pares, quer pelo contacto com alunos oriundos de contextos sociais diversificados pelo facto de este colégio prestar um serviço público de educação ao abrigo de um contrato de associação.
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A influência do pequeno-almoço no índice de massa corporal em adolescentes

A influência do pequeno-almoço no índice de massa corporal em adolescentes

Este interação constante faz com que o professor reflita constantemente sobre as suas ações. A evolução dos alunos depende em grande parte da nossa capacidade de reflexão, de forma a fazer sempre as escolhas mais corretas que potenciem ao máximo a sua aprendizagem. Luckesi (2005), refere que sem um investimento efetivo e constante no processo de ensino e aprendizagem, estaria ainda à espera de um produto que os alunos não alcançavam. A partir desta afirmação podemos confirmar o que foi dito anteriormente. Muitas vezes o problema de os alunos não atingirem determinados objetivos está exatamente no professor que não soube adaptar a situação para que este tivesse condições de os atingir. Os alunos têm características diferentes e nós, professores, temos de ser capazes de saber potenciar essas mesmas características.
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Atribuição de turmas para professores via Beam Search em Java

Atribuição de turmas para professores via Beam Search em Java

O problema de atribuição de turmas a professores consiste basicamente na busca de uma solução que satisfaça todas as condições (requisitos) exigidas por ele. Se formulado desta forma, poderia ser classificado como um problema de atribuição (cada professor fica responsável por um conjunto de turmas/disciplinas), no qual o resultado seria uma configuração qualquer. Em muitos casos, isto é, se for aplicado um método heurístico, realizado manualmente e apenas com o objetivo de atender às restrições, a primeira configuração encontrada pelo algoritmo pode ser adotada. No entanto, se forem estabelecidos critérios que permitam a avaliação de diferentes soluções através de uma função objetivo, então, é possível comparar as várias possibilidades de configuração que atendam às restrições de modo a selecionar a “melhor” configuração (SCHAERF, 1999).
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O Papel do Líder (Diretor de Turma) na Gestão da Indisciplina no 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico: Um Estudo de Caso

O Papel do Líder (Diretor de Turma) na Gestão da Indisciplina no 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico: Um Estudo de Caso

A problemática da indisciplina, sobretudo nos segundos e terceiros ciclos do Ensino Básico, apesar de ser uma temática muito estudada e debatida, tornou-se nas últimas décadas um assunto que preocupa não só docentes, mas também pais e, de um modo geral, todos aqueles que estão interessados nos problemas inerentes ao sistema educativo. Partindo do pressuposto que a prevenção e resolução dos problemas disciplinares pelo Diretor de Turma (DT), promove a qualidade do ensino nos adolescentes e jovens e que estas são essenciais para o seu bem-estar físico, psicológico e social e num período em que tanto se fala de liderança e simultaneamente de indisciplina, formulou-se o problema que servirá de base à investigação: Será que um líder motivado, gere de forma mais eficaz a indisciplina? Assim sendo, foi nosso propósito conhecer o papel que exerce o Líder, como D.T, na gestão da indisciplina, no 2º e 3º ciclos do Ensino Básico. Tendo em conta o objetivo de estudo e a sua natureza optou-se pelo estudo de caso como método, sendo a metodologia utilizada de natureza quantitativa. Para a recolha de dados efetuámos o inquérito por questionário a todos os professores da Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Cónego João Jacinto Gonçalves de Andrade. Segundo os inquiridos, os resultados demonstram que o tipo de liderança mais valorizado foi o “Tipo Transformacional”. A indisciplina tem vindo a aumentar nesta escola, embora a causa seja mais de carácter externo à instituição. O cargo de D.T deveria ser atribuído por opção do professor, com gosto pelas funções inerentes ao cargo e motivado para o mesmo. Concluímos com este nosso estudo que a motivação é fundamental no exercício do cargo do Diretor de Turma e que este motivado gere de forma mais eficaz a indisciplina, dando resposta à nossa questão central de investigação.
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Atenciosamente, Diretoria do PMIMG

Atenciosamente, Diretoria do PMIMG

A escala de impacto de risco reflete a severidade de seu efeito no objetivo de projeto. O impacto pode ser ordinal ou cardinal e dependendo da cultura da organização que conduz a análise. Escalas ordinais são simplesmente valores de graduação ordenados , tais como muito baixo, baixo, moderado, alto, e muito alto. Escalas cardinais designam valores aos impactos. Estes valores são normalmente lineares (por exemplo, .1 / .3 / .5 / .7 / .9), mas às vezes são não lineares (por exemplo, .0.5 / .1 / .2 / .4 / .8), refletindo o desejo da organização de evitar riscos de alto- impacto. Ambas as abordagens tem o propósito de designar um valor relativo, para o impacto nos objetivos de projeto, se o risco em questão ocorrer. Escalas bem definidas, sejam ordinais ou cardinais, podem ser desenvolvidas usando definições negociadas com a organização. Estas definições melhoram a qualidade dos dados e tornam o processo mais capaz de ser repetido.
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As bibliotecas escolares e a literacia da informação : um projeto numa turma de 2º ciclo

As bibliotecas escolares e a literacia da informação : um projeto numa turma de 2º ciclo

A articulação entre a BE e os professores das várias disciplinas é muito importante, o aproveitar os recursos, mas também a formação especializada do professor bibliotecário traduz-se numa mais-valia para todos. A biblioteca representa a oportunidade de alterar tempos, espaços e modalidades de ação, tendo como finalidade construir inovação organizacional, conquistar os alunos, induzir a apropriação dos professores, favorecendo uma alteração qualitativa na produção de saberes nos alunos (Canário, 1998. P.11). Pensamos ter conseguido mostrar também que conhecer os referenciais de Literacia da Informação e adotar um modelo de pesquisa de informação comum pode ser fundamental, tanto no momento da conceção, como durante a implementação dos projetos pedagógicos para o desenvolvimento das literacias, pois orientam o trabalho do professor e dos alunos.
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O trabalho cooperativo na iniciação à língua inglesa no 1.º C.E.B.

O trabalho cooperativo na iniciação à língua inglesa no 1.º C.E.B.

O pensamento de Confucius “If you give a man a fish, you feed him for a day. If you teach a man to fish, you feed him for a lifetime” (cit. em Ellis G. e Sinclair B., 1989:2) forneceu o mote para o trabalho a desenvolver que se propunha proporcionar aos alunos a tomada de responsabilidade no seu próprio processo de aprendizagem, criando alicerces para um processo de autonomização em relação ao professor.

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Geometria plana e inclusão digital : uma experiência a partir do cotidiano dos alunos EJA

Geometria plana e inclusão digital : uma experiência a partir do cotidiano dos alunos EJA

Nome: Ederson, Rodriel, Micael, Jonathan, Joel Professor: Mirela Turma: Eja VI-B.[r]

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Rev. esc. enferm. USP  vol.13 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.13 número2

* Professor Assistente da disciplina Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEUSP. Mestre em Enfermagem. ** Diretor da Faculdade de Enfermagem São José. *** Professor Assistente d o Departament[r]

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Relatório de Estágio realizado na Escola Secundária 2,3 Dona Filipa de Lencastre, com vista à obtenção do grau de Mestre em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário no ano letivo 20142015 Orientadora da Faculdade: Mestre Maria da Conceiçã

Relatório de Estágio realizado na Escola Secundária 2,3 Dona Filipa de Lencastre, com vista à obtenção do grau de Mestre em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário no ano letivo 20142015 Orientadora da Faculdade: Mestre Maria da Conceiçã

Um outro fator foi a atitude da turma face à disciplina. Embora alguns alunos tivessem desempenhos satisfatórios, a sua forma de estar nas aulas não era a necessária à sua evolução. Por esse motivo não foi possível atingir o objetivo de colocar todos os alunos no nível introdutório das matérias e, essa discrepância entre prognóstico e os sucessivos diagnósticos obrigou a sucessivas alterações de planeamento. Isso vai ao encontro do que refere Carvalho (1994), de que para que o planeamento tenha significado e seja focado na aprendizagem dos alunos, a especificação das etapas de aprendizagem só deve ocorrer após a avaliação da etapa anterior. E apesar de ter realizado a avaliação formativa e sumativa dos alunos, tentando que os objetivos da etapa seguinte refletissem esses mesmos resultado, nem sempre tal foi possível. A realização dos balanços da etapa e posterior ajuste das seguintes, foi algo que identifiquei como prioritário na superação desta dificuldade e, como tal, tentei melhorar ao longo de todo o ano letivo. De etapa para etapa melhorei a explicitação dos objetivos e estratégias a utilizar, assim como, a progressão dos objetivos da turma.
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