Prolapso uterino

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Histerectomia Vaginal ou colpocleise de Le Fort em pacientes idosas com prolapso uterino total: uma revisão narrativa

Histerectomia Vaginal ou colpocleise de Le Fort em pacientes idosas com prolapso uterino total: uma revisão narrativa

A cirurgia obliterativa traz como vantagem comparativa à colporraia, notadamente no caso da colpoclese total, um percentual de sucesso independentemente do tamanho do prolapso e do defeito anatômico (MAHER CF, et al., 2007). Fazendo a comparação com a sacrocolpopexia e a suspensão ao ligamento sacroespinhoso, a colpoclese total tem melhor aplicabilidade, é altamente improvável o acometimento de lesões noutros órgão. É uma metodologia usada e aplicada apenas em mulheres na pós-menopausa com prolapso uterino total. É importante e necessário que a cérvice e a cavidade endometrial sejam completamente avaliadas por meio do esfregaço citológico e por dilatação e curetagem afim de trazer a garantia que não haja evidências de neoplasia maligna uterina escondida antes do fechamento da vagina. Para a realização do procedimento é necessário que a paciente fique em posição de litotomia, nesse momento puxa-se a cérvice para a parte exterior com o auxílio do tenáculo. No deslocamento uterino total, a exposição da cérvice para parte externa everte quase completamente a vagina (WALLWIENER D, 2012).
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Alterações no Sistema de Fibras Elásticas da Fáscia Endopélvica de Paciente Jovem com Prolapso Uterino.

Alterações no Sistema de Fibras Elásticas da Fáscia Endopélvica de Paciente Jovem com Prolapso Uterino.

A fáscia endopélvica é uma malha de fibras colágenas e elásticas, por onde correm vasos e nervos. A presença de alterações estruturais do tecido conjuntivo da fáscia contribui para o enfra- quecimento dos ligamentos, favorecendo a protusão de vísceras pélvicas. Pouco tem sido in- vestigado a respeito de alterações do tecido con- juntivo da fáscia endopélvica nestes casos. Só re- centemente, considerou-se a fraqueza do tecido conjuntivo como um dos fatores colaboradores do prolapso uterino 2,4,5 .

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Estudo randômico da correção cirúrgica do prolapso uterino através de tela sintética de polipropileno tipo I comparando histerectomia versus preservação uterina.

Estudo randômico da correção cirúrgica do prolapso uterino através de tela sintética de polipropileno tipo I comparando histerectomia versus preservação uterina.

Método Método: Estudo randomizado com 31 mulheres portadoras de prolapso uterino estádio III ou IV (POP-Q) divididas em dois grupos: Grupo HV- 15 mulheres submetidas à histerectomia vaginal e reconstrução da anatomia do assoalho pélvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) e Grupo HP- 16 mulheres mulheres submetidas à reconstrução da anatomia do assoalho pélvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) preservando o útero. Raça, urgência miccional, constipação intestinal, dor sacral, sangramento e tempo de operação foram os parâmetros analisados. Resultados Resultados Resultados Resultados Resultados: O tempo de seguimento médio foi de nove meses. Não se observou diferença entre os grupos nas complicações funcionais. O tempo cirúrgico foi 120 minutos para grupo HV versus 58.9 minutos para grupo HP ( p < 0.001 ) e o volume de perda sanguínea intraoperatória foi 120 mL no grupo HV versus 20 mL para grupo HP ( p < 0.001*). A taxa de sucesso objetivo foi 86.67% para grupo HV e 75% para grupo HP (p = 0,667). A taxa de erosão de tela foi 20% (3/15) de extrusão no grupo HV versus 18,75% (3/16) no grupo HP (p = 1,000). Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão: A correção cirúrgica do assoalho pélvico com telas nas portadoras de prolapso uterino apresentaram similaridade quer sendo ela feita com histeropexia quer com histerectomia. Contudo, o tempo cirúrgico e o volume da perda sanguínea foram significantemente maiores no grupo com histerectromia (HV). Operações vaginais com telas são procedimentos efetivos para a correção do prolapso.
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Cistopexia videoassistida em cadela com cistocele após prolapso uterino: relato de caso.

Cistopexia videoassistida em cadela com cistocele após prolapso uterino: relato de caso.

O prolapso uterino é condição rara em cadelas e gatas (Stone, 2007). É definido como a eversão e protrusão de uma porção do útero pela cérvix para dentro da vagina durante o parto ou próximo dele (Hedlund, 2008). Um corno ou todo o útero pode sofrer prolapso durante o parto prolongado, ou até 48 horas após esse evento, quando a cérvix se apresenta extremamente dilatada (Stone, 2007). Muitas espécies animais podem ser afetadas por prolapso de órgão genital, podendo este estar associado a outros órgãos, como a vesícula urinária e a porção distal do cólon (Hedlund, 2008).
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Terapeutica de enfermagem nos casos de prolapso uterino.

Terapeutica de enfermagem nos casos de prolapso uterino.

culdade no diagn6stico do prolapso uterino" (MAC­ K A Y 5 ) - Deve ser feita uma diferenciação dos casos de alongamentos cervicais hipertr6icos ou dos tumo­ res de cérvice ou do útero, da cistceli, da retocele, inversão uterina, do fecaloma ou de um grande clculo vesicl. Aesar das diversas possibilidades, a amamne­ se e os dados fsicos são tão caracterísicos que o diagn6stico não constitui problema. (BENSON 1 ) .

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Rev. Bras. Ginecol. Obstet.  vol.22 número5

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.22 número5

vamos quantidade significativamente menor de colágeno no paramétrio e na cúpula vaginal das paci- entes com prolapso uterino em comparação com as pacientes sem prolapso uterino. Subdividimos as pa- cientes dos dois grupos consoante o estado menopau- sal. Registramos menor quantidade de colágeno no paramétrio das pacientes com prolapso, quer no menacme, quer na pós-menopausa, não havendo dife- rença entre estes dois subgrupos. Já na cúpula vagi- nal não houve diferença entre os grupos. Concluímos que as pacientes com prolapso uterino apresentam menor quantidade de colágeno no paramétrio do que na cúpula vaginal, e menor quantidade nos dois lo- cais, quando comparamos com as pacientes sem prolapso. A diferença no paramétrio foi independente do estado menopausal.
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Histerectomia vaginal em útero sem prolapso: experiência de 6 anos.

Histerectomia vaginal em útero sem prolapso: experiência de 6 anos.

As pacientes foram examinadas clinicamente para eleição da via vaginal, respeitando-se os seguintes crité- rios: permeabilidade vaginal de pelo menos 4cm, útero móvel com o fundo atingindo no máximo a cicatriz um- bilical, fundo de saco vaginal amplo e livre (>3cm) e ausência de prolapso uterino. Foram realizados exa mes laboratoriais pré-operatórios, colpocitologia oncótica e uma ultrassonografia pélvica transvaginal. As pacientes assinaram um termo de consentimento informado para realização da cirurgia. As cirurgias foram realizadas pelos próprios autores.
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.48 número3

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.48 número3

Paciente de 71 anos de idade, com prolapso uterino de terceiro grau e carcinoma epidermóide invasivo do colo, deu entrada no Serviço de Emergência com quadro de hemorragia genital severa. Foi feito transfusão sangüínea, tamponamento com hipossulfito de sódio a 10%, antibioticoterapia e radioterapia com finalidade hemostática em duas sessões diárias de 500 cGy. No terceiro dia, foi realizado histerectomia e salpingo-ooforectomia bilateral por via vaginal. Completou o tratamento com radioterapia pélvica nas doses habituais.

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Radiol Bras  vol.49 número6

Radiol Bras vol.49 número6

Dos 39 exames realizados, todos apresentaram altera- ções radiológicas. Do total de 14 diagnósticos, observamos que 30 pacientes (77%) apresentavam retocele anterior e este foi o diagnóstico mais prevalente (Figura 2, demonstrada na manobra de evacuação). Enterocele foi constatada em 15 pacientes (38,40%), o mesmo para retenção do contraste após evacuação. Prolapso retal foi identificado em 13 pacien- tes (33,30%) e este número foi igual para a flacidez do músculo puborretal. Já a retocele posterior foi identificada em 10 (25,60%) dos casos. Outros diagnósticos encontra- dos foram enterocele com efeito compressivo sobre o reto, discinesia da parede posterior do reto, hipertonia do mús- culo puborretal, incontinência fecal, prolapso vaginal, incon- tinência fecal, prolapso uterino, hemorroida e divertículo de Meckel. Estes achados são apresentados na Tabela 1.
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Defecografia por radiologia digital: experiência na prática clínica.

Defecografia por radiologia digital: experiência na prática clínica.

Dos 39 exames realizados, todos apresentaram altera- ções radiológicas. Do total de 14 diagnósticos, observamos que 30 pacientes (77%) apresentavam retocele anterior e este foi o diagnóstico mais prevalente (Figura 2, demonstrada na manobra de evacuação). Enterocele foi constatada em 15 pacientes (38,40%), o mesmo para retenção do contraste após evacuação. Prolapso retal foi identificado em 13 pacien- tes (33,30%) e este número foi igual para a flacidez do músculo puborretal. Já a retocele posterior foi identificada em 10 (25,60%) dos casos. Outros diagnósticos encontra- dos foram enterocele com efeito compressivo sobre o reto, discinesia da parede posterior do reto, hipertonia do mús- culo puborretal, incontinência fecal, prolapso vaginal, incon- tinência fecal, prolapso uterino, hemorroida e divertículo de Meckel. Estes achados são apresentados na Tabela 1.
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Prolapso vaginal e uterino em ovelhas.

Prolapso vaginal e uterino em ovelhas.

Os prolapsos vaginais, classificados em parciais ou to- tais de acordo com a exposição cervical (Grunert & Birgel 1984, Noakes et al. 2001), caracterizam-se pelo relaxamen- to da fixação da vagina na cavidade pélvica, permitindo modificação da posição da parede vaginal com saída e ex- teriorização da mucosa através da rima vulvar (Prestes & Landim-Alvarenga 2006). O prolapso vaginal total é mais frequente em ovelhas, enquanto o parcial é mais frequen- te em vacas (Grunert & Birgel 1984, Noakes et al. 2001). O prolapso uterino caracteriza-se pela eversão do útero, invertendo-se e exteriorizando sua mucosa. Este é classi- ficado em parcial (um corno prolapsado), completo (dois cornos prolapsados) e completo e total (dois cornos e cér- vix prolapsados) de acordo com a exposição de um ou dois cornos uterinos e cérvix (Grunert & Birgel 1984). Este tipo de prolapso é comum em vacas e ovelhas (Jackson 2005). O prolapso vaginal pode evoluir para o prolapso uterino, de- vido ao ressecamento da mucosa vaginal prolapsada, que a torna irritada e inflamada, contribuindo para maior expo- sição do órgão (Drost 2007).
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Modificação no posicionamento do paciente para o procedimento para prolapso e hemorroidas (PPH): decúbito ventral com coxim e membros inferiores afastados.

Modificação no posicionamento do paciente para o procedimento para prolapso e hemorroidas (PPH): decúbito ventral com coxim e membros inferiores afastados.

RESUMO: Objetivo: A doença hemorroidária(DH) é prevalente em cerca de 5% da população brasileira. Os casos mais avançados da DH são tratados com ressecção dos mamilos prolapsados (hemorroidectomia) e fechamento(técnica de Ferguson) ou não da ferida operatória(Miligan Morgan). No entanto, a dor no pós-operatório e o longo período de recuperação dos pacientes submetidos a hemorroidectomia convencional são os principais inconvenientes das técnicas. O método da hemorroidopexia ou procedimento para prolapso e hemorróidas(PPH) vem sendo realizado desde 1998, e tem como principal vantagem a resolução da DH com menos dor e recuperação mais rápida do paciente. Nosso objetivo é apresentar uma modifi- cação técnica no posicionamento do paciente com DH que será submetido ao PPH. Métodos e pacientes: Desde Janeiro de 2008 foram operados 5 pacientes no Hospital UNIMAR, Marília, São Paulo. Todos eram portadores de doença hemorroidária avançada – Grau III e IV. Os procedimentos foram realizados com bloqueio raqui-medular em sela com sufentanil associado à bupivacaína. Os pacientes foram posicionados em decúbito ventral com coxim de cerca de 20 cm de altura colocada na altura da espinha ilíaca ântero-superior. Foram usadas fitas adesivas para afastar lateralmente a região glútea. O cirurgião ficou posicionado no centro, no vão entre os membros inferiores do paciente. O primeiro auxiliar posicionando à direita e a instrumentadora à esquerda. O canal anal foi dilatado manualmente e fixado o dilatador do PPH. Em todos os pacientes a linha pectínea foi facilmente identificada, e obteve-se a exposição de 3 a 4 cm do reto acima da linha pectínea. A bolsa foi realizada com fio de polipropileno (Prolene ® 0 com agulha de 1,5 cm) sem a necessidade de utilização do afastador de 2 canas. Os pontos compreenderam a mucosa retal tomando-se cuidado em não incluir a camada muscular do reto. Após o disparo e retirada do aparelho, identificou-se com facilidade a linha de grampos sem a necessidade de colocar qualquer tipo de afastador auxiliar. Em nenhum dos casos foi necessário hemostasia adicional, com pontos aplicados sobre a linha de grampos. Conclusões: Pudemos observar que com esse posicionamento a exposição do canal anal fica mais fácil, sem a necessidade de utilizar qualquer tipo de afastador (tipo 2 canas) quando da confecção da sutura em bolsa. Além disso, com o decúbito ventral, o cirurgião opera em pé e a equipe cirúrgica tem maior mobilidade, o que não acontece quando o paciente está posicionado em litotomia. Ademais, o posicionamento do cirurgião de frente para a região anal facilita a confecção da bolsa, a atadura do nó, o disparo do aparelho e a revisão da linha de grampos.
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Sangramento uterino disfuncional.

Sangramento uterino disfuncional.

Baseado em longa experiência clínica, o autor faz uma análise crítica da terminologia e conceituação das perdas sangüíneas uterinas irregu- lares. Destaca a freqüente confusão acadêmica entre os termos san- gramento uterino disfuncional e sangramento uterino anormal, o que gera discussões acerca do diagnóstico e tratamento destas patologias. Procura racionalizar e simplificar a investigação clínica, enfatizando os recursos disponíveis em qualquer serviço ou consultório. Para tal, procu- ra responder basicamente a duas questões: 1) O sangramento é de causa orgânica ou endócrina? 2) Se for de causa endócrina, é ovu- latório ou anovulatório? Da mesma forma, limita o tratamento a dois ou três esquemas simples e eficazes, que funcionam também como diag- nóstico diferencial ou tratamento de prova, pois, se um esquema racional, baseado no conhecimento da fisiopatologia do processo, não corrigir o sangramento, ele certamente não terá uma causa endócrina. Este fato nos obrigará a aprofundar a nossa propedêutica para identi- ficar a causa orgânica. (Arq Bras Endocrinol Metab 2001;45/4:375-382) Unitermos: Sangramento uterino disfuncional; Menorragia; Polimenor- réia; Oligomenorréia
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Ovariohisterectomia videoassistida com dois portais para o tratamento de piometra em cadela.

Ovariohisterectomia videoassistida com dois portais para o tratamento de piometra em cadela.

tubas uterinas. Pelo peso excessivo do corno uterino, foi necessário outro reparo percutâneo (Figura 1A) para visualizar adequadamente o complexo arteriovenoso ovariano (CAVO). Deu-se início à hemostasia através de clipes de titânio tamanho médio-grande e clipador de 10mm de diâmetro. Sua aplicação foi intercalada, sendo um proximal e outro distal, seguida da secção parcial com tesoura de Metzenbaum (Figura 1B), para permitir o avanço do clipador no tecido em questão. O mesmo processo foi realizado para o ovário direito. O número total de clipes utilizados foi de 41, sendo 20 para o ovário esquerdo e 21 para o direito (Figura 1C), permanecendo implantados 16 clipes na paciente (oito em cada lado).
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Colopexia em ovinos da raça Dorper com prolapso retal.

Colopexia em ovinos da raça Dorper com prolapso retal.

Para pequenos animais que possuem tecido viável, a redução do prolapso torna-se difícil em casos de protrusão extensa, ou após duas ou três tentativas malsucedidas de tratamento com a sutura de retenção, deve-se realizar a colopexia abdominal (MATTHIESEN & MARRETA, 1998), ou seja, a fixação cirúrgica do cólon à parede abdominal (FOSSUM, 2005). Alguns autores preferem suturas, com ou sem prévia escarificação da camada serosa do cólon e da parede abdominal, enquanto outros procuram promover incisões nesses tecidos, com posterior aplicação de sutura entre as bordas correspondentes (BRUN et al., 2004).
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Disfunções do assoalho pélvico : perfil sóciodemográfico e clínico das usuárias de um ambulatório de

Disfunções do assoalho pélvico : perfil sóciodemográfico e clínico das usuárias de um ambulatório de

Houve uma ampla variação na idade (entre 27 e 86 anos) das pacientes pesquisadas, demonstrando que, embora mais frequentes, estas disfunções não ocorrem somente em mulheres idosas, mas também entre jovens e mulheres na meia-idade (16) . Em um estudo americano que tinha como objetivo estimar as diferenças do assoalho pélvico em relação ao tipo de parto, com 1011 mulheres, a média de idade das mulheres foi de 39,5 anos e foram encontrados 11% de pacientes com incontinência urinária de esforço (IUE), 8% com bexiga hiperativa e 7% de pacientes com prolapso genital estágio II (POP-Q) (17) .
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Crescimento intra-uterino

Crescimento intra-uterino

Comparando-se os valores para estatura e perímetro cefálico no percentil 50 com os de Lubchenco, náo se observaram diferencas no mesmo percentil, com relacáo aos ach[r]

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Transplante uterino como alternativa terapêutica para infertilidade de fator uterino: uma revisão sistemática

Transplante uterino como alternativa terapêutica para infertilidade de fator uterino: uma revisão sistemática

Ainda na cirurgia de Chmel R, et al. (2018), o útero é posicionado no interior da pelve e são realizadas as anastomoses vasculares de ponta a ponta dos vasos ilíacos externos. Após a confirmação da reperfusão, é feita uma abertura vaginal de acordo com o tamanho do colo uterino, e a borda vaginal do órgão transplantado é anastomosada na vagina da receptora usando suturas simples interrompidas com fios reabsorvíveis. Por fim, o útero é fixado em sua localização pélvica usando os ligamentos redondo e uterosacral, além do peritônio da bexiga adjacente do doador.
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Mixoma de átrio direito com prolapso para o ventrículo direito.

Mixoma de átrio direito com prolapso para o ventrículo direito.

Relatamos o caso raro de uma paciente de 67 anos, apresentando mixoma de átrio direito, com prolapso para o ventrículo direito. Estes tumores correspondem a cerca de 18% dos casos de mixoma, que por sua vez têm uma incidência de 0,0017% na população em geral.

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Prolapso valvar mitral em cão – Avaliação ecodopplercardiográfica

Prolapso valvar mitral em cão – Avaliação ecodopplercardiográfica

A regurgitação mitral é decorrente de uma lesão valvular frequentemente causada por prolapso da válvula mitral, protrusão sistólica anormal de folhetos da válvula mitral para dentro do átrio esquerdo (KITTLESON, 2003). Entre as cardiopatias valvares adquiridas em cães, a degeneração mixomatosa crônica da valva mitral é a de maior prevalência (BRIGHT & MEARS, 1997). O prolapso da valva mitral se trata de afecção valvar mitral geneticamente determinada que, em sua forma mais grave, pode determinar progressiva insuficiência desta válvula. A exteriorização clínica e hemodinâmica pode variar de discreta manifestação ecocardiográfica isolada, encontrada em exame de rotina, até grave lesão mitral que necessita de tratamento cirúrgico (SAVAGE et al., 1983). Quando grave, pode ser complicada por insuficiência cardíaca, morte súbita e fibrilação atrial (JACOB, 2007). No entanto, muitos pacientes com regurgitação mitral grave é assintomática, mesmo quando sobrevém disfunção ventricular esquerda. Cães que sofrem de prolapso da válvula mitral podem demonstrar graus variados de intolerância ao exercício, tosses e, ou, engasgos de acordo com a progressão da doença. Os episódios de tosse são
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