proteção da dignidade da pessoa humana

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O PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE E A PROTEÇÃO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA  Samantha Ribeiro Meyerpflug, Fábio Tenório Dos Santos

O PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE E A PROTEÇÃO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA Samantha Ribeiro Meyerpflug, Fábio Tenório Dos Santos

O presente estudo objetiva sob a ótica da teoria jurídica econômica do Capitalismo Humanista analisar os aspectos jurídicos do capitalismo, em harmonia com os direitos humanos dentro da perspectiva do princípio da fraternidade como força motriz de defesa da dignidade da pessoa humana. Para tanto parte-se do princípio da isonomia e da interpretação sistemática dos direitos e garantias fundamentais assegurados na Constituição de 1988. O exame acurado do princípio da fraternidade ganha relevo quando se leva em consideração os efeitos da globalização da economia na efetivação dos direitos humanos. O crescimento econômico deve ser compatível com o desenvolvimento do País que implica numa melhora das condições de vida do individuo e da proteção da dignidade da pessoa humana. Nessa seara, quer parecer que o princípio da fraternidade pode ser um instrumento valioso na garantia da proteção da dignidade da pessoa humana.
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Proteção da relação de emprego sob o prisma da dignidade da pessoa humana

Proteção da relação de emprego sob o prisma da dignidade da pessoa humana

É cada vez maior o número de reclamações trabalhistas que tem como alvo os entes da administração pública, em face da busca de ressarcimento de verbas trabalhistas oriundas de um vínculo direto com determinado ente público, cuja função era exercida sem concurso público. A indignação é ampliada, pois caberia justamente a Administração Pública e aos poderes constituídos para este fim cumprir com a Constituição Federal que, em seu art. 37, II, confere aos entes públicos o dever de realizar concursos públicos de provas ou de provas e títulos, como forma de investidura em seus quadros. Como nem sempre isto é cumprido, resta ao obreiro buscar a proteção devida na justiça trabalhista. A Administração Pública tenta aproveitar-se de seu próprio erro como argumento para justificar o não pagamento das verbas devidas. Trata-se de um absurdo. A decisão, apesar de versar sobre direito do trabalho, esta fundamentada quase que totalmente no texto constitucional, inclusive, onde a dignidade da pessoa humana goza de um valor supremo.
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ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA AOS CONDENADOS (APAC): RESSOCIALIZAÇÃO E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA AOS CONDENADOS (APAC): RESSOCIALIZAÇÃO E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

A presente pesquisa ancorada no Direito Penal visa analisar o funcionamento das APACs (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) em contraste às instituições prisionais tradicionais à luz do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana e da Lei de Execução Penal, instituída pela Lei nº 7.210 de 11 julho de 1984. Neste contexto caótico do aprisionamento em massa (como superlotação de presídios), com baixas condições estruturais para atender ao objetivo de ressocialização e, consequentemente com altos índices de reincidência criminal, as APACs surgem como modelo alternativo com o foco na humanização do cumprimento das penas privativas de liberdade, proporcionando condições para a recuperação, proteção da sociedade. É por se tratar de um modelo diferente e funcional, em divergência ao sistema prisional padrão, que o estudo do Método APAC toma relevância e justificativa social. A pesquisa se utiliza de fontes de análise tradicionais como Beccaria, Foucault, Goffman, Baratta e as publicações dos tribunais que apostaram no modelo como política pública.
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Bioética e direitos humanos: a proteção da dignidade da pessoa humana na era da ...

Bioética e direitos humanos: a proteção da dignidade da pessoa humana na era da ...

O primeiro capítulo aborda a afirmação da máxima da dignidade humana e sua importância como princípio estruturante de todo o sistema ético e jurídico. O segundo capítulo introduz a bioética. São expostos os princípios proclamados pela bioética: autonomia, beneficência, não-maleficência e justiça e estabelecida a relação necessária entre a bioética e os direitos humanos, determinando a consubstancialidade entre eles.

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A proteção da dignidade da pessoa humana como paradigma para a superação da dicotomia entre direito público e direito privado

A proteção da dignidade da pessoa humana como paradigma para a superação da dicotomia entre direito público e direito privado

[ ] . a qualidade intrínseca e distintiva de cada ser humano que o faz mere- cedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunida- de, implicando, neste sentido, um complexo de direitos e deveres fundamen- tais que assegurem a pessoa tanto contra todo e qualquer ato de cunho de- gradante e desumano, como venham a lhe garantir as condições existenciais mínimas para uma vida saudável, além de propiciar e promover sua partici- pação ativa e co-responsável nos destinos da própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos.

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A PROTEÇÃO AO DIREITO À VIDA E À DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA: CONTROVÉRSIAS ACERCA DO ABORTO DE ANENCÉFALOS

A PROTEÇÃO AO DIREITO À VIDA E À DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA: CONTROVÉRSIAS ACERCA DO ABORTO DE ANENCÉFALOS

A vida é necessária para que uma pessoa exista. Todos os bens de uma pessoa, o dinheiro e as coisas que ela acumulou, seu prestígio político, seu poder militar, o cargo que ela ocupa, sua importância na sociedade, até mesmo seus direitos, tudo isso deixa de ser importante quando acaba a vida. [...] Por isso pode-se dizer que a vida é o bem principal de qualquer pessoa, é o primeiro valor moral de todos os seres humanos. Não são os homens que criam a vida. [...] A vida não é dada pelos seres humanos, pela sociedade ou pelo governo, e quem não é capaz de dar a vida, não deve ter o direito de tirá-la. É preciso lembrar que a vida é um bem de todas as pessoas, de todas as idades e de todas as partes do mundo. Nenhuma vida humana é diferente de outra, nenhuma vale mais nem vale menos do que outra.
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A dignidade da pessoa humana como fenômeno em construção

A dignidade da pessoa humana como fenômeno em construção

Historicamente, no período pós-guerra, após o mundo ter vivenciado inúmeros horrores e atentados contra a humanidade, os debates sobre Direitos Humanos ganharam força e relevância, e, com ele, a necessidade de definição e proteção da dignidade da pessoa humana. A partir deste período, os Direitos Humanos passaram, com maior frequência, a se inserir na agenda jurídica contemporânea, como base de transformação para relações humanas mais justas e dignas. Para atingir o intento de ampliação, proteção e dignificação do homem, pelo simples fato de ser humano, seria, em princípio, necessário formar conceitos homogêneos e multiplicáveis da dimensão universal do seja dignidade da pessoa humana. Estes conceitos foram, pouco a pouco, sendo construídos por inúmeros discursos teóricos que fundamentaram e legitimaram tais direitos.
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ESTATUTO DO IDOSO:  A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E SUA PROTEÇÃO SOCIAL NO MUNICÍPIO DE MACAÉ

ESTATUTO DO IDOSO: A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E SUA PROTEÇÃO SOCIAL NO MUNICÍPIO DE MACAÉ

O presente artigo objetiva dar visibilidade à situação de potencial violência sofrida pelo idoso no município de Macaé e abordar o impacto social e cultural na população da cidade. A importância do presente trabalho justifica-se pela necessidade de viabilizar as medidas tomadas pelo poder público a fim de sanar as infrações, minimizando sua inci- dência e oferecendo meios de qualidade de vida à pessoa idosa, bem como contribuindo para educar o jovem para que no futuro não seja maltratado quando estiver na condição de idoso. A metodologia para alcançar este objetivo compreende um levantamento inicial dos processos referentes ao tema junto a Justiça Estadual com atuação em Ma- caé-RJ, abrangendo o período de 2012 a 2015. Na sequência será desenvolvida pesquisa na Secretaria de Desenvolvi- mento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade da prefeitura de Macaé, para determinar as políticas públicas dire- cionadas a este segmento da população e sua eficácia, à luz do Estatuto do Idoso. Pretende-se verificar se as vigentes medidas de conscientização e assistência aos idosos minimiza a violência sofrida por eles, assim como investigar até que ponto a população tem conhecimento de que o desrespeito ao idoso pode configurar crime.
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DIR   Damiao Teixeira Pereira

DIR Damiao Teixeira Pereira

Igno Wolfgang Sarlet, em sua preciosa obra Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988, p. 34/35, critica essa concepção pelo seu excessivo antropocentrismo, questionando, inclusive, até que ponto tal concepção poderia ser adotada sem reservas ou ajustes na atual quadra da evolução social, econômica e jurídica. Sustenta o autor que sempre haverá como sustentar a dignidade da própria vida de um modo geral, ainda mais numa época em que o reconhecimento da proteção do meio ambiente como valor fundamental indica que não mais está em causa apenas a vida humana, mas a preservação de todos os recursos naturais, incluindo todas as formas de vida existentes no planeta, ainda que possa argumentar que tal proteção da vida em geral constitui, em última análise, exigência da vida humana e de uma vida humana com dignidade.
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Princípio da dignidade da pessoa humana e acesso à justiça

Princípio da dignidade da pessoa humana e acesso à justiça

Apesar das isenções concedidas pela Lei de Assistência Judiciária aos menos favorecidos, muitas pessoas, que estão acima do conceito de pobreza da referida norma também não podem exercitar a proteção de seus direitos em razão dos custos suportados em uma demanda judicial. São honorários de advogado, de perito, verbas decorrentes de sucumbência, recolhimento de taxas para ingresso da demanda e para interposição de recurso, diligências de oficial de justiça, despesas com publicação de editais, dentre outros custos que mesmo os que não se enquadrem no conceito legal de pobre têm dificuldades para suportar. Pode até ser que determinado indivíduo consiga por uma vez arcar com todos esses custos, mas nem sempre o cidadão consegue a proteção de seus direitos com uma única ação judicial ou, ainda, em uma única oportunidade na vida.
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A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E SEUS SUBPRINCÍPIOS

A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E SEUS SUBPRINCÍPIOS

e, até mesmo, dependência existente entre eles, a fim de salvaguardar os direitos humanos. Dessa forma, atribui à pessoa humana a proteção do seu valor intrínseco, aptidões e necessidades, tanto no âmago do Direito interno, quanto internacional. Mesmo que a Confederação não tenha o poder de modificar a legislação doméstica dos países membros, em virtude da soberania, a individualidade dos Estados encontra-se exposta a influências. Logo, se a concepção do Brasil, hoje, sobre a igualdade de direitos entre o homem e a mulher, exemplo hipotético, ocupa um espaço minoritário, futuramente, devido à dinâmica, pressão social e a necessidade de adequar-se aos tratados externos, para poder se desenvolver, poderá representar uma corrente majoritária. Todavia, o Direito é um fenômeno em adaptação a épocas.
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5483

5483

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo a identificação de princípios internacionais do direito de família, sobretudo em virtude da necessidade de se construir um regime jurídico internacional na esfera familiar. Para tanto, serão verificadas as constatações que exigem o desenvolvimento de normas jurídico-familiares de caráter transnacional, perpassando-se pela análise tanto da crise da codificação civil, quanto dos anseios relativos ao fenômeno da globalização e de algumas conseqüências do movimento de constitucionalização do direito civil. Com isso, será possível assimilar os princípios do melhor interesse da criança, da dignidade da pessoa humana, da especial proteção à família, da solidariedade familiar, da mínima intervenção, da igualdade e da liberdade nas relações familiares como sendo instrumentos de aplicação transnacional do direito de família, voltados à pacificação e regulação de relações de caráter internacional que envolvam elementos decorrentes do núcleo familiar.
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O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana

O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana

fundamentais, de tal sorte que se poderá tolerar alguma relativização, com a neces- sidade de respeitar, proteger e promover a igual dignidade de todas as pessoas, não olvidando que, antes mesmo de ser norma jurídica, a dignidade é, acima de tudo, a qualidade intrínseca do ser humano e que torna merecedor ou, pelo menos, titular de uma pretensão de respeito e proteção. 14 A interferência do princípio da digni- dade da pessoa humana difundiu-se entre nós reverenciando a igualdade entre ho- mens, impedindo que o ser humano seja considerado como objeto, degradando-se a sua condição de pessoa, o que implica a observância de prerrogativas de direito e processo penal na limitação da autonomia da vontade e no respeito aos direitos de personalidade, para garantir um patamar existencial mínimo.
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A afirmação histórica do Princípio da Dignidade do Trabalhador.  Luiz Manoel Andrade Meneses

A afirmação histórica do Princípio da Dignidade do Trabalhador. Luiz Manoel Andrade Meneses

a dignidade efetivamente constitui qualidade inerente de cada pessoa humana que a faz destinatária do respeito e proteção tanto do Estado, quanto das demais pessoas impedindo que ela seja alvo não só de quaisquer situações desumanas ou degradantes, como também garantindo-lhe direito de acesso a condições existenciais mínimas. Mas, por outro lado, a dignidade implica considerar que a pessoa humana é chamada a ser responsável não somente por seu próprio destino, mas também pelos das demais pessoas humanas, sublinhando-se, assim, o fato de que todos possuem deveres para com a sua comunidade. Em outras palavras, por mais individual que seja toda a escolha que realizamos reflete no todo da comunidade. (SARLET apud MARTINS, 2003, p. 120).
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TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

Conclui-se que mesmo com a proteção do trabalhador, com a imposição de respeito aos princípios básicos, como o da dignidade da pessoa humana, o trabalho escravo contemporâneo ainda, infelizmente, é uma grande parte da realidade da população, visto que a imposição às práticas análogas à escravidão, apoiam-se justamente na cultura do consumo e a busca demasiada pelo lucro que inevitavelmente coisifica as pessoas e as relações.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE DIREITO PROFESSOR JACY DE ASSIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE DIREITO PROFESSOR JACY DE ASSIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO PÚBLICO

O presente estudo pretende analisar os nichos de insuficiência protetiva que circundam a técnica de emancipação civil promovida pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD) às pessoas com déficit psíquico e intelectual. De fato, a fim de concretizar as diretrizes de independência e autonomia moral, trazidas pela Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (CDPD), bem como garantir o igual exercício dos direitos e das liberdades fundamentais do sujeito com impedimento funcional, a lei estatutária excluiu o original regime de incapacidade que remetia as pessoas com déficit psíquico e intelectual à redoma da curatela e fixou-lhes presunção de plena capacidade civil. Em que pese a emancipação, pela via da capacidade jurídica, ser louvável ao livre desenvolvimento das situações jurídicas subjetivas existenciais da pessoa humana, a mesma realizou-se de forma inconsequente e insuficiente, sem a fixação dos correlatos deveres de proteção à vulnerabilidade concreta da pessoa com deficiência psíquica e intelectual enquanto sujeito de direitos capaz na esfera patrimonial. Dessa forma, por meio da realização de pesquisa bibliográfica e documental e da adoção de procedimento metodológico dedutivo, buscar- se-á demonstrar os prejuízos que a incidência em proteção insuficiente, ocasionada pela emancipação sem cautelas e salvaguardas próprias, pode ocasionar à dignidade e à esfera de direitos da pessoa com deficiência. Ao fim da discussão, propor-se-á a solução da referida omissão legislativa por meio de critérios hermenêuticos, notadamente o diálogo das fontes como instrumento de proteção de vulneráveis.
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Manipulação genética e dignidade da pessoa humana

Manipulação genética e dignidade da pessoa humana

múltipla e a lateral amiotrófica, as neuropatias e as doenças do neurônio motor). A escolha feita pela Lei de Biossegurança não significou um desprezo ou desapreço pelo embrião "in vitro", porém a mais firme disposição para encurtar caminhos que possam levar à superação do infortúnio alheio. Isto no âmbito de um ordenamento constitucional que desde o seu preâmbulo qualifica "a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça" como valores supremos de uma sociedade mais que tudo "fraterna". O que já significa incorporar o advento do constitucionalismo fraternal às relações humanas, a traduzir verdadeira comunhão de vida ou vida social em clima de transbordante solidariedade em benefício da saúde e contra eventuais tramas do acaso e até dos golpes da própria natureza. Contexto de solidária, compassiva ou fraternal legalidade que, longe de traduzir desprezo ou desrespeito aos congelados embriões "in vitro", significa apreço e reverência a criaturas humanas que sofrem e se desesperam. Inexistência de ofensas ao direito à vida e da dignidade da pessoa humana, pois a pesquisa com células-tronco embrionárias (inviáveis biologicamente ou para os fins a que se destinam) significa a celebração solidária da vida e alento aos que se acham à margem do exercício concreto e inalienável dos direitos à felicidade e do viver com dignidade (Ministro Celso de Mello). III - A PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL DO DIREITO À VIDA E OS DIREITOS INFRACONSTITUCIONAIS DO EMBRIÃO PRÉ-IMPLANTO. O Magno Texto Federal não dispõe sobre o início da vida humana ou o preciso instante em que ela começa. Não faz de todo e qualquer estádio da vida humana um autonomizado bem jurídico, mas da vida que já é própria de uma concreta pessoa, porque nativiva (teoria "natalista", em contraposição às teorias
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE DIREITO DE ALAGOAS - FDA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO - PPGD MESTRADO EM DIREITO MANUELA GATTO SANTA RITA DE SOUZA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS FACULDADE DE DIREITO DE ALAGOAS - FDA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO - PPGD MESTRADO EM DIREITO MANUELA GATTO SANTA RITA DE SOUZA

O presente estudo tem por objetivo delimitar o conteúdo básico do princípio da dignidade da pessoa humana, mediante as análises dogmática, doutrinária e da casuística no tocante ao tema proposto. A partir de um esboço histórico acerca do princípio constitucional, traçaremos seu conteúdo e especificações no seio da ordem constitucional brasileira. Serão estudados os limites, especialmente decorrentes da práxis jurisprudencial, quando em confronto com outros princípios. Neste ponto, a possibilidade de se ponderar a dignidade da pessoa humana tem o importante mister de fortalecer o caráter jurídico – e não meramente programático – do princípio constitucional bem como de seu conteúdo. Frisaremos, ainda, o mínimo intangível da dignidade humana, que, se descumprido, não poderá ser tido como aplicado o preceito constitucional, devendo o Judiciário intervir para a proteção do cidadão no caso concreto. Ademais, serão abordadas possibilidades para a efetivação do princípio em seu grau máximo, mormente frente à reserva do possível, que muitas vezes não passa de um argumento frívolo utilizado pelo Estado na tentativa de justificar seu ilegítimo descumprimento aos preceitos mais caros à Constituição.
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A OMISSÃO DO ESTADO EM RELAÇÃO À DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

A OMISSÃO DO ESTADO EM RELAÇÃO À DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

Partindo do princípio de direitos e deveres impostos pelo Estado, às pessoas e a si mesmo, onde não houver respeito pela vida e pela integridade física e moral do ser humano, onde as condições mínimas para uma existência digna não forem asseguradas, onde não houver limitação do poder, enfim, onde a liberdade e a autonomia, a igualdade (em direitos e dignidade) e os direitos fundamentais não forem reconhecidos e minimamente assegurados, não haverá espaço para a dignidade da pessoa humana; e a pessoa, por sua vez, poderá não passar de mero objeto de arbítrio e injustiças, pois tudo, portanto, converge no sentido de que também para a ordem jurídico-constitucional a concepção do homem-objeto (ou homem- instrumento), com todas as consequências que daí podem e devem ser extraídas, constitui justamente a antítese da noção de dignidade da pessoa, embora esta, à evidência, não possa ser, por sua vez, exclusivamente formulada no sentido negativo (de exclusão de atos degradantes e desumanos), já que assim se estaria a restringir demasiadamente o âmbito de proteção da dignidade (SARLET, 2011, p. 28).
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A dignidade humana e a proteção à pessoa do idoso: práticas sociais

A dignidade humana e a proteção à pessoa do idoso: práticas sociais

Entre as competências expressas vinculadas a dar efetividade ao Estatuto do Idoso, destacam-se as de prestar serviços e desenvolver ações voltadas para o atendimento das necessidades básicas da pessoa idosa; estimular a criação de incentivos e alternativas de atendimento à pessoa idosa, como centro de convivência, centro de cuidados diurnos, casa- lar, atendimentos domiciliares e outros; promover simpósios, seminários e encontros específicos; planejar, coordenar, supervisionar e financiar estudos, levantamentos, pesquisas e publicações sobre a situação social do idoso no âmbito do município; promover a capacitação de recursos humanos para atendimento ao idoso; garantir mecanismos que impeçam a discriminação da pessoa idosa quanto à sua participação no mercado de trabalho, no setor público e provado; criar e estimular a manutenção de programas de preparação para aposentadoria nos setores públicos e privados, preferencialmente com antecedência mínima de dois aos do afastamento.
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