Proteção jurídica

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PROTEÇÃO JURÍDICA ÀS SOCIEDADES POLIAMOROSAS

PROTEÇÃO JURÍDICA ÀS SOCIEDADES POLIAMOROSAS

Desde a Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, vem se estabelecendo um rompimento com conceitos patriarcais de família, evoluindo de forma gradativa a entidade familiar no âmbito jurídico, visando cada vez mais atender as demandas sociais. Assim o reconhecimento e a proteção jurídica às sociedades poliamorosas é um grande e, sobretudo, necessário passo em direção a um Direito mais plural que corresponde efetivamente aos anseios sociais contemporâneos.

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ULTRAPASSANDO FRONTEIRAS: A PROTEÇÃO JURÍDICA DOS REFUGIADOS AMBIENTAIS

ULTRAPASSANDO FRONTEIRAS: A PROTEÇÃO JURÍDICA DOS REFUGIADOS AMBIENTAIS

Na linha argumentativa proposta para este trabalho, a obra foi dividida em três grandes capítulos. No primeiro, pretende-se demonstrar a contextualização da situação atual dos refugiados no mundo. Nesse sentido, a teoria da globalização foi a que melhor respondeu aos objetivos da pesquisa. Os refugiados são, em geral, produto de um processo avassalador de crescimento econômico discriminatório e que, por onde passa ou se instala, deixa um rastro inconfundível de conseqüências indesejáveis para a sociedade. Desemprego, devastação ambiental pelo modelo econômico ainda vigente, fome, guerras e constantes e numerosos deslocamentos humanos forçados são, sem dúvida, alguns dos efeitos que se instalam nas sociedades contemporâneas, em decorrência do aprofundamento do processo globalizante. Inicialmente, foram discutidos aspectos relacionados à sociedade de risco, sob a perspectiva do pensador Ulrich Beck, mas sem desmerecer outros autores que transitam pela temática. Buscou-se situar a questão dos refugiados à luz do desenvolvimento histórico da globalização, numa tentativa de captar as circunstâncias em que se dão os constantes fluxos de deslocamento humano, procurando obter um diagnóstico que possa dar conta da realidade circundante e que possibilite um encaminhamento científico para o tratamento dos problemas relacionados aos refugiados. Por essa perspectiva, fomentou-se a reflexão a respeito de uma possível regra ética capaz de unir os seres humanos no objetivo comum da proteção ambiental, adotando-se, como ponto de partida (sem pretender indicar o local de chegada), a idéia universalista da comunidade ideal de comunicação, de Apel.
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A proteção jurídica das identidades desconectadas: um mapa de sua ambivalência

A proteção jurídica das identidades desconectadas: um mapa de sua ambivalência

Definitivamente o corpo fala e reclama. Mas o faz pela sua biografia, pelos inúmeros “eus” que lhe dão sentido histórico, afetivo, sexual, etc. Tem sua forma própria de se manifestar. Requer normas de proteção que o reconheçam em sua totalidade. A igualdade moderna protege o corpo em sua condição de igualdade abstrata e universal. Liberdade de ir e vir; liberdade de pensar; liberdade de culto, liberdade econômica, são liberdades deste tipo, liberdades de traço universal, que, em certa medida, não se ocupam das diferenças como um valor positivo. Por isso mesmo o gênero, a cor, a religiosidade, a sexualidade, verdadeiras manifestações dos diversos “eus” aprisionados no corpo biológico, foram praticamente desconsideradas, colocadas de lado, contrapostos, em nome de uma igualdade universal de tipo homogeneizadora. Nesse modelo moderno a identidade nacional praticamente esgota o pertencimento, e o corpo e o “eu” relacionam-se de forma pouco complexa. O corpo, sua biologia, parece colonizar o “eu”, a sua biografia, calando-o, negando sua visibilidade como valor positivo.
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Propostas de proteção jurídica aos conhecimentos tradicionais associados

Propostas de proteção jurídica aos conhecimentos tradicionais associados

desse contato, fornecendo mais segurança jurídica. Espera-se que com a nova lei haja um aumento de parcerias entre empresas e universidades, criações de centros de pesquisa, bem como mais pesquisadores atuando nas áreas de maior sociobiodiversidade. Entretanto, toda esta atuação deve ser feita, sempre, em parceria com os representantes das comunidades tradicionais e também com as agências que assessoram essas populações. A ideia do incentivo à pesquisa segue o lema “conhecer para proteger”: quanto mais conhecimento se tiver sobre a sociobiodiversidade brasileira, mais ferramentas poderão ser usadas na luta contra a biopirataria, inclusive quando esta é praticada por meio de patentes emitidas irregularmente. Efrem Ferreira, coordenador de pesquisas do Instituo Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), afirma que somente o conhecimento sobre nossa biodiversidade pode barrar a ação dos biopiratas e que:
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A proteção jurídica dos utilizadores vulneráveis nos acidentes de viação

A proteção jurídica dos utilizadores vulneráveis nos acidentes de viação

As alterações que se propõem implicam uma alteração de paradigma e, acima de tudo, de mentalidade sociológica. Se, até agora, o ónus pendia sobre o lesado, aquilo que se pretende de ora em diante, é que este ónus recaia sobre o lesante (condutor, aquele que possui a direção do veículo do veículo), ou seja, aquele que pratica uma atividade com potencial perigoso, mas que, apesar disso, se encontra na posição mais privilegiada. “Um exemplo paradigmático desta perspectiva é, na ordem jurídica Francesa, a chamada lei Badinter de 5/07/1985, segundo a qual, passageiros, pedestres e ciclistas são sempre compensados pelos seus ferimentos, ninguém podendo opor-lhes a sua própria culpa, excepto se o acidente se dever exclusivamente ao seu comportamento, que deve ser particularmente grave e indesculpável ou se tiverem procurado voluntariamente os danos sofridos. E mais, a culpa grave do lesado nem sequer é relevante nos casos em que os acidentados tenham menos de 16 anos (como sucede no nosso caso) ou mais de 70, ou sejam titulares de uma incapacidade de pelo menos 80%” 370 .
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Recursos hídricos e a proteção jurídica dos deslocados internos

Recursos hídricos e a proteção jurídica dos deslocados internos

Nos instrumentos normaƟ vos internacionais, que visam assegurar os direitos dos deslocados internos e que possuem aplicabilidade no ordena- mento jurídico brasileiro, tornam-se dignos de nota os seguintes pontos: proteção contra o deslocamento forçado, advinda da liberdade de locomo- ção e residência, reconhecido na Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) (UNESCO, 1948), em seu arƟ go 9º; b) O direito de permanência em seu local de residência, derivado da liberdade de locomoção – reconhecido no arƟ go 13 da DUDH e também se encontra garanƟ do no arƟ go 12 do Pacto Internacional dos Direitos Civis e PolíƟ cos (PCP, 1966). O primeiro declara que “toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado”. Por sua vez, o arƟ go 12 do PCP estabelece que “toda pessoa que se encontre legalmente no território de um Estado terá o direito de nele livremente circular e escolher sua residência”; c) di- reito à moradia garanƟ do no arƟ go 11 do Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PESC, 1966); d) A DUDH também afi rma que “toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a ele regressar” (arƟ go 13) e que “toda pessoa víƟ ma de perseguição tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países” (arƟ go 14); e) Todo deslocado interno tem direito de buscar refúgio em país vizinho ao seu e, caso cumpra os requisitos conƟ dos na defi nição da Convenção de 1951, adquirir status de refugiado.
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O Direito à Diferença e a Proteção jurídica das Minorais na América Latina

O Direito à Diferença e a Proteção jurídica das Minorais na América Latina

a) PROIBIÇÃO DE DISCRIMINAÇÃO DAS PESSOAS EM RAZÃO DO SEXO, SEJA NO PLANO DA DICOTOMIA HOMEM/MULHER (GÊNERO), SEJA NO PLANO DA ORIENTAÇÃO SEXUAL DE CADA QUAL DELES. A PROIBIÇÃO DO PRECONCEITO COMO CAPÍTULO DO CONSTITUCIONALISMO FRATERNAL. HOMENAGEM AO PLURALISMO COMO VALOR SÓCIO-POLÍTICO-CULTURAL. LIBERDADE PARA DISPOR DA PRÓPRIA SEXUALIDADE, INSERIDA NA CATEGORIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DO INDIVÍDUO, EXPRESSÃO QUE É DA AUTONOMIA DE VONTADE. DIREITO À INTIMIDADE E À VIDA PRIVADA. CLÁUSULA PÉTREA. O sexo das pessoas, salvo disposição constitucional expressa ou implícita em sentido contrário, não se presta como fator de desigualação jurídica. Proibição de preconceito, à luz do inciso IV do art. 3º da Constituição Federal, por colidir frontalmente com o objetivo constitucional de “promover o bem de todos”. Silêncio normativo da Carta Magna a respeito do concreto uso do sexo dos indivíduos como saque da kelseniana “norma geral negativa”, segundo a qual “o que não estiver juridicamente proibido, ou obrigado, está juridicamente permitido”. Reconhecimento do direito à preferência sexual como direta emanação do princípio da “dignidade da pessoa humana”: direito a auto-estima no mais elevado ponto da consciência do indivíduo. Direito à busca da felicidade. Salto normativo da proibição do preconceito para a proclamação do direito à liberdade sexual. O concreto uso da sexualidade faz parte da autonomia da vontade das pessoas naturais. Empírico uso da sexualidade nos planos da intimidade e da privacidade constitucionalmente tuteladas. Autonomia da vontade. Cláusula pétrea.
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INFLUÊNCIAS NA VALORAÇÃO DO FALIDO NO HISTÓRICO DA PROTEÇÃO JURÍDICA DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

INFLUÊNCIAS NA VALORAÇÃO DO FALIDO NO HISTÓRICO DA PROTEÇÃO JURÍDICA DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

Todo o tratamento histórico do instituto na legislação possui relevâncias primordiais que merecem destaque: oportunidade de reestruturação do empresário pressupõe valores que, historicamente, não condizem com sua origem, razão de o próprio nome “falência” significar condutas maliciosas e fraudulentas; fraudes decorrentes de um modelo menos formal de reestruturação do falido pressupõe analisar a inversão de valores, uma vez que o falido, visto de forma negativa, não teria a concessão legal de uma possível reestruturação da atividade que exerce, ainda que tenha sido vítima de fatores imprevisíveis que caracterizam a economia de mercado; a instabilidade do instituto no ordenamento brasileiro para verificação dos motivos que levaram o legislador a ora positivá-lo, ora revogá-lo; os valores que fizeram a recente previsão legislativa e os princípios norteadores da Nova Lei de Falência que foram destacados pelo relatório do senador Ramez Tebet (rel. do PLC 71/2003), dentre os quais Preservação da Empresa, Função Social da Empresa, Proteção ao Trabalhador, e outros condizentes com a vigente Constituição de 1988 e que, em que pese o tempo até sua aprovação pelo Congresso, superou dez anos de longo debate.
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O DIREITO À DIFERENÇA E A PROTEÇÃO JURÍDICA DAS MINORIAS NA AMÉRICA LATINA

O DIREITO À DIFERENÇA E A PROTEÇÃO JURÍDICA DAS MINORIAS NA AMÉRICA LATINA

a ideia de diferença, indistintamente – e talvez este seja um forte ponto de agregação dessa nova vertente de pensamento e pesquisa –, entendem que toda comunidade de diferentes tem o direito fundamental a existir e exprimir-se livremente. A ques- tão essencial, segundo eles, à qual deve ater-se a Filosofia política moderna, é a da tolerância para com as diferenças sociais e culturais. Assim, há nessa perspectiva uma permanência da tolerância em seu viés liberal, no sentido de garantir aos indivíduos o seu direito à liberdade, mas também um alargamento dessa noção significando a possibilidade de construção da dignidade pelo reconhecimento da situação concreta dos indivíduos no mundo, com suas crenças, valores e identidade social e cultural. O modelo clássico da cidadania liberal não conseguiu institucionalizar me- canismos de proteção da dignidade das culturas, dos comportamentos minoritários diferentes, dos grupos étnicos sufocados por processos de dominação. Esse standard institucional-funcional cívico, apoiado na também clássica dicotomia público/pri- vado, ao exigir a participação dos indivíduos no espaço político (público), dota-os de direitos e deveres idênticos. A fim de não reproduzir as desigualdades da vida privada, os cidadãos devem aprender a viver em condições de igualdade estrita, cada um mostrando-se neutro em suas relações com os outros. Há, assim, no modelo clássico de cidadania, como resquício da formação dos Estados nacionais em torno de uma nação cultural, uma tendência de uniformização, voltada a evitar qualquer espécie de particularidade ligada a uma pertença social, filosófica, religiosa, étnica, linguística ou comportamental. A partir desse padrão civilizatório homogeneizador, Filosofias orientais são bastante questionadas como tal pelas Filosofias ocidentais; novas religiões, como as new evangélicas, são largamente contestadas por religiões tradicionais, especialmente pela Igreja Católica; povos e etnias de países colonizados e explorados por nações altamente desenvolvidas e predadoras são hoje rechaçados/ segregados nos territórios dos colonizadores; minorias culturais estão vendo suas lín- guas serem tragadas por idiomas de povos dominadores, como ingleses e espanhóis; minorias comportamentais sofrem profundas discriminações sociais e profissionais, como os homossexuais, ou, então, de forma mais violenta, são punidos criminal- mente como os consumidores de substâncias psicoativas consideradas ilícitas hoje.
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A proteção jurídica do produtor rural e dos recursos naturais nos contratos agrários

A proteção jurídica do produtor rural e dos recursos naturais nos contratos agrários

Vista de este modo, la regulación de los contratos agrarios está, o debe estar, dirigida al racional aprovechamiento del suelo median- te la vinculación armónica entre el capital y el trabajo, destacando que este último factor no convierte a quien lo aporta en un prole- tario, subordinado jurídica, económica y técnicamente al dueño de la tierra, sino que se erige en un verdadero empresario que asume sus propios riesgos, o los comparte con el propietario del fundo, y que se encuentra por lo tanto en condiciones de dirigir y orientar la explotación sin otra dependencia que la resultante de los límites puestos a su señoría por el contrato, y por la necesidad de tutelar la producción, y la preservación del suelo, en lo que se encuentra decididamente afectado el interés general. 103
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O abuso de direito como ilicitude cometida sob aparente proteção jurídica

O abuso de direito como ilicitude cometida sob aparente proteção jurídica

Por tudo isso que nos parece ser o dever jurídico de boa-fé (que decorre do princípio normativo respectivo) o critério exato e originário para a repressão ao abuso de direito. Em outras palavras: aqueles atos abusivos levados a juízos entre o final do século XIX e início do século XX, que deram azo à criação da teoria do abuso de direito não deveriam ser reprimidos porque (i) embora conformes ao direito subjetivo, contrariavam o direito objetivo; nem porque (ii) causaram danos anormais ou violaram o direito de outrem, socialmente mais relevante; nem porque (iii) embora juridicamente lícitos, contrariavam a moral ou a (nova) consciência jurídica coletiva; nem porque (iv) contrariavam (ou descumpriam) a suposta função social inerente aos direitos; nem porque (v) violavam limites internos (e posteriores à criação) do direito subjetivo; nem porque (vi) violavam o valor supostamente imanente a cada um dos direitos. Aqueles
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A identidade como memória biográfica do corpo e sua proteção jurídica: itinerários de um paradoxo.

A identidade como memória biográfica do corpo e sua proteção jurídica: itinerários de um paradoxo.

Apesar de a sociedade consumerista contemporânea parecer privi- legiar e cultivar o corpo como um objeto, como um instrumento, como uma forma de potencializar a própria identidade pesso[r]

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Proteção Jurídica dos Cães de Guarda no Sul do Brasil: uma questão de empatia nascida nos Movimentos de Proteção do Animal não Humano.

Proteção Jurídica dos Cães de Guarda no Sul do Brasil: uma questão de empatia nascida nos Movimentos de Proteção do Animal não Humano.

Com isso, se reforça o argumento de que animal não corresponde à coisa e nem a objeto está alicerçado em posições teórico-práticas, como as de Lourenço (2008), quando defende nos animais a condição de sen- ciência, capazes de responder às interações entre si e entre homens e ani- mais em suas múltiplas formas, sendo, portanto, seres sencientes, reco- nhecidos como seres possuídos de valor inerente, descartado o atributo coisa. É nessa linha que a Constituição Brasileira vem se apor, de modo expresso e sem titubear, via seu artigo 225, aos maus-tratos aos animais não humanos, assim como à falta de proteção a flora e a fauna. Medei- ros e Albuquerque (2013, p. 22) salientam que a Constituição de 1988 é um marco para o pensamento sobre os direitos animais no Brasil, pois ao vedar a crueldade, o constituinte originário, reconhece ao animal não humano o direito de ter respeitado o seu valor intrínseco, sua integridade, sua liberdade.
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PROTEÇÃO JURÍDICA DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

PROTEÇÃO JURÍDICA DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

O Projeto de Lei nº 1.589/99 foi elaborado pela comissão de informática da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de São Paulo, tendo sido entregue pelo Presidente da OAB/CE ao Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. É importante salientar que esse sofreu forte influência da Lei Modelo da UNCITRAL. Esse projeto dispõe sobre o comércio eletrônico, a validade jurídica do documento e sobre a assinatura digital. Entre os pontos tratados, pode- se destacar a obrigatoriedade de que a oferta ―pública de bens, serviços ou informações à distância deve ser realizada em ambiente seguro, devidamente certificado‖; a definição do provedor como intermediário ―que forneça serviços de conexão ou de transmissão de informações, ao ofertante ou ao adquirente e que não será responsável pelo conteúdo das informações transmitidas‖; a não obrigatoriedade do provedor em ―vigiar ou fiscalizar o conteúdo das informações transmitidas ou armazenadas‖; ‖a regulamentação do sistema criptográfico de chave pública‖; a falsidade do documento eletrônico considerado ―quando assinado com chaves fraudulentamente geradas em nome de outrem‖. No que se refere à assinatura digital, esse projeto de lei estabelece, conforme modelo italiano, que deve ser cifrada pelo sistema de chaves.
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A Proteção Jurídica dos Investimentos Brasileiros no Exterior

A Proteção Jurídica dos Investimentos Brasileiros no Exterior

A regulamentação internacional dos investimentos passa por um contexto de mudanças e, inserido nesse âmbito, encontra­se o Brasil participando ativamente. A mudança de posição brasileira quanto ao regime regulatório dos investimentos será objeto desta dissertação, bem como se o método de solução de controvérsias adotado nos novos acordos brasileiros estimula a negociação entre as partes, em aplicação dos preceitos da teoria da sombra do direito. A análise iniciou­se com a apresentação do regime de proteção internacional dos investimentos e sua evolução e, em seguida, foi descrita a posição do Brasil, que apesar de resistente, tentou adentrar aos acordos de investimento na década de 1990, sem sucesso. Foi demonstrada a atual mudança de paradigma brasileiro, de não mais apenas receptor de investimentos para também investidor e a criação dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimento que, só em 2015, já foram assinados com 5 países. Descritos o contexto de negociação e as cláusulas materiais do novo acordo, examinou­se os sistemas de solução de controvérsia sobre investimentos existentes, com ênfase na via jurisdicional, pela arbitragem investidor­Estado, consideradas as principais regras e instituições aplicáveis, como o Centro Internacional para Resolução de Disputas sobre Investimentos, entre outros; os sistemas alternativos de solução de controvérsias e os sistemas preventivos de resolução de disputas. Dentro deste estudo, foi trabalhada a teoria da sombra do direito como instrumento para explicar o comportamento dos agentes na negociação na fase pré­contenciosa. Foram analisados os mecanismos de prevenção de controvérsias instituídos nos ACFIs, representados pelo ombudsman ou Pontos Focais e o Comitê Conjunto, e o mecanismo de solução de controvérsias, pela arbitragem entre Estados. No mais, foi estudado o sistema de prevenção e solução de controvérsias sul­ coreano, uma vez que o Brasil se inspirou neste para instaurar seu mecanismo preventivo. Assim, feito isso, foi contextualizada a teoria da sombra do direito aos ACFIs, chegando­se ao resultado se a arbitragem entre Estados propugnada estimula ou não a negociação entre as Partes.
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Mercado, trabalho e a proteção jurídica ao trabalhador

Mercado, trabalho e a proteção jurídica ao trabalhador

particulares.. Essa teoria, porém, é inviável no caso de países como o Brasil, em que a Constituição da República prevê, expressamente, os direitos fundamentais sociais a serem aplicado[r]

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Refugiados ambientais: da necessidade de proteção jurídica internacional

Refugiados ambientais: da necessidade de proteção jurídica internacional

Nesse diapasão, o presente artigo trouxe à lume a necessidade de se buscar mecanismos de proteção aos refugiados ambientais. Assim, mesmo di- ante deste eventual limbo jurídico vivenciado por este contingente de pessoas, se defendeu aqui que a tutela jurídica destes não somente pode, mas deve ser embasada em outros instrumentos jurídicos internacionais de proteção da pes- soa humana, com destaque para os direitos humanos e o direito internacional do meio ambiente.

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A MÃO DE OBRA TERCEIRIZADA E A PROTEÇÃO JURÍDICA AO TRABALHADOR

A MÃO DE OBRA TERCEIRIZADA E A PROTEÇÃO JURÍDICA AO TRABALHADOR

O objetivo desta monografia é o estudo acerca da mão de obra terceirizada, avaliando, principalmente à luz do princípio da proteção ao trabalhador, a evolução desse instituto. Em razão da complexidade do tema, a legislação e a jurisprudência existentes ainda não permitem uma orientação definitiva. Ademais, há uma grande diferença entre o poder econômico do empregador e a força de trabalho do empregado, sendo esta insuficiente para garantir seus direitos perante a flexibilização decorrente da terceirização. Além disso, as fronteiras entre terceirização lícita e ilícita não são precisas, apesar da Súmula n.º 331 do TST. Cabe à empresa tomadora de serviço fiscalizar as operações da prestadora na execução do serviço e pagamento dos créditos trabalhistas, sob pena de responsabilização.Por fim, sugere-se a criação de legislação específica sobre o tema, bem como uma atuação incisiva dos órgãos públicos de fiscalização, que devem assegurar os direitos fundamentais dos trabalhadores, para evitar a precarização das condições de trabalho.
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A PROTEÇÃO JURÍDICA DA FAUNA À LUZ DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

A PROTEÇÃO JURÍDICA DA FAUNA À LUZ DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

No Estado constitucional ecológico a qualidade da vida humana é o principal objetivo a ser atingido. Esse desiderato é buscado a partir dos princípios fundamentais estabelecidos no artigo 3º da CRFB/88, cuja pauta axiológica central tem como base a dignidade da pessoa humana, a solidariedade, a erradicação da pobreza e a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. O conceito de meio ambiente tutelado pelo Estado constitucional ecológico não é um conceito apenas naturalista, envolve o ambiente em sentido amplo como todas as circunstâncias exteriores (econômicas, sociais e culturais) que influenciam direta ou indiretamente na qualidade da vida humana. O meio ambiente é um dos bens jurídicos mais caros e preciosos para o ser humano, especialmente nos tempos em que vivemos, tendo em vista que a vida nunca esteve tão ameaçada (inundações, extinção da camada de ozônio, falta de água potável e energia, chuva ácida) pelo risco da falta de bens indispensáveis. Trata-se de um dos direitos humanos mais relevantes e merece proteção em escala mundial. Possui, também, status de direito fundamental à medida que constitui a principal forma de concretização da dignidade da pessoa humana, sua existência e qualidade de vida. O Estado constitucional ecológico impõe uma redefinição do conteúdo dos direitos de feição individualista, os quais devem estar também a serviço de toda a coletividade. O direito de propriedade, por exemplo, deve ser exercido em consonância com suas finalidades socioambientais, sob pena de não estar legitimado e protegido constitucionalmente. A Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988 impõe ao Estado e à sociedade o dever de preservar e proteger o meio ambiente em todos os lugares e tempos para todas as gerações vindouras
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No fluxo dos recados: sobredeterminação e variações ontológicas em “O recado do morro” de Guimarães Rosa e A queda do céu de Kopenawa e Albert

No fluxo dos recados: sobredeterminação e variações ontológicas em “O recado do morro” de Guimarães Rosa e A queda do céu de Kopenawa e Albert

Aqui vemos não apenas o reconhecimento da natureza como sujeito de direito e, portanto, como lugar de enunciação e de proteção jurídica, mas também um reconhecimento de uma[r]

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