Proteção da criança

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AS MÚLTIPLAS FACES DA PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: análise da rede de proteção da criança e do adolescente

AS MÚLTIPLAS FACES DA PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO: análise da rede de proteção da criança e do adolescente

RESUMO: O presente artigo visa abordar a precarização das condições e relações de trabalho presentes na rede de proteção da criança e do adolescente na cidade de Porto Alegre. Trata-se de um estudo qualitativo, baseado no método dialético-crítico, desenvolvido através de pesquisa empírica, que utilizou a observação participante e sistemática das reuniões da rede, entrevistas individuais e semi-estruturadas com os conselheiros tutelares e grupo focal com os profissionais que atuam em situações de violências contra crianças e adolescentes nas políticas sociais. Os resultados desta pesquisa apontam os impactos negativos da precarização nas condições e relações de trabalho da rede de proteção da criança e do adolescente, na qual implicam na saúde dos trabalhadores sociais e também no acesso a direitos de usuários das políticas. 3
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O SIGNIFICADO DE PROTEÇÃO DA CRIANÇA NAS OPERAÇÕES DE PAZ DAS NAÇÕES UNIDAS: UMA VISÃO GERAL

O SIGNIFICADO DE PROTEÇÃO DA CRIANÇA NAS OPERAÇÕES DE PAZ DAS NAÇÕES UNIDAS: UMA VISÃO GERAL

As principais conclusões desse trabalho são que ainda que a temática de proteção da criança envolva seis graves violações de direitos da criança, o tema das crianças soldado e violência sexual contra crianças recebe maior atenção nas missões de paz e resoluções das missões do que outras violações. As resoluções adotadas criando operações de paz nos últimos anos tendem a focar mais no tema da proteção da criança apresentando outros elementos. Isso pode levar à conclusão incorreta de que proteção da criança diz respeito apenas ao tema de crianças soldado. Também não há qualquer menção à possibilidade de participação das crianças nos documentos analisados, ou seja, permanece uma visão tradicional de criança como vulnerável sem possibilidade de considerar as vozes das crianças em suas necessidades de proteção. Para que haja uma proteção efetiva das crianças, elas devem ser consideradas agentes e participantes ativas de sua proteção. Além disso, ainda que alguns mandatos de missão tragam especificamente o tema dos direitos da criança, o discurso de proteção da criança não é o mesmo que a discussão de direitos da criança. Enquanto o tema de proteção da criança diz respeito a situações de conflitos armados, os direitos da criança possuem um discurso mais amplo analisando a proteção da criança de uma maneira mais integral. Por fim, desde a publicação das diretrizes de 2009, maior atenção é dada para parcerias entre CPAs e outras organizações internacionais, nacionais e locais para a proteção da criança em operações de paz.
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Guarda compartilhada como efetivação da proteção da criança e do adolescente

Guarda compartilhada como efetivação da proteção da criança e do adolescente

O princípio do melhor interesse da criança trouxe-a ao centro da tutela jurídica, prevalecendo sobre os interesses dos pais em conflito. Na sistemática legal anterior, a proteção da criança resumia-se a quem ficaria com sua guarda como aspecto secundário e derivado da separação. A concepção da criança como pessoa em formação e sua qualidade de sujeito de direitos redirecionou a primazia para si, máxime por força do princípio constitucional da prioridade absoluta (art. 227 da Constituição)de sua dignidade, de seu respeito, de sua dignidade, de seu respeito, de sua convivência familiar, que não podem ficar comprometidos com a separação de seus pais. A cessação da convivência entre os pais não faz cessar a convivência familiar entre os filhos e seus pais, ainda que estes passem a viver em residências distintas.
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A proteção da criança e do adolescente pela guarda compartilhada

A proteção da criança e do adolescente pela guarda compartilhada

O primeiro capítulo, efetua uma abordagem sobre a Proteção da Criança e do Adolescente no ordenamento jurídico, e dar-se-á ênfase a convivência familiar, sendo que o artigo 226 da Constituição Federal reconhece família como base da sociedade, bem como aborda a evolução familiar no instituto na guarda, sendo que a instituição familiar adquire determinadas características e estruturas diante das modificações sócio históricas. Ainda no decorrer deste capítulo trata-se da igualdade entre homens e mulheres, sendo que ambos passam a ter poderes para decidir e garantir o bem estar dos filhos.
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O processo de promoção e proteção da criança : o caso de uma CPCJ da região centro

O processo de promoção e proteção da criança : o caso de uma CPCJ da região centro

Neste contexto, importa referir o modelo ecológico do desenvolvimento humano proposto por Bronfenbrenner (1986), que afirma que o ser humano para se desenvolver necessita de um contexto adequado que lhe permita interagir e estabelecer relações. O ser humano não é apenas o resultado do material genético que lhe é inerente, mas também, do contexto social e cultural em que está inserido e das interações que estabelece com o seu ambiente. Bronfenbrenner tem em conta quatro níveis sistémicos para explicar o desenvolvimento humano: o microsistema, o mesosistema, o exosistema e o macrosistema. O microsistema diz respeito ambiente físico e social imediato, onde o indivíduo desenvolve as suas relações interpessoais, na família, escola e grupo de amigos. No caso da criança, poderão ser os contextos que lhe são diretamente acessíveis, como, a família, a creche ou escola, a rua, o jardim, etc., pelo que é importante estudar o comportamento da criança quando se mudam de um contexto para o outro.
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A proteção da criança e do adolescente no âmbito da adoção internacional no ordenamento jurídico brasileiro

A proteção da criança e do adolescente no âmbito da adoção internacional no ordenamento jurídico brasileiro

O instituto da adoção internacional na perspectiva da efetivação dos direitos consagrados na Constituição Brasileira de 1988 referentes à proteção de crianças e adolescentes. A evolução histórico-jurídica da adoção internacional corrobora a lógica de fortalecimento da segurança jurídica estabelecida entre adotantes e adotados. Os inúmeros casos de adoções internacionais irregulares constatadas ao longo das últimas décadas não podem limitar a garantia de direitos presentes na Constituição Federal, nas leis infraconstitucionais e nos documentos internacionais dos quais o Brasil é signatário. A pesquisa abordou as Convenções Internacionais em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, especialmente aquelas atinentes à regulamentação da adoção internacional. Acrescenta-se a reflexão dos princípios da dignidade humana, da proteção integral e da convivência familiar como imprescindíveis para o desenvolvimento psicossocial das crianças e dos adolescentes. O caráter de excepcionalidade da adoção internacional aponta para a sua relevância na tutela dos direitos ora em destaque. Nesse sentido, avançar na discussão da adoção internacional, como corolário dos direitos constitucionais, encaixa-se na sua plena efetivação conforme dispõe o caput do art. 227 da Constituição de 1988. O estudo pautou-se na revisão bibliográfica de livros e artigos científicos na abordagem da temática em apreço. Salienta-se a análise das Convenções Internacionais, de fundamental importância para a rede de proteção desses sujeitos de direitos, a fim de evitar adoções internacionais irregulares em flagrante desrespeito aos preceitos ora consagrados. Além disso, refletiu-se sobre os mecanismos jurídicos estabelecidos no Estatuto da Criança e do adolescente- ECA- e no Código Penal para responsabilizar as organizações criminosas que visam, na adoção internacional, o locupletamento financeiro, em detrimento da dignidade humana das crianças e dos adolescentes. Dessa forma, reafirma-se a adoção internacional como imperativo na reconstrução do vínculo familiar em família substituta estrangeira, ao prevalecer o amor, o afeto, a felicidade e a compreensão.
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DPCA: tensões e contradições na política de proteção da criança e adolescente em Niterói

DPCA: tensões e contradições na política de proteção da criança e adolescente em Niterói

O Código de 1979, se comparado ao de 1927, não teve vida muito longa, pois o seu sustentáculo político se abalava na medida em que a esperança no retorno da democracia se anunciava. Em função de ampla mobilização de vários setores sociais ao final da década de 1980 promulgou-se a Constituição Federal de 1988 e, em conjunto os conceitos de ―direitos sociais‖, ―seguridade social‖, ―universalidade‖, ―equidade‖, ―descentralização político- administrativo‖, ―controle democrático‖, passaram a constituir, ao menos no plano normativo, princípios norteadores da constituição de um novo padrão de política social a ser implantada no país. Nessa reorganização de forças políticas a esfera das crianças e adolescentes se reestruturou através dos artigos 227 e 228. Em 13 de julho de 1990, foi aprovada a Lei Federal 8069 – Estatuto da Criança e Adolescente - ECA. Esta Lei destaca o princípio da prioridade absoluta e firma o uso de termos como proteção especial, direitos fundamentais, pessoa em condição peculiar de desenvolvimento e, principalmente, define como sujeito de direitos toda criança ou adolescente, independente de classe social, cor da pele ou religião.
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NATASHA BENTO CRISTO A PROTEÇÃO DA CRIANÇA REFUGIADA, EM ESPECIAL ATRAVÉS DO REAGRUPAMENTO FAMILIAR

NATASHA BENTO CRISTO A PROTEÇÃO DA CRIANÇA REFUGIADA, EM ESPECIAL ATRAVÉS DO REAGRUPAMENTO FAMILIAR

Em Portugal, a Lei nº147/99, de 01 de Setembro, com as alterações da Lei nº 23/2017, de 23 de Maio (Lei de proteção de crianças e jovens em perigo) é importante no estudo da proteção das crianças refugiadas, sobretudo aquelas que chegam ao país de acolhimento desacompanhadas e cuja família não pode ser localizada. As medidas de proteção previstas na presente lei, embora se apliquem primeiramente às crianças nacionais, são aplicáveis a todas as crianças e jovens que residam ou se encontrem no território nacional (art. 2º). Nos termos do art. 3º, existe uma legitimidade para intervir quando os pais, representante legal ou quem tenha a guarda de facto da criança representem um perigo para a vida da criança, ou ainda que não constituam um perigo direto, carecem de capacidade para proteger a criança. Nos termos desta norma, a criança está em perigo quando está abandonada ou vive entregue a si própria, o que é o caso das crianças refugiadas desacompanhadas; quando sofre maus tratos e é vítima de abusos sexuais; não recebe os cuidados necessários à sua idade; quando os pais não cumprem as suas responsabilidades, tendo a criança sido entregue a terceiros; quando está entregue a trabalhos ou comportamentos que afetam a sua segurança e quando a criança enceta atividades que afetam a vida da própria.
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A PROTEÇÃO DA CRIANÇA COM SUSPEITA DE ABUSO SEXUAL NO MOMENTO DA INQUIRIÇÃO JUDICIAL

A PROTEÇÃO DA CRIANÇA COM SUSPEITA DE ABUSO SEXUAL NO MOMENTO DA INQUIRIÇÃO JUDICIAL

Embora já tenham decorrido mais de vinte anos da Constitui- ção Federal de 1988, apenas são ensaiados os primeiros pas- sos para a mudança de cultura que as conquistas propiciadas pela normativa internacional impuseram à nação brasileira. A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Crian- ça, base da legislação pátria na área da infância e juventude, cuja redação foi elaborada por profissionais de várias áreas do conhecimento, é marco divisor a fundamentar as trans- formações necessárias, substituindo práticas autoritárias por ações interdisciplinares, em atenção e à condição de sujeito de Direitos atribuída à criança. Trilhar por caminho ainda não percorrido exige, do caminhante, vontade, disposição, compromisso e conhecimento do rumo a seguir, ainda que sejam desconhecidas as dificuldades que se apresentarão du- rante o trajeto [...]. (AZAMBUJA, 2013, p. 216-217).
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Análise cognitiva para proteção da criança nas redes sociais tcc msrfalcãojunior

Análise cognitiva para proteção da criança nas redes sociais tcc msrfalcãojunior

Para que haja um público a ser investigado se faz necessária a existência de conteúdo. Em virtude de que a rede social Facebook possui um grande volume de dados e distintos tipos de perfis de usuários alguns atributos desempenham papel importante na interpretação de sentimentos, captura de costumes, gostos e entre outros. Em virtude disso algumas características serão relevantes para análise e decisão dos possíveis riscos oferecidos à conta da criança, entre esses atributos podemos citar: feed de notícias, interesses, músicas, vídeos, páginas, enlaces curtidos ou compartilhados, biotipo, data de nascimento, inspirações, tipo de educação, religião, conversações, postagens, datas e horários impróprios de atividades registradas na rede social, jogos, eventos, canais de televisão, família, álbuns compartilhados e com excesso de fotos, comentários maldosos em fotos e postagens, mensagens privadas de amigos ou terceiros que contenham conotação sexual, nota de privacidade que informa o quão exposto as informações pessoais estão e amigos que possam representar uma ameaça.
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Os instrumentos normativos de proteção da criança e do adolescente no trabalho

Os instrumentos normativos de proteção da criança e do adolescente no trabalho

A concepção do trabalho foi estruturada em três sessões inter-relacionadas e interdependentes, contendo as respectivas subdivisões: Na primeira sessão, contém a introdução, que trata dos aspectos ligados ao tema do trabalho e um breve histórico da evolução normativa dos direitos das crianças. Trata-se também da apresentação do problema, dos objetivos: geral e específicos, da justificativa para a escolha do tema e os procedimentos metodológicos. Posteriormente, apresenta-se o tema principal do trabalho que é a análise dos instrumentos nacionais e internacionais de proteção e erradicação do trabalho infantil como os direitos humanos que os regem. Na segunda sessão, através da revisão bibliográfica, inicia-se o embasamento teórico, no qual se sustentará o desenvolvimento do trabalho, conceituando os Direitos Fundamentais de uma forma geral, reduzindo-se aos Direitos Fundamentais da Criança e do Adolescente, apresentando as normas presentes na Constituição Federal (CF), Emenda Constitucional, Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que tratam deste assunto, bem como os Órgãos de Fiscalização da exploração infantil, do trabalho infantil nacional e internacionalmente, os Programas de Erradicação do Trabalho da Criança e Proteção do Trabalho do Adolescente, descritos pela doutrina.
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Projeto entrega responsável: o papel do estado na proteção da criança apta para adoção

Projeto entrega responsável: o papel do estado na proteção da criança apta para adoção

Com o escopo de evitar a entrega direta para determinado casal, indicando a adoção “intuitu personae” e com o fim de estipular regras claras sobre o assunto, foi criado o art. 19-A do ECA, cuidando da disciplina da “entrega” de filho para adoção. A matéria merece atenção, porquanto o recém-nascido é a criança mais “fácil” de ser adotada, havendo sempre casais cadastrados interessados. Uma das principais razões para esta procura por recém-nascido é de que tal criança não carrega os traumas de um abandono de uma criança maior (https://noticias.uol.com.br/ultimas- noticias/agencia-estado/2016/04/10/adocao-de-criancas-mais-velhas-cresce-no-pais- mas-bebes-ainda-sao-preferidos.htm, acesso em 24/01/2018, 10h41min). (2019, p. 90).
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A guarda compartilhada e sua compatibilização com a proteção dos interesses da criança e do adolescente

A guarda compartilhada e sua compatibilização com a proteção dos interesses da criança e do adolescente

Este presente trabalho tem o objetivo de analisar a guarda compartilhada enquanto modalidade mais completa para suprir todas as necessidades de cunho educacional, afetivo, psicológico e de identidade do menor, devendo ser considerada a melhor guarda por maior proteção e respaldo dado a este atual sujeito de direitos, antes tratado como res e, sempre subjugado ao poder de seus genitores. Trata-se de uma evolução do Direito, baseada em uma transformação da mentalidade social de ver o menor como o futuro ser social, logo, a necessidade de todo cuidado e aparato que o Estado e a família possam proporcionar e, igualdade entre homens e mulheres transformando o meio social e a forma de interações à serem vividas frente a tamanha pluralidade de desafios na criação de filhos e está inserido no mercado de trabalho. O número cada vez maior de rompimento de relações conjugais tornou necessária a busca de um novo modelo de guarda, que cuidasse dos interesses de filhos e pais que não mais convivem. Para se levantar respostas quanto ao melhor modelo de guarda e as proposições da Lei 13058/14 atualmente em vigor, se faz um levantamento documental e bibliográfico de forma a se consta que é o instituto da guarda compartilhada o mecanismo de efetividade na proteção da criança e do adolescente.
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Proteção integral à criança e ao adolescente: proteção versus autonomia?.

Proteção integral à criança e ao adolescente: proteção versus autonomia?.

Perguntamos se ao se elevar como objeto de preocupação a responsabilização do abusador não se corre o risco de um deslocamento da discussão, uma vez que ao remeter a ideia de resolutividade ao sistema de justiça perde-se de hori- zonte o maior interesse pela proteção da criança/adolescente, em nome da pro- dução de prova. Priorizar os trâmites judiciais como melhor resposta para en- frentar a problemática que envolve a violência praticada contra crianças/ adolescentes significa não apenas encontrar uma solução parcial, mas, inclusi- ve, equivocada de enfrentamento. Portanto, chamamos atenção para a necessi- dade da ampliação do debate com foco na definição de fluxo de atendimento, não restringindo o debate ao procedimento judicial de responsabilização. À luz da proteção integral o direito de ser ouvida é diametralmente oposto de uma exigência de depoimento, de uma pessoa em condição peculiar de desen- volvimento exigente de total respeito e cuidado na preservação da dignidade que detém a criança/adolescente. Na realidade a prática da oitiva que tem feito parte do sistema de justiça brasileiro já há muito não se apresenta como um mecanismo que coaduna com a doutrina da proteção integral e todos os princí- pios a ela referidos, sendo inúmeros os exemplos em que se podendo levar em consideração outros instrumentos auxiliares para apreender os fatos em sua amplitude, como o estudo social e a perícia, busca-se encontrar a prova por meio da oitiva, boa parte das vezes sem levar a efeito a égide da proteção e da prioridade absoluta.
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CONHEÇA O IMPORTANTE TRABALHO DO PROGRAMA DE PROTEÇÃO À CRIANÇA E ADOLESCENTE AMEAÇADOS DE MORTE

CONHEÇA O IMPORTANTE TRABALHO DO PROGRAMA DE PROTEÇÃO À CRIANÇA E ADOLESCENTE AMEAÇADOS DE MORTE

Desse modo, em recente pesquisa realizada pelo PPCAAM RJ, contamos com a participação de 88% dos municípios do nosso Estado. A pesquisa contou com 78 respostas das instituições do SGD conhecidas como “Portas de Entrada” do PPCAAM: Conselho Tutelar Ministério Público, Defensoria Pública e Poder Judiciário. Quanto ao Município do Rio de Janeiro, observamos que o Conselho Tutelar representou 63% das respostas, Ministério Público representando 25%, Poder Judiciário representando 8% e a Defensoria Pública representando 4%. Ainda em relação ao Rio, cerca de 83% das Portas de Entrada conhecem o Programa de Proteção, entretanto, 54% nunca acionaram.
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Fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento da criança durante a transição para a parentalidade

Fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento da criança durante a transição para a parentalidade

Os recursos pessoais e contextuais que auxiliam a reduzir ou neutralizar os efeitos negativos presentes no ambiente são chamados de fatores de proteção. Os principais fatores de proteção constatados por Silva (2003) durante a primeira infância foram: sensibilidade materna, comportamento caloroso, contexto afetivo, suporte social, relações de apego seguro, expectativas positivas depositadas na criança, poucas separações prolongadas do cuidador principal durante o primeiro ano de vida, estabilidade e coesão familiar, temperamento da criança, saúde dos membros da família, adequado gerenciamento das questões econômicas, existência de, pelo menos, um adulto verdadeiramente interessado na criança, clima familiar que aporte segurança para o desenvolvimento da confiança em si mesmo e nos outros e inter-relações entre os membros da família que favoreçam o compartilhamento de opiniões e emoções.
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Proteção integral e garantia de direitos da criança e do adolescente : desafios à intersetorialidade

Proteção integral e garantia de direitos da criança e do adolescente : desafios à intersetorialidade

Embora a compreensão dos princípios seja fundamental e norteadora, a temática da cidadania e dos direitos não se faz dentro de um único arcabouço teórico. A pluralidade enriquece o debate na medida da incompletude e do não domínio de uma única disciplina que possa dar conta sozinha de explicar, significar, situar e contextualizar direitos e cidadania. Tal multiplicidade e suas fronteiras estão remetidas à multiplicidade de ações em que o homem está imerso, cujas dimensões demandam visão interdisciplinar que contemple as diferentes contribuições dos saberes, contextualizado no tempo e no espaço social. No entanto, é possível afirmar que o núcleo central dos direitos básicos está composto por um sistema de valores de respeito, de igualdade, de vida plena e de solidariedade, entretanto, para que ganhem sentido na vida das pessoas e cheguem até elas, é preciso que estas ações sejam permanentes e promovam transformações, tendo em vista a gama de conflitos e contradições encontradas neste caminho, em especial quanto à capacidade do Estado em respeitar e proteger os direitos. Em que pese os direitos proclamados serem o ponto de partida, em relação ao seu conteúdo, segundo Bobbio (2004), o processo está inconclusivo, uma vez que não basta fundamentar os direitos, é preciso protegê-los. Para isso, não basta proclamá-los sem que se pense nas medidas postas para a sua efetiva proteção.
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A criança e o direito ao desenvolvimento: interconexões entre proteção integral e sociedade sustentável

A criança e o direito ao desenvolvimento: interconexões entre proteção integral e sociedade sustentável

A educação infantil, em sentido mais amplo, deve proporcionar a construção de díades, que direcionem para a redescoberta de valores, de modo que, propicie na criança a descoberta do Planeta e a sensação de pertencimento com esse universo, sendo urgente um novo olhar sobre a educação, capaz de promover a reeducação do homem, para o sentido das coisas, a partir da vida cotidiana, de modo a articular: desenvolvimento humano, desenvolvimento sustentável e o compromisso com as presentes e futuras gerações. Fala-se em reeducação do homem, já que os pais, “serão os mais influenciados, não só em seus papéis de educadores, como também em seu trabalho, atividades de lazer e muitos outros aspectos da vida” (BRONFENBRENNER, 1996, p. 129). Assim, a criança deixa de ser o sujeito experimental da educação, que deve contemplar a possibilidade do desenvolvimento de outras pessoas a partir dos arranjos educacionais, já que, no processo educativo são formadas díades, as quais, constantemente, direcionam a formação de díades primárias, ou seja, a influência exercida pelo educador é objeto de forte sentimento emocional e continua e refletir no comportamento da criança, mesmo quando separados.
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Adoção intuitu personae em face do principio da proteção integral da criança

Adoção intuitu personae em face do principio da proteção integral da criança

“A adoção à brasileira ocorre quando alguém registra como seu filho de outrem mesmo tendo pleno conhecimento de não ser o pai biológico. Na prática, isso ocorre geralmente quando uma criança é encontrada junto à porta da casa ou simplesmente abandonada na rua, em lixeiras ou outros recipientes. Também pode ocorrer nas hipóteses de entrega espontânea da mãe ou do pai logo após o parto e antes que se proceda ao registro da criança. Frisa-se que aquele que eventualmente venha a reconhecer como filho alguém que seguramente sabe não ser seu filho pode ser indiciado por crime previsto no art. 242 do Código Penal: “Art. 242. Dar parto alheio como próprio; registrar como seu o filho de outrem; ocultar recém-nascido ou substituí-lo, suprimindo ou alterando direito inerente ao estado civil: Pena- reclusão, de dois a seis anos”. Ressalve-se, porém, que, quando o crime é praticado por motivo de reconhecida nobreza, a pena pode ser reduzida ou o juiz poderá deixar de aplicar a pena, como consta no parágrafo único. Referida decisão foi objeto de apreciação pelo Judiciário Gaúcho, o qual proferiu a seguinte decisão: Registrar como seu filho de outro (art. 242, caput CP). Prova. Pena. 1- Não configura motivo de nobreza se o agente registra a filha em seu nome enquanto convivia com a mãe, ingressando com ação negatória de paternidade ao separar-se. 2-f Sendo o sursis mais favorável, impõe-se, ante a redução da pena ao mínimo legal. (TJRS, Câmara Especial Criminal Ap.criminal n, 70.006.332.209, rela. Des. Elba Aparecida Nicolli Bastos, j. 30.09.2004)”. 19
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O supremo interesse da criança migrante no sistema adotivo inglês à luz dos principais instrumentos internacionais de proteção dos direitos da criança

O supremo interesse da criança migrante no sistema adotivo inglês à luz dos principais instrumentos internacionais de proteção dos direitos da criança

. Interessante é a visão de GODSGLORY IFEZUE e MARIA RAJABALI, que alegam que até ao caso Y.C. v. United Kingdom 366 , o TEDH avaliava os casos de adoção de uma forma diferente daquela do Supreme Court (Reino Unido), mais precisamente quanto ao superior interesse da criança. Segundo as autoras, a grande diferença baseava- se no facto de o Supreme Court avaliar única e exclusivamente o welfare of the child, enquanto que o TEDH, perante o artigo 8º CEDH, avaliava em primeiro lugar os direitos do requerente de ver respeitada a sua “vida familiar e privada e, em seguida, determinar se a violação deste direito está em conformidade com o direito, persegue um objetivo legítimo e é necessário numa sociedade democrática” 367 , ora o requerente costuma ser o pai/mãe da criança. Portanto, a diferença reside no facto de o Supreme Court dar apenas e somente atenção à criança, por sua vez o TEDH, avalia o problema, num primeiro ângulo, sob o ponto de vista do pai/mãe da criança.
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